Foto oficial de Cármen Lúcia

Cármen Lúcia

Ministra do Supremo Tribunal Federal

Em exercício desde 1983
Biografia

Resumo biográfico

Cármen Lúcia é uma jurista, professora e magistrada brasileira, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2006. Segunda mulher a integrar a corte, presidiu o STF e o Conselho Nacional de Justiça entre 2016 e 2018 e foi a primeira mulher a comandar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre 2012 e 2013, cargo que voltou a ocupar a partir de 2024. Em 2018, exerceu a Presidência da República interinamente em cinco ocasiões. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Cármen Lúcia, quem a indicou ao STF, seu voto no julgamento de Jair Bolsonaro, o pedido de desculpas ao povo brasileiro durante a crise do STF em 2026 e seus livros. Origem e formação Cármen Lúcia Antunes Rocha nasceu em Montes Claros, no norte de Minas Gerais, em 19 de abril de 1954, e estudou em Espinosa e em Belo Horizonte. Formou-se em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) em 1977, especializou-se em direito de empresa pela Fundação Dom Cabral (1979) e fez mestrado em direito constitucional na Universidade Federal de Minas Gerais (1982). Cursou o doutorado na USP em 1983, sem concluí-lo, segundo a Wikipédia. É professora titular de direito constitucional da PUC Minas desde 1983 e, em agosto de 2026, começou a dar aulas na graduação da FGV Direito Rio (Migalhas, 11/08/2026). Carreira antes do STF Foi procuradora do Estado de Minas Gerais de 1983 a 2006 e procuradora-geral do Estado entre 2001 e 2002, no governo de Itamar Franco. Integrou a Comissão de Estudos Constitucionais do Conselho Federal da OAB de 1994 a 2006 e dirigiu a revista do Instituto dos Advogados Brasileiros. Supremo Tribunal Federal Indicada pelo presidente Lula para a vaga de Nelson Jobim, teve o nome aprovado pelo Senado por 55 votos a 1 em 24 de maio de 2006 e tomou posse em 21 de junho de 2006. Foi a primeira ministra a usar calça comprida numa sessão plenária, em 2007. Integrou o TSE entre 2009 e 2013 e presidiu a corte eleitoral entre 2012 e 2013, a primeira mulher no cargo. Voltou ao TSE em 2022, presidiu as eleições municipais de 2024 e deixou o tribunal em maio de 2026. Entre seus votos mais lembrados estão a absolvição de 13 réus do Mensalão pelo crime de formação de quadrilha, em 2012, criticada por Joaquim Barbosa; a relatoria que levou à prisão do deputado Natan Donadon, em 2013; o voto pela prisão do senador Delcídio do Amaral, em 2015, quando disse que "o crime não vencerá a justiça"; o voto pela prisão após condenação em segunda instância, em 2016; e a defesa das biografias não autorizadas, em 2015. Em 2015, foi eleita personalidade do ano do Prêmio Faz Diferença, do jornal O Globo. Presidência do STF e da República Assumiu a presidência do STF em 2016. Como presidente do Supremo, quarta na linha sucessória, exerceu a Presidência da República em cinco ocasiões em 2018, porque os presidentes da Câmara e do Senado evitaram assumir para não se tornar inelegíveis. Nessa condição, assinou o decreto que instituiu o Dia Nacional da Conscientização sobre o Autismo, em 2 de abril. Julgamento de Bolsonaro Em 11 de setembro de 2025, deu o voto que formou maioria na Primeira Turma do STF para condenar Jair Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado, a primeira condenação de um ex-presidente por atentar contra a democracia no país. "Nela pulsa o Brasil que me dói", disse no voto. O resultado foi elogiado por políticos governistas (Jornal do Brasil, 28/11/2025). Em outubro de 2026, negou um habeas corpus apresentado por um terceiro para libertar Bolsonaro, que cumpre em prisão domiciliar a pena de 27 anos e três meses (CartaCapital, 13/10/2026). Crise do STF em 2026 Durante a crise provocada pelo caso Master, Cármen Lúcia foi vista como "fiel da balança" no julgamento sobre investigar Alexandre de Moraes por suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, e avisou que não se submeteria a pressões (CNN Brasil, 06/09/2026). Em 15 de setembro de 2026, votou para separar os casos de Moraes e de André Mendonça e pediu desculpas ao povo brasileiro, com "profunda consternação e tristeza", por não ter ajudado mais a conter a crise (g1 e Migalhas, 15/09/2026). Disse que o Supremo provocou um "mal-estar cívico" (Valor, 15/09/2026). A Gazeta do Povo publicou textos críticos apontando contradições entre esse discurso e seu histórico de votos (19/09/2026). Uma pesquisa AtlasIntel de setembro de 2026 apontou Cármen Lúcia como a única ministra com avaliação positiva superior à negativa (Brasil 247, 22/09/2026). Decisões recentes Em agosto de 2026, foi eleita presidente da Primeira Turma do STF (Valor, 18/08/2026). Rejeitou a tese do "deepfake do bem" em campanhas (Folha, 22/08/2026), negou recurso de Renan Santos para participar de debate na Globo (Congresso em Foco, 01/10/2026), rejeitou pedido da Uber contra a suspensão do mototáxi em São Paulo (CNN Brasil, 19/10/2026) e negou ação do PT por transporte interestadual gratuito no segundo turno (Jota, 23/10/2026). Em outubro, foi eleita por unanimidade presidente da Subcomissão para a América Latina da Comissão de Veneza (R7, 09/10/2026) e cassou decisão do TST que responsabilizava a V.tal por dívidas da Oi (Migalhas, 26/10/2026). Em novembro, o portal 180graus informou que ela mantinha havia 170 dias em seu gabinete a ação penal em que o senador Sergio Moro é acusado de calúnia contra Gilmar Mendes (180graus, 02/11/2026). Livros Cármen Lúcia é autora de obras de direito constitucional e, em 2026, lançou O Livro da Democracia, obra infantil escrita com a jornalista Mariana Oliveira (Veja, 11/09/2026). Seu livro esteve entre os mais vendidos da Flip 2026 (Veja Rio, 27/07/2026). Patrimônio Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Cármen Lúcia. Linha do tempo 1954: nasce em Montes Claros (MG), em 19 de abril. 1977: forma-se em direito pela PUC Minas. 1983: torna-se procuradora do Estado de Minas Gerais. 2001: assume a Procuradoria-Geral do Estado. 2006: toma posse no STF, em 21 de junho. 2012: torna-se a primeira mulher a presidir o TSE. 2016: assume a presidência do STF. 2018: exerce interinamente a Presidência da República. 2025: forma maioria para condenar Jair Bolsonaro. 2026: assume a presidência da Primeira Turma do STF.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Comissão de Veneza

    Presidente da Subcomissão para a América Latina.

  2. 2026 — atual
    FGV Direito Rio

    Professora na graduação.

  3. 2024 — 2026
    Presidente do TSE (2024-2026)

    Comandou o TSE nas eleições municipais de 2024.

  4. 2016 — 2018
    Presidente do STF e do CNJ
  5. 2012 — 2013
    Presidente do TSE (2012-2013)

    Primeira mulher a presidir o Tribunal Superior Eleitoral.

  6. 2009 — 2013
    Tribunal Superior Eleitoral

    Ministra.

  7. 2006 — atual
    Supremo Tribunal Federal

    Ministra indicada por Lula.

  8. 2001 — 2002
    Procuradora-geral do Estado de Minas Gerais

    Governo Itamar Franco.

  9. 1994 — 2006
    Comissão de Estudos Constitucionais da OAB

    Integrante.

  10. 1983 — atual
    PUC Minas

    Professora titular de direito constitucional.

  11. 1983 — 2006
    Procuradora do Estado de Minas Gerais
Projetos e Realizações

Iniciativas

Educação2026
O Livro da Democracia
Livro

Obra infantil escrita com Mariana Oliveira.

Na imprensa

Notícias de outros portais

29 de out. de 2026

Cármen Lúcia vai relatar ação de André Janones contra Flávio Bolsonaro

O deputado federal pede ao STF que suspenda decisão de André Mendonça no Tribunal Superior Eleitoral que concedeu direito de resposta ao senador. O caso chegou ao Supremo devido a um recurso apresentado por Janones contra uma decisão do ministro André Mendonça no Tribunal Superior Eleitoral.

Fonte: CartaCapital

28 de out. de 2026

"Brasília é longe, não Espinosa", ironiza Cármen Lúcia, no STF

Ministro Fachin comentou que Moraes havia ido longe ao citar Espinosa/MG e ministra rebateu. Durante julgamento de restrições ao transporte por fretamento da Buser, nesta quarta-feira, 28, no STF, ministro Edson Fachin e ministra Cármen Lúcia brincaram sobre a distância entre Espinosa/MG e Brasília/DF, após Alexandre de Moraes citar linhas de ônibus mineiras.

Fonte: Migalhas

27 de out. de 2026

Moraes diz que Cármen Lúcia é “culpada” por sua posse no STF e ministra responde: “Está no meu currículo”

Alexandre de Moraes brinca com Cármen Lúcia durante sessão do STF e diz que ministra é culpada por sua posse. Veja a resposta. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), protagonizou um momento de descontração com a ministra Cármen Lúcia durante uma sessão da Corte. Ao cumprimentar a magistrada pela presidência do colegiado, Moraes brincou ao afirmar que ela era a “ culpada ” por sua chegada ao Supremo.

Fonte: Portal 98 FM Natal

26 de out. de 2026

Cármen Lúcia cassa decisão do TST que responsabilizou V.tal por dívidas da Oi

Ministra determinou novo julgamento, em observância ao entendimento do STF de que a aquisição de unidade produtiva isolada não implica sucessão de débitos trabalhistas. Ministra Cármen Lúcia, do STF, cassou acórdão da 3ª turma do TST que havia mantido a responsabilidade solidária da V.tal – Rede Neutra de Telecomunicações por dívidas trabalhistas da Oi, decorrentes de período anterior à aquisição de ativos da companhia.

Fonte: Migalhas

19 de out. de 2026

Cármen Lúcia rejeita pedido da Uber contra suspensão do mototáxi em SP

Decisão do STF não analisa o mérito do serviço; operação segue suspensa na capital paulista por determinação do TJSP. A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou um pedido apresentado pela Uber contra uma decisão da Justiça paulista que suspendia o credenciamento e a operação do serviço de transporte de passageiros por motocicletas por aplicativo na cidade de São Paulo.

Fonte: CNN Brasil

13 de out. de 2026

Cármen Lúcia nega pedido para libertar Jair Bolsonaro

O ex-presidente cumpre em prisão domiciliar a pena de 27 anos e três meses por liderar a trama golpista. A solicitação não partiu de um representante da defesa de Bolsonaro. O HC, frisou a relatora, não preenche requisitos mínimos como legitimidade da parte, objeto específico e fundamentação. “ Não há sequer lastro probatório do alegado pelo impetrante, que não juntou qualquer documento à presente impetração”, anotou a ministra.

Fonte: CartaCapital

09 de out. de 2026

Cármen Lúcia é eleita por unanimidade para presidir comissão internacional

Ministra do STF assume a Subcomissão para a América Latina da Comissão de Veneza, órgão consultivo para temas constitucionais. A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia foi eleita nesta sexta-feira (9), por unanimidade, presidente da Subcomissão para a América Latina da Comissão de Veneza. De acordo com o Supremo, a votação foi realizada por representantes de países latino-americanos e membros do Conselho da Europa.

Fonte: R7

01 de out. de 2026

Cármen Lúcia nega recurso de Renan para participar de debate na Globo

Partido Missão acionou o STF para exigir "legítima expectativa de participação" no encontro. A ministra Cármen Lúcia, do STF, indeferiu nesta quinta-feira (1º) o pedido apresentado pelo partido Missão para garantir a participação de Renan Santos no debate presidencial promovido pela TV Globo.

Fonte: Congresso em Foco

18 de set. de 2026

Histórico complacente de Cármen Lúcia contradiz discurso em sessão tensa do STF

Cármen Lúcia lamenta a crise de confiança no STF, mas seu histórico inclui apoio a decisões que ampliaram críticas à Corte. Em meio aos tumultos, acusações e trocas de ofensas que marcaram a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) no último dia 15, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas aos brasileiros.

Fonte: Gazeta do Povo

16 de set. de 2026

Após julgamento no STF, Cármen Lúcia diz que 'lamenta' momento de descrença nas instituições

Cármen Lúcia lamenta a descrença nas instituições e pede desculpas aos brasileiros após o STF suspender julgamento sobre a crise envolvendo Alexandre de Moraes. Lúcia afirmou lamentar a descrença nas instituições democráticas e defendeu a busca pelo acerto como dever dos servidores públicos. No julgamento da crise do STF, a ministra pediu desculpas ao povo brasileiro por não ter conseguido ajudar a amenizar os conflitos na Corte.

Fonte: G1

15 de set. de 2026

'Houve uma espetacularização desses casos', afirmou Cármen Lúcia em voto

Ministra afirmou que andamento do processo nessas condições não faz mal apenas para o Supremo, mas também para o país. A ministra Cármen Lúcia criticou nesta terça-feira (15/9) o que chamou de “espetacularização” dos procedimentos relacionados ao caso Master.

Fonte: Consultor Jurídico

15 de set. de 2026

'Profunda consternação e tristeza': Cármen Lúcia pede desculpas ao povo brasileiro em julgamento sobre Moraes

Cármen Lúcia lamentou a crise no STF envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro em julgamento suspenso por Flávio Dino após divisão na Corte. 'Peço desculpas ao povo brasileiro', diz Cármen Lúcia sobre crise no STF A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse na sessão plenária desta terça-feira (15) estar em estado de "profunda consternação e tristeza".

Fonte: G1

15 de set. de 2026

'Supremo provocou mal-estar cívico', diz Cármen Lúcia ao votar para manter julgamento de Moraes

Voto deixou o placar em 4 a 3 depois de Flávio Dino pedir vista e suspender o julgamento por bate-boca entre Gilmar Mendes e André Mendonça. A ministra Cármen Lúcia votou nesta terça-feira (15) para manter separados os julgamentos dos casos que envolvem, primeiro, as mensagens enviadas pelo ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro, ao ministro Alexandre de Moraes, e, segundo, o pedido apresentado contra André Mendonça por supostas irregularidades na condução do caso.

Fonte: Valor Econômico

15 de set. de 2026

Cármen Lúcia pede desculpas ao país por não ter ajudado mais a conter crise no STF

Ministra lamentou que, a menos de 20 dias das eleições, o país esteja voltado à crise na Corte e afirmou que STF gerou “intranquilidade” e “mal-estar cívico”. Ministra Cármen Lúcia fez nesta terça-feira, 15, um dos pronunciamentos mais duros e pessoais da sessão extraordinária do STF ao pedir desculpas aos colegas e ao povo brasileiro por, segundo afirmou, não ter conseguido ajudar mais a conter a crise instalada na Corte.

Fonte: Migalhas

11 de set. de 2026

Guerra no STF faz Cármen Lúcia faltar ao lançamento do próprio livro na Bienal de SP

Obra 'O Livro da Democracia' é escrita em parceria com a jornalista Mariana Oliveira. Uma das autoras de O livro da Democracia, a ministra Cármen Lúcia faltou ao lançamento da obra infantil que ocorreu, nesta sexta, na 28ª Bienal do Livro de São Paulo. Com o STF mergulhado na maior crise de sua história, a ministra achou por bem permanecer em Brasília acompanhando a marcha da guerra travada por facções de Alexandre de Moraes e de André Mendonça nesse escândalo das mensagens de Daniel Vorcaro.

Fonte: Veja

06 de set. de 2026

De Dilma a Lula e à Jovem Pan: relembre votos polêmicos de Cármen Lúcia

Ministra atuou em julgamentos sobre o impeachment de Dilma, mudou o voto no processo de Lula e apoiou restrições à Jovem Pan. Relembre votos polêmicos de Cármen Lúcia envolvendo o impeachment de Dilma, Lula, a Jovem Pan e a vice de Simone Tebet. A ministra Cármen Lúcia acumula decisões que marcaram momentos decisivos da política brasileira e provocaram reações de diferentes grupos.

Fonte: Nd+

06 de set. de 2026

Fiel da balança no STF, Cármen Lúcia avisa que não se submeterá a pressões

Em conversas com interlocutores, ministra ressalta histórico de independência na Corte, com apoio a código de conduta e fim do inquérito das fake news. Diretor editorial da CNN em Brasília, comanda a editoria de Infra. Atuou mais de duas décadas como repórter no Valor Econômico.

Fonte: CNN Brasil

18 de ago. de 2026

Cármen Lúcia é eleita presidente da 1ª Turma do STF e Fux assume 2ª Turma

No Supremo Tribunal Federal, os presidentes das Turmas têm mandatos rotativos de um ano, sem a possibilidade de serem reeleitos. Eles são escolhidos por ordem decrescente de antiguidade. A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal ( STF ), foi eleita nesta terça-feira (18) para assumir a presidência da Primeira Turma da Corte, enquanto o ministro Luiz Fux, eleito no primeiro semestre, comandou a sua primeira sessão como presidente da Segunda Turma.

Fonte: Valor Econômico

11 de ago. de 2026

FGV Direito Rio anuncia aulas da ministra Cármen Lúcia na graduação

Com duas décadas de STF, a professora une a vivência prática constitucional ao fortalecimento de um ambiente acadêmico mais plural e inclusivo. A ministra Cármen Lúcia iniciou, em 10/8, suas aulas na graduação da Direito da FGV Direito Rio, marcando uma nova etapa de sua atuação como professora permanente da Escola.

Fonte: Migalhas

27 de jul. de 2026

Cármen Lúcia: livro da ministra entre os mais vendidos da Flip (vídeo)

A Flip é a festa onde ninguém fica a pensar no decote, no perfume, na maquiagem, ou nos dois dedinhos de raiz. Não? (Risos!). A Livraria da Travessa divulgou, nesse domingo (26/07), a lista dos livros mais vendidos da Flip 2026 e, em meio ao predomínio de romances, memórias e ficção, está “Pela mão do povo: voto e democracia no Brasil” (Bazar do Tempo), de Cármen Lúcia, Heloisa Starling e Nayara Henriques Pinto, em 4º lugar.

Fonte: Veja Rio

30 de nov. de 2025

Cármen Lúcia: ‘Ditadura é como erva daninha que precisa ser cortada’

Ministra do STF diz que é preciso lutar pela democracia todo dia. A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), destacou neste sábado (29), em evento literário no Rio de Janeiro, que a sociedade precisa lutar diariamente para defender a democracia contra iniciativas autoritárias. Ela comparou as ditaduras às ervas daninhas, que precisam ser cortadas e vigiadas para que não voltem a ameaçar o país.

Fonte: R7

28 de nov. de 2025

Lideranças políticas celebram voto de Cármen Lúcia para condenar Bolsonaro

Por Armando Holanda - Responsável por formar maioria na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) para condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus, a ministra Cármen Lúcia teve elogios tecidos por membros governistas. Em declaração à Sputnik Brasil, a senadora Teresa Leitão (PT-PE) destacou o peso simbólico e jurídico do voto da ministra. Para a parlamentar, a decisão da magistrada representa um marco emblemático no enfrentamento ao machismo e na defesa da democracia brasileira.

Fonte: Jornal do Brasil

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Cármen Lúcia?

É ministra do STF desde 2006; presidiu o Supremo entre 2016 e 2018 e foi a primeira mulher a presidir o TSE.

Qual a idade de Cármen Lúcia?

Ela nasceu em 19 de abril de 1954, em Montes Claros (MG).

Quem indicou Cármen Lúcia ao STF?

O presidente Lula, em 2006, para a vaga de Nelson Jobim.

Onde Cármen Lúcia estudou?

Direito na PUC Minas, com especialização na Fundação Dom Cabral e mestrado na UFMG.

Cármen Lúcia foi presidente da República?

Exerceu a Presidência interinamente em cinco ocasiões em 2018, como presidente do STF.

Como Cármen Lúcia votou no julgamento de Bolsonaro?

Votou pela condenação e formou maioria na Primeira Turma em 11 de setembro de 2025.

Por que Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro?

Em setembro de 2026, lamentou a crise do STF ligada ao caso Master e disse não ter ajudado mais a contê-la.

Cármen Lúcia presidiu o TSE?

Sim, entre 2012 e 2013 e novamente a partir de 2024, até deixar o tribunal em 2026.

Quais livros Cármen Lúcia escreveu?

Obras de direito constitucional e O Livro da Democracia, infantil, lançado em 2026.

Cármen Lúcia dá aula?

Sim, é professora da PUC Minas e passou a lecionar na FGV Direito Rio em 2026.

O que é a ação de Moro parada com Cármen Lúcia?

É a ação penal em que Sergio Moro é acusado de calúnia contra Gilmar Mendes, parada havia 170 dias em novembro de 2026.

Qual a posição de Cármen Lúcia sobre deepfake nas eleições?

Rejeitou a tese do "deepfake do bem" e disse que vídeos de IA podem mudar o comportamento do eleitor.

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