Foto oficial de Edson Fachin

Edson Fachin

Ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal

Em exercício desde 2015
Biografia

Resumo biográfico

Edson Fachin é um jurista e magistrado brasileiro, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2015 e presidente da Corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no biênio 2025–2027. Professor titular de direito civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR) por mais de uma década, foi relator da Operação Lava Jato no STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2022. Em 2026, sua gestão concentrou as investigações do caso Banco Master e conduziu o arquivamento do inquérito das fake news. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Edson Fachin, quem o indicou ao STF, até quando ele preside a Corte e quais são suas decisões no caso Master e no inquérito das fake news. Origem e formação Luiz Edson Fachin nasceu em Rondinha, então distrito de Passo Fundo (RS), em 8 de fevereiro de 1958, segundo a Wikipédia. A família mudou-se para Toledo, no Paraná, quando ele tinha dois anos, e aos 17 ele foi para Curitiba estudar. Na sabatina de 2015, contou que teve infância de privações e que vendeu laranjas nas ruas e passagens numa rodoviária. Nos anos 1970, participou de antologias poéticas com nomes como Paulo Leminski. Formou-se em direito pela UFPR em 1980 e fez mestrado (1986) e doutorado (1991) na PUC-SP, sob orientação de Arruda Alvim. Fez pós-doutorado no Canadá, foi professor visitante do King's College, no Reino Unido, e pesquisador convidado do Instituto Max Planck, na Alemanha. Advocacia e academia Fachin advogou de 1980 a 2015 no escritório que fundou, o Fachin Advogados Associados, com casos empresariais, sucessórios, ambientais, agrários e imobiliários. Foi procurador do Instituto de Terras, Cartografia e Florestas do Paraná (1982–1987), procurador-geral do Incra em 1985 e procurador do Estado do Paraná de 1990 a 2006. Entrou como docente na UFPR em 1991, ajudou a implantar o doutorado em direito, criou em 1996 o núcleo de estudos em direito civil-constitucional "Virada de Copérnico" e tornou-se professor titular de direito civil em 1999, com a tese do Estatuto Jurídico do Patrimônio Mínimo. Entre suas contribuições está a defesa das relações afetivas como critério para a paternidade. Colaborou com o Senado na elaboração do Código Civil. Indicação ao STF Em 14 de abril de 2015, foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para a vaga de Joaquim Barbosa. A indicação teve apoio de ministros do STF e de constitucionalistas, mas enfrentou resistência no Senado por suas posições sobre reforma agrária e casamento entre pessoas do mesmo sexo e por um manifesto de apoio a Dilma em 2010. A oposição questionou o fato de ele ter advogado enquanto era procurador do Paraná; Fachin demonstrou que tinha autorização para acumular as funções. A sabatina na CCJ durou cerca de 12 horas, a mais longa já feita com um indicado ao STF. Foi aprovado por 20 a 7 na comissão e por 52 a 27 no plenário e tomou posse em 16 de junho de 2015. Lava Jato e TSE Em fevereiro de 2017, após a morte de Teori Zavascki, foi sorteado relator da Lava Jato no STF. Homologou as delações de João Santana e Mônica Moura, retirou o sigilo das delações da Odebrecht a pedido da PGR, votou pela condenação de Geddel Vieira Lima em 2019 e homologou a delação de Sérgio Cabral em 2020. O jornalista Reinaldo Azevedo chegou a descrevê-lo, em 2018, como um esquerdista convertido em "herói da extrema-direita" por causa de decisões penais. Foi ministro efetivo do TSE a partir de 2018 e presidiu a corte eleitoral de fevereiro a agosto de 2022, sendo sucedido por Alexandre de Moraes. Presidência do STF Eleito em 13 de agosto de 2025, tomou posse como presidente do STF e do CNJ em 29 de setembro de 2025, sucedendo Luís Roberto Barroso, com Alexandre de Moraes como vice (Agência Brasil, 29/09/2025). Em setembro de 2026, depois que o ministro André Mendonça tornou público um relatório da Polícia Federal sobre contatos entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, Fachin assumiu a relatoria da petição sobre o caso e determinou que os processos do Banco Master e das fraudes do INSS fossem remetidos à Presidência (Gazeta do Paraná, 13/09/2026; InfoMoney, 12/09/2026). Combinou com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que menções a ministros encontradas nas investigações fossem enviadas ao STF de forma "estritamente descritiva" (CartaCapital, 13/10/2026). A Gazeta do Povo criticou a centralização, dizendo que ela travava as investigações (21/10/2026). Em 29 de outubro, devolveu o inquérito do INSS a Mendonça, mas manteve o caso Master sob a Presidência (g1 e InfoMoney, 29 e 30/10/2026); segundo a CNN, ao menos seis pedidos de revisão de prisões preventivas aguardavam decisão (31/10/2026). Inquérito das fake news Fachin negou ao ministro Luiz Fux acesso imediato e integral ao inquérito das fake news, dizendo que o caso seguia para arquivamento (g1, 09/10/2026), e manteve decisões de Moraes (O Globo, 08/10/2026). No fim de outubro, começou a arquivar apurações derivadas, como a que envolvia o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, após manifestação da PGR (Veja e O Globo, 27/10/2026), e arquivou mais cinco por falta de provas ou prescrição (Jornal Grande Bahia, 31/10/2026). O procurador-geral Paulo Gonet pediu que não fosse arquivado o inquérito que quebrou o sigilo da fonte de um jornalista (Gazeta do Povo, 30/10/2026). Segundo o Estadão, Fachin quer encerrar o inquérito ainda em 2026 (31/10/2026). Posições Fachin defende autocontenção: disse que tribunais constitucionais "não podem substituir o debate político" (Congresso em Foco, 21/10/2026). Ao votar no segundo turno de 2026, pediu respeito à vontade dos eleitores (Consultor Jurídico, 25/10/2026). Também lamentou a eleição recorde de parlamentares contrários a ministros do STF (O Globo, 08/10/2026) e afirmou que a pressão sobre o tribunal constitucional da Polônia é um alerta para o Brasil (O Globo, 31/10/2026). No CNJ, repreendeu um desembargador que falou sem autorização: "não lhe concedi a palavra" (Migalhas, 20/10/2026). Em 2026, foi anunciado como doutor honoris causa da Unisinos (GZH, 30/10/2026). Obras É autor de livros de direito civil como A Função Social da Posse e a Propriedade Contemporânea (1988), Estabelecimento da Filiação e Paternidade Presumida (1992) e Estatuto Jurídico do Patrimônio Mínimo. É membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e das academias brasileiras de Direito Constitucional e de Direito Civil. Patrimônio Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Edson Fachin. Linha do tempo 1958: nasce em Rondinha, Passo Fundo (RS), em 8 de fevereiro. 1980: forma-se em direito pela UFPR e abre escritório. 1991: conclui o doutorado na PUC-SP e entra na UFPR como professor. 1999: torna-se professor titular de direito civil. 2015: é indicado por Dilma e toma posse no STF. 2017: assume a relatoria da Lava Jato. 2022: preside o TSE. 2025: torna-se presidente do STF e do CNJ. 2026: concentra o caso Master e arquiva apurações das fake news.
Carreira

Trajetória

  1. 2025 — atual
    STF e CNJ

    Presidente.

  2. 2022 — 2022
    Presidente do TSE

    Presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

  3. 2018 — 2022
    Ministro do TSE

    Ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral.

  4. 2017 — atual
    Operação Lava Jato no STF

    Relator.

  5. 2015 — atual
    Supremo Tribunal Federal

    Ministro.

  6. 1991 — 2015
    Ufpr

    Professor; titular de direito civil a partir de 1999.

  7. 1990 — 2006
    Procuradoria-Geral do Estado do Paraná

    Procurador do Estado.

  8. 1985 — 1985
    Incra

    Procurador-geral.

  9. 1982 — 1987
    ITCF do Paraná

    Procurador jurídico.

  10. 1980 — 2015
    Fachin Advogados Associados

    Advogado e fundador.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Direito civil1999
Estatuto Jurídico do Patrimônio Mínimo
Livro

Tese apresentada ao concurso de professor titular da UFPR.

Na imprensa

Notícias de outros portais

02 de nov. de 2026

Defesa de Flávio Bolsonaro recorre a Fachin para afastar Moraes de investigação

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro Alexandre de Moraes seja. O pedido foi encaminhado ao presidente da Corte, Edson Fachin, e inclui a solicitação de transferência do caso para o ministro André Mendonça. Os advogados argumentam que Moraes deveria ser declarado impedido ou, alternativamente, suspeito para conduzir o inquérito.

Fonte: Gp1

02 de nov. de 2026

Defesa de Vorcaro recorre à Comissão Interamericana e aciona Fachin pela liberdade de ex-banqueiro

A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão da Organização. Defesa de Vorcaro alegando violações à dignidade do cliente e pedem a intervenção da Comissão Interamericana de Direitos Humanos A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) nesta segunda-feira (2).

Fonte: O Estado CE

31 de out. de 2026

Ministro Edson Fachin arquiva mais cinco investigações do Inquérito das Fake News e determina desbloqueio de perfis e revogação de medidas cautelares

O ministro Edson Fachin, presidente do STF, arquivou cinco investigações do Inquérito das Fake News após manifestações favoráveis da PGR. As decisões consideraram falta de provas, prescrição, duplicidade investigativa e impossibilidade técnica de identificação de responsáveis. Fachin também revogou medidas cautelares e determinou o desbloqueio de perfis nas redes sociais.

Fonte: Jornal Grande Bahia (JGB)

31 de out. de 2026

Master: Fachin trava ao menos 6 pedidos de revisão de prisões preventivas

Presidente do STF devolveu o caso do INSS a André Mendonça, mas manteve o processo do Master sob seu gabinete pela necessidade de esclarecer referências a ministros do STF. Após a remessa dos autos do caso Master ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, ao menos seis pedidos de revisão de prisões preventivas estão sem decisão na Corte há mais de um mês.

Fonte: CNN Brasil

31 de out. de 2026

Fachin quer colocar fim no inquérito das fake news ainda em 2026

Presidente do STF recebeu 12 mil páginas e 104 procedimentos do inquérito das fake news. Oito já foram encerrados. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, intensificou a análise dos procedimentos vinculados ao inquérito das fake news e pretende concluir o exame dos casos pendentes até o fim de dezembro pondo fim, ainda neste ano, a uma das investigações mais polêmicas em andamento no país.

Fonte: Gazeta do Povo

30 de out. de 2026

Edson Fachin assume relatoria do caso Master e devolve inquérito do INSS a André Mendonça

Notícias de Aracaju, Sergipe e do Brasil - Edson Fachin assume relatoria do caso Master e devolve inquérito do INSS a André Mendonça. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou nesta quinta-feira que o comando da investigação do caso Master ficará sob a responsabilidade da presidência da corte pelo prazo de até 90 dias. A determinação marca um novo desdobramento nas apurações que movimentam os bastidores do judiciário brasileiro e envolvem órgãos de cúpula do governo e da justiça.

Fonte: Imprensa 24h

30 de out. de 2026

Fachin devolve caso do INSS a Mendonça, mas mantém controle da investigação do Master

Fachin informou ainda que, quando ficar pronto, o relatório da Polícia Federal sobre envolvimento de ministros da Corte com o banqueiro deve ser entregue a ele. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, devolveu ao ministro André Mendonça a relatoria do inquérito que apura desvio a aposentados do INSS. No mesmo despacho, publicado nesta quinta-feira, 29, manteve sob sua custódia os autos do caso do Banco Master, que investiga Daniel Vorcaro.

Fonte: InfoMoney

30 de out. de 2026

Fachin adia julgamento no STF sobre divisão dos royalties do petróleo

O processo está parado no Supremo e seria retomado na próxima semana, no dia 4 de novembro. Ainda não há nova data para julgar a questão. O julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a divisão dos royalties do petróleo foi adiado pelo ministro Edson Fachin, presidente do STF. A decisão final pode impactar diretamente as contas do estado do RJ e de municípios fluminenses que dependem da arrecadação do petróleo.

Fonte: Cbn

30 de out. de 2026

Ala do STF defende julgamento da Lei da Dosimetria ainda neste ano e avalia que Fachin pautará caso se Moraes liberar

Ministros veem lei que reduz tempo de pena uma alternativa à revisão criminal de Bolsonaro e consideram que discussão pode ajudar a reduzir tensões com o Congresso após as eleições. Uma ala de ministros do Supremo Tribunal Federal ( STF ) defende o julgamento ainda neste ano das ações que discutem a constitucionalidade da Lei da Dosimetria, que pode reduzir o tempo de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe no ano passado.

Fonte: O Globo

30 de out. de 2026

Presidente do STF, Edson Fachin receberá Honoris Causa da Unisinos

Ministro da Suprema Corte é natural de Rondinha, no norte do RS. Tem especialização em Jornalismo Ambiental pelo International Institute for Journalism (Berlim), em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário, em Direção Editorial, pela ESPM, e em Estudos Estratégicos Internacionais pela UFRGS.

Fonte: Gzh

30 de out. de 2026

Gonet pede que Fachin não arquive inquérito que quebrou sigilo da fonte de jornalista do Maranhão

Movimentação ocorre após uma série de encerramentos de frentes do inquérito das fake news. O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, defendeu que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, não arquive o inquérito contra o jornalista Luís Pablo por publicações sobre o ministro Flávio Dino, e que o caso siga em trâmite na Corte. O parecer foi assinado na última sexta-feira (23).

Fonte: Gazeta do Povo

29 de out. de 2026

Fachin decide devolver investigação do INSS a Mendonça; presidente do STF mantém sob sua responsabilidade caso Master

Fachin decidiu pela manutenção do caso Master na Presidência pelo prazo máximo de 90 dias, contados a partir de 12 de setembro. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu nesta quinta-feira (29) devolver as investigações no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS, ao ministro André Mendonça.

Fonte: G1

27 de out. de 2026

Fachin começa a arquivar investigações relacionadas ao inquérito das fake news

Presidente do STF encerrou apurações contra o pastor Silas Malafaia e o jornalista Guilherme Fiuza. O presidente do STF, Edson Fachin, começou a organizar o acervo que recebeu junto com a relatoria do inquérito das fake news, assumido por ele em setembro. Nesta terça-feira, Fachin arquivou três casos relacionados e cobrou informações da PF em um quarto. As ações eram conduzidas anteriormente por Alexandre de Moraes.

Fonte: Veja

27 de out. de 2026

Fachin arquiva casos derivados do inquérito das fake news e pede informações à PF sobre apuração sobre Jair Bolsonaro

Presidente do STF deu cinco dias para que a Polícia Federal diga se há diligências pendentes na apuração sobre o uso, pelo ex-presidente, de um inquérito sigiloso para atacar as urnas eletrônicas em 2021. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, arquivou nesta terça-feira investigações derivadas do inquérito das fake news, entre elas uma apuração sobre o pastor Silas Malafaia e outra sobre o escritor Guilherme Fiuza.

Fonte: O Globo

26 de out. de 2026

Edson Fachin diz que vontade dos eleitores deve ser respeitada

Após o anúncio do resultado das eleições, o candidato derrotado Flávio Bolsonaro declarou que não reconhece o resultado do pleito. A manifestação de Fachin foi divulgada após a confirmação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito para o quarto mandato. “É tempo de reafirmar o respeito à vontade soberana do povo brasileiro, livremente manifestada nas urnas.

Fonte: Diário de Pernambuco

25 de out. de 2026

Fachin defende respeito a soberania popular no segundo turno

Presidente do STF afirmou que eleitores estão exercendo não apenas o direito de participar, mas estão cumprindo um dever cívico. O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, defendeu, neste domingo (25/10), que as escolhas da população sejam respeitadas no segundo turno das eleições. “Todo o poder emana do povo, portanto é fundamental que sejam respeitadas as escolhas que derivam da manifestação da soberania popular.

Fonte: Consultor Jurídico

21 de out. de 2026

Ministro Edson Fachin retém processos do caso Master no STF e trava investigações

Presidente do STF, Edson Fachin, centraliza processos do caso Master e impede atuação de André Mendonça. Entenda o impasse que trava as investigações da PF. O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), mantém centralizados em seu gabinete, desde 12 de setembro de 2026, todos os processos relativos ao caso Master. A medida interrompeu o andamento de pedidos de liberdade e diligências da Polícia Federal.

Fonte: Gazeta do Povo

21 de out. de 2026

Tribunais não podem substituir o debate político, defende Edson Fachin

Ministro defende prudência na atuação judicial diante das críticas de parlamentares à interferência da Corte no Legislativo. O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu nesta quarta-feira (21) que os tribunais constitucionais respeitem os limites de sua atuação e não substituam o debate político por decisões de seus integrantes. Durante o encontro "Diálogos com o Supremo", realizado em Brasília, o ministro alertou para os riscos de um protagonismo judicial que ultrapasse as atribuições de proteção da Constituição.

Fonte: Congresso em Foco

20 de out. de 2026

Fachin repreende desembargador no CNJ: "não lhe concedi a palavra"

Magistrado, que fazia defesa em causa própria, tentou se manifestar durante votação de processo disciplinar. O presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, repreendeu um desembargador que atuava em causa própria durante julgamento nesta terça-feira, 20. O episódio ocorreu após Evandro Reimão dos Reis, do TRF da 6ª região, insistir em se manifestar durante a votação de processo administrativo disciplinar contra ele. O magistrado pediu a palavra "pela ordem", alegando que pretendia esclarecer uma matéria de fato.

Fonte: Migalhas

15 de out. de 2026

Caso Master: ministro Edson Fachin orienta PF a enviar todas as menções a ministros do STF e reunião com Andrei trata de ameaças à Corte

Edson Fachin e Andrei Rodrigues definiram que a Polícia Federal deverá encaminhar ao STF todas as menções a ministros encontradas nas investigações do Banco Master, acompanhadas de contexto e sem conclusões prévias. Eventuais atos investigativos dependerão do Plenário e de manifestação da PGR. A reunião também abordou ameaças a magistrados, a Petição 16.704, investigações relacionadas ao INSS e a conclusão do Inquérito 4.781.

Fonte: Jornal Grande Bahia (JGB)

13 de out. de 2026

Fachin diz à PF que material do Master sobre ministros deve ser ‘estritamente descritivo’

Ao menos seis magistrados da Corte foram citados direta ou indiretamente em diálogos de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Com isso, a PF não poderá conter no material qualquer juízo de valor sobre os achados. Na reunião, Fachin frisou que qualquer investigação que cite magistrados do STF deve ser autorizada primeiro pelo plenário. Além disso, destacou que aguarda a manifestação da Procuradoria-Geral da República para pautar a discussão do tema.

Fonte: CartaCapital

09 de out. de 2026

Em resposta a Fux, Fachin indica que só liberará acesso integral ao inquérito das fake news após arquivamento definitivo

Presidente do STF afirma que pretende encerrar investigação, mas condiciona medida à análise de 104 procedimentos pendentes. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, indicou nesta sexta-feira que o acesso integral aos inquéritos das fake news e da trama golpista, solicitado pelo ministro Luiz Fux, só será garantido após a conclusão de uma análise de 104 procedimentos vinculados à investigação e seu arquivamento definitivo.

Fonte: O Globo

08 de out. de 2026

O lamento da Fachin sobre a eleição recorde de parlamentares contra ministros o STF

O lamento da Fachin sobre a eleição recorde de parlamentares contra ministros o STF. Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília O presidente do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Edson Fachin, compartilhou com colegas sua preocupação com o recorde de senadores e deputados federais eleitos com pauta anti-STF.

Fonte: O Globo

08 de out. de 2026

Inquérito das fake news: Fachin frustra investigados e mantém decisões de Moraes

Apesar do discurso em defesa da ética e da transparência, presidente do STF não tem dado sinais concretos de que pretende encerrar o caso, e nem divulgar suas decisões. Após retirar das mãos de Alexandre de Moraes o inquérito das fake news e assumir a relatoria do caso, o presidente do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Edson Fachin, manteve as decisões tomadas pelo colega diante dos primeiros pedidos feitos por réus na investigação que se tornou uma espécie de símbolo dos excessos e do autoritarismo da Corte.

Fonte: O Globo

13 de set. de 2026

Fachin assume processo de Moraes e manda casos do Master para a Presidência do STF

Edson Fachin assume processo envolvendo Moraes e Vorcaro e determina envio de casos relacionados ao Banco Master à Presidência do STF. Presidente da Corte substitui André Mendonça na Petição 16.662 e determina remessa à Presidência de processos relacionados ao Banco Master e às fraudes do INSS; sessão sobre Moraes continua marcada para terça-feira A crise aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) em torno das investigações do Banco Master ganhou um novo e importante capítulo na noite deste sábado (12).

Fonte: Gazeta do Paraná

12 de set. de 2026

Mendonça defende decisão de julgar Moraes no plenário e devolve processo a Fachin

Decisão de devolução tinha sido tomada pelo próprio presidente da Corte, Luiz Edson Fachin. O ministro André Mendonça, relator do Caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu sua decisão de enviar o julgamento da conduta do ministro Alexandre Moraes para o plenário da Corte e devolveu o processo para o presidente do STF, Luiz Edson Fachin, como determinou o próprio Fachin.

Fonte: InfoMoney

10 de set. de 2026

No Supremo, presidente Edson Fachin passa o dia em reuniões com ministros da Corte

O ministro Alexandre de Moraes adiou um pronunciamento que tinha programado para esta quinta-feira (10). Fachin suspende sessões do STF e passa o dia em reuniões com ministros O presidente do STF - Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, passou a quinta-feira (10) em reuniões com ministros da Corte e com o procurador-geral da República. Mas, menos de uma hora depois do anúncio, o aviso foi cancelado, sem explicação. O tribunal afirmou que o pronunciamento será remarcado.

Fonte: G1

08 de set. de 2026

Ministro que fez carreira no Paraná pode assumir casos Master e INSS para conter crise no STF

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, avalia tirar do ministro André Mendonça e assumir ele próprio as investigações dos casos. Embora seja gaúcho – nascido em Passo Fundo, Fachin cresceu no Paraná e por aqui fez toda a sua carreira. Ele foi procurador do Estado do Paraná, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e também advogou por aqui antes de chegar ao Supremo.

Fonte: Bem Paraná

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Edson Fachin?

É jurista, ministro do STF desde 2015 e presidente da Corte e do CNJ no biênio 2025–2027.

Qual a idade de Edson Fachin?

Ele nasceu em 8 de fevereiro de 1958.

De onde é Edson Fachin?

Nasceu em Rondinha, Passo Fundo (RS), e cresceu no Paraná.

Quem indicou Edson Fachin ao STF?

A presidente Dilma Rousseff, em 2015, para a vaga de Joaquim Barbosa.

Até quando Fachin preside o STF?

O mandato vai até 2027; ele tomou posse em 29 de setembro de 2025.

Quem é o vice-presidente do STF?

O ministro Alexandre de Moraes.

Fachin foi relator da Lava Jato?

Sim, a partir de 2017, após a morte de Teori Zavascki.

Fachin presidiu o TSE?

Sim, de fevereiro a agosto de 2022.

Qual a formação de Edson Fachin?

Direito pela UFPR, mestrado e doutorado pela PUC-SP e pós-doutorado no Canadá.

O que Fachin decidiu no caso Master?

Assumiu os processos na Presidência do STF e, em outubro de 2026, devolveu só o caso do INSS a Mendonça.

Fachin vai arquivar o inquérito das fake news?

Ele começou a arquivar apurações derivadas e quer encerrar o inquérito ainda em 2026.

Quanto durou a sabatina de Fachin?

Cerca de 12 horas, a mais longa de um indicado ao STF.

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