Foto oficial de Alexandre de Moraes

Alexandre de Moraes

Ministro e vice-presidente do STF

Em exercício desde 2017
Biografia

Resumo biográfico

Alexandre de Moraes é jurista, professor de direito e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 22 de março de 2017, indicado por Michel Temer. Desde 29 de setembro de 2025, é vice-presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, no biênio presidido por Edson Fachin, segundo o próprio tribunal. Integra a Primeira Turma da Corte e presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de agosto de 2022 a junho de 2024, período que incluiu a eleição presidencial de 2022. Relator dos processos sobre a tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022, conduziu a ação em que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, em setembro de 2025. Em 2026, passou a enfrentar a maior crise de sua trajetória, depois que um relatório da Polícia Federal sobre o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, tornou públicas mensagens e encontros entre os dois e o contrato do banco com o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes. Moraes nega irregularidades e classificou a apuração como "investigação fraudulenta". Formação e carreira acadêmica Moraes nasceu em São Paulo, em 13 de dezembro de 1968. Formou-se em direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP), em 1990. Na mesma instituição, obteve o doutorado em direito do Estado em 2000, com tese sobre jurisdição constitucional orientada por Dalmo Dallari, e a livre-docência em direito constitucional em 2001. Ingressou como professor associado da USP em 2002, onde é professor titular, e chefiou o Departamento de Direito do Estado de 2012 a 2014. Leciona também na Universidade Presbiteriana Mackenzie, na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo e na Escola Paulista da Magistratura. É autor do manual "Direito Constitucional", lançado em 1997 pela Editora Atlas e reeditado mais de 30 vezes; segundo o autor, a obra vendeu mais de 500 mil exemplares até 2009. Um estudo divulgado pelos sites Conjur e Migalhas apontou Moraes como o sétimo constitucionalista mais citado em acórdãos do STF em controle de constitucionalidade entre 1988 e 2012. Ministério Público e gestão pública Moraes foi promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo de 1991 a 2002, aprovado em primeiro lugar no concurso. Em 1997, ganhou notoriedade no caso conhecido como "frangogate", sobre fornecimento de frango à Prefeitura de São Paulo por empresas ligadas a Paulo Maluf e Celso Pitta. Em janeiro de 2002, deixou o Ministério Público para assumir a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo no governo Geraldo Alckmin, cargo que ocupou até maio de 2005. De agosto de 2004 a maio de 2005, presidiu também a Febem, atual Fundação Casa. Em fevereiro de 2005, após denúncias de tortura e rebeliões, demitiu de uma vez 1.761 funcionários, o que gerou ação trabalhista coletiva e indenizações de R$ 38 milhões. Em 2005, foi nomeado pelo presidente Lula para a primeira composição do Conselho Nacional de Justiça, por indicação da Câmara dos Deputados, onde ficou até 2007. De agosto de 2007 a 2010, foi secretário municipal de Transportes de São Paulo na gestão Gilberto Kassab, acumulando as presidências da CET e da SPTrans, e de 2009 a 2010 também a Secretaria Municipal de Serviços. Em 2010, fundou o escritório Alexandre de Moraes Advogados Associados, voltado ao direito público. Em dezembro de 2014, licenciou-se da advocacia para assumir a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, nomeado por Alckmin. A gestão foi questionada pela atuação policial em protestos; segundo levantamento da TV Globo, a Polícia Militar foi responsável por uma em cada quatro mortes violentas no estado em 2015. Em 12 de maio de 2016, com o afastamento de Dilma Rousseff no processo de impeachment, Michel Temer o nomeou ministro da Justiça. Ficou no cargo até ser indicado ao Supremo. Chegada ao Supremo Em 6 de fevereiro de 2017, Temer indicou Moraes para a vaga de Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo. A oposição criticou a escolha pelo histórico ligado ao PSDB, e a indicação reacendeu acusações de que trechos de seus livros reproduziam obras de outros autores sem crédito; Moraes respondeu que a obra citada constava da bibliografia. Em 21 de fevereiro de 2017, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou o nome por 19 votos a 7. No dia seguinte, o plenário confirmou a indicação por 55 votos a 13, e ele tomou posse em 22 de março de 2017. Atuação no STF Nos primeiros anos, Moraes era visto como um ministro sem posição definida sobre a Operação Lava Jato, peça de consenso entre as alas garantista e punitivista da Corte. Em 2018, votou contra o habeas corpus preventivo pedido pela defesa de Lula. Em 2019, tornou-se relator do inquérito das fake news, para investigar ataques e ameaças a ministros do Supremo. Em abril daquele ano, mandou a revista Crusoé e o site O Antagonista retirarem do ar reportagens que citavam Toffoli como "o amigo do amigo de meu pai", com multa diária de R$ 100 mil. Depois, revogou a própria decisão, quando se confirmou a existência do documento da Odebrecht citado pela reportagem. Em 29 de abril de 2020, suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal, a pedido do PDT, pela proximidade dele com a família Bolsonaro. Em 20 de agosto de 2021, Jair Bolsonaro protocolou no Senado um pedido de impeachment de Moraes, a primeira vez que um presidente pediu o afastamento de um ministro do STF; o pedido veio após a prisão de Roberto Jefferson, presidente do PTB, determinada pelo ministro. O então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse não ver indícios para o processo. Em 30 de agosto de 2024, determinou a suspensão da rede social X no Brasil por falta de representante legal no país e o bloqueio de recursos da Starlink. Elon Musk reagiu chamando-o de "pseudo-juiz", e juristas criticaram a medida. Em 8 de outubro de 2024, Moraes autorizou o retorno do X. Em março de 2026, autorizou busca e apreensão na casa do jornalista maranhense Luís Pablo, em investigação sobre suposta perseguição ao ministro Flávio Dino, e, em agosto, nova operação contra um ex-secretário apontado como fonte do jornalista. Abert, ANJ e Aner manifestaram preocupação com a ameaça ao sigilo da fonte e à liberdade de imprensa. Presidência do TSE Moraes foi eleito presidente do TSE em 14 de junho de 2022 e assumiu em 16 de agosto. Na campanha presidencial, rejeitou em 26 de outubro de 2022 o pedido da campanha de Bolsonaro para investigar supostas falhas na veiculação de inserções em rádios, por falta de "provas e/ou documentos sérios", e acionou a Procuradoria-Geral Eleitoral para apurar se houve tentativa de tumultuar o segundo turno. Bolsonaro o acusou de parcialidade. Deixou a presidência do tribunal em junho de 2024. Trama golpista Moraes foi relator da ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado. Em 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma condenou Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão, por 4 votos a 1, acompanhando o voto do relator. Em 22 de novembro de 2025, Moraes decretou a prisão preventiva do ex-presidente depois que ele danificou a tornozeleira eletrônica. Em 24 de março de 2026, concedeu a Bolsonaro prisão domiciliar humanitária e, em outubro, autorizou visitas semanais e mandou intimá-lo sobre o auto de infração da Receita Federal no caso das joias sauditas. Sanções dos Estados Unidos Em 18 de julho de 2025, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos de Moraes, de aliados no tribunal e de familiares, alegando "perseguição política" contra Bolsonaro. Em 30 de julho, o Departamento do Tesouro incluiu o ministro na lista de sanções da Lei Magnitsky, embora ele não tenha contas nem bens nos Estados Unidos. William Browder, líder da campanha pela aprovação da lei, chamou a medida de "primeiro abuso claro" da norma, e a Transparência Internacional a classificou como "alarmante e inaceitável". As sanções foram retiradas em dezembro de 2025, segundo a Gazeta do Povo; em outubro de 2026, o Departamento de Estado defendeu em carta a decisão de 2025, e Eduardo Bolsonaro disse que atuaria nos Estados Unidos para que fossem retomadas. Caso Banco Master Em 2024, o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, de Viviane Barci de Moraes, firmou contrato de serviços jurídicos com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, com pagamentos mensais de R$ 3,5 milhões e valor total estimado em cerca de R$ 129 milhões em três anos. O contrato foi revelado pelo O Globo em dezembro de 2025, depois da liquidação do banco pelo Banco Central, em novembro. Segundo o escritório, os serviços foram prestados entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, com 15 advogados, 94 reuniões e 36 pareceres. Em dezembro de 2025, Moraes afirmou que reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, trataram da Lei Magnitsky, e não da venda do Master. Em 1º de setembro de 2026, o ministro André Mendonça, relator de procedimentos do caso, retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal com dados do celular de Vorcaro. Segundo o documento, o contato entre os dois começou no fim de 2023, e houve ao menos seis encontros em 2024 e 2025; a PF recuperou mensagens enviadas por Vorcaro, mas não as eventuais respostas do ministro. O relatório apontou ainda que metadados do contrato registravam edição por um usuário identificado como "Ministro Alexandre de Moraes"; o escritório afirmou que ele foi consultado pelo setor de compliance sobre possíveis impedimentos. A PF encontrou também a minuta de uma segunda contratação, de até R$ 50 milhões, que o escritório disse não ter sido aceita. No mesmo dia, o procurador-geral Paulo Gonet defendeu a nulidade do procedimento, por entender que Mendonça não poderia determinar diligências contra outro ministro sem pedido do Ministério Público. A divulgação levou editoriais de Estadão, O Globo e Folha de S.Paulo a pedirem a saída do ministro; até 3 de setembro, 55 novos pedidos de impeachment haviam sido protocolados no Senado, e houve atos em nove capitais em 7 de setembro. Ex-ministros do STF pediram apuração rigorosa. Em 15 de setembro, o plenário começou a julgar se Moraes poderia ser investigado; na sessão, ele e Mendonça bateram boca, e Moraes chamou a apuração de "investigação fraudulenta". O julgamento foi suspenso por pedido de vista de Flávio Dino. Pesquisa Atlas/Estadão de setembro mostrou 49,8% de apoio ao impeachment imediato de Moraes. Em 9 de setembro, Fachin retirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news, que ele conduzia desde 2019. Em 21 de setembro, Moraes declarou-se impedido de relatar uma ação sobre registros de entrada no Senado de sua mulher e de Vorcaro. Em outubro, a PGR concluiu que o material apresentado por Moraes não demonstrava crime de abuso de autoridade de Mendonça. Mensagens reveladas pelo Estadão mostraram que a equipe de Vorcaro avaliou adiar um fórum jurídico em Londres com o ministro após as sanções americanas. Eleição de 2026 No segundo turno, em 25 de outubro de 2026, Moraes votou em São Paulo e disse que o sistema eleitoral brasileiro "é o melhor do mundo". Na mesma noite, a pedido da Polícia Federal, feito sete minutos depois de o TSE confirmar a derrota de Flávio Bolsonaro, determinou, sem consulta prévia à PGR, que o senador entregasse os passaportes e não deixasse o país, no inquérito sobre suas relações com o advogado Willer Tomaz. Segundo O Globo, quatro ministros do STF consideraram a decisão precipitada, e integrantes do governo Lula avaliaram que ela alimentava o discurso de perseguição. Flávio deixou o Brasil pela Argentina em 27 de outubro e chegou a Miami no dia seguinte. Linha do tempo 1968: nasce em São Paulo, em 13 de dezembro. 1990: forma-se em direito pela USP. 1991: torna-se promotor de Justiça em São Paulo. 2002: assume a Secretaria da Justiça de São Paulo. 2014: é nomeado secretário de Segurança Pública de São Paulo. 2016: é nomeado ministro da Justiça. 2017: toma posse no STF, em 22 de março. 2022: assume a presidência do TSE. 2025: torna-se vice-presidente do STF, em 29 de setembro. 2026: relatório da PF sobre Vorcaro abre crise no STF.
Carreira

Trajetória

  1. 2022 — 2024
    Presidente do Tribunal Superior Eleitoral

    Comandou a eleição de 2022.

  2. 2017 — atual
    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Vaga de Teori Zavascki.

  3. 2016 — 2017
    Ministro da Justiça

    Governo Michel Temer.

  4. 2015 — 2016
    Secretário de Segurança Pública de São Paulo

    Governo Geraldo Alckmin.

  5. 2010 — 2014
    Advogado

    Fundador do escritório Alexandre de Moraes Advogados Associados.

  6. 2007 — 2010
    Secretário municipal de Transportes de São Paulo

    Gestão Gilberto Kassab; presidiu CET e SPTrans.

  7. 2005 — 2007
    Conselheiro do Conselho Nacional de Justiça

    Primeira composição do CNJ.

  8. 2004 — 2005
    Presidente da Febem/SP

    Atual Fundação Casa.

  9. 2002 — 2005
    Secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo

    Governo Geraldo Alckmin.

  10. 1991 — 2002
    Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo

    Aprovado em primeiro lugar no concurso.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Obra jurídica1997
Direito Constitucional
Editora Atlas

Manual lançado em 1997, com mais de 30 edições.

Judicial2019
Inquérito das fake news
Stf

Relatoria do inquérito 4.781 de 2019 até setembro de 2026.

Judicial2024
Suspensão do X no Brasil
Stf

Bloqueio da rede por falta de representante legal, revertido em outubro de 2024.

Justiça Eleitoral2022
Eleição presidencial de 2022
Tse

Presidência do tribunal durante o pleito.

Judicial2025
Ação penal da trama golpista
Stf

Relatoria do processo que condenou Jair Bolsonaro.

Institucional2025
Vice-presidência do STF
Biênio 2025–2027

Gestão ao lado do presidente Edson Fachin.

Na imprensa

Notícias de outros portais

10 de out. de 2026

Magnitsky deve ser aplicada a Moraes novamente, diz Eduardo

Eduardo Bolsonaro defendeu em entrevista ao SBT News que os Estados Unidos voltem a aplicar a Lei Magnitsky contra Moraes e disse que a retirada das sanções não significou que o governo americano tenha "absolvido" o ministro.

Fonte: SBT News

15 de set. de 2026

STF interrompe julgamento; sessão será retomada será às 15h

O presidente do STF, Edson Fachin, interrompeu a sessão plenária que decide se Moraes poderá ser investigado por sua suposta relação com Daniel Vorcaro. Gilmar Mendes e Flávio Dino questionaram atos de Fachin sobre as relatorias dos processos.

Fonte: Agência Brasil

15 de set. de 2026

Moraes e André Mendonça se desentendem em sessão do STF

Moraes e André Mendonça bateram boca na sessão do STF que decide se Moraes será investigado pelas mensagens com Vorcaro. "Tudo o que foi feito, essa investigação fraudulenta contra mim, já começou lá atrás", disse Moraes.

Fonte: R7

12 de set. de 2026

Suposta ajuda de Alexandre de Moraes amplia prejuízo bilionário do Banco Master

Segundo a Gazeta do Povo, relatórios da Polícia Federal indicam que pedidos de ajuda de Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes entre 2024 e 2025 podem ter adiado medidas de fiscalização sobre o Banco Master, ampliando o rombo da instituição. Metadados mostram que o ministro abriu e editou arquivos do contrato do banco com o escritório de sua mulher.

Fonte: Gazeta do Povo

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Causas

Causas e valores defendidos

Direito constitucional

Professor titular da USP e autor de obras de referência na área.

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Alexandre de Moraes?

Alexandre de Moraes é jurista, professor da USP e ministro do STF desde 2017, indicado por Michel Temer. É vice-presidente do Supremo desde setembro de 2025 e presidiu o TSE de 2022 a 2024.

Qual a idade de Alexandre de Moraes?

Moraes nasceu em 13 de dezembro de 1968, em São Paulo, e tem 57 anos em outubro de 2026.

Alexandre de Moraes é presidente do STF?

Não: o presidente do STF no biênio 2025–2027 é Edson Fachin, e Moraes é o vice-presidente desde 29 de setembro de 2025.

Quem indicou Alexandre de Moraes ao STF?

Moraes foi indicado por Michel Temer em fevereiro de 2017, para a vaga de Teori Zavascki, e tomou posse em 22 de março de 2017.

Até quando Alexandre de Moraes fica no STF?

Pela regra da aposentadoria compulsória aos 75 anos, Moraes pode ficar no STF até dezembro de 2043.

Alexandre de Moraes é casado com quem?

Moraes é casado com a advogada Viviane Barci de Moraes, sócia do escritório Barci de Moraes, que teve contrato com o Banco Master.

Qual a relação de Alexandre de Moraes com o Banco Master?

O escritório de sua mulher teve contrato de cerca de R$ 129 milhões com o Master, e relatório da PF mostrou mensagens e encontros entre Moraes e Daniel Vorcaro. Moraes nega irregularidades, e o STF ainda decide se ele será investigado.

Alexandre de Moraes vai sofrer impeachment?

Não há processo aberto: dezenas de pedidos foram protocolados no Senado em 2026, mas a abertura depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

O que é a Lei Magnitsky aplicada a Moraes?

É uma lei americana de sanções financeiras a estrangeiros acusados de violar direitos humanos ou de corrupção, aplicada a Moraes pelo governo Trump em julho de 2025. As sanções foram retiradas em dezembro de 2025.

Alexandre de Moraes foi relator do julgamento de Bolsonaro?

Sim: Moraes relatou a ação penal da trama golpista, em que a Primeira Turma condenou Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em setembro de 2025.

Por que Moraes mandou apreender o passaporte de Flávio Bolsonaro?

A ordem, a pedido da Polícia Federal, saiu no inquérito sobre suposta lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. Moraes citou declaração de Eduardo Bolsonaro de que o irmão deveria deixar o país se perdesse a eleição.

Alexandre de Moraes foi presidente do TSE?

Sim: presidiu o TSE de agosto de 2022 a junho de 2024 e comandou a eleição presidencial de 2022.

Onde Alexandre de Moraes se formou?

Formou-se em direito pela USP em 1990, onde também fez doutorado e livre-docência e é professor titular.

Alexandre de Moraes foi ministro da Justiça?

Sim: foi ministro da Justiça do governo Michel Temer de maio de 2016 até a indicação ao STF, em 2017.

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