Foto oficial de Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro

Ex-presidente do Brasil

Biografia

Resumo biográfico

Jair Messias Bolsonaro é capitão reformado do Exército e político filiado ao Partido Liberal (PL). Foi o 38º presidente do Brasil, de 1º de janeiro de 2019 a 1º de janeiro de 2023, eleito pelo PSL em 2018, e deputado federal pelo Rio de Janeiro de 1991 a 2018. Em 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal o condenou a 27 anos e 3 meses de prisão pela tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022, tornando-o o primeiro ex-presidente do país condenado por esse crime. Desde 24 de março de 2026, cumpre a pena em prisão domiciliar humanitária em Brasília, com tornozeleira eletrônica. Inelegível até 2030 por decisão do Tribunal Superior Eleitoral e com os direitos políticos suspensos pela condenação criminal, não pôde votar nem disputar as eleições de 2026. Escolheu o filho Flávio Bolsonaro como candidato do PL à Presidência; Flávio perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, em 25 de outubro, e deixou o país dois dias depois. Origem Bolsonaro nasceu em 21 de março de 1955, em Glicério, no noroeste de São Paulo, segundo relatos familiares, mas foi registrado em Campinas. É filho de Percy Geraldo Bolsonaro e Olinda Bonturi, de família descendente de imigrantes italianos e alemães. O nome Jair foi uma homenagem ao jogador Jair Rosa Pinto, do Palmeiras, time do pai. Morou em várias cidades paulistas até a família se fixar, em 1966, em Eldorado, no Vale do Ribeira, onde cresceu com cinco irmãos e concluiu o ensino médio. O apelido de infância, "Palmito", deu origem ao "Mito" usado por apoiadores. Carreira militar Aos 17 anos, entrou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército e, no fim de 1973, foi aprovado na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), em Resende (RJ), onde se formou em 1977. Especializou-se em paraquedismo, serviu no 21º Grupo de Artilharia de Campanha, no Rio, e no 9º GAC, em Nioaque (MS), de 1979 a 1981. Em 1982, cursou a Escola de Educação Física do Exército e passou a servir no 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista, em Deodoro. Em setembro de 1986, já capitão, publicou na revista Veja o artigo "O salário está baixo", em que atribuía o desligamento de cadetes da Aman aos baixos soldos, e foi preso por 15 dias. Em outubro de 1987, a mesma revista o acusou de planejar explodir bombas em unidades militares, no caso conhecido como Operação Beco Sem Saída. Condenado em primeira instância, foi absolvido pelo Superior Tribunal Militar em 1988 e passou para a reserva como capitão. Vereador e deputado federal (1989–2018) Em 1988, foi eleito vereador do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão (PDC). No mandato, apresentou sete projetos de lei, um deles para garantir transporte gratuito a militares em ônibus urbanos. Em 1990, elegeu-se deputado federal pelo PDC e foi reeleito seis vezes, passando por PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC e PSL. Disputou a presidência da Câmara em 2005, 2011 e 2017, quando teve quatro votos. Foi titular das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Segurança Pública. Em março de 2005, foi admitido pelo presidente Lula na Ordem do Mérito Militar, no grau de Grande-Oficial. Segundo levantamento do Estadão, apresentou 171 proposições em 26 anos de Congresso. Nas quase três décadas de Câmara, ficou conhecido pelo conservadorismo nos costumes, pela oposição aos direitos LGBT e por declarações classificadas como discurso de ódio, entre elas a defesa da tortura praticada na ditadura militar. As posições, descritas pela imprensa como de extrema direita e populistas, atraíram críticas e um movimento de apoiadores que ficou conhecido como bolsonarismo. Campanha de 2018 Lançado candidato à Presidência pelo PSL em agosto de 2018, apresentou-se como antissistema, pró-mercado e defensor de valores familiares, com o general Hamilton Mourão como vice. Em 6 de setembro de 2018, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), foi esfaqueado no abdômen por Adélio Bispo de Oliveira, depois considerado inimputável pela Justiça e internado por tempo indeterminado. No primeiro turno, em 7 de outubro, teve 49.276.990 votos (46,03%). No segundo, em 28 de outubro, derrotou Fernando Haddad (PT) com 57.797.847 votos (55,13%), encerrando a sequência de quatro vitórias do PT. Foi o primeiro militar eleito presidente desde a redemocratização. Presidência (2019–2022) Bolsonaro tomou posse em 1º de janeiro de 2019, ao lado de Mourão. Nomeou Paulo Guedes para o Ministério da Economia, criado pela fusão de Fazenda, Planejamento, Indústria e parte do Trabalho, e o juiz Sergio Moro, responsável pela condenação de Lula na Lava Jato, para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Também extinguiu o Ministério da Cultura. Na política externa, aproximou-se do governo de Donald Trump e fez a primeira viagem internacional como presidente a Israel. Trocou nove dos ministros indicados originalmente. Em novembro de 2019, deixou o PSL após divergências com o presidente do partido, Luciano Bivar, e tornou-se o primeiro presidente desde a redemocratização a ficar sem partido durante o mandato; o projeto de criar a Aliança pelo Brasil não se concretizou. Depois, filiou-se ao PL. Na pandemia de covid-19, minimizou a gravidade da doença, chamando a reação de "histeria", entrou em conflito com governadores sobre medidas de isolamento e demitiu dois ministros da Saúde em menos de um ano, entre eles Luiz Henrique Mandetta. Em outubro de 2020, determinou ao ministro Eduardo Pazuello que cancelasse a compra da Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan com a chinesa Sinovac. Em 2020, Sergio Moro deixou o governo acusando o presidente de interferir na Polícia Federal após a exoneração do diretor-geral Maurício Valeixo. A política ambiental do governo foi criticada por cientistas, que apontaram o enfraquecimento do Ibama, da Funai e do Ministério do Meio Ambiente, e recebeu apoio do agronegócio e da mineração. Na educação, o governo enfrentou o escândalo conhecido como "Bolsolão do MEC", sobre a atuação de um gabinete paralelo na distribuição de verbas do ministério. Em abril de 2019, a revista Time o incluiu entre as cem pessoas mais influentes do mundo. Eleição de 2022 e saída do poder A candidatura à reeleição, com o general Walter Braga Netto como vice, foi oficializada em 24 de julho de 2022. No primeiro turno, Bolsonaro teve 43,20% dos votos, contra 48,43% de Lula. No segundo, em 30 de outubro, perdeu com 49,10% contra 50,90% e tornou-se o primeiro presidente a não conseguir a reeleição desde que ela foi instituída, em 1997. Em 30 de dezembro de 2022, viajou para Orlando, nos Estados Unidos, e não passou a faixa presidencial a Lula, algo que não ocorria desde 1985. Ficou no país até 30 de março de 2023 e, em 3 de abril, assumiu a presidência de honra do PL. Inelegibilidade e joias sauditas Em 30 de junho de 2023, o TSE declarou Bolsonaro inelegível até 2030 por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação na reunião com embaixadores estrangeiros em que atacou o sistema eleitoral, em 2022. Em julho de 2024, a Polícia Federal o indiciou com outras 11 pessoas por peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso das joias recebidas da Arábia Saudita; ele sempre negou irregularidades. Em julho de 2026, Alexandre de Moraes autorizou a transferência das joias, entre elas relógios Rolex e um colar, para a custódia da Receita Federal e, em 7 de outubro, mandou intimar o ex-presidente sobre o auto de infração da Receita, que tinha prazo até 26 de outubro para aplicar multas. Processo pela tentativa de golpe Em 21 de novembro de 2024, a Polícia Federal indiciou Bolsonaro e ex-integrantes do governo por golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Em 18 de fevereiro de 2025, a Procuradoria-Geral da República o denunciou com outras 33 pessoas. Segundo a denúncia, ele liderava o núcleo "crucial" do plano, sabia do plano "Punhal Verde e Amarelo", para matar Lula, Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes, e participou da elaboração de uma minuta de decreto golpista. Em 26 de março de 2025, a Primeira Turma do STF recebeu a denúncia por unanimidade e o tornou réu. Em 18 de julho de 2025, a Polícia Federal fez buscas na casa dele e na sede do PL, e Moraes impôs tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e proibição de usar redes sociais. Em 4 de agosto, por descumprimento das medidas, o ministro decretou a prisão domiciliar. O governo Trump condenou a decisão. O julgamento começou em 2 de setembro de 2025. Em 11 de setembro, a Primeira Turma o condenou por 4 votos a 1, com os votos de Moraes, relator, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin; Luiz Fux votou pela absolvição. Em 22 de novembro de 2025, Moraes decretou a prisão preventiva depois que Bolsonaro danificou a tornozeleira com um ferro de solda e Flávio convocou uma "vigília" em frente à casa. Em 25 de novembro, o STF declarou o trânsito em julgado e ele começou a cumprir a pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Deixou então a presidência de honra do PL. Em janeiro de 2026, foi transferido para a Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda. Prisão domiciliar e 2026 Em 24 de março de 2026, Moraes concedeu a Bolsonaro prisão domiciliar humanitária temporária por 90 dias, prorrogada em 3 de julho. Em janeiro, o Ministério Público Militar pediu ao Superior Tribunal Militar a perda do posto e da patente de capitão; segundo o Valor, o julgamento deve ficar para 2027. Em 8 de maio de 2026, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sancionou a Lei da Dosimetria, que permite reduzir a pena dos condenados, mediante pedido da defesa, do Ministério Público ou do relator. Em setembro de 2026, os advogados que o defenderam no julgamento apresentaram nova revisão criminal pedindo a anulação da condenação, distribuída ao ministro Nunes Marques; uma revisão anterior, de outros defensores, havia sido arquivada. Em 7 de outubro, Nunes Marques informou que só analisaria o pedido depois do segundo turno, para não interferir na eleição, e que pretende levá-lo ao plenário. Na eleição de 2026, Bolsonaro não pôde votar. Escolheu Flávio como candidato à Presidência e viu a família eleger quatro integrantes para o Congresso: a mulher, Michelle Bolsonaro, senadora pelo Distrito Federal com votação recorde, o filho Carlos Bolsonaro, senador por Santa Catarina, o filho Jair Renan e o irmão Renato Bolsonaro. Em atos de campanha, apoiadores de Flávio gritavam "volta, Bolsonaro". Segundo O Globo, ele ficou "surpreso" e aborrecido com a virada de Lula no segundo turno e passou a temer a prisão do filho. Em 25 de outubro, Moraes autorizou a retomada de visitas semanais na casa onde cumpre a pena. Em 27 de outubro, dia em que Flávio deixou o Brasil, contrariando ordem do STF, a defesa pediu a Moraes autorização para que ele recebesse o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. No dia seguinte, Carlos visitou o pai e relatou que ele pediu aos filhos que não se abalassem: "Ele sabe que a vida continua ainda, não acabou". Segundo a Folha de S.Paulo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, passou a discutir um indulto ou uma lei de anistia para Bolsonaro em troca de apoio da oposição à sua reeleição no comando da Casa. Família Bolsonaro foi casado três vezes. Do primeiro casamento, com Rogéria Nantes Braga, nasceram Flávio, senador pelo Rio de Janeiro, Carlos, vereador do Rio por mais de duas décadas e senador eleito por Santa Catarina, e Eduardo, ex-deputado federal. Do segundo, com Ana Cristina Valle, nasceu Jair Renan. É casado desde 2007 com Michelle Bolsonaro, que foi primeira-dama de 2019 a 2022. Cinema O longa-metragem Dark Horse, dirigido por Cyrus Nowrasteh, com roteiro de Mário Frias e Jim Caviezel no papel de Bolsonaro, estreou em 2026. O financiamento do filme virou alvo de polêmica depois que o The Intercept Brasil revelou um áudio em que Flávio Bolsonaro pedia recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Linha do tempo 1955: nasce em Glicério (SP), em 21 de março. 1977: forma-se na Academia Militar das Agulhas Negras. 1986: é preso por 15 dias após artigo na Veja sobre salários militares. 1988: é eleito vereador do Rio de Janeiro. 1990: é eleito deputado federal pela primeira vez. 2018: sofre atentado a faca e é eleito presidente com 55,13% dos votos. 2019: toma posse como 38º presidente do Brasil. 2022: perde a reeleição para Lula. 2023: é declarado inelegível até 2030 pelo TSE. 2025: é condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão. 2026: passa à prisão domiciliar humanitária, em 24 de março.
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — 2025
    Presidente de honra do Partido Liberal

    Deixou o posto com o início do cumprimento da pena.

  2. 2022 — 2022
    Candidato à reeleição

    PL; derrotado por Lula com 49,10% dos votos válidos.

  3. 2019 — 2019
    Lista das 100 pessoas mais influentes da revista Time

    Selecionado em abril de 2019.

  4. 2019 — 2022
    Presidente da República

    38º presidente do Brasil.

  5. 2018 — 2018
    Candidato à Presidência da República

    PSL; eleito no segundo turno contra Fernando Haddad.

  6. 2005 — 2005
    Ordem do Mérito Militar

    Grau de Grande-Oficial, concedido em 2005.

  7. 2005 — 2017
    Candidato à presidência da Câmara dos Deputados

    Disputou em 2005, 2011 e 2017.

  8. 1991 — 2018
    Deputado federal pelo Rio de Janeiro

    Sete mandatos, por PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC e PSL.

  9. 1989 — 1990
    Vereador do Rio de Janeiro

    Eleito pelo PDC em 1988.

  10. 1977 — 1988
    Oficial do Exército Brasileiro

    Formado na Aman; paraquedista; reserva como capitão.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Eleição2018
Campanha presidencial de 2018
Psl

Vitória com 57.797.847 votos no segundo turno.

Gestão pública2019
Ministério da Economia
Governo federal

Fusão de Fazenda, Planejamento, Indústria e parte do Trabalho, sob Paulo Guedes.

Eleição2022
Campanha à reeleição
Pl

Chapa com Walter Braga Netto; derrota para Lula no segundo turno.

Judicial2026
Revisão criminal no STF
Defesa

Pedido de anulação da condenação pela trama golpista, relatado por Nunes Marques.

Eleição2026
Candidatura de Flávio Bolsonaro
Eleições 2026

Escolha do filho como candidato do PL à Presidência.

Cultura2026
Dark Horse
Cinema

Filme sobre Bolsonaro, com Jim Caviezel, que estreou em 2026.

Na imprensa

Notícias de outros portais

28 de out. de 2026

Alcolumbre articula indulto a Bolsonaro; veja os motivos

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, articula nos bastidores uma saída que permita indulto a Bolsonaro, com três objetivos, segundo aliados: pacificação nacional, apoio à reeleição no comando do Senado e afastar a pressão por impeachment de Alexandre de Moraes.

Fonte: SBT News

28 de out. de 2026

Carlos Bolsonaro visita o pai após fuga de Flávio aos EUA

Carlos disse ter passado duas horas com o pai em Brasília e que o ex-presidente tentava assimilar os acontecimentos. A visita ocorreu pouco antes de Flávio chegar a Miami, após deixar o Brasil pela fronteira com a Argentina.

Fonte: Correio Braziliense

28 de out. de 2026

STM não deve decidir neste ano expulsão de Bolsonaro e militares

Segundo o Valor, é remota a chance de o STM julgar ainda em 2026 os pedidos de expulsão de Bolsonaro e de militares condenados na trama golpista das Forças Armadas. Os julgamentos devem ficar para 2027, se o Congresso não aprovar uma anistia.

Fonte: Valor Econômico

26 de out. de 2026

A reação de Jair Bolsonaro à derrota de Flávio

Segundo a coluna de Bela Megale, Bolsonaro ficou aborrecido e surpreso com a virada de Lula sobre Flávio no segundo turno, e o maior temor do ex-presidente passou a ser a prisão do filho, alvo de ao menos duas investigações na Polícia Federal.

Fonte: O Globo

25 de out. de 2026

Saiba por que Bolsonaro não poderá votar na eleição de 2026

Bolsonaro não pôde votar nas eleições de 2026 porque está com os direitos políticos suspensos desde o trânsito em julgado da condenação, em novembro de 2025. A restrição é diferente da inelegibilidade declarada antes pelo TSE.

Fonte: Ac24horas

24 de out. de 2026

Ato de Flávio em BH tem gritos de “volta, Bolsonaro”

No ato de campanha de Flávio Bolsonaro em Belo Horizonte, na véspera do segundo turno, apoiadores gritaram "volta, Bolsonaro" e "mito" em homenagem ao ex-presidente, que cumpre pena e está inelegível.

Fonte: SBT News

03 de out. de 2026

Bolsonaro tenta eleger três filhos, dois cunhados, irmão, atual e ex-mulher

Preso e inelegível, Bolsonaro tentou eleger três filhos, um irmão, a atual mulher, uma ex-mulher e dois cunhados nas eleições de 2026, além de lançar Flávio Bolsonaro à Presidência como seu herdeiro político, frustrando aliados que apostavam em Tarcísio de Freitas.

Fonte: Jornal de Brasília

11 de set. de 2026

Condenação de Bolsonaro no STF pela trama golpista completa 1 ano

Um ano após a condenação, a CNN Brasil relembrou que a Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em 11 de setembro de 2025, por 4 votos a 1, tornando-o o primeiro presidente do Brasil condenado por golpe de Estado. Luiz Fux votou pela absolvição.

Fonte: CNN Brasil

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Jair Bolsonaro?

Jair Bolsonaro é capitão reformado do Exército e político do PL, foi o 38º presidente do Brasil, de 2019 a 2022, e deputado federal pelo Rio de Janeiro por 28 anos. Em 2025, foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Qual a idade de Jair Bolsonaro?

Bolsonaro nasceu em 21 de março de 1955, em Glicério (SP), e tem 71 anos em outubro de 2026.

Bolsonaro está preso?

Sim: ele cumpre a pena de 27 anos e 3 meses em prisão domiciliar humanitária em Brasília desde 24 de março de 2026, com tornozeleira eletrônica. Antes, ficou na Superintendência da PF e na Papudinha.

Por que Bolsonaro foi preso?

Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF em 11 de setembro de 2025 por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa, entre outros crimes. A pena começou a ser cumprida em 25 de novembro de 2025, após o trânsito em julgado.

Quantos anos de prisão Bolsonaro pegou?

A pena fixada pelo STF é de 27 anos e 3 meses de prisão, com início em regime fechado.

Bolsonaro pode ser candidato?

Não: ele foi declarado inelegível até 2030 pelo TSE em 2023 e, com a condenação criminal definitiva, está com os direitos políticos suspensos.

Bolsonaro votou em 2026?

Não: com os direitos políticos suspensos pela condenação criminal, Bolsonaro não pôde votar nas eleições de 2026.

Bolsonaro é de qual partido?

Bolsonaro é filiado ao Partido Liberal (PL); foi eleito presidente em 2018 pelo PSL.

Quando Bolsonaro foi presidente?

Bolsonaro governou de 1º de janeiro de 2019 a 1º de janeiro de 2023, após vencer Fernando Haddad em 2018 com 55,13% dos votos válidos.

Bolsonaro é capitão do Exército?

Sim: formou-se na Aman em 1977 e passou para a reserva como capitão em 1988. O Ministério Público Militar pediu ao STM a perda do posto e da patente.

Onde Bolsonaro nasceu?

Segundo relatos familiares, Bolsonaro nasceu em Glicério (SP), mas foi registrado em Campinas e cresceu em Eldorado, no Vale do Ribeira.

Bolsonaro é casado com quem?

Bolsonaro é casado com Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama e senadora eleita pelo Distrito Federal em 2026.

O que é a revisão criminal de Bolsonaro?

É o pedido da defesa ao STF para anular a condenação pela trama golpista, relatado pelo ministro Nunes Marques. Ele informou que só analisaria o caso após o segundo turno de 2026.

Bolsonaro pode receber indulto?

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, passou a discutir um indulto ou uma anistia para Bolsonaro, segundo a Folha de S.Paulo. Não havia decisão até 28 de outubro de 2026.

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