Foto oficial de Michelle Bolsonaro

Michelle Bolsonaro

Senadora eleita pelo Distrito Federal

Em exercício desde 2026
Biografia

Resumo biográfico

Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro é empresária, intérprete de Libras e política filiada ao Partido Liberal (PL). Foi primeira-dama do Brasil de 2019 a 2022, como mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro, e em 4 de outubro de 2026 foi eleita senadora pelo Distrito Federal com 938.496 votos (29%), a maior votação para o Senado na história do DF, segundo o g1. É a primeira ex-primeira-dama do país a conquistar um cargo eletivo. O mandato começa em 1º de fevereiro de 2027 e vai até 2034. Nascida em Ceilândia (DF) em 22 de março de 1982, Michelle trabalhou como secretária parlamentar na Câmara dos Deputados, onde conheceu Bolsonaro. Como primeira-dama, presidiu o conselho do programa Pátria Voluntária e dedicou a agenda a pessoas com deficiência, doenças raras e à comunidade surda. De 2023 a junho de 2026, presidiu o PL Mulher. Depois da derrota de Flávio Bolsonaro, seu enteado, para Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno de 2026, e da saída de Flávio do país, Michelle passou a ser citada pela imprensa, ao lado de Tarcísio de Freitas, como um dos nomes da direita para 2030. Origem Michelle nasceu no Hospital Regional de Ceilândia, região administrativa mais populosa do Distrito Federal. É filha de Vicente de Paulo Reinaldo, motorista de ônibus aposentado natural de Crateús (CE), e de Maria das Graças Firmo Ferreira, natural de Presidente Olegário (MG), que se mudaram para Brasília na década de 1970. Concluiu os estudos em escola pública. Na propaganda eleitoral de 2026, contou que começou a trabalhar aos 10 anos, vendendo laranjas em um semáforo de Ceilândia, "entre a feira e a Caixa Econômica Federal". Câmara dos Deputados (2004–2008) Entre 2004 e 2008, Michelle trabalhou na Câmara dos Deputados. Começou no gabinete do deputado Vanderlei Assis (PP-SP), foi secretária de Marco Aurélio Ubiali (PSB-SP) e, em junho de 2007, passou para a liderança do Partido Progressista. Em 18 de setembro de 2007, tornou-se secretária parlamentar de Jair Bolsonaro, então deputado federal. Os dois registraram união civil em 28 de novembro de 2007. Em 2008, ela foi exonerada do cargo depois que o STF entendeu que a Constituição proíbe o nepotismo na administração pública. A cerimônia de casamento ocorreu em 21 de março de 2013, no Rio de Janeiro. Campanha de 2018 Durante a campanha presidencial de 2018, Michelle manteve-se discreta. Acompanhou Bolsonaro na recuperação após o ataque a faca sofrido por ele em Juiz de Fora, em 6 de setembro, e fez a primeira aparição na propaganda eleitoral em 25 de outubro, três dias antes do segundo turno contra Fernando Haddad. Primeira-dama do Brasil (2019–2022) Na posse presidencial, em 1º de janeiro de 2019, Michelle discursou em Libras no parlatório do Palácio do Planalto, a primeira vez que uma primeira-dama se dirigiu à nação na cerimônia. Prometeu atenção "à comunidade surda, às pessoas com deficiência e a todos aqueles que se sentem esquecidos". Em 24 de dezembro de 2019, foi também a primeira primeira-dama a discursar ao lado do presidente no pronunciamento de Natal em rede nacional. Sua primeira agenda pública foi uma sessão solene na Câmara pelo Dia Mundial das Doenças Raras, em 27 de fevereiro de 2019. Em abril, participou no Senado da sessão sobre a incorporação do medicamento Spinraza, para atrofia muscular espinhal, à lista do SUS. Em 9 de julho de 2019, em cerimônia no Hospital da Criança de Brasília, o governo lançou o programa Pátria Voluntária, de incentivo ao voluntariado voltado a pessoas de baixa renda, com deficiência e em situação de rua, com Michelle na presidência do conselho. No mesmo ato foi criado o Prêmio Nacional de Incentivo ao Voluntariado. Pelo programa, ela lançou durante a pandemia de covid-19 a Arrecadação Solidária, em 7 de abril de 2020, com a Fundação Banco do Brasil e a campanha Todos por Todos ("Diante dessa pandemia precisamos mais do que nunca de voluntários", disse no lançamento), e o Brasil Acolhedor, em 13 de abril de 2020, voltado a idosos, pessoas com deficiência e população de rua. Em 26 de setembro de 2019, Dia Nacional do Surdo, lançou o LibrasGov, para dar acesso em Libras a informações do governo federal, e em 18 de dezembro do mesmo ano o Projeto Sinais, do Ministério da Cidadania, com previsão de R$ 1,8 milhão para ações com pessoas surdas em municípios como Abaetetuba (PA) e Salvador (BA). Críticos lembraram que o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) foi extinto por decreto presidencial em 2019. Antes da posse, encontrou a então primeira-dama Marcela Temer no Palácio da Alvorada e anunciou que teria como foco as pessoas com deficiência. Na primeira viagem oficial pelo país, foi com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, a Campina Grande (PB), onde visitou centros de reabilitação e famílias de crianças com microcefalia atendidas pelo programa Criança Feliz. Também abriu, em Pará de Minas (MG), a 2ª Surdolimpíada do Brasil, com mais de 300 atletas com deficiência auditiva. Viagens oficiais Na primeira viagem internacional, à Argentina, em 6 de junho de 2019, Michelle teve agenda própria e discursou na abertura da II Cúpula Global sobre Deficiência ao lado da primeira-dama Juliana Awada e da vice-presidente Gabriela Michetti: "É o nosso dever agir para fortalecer os direitos das pessoas com incapacidade". Em setembro de 2019, acompanhou o marido na abertura da 74ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, e participou de reunião da aliança de cônjuges de chefes de Estado. Em dezembro de 2019, esteve com o papa Francisco no Vaticano. Em março de 2020, acompanhou Bolsonaro ao Uruguai e, dias depois, a Miami, onde o presidente jantou com Donald Trump em Mar-a-Lago e ela visitou o ateliê do artista Romero Britto. Os vestidos que usou como primeira-dama, incluindo o da posse, foram desenhados pela estilista paulista Marie Lafayette, autora também do vestido de noiva de 2013. Recebeu a Medalha Tiradentes, o título de Cidadã Honorária de Fortaleza, a Medalha do Mérito Oswaldo Cruz (2021) e a Medalha do Mérito Legislativo (2022). Caso Queiroz Em dezembro de 2018, um relatório do Coaf sobre Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, apontou um cheque de R$ 24 mil destinado a Michelle. Bolsonaro disse que Queiroz lhe devia R$ 40 mil e pagou com dez cheques de R$ 4 mil depositados na conta da mulher. Em agosto de 2020, a revista Crusoé noticiou que a quebra de sigilo bancário de Queiroz mostrava 21 cheques depositados na conta de Michelle por ele e pela mulher, Márcia Aguiar, entre 2011 e 2016, no total de R$ 89 mil. Em abril de 2019, a Receita Federal comunicou à Polícia Federal acesso "sem motivação legal" de dois servidores aos dados fiscais de Jair e Michelle. PL Mulher (2023–2026) Em 2023, Michelle assumiu a presidência do PL Mulher, núcleo feminino do partido. Segundo a Gazeta do Povo, viajou pelo país incentivando candidaturas femininas e elevou as filiações de mulheres ao PL de 346 mil para 411 mil, alta de 18,8% em pouco mais de três anos. Interlocutores do partido atribuíram a ela a redução da rejeição do eleitorado feminino aos homens da família Bolsonaro. Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado, preso em 22 de novembro de 2025 e transferido para prisão domiciliar humanitária em 24 de março de 2026. Desde então, Michelle é a única adulta autorizada a morar com ele, segundo o g1. Em junho de 2026, Michelle divulgou um vídeo em que disse ter sido maltratada e humilhada pelo enteado Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, em um telefonema, depois de divergências sobre as alianças do partido no Ceará. Segundo o g1, ela se opunha a um acordo com o ex-governador Ciro Gomes, hoje no PSDB. No vídeo, publicado em 24 de junho, afirmou: "Diante dessa humilhação, eu me recolhi". Em 23 de julho, disse aceitar os pedidos de desculpa do enteado: "Todos cometemos erros". Em 30 de junho, acertou com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, a saída da presidência do PL Mulher e afirmou em nota que se dedicaria "integralmente" aos cuidados com o marido. Em 11 de agosto, encontrou Flávio no comitê de campanha em Brasília, gravou inserções para o programa eleitoral dele e declarou: "Colocamos pedra na desavença. Qual família é perfeita?". Admitiu, na mesma ocasião, que esperava uma mulher como vice na chapa, mas o escolhido foi o deputado Alfredo Gaspar (PL). Eleição ao Senado em 2026 Jair Bolsonaro confirmou a candidatura de Michelle ao Senado pelo Distrito Federal em 17 de julho de 2025. Na campanha, ela disse que a candidatura era uma "missão" dada pelo marido. Em setembro de 2026, recorreu de decisão do TRE-DF que suspendeu uma propaganda com imagens dela ao lado de Bolsonaro; segundo o Correio Braziliense, classificou a proibição como "perseguição absurda". No dia da votação, ouviu vaias ao chegar ao local de votação com Bia Kicis e a governadora Celina Leão (PP) e discutiu com uma eleitora que a criticava, segundo a Veja. Eleita com 938.496 votos, superou o recorde de Cristovam Buarque, que teve 833.480 votos em 2010, e a própria votação de Celina Leão no primeiro turno. Bia Kicis (PL) ficou com a segunda vaga, com 28% dos votos válidos, à frente de Leila do Vôlei (PDT), com 21,31%, e Erika Kokay (PT), com 18,98%, segundo o InfoMoney. Ao comemorar a vitória no Instagram, escreveu: "Vocês me fizeram a senadora mais bem votada da história do DF. Eu vou honrar esses votos". A mensagem não mencionou Flávio, segundo o Valor, que registrou 29,05% dos votos válidos. A eleição também levou ao governo do Rio de Janeiro a chapa de Douglas Ruas (PL), que tem como vice Fernanda Louback, vereadora de Niterói e amiga de Michelle, segundo a Gazeta do Povo. No segundo turno, Michelle chegou a planejar viagens a capitais para pedir votos ao enteado e a aliados, segundo a Veja, mas priorizou a campanha de Celina Leão, reeleita como primeira mulher governadora do DF, e não participou de eventos ao lado de Flávio, embora tenha mantido apoio a ele, segundo O Globo. No sábado anterior à votação, Flávio não foi ao ato de encerramento da campanha de Celina em Brasília, que reuniu Michelle, Damares Alves e Bia Kicis, o que alimentou relatos de disputa interna por espaço, segundo o Diário do Centro do Mundo. A eleição também levou Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e Renato Bolsonaro ao Congresso. Após a eleição No dia do segundo turno, Michelle votou no Lago Sul acompanhada de Celina Leão e Bia Kicis, disse que a vitória de Flávio aposentaria o "retrocesso" e afirmou que acompanharia a apuração ao lado de Jair Bolsonaro. Celina foi reeleita com 56,17% dos votos válidos contra Leandro Grass (PT), e Michelle lembrou o compromisso de ajudá-la a chegar ao governo do DF. Depois da derrota de Flávio, publicou uma mensagem nas redes sem comentar diretamente o resultado, o que a Veja chamou de "quase silêncio". Em 27 de outubro de 2026, dia em que Flávio deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos, foi recebida por Valdemar Costa Neto na sede do PL para "uma conversa sobre o futuro do nosso partido". Segundo o SBT News, Valdemar perguntou se Jair Bolsonaro sabia dos planos do filho, e Michelle disse que não sabia da viagem. Antes, ela havia confirmado a aliados que o enteado tinha deixado o país, segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles. Para o editor da Veja José Benedito da Silva, o mandato no Senado permitirá que ela construa uma trajetória própria além da condição de ex-primeira-dama: "Ela poderá levantar bandeiras, poderá fazer aliados". O InfoMoney apontou Michelle, Tarcísio de Freitas e o senador Rogério Marinho (PL-RN) como os nomes que disputam o protagonismo da direita e podem influenciar a escolha do candidato presidencial em 2030. Patrimônio Na declaração entregue ao TSE em 2026, Michelle informou patrimônio de R$ 4,49 milhões e declarou a ocupação de empresária. Linha do tempo 1982: nasce em Ceilândia (DF), em 22 de março. 2004: começa a trabalhar na Câmara dos Deputados. 2007: torna-se secretária parlamentar de Jair Bolsonaro e registra união civil com ele. 2019: torna-se primeira-dama e discursa em Libras na posse. 2019: passa a presidir o conselho do Pátria Voluntária. 2023: assume a presidência do PL Mulher. 2026: deixa o PL Mulher em 30 de junho. 2026: é eleita senadora pelo Distrito Federal com 938.496 votos.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Senadora eleita pelo Distrito Federal

    938.496 votos, recorde no DF.

  2. 2026 — 2026
    Candidata ao Senado pelo Distrito Federal

    PL; candidatura confirmada por Jair Bolsonaro em julho de 2025.

  3. 2023 — 2026
    Presidente do PL Mulher

    Núcleo feminino do Partido Liberal.

  4. 2022 — 2022
    Medalha do Mérito Legislativo

    Concedida pela Câmara dos Deputados.

  5. 2019 — 2022
    Presidente do conselho do Pátria Voluntária

    Programa federal de incentivo ao voluntariado.

  6. 2019 — 2022
    Primeira-dama do Brasil

    Mandato de Jair Bolsonaro.

  7. 2019 — 2019
    Discurso em Libras na posse presidencial

    Primeira primeira-dama a discursar no parlatório do Planalto.

  8. 2019 — 2019
    Pronunciamento de Natal em rede nacional

    Primeira primeira-dama a discursar ao lado do presidente.

  9. 2007 — 2008
    Secretária parlamentar de Jair Bolsonaro

    Exonerada após decisão do STF sobre nepotismo.

  10. 2004 — 2007
    Funcionária da Câmara dos Deputados

    Gabinetes de Vanderlei Assis e Marco Aurélio Ubiali e liderança do PP.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Ação social2019
Pátria Voluntária
Programa federal

Incentivo ao voluntariado voltado a pessoas de baixa renda, com deficiência e em situação de rua.

Inclusão2019
LibrasGov
Acessibilidade

Acesso em Libras a informações do governo federal, lançado no Dia Nacional do Surdo.

Inclusão2019
Projeto Sinais
Ministério da Cidadania

Ações para pessoas surdas em municípios com maior número de surdos.

Ação social2020
Arrecadação Solidária
Pandemia de covid-19

Campanha de doações com a Fundação Banco do Brasil.

Ação social2020
Brasil Acolhedor
Pandemia de covid-19

Apoio a idosos, pessoas com deficiência e população de rua.

Partido2023
PL Mulher
Partido Liberal

Filiações femininas ao PL passaram de 346 mil para 411 mil.

Na imprensa

Notícias de outros portais

27 de out. de 2026

Valdemar pergunta a Michelle se Jair Bolsonaro sabia da fuga

Segundo o SBT News, Valdemar perguntou a Michelle se Jair Bolsonaro sabia dos planos de Flávio de deixar o país; ela respondeu que não sabia da movimentação nem se o assunto havia sido tratado com o marido.

Fonte: SBT News

10 de out. de 2026

Quem é a amiga de Michelle Bolsonaro eleita vice-governadora do RJ

A Gazeta do Povo apresentou Fernanda Louback (PL), vereadora de Niterói, ex-miss e amiga de Michelle Bolsonaro, eleita vice-governadora do Rio de Janeiro na chapa de Douglas Ruas após a anulação dos votos de Anthony Garotinho.

Fonte: Gazeta do Povo

21 de set. de 2026

Michelle recorre contra suspensão de propaganda com Bolsonaro

O TRE-DF suspendeu uma propaganda de Michelle Bolsonaro com imagens dela ao lado de Jair Bolsonaro, por entender que a peça vinculava indevidamente o apoio do ex-presidente, inelegível e preso, à candidatura. A defesa recorreu, e Michelle classificou a decisão como perseguição.

Fonte: Correiobraziliense.com.br

Galeria

Galeria de fotos

Causas

Causas e valores defendidos

Pessoas com deficiência e comunidade surda

Agenda de inclusão em Libras e apoio a pessoas com doenças raras.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Michelle Bolsonaro?

Michelle Bolsonaro é empresária, intérprete de Libras e política do PL, foi primeira-dama do Brasil de 2019 a 2022 e é mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2026, foi eleita senadora pelo Distrito Federal.

Qual a idade de Michelle Bolsonaro?

Michelle nasceu em 22 de março de 1982, em Ceilândia (DF), e tem 44 anos em outubro de 2026.

Michelle Bolsonaro foi eleita senadora?

Sim: foi eleita em 4 de outubro de 2026 com 938.496 votos (29%), a maior votação para o Senado na história do Distrito Federal. O mandato vai de 2027 a 2034.

Michelle Bolsonaro é senadora por qual estado?

Michelle foi eleita senadora pelo Distrito Federal, onde nasceu, ao lado de Bia Kicis (PL), que ficou com a segunda vaga.

Michelle Bolsonaro é de qual partido?

Michelle é filiada ao Partido Liberal (PL), o mesmo de Jair e Flávio Bolsonaro.

Michelle Bolsonaro saiu do PL?

Não: em 30 de junho de 2026 ela deixou apenas a presidência do PL Mulher, núcleo feminino do partido, e seguiu filiada ao PL, pelo qual foi eleita senadora.

Michelle Bolsonaro é mãe do Flávio Bolsonaro?

Não: Flávio é filho do primeiro casamento de Jair Bolsonaro, e Michelle é madrasta dele.

Por que Michelle Bolsonaro brigou com Flávio?

Em junho de 2026, Michelle disse ter sido humilhada por Flávio em um telefonema, depois de divergências sobre as alianças do PL no Ceará. Em julho, ela aceitou o pedido de desculpas do enteado.

Michelle Bolsonaro é casada com quem?

Michelle é casada com o ex-presidente Jair Bolsonaro, com quem registrou união civil em 28 de novembro de 2007.

Como Michelle conheceu Bolsonaro?

Michelle trabalhava na Câmara dos Deputados e conheceu Bolsonaro ao se tornar secretária parlamentar no gabinete dele, em 2007.

O que Michelle Bolsonaro fez como primeira-dama?

Michelle presidiu o conselho do programa Pátria Voluntária e lançou iniciativas como o LibrasGov e a Arrecadação Solidária, voltadas a pessoas com deficiência, surdos e população vulnerável.

Michelle Bolsonaro sabe Libras?

Sim: Michelle é intérprete de Libras e discursou na língua de sinais na posse presidencial de 2019, a primeira vez que uma primeira-dama falou à nação na cerimônia.

Michelle Bolsonaro vai ser candidata a presidente em 2030?

Michelle não anunciou candidatura, mas a imprensa a cita, ao lado de Tarcísio de Freitas, como um dos nomes da direita para 2030 após a derrota de Flávio.

Qual é o patrimônio de Michelle Bolsonaro?

Na declaração entregue ao TSE em 2026, Michelle informou patrimônio de R$ 4,49 milhões.

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