Foto oficial de André Mendonça

André Mendonça

Ministro do STF e vice-presidente do TSE

Em exercício desde 2021
Biografia

Resumo biográfico

André Mendonça é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desde dezembro de 2021, indicado por Jair Bolsonaro, e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde maio de 2026. Advogado da União de carreira e pastor presbiteriano, foi advogado-geral da União e ministro da Justiça no governo Bolsonaro. Em 2026, como relator no STF das investigações do Banco Master e das fraudes no INSS, entrou em choque aberto com o ministro Alexandre de Moraes e com a direção da Polícia Federal. Moraes pediu que ele fosse investigado, e a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra a investigação em outubro. Também foi questionado pelos contratos públicos do Instituto Iter, que fundou em 2023 e do qual deixou a sociedade em setembro. Origem e formação André Luiz de Almeida Mendonça nasceu em 27 de dezembro de 1972, em Santos (SP), e tem 53 anos. Formou-se em direito em 1993 pela Instituição Toledo de Ensino, atual Centro Universitário de Bauru, especializou-se em direito público na Universidade de Brasília e fez mestrado e doutorado na Universidade de Salamanca, na Espanha, com pesquisas sobre corrupção e recuperação de ativos. Cursou teologia na Faculdade Teológica Sul Americana, em Londrina, e é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil. Atuou sem remuneração na Igreja Presbiteriana Esperança, em Brasília, e em março de 2025 foi empossado pastor na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo. Deu aulas no Mackenzie de Brasília. É casado e tem dois filhos. Carreira na AGU e na CGU (2000-2018) Foi advogado da BR Distribuidora de 1997 a 2000, quando entrou na Advocacia-Geral da União. Começou como procurador-seccional em Londrina e chegou a corregedor-geral. Dirigiu o Departamento de Patrimônio Público e Probidade, nomeado por José Antonio Dias Toffoli, e coordenou o grupo da AGU voltado à recuperação de dinheiro desviado. Em 2011, a prática recebeu o prêmio especial do Innovare por combate à corrupção. De 2016 a 2018, no governo Michel Temer, foi assessor especial do ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e conduziu acordos de leniência com empresas da Lava Jato. Advogado-geral da União e ministro da Justiça (2019-2021) Bolsonaro o escolheu para chefiar a AGU a partir de janeiro de 2019. Em 28 de abril de 2020, depois da saída de Sergio Moro, foi nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública. A nomeação foi elogiada por ministros do STF e do STJ e, segundo a Agência Pública, refletiu os interesses evangélicos no Judiciário. No ministério, pediu à PF e à PGR inquéritos com base na Lei de Segurança Nacional contra críticos do presidente, como o autor de uma charge publicada pelo jornalista Ricardo Noblat que associava Bolsonaro à suástica. Em agosto de 2020, confirmou à comissão de inteligência do Congresso a existência de um relatório da pasta sobre servidores identificados como antifascistas, mas negou ilegalidade. O senador Randolfe Rodrigues considerou as respostas insatisfatórias. Em agosto de 2020, o STF proibiu, por 9 votos a 1, a produção desses dossiês e, em maio de 2022, declarou o relatório inconstitucional por desvio de finalidade. O inquérito sobre a charge foi arquivado em maio de 2021 por uma juíza federal de Brasília, que não viu risco à segurança do Estado. Em dezembro de 2020, trocou críticas com Moro nas redes sociais. Em março de 2021, voltou à AGU, de onde saiu em agosto. Indicação ao STF Bolsonaro havia prometido indicar ao Supremo alguém "terrivelmente evangélico" e, em julho de 2021, escolheu Mendonça para a vaga de Marco Aurélio Mello. O presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre, adiou a sabatina por meses. Na sabatina, em 1º de dezembro de 2021, Mendonça defendeu o Estado laico e disse ter compromisso com a democracia. Foi aprovado no plenário do Senado por 47 votos a 32 e tomou posse em 16 de dezembro de 2021. É o segundo evangélico a integrar o STF. Atuação no Supremo (2021-2025) Nos julgamentos do 8 de Janeiro, divergiu em parte do relator, Alexandre de Moraes. Em setembro de 2023, votou para condenar o primeiro réu, Aécio Lúcio Costa Pereira, a 7 anos e 10 meses de prisão, e não por tentativa de golpe de Estado, crime que considerou absorvido pela abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Em março de 2025, votou para impedir Moraes e Flávio Dino de julgar a denúncia da trama golpista contra Bolsonaro, por entender que Moraes seria vítima do suposto plano de assassinato, e ficou vencido por 9 a 1. No marco temporal das terras indígenas, em 2023, ficou na minoria, com Nunes Marques, a favor da data de 5 de outubro de 1988. No julgamento sobre porte de maconha para uso pessoal, pediu vista em 2023 e votou pela validade da punição prevista na Lei de Drogas. Em 2023, votou pela implantação obrigatória do juiz das garantias. Em 2024, na ação sobre o desmatamento na Amazônia, foi o redator do acórdão que mandou o governo executar um plano de combate ao problema, e defendeu publicamente a "autocontenção" e a imparcialidade do Judiciário. Em junho de 2024, tornou-se ministro efetivo do TSE, na vaga de Moraes. Relator dos casos INSS e Master Desde agosto de 2025, relata no STF os inquéritos sobre os descontos irregulares em aposentadorias do INSS e, desde fevereiro de 2026, os do Banco Master. Em junho de 2026, formou maioria na Segunda Turma para manter presos o pai e o primo do banqueiro Daniel Vorcaro. Na ocasião, informou ter autorizado a PF a acessar a conta na nuvem de Luiz Phillipi Mourão, o "Sicário", porque, segundo as investigações, o grupo tentava influenciar testemunhas. Para a revista piauí, Mendonça transformou os dois escândalos em "plataforma eleitoral da direita". Em agosto, a relação com a PF se deteriorou nos inquéritos do INSS, que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente. Ministros do STF ouvidos por O Globo disseram, sem criticar o colega diretamente, que não cabe ao relator controlar as investigações da polícia. Em 1º de setembro de 2026, tirou o sigilo de um relatório da PF com 52 mensagens atribuídas a Vorcaro e Moraes, o que abriu uma crise no STF. No dia seguinte, o portal ICL revelou um encontro reservado dele com Vorcaro em março de 2025. Mendonça admitiu tê-lo recebido "uma única vez", por iniciativa do banqueiro, e disse que só o ouviu. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, citado no relatório, queixou-se a interlocutores de ter o nome jogado "na lama", junto com os de Moraes e do procurador-geral Paulo Gonet, e não descartou processar o ministro por danos morais. Em 3 de setembro, Moraes enviou ao presidente do STF, Edson Fachin, relatórios da PF que, segundo ele, mostravam "fortes indícios" de abuso de autoridade e improbidade de Mendonça, inclusive o direcionamento de investigações contra Davi Alcolumbre. Mendonça chamou o pedido de distorção dos relatórios e pediu o arquivamento. Em 8 de setembro, a pedido do Novo, afastou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada, afirmando ter sido "submetido a monitoramento sistemático" pela inteligência da corporação. Andrei negou o monitoramento. A decisão dividiu juristas: num artigo na Folha, autores sustentaram que a solução não estava fora do que "um magistrado prudente poderia tomar". Para um cientista político ouvido pelo Brasil de Fato, Mendonça "aposta alto demais" ao interferir nas eleições. No dia seguinte, Flávio Dino suspendeu o afastamento, e Fachin suspendeu as duas decisões, mantendo Andrei no cargo. Em 13 de outubro, a PGR também se manifestou contra o afastamento. Na mesma semana, Mendonça mandou soltar investigados do INSS, como o ex-procurador-geral do instituto Virgílio de Oliveira Filho e Romeu Carvalho Antunes, filho do "Careca do INSS", sob monitoramento eletrônico, sem o aval da PGR no caso de Romeu. Ele argumentou que a fase de investigação da PF havia terminado. Em 19 de outubro, o procurador-geral, Paulo Gonet, enviou ao STF parecer contra a investigação pedida por Moraes: os relatórios de inteligência não são provas, e pedir investigação de um colega não é crime. Em 13 de outubro, Fachin determinou que a PF enviasse ao STF todas as menções a ministros encontradas na investigação do Master, para que o plenário decida sobre eventuais investigações. Em 25 de setembro, Mendonça pediu a Fachin uma definição sobre a relatoria dos casos Master e INSS, que quer manter. Até o fim de outubro, a decisão estava pendente. Também é relator do inquérito sobre o financiamento por Vorcaro do filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro, que envolve Flávio Bolsonaro. Em outubro, a PF pediu mais 90 dias de investigação e entregou documentos sobre diferenças "severas" entre o dinheiro enviado ao exterior e o que voltou ao país. Instituto Iter Em novembro de 2023, Mendonça e a mulher fundaram o Instituto Iter, que oferece cursos e MBAs em gestão pública, segurança e compliance. Um levantamento da BBC News Brasil encontrou 28 contratos com órgãos públicos, todos sem licitação, num total de R$ 10,7 milhões. Em 3 de setembro de 2026, Mendonça anunciou que deixaria a sociedade e que o Iter viraria entidade sem fins lucrativos, e disse nunca ter recebido lucros do instituto. Segundo a piauí, 30 dos 61 municípios paulistas que contrataram o Iter receberam emendas do deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado de Mendonça, que pagou um sinal para comprar 4% do instituto. A revista também apontou que as atividades do instituto se cruzavam com as de Vorcaro por meio do empresário Lucas Kallas, ex-sócio do banqueiro. A Agência Pública relatou que, em março de 2026, um mês depois de assumir o caso Master, Mendonça participou em Frankfurt de um evento organizado pelo Iter com empresários e lobistas, entre eles Gustavo Ribeiro, presidente da Abramge e vice-presidente do grupo Hapvida, que em 2021 comprou a rede Promed, da família Vorcaro. Semanas depois, segundo a reportagem, Mendonça deu ao menos duas decisões favoráveis à operadora em disputas com pacientes. Num deles, mandou rever a decisão de primeira instância com base nos critérios fixados pelo STF para tratamentos fora do rol da ANS. Vice-presidente do TSE nas eleições de 2026 Em 7 de abril de 2026, recebeu da Assembleia Legislativa de São Paulo o Colar de Honra ao Mérito, a maior honraria concedida pelo Legislativo paulista. No mesmo mês, foi eleito vice-presidente do TSE, ao lado do presidente Nunes Marques, e tomou posse em 12 de maio. Na campanha, mandou retirar mais de mil publicações que associavam falsamente Flávio Bolsonaro a uma proposta de tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Dino suspendeu a decisão e Fux a restabeleceu. Depois de um acordo entre os ministros, Mendonça mudou o voto e liberou o post do humorista Antonio Tabet. Em outubro, mandou retirar um vídeo da campanha de Lula sobre o "tesouraço" de Flávio. Quando o plenário virtual formou maioria de 4 a 3 contra a decisão dele, pediu destaque e interrompeu o julgamento. Também suspendeu, a pedido de Flávio, o impulsionamento de um vídeo da campanha de Lula sobre a morte de uma criança atingida por tiro de um policial militar, o que provocou protesto em frente ao TSE. Em outubro, o gabinete dele discutia uma proposta para restringir canais políticos com mais de 200 mil seguidores no WhatsApp nas 48 horas antes e nas 24 horas depois da votação, o que atingiria o "Exército do Lula" e a "Tropa do Flávio". Mendonça disse que a medida era impessoal e dependeria do plenário. Liberou os dois candidatos a abrir os próprios sigilos e disse que não cabe ao TSE fiscalizar "desafios" entre campanhas. O g1 desmentiu uma publicação segundo a qual ele teria mudado locais de votação na Maré, no Rio. A alteração havia sido decidida por juízes eleitorais. Ao votar em Brasília no segundo turno, em 25 de outubro, foi aplaudido e ganhou Bíblias de eleitores, e disse que a eleição marcava "o início de um novo ciclo" no país. Linha do tempo 1972: nasce em Santos (SP), em 27 de dezembro. 2000: entra na Advocacia-Geral da União. 2011: a AGU recebe o prêmio Innovare por prática coordenada por ele. 2019: torna-se advogado-geral da União. 2020: é nomeado ministro da Justiça. 2021: volta à AGU e é aprovado para o STF por 47 votos a 32. 2023: funda o Instituto Iter. 2024: assume vaga efetiva no TSE. 2025: assume a relatoria dos casos do INSS. 2026: torna-se relator do caso Master em fevereiro, recebe o Colar de Honra ao Mérito da ALESP em abril, toma posse como vice-presidente do TSE em maio, rompe com Moraes e deixa o Iter em setembro.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Vice-presidente do TSE

    Comandou com Nunes Marques o tribunal nas eleições de 2026.

  2. 2025 — atual
    Pastor da Igreja Presbiteriana de Pinheiros

    Empossado em março de 2025, em São Paulo.

  3. 2024 — atual
    Ministro efetivo do TSE

    Assumiu a vaga de Alexandre de Moraes no tribunal eleitoral em junho de 2024.

  4. 2023 — 2026
    Sócio-fundador do Instituto Iter

    Fundou o instituto de cursos em gestão pública em 2023 e deixou a sociedade em setembro de 2026.

  5. 2021 — 2021
    Advogado-geral da União

    Voltou à AGU em março de 2021 e saiu em agosto, já indicado ao STF.

  6. 2021 — atual
    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Aprovado pelo Senado em 1º de dezembro de 2021, na vaga de Marco Aurélio Mello.

  7. 2020 — 2021
    Ministro da Justiça e Segurança Pública

    Nomeado em 28 de abril de 2020, depois da saída de Sergio Moro.

  8. 2019 — 2020
    Advogado-geral da União

    Primeira passagem pelo cargo, no governo Bolsonaro.

  9. 2016 — 2018
    Assessor especial do ministro da CGU

    No governo Temer, assessorou Wagner Rosário e conduziu acordos de leniência com empresas.

  10. 2000 — 2021
    Advogado da União

    Começou como procurador-seccional em Londrina e chegou a corregedor-geral da AGU.

  11. 1997 — 2000
    Advogado da BR Distribuidora

    Atuou na subsidiária da Petrobras antes de entrar na AGU.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Reconhecimento2011
Prêmio Innovare
Agu, 2011

A prática de combate à corrupção e recuperação de ativos da AGU, que ele coordenava, venceu a categoria especial do prêmio.

Julgamento2023
Voto no primeiro julgamento do 8 de Janeiro
STF, setembro de 2023

Votou por 7 anos e 10 meses de prisão ao primeiro réu e divergiu de Moraes sobre o crime de golpe de Estado.

Julgamento2023
Marco temporal das terras indígenas
Stf, 2023

Ficou na minoria, com Nunes Marques, a favor da data de 5 de outubro de 1988.

Julgamento2024
Plano contra o desmatamento na Amazônia
Stf, 2024

Redator do acórdão que mandou o governo federal executar um plano de combate ao desmatamento.

Relatoria2025
Relatoria do caso INSS
STF, desde agosto de 2025

Relata os inquéritos sobre descontos irregulares em aposentadorias, que envolvem Fábio Luís Lula da Silva.

Relatoria2026
Relatoria do caso Banco Master
STF, desde fevereiro de 2026

Tirou o sigilo das mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes em setembro de 2026.

Relatoria2026
Inquérito sobre o filme Dark Horse
Stf, 2026

Relata a investigação sobre o financiamento por Vorcaro do filme sobre Jair Bolsonaro.

Justiça Eleitoral2026
Eleições de 2026 no TSE
Tse, 2026

Como vice-presidente, decidiu sobre propaganda das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro.

Na imprensa

Notícias de outros portais

27 de out. de 2026

O instituto de Mendonça

Metade dos municípios paulistas que contrataram o Iter recebeu emendas de um deputado aliado do ministro.

Fonte: Revista piauí

24 de out. de 2026

O esgrimista

Perfil sobre a atuação de Mendonça nos casos Master e INSS e o choque com Moraes.

Fonte: Revista piauí

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é André Mendonça?

André Mendonça é ministro do STF desde dezembro de 2021, indicado por Jair Bolsonaro, e vice-presidente do TSE. Foi advogado-geral da União e ministro da Justiça.

Qual a idade de André Mendonça?

Ele nasceu em 27 de dezembro de 1972, em Santos (SP), e tem 53 anos.

Quem colocou André Mendonça no STF?

Jair Bolsonaro o indicou em julho de 2021, para a vaga de Marco Aurélio Mello. O Senado aprovou o nome por 47 votos a 32 em 1º de dezembro de 2021.

Qual é a religião de André Mendonça?

Ele é evangélico e pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil. É o segundo evangélico a integrar o STF.

Qual é a igreja do ministro André Mendonça?

A Igreja Presbiteriana do Brasil. Atuou na Igreja Presbiteriana Esperança, em Brasília, e foi empossado pastor na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, em março de 2025.

André Mendonça era juiz?

Não. Antes do STF, fez carreira como advogado da União, a partir de 2000, e chefiou a AGU e o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro.

Por que Alexandre de Moraes pediu a investigação de André Mendonça?

Em setembro de 2026, Moraes enviou a Fachin relatórios da PF que, segundo ele, indicavam abuso de autoridade de Mendonça no caso Master. Em 19 de outubro, a PGR se manifestou contra a investigação.

André Mendonça se encontrou com Daniel Vorcaro?

Sim. Ele admitiu ter recebido o banqueiro "uma única vez", em março de 2025, por iniciativa de Vorcaro, e disse que só o ouviu.

Por que André Mendonça afastou o diretor da PF?

Em 8 de setembro de 2026, afastou Andrei Rodrigues alegando ter sido monitorado pela inteligência da PF. Andrei negou, e Fachin suspendeu a decisão no dia seguinte.

O que é o Instituto Iter de André Mendonça?

É um instituto de cursos em gestão pública fundado por ele e pela mulher em 2023. A BBC encontrou R$ 10,7 milhões em contratos públicos sem licitação, e Mendonça deixou a sociedade em setembro de 2026.

André Mendonça é relator do caso Master?

Sim, desde fevereiro de 2026, e também do caso INSS desde agosto de 2025. Em setembro, pediu a Fachin uma definição sobre a relatoria, que quer manter.

Qual foi o voto de André Mendonça sobre o 8 de Janeiro?

Votou para condenar o primeiro réu a 7 anos e 10 meses de prisão, mas não por golpe de Estado, crime que considerou absorvido por outro. Em 2025, votou para afastar Moraes e Dino do julgamento de Bolsonaro e ficou vencido.

O que André Mendonça decidiu no TSE nas eleições de 2026?

Mandou retirar posts que ligavam falsamente Flávio Bolsonaro ao caso de Nossa Senhora Aparecida e um vídeo de Lula sobre o "tesouraço". No segundo caso, interrompeu o julgamento quando a maioria se formou contra ele.

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