Foto oficial de Gilmar Mendes

Gilmar Mendes

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Em exercício desde 1998
Biografia

Resumo biográfico

Gilmar Mendes é um jurista e magistrado brasileiro, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desde junho de 2002 e atual decano da corte, o integrante mais antigo. Indicado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, de quem foi advogado-geral da União, presidiu o STF entre 2008 e 2010 e é cofundador do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), hoje universidade. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Gilmar Mendes, quem o indicou ao STF, seu partido, sua relação com Jair e Flávio Bolsonaro e decisões recentes, como as ligadas ao caso do Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro. Origem e formação Gilmar Ferreira Mendes nasceu em Diamantino, em Mato Grosso, em 30 de dezembro de 1955. Formou-se em direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1978 e concluiu ali o mestrado em direito e Estado em 1987, com dissertação sobre controle de constitucionalidade orientada pelo ministro do STF José Carlos Moreira Alves. Fez um segundo mestrado (1989) e o doutorado (1990) na Universidade de Münster, na Alemanha. Lecionou direito constitucional na UnB, onde se aposentou como professor em outubro de 2022, segundo a Wikipédia. Carreira antes do STF Mendes foi oficial de chancelaria do Itamaraty em Brasília (1976 a 1979) e em Bonn, na Alemanha (1979 a 1982). Em 1984, foi aprovado nos concursos para juiz federal, assessor legislativo do Senado e procurador da República, e escolheu o Ministério Público Federal, onde atuou de 1985 a 1988. Depois, foi consultor jurídico da Secretaria-Geral da Presidência (1991 e 1992), assessor do Ministério da Justiça (1995 e 1996) e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (1996 a 2000). Participou da elaboração da ação declaratória de constitucionalidade, incorporada à Constituição em 1993, da lei da arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) e da emenda que criou os Juizados Especiais Federais. Em janeiro de 2000, foi nomeado advogado-geral da União por Fernando Henrique Cardoso. Na AGU, reestruturou o órgão e atuou em causas como o racionamento de energia de 2001 e 2002 e o acordo do FGTS. Supremo Tribunal Federal Mendes tomou posse no STF em 20 de junho de 2002. A indicação foi criticada por juristas como Dalmo Dallari, que publicou o artigo "Degradação do Judiciário". Presidiu o tribunal e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entre 2008 e 2010, período em que lançou os mutirões carcerários, que analisaram mais de 114 mil processos e resultaram em cerca de 21 mil alvarás de soltura de presos encarcerados indevidamente. Também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusive durante o julgamento da chapa Dilma-Temer, em 2017. Decisões polêmicas Em julho de 2008, como presidente do STF, concedeu dois habeas corpus em menos de 48 horas ao banqueiro Daniel Dantas, preso na Operação Satiagraha. A decisão foi depois referendada pelo plenário por 9 votos a 1. Em dezembro de 2009, revogou a prisão preventiva do médico Roger Abdelmassih, acusado de dezenas de crimes sexuais contra pacientes, que fugiu e só foi localizado no Paraguai em 2014. Em agosto de 2017, mandou soltar o empresário Jacob Barata Filho, do setor de ônibus do Rio, apesar do pedido de suspeição do Ministério Público Federal por ter sido padrinho de casamento da filha do empresário; ele negou impedimento. Em agosto de 2016, disse que a Lei da Ficha Limpa parecia ter sido "feita por bêbados". Crítico da Operação Lava Jato e do pacote das 10 medidas contra a corrupção, que chamou de "delírio", foi alvo de nota da Associação dos Magistrados Brasileiros que sugeria que renunciasse à toga. Em 2017, a Folha de S.Paulo revelou que o IDP recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios do grupo J&F entre 2015 e 2017; o instituto negou conflito de interesses. Decano e relação com o Congresso Em dezembro de 2025, Gilmar concedeu liminar que restringia quem pode apresentar pedidos de impeachment de ministros do STF, o que provocou críticas de senadores como Esperidião Amin (Agência Senado, 03/12/2025). Dias depois, acatou parcialmente pedido da Advocacia do Senado e reconsiderou parte da decisão (Agência Senado, 12/12/2025). No mesmo mês, disse não ver necessidade de um código de conduta para magistrados (Correio Braziliense, 23/12/2025). Caso Master Em 2026, o decano se envolveu em decisões ligadas às investigações sobre o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Em março, anulou a quebra de sigilo de um fundo usado por um cunhado de Vorcaro para comprar a participação da empresa do ministro Dias Toffoli num resort, decidida por uma CPI (Portal iG, 19/03/2026). Em abril, disse que "o Master mora na Faria Lima, não na Praça dos Três Poderes" (Correio Braziliense, 23/04/2026). Em setembro, pediu ao CNJ mais fiscalização sobre precatórios e defendeu suspender o julgamento de Alexandre de Moraes no caso até a identificação de todos os magistrados citados (g1, 28/09/2026). Eleições de 2026 Em setembro de 2026, votou para que as mudanças na Lei da Ficha Limpa valessem já nas eleições de 2026 (Jota, 11/09/2026) e validou o reajuste de 15,04% do Bolsa Família por considerar que não feria as regras eleitorais (g1, 18/09/2026). Também manteve a quebra de sigilo de uma ex-assessora de Flávio Bolsonaro na investigação sobre a "rachadinha" (g1, 29/09/2026) e arquivou queixa do candidato a vice na chapa de Flávio. No segundo turno, uma lesão no braço o impediu de votar em Diamantino. Depois da reeleição de Lula, em 26 de outubro de 2026, disse que "o respeito à vontade popular é o alicerce do Estado Democrático de Direito" e que era "tempo de união" (Metrópoles, 26/10/2026). Em novembro de 2026, o Metrópoles informou que uma ação que pode condenar o senador Sergio Moro por calúnia contra Gilmar estava parada havia 170 dias no gabinete da ministra Cármen Lúcia (02/11/2026). Obras e prêmios É coautor do Curso de Direito Constitucional, com Paulo Gustavo Gonet Branco e Inocêncio Mártires Coelho, que recebeu o Prêmio Jabuti em 2008, e coordenou Comentários à Constituição do Brasil, premiado em 2014. Em 1998, fundou com os mesmos coautores o IDP, escola privada de direito em Brasília que em 2026 se tornou universidade (Metrópoles, 23/10/2026). Foi apontado pela revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes de 2009. Partido e patrimônio Ministros do STF não podem ter filiação partidária. Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Gilmar Mendes. Linha do tempo 1955: nasce em Diamantino (MT), em 30 de dezembro. 1985: torna-se procurador da República. 1998: funda o IDP. 2000: é nomeado advogado-geral da União. 2002: toma posse no STF, em 20 de junho. 2008: assume a presidência do STF e do CNJ. 2008: concede habeas corpus a Daniel Dantas. 2009: revoga a prisão de Roger Abdelmassih. 2017: preside o TSE no julgamento da chapa Dilma-Temer. 2025: limita, por liminar, pedidos de impeachment de ministros. 2026: atua em decisões do caso Master e das eleições.
Carreira

Trajetória

  1. 2008 — 2008
    Prêmio Jabuti

    Curso de Direito Constitucional.

  2. 2008 — 2010
    Presidente do STF e do CNJ

    Mutirões carcerários.

  3. 2002 — atual
    Supremo Tribunal Federal

    Ministro.

  4. 2000 — 2002
    Advogado-geral da União

    Governo Fernando Henrique Cardoso.

  5. 1998 — atual
    Idp

    Cofundador do Instituto Brasiliense de Direito Público.

  6. 1996 — 2000
    Casa Civil

    Subchefe para Assuntos Jurídicos.

  7. 1995 — 1996
    Ministério da Justiça

    Assessor técnico.

  8. 1995 — 2022
    Professor da UnB

    Direito constitucional.

  9. 1991 — 1992
    Secretaria-Geral da Presidência

    Consultor jurídico.

  10. 1985 — 1988
    Procurador da República

    Ministério Público Federal.

  11. 1976 — 1982
    Itamaraty

    Oficial de chancelaria em Brasília e Bonn.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Direito
Curso de Direito Constitucional
Livro

Manual escrito com Paulo Gonet e Inocêncio Mártires Coelho.

Educação1998
Idp
Instituição

Escola de direito em Brasília, hoje universidade.

Na imprensa

Notícias de outros portais

02 de nov. de 2026

Cármen segura há 170 dias ação que pode condenar Moro por calúnia a Gilmar

Senador é réu por calúnia contra Gilmar Mendes desde junho de 2024. Até agora, ministra só pediu para ouvir o senador. A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), mantém há 170 dias em seu gabinete a ação penal contra o senador Sergio Moro (União-PR), acusado de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes. O processo está parado no gabinete da ministra, relatora do caso, desde o dia 15 de maio.

Fonte: Metrópoles

01 de nov. de 2026

Gilmar defende debate racional sobre mineração em terras indígenas após descobertas da Margem Equatorial

Ministro do STF afirma que proteção ambiental, direitos indígenas e desenvolvimento econômico devem ser conciliados e defende regulamentação da atividade miner. Em publicação nas redes sociais, o magistrado afirmou que a terceira descoberta de petróleo no poço Morpho, na Foz do Amazonas, reforça a necessidade de conciliar desenvolvimento econômico, proteção ambiental e respeito aos direitos dos povos indígenas.

Fonte: Brasil 247

30 de out. de 2026

Gilmar Mendes reage ao STJ e absolve homem que tentou furtar R$ 86 em Minas

A tentativa de furto ocorreu em um frigorífico. 'Não houve sequer prejuízo material', apontou o ministro do STF. ‘Não houve sequer prejuízo material’, apontou o ministro do STF A tentativa de furto ocorreu em um frigorífico. ‘Não houve sequer prejuízo material’, apontou o ministro do STF O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes mandou restabelecer a decisão que absolve um homem acusado de tentar furtar 86 reais de um frigorífico em Minas Gerais.

Fonte: CartaCapital

26 de out. de 2026

Após Lula reeleito, Gilmar Mendes cita "vontade popular" e "tempo de união"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito, nesse domingo (26/10), nas eleições de 2026. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes se manifestou, nesse domingo (25/10), após o resultados das eleições de 2026. Em uma publicação no X, ele escreveu: “Encerrado o ápice das disputas político-eleitorais, é tempo de união, responsabilidade e compromisso institucional”, afirmou o ministro.

Fonte: Metrópoles

26 de out. de 2026

Zanin, Gilmar, Dino e Moraes se unem para tentar emplacar ministro no STF

Zanin, Gilmar, Dino e Moraes se unem para tentar emplacar ministro no STF. Informações exclusivas sobre política, economia, negócios, esporte, cultura. Uma reunião na semana passada entre Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes selou o pacto dos quatro para tentar que Lula indique em novembro um nome para a vaga de Luís Roberto Barroso, que deixou o STF em 2025. Um nome que eles apoiem, claro, para a vaga que Lula tentou emplacar Jorge Messias e foi derrotado.

Fonte: O Globo

25 de out. de 2026

Gilmar Mendes não vota no segundo turno devido a lesão no braço

Ministro deve permanecer em Brasília e não vai à zona eleitoral; ele está em tratamento médico e votaria em Diamantina, cidade do Mato Grosso. Jornalista formado pela Universidade de Taubaté (UNITAU), atua como repórter de hard News na editoria de Último Segundo no iG. Apaixonado por boas histórias, busca transformar a informação em conteúdos dinâmicos e acessíveis. Também possui experiência na cobertura de esportes e entretenimento.

Fonte: Portal iG

23 de out. de 2026

Gilmar Mendes rejeita queixa de vice de Flávio contra adversários que o acusaram de estupro

Alfredo Gaspar (PL) fez denúncias contra o deputado federal Lindbergh Faria e a senadora Soraya Thronicke. O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou queixa de calúnia apresentada pelo deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, contra adversários que o acusaram de estupro. Na decisão, proferida nesta sexta-feira (23), ele cita a imunidade parlamentar e rejeita a atuação da Corte como árbitro do debate político.

Fonte: R7

15 de out. de 2026

STF: Gilmar cassa decisão contra folga dominical mensal para mulheres

Ministro determinou novo julgamento de cláusula do setor hoteleiro que assegura um domingo de descanso por mês a homens e mulheres. O ministro Gilmar Mendes, do STF, cassou decisão do TRT da 2ª região que anulou cláusula coletiva sobre folgas dominicais de trabalhadoras do setor hoteleiro. A norma assegura um domingo de descanso por mês a todos os empregados, independentemente do gênero.

Fonte: Migalhas

09 de out. de 2026

Gilmar Mendes vota para STF julgar se a Justiça pode alterar valores pagos pelo SUS a hospitais privados

Ministro votou pelo reconhecimento da repercussão geral do tema, em sessão virtual que começou hoje e termina no dia 19. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal ( STF), votou para que a Corte volte a julgar a revisão dos valores pagos a hospitais privados que atendem pacientes pelo Sistema Único de Saúde ( SUS ). O ministro votou pelo reconhecimento da repercussão geral do tema, em sessão virtual que começou hoje e termina no dia 19. O ministro Alexandre de Moraes acompanhou o decano.

Fonte: Valor Econômico

07 de out. de 2026

Entenda a acusação de estupro contra vice de Flávio Bolsonaro arquivada por Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes determinou, na terça-feira (6), o arquivamento da apuração sobre uma acusação de estupro de vulnerável atribuída ao deputado federal Alfredo. A decisão atendeu a um pedido formal da Procuradoria-Geral da República (PGR), que concluiu que os elementos colhidos pela Polícia Federal (PF) durante diligências preliminares não apresentaram indícios mínimos de materialidade nem comprovação independente dos fatos narrados.

Fonte: Brasil de Fato

04 de out. de 2026

A reação de Gilmar Mendes à votação recorde de senadores favoráveis ao impeachment de ministros do STF

A reação de Gilmar Mendes à votação recorde de senadores favoráveis ao impeachment de ministros do STF. Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília Em conversas com interlocutores do meio político, o decano do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Gilmar Mendes, não fez alarde sobre a votação recorde de bolsonaristas para o Senado. A Casa é responsável pela votação de impeachment de ministros da corte. — Sou um enfermeiro que já viu muito sangue.

Fonte: O Globo

03 de out. de 2026

Gilmar Mendes derruba direito de resposta de Moro e libera propaganda de adversário sobre aborto

Ministro do STF cassou decisões do presidente do TRE-PR e permitiu que campanha de Sandro Alex volte a exibir peças baseadas em trecho de tese de doutorado do senador. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cassou decisões do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) que haviam concedido direito de resposta ao senador Sergio Moro (PL) contra propagandas de Sandro Alex (PSD), seu adversário na disputa pelo governo do Paraná.

Fonte: O Globo

29 de set. de 2026

Gilmar Mendes mantém quebra de sigilos de ex-assessora de Flávio Bolsonaro em investigação sobre 'rachadinha'

Gilmar Mendes aponta indícios de "funcionária fantasma" e mantém quebra de sigilo de Danielle da Nóbrega em investigação sobre rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro. Gilmar mantém quebra de sigilos de ex-assessora de Flávio em caso de 'rachadinha' O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal ( STF ), decidiu nesta terça-feira (29) manter a quebra de sigilos bancários e fiscal de Danielle da Nóbrega, ex-esposa do miliciano Adriano da Nóbrega.

Fonte: G1

18 de set. de 2026

Em decisão, Gilmar Mendes diz que reajuste do Bolsa Família feito por Lula não fere regras eleitorais

Gilmar Mendes validou o reajuste de 15,04% no Bolsa Família por considerar que o aumento é uma recomposição da inflação e não fere as regras eleitorais. O ministro Gilmar Mendes, do STF, decidiu nesta sexta-feira (18) que o reajuste do Bolsa Família não fere as regras eleitorais. A medida é apenas uma correção monetária. A AGU pediu a declaração de constitucionalidade do reajuste de 15,04%.

Fonte: G1

12 de set. de 2026

Gilmar Mendes defende mudanças na Lei da Ficha para as eleições de 2026

Julgamento da ADI foi suspenso por pedido de destaque feito por Flávio Dino, depois do voto do decano do STF. Julgamento pode ser retomado apenas depois do primeiro turno. Medida favorece Arruda, mas ele só terá candidatura garantida com decisão do TSE. O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o julgamento sobre a constitucionalidade das regras que estabelecem um limite para a inelegibilidade de políticos condenados, mas a situação do ex-governador José Roberto Arruda (PSD) permanece indefinida.

Fonte: Correio Braziliense

03 de set. de 2026

Em conversa com Lula, Gilmar Mendes aponta culpa do governo na crise do STF

Em conversa com Lula, Gilmar Mendes aponta culpa do governo na crise do STF. Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília Na conversa que teve com o presidente Lula, na terça-feira (1º), o decano do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Gilmar Mendes, afirmou que o governo é um dos culpados pela crise instaurada na corte. O tema da reunião foram as revelações de que o ministro Alexandre de Moraes mantinha contato frequente com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Fonte: O Globo

23 de abr. de 2026

Gilmar Mendes defende inquérito das fake news, que já dura 7 anos

Ministro Gilmar Mendes (STF) defende a manutenção do inquérito das fake news até as eleições, alegando que é vital contra ataques à Corte. Veja! O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, defendeu nesta quarta-feira, 22, em entrevista ao Jornal da Globo, que o inquérito das fake news permaneça aberto “pelo menos até as eleições” deste ano.

Fonte: IstoÉ

23 de dez. de 2025

Gilmar Mendes não vê necessidade de código de conduta para magistrados

Decano do STF afirma que há normas definidas sobre a atuação dos ministros, embora a adoção de um conjunto de diretrizes éticas para a magistratura seja defendida pelo presidente da Corte. Ministro diz ter 'absoluta confiança' em Moraes e Toffoli. Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes sustentou, nesta segunda-feira, que não vê necessidade da criação de um código de conduta para os integrantes da Corte.

Fonte: Correio Braziliense

12 de dez. de 2025

Gilmar Mendes reconsidera suspensão parcial da Lei do Impeachment de ministros - Senado

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, acatou parcialmente um pedido da Advocacia do Senado em relação à suspensão por uma liminar de trechos da Lei de Impeachment. O senador Sergio Moro (União-PR) destacou que o quórum de maioria qualificada para aceitação a aprovação do pedido de impeachment está mantida na liminar.

Fonte: Agência Senado

03 de dez. de 2025

Amin reprova decisão de Gilmar Mendes e fala em 'usurpação descarada' - Senado

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (3), o senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou a decisão do ministro Gilmar Mendes, que concedeu liminar restringindo a legitimidade para apresentação de pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o senador, a medida representa uma ruptura institucional.

Fonte: Agência Senado

25 de mar. de 2024

Gilmar Mendes enfatiza relação do Senado com momentos marcantes da história do país

Na sessão especial destinada a comemorar os duzentos anos do Senado, o ministro Gilmar Mendes, representando o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, destacou os diversos pontos da história do país em que a Casa teve papel decisivo, como na luta pelo fim da escravatura e na criação da Petrobras. Mais recentemente, essa atuação passou pela aprovação de leis que regulamentam a Constituição.

Fonte: Agência Senado

24 de fev. de 2015

Gilmar Mendes: reforma política é tarefa do Congresso e não do Judiciário - Senado

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e também vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou no Senado, nesta terça-feira (24), que as duas cortes estão sobrecarregadas pelo exame de questões político-eleitorais que são próprias da reforma política. Ele reconheceu que a reforma é urgente, mas ressaltou que o lugar do debate e da decisão é o Congresso Nacional.

Fonte: Agência Senado

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Gilmar Mendes?

É ministro do Supremo Tribunal Federal desde 2002 e o atual decano da corte, que presidiu entre 2008 e 2010.

Qual a idade de Gilmar Mendes?

Ele nasceu em 30 de dezembro de 1955, em Diamantino (MT).

Quem indicou Gilmar Mendes ao STF?

O presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002.

Gilmar Mendes tem partido?

Não. Ministros do STF não podem ter filiação partidária.

Onde Gilmar Mendes estudou?

Direito na UnB, com mestrado na UnB e mestrado e doutorado na Universidade de Münster, na Alemanha.

O que Gilmar Mendes fez antes do STF?

Foi procurador da República, subchefe jurídico da Casa Civil e advogado-geral da União.

Gilmar Mendes é o decano do STF?

Sim, é o ministro mais antigo em atividade na corte.

O que é o IDP?

É o Instituto Brasiliense de Direito Público, fundado por Gilmar Mendes em 1998 e que virou universidade em 2026.

Por que Gilmar Mendes soltou Daniel Dantas?

Em 2008, concedeu dois habeas corpus ao banqueiro por considerar a prisão desnecessária; o plenário referendou a decisão.

Qual a relação de Gilmar Mendes com o caso Master?

Anulou quebra de sigilo de um fundo ligado ao cunhado de Vorcaro e disse que o Master "mora na Faria Lima".

O que Gilmar Mendes decidiu sobre impeachment de ministros?

Em 2025, limitou por liminar quem pode pedir o impeachment de ministros do STF e depois reconsiderou parte da decisão.

O que Gilmar Mendes disse após a reeleição de Lula?

Que o respeito à vontade popular é o alicerce da democracia e que era tempo de união.

Gilmar Mendes presidiu o TSE?

Sim, inclusive no julgamento da chapa Dilma-Temer, em 2017.

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