Foto oficial de Marco Aurélio Mello

Marco Aurélio Mello

Magistrado, ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal

Biografia

Resumo biográfico

Marco Aurélio Mello é um magistrado brasileiro, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) por 31 anos, de 1990 a 2021. Foi presidente do STF, presidiu três vezes o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, antes, foi ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Nasceu no Rio de Janeiro em 12 de julho de 1946. Ficou conhecido como o ministro dos votos vencidos, por divergir com frequência da maioria, e por decisões polêmicas, como habeas corpus de grande repercussão. Desde a aposentadoria, é um dos ex-ministros mais ouvidos pela imprensa sobre o Supremo, com críticas frequentes à atuação da corte. Nas buscas, aparecem a idade, o parentesco com Fernando Collor e suas declarações recentes. Origem e formação Marco Aurélio Mendes de Farias Mello é filho do advogado alagoano Plínio Afonso de Farias Mello e sobrinho do senador Arnon de Mello, pai do ex-presidente Fernando Collor de Mello, de quem é primo, segundo a Wikipédia. Estudou nos colégios Souza Marques e Pedro II, no Rio, e formou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1973, onde também concluiu os créditos do mestrado em direito privado, em 1982. Justiça do Trabalho Depois de advogar para entidades de representantes comerciais, ingressou em 1975 no Ministério Público do Trabalho como procurador substituto. Em 1978, tornou-se juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio, pelo quinto constitucional. Em 1981, foi nomeado pelo presidente João Figueiredo ministro do TST, onde foi corregedor-geral da Justiça do Trabalho de 1988 a 1990. Lecionou no UniCeub e na Universidade de Brasília. Supremo Tribunal Federal Em maio de 1990, foi nomeado ministro do STF pelo primo, o presidente Fernando Collor, na vaga de Carlos Alberto Madeira. O Senado aprovou a indicação por 50 votos a 3, e ele tomou posse em 13 de junho de 1990. Em 1991, foi admitido na Ordem do Mérito Militar no grau de grande-oficial. Foi o 48º presidente do STF, de 15 de maio de 2001 a 15 de maio de 2003, sucedendo Carlos Velloso e antecedendo Maurício Corrêa. No TSE, foi presidente em 1996-1997, 2006-2008 e 2013-2014 e participou da informatização das eleições, com a urna eletrônica. Entre as decisões de maior repercussão, concedeu em 2000 habeas corpus ao banqueiro Salvatore Cacciola, do Banco Marka, que deixou o país e viveu foragido na Itália até ser preso em Mônaco, em 2007; Marco Aurélio afirmou que repetiria a decisão. Em 2013, foi o único ministro a votar contra a prisão do deputado Natan Donadon. Em dezembro de 2016, concedeu liminar que afastava Renan Calheiros da presidência do Senado, decisão que o senador se recusou a cumprir e que acabou revista pelo plenário. Em 2009, deu o voto mais longo no caso da quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa, a favor do recebimento da denúncia contra o ex-ministro Antonio Palocci. Em 2020, mandou soltar André do Rap, apontado como chefe do PCC, com base na regra do Código de Processo Penal que obriga a revisar a prisão preventiva a cada 90 dias. A decisão foi revertida horas depois pelo presidente do STF, mas o preso já havia deixado a cadeia e fugido. O caso abriu um amplo debate na comunidade jurídica. Em 13 de outubro de 2020, com a aposentadoria de Celso de Mello, tornou-se decano do STF. Aposentou-se em 12 de julho de 2021, ao completar 75 anos. Depois da aposentadoria Aposentado, Marco Aurélio dá entrevistas frequentes. Em 2025, defendeu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deveria ser julgado na primeira instância, e não no STF (Midiamax, 22/02/2025), e afirmou que o voto do ministro Luiz Fux "equilibrou" o julgamento da trama golpista (O Globo, 11/09/2025). Em novembro de 2025, defendeu benefício humanitário a Bolsonaro no cumprimento da pena (Valor Econômico, 23/11/2025). Em julho de 2025, disse ao Estadão (22/07/2025) que o STF vivia uma "extravagância" e criticou o "espírito de corpo" dos ministros que acompanham Moraes. Em maio de 2026, classificou como "retrocesso" a flexibilização da Lei da Ficha Limpa aprovada pelo Congresso: "O Parlamento claudicou ao promover a reforma da legislação eleitoral" (Correio Braziliense, 24/05/2026). Em agosto, criticou a quebra do sigilo da fonte de um jornalista no Maranhão, que, segundo ele, "não se coaduna com o Estado Democrático de Direito" (CNN Brasil, 15/08/2026). Em setembro de 2026, diante das revelações sobre mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes, disse que o Supremo vivia a "maior crise" de sua história republicana (O Livre, 04/09/2026) e que "o Supremo está sangrando" (GZH, 07/09/2026). À CNN Brasil, afirmou se arrepender de ter apoiado a indicação de Moraes à corte e defendeu a conduta do ministro André Mendonça. Explicou que não assinou a carta de ex-ministros ao presidente do STF, Edson Fachin, por respeito, e resumiu: "O melhor desinfetante é a luz do dia" (Jota, 08/09/2026). Em outubro de 2026, após o primeiro turno da eleição presidencial, declarou: "Minha tristeza com o atual tribunal é enorme. Todos ali estão de passagem" (PlatôBR, 07/10/2026). No segundo turno, criticou a decisão que prorrogou o horário de votação: "O Supremo não é protagonista, ele é responsável pela decência das leis", disse à Veja (25/10/2026). No fim do mês, afirmou que três ou quatro ministros do STF poderiam ser alvo de impeachment (4oito, 30/10/2026). Patrimônio Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Marco Aurélio Mello. Linha do tempo 1946: nasce no Rio de Janeiro, em 12 de julho. 1973: forma-se em direito pela UFRJ. 1975: ingressa no Ministério Público do Trabalho. 1978: torna-se juiz do TRT da 1ª Região. 1981: é nomeado ministro do TST. 1990: toma posse como ministro do STF, em 13 de junho. 1996: preside o TSE pela primeira vez. 2001: assume a presidência do STF, em 15 de maio. 2006: volta a presidir o TSE. 2013: preside o TSE pela terceira vez. 2020: torna-se decano do STF. 2021: aposenta-se, em 12 de julho. 2026: critica a condução da crise no STF.
Carreira

Trajetória

  1. 2020 — 2021
    Decano do STF

    Ministro mais antigo.

  2. 2013 — 2014
    Tribunal Superior Eleitoral (2013)

    Presidente.

  3. 2006 — 2008
    Tribunal Superior Eleitoral (2006)

    Presidente.

  4. 2001 — 2003
    Presidência do STF

    Presidente.

  5. 1996 — 1997
    Tribunal Superior Eleitoral (1996)

    Presidente.

  6. 1990 — 2021
    Supremo Tribunal Federal

    Ministro.

  7. 1988 — 1990
    Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho

    Corregedor-geral.

  8. 1981 — 1990
    Tribunal Superior do Trabalho

    Ministro.

  9. 1978 — 1981
    TRT da 1ª Região

    Juiz togado.

  10. 1975 — 1978
    Ministério Público do Trabalho

    Procurador do Trabalho substituto.

Na imprensa

Notícias de outros portais

30 de out. de 2026

Marco Aurélio de Mello critica prorrogação da votação: “Não há justificativa aceitável”

À Som Maior, ex-presidente do TSE também questionou decisões individuais e penas pelo 8 de Janeiro. O magistrado presidiu o Tribunal Superior Eleitoral por três biênios durante suas três décadas na alta corte. Eu passei pelo TSE quatro vezes, fui presidente em três. A partir do momento que se modificam as regras do jogo com o jogo em andamento, as consequências são nefastas", declarou. Mello ainda repreendeu o excesso de decisões monocráticas proferidas pela corte.

Fonte: 4oito

30 de out. de 2026

“Três ou quatro poderiam ser alvo de impeachment”, diz Marco Aurélio sobre ministros do STF

Ex-integrante do Supremo afirmou que a Corte precisa rever suas atribuições e retomar decisões. Durante a conversa, ele defendeu mudanças na estrutura do Judiciário, criticou decisões de ministros e afirmou que o Senado Federal deve analisar possíveis processos de afastamento. Com 31 anos de atuação no STF e aposentado desde 2021, Marco Aurélio avaliou que a Corte precisa recuperar sua função institucional e se aproximar novamente dos princípios que, segundo ele, devem orientar o trabalho dos ministros.

Fonte: 4oito

25 de out. de 2026

Prorrogação do horário de votação gera insegurança jurídica, diz Marco Aurélio Mello

Ex-ministro do STF concedeu entrevista ao vivo para a VEJA+TV na noite deste domingo, 25. A prorrogação do horário de votação do segundo turno de 2026, determinada inicialmente pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), gera insegurança jurídica, segundo Marco Aurélio Mello, que é ex-ministro da Suprema Corte. “O Supremo não é protagonista, ele é responsável pela decência das leis, que é a Constituição Federal.

Fonte: Veja

07 de out. de 2026

'Minha tristeza com o atual tribunal é enorme', diz Marco Aurélio Mello

Ministro aposentado do STF afirma que integrantes da corte estão "de passagem", e ressalta que a instituição é perene. "A única coisa que posso dizer é que minha tristeza com o atual tribunal é enorme." "Todos ali estão de passagem, como eu estive em 31 anos. Mas a instituição é perene." Receba em seu e-mail um resumo das nossas melhores apurações sobre o poder

Fonte: PlatôBR

18 de set. de 2026

Marco Aurélio Mello critica conduta de Dino em julgamento do Master no STF

Ministro aposentado da Corte fez uma análise da sessão realizada na última terça-feira, que classificou como "um dia triste para o Supremo". O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello fez uma avaliação da postura dos magistrados na sessão da Corte ocorrida na terça-feira (15). Além de falar da condução do presidente Edson Fachin, Mello fez críticas aos posicionamentos do ministro Flávio Dino em relação a Fachin.

Fonte: CNN Brasil

18 de set. de 2026

Marco Aurélio Mello recorda endosso a indicação de Moraes, mas critica atuação do ministro no STF

Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal recorda chegada de Moraes à Corte, mas critica a forma como o magistrado se comporta atualmente no tribunal. Em entrevista à Itatiaia nesta sexta-feira (18), o ministro aposentado e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, fez críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes na corte.

Fonte: Itatiaia

08 de set. de 2026

Marco Aurélio Mello à CNN: “André Mendonça procedeu como deveria proceder”

O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello afirmou. “Eu penso que está havendo uma inversão de valores. O ministro André Mendonça se defrontou com um relatório da PF (Polícia Federal) e procedeu como deveria, encaminhando à PGR (Procuradoria-Geral da República)”, declarou. O sigilo não se coaduna com os ares democráticos”, afirmou. I liked the straightforward style of this post and found it easy to go through from start to finish.

Fonte: Direito News

07 de set. de 2026

"O Supremo está sangrando": Marco Aurélio Mello fala sobre crise no STF

Ex-ministro comentou a troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes. Apresentadora do programa Timeline da Rádio Gaúcha e comentarista da RBS TV. A entrevista foi concedida ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha. Em uma primeira análise sobre a troca de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, Marco Aurélio afirmou: — Eu fiquei estarrecido, eu fiquei atônito. E aí veio a justificativa para aquele contrato fabuloso de honorários, né?

Fonte: Gzh

06 de set. de 2026

Marco Aurélio Mello se arrepende de ter apoiado indicação de Moraes ao STF

Ministro aposentado classificou como ‘seriíssimos’ os fatos revelados no caso Master e afirmou que o magistrado ‘vem errando a mão’. O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou, neste sábado, 5, que se arrepende de ter apoiado a indicação de Alexandre de Moraes para a Corte.

Fonte: Revista Oeste

05 de set. de 2026

Moraes vem errando a mão e isso é muito ruim, diz Marco Aurélio Mello à CNN

Ministro aposentado da Corte afirmou que defendeu ainda a atuação de André Mendonça em meio às revelações envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. O ministro aposentado do STF ( Supremo Tribunal Federal ) Marco Aurélio Mello disse, em entrevista à CNN neste sábado (5), que Alexandre de Moraes "vem errando a mão" na Suprema Corte. "Ele vem errando a mão, e isso é muito ruim.

Fonte: CNN Brasil

04 de set. de 2026

"Maior crise da história do STF", diz Marco Aurélio Mello sobre caso Master

Na entrevista concedida ontem, quinta-feira (3), Marco Aurélio Mello foi questionado por Lucas Bellinello, editor do O Livre, se o Supremo atravessa sua maior crise desde a Constituição de 1988 e o que deve ser feito para impedir que esse cenário se torne regra. O ex-ministro foi além do período mencionado na pergunta. Segundo ele, em 135 anos de história do Supremo no período republicano, nunca houve uma crise semelhante.

Fonte: O Livre

02 de set. de 2026

‘É o momento de as instituições atuarem’, diz Marco Aurélio Mello

Para o ex-ministro do STF, não é hora de ‘querer sangue’ e sim de apurar se mensagens reveladas indicam ajuda de Moraes a Vorcaro. As investigações da Polícia Federal sobre mensagens de celular enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro do STF Alexandre de Moraes revelam um tipo impensável de relacionamento entre um membro da Corte e alguém que é alvo de autoridades.

Fonte: Valor Econômico

15 de ago. de 2026

Marco Aurélio critica quebra do sigilo de fonte: “Muita preocupação”

Ex-ministro do STF afirmou que medida “não se coaduna com o Estado Democrático de Direito”. O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello criticou a quebra do sigilo da fonte de um jornalista no Maranhão e afirmou que vê o episódio com “muita preocupação”. Em entrevista à CNN, o ex-magistrado disse que a proteção ao sigilo é uma garantia prevista na Constituição e avaliou que afastá-la representa um risco à atividade jornalística.

Fonte: CNN Brasil

24 de mai. de 2026

Marco Aurélio Mello critica reforma da Ficha Limpa: "Parlamento claudicou"

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal afirma que alterações do Congresso enfraquecem a moralidade política e aponta falhas na aplicação das novas regras eleitorais. "O Parlamento claudicou ao promover a reforma da legislação eleitoral." A avaliação é do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Marco Aurélio Mello ao comentar, em entrevista ao Correio, a flexibilização da Lei da Ficha Limpa aprovada pelo Congresso Nacional.

Fonte: Correio Braziliense

23 de nov. de 2025

Ex-STF Marco Aurélio Mello defende benefício humanitário a Bolsonaro

Magistrado também afirma não ver justificativa para prisão preventiva do ex-presidente. O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Marco Aurélio Mello afirma que prisão preventiva deve ser uma medida de exceção e que não é justificável para o caso do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ao Valor, o magistrado defendeu que o ex-mandatário se enquadra nos critérios para uma pena humanitária por ter uma saúde debilitada.

Fonte: Valor Econômico

11 de set. de 2025

Marco Aurélio Mello, ex-ministro do STF, afirma que voto de Fux equilibrou julgamento de Bolsonaro

Para ele, voto que absolve o ex-presidente torna o julgamento técnico: 'voz única é péssima'. O ministro aposentado do STF e atualmente advogado, Marco Aurélio Mello, afirmou que o voto do ministro Luiz Fux — que absolveu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de todos os crimes imputados a ele na chamada trama golpista pela Procuradoria-Geral da República (PGR) — tornou o julgamento “equilibrado”. “O voto de Fux torna o julgamento técnico.

Fonte: O Globo

22 de fev. de 2025

Bolsonaro deveria ser julgado na 1ª instância e não no STF, diz Marco Aurélio Mello

Ex-ministro do STF defendeu que Jair Bolsonaro deveria ser julgado em primeira estância por ser cidadão comum. O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Marco Aurélio Mello, afirmou que Jair Bolsonaro deveria ser julgado na primeira instância judicial, e não pelo STF.

Fonte: Midiamax | Jornal de Campo Grande e Mato Grosso do Sul

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Marco Aurélio Mello?

É um magistrado carioca que foi ministro do STF de 1990 a 2021 e presidiu o STF e o TSE.

Qual a idade de Marco Aurélio Mello?

Nasceu em 12 de julho de 1946, no Rio de Janeiro, e tem 80 anos.

Marco Aurélio Mello é parente de Fernando Collor?

Sim, é primo do ex-presidente, que o nomeou para o STF em 1990.

Quando Marco Aurélio Mello se aposentou?

Em 12 de julho de 2021, ao completar 75 anos.

Marco Aurélio Mello foi presidente do STF?

Sim, de 15 de maio de 2001 a 15 de maio de 2003.

Quantas vezes Marco Aurélio presidiu o TSE?

Três: em 1996-1997, 2006-2008 e 2013-2014.

Por que Marco Aurélio é chamado de ministro do voto vencido?

Porque divergia com frequência da maioria do tribunal.

Onde Marco Aurélio Mello estudou?

Na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, onde se formou em 1973.

Marco Aurélio foi ministro do TST?

Sim, de 1981 a 1990, nomeado por João Figueiredo.

O que Marco Aurélio disse sobre a crise do STF em 2026?

Disse que é a maior crise da história republicana do tribunal e que "o Supremo está sangrando".

Marco Aurélio se arrependeu de apoiar Moraes?

Sim, disse em setembro de 2026 que se arrepende de ter apoiado a indicação.

Qual a decisão mais polêmica de Marco Aurélio?

Entre elas, o habeas corpus a Salvatore Cacciola, em 2000, e a liminar que afastava Renan Calheiros, em 2016.

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