Foto oficial de Luiz Fux

Luiz Fux

Ministro do Supremo Tribunal Federal

Em exercício desde 1995
Biografia

Resumo biográfico

Luiz Fux é um jurista, professor e magistrado brasileiro, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desde março de 2011. Presidiu o STF e o Conselho Nacional de Justiça entre 2020 e 2022 e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2018. Antes, foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) por dez anos e presidiu a comissão que elaborou o anteprojeto do Código de Processo Civil em vigor desde 2016. Em 2025, ganhou destaque ao votar pela absolvição de Jair Bolsonaro no julgamento da trama golpista. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Luiz Fux, quem o indicou ao STF, seu voto no julgamento de Bolsonaro, sua relação com o jiu-jítsu e a decisão sobre as bets. Origem e formação Luiz Fux nasceu no Rio de Janeiro, em 26 de abril de 1953, filho de judeus de origem romena exilados pela Segunda Guerra Mundial, e foi criado no bairro do Andaraí. Estudou no Colégio Liessin e no Colégio Pedro II. Formou-se em direito em 1976 pela então Universidade Estadual da Guanabara, hoje UERJ, onde concluiu o doutorado em direito processual civil em 2009 e é professor titular desde 1995, segundo a Wikipédia. Carreira Foi advogado da Shell do Brasil de 1976 a 1978, aprovado em primeiro lugar no concurso. De 1979 a 1982, atuou como promotor de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro. Em 1983, ingressou na magistratura fluminense, também em primeiro lugar, e foi juiz em comarcas como Niterói, Duque de Caxias e Petrópolis, além de titular da 9ª Vara Cível. Em 1997, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça do Rio. Em 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso o nomeou ministro do STJ, onde tomou posse em 29 de outubro de 2001. Em 2003, foi relator do caso que considerou a Tele Sena um título de capitalização, e não jogo de azar. Em 2005, foi admitido por Lula na Ordem do Mérito Militar. Em 2009, a revista IstoÉ revelou que o STJ pedia a companhias aéreas privilégios para amigos e familiares do ministro. É membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas desde 2008 e presidiu a comissão de juristas que concluiu em 2010 o anteprojeto do novo Código de Processo Civil. Supremo Tribunal Federal Em fevereiro de 2011, a presidente Dilma Rousseff o indicou para a vaga de Eros Grau. O Senado aprovou o nome por 68 votos a 2, e ele tomou posse em 3 de março de 2011. Em 2011, disse que "o povo votou errado" no referendo do desarmamento de 2005. Em 2012, a Folha revelou que, ao buscar apoio para a indicação, ele se reuniu com José Dirceu, réu do Mensalão. No TSE, votou em 2017 pela cassação da chapa Dilma-Temer e presidiu a corte eleitoral em 2018. Presidência do STF Fux tomou posse como presidente do STF em 10 de setembro de 2020, sucedendo Dias Toffoli, com Rosa Weber como vice (Migalhas, 10/09/2020). No discurso, disse que não admitiria agressões ao Supremo nem recuo no combate à corrupção (g1, 10/09/2020). Comandou a corte em meio a ataques ao Judiciário e pautou casos como o marco temporal indígena e a quebra de patentes (O Globo, 08/09/2022). Em fevereiro de 2022, disse que não havia espaço para "ações contra o regime democrático" (O Globo, 01/02/2022). A Folha avaliou que sua gestão deixou promessas não cumpridas e foi marcada por acenos corporativistas (10/09/2022). Em outubro de 2022, recebeu a insígnia da Ordem do Congresso Nacional (Agência Senado, 18/10/2022). Julgamento de Bolsonaro Em 10 de setembro de 2025, na Primeira Turma do STF, Fux leu durante quase 13 horas um voto de 429 páginas e votou pela absolvição de seis dos oito réus da trama golpista, entre eles Jair Bolsonaro (Migalhas e Jota, 10/09/2025). Foi o único voto divergente, e ministros apontaram contradições com as mais de 400 ações penais do 8 de janeiro em que ele havia acompanhado Alexandre de Moraes (O Globo, 11/09/2025). Em outubro, rebateu as críticas e disse não buscar "coerência no erro" (Valor, 21/10/2025). Pediu para deixar a Primeira Turma e passou a integrar a Segunda Turma (Jornal do Brasil, 28/11/2025). Em abril de 2026, mudou o voto e passou a absolver sete condenados pelo 8 de janeiro (CBN, 13/04/2026). Decisões em 2026 Em outubro de 2026, determinou que a área técnica do STF liberasse ao seu gabinete o acesso aos inquéritos das fake news e da trama golpista, conduzidos por Moraes (g1 e Jota, 08/10/2026). A decisão causou incômodo no tribunal (O Globo, 09/10/2026), e o presidente Edson Fachin negou o acesso imediato (Conjur, 10/10/2026). No plenário, protagonizou discussões com colegas, como uma troca de farpas com Cármen Lúcia sobre embargos, que ele chamou de "troca de afagos e gentilezas" (Migalhas, 21/10/2026), e disse, em julgamento sobre previdência complementar, que "mulheres não precisam de desigualações onde não há necessidade" (Migalhas, 29/10/2026). O jornal O Globo relatou que aliados de Flávio Bolsonaro cogitavam Fux para o Ministério da Justiça num eventual governo (11/10/2026). Fux é o relator das ações contra a medida provisória que proibiu as bets no país (Imirante, 02/10/2026). Manteve a proibição e convocou uma audiência pública para 3 de novembro, ampliada a pedido da AGU para incluir os ministérios da Saúde e da Justiça, clubes de futebol e 34 entidades (CNN Brasil, 26/10/2026; Canal MyNews, 02/11/2026). Obras e vida pública Fux pratica jiu-jítsu há mais de quatro décadas e é faixa coral de oitavo grau. Em outubro de 2026, deu uma aula da arte marcial no STF para crianças de projetos sociais (Folha e Correio Braziliense, 14/10/2026). Também toca guitarra. Em agosto de 2026, lançou o livro Racismo Estrutural nas Relações de Consumo, na Universidade Zumbi dos Palmares (Veja, 18/08/2026). Recebeu, entre outras honrarias, a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco e a Medalha Jerusalém de Ouro, ambas em 2020, e o Prêmio Jabuti na categoria direito. Patrimônio Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Luiz Fux. Linha do tempo 1953: nasce no Rio de Janeiro, em 26 de abril. 1976: forma-se em direito e entra na Shell. 1979: torna-se promotor de Justiça. 1983: ingressa na magistratura. 1997: é promovido a desembargador. 2001: toma posse no STJ. 2011: toma posse no STF, em 3 de março. 2018: preside o TSE. 2020: assume a presidência do STF. 2025: vota pela absolvição de Bolsonaro. 2026: relata as ações sobre a proibição das bets.
Carreira

Trajetória

  1. 2020 — 2022
    Presidente do STF e do CNJ
  2. 2018 — 2018
    Presidente do TSE
  3. 2011 — atual
    Supremo Tribunal Federal

    Ministro indicado por Dilma Rousseff.

  4. 2009 — 2010
    Comissão do Código de Processo Civil

    Presidente.

  5. 2001 — 2011
    Superior Tribunal de Justiça

    Ministro.

  6. 1997 — 2001
    Desembargador do TJ-RJ
  7. 1995 — atual
    Professor da UERJ

    Titular de direito processual civil.

  8. 1983 — 1997
    Juiz de direito

    Magistratura do Rio de Janeiro.

  9. 1979 — 1982
    Ministério Público do Rio de Janeiro

    Promotor de Justiça.

  10. 1976 — 1978
    Shell do Brasil

    Advogado.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Direito2026
Racismo Estrutural nas Relações de Consumo
Livro

Obra lançada em 2026.

Na imprensa

Notícias de outros portais

02 de nov. de 2026

Fux inclui Saúde e Justiça em debate sobre proibição das bets no Brasil - Canal MyNews

Fux convoca Saúde e Justiça para audiência no STF sobre a proibição das bets e seus impactos econômicos e sociais. Audiência pública no STF discutirá os impactos da medida provisória que proíbe as apostas online; decisão atende a pedido da Advocacia-Geral da União. O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), convocou representantes dos ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública para uma audiência pública sobre as apostas online, conhecidas como bets.

Fonte: Canal MyNews – Jornalismo Independente

30 de out. de 2026

Ministro do STF Luiz Fux participa de evento em Florianópolis pelos 15 anos do CEAP Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, participou do Legislativo Experience, realizado em Florianópolis, em comemoração aos 15 anos do CEAP Brasil (Centro de Estudos da Administração Pública). O evento reuniu lideranças políticas e representantes do Legislativo municipal para discutir temas relacionados à gestão pública. Durante sua participação, Fux abordou o papel do […].

Fonte: Santa Catarina em Pauta

29 de out. de 2026

"Mulheres não precisam de desigualações onde não há necessidade", diz Fux no STF

Durante julgamento sobre previdência complementar, ministro destacou que a CF prevê requisitos diferenciados para homens e mulheres nos regimes públicos, mas não impõe a mesma distinção aos planos. O ministro Luiz Fux, do STF, afirmou que a Constituição não obriga entidades de previdência complementar privada a estabelecer condições mais favoráveis às mulheres, embora preveja requisitos diferenciados para elas nos regimes públicos de previdência.

Fonte: Migalhas

26 de out. de 2026

Fux marca audiência para debater impactos econômicos da MP das bets

Entidades, associações, órgãos do governo e clubes de futebol vão se reunir no dia 3 de novembro no STF. Explica o que está em jogo, descomplica o juridiquês e revela bastidores dos tribunais e da política em Brasília. Passou por Estadão, Veja e Poder360 O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), marcou para a manhã do dia 3 de novembro uma audiência pública para debater os impactos econômicos da medida provisória que proibiu as empresas de apostas online, chamadas de bets.

Fonte: CNN Brasil

21 de out. de 2026

Cármen contesta Fux e ministro responde: "troca de afagos e gentilezas"

Durante julgamento no STF, ministra rebateu interpretação do colega sobre alteração do resultado via embargos. Durante sessão plenária do STF nesta quarta-feira, 21, ministra Cármen Lúcia reagiu a uma manifestação do ministro Luiz Fux sobre a possibilidade de alteração do resultado do julgamento que discutia a inclusão do ISS na base de cálculo do PIS e da Cofins. O episódio ocorreu após a Corte decidir deixar a análise da modulação dos efeitos da decisão para eventual julgamento de embargos de declaração.

Fonte: Migalhas

19 de out. de 2026

Passado o 2º turno, Fux deve decidir se MP das Bets vale ou não

Relator das ações que questionam a medida no STF, ministro definirá se mantém proibição de apostas on-line decretada por Lula. O magistrado é o relator das ações que contestam a norma baixada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e definirá se a suspensão das plataformas será mantida ou revogada antes do julgamento no plenário da Corte. Em 2 de outubro, Fux havia dado um prazo de 72 horas para que o governo prestasse informações sobre a proibição. A Advocacia Geral da União respondeu em 6 de outubro.

Fonte: Poder360

11 de out. de 2026

O plano de Flávio Bolsonaro para Fux com a sucessão do STF no horizonte

O plano de Flávio Bolsonaro para Fux com a sucessão do STF no horizonte. Informações exclusivas sobre política, economia, negócios, esporte, cultura. No núcleo duro de Flávio Bolsonaro sobe a estrela de Luiz Fux para ocupar o Ministério da Justiça (que seria desmembrado da Segurança Pública). Neste caso, Flávio anteciparia em mais de um ano uma das vagas que serão abertas no Supremo até 2030. A data-limite para aposentadoria de Fux no STF é abril de 2028.

Fonte: O Globo

10 de out. de 2026

Fachin nega a Luiz Fux acesso imediato ao Inquérito das Fake News

Presidente do STF aponta pendências na investigação e diz que pretende arquivar o caso após concluir a análise dos procedimentos. O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, negou nesta sexta-feira (9/10) o pedido do ministro Luiz Fux para consultar imediatamente a íntegra do Inquérito das Fake News. Em ofício ao colega, ele informou que o caso continua sob sigilo e que a liberação integral dos documentos depende da análise dos procedimentos ainda pendentes.

Fonte: Consultor Jurídico

09 de out. de 2026

A reação de Fux à reunião de Alexandre de Moraes com cúpula da PF que alarmou ala do STF

A reação de Fux à reunião de Alexandre de Moraes com cúpula da PF que alarmou ala do STF. Um episódio ocorrido na tarde de terça-feira foi o estopim da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Luiz Fux de pedir para acessar na íntegra os autos do inquérito das fake news e de outros três processos relacionados a ele: a reunião entre Alexandre de Moraes e os três principais dirigentes da Polícia Federal (PF), sobre a qual pouco se sabe, mas que deixou os ânimos na Corte em polvorosa.

Fonte: O Globo

08 de out. de 2026

Fux determina que área técnica do STF libere acesso aos inquéritos das fake news, da milícia digital e trama golpista

Luiz Fux determinou o acesso de seu gabinete a inquéritos sigilosos do STF sobre fake news e a trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O ministro Luiz Fux determinou nesta quinta-feira (8) que a área técnica do STF libere seu acesso a investigações sigilosas envolvendo Jair Bolsonaro e aliados. Os processos englobam inquéritos de fake news, milícia digital, trama golpista e falsificação de cartões de vacina.

Fonte: G1

03 de out. de 2026

Proibição das bets pode estar com dias contados; decisão está com Luiz Fux

Governo teme que ministro do STF atenda pedido do setor e derrube MP; 28,6 milhões de CPFs ainda têm saldo de R$ 1,45 bi nas plataformas. Integrantes do governo temem que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspenda a Medida Provisória nº 1.394/2026 e libere novamente as apostas on-line no país.

Fonte: Metrópoles

02 de out. de 2026

Luiz Fux assume relatoria no STF de ações contra proibição das bets

Luiz Fux é o relator no STF das ações que pedem a suspensão da proibição das bets, após entidades questionarem investimentos de R$ 30 milhões de empresas. BRASIL – O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), será o relator dos pedidos apresentados por entidades que representam o setor de apostas contra a medida provisória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que determinou a proibição das bets no Brasil.

Fonte: Imirante

18 de ago. de 2026

Em novo livro, Luiz Fux aborda o racismo estrutural nas relações de consumo no país

Obra foi lançada durante um evento na Universidade Zumbi dos Palmares. O ministro Luiz Fux, do STF, lançou seu mais novo livro, nesta segunda-feira, durante um evento na Universidade Zumbi dos Palmares. Racismo Estrutural nas Relações de Consumo é uma obra que oferece ao leitor o voto de Fux no julgamento histórico em que o STF reconheceu a existência de racismo estrutural no Brasil e a ocorrência de graves violações de direitos da população negra.

Fonte: Veja

13 de abr. de 2026

Fux volta atrás e muda voto para absolver sete condenados pelo 8 de janeiro

Fux, que anteriormente tinha votado pela condenação, afirmou que em uma análise mais detalhada das provas não permite sustentar a acusação contra o grupo. Fux volta atrás e muda voto para absolver sete condenados pelo 8 de janeiro Faltando apenas um voto para forma maioria e rejeitar os recursos contra condenação de 10 réus pelos ataques do 8 de janeiro, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, voltou atrás, alterou o voto para absolver 7 condenados.

Fonte: Cbn

28 de nov. de 2025

Edson Fachin aceita pedido, e Luiz Fux passa a compor a 2ª Turma do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, autorizou nesta quarta-feira (22) a transferência do ministro Luiz Fux para a 2ª Turma a partir da próxima semana. Fux havia pedido a transferência da 1ª Turma na terça (21). A previsão está no artigo 19 do Regimento Interno do STF, segundo o qual “o ministro de uma Turma tem o direito de transferir-se para outra onde haja vaga; havendo mais de um pedido, terá preferência o do mais antigo”.

Fonte: Jornal do Brasil

21 de out. de 2025

Fux rebate críticas após votar por absolver Bolsonaro e manda indiretas: 'não leram o voto que comentaram'

Ministro afirma que mudou de posição porque não busca 'coerência no erro'. O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez nesta terça-feira (21) uma defesa de suas próprias decisões no julgamento das ações sobre tentativa de golpe de Estado. Ao justificar as diversas mudanças de posicionamento, Fux afirmou que magistrados "não devem buscar coerência no erro". A declaração ocorreu no julgamento do núcleo quatro da trama golpista, grupo acusado de criar e disseminar desinformação.

Fonte: Valor Econômico

11 de set. de 2025

STF vê contradições em voto de Fux que absolve Bolsonaro da trama golpista

Ministros lembram que colega julgou mais de 400 ações penais envolvendo o 8 de janeiro, seguindo na maior parte delas a posição de Moraes. Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se mostraram surpresos com a posição adotada pelo ministro Luiz Fux de absolver o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de todos os crimes imputados a ele na trama golpista pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e com o uso de expressões como "choro dos perdedores" para classificar condutas do antigo mandatário após as eleições de 2022.

Fonte: O Globo

10 de set. de 2025

Fux vota durante quase 13 horas e absolve 6 dos 8 réus da trama golpista

1ª turma dá continuidade à análise da denúncia da PGR por tentativa de golpe em 2023. Nesta quarta-feira, 10, após quase 13 horas de leitura de voto, o qual foi exposto em 429 páginas, ministro Luiz Fux se posicionou, na 1ª turma do STF, pela absolvição de seis dos oito réus da chamada “trama golpista”, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: Migalhas

18 de out. de 2022

Ministro Luiz Fux recebe a insígnia da Ordem do Congresso Nacional pela atuação na presidência do STF - Senado

A mais alta honraria concedida pelo Poder Legislativo brasileiro foi entregue pelo presidente da Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em sessão solene realizada no Plenário do Senado Federal. Brasília – O Congresso Nacional agraciou, nesta terça-feira (18), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux com a insígnia da Ordem do Congresso Nacional, na classe Grã-Cruz, em reconhecimento ao trabalho realizado por Fux na Presidência da Suprema Corte, no biênio 2020/2022.

Fonte: Agência Senado

01 de fev. de 2022

Em discurso de abertura do STF, Fux diz que em 2022 não há espaço para 'ações contra o regime democrático'

Presidente da Corte pediu moderação e estabilidade durante o período eleitoral e criticou discursos de 'nós contra eles'. BRASÍLIA —  O ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), falou, nesta terça-feira, durante a sessão de abertura do ano judiciário, sobre os impactos de discursos de "nós contra eles" no ano eleitoral e pediu moderação e estabilidade. O ministro disse não haver mais espaço para "violência contra as instituições públicas".

Fonte: O Globo

10 de set. de 2020

Luiz Fux toma posse como presidente do STF; Rosa Weber é sua vice

Luiz Fux presidirá também o CNJ durante o biênio 2020/2022. Confira os discursos proferidos na posse do ministro Fux. O ministro Luiz Fux e a ministra Rosa Weber foram empossados na presidência e na vice-presidência do STF em sessão solene realizada no plenário físico do Supremo, nesta quinta-feira, 10. Ele foi eleito no dia 25 de junho para a presidência do STF, juntamente com a ministra Rosa Weber para o cargo de vice-presidente.

Fonte: Migalhas

10 de set. de 2020

Fux diz em discurso de posse que não admitirá agressão ao STF e recuo no combate à corrupção

Ministro assumiu presidência do STF no lugar de Toffoli. Fux também disse que Judiciário 'não hesitará' em tomar decisões a favor da democracia, das minorias e da liberdade. Ministro Luiz Fux toma posse como presidente do Supremo Tribunal Federal O ministro Luiz Fux afirmou nesta quinta-feira (10) que não admitirá agressão ao Supremo Tribunal Federal ( STF ) nem qualquer tipo de recuo no combate à corrupção no país.

Fonte: G1

08 de set. de 2020

Fux se despede da 1ª Turma antes de tomar posse como presidente do STF; Toffoli assumirá vaga

Ministro do STF desde 2011, Fux toma posse na quinta (10) como novo presidente do tribunal. No discurso, disse que Turma 'colocou o Supremo Tribunal no patamar que ele merecia'. Na quinta (10), o ministro tomará posse como novo presidente do STF. A Turma é composta pela ministra Rosa Weber (atual presidente, responsável por definir as datas dos julgamentos e conduzir as sessões) e pelos ministros Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

Fonte: G1

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Luiz Fux?

É ministro do STF desde 2011, presidiu a corte entre 2020 e 2022 e foi ministro do STJ.

Qual a idade de Luiz Fux?

Ele nasceu em 26 de abril de 1953, no Rio de Janeiro.

Quem indicou Luiz Fux ao STF?

A presidente Dilma Rousseff, em 2011, para a vaga de Eros Grau.

Como Fux votou no julgamento de Bolsonaro?

Votou pela absolvição de Bolsonaro e de outros cinco réus, em voto de quase 13 horas, em setembro de 2025.

Luiz Fux presidiu o STF?

Sim, de setembro de 2020 a setembro de 2022.

Fux luta jiu-jítsu?

Sim, pratica há mais de quatro décadas e é faixa coral de oitavo grau.

Fux vai decidir sobre as bets?

É o relator das ações contra a MP que proibiu as bets e convocou audiência pública para 3 de novembro de 2026.

Fux mudou de turma no STF?

Sim, passou da Primeira para a Segunda Turma no fim de 2025.

Onde Luiz Fux estudou?

Na atual UERJ, onde se formou em 1976 e fez doutorado em 2009.

Fux participou do novo Código de Processo Civil?

Presidiu a comissão de juristas que elaborou o anteprojeto, concluído em 2010.

O que Fux pediu sobre os inquéritos de Moraes?

Em outubro de 2026, pediu acesso integral aos inquéritos das fake news e da trama golpista; Fachin negou o acesso imediato.

Fux foi presidente do TSE?

Sim, em 2018.

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