Foto oficial de Rosa Weber

Rosa Weber

Ministra aposentada do STF e árbitra do Tribunal de Revisão do Mercosul

Em exercício desde 2024
Biografia

Resumo biográfico

Rosa Weber é uma magistrada brasileira, ministra aposentada do Supremo Tribunal Federal, onde atuou de 2011 a 2023 e foi presidente da Corte de setembro de 2022 a setembro de 2023. Gaúcha de Porto Alegre e oriunda da magistratura trabalhista, também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral de 2018 a 2020. Desde 2024, integra o Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Rosa Weber, o que ela faz hoje, quem a indicou ao STF, como foi o voto sobre o aborto, por que se aposentou e quem a substituiu. Origem e formação Rosa Maria Pires Weber nasceu em Porto Alegre em 2 de outubro de 1948 e tem 78 anos (Wikipédia). Passou em primeiro lugar no vestibular de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1967 e concluiu o curso em 1971, também em primeiro lugar, com a láurea acadêmica Professor Brochado da Rocha. Foi professora na Faculdade de Direito da PUC-RS entre 1989 e 1990. Antes da magistratura, trabalhou como auxiliar de protocolo do Ministério da Educação, assistente na Secretaria da Administração do Rio Grande do Sul e auditora-fiscal do trabalho na Delegacia Regional do Trabalho gaúcha (Wikipédia). Magistratura do Trabalho Rosa Weber entrou na magistratura em 1976, por concurso, como juíza do trabalho substituta. Em 1991, foi promovida a desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, no Rio Grande do Sul, que presidiu de 2001 a 2003. Em 2005, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicou ao Tribunal Superior do Trabalho, a partir de lista tríplice votada pelo próprio tribunal. O Senado aprovou o nome por 44 votos a 7, e ela tomou posse no TST em 21 de fevereiro de 2006 (Wikipédia; TRT4, 04/10/2023). Ao se aposentar do Judiciário, tinha 46 anos de magistratura (TRT4, 04/10/2023). Supremo Tribunal Federal Em 8 de novembro de 2011, a presidente Dilma Rousseff a indicou para a vaga da ministra Ellen Gracie, aposentada. Na sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, em 6 de dezembro de 2011, os temas incluíram união estável entre pessoas do mesmo sexo, nepotismo, mensalão e demarcação de terras quilombolas (Agência Senado, 06/12/2011). A comissão aprovou o nome por 19 votos a 3, e o plenário do Senado, por 57 votos a 14, com uma abstenção. Dois senadores questionaram o "notável saber jurídico" dela, enquanto aliados destacaram o currículo (Wikipédia). Ela tomou posse em 19 de dezembro de 2011, como a terceira mulher a integrar a Corte, depois de Ellen Gracie e Cármen Lúcia, e a primeira magistrada de carreira entre elas. Foi ministra do Tribunal Superior Eleitoral de maio de 2016 a maio de 2020 e presidiu a corte de 14 de agosto de 2018 a 25 de maio de 2020. Assumiu a presidência do TSE no dia anterior ao registro da candidatura de Lula, então condenado em segunda instância, num momento de pressão sobre a Justiça Eleitoral (Midiamax, 14/08/2018). Em outubro de 2018, a uma semana do segundo turno, defendeu a lisura do processo eleitoral e disse que a desinformação deve ser combatida dentro do processo legal, pois "a Justiça Eleitoral não combate boatos com boatos" (Estadão, 21/10/2018). Decisões marcantes Segundo a BBC News Brasil, a trajetória dela foi marcada por decisões importantes e controversas, como o voto que decidiu pela prisão de Lula em 2018 e a manifestação pela descriminalização do aborto em 2023, além de mudanças na dinâmica do tribunal, com regras que reduziram os pedidos de vista (BBC News Brasil, 27/09/2023). Em abril de 2021, suspendeu em liminar trechos de decretos do governo Jair Bolsonaro sobre porte e posse de armas (Agência Senado, 13/04/2021). Em outubro de 2021, pediu nova manifestação da PGR sobre o pedido para investigar Bolsonaro por aglomeração sem máscara, e disse que o parecer anterior gerava "alguma perplexidade" (O Globo, 01/10/2021). Em abril de 2022, arquivou o inquérito sobre prevaricação no caso Covaxin, em atendimento a recurso da PGR (CNN Brasil, 22/04/2022). Em maio e julho de 2022, encaminhou à PGR pedidos de investigação contra Bolsonaro por ataques ao sistema eleitoral (CartaCapital, 18/05/2022; O Globo, 20/07/2022). Em junho de 2022, arquivou a investigação contra o deputado Ricardo Barros na CPI da Covid (Migalhas, 18/06/2022). Em junho de 2023, votou pelo pagamento imediato do piso da enfermagem (Cofen, 26/06/2023). Presidência do Supremo Em 10 de agosto de 2022, Rosa Weber foi eleita presidente do STF e tomou posse em 12 de setembro, com a presença do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (Agência Senado, 12 e 13/09/2022). Na abertura do Ano Judiciário, em 1º de fevereiro de 2023, fez discurso em defesa da democracia contra os ataques de 8 de janeiro, falou em responsabilização com o "rigor da lei" e exaltou a harmonia entre os Poderes (IstoÉ Dinheiro/Reuters, 01/02/2023). Depois dos ataques às sedes dos Três Poderes, determinou o levantamento dos danos e afirmou que o prédio seria reconstruído (Estadão, 27/09/2023). Como presidente do Conselho Nacional de Justiça, lançou mutirões carcerários e escritórios sociais em estados como Goiás, Minas Gerais, Amazonas, Pará e Pernambuco, e entregou à Biblioteca Nacional exemplar da Constituição em nheengatu (Portal CNJ, 2023; Portal TJMG, 27/07/2023). Em março de 2023, recebeu o Diploma Bertha Lutz do Senado (Jornal do Brasil, 08/03/2023). Em abril de 2023, manteve com o ministro Edson Fachin a relatoria provisória de ação da defesa de Lula sobre o encerramento de processos da Lava Jato (CNN Brasil, 27/04/2023). Em julho de 2023, encaminhou à PGR pedido de investigação contra o deputado Zé Trovão por supostas ameaças a Lula (Gazeta do Povo, 31/07/2023). Aposentadoria e aborto Rosa Weber deixou a presidência do STF em 28 de setembro de 2023 e se aposentou em 30 de setembro, dias antes de completar 75 anos, idade da aposentadoria compulsória. Foi sucedida na presidência por Luís Roberto Barroso (Wikipédia). Em 27 de setembro de 2023, apresentou um balanço de 289 páginas sobre a gestão e disse que o Supremo segue "vigilante" na defesa da democracia (O Globo, 27/09/2023). Em 12 de setembro de 2023, liberou para julgamento a ADPF 442, ação do PSOL de 2017 que pede a descriminalização do aborto até a 12ª semana, da qual era relatora, e depois votou a favor (Jornal do Brasil, 12/09/2023). Em agosto de 2024, o STF negou, por 11 a 0, pedido da CNBB para anular esse voto, com base no voto do relator Flávio Dino, que herdou o processo (CartaCapital, 08/08/2024). Em novembro de 2026, Dino pediu informações a Fachin para analisar pedidos de anulação dos votos de Weber e Barroso no processo (Gazeta do Povo, 05/11/2026). Depois do Supremo Em 18 de março de 2024, ela aceitou a indicação do governo Lula para compor o Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul, na vaga de Ricardo Lewandowski, que assumiu o Ministério da Justiça (Folha de S.Paulo, 19/03/2024; Wikipédia). Em dezembro de 2024, visitou a administração do TRT do Rio Grande do Sul (TRT4, 18/12/2024). Em julho de 2026, o Itamaraty concedeu a ela passaporte diplomático, válido por cinco anos, por "interesse do país" (Gazeta do Povo, 10/07/2026). Estilo e imagem pública Conhecida como discreta e reservada, Rosa Weber não dava entrevistas, não participava de eventos patrocinados por empresas, não comentava julgamentos fora dos autos e não se reunia com figuras políticas, segundo a Wikipédia. A BBC News Brasil a descreveu como contraponto aos "ministros políticos" do Supremo. Em julho de 2023, Lula a promoveu à Grã-Cruz da Ordem do Mérito da Defesa e, em outubro, à Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco (Wikipédia). Patrimônio Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis. Linha do tempo 1948: nasce em Porto Alegre. 1971: formatura em Direito pela UFRGS. 1976: entra na magistratura trabalhista. 2006: toma posse no TST. 2011: assume no STF. 2018: presidente do TSE. 2022: presidente do STF. 2023: aposenta-se do Supremo. 2024: integra o Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul.
Carreira

Trajetória

  1. 2024 — atual
    Árbitra do Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul

    Indicação do governo Lula.

  2. 2022 — 2023
    Presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ

    Eleita em 10 de agosto de 2022.

  3. 2016 — 2020
    Ministra do Tribunal Superior Eleitoral

    Presidente do TSE de agosto de 2018 a maio de 2020.

  4. 2011 — 2023
    Ministra do Supremo Tribunal Federal

    Indicada por Dilma Rousseff, na vaga de Ellen Gracie.

  5. 2006 — 2011
    Ministra do Tribunal Superior do Trabalho

    Indicada por Lula; aprovada pelo Senado por 44 a 7.

  6. 1991 — 2006
    Desembargadora do TRT da 4ª Região

    Presidiu o tribunal de 2001 a 2003.

  7. 1976 — 1991
    Juíza do trabalho

    Entrou por concurso como juíza substituta.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Institucional2023
Reconstrução do prédio do STF
Obra

Retomada depois dos ataques de 8 de janeiro de 2023, determinada na presidência dela.

Justiça2023
Mutirões carcerários e escritórios sociais
Programa CNJ

Ações do CNJ em presídios e para egressos em vários estados.

Julgamento2023
Relatoria da ADPF 442
Ação sobre aborto

Liberou a ação para julgamento em 12 de setembro de 2023.

Cultura2023
Constituição em nheengatu
Publicação

Exemplar entregue à Biblioteca Nacional em agosto de 2023.

Na imprensa

Notícias de outros portais

05 de nov. de 2026

Dino pede informações para avaliar anulação de votos de Barroso e Rosa Weber sobre aborto

Entidades pedem anulação dos votos de Rosa Weber e Barroso na ação sobre a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino pediu nesta quarta-feira (4) esclarecimentos ao presidente da Corte, Edson Fachin, para viabilizar a análise dos pedidos de anulação dos votos dos ministros aposentados Rosa Weber e Luís Roberto Barroso no processo que discute a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

Fonte: Gazeta do Povo

10 de jul. de 2026

Itamaraty concede visto diplomático a Rosa Weber por "interesse do país"

Possibilidade é uma exceção à lista das autoridades que tem direito ao tratamento diferenciado. O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) concedeu um passaporte diplomático à ex-ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber. A concessão foi oficializada por meio de uma portaria assinada pelo chanceler Mauro Vieira e divulgada na edição desta sexta-feira (10) do Diário Oficial da União (DOU). O Regulamento de Documentos de Viagem foi atualizado em 2006 por um decreto do presidente Lula (PT).

Fonte: Gazeta do Povo

04 de out. de 2023

Oriunda do TRT-4, ministra Rosa Weber se aposenta após 46 anos de magistratura

Gaúcha de Porto Alegre, a magistrada encerrou seu período no STF e no serviço público após transmitir o cargo de presidente da Corte ao ministro Luís Roberto Barroso. A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber se aposentou após quase 47 anos dedicados à magistratura.

Fonte: Trt4

27 de set. de 2023

Rosa Weber deixa o STF após promover mudanças profundas na Corte e enfrentar desafio do golpismo

Citada pelos colegas como atenta a detalhes e com gestão integradora, ministra enfatizou sensibilidade e coragem até os últimos momentos na Corte. Na noite de domingo de 8 de janeiro, a presidente Rosa Weber, acompanhada por alguns assessores e pelos ministros Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso, que estavam em Brasília, chegou ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) destruído por vândalos. Lentamente, foi passando os olhos pelos estragos.

Fonte: Estadão

27 de set. de 2023

Rosa Weber se despede, entrega livro a ministros e diz que STF segue 'vigilante' na defesa da democracia

Após onze anos na Corte, ministra deixa presidência com mudanças institucionais e votos históricos. Pouco mais de um ano após virar presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber participa nesta quarta-feira de sua última sessão de julgamentos no plenário da Corte, após onze anos como ministra e 41 anos como magistrada. Em um balanço de 289 páginas sobre sua gestão entregue aos colegas, a ministra diz que o Supremo seguirá "vigilante" da defesa da democracia.

Fonte: O Globo

27 de set. de 2023

Rosa Weber: como ministra acabou com farra dos pedidos de vistas e foi contraponto a 'ministros políticos'

Ministra deixa a Corte em 2 de outubro; Lula sinaliza que não vai indicar uma mulher para a vaga. Avessa aos holofotes e à articulação política comuns a alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Rosa Weber deixou uma marca nada discreta em sua passagem pela Corte, que se encerra no dia 2 de outubro, quando ela completa 75 anos e é obrigada a se aposentar.

Fonte: BBC News Brasil

27 de set. de 2023

Rosa Weber se despede do Supremo e é aplaudida de pé pelos ministros da Corte

A magistrada afirmou que o STF é o pilar da democracia no país; ela faz 75 anos em outubro, data-limite para a aposentadoria. Em discurso de despedida, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, afirmou que a Corte é o pilar da democracia no país. Durante a sessão, Weber chorou e foi aplaudida de pé pelos demais ministros. A magistrada faz 75 anos em outubro, data-limite para a aposentadoria. O ministro Luís Roberto Barroso toma posse na presidência do STF nesta quinta-feira (28).

Fonte: R7

12 de set. de 2023

Rosa Weber libera para julgamento ação que pode descriminalizar o aborto até a 12ª semana

Presidente do STF já indicou a disposição de pautar a análise antes de sua aposentadoria, marcada para o fim de setembro. A menos de um mês para se aposentar, a ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento, nesta terça-feira (12), a ação que pretende descriminalizar o aborto até a 12ª semana de gravidez.

Fonte: Jornal do Brasil

27 de abr. de 2023

Rosa Weber mantém com Edson Fachin processo que encerrou ações da Lava Jato

Caso estava com Lewandowski, que se aposentou; políticos conseguiram suspender processos da operação. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, manteve com o ministro Edson Fachin a relatoria provisória de um processo na Corte em que foram encerradas ações penais e investigações da Lava Jato. O processo estava no gabinete de Ricardo Lewandowski, mas ficou sem relator depois da aposentadoria do magistrado.

Fonte: CNN Brasil

08 de mar. de 2023

Ministra Rosa Weber recebe Diploma Bertha Lutz no Congresso Nacional

Outras seis mulheres com atuação na luta pela igualdade de gênero foram agraciadas em sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, foi homenageada na manhã desta quarta-feira (8) com o Diploma Bertha Lutz, em sessão solene realizada no plenário do Senado Federal em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

Fonte: Jornal do Brasil

12 de set. de 2022

Com a presença de Pacheco, Rosa Weber assume presidência do Supremo Tribunal Federal - Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, participou da cerimônia de posse da nova presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber. Indicada em 2011 pela ex-presidente Dilma Rousseff, ela atuou na Justiça do Trabalho e foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral entre 2018 a 2020. Em seu discurso de posse, Rosa Weber ressaltou o compromisso do STF com a defesa da democracia. Transcrição O PRESIDENTE DO SENADO PARTICIPOU DA CERIMÔNIA DE POSSE DA NOVA PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

Fonte: Agência Senado

20 de jul. de 2022

Rosa Weber, do STF, será a relatora dos pedidos de investigação a Bolsonaro por novos ataques ao sistema eleitoral

Parlamentares de oposição querem enquadrar Bolsonaro no crime de "abolição violenta do Estado Democrático de Direito". A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), será a relatora do pedido feito por um grupo de dez deputados de oposição para que o presidente Jair Bolsonaro (PL) seja investigado em razão dos ataques sem provas que fez às urnas eletrônicas e à Justiça Eleitoral em encontro com embaixadores estrangeiros na segunda-feira.

Fonte: O Globo

18 de jun. de 2022

CPI da Covid: Rosa Weber arquiva investigação contra Ricardo Barros

Investigação preliminar teve início com base nas conclusões da CPI da Covid por suposta intermediação irregular de venda de vacinas. A ministra Rosa Weber, do STF, determinou o arquivamento de uma apuração preliminar instaurada contra o deputado Federal Ricardo Barros na Pet 10.058. A ministra atendeu a pedido da PGR, que não verificou indícios mínimos que justifiquem o prosseguimento da investigação criminal.

Fonte: Migalhas

18 de mai. de 2022

Rosa Weber manda para a PGR pedido de investigação contra Bolsonaro por ataques às urnas eletrônicas

Deputado de oposição acusou o presidente de crimes contra o Estado Democrático de Direito, previstos na nova Lei de Segurança Nacional. O objetivo do parlamentar é apurar as suspeitas sem provas que ele levantou em relação ao sistema eletrônico de votação usado no Brasil. Apenas depois da manifestação da PGR é que Rosa Weber vai analisar se dá prosseguimento ao processo ou não. Em geral, os ministros do STF seguem os posicionamentos da Procuradoria.

Fonte: CartaCapital

22 de abr. de 2022

Caso Covaxin: Rosa Weber atende a recurso da PGR e arquiva inquérito contra Bolsonaro

O inquérito investigava se Bolsonaro teria cometido crime de prevaricação ao supostamente saber de irregularidades no processo de aquisição das vacinas da farmacêutica Bharat Biotech. A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber atendeu nesta sexta-feira (22), ao recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) e decidiu arquivar o inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro sobre suposta prevaricação no caso da aquisição das vacinas Covaxin.

Fonte: CNN Brasil

13 de abr. de 2021

Oposicionistas apoiam decisão de Rosa Weber de suspender partes de decretos sobre armas - Senado

A decisão liminar da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender partes de quatro decretos presidenciais sobre porte e posse de armas de fogo repercutiu entre os senadores. Oposicionistas foram às redes sociais comemorar a decisão da magistrada e lamentar o que eles consideram omissão do Senado para tratar do assunto.

Fonte: Agência Senado

14 de ago. de 2018

Discreta, Rosa Weber assume TSE em meio a polêmica a respeito de candidatura de Lula

Seis anos depois de ingressar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a ministra Rosa Weber assume a presidência da corte nesta terça-feira (14) com um encontro marcado com a crise. No dia seguinte, o PT deverá registrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência. Militantes prometem cercar o TSE para dar massa. Militantes prometem cercar o TSE para dar massa e conteúdo político a um desafio à Justiça, particularmente ao tribunal comandado por Rosa.

Fonte: Midiamax | Jornal de Campo Grande e Mato Grosso do Sul

06 de dez. de 2011

Temas polêmicos marcam sabatina de Rosa Weber ao STF - Senado

União estável entre pessoas do mesmo sexo, nepotismo, mensalão, demarcação de terras de quilombolas. Questões polêmicas como estas, a maioria em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), marcaram a sabatina da ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, nesta terça-feira (6), na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A arguição foi motivada por sua indicação para o cargo de ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), na vaga aberta com a aposentadoria da ministra Ellen Gracie Northfleet. Esses temas foram levantados a partir de questionamentos sobre ativismo judicial (decisões do STF sobre assuntos ainda não regulados por lei) feitos pelos senadores Marta Suplicy (PT-SP), Luiz Henrique (PMDB-SC), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Aloysio Nunes (PSDB-SP) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Na avaliação da indicada, o Supremo tem agido com

Fonte: Agência Senado

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Rosa Weber?

Magistrada gaúcha, ministra aposentada do STF, onde atuou de 2011 a 2023, e presidente da Corte entre 2022 e 2023.

Qual a idade de Rosa Weber?

Nasceu em 2 de outubro de 1948, em Porto Alegre, e tem 78 anos.

Quem indicou Rosa Weber ao STF?

A presidente Dilma Rousseff, em 8 de novembro de 2011, na vaga de Ellen Gracie.

Quando Rosa Weber se aposentou do STF?

Em 30 de setembro de 2023, dias antes de completar 75 anos, idade da aposentadoria compulsória.

Quem substituiu Rosa Weber na presidência do STF?

Luís Roberto Barroso assumiu a presidência depois dela.

O que Rosa Weber faz hoje?

Integra o Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul desde 2024.

Rosa Weber presidiu o TSE?

Sim, foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral de 14 de agosto de 2018 a 25 de maio de 2020.

Onde Rosa Weber estudou?

Direito na UFRGS, onde se formou em 1971 em primeiro lugar da turma.

Qual foi o voto de Rosa Weber sobre o aborto?

Votou a favor da descriminalização até a 12ª semana na ADPF 442, em setembro de 2023.

Rosa Weber foi juíza do trabalho?

Sim. Foi juíza do trabalho desde 1976, desembargadora do TRT-4 e ministra do TST de 2006 a 2011.

Quantas mulheres já foram ministras do STF antes de Rosa Weber?

Duas: Ellen Gracie e Cármen Lúcia. Ela foi a terceira.

Qual o patrimônio de Rosa Weber?

Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis.

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