Foto oficial de Ricardo Lewandowski

Ricardo Lewandowski

Jurista e ministro aposentado do STF

Biografia

Resumo biográfico

Ricardo Lewandowski é jurista, advogado e professor, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), onde atuou de 2006 a 2023 e foi presidente entre 2014 e 2016. Foi ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Lula de fevereiro de 2024 a janeiro de 2026. Ficou conhecido por conduzir o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff no Senado, em 2016. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Ricardo Lewandowski, a saída do Ministério da Justiça, o contrato do escritório dele com o Banco Master e a relação com Daniel Vorcaro. Origem e formação Enrique Ricardo Lewandowski nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de maio de 1948, e tem 78 anos. É filho de pai polonês e mãe suíça, que imigraram para o Brasil depois da Segunda Guerra Mundial. É bacharel em Ciências Políticas e Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1971) e em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (1973). Fez mestrado (1980) e doutorado (1982) pela Faculdade de Direito da USP e mestrado em Relações Internacionais (1981) pela Fletcher School of Law and Diplomacy, da Tufts University, nos Estados Unidos. Formou-se oficial da reserva em 1967 e chegou ao posto de segundo-tenente. Em 1994, tornou-se livre-docente e, em 2003, professor titular de Teoria Geral do Estado na USP, onde lecionava desde 1978 e se aposentou em 2023 (Wikipédia). Advocacia, gestão pública e magistratura Exerceu a advocacia de 1974 a 1990. Foi secretário de Governo e de Assuntos Jurídicos de São Bernardo do Campo, de 1984 a 1988, e presidiu a Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), de 1988 a 1989. Em 11 de setembro de 1990, ingressou na magistratura como juiz do Tribunal de Alçada Criminal de São Paulo, pelo quinto constitucional da advocacia, e em 1997 foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Foi vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros de 1993 a 1995. Supremo Tribunal Federal (2006 a 2023) Lula o indicou ao STF em 2006, e ele tomou posse em 16 de março daquele ano, na vaga de Carlos Velloso. Foi ministro do Tribunal Superior Eleitoral de 2006 a 2012 e presidiu a corte de 2010 a 2012, quando garantiu a aplicação da Lei da Ficha Limpa. Foi vice-presidente do STF de 2012 a 2014 e presidiu o Supremo e o Conselho Nacional de Justiça de 2014 a 2016. Como presidente do STF, comandou em 2016 o processo de impeachment de Dilma Rousseff no Senado: decidiu separar a votação da perda do mandato e a da manutenção dos direitos políticos, e ela perdeu o cargo sem perder os direitos políticos. Em agosto de 2016, suspendeu uma sessão do Senado depois de uma discussão entre senadores (Folha Vitória, 25/08/2016). Aposentou-se em 11 de abril de 2023, e o JOTA listou dez momentos marcantes da passagem dele pela corte. Depois, voltou à advocacia e foi árbitro do Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul de julho de 2023 a janeiro de 2024. Ministério da Justiça (2024 a 2026) Em fevereiro de 2024, Lula nomeou Lewandowski ministro da Justiça e Segurança Pública, e a posse foi em 1º de fevereiro. Na gestão, discutiu ações de enfrentamento à corrupção ao lado do ministro da CGU, Vinícius Marques de Carvalho (Ministério da Justiça, 12/03/2024), foi ao Congresso apresentar as prioridades da pasta e defendeu a PEC da Segurança (Agência Câmara, 29/04/2025; Jovem Pan, 15/09/2025). Em agosto de 2025, o governo dos Estados Unidos suspendeu o visto dele, e a permissão foi liberada em 16 de setembro (R7, 16/09/2025). Em outubro de 2025, falou à imprensa sobre a megaoperação policial no Rio de Janeiro (R7, 28/10/2025) e recebeu o título de cidadão cearense da Assembleia Legislativa do Ceará (O Povo, 27/10/2025). Em dezembro de 2025, foi ouvido pela CPI do Crime Organizado, no Senado, e defendeu a cooperação nacional e internacional contra o crime (Agência Senado, 05 e 09/12/2025). Em 8 de janeiro de 2026, entregou a Lula a carta de demissão e disse sair por "razões de caráter pessoal e familiar" (g1, 08/01/2026). O Globo apontou intrigas, embate político e falta de verba entre os motivos (09/01/2026), e a saída foi oficializada em 9 de janeiro. Foi o 15º ministro a deixar o governo no terceiro mandato de Lula (Estadão, 09/01/2026). Em janeiro de 2026, disse que os crimes de 8 de janeiro são "impassíveis de indulto, graça ou anistia" (Valor Econômico, 08/01/2026). Banco Master Em 27 de janeiro de 2026, o g1 informou que o escritório de advocacia de Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Banco Master, de Daniel Vorcaro, por serviços de consultoria jurídica, em um contrato mantido depois de ele assumir o ministério em fevereiro de 2024, segundo a colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O contrato previa pagamentos de R$ 250 mil, e o deputado estadual Guto Zacarias (União-SP) acionou a Procuradoria-Geral da República para apurar a contratação (O Globo, 27/01/2026). Auxiliares de Lula disseram à CNN que não sabiam do contrato (CNN Brasil, 27/01/2026). No mesmo dia, a Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu que ele podia voltar a advogar sem quarentena, mas ficou impedido por seis meses de atuar em casos ligados ao Ministério da Justiça, à Polícia Federal, ao Cade e à ANPD; o colegiado considerou "inexistente" conflito de interesse (Valor Econômico e g1, 27/01/2026). Em abril de 2026, o TCU rejeitou investigar o contrato do Master com o escritório (Folha de S.Paulo, 13/04/2026). Em setembro de 2026, mensagens do celular de Vorcaro obtidas pela Polícia Federal mostraram que Lewandowski o convidou para a posse no ministério, em 1º de fevereiro de 2024 (O Globo, 28/09/2026), e que combinou de "beber um vinho e colocar o papo em dia" na casa do banqueiro, em 19 de novembro de 2024 (O Globo, 25/09/2026; Diário do Poder, 25/09/2026). A Folha de S.Paulo publicou um diálogo em que Vorcaro diz que precisava dar "algum caso" ao filho de Lewandowski para justificar um contrato (21/09/2026). Em outubro, o O Globo divulgou um vídeo de festa em que aparecem Paulo Gonet, Andrei Rodrigues, Lewandowski e Michel Temer (14/10/2026), e Lula respondeu sobre a relação do ex-ministro com Vorcaro (g1, 16/10/2026). Posições públicas Em junho de 2026, afirmou que a classificação de PCC e CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos seria um atentado à soberania e aumentaria o "custo Brasil" (CNN Brasil, 01/06/2026; JOTA, 01/06/2026) e que a separação de Poderes "não funciona mais" (Migalhas, 01/06/2026). Escreve artigos de opinião na Folha de S.Paulo, como "A era da pós-verdade e as eleições de outubro" (30/07/2026) e "O microfascismo como pandemia global" (28/10/2026). Em setembro de 2026, ficou fora do manifesto de ministros aposentados em apoio a Edson Fachin (CNN Brasil, 08/09/2026). Linha do tempo 1948: nasce no Rio de Janeiro, em 11 de maio. 1990: ingressa na magistratura paulista. 2006: toma posse no STF. 2014: assume a presidência do STF e do CNJ. 2016: preside o impeachment de Dilma Rousseff no Senado. 2023: aposenta-se do STF. 2024: assume o Ministério da Justiça e Segurança Pública. 2026: deixa o ministério; contrato do Master vem a público.
Carreira

Trajetória

  1. 2024 — 2026
    Ministério da Justiça e Segurança Pública

    Ministro no governo Lula.

  2. 2023 — 2024
    Mercosul

    Árbitro do Tribunal Permanente de Revisão.

  3. 2006 — 2023
    Supremo Tribunal Federal

    Ministro; presidente de 2014 a 2016.

  4. 2006 — 2012
    Tribunal Superior Eleitoral

    Ministro e presidente de 2010 a 2012.

  5. 2003 — 2023
    Universidade de São Paulo

    Professor titular de Teoria Geral do Estado.

  6. 1997 — 2006
    Tribunal de Justiça de SP

    Desembargador.

  7. 1990 — 1997
    Tribunal de Alçada Criminal de SP

    Juiz pelo quinto constitucional.

  8. 1988 — 1989
    Emplasa

    Presidente da empresa de planejamento metropolitano.

  9. 1984 — 1988
    Prefeitura de São Bernardo do Campo

    Secretário de Governo e de Assuntos Jurídicos.

  10. 1974 — 1990
    Advocacia

    Advogado militante.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Direito2016
Impeachment de Dilma Rousseff
Processo

Presidiu o julgamento no Senado em 2016.

Direito2010
Lei da Ficha Limpa
Decisão

Voto pela constitucionalidade e aplicação nas eleições de 2010.

Na imprensa

Notícias de outros portais

28 de set. de 2026

Lewandowski convidou Vorcaro para sua posse como ministro da Justiça, mostram mensagens

Lewandowski convidou Vorcaro para sua posse como ministro da Justiça, mostram mensagens. Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília Mensagens do celular de Daniel Vorcaro obtidas pela Polícia Federal mostram que o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski convidou o ex-banqueiro para sua posse no Ministério da Justiça, em 1º de fevereiro de 2024. O convite foi enviado no dia 31 de janeiro.

Fonte: O Globo

28 de set. de 2026

Ricardo Lewandowski convidou Vorcaro para cerimônia de posse como Ministro da Justiça de Lula: ‘conto com você’

Lewandowski convidou Daniel Vorcaro para sua posse no Ministério da Justiça e escreveu “Conto com você e Augusto na minha posse”. Publicado 28/09/2026 • 10:15 | Atualizado há 1 mês Mensagens encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro mostram que Ricardo Lewandowski o convidou para a cerimônia de posse como ministro da Justiça de Lula, realizada em 1º de fevereiro de 2024.

Fonte: Times Brasil | CNBC

25 de set. de 2026

Lewandowski se reuniu com Vorcaro para “beber um vinho e colocar papo em dia” quando era ministro, mostram mensagens

Lewandowski se reuniu com Vorcaro para “beber um vinho e colocar papo em dia” quando era ministro, mostram mensagens. Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília Mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro pela Polícia Federal revelam que o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Ricardo Lewandowski mantinha conversas frequentes com o ex-banqueiro no período em que esteve à frente da pasta da Justiça e Segurança Pública.

Fonte: O Globo

25 de set. de 2026

Lewandowski combinou vinho na casa de Vorcaro quando era ministro de Lula

Mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro pela Polícia Federal mostram que o então ministro da Justiça de Lula (PT), Ricardo Lewandowski, mantinha contato frequente com o ex-banqueiro do Banco Master no período em que ocupava o cargo. O diálogo mais revelador ocorreu em 19 de novembro de 2024. Vorcaro procurou Lewandowski para marcar um. Vorcaro procurou Lewandowski para marcar um encontro rápido em Brasília ou São Paulo.

Fonte: Diário do Poder - Poder, política e bastidores

18 de set. de 2026

Ex-ministro do STF, Lewandowski aponta inconstitucionalidade em opção salarial de Raquel Lyra

Parecer cita artigo da Constituição e decisões do STF para sustentar que opção pela remuneração de origem vale para prefeitos e vereadores. Ex-ministro do STF afirma que a Constituição limita a opção remuneratória a mandatos municipais. A situação de Raquel Lyra é questionada em ação popular apresentada na Justiça de Pernambuco. Parecer será apresentado no processo, mas não representa decisão judicial sobre o caso.

Fonte: Jamildo

09 de set. de 2026

Ricardo lewandowski diz não ter sido procurado para assinar o manifesto de ministros aposentados sobre a crise no stf

Lewandowski não foi convidado, ex-ministro não assinaria. O ex-presidente do stf Ricardo Lewandowski não foi procurado para assinar o manifesto de ministros aposentados da corte sobre a crise no supremo. O blog apurou que o ex-ministro soube do documento pela imprensa. Lewandowski imagina que não foi localizado por celular, já que viajou para uma área remota para descansar no feriado de 7 de setembro.

Fonte: Rede Brasil De Televisão

02 de jun. de 2026

Classificação de PCC e CV como organizações terroristas eleva “custo Brasil”, avalia Lewandowski

ANA MARIA CAMPOS, enviada especial Lisboa -Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública e ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski aponta uma preocupação importante a respeito da classificação das facções criminosas brasileiras, como Comando Vermelho e PCC, pelo governo dos Estados Unidos como organizações criminosas. O risco é econômico. “Os investidores estrangeiros terão muito mais cuidado para […].

Fonte: CB Poder |

01 de jun. de 2026

Lewandowski diz que separação de Poderes "não funciona mais"

Ex-ministro da Justiça afirmou que instituições concebidas no século XVIII precisam ser revisitadas diante dos desafios atuais. Repensar o funcionamento das instituições políticas contemporâneas, originadas de modelos concebidos no século XVIII. É o que defende o ex-ministro da Justiça e ministro aposentado do STF, Ricardo Lewandowski. Para ele, os modelos não respondem plenamente aos desafios atuais do Estado brasileiro.

Fonte: Migalhas

01 de jun. de 2026

Lewandowski: Decisão dos EUA sobre facções aumentará o Custo Brasil

Ex-ministro teme impacto financeiro da abordagem americana às facções criminosas, e avalia erro técnico da decisão. O ex-ministro da Justiça e ministro aposentado do STF, Ricardo Lewandowski, criticou em entrevista ao Congresso em Foco durante o Fórum de Lisboa a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas internacionais.

Fonte: Congresso em Foco

01 de jun. de 2026

Lewandowski defende integração federativa no combate ao crime organizado

Ex-ministro também afirmou que a advocacia lhe permite atuar em casos alinhados à sua visão constitucional e acadêmica. Em entrevista ao Migalhas durante o XIV Fórum de Lisboa, o ex-ministro da Justiça e do STF Ricardo Lewandowski defendeu o fortalecimento da cooperação entre os entes federativos no enfrentamento da criminalidade organizada, especialmente diante do caráter interestadual e transnacional assumido por essas organizações.

Fonte: Migalhas

01 de jun. de 2026

Lewandowski: classificação dos EUA sobre PCC e CV é atentado à soberania

Medida do Departamento de Estado americano começa a valer no próximo dia 5. O ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski afirmou nesta segunda-feira (1º) ser contra a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas internacionais. Para Lewandowski, isso acende um alerta no cenário político e jurídico do país.

Fonte: CNN Brasil

19 de mar. de 2026

Ricardo Lewandowski entrega carta de demissão a Lula

Icardo Lewandowski deixa o ministério nesta quinta-feira (8). icardo Lewandowski deixa o ministério nesta quinta-feira (8) Ricardo Lewandowski durante a Cerimônia em Defesa da Democracia, no Palácio do Planalto. Ainda não há definição de um substituto. Até o fim do mês, há previsão da saída de outros secretários do governo federal. Lewandowski assumiu o ministério em fevereiro de 2024, um ano depois de se aposentar do Supremo Tribunal Federal, em maio de 2023.

Fonte: Diário de Pernambuco

05 de mar. de 2026

Lewandowski diz que apesar de mudanças, texto aprovado traz ‘avanços importantes’

Ex-ministro da Justiça de Lula foi autor do texto original da proposta e destacou entre os pontos positivos a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública, o Susp. Autor do texto original da proposta de emenda à Constituição ( PEC ) da Segurança Pública, o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski afirmou que, apesar das mudanças realizadas pelos deputados, o texto aprovado pela Câmara ontem “traz alguns avanços importantes”.

Fonte: Valor Econômico

23 de fev. de 2026

Para Lewandowski, há normas suficientes para conduta de magistrados

Ex-ministro da Justiça diz que Loman, código de ética e controles já disciplinam a atuação dos magistrados, cabendo ao STF decidir sobre eventual norma adicional. Durante o II Congresso Ibero-brasileiro de Governança Global, o jurista e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil Ricardo Lewandowski concedeu entrevista à TV Migalhas e comentou a possibilidade de criação de um código de conduta específico para ministros do STF. Ao tratar do tema, afirmou que se trata de questão interna da Corte.

Fonte: Migalhas

27 de jan. de 2026

Comissão de Ética da Presidência libera Lewandowski de cumprir quarentena

Ex-ministro não poderá atuar em casos sob responsabilidade da PF por cerca de seis meses. A Comissão de Ética Pública da Presidência liberou o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski de cumprir quarentena após deixar o cargo na estrutura pública. Ligado à Casa Civil, o órgão julgou como “inexistente” qualquer tipo de conflito de interesse que o impeça de migrar para o setor privado.

Fonte: Valor Econômico

27 de jan. de 2026

Escritório de Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Banco Master por serviços de consultoria

O escritório de Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Banco Master em pagamentos que seguiram após sua posse como ministro da Justiça. O escritório de advocacia do ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Banco Master para prestação de serviços de consultoria jurídica. O contrato foi mantido mesmo depois que ele assumiu o cargo de ministro da Justiça, em fevereiro de 2024. A informação foi divulgada pela colunista Andreza Matais, do jornal "Metrópoles".

Fonte: G1

27 de jan. de 2026

Comissão de ética estabelece condições por 6 meses para Lewandowski voltar a advogar após deixar ministério

Ex-ministro consultou Comissão de Ética da Presidência após deixar o cargo, em janeiro deste ano. A Comissão de Ética Pública da Presidência (CEP) autorizou, com restrições, o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski a advogar após deixar o cargo, em janeiro deste ano. A decisão, à qual o blog teve acesso, estabelece limites à sua atuação profissional por seis meses.

Fonte: G1

27 de jan. de 2026

Governo diz que não sabia de contrato de Lewandowski com Banco Master

Ministros minimizam atuação de ex-ministro junto a banqueiro. Jornalista, poetisa, mulher nordestina, radicada em Brasília com passagem por SP. Informa sobre os bastidores do poder Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negaram à CNN que tinham conhecimento prévio sobre o contrato firmado pelo ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski e o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

Fonte: CNN Brasil

27 de jan. de 2026

Lewandowski ficará impedido de assessorar entidades privadas em casos da PF, Cade ou ANPD

Impedimento consta na decisão da Comissão de Ética Pública da Presidência, que liberou ex-ministro de ficar em quarentena. Ainda que tenha dispensado o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski de ficar em quarentena após deixar o comando da pasta, a Comissão de Ética Pública da Presidência optou por fazer algumas ressalvas em relação aos casos em que ele poderá atuar, junto ao setor privado, durante os próximos seis meses.

Fonte: Valor Econômico

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Ricardo Lewandowski?

É jurista e advogado, ministro aposentado do STF e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Lula.

Qual a idade de Ricardo Lewandowski?

Ele nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de maio de 1948, e tem 78 anos.

Quando Lewandowski foi ministro do STF?

De 16 de março de 2006 a 11 de abril de 2023, e presidiu a corte de 2014 a 2016.

Lewandowski presidiu o impeachment de Dilma?

Sim, em 2016, no Senado, como presidente do STF.

Por que Lewandowski deixou o Ministério da Justiça?

Na carta a Lula, citou "razões de caráter pessoal e familiar"; a saída foi oficializada em 9 de janeiro de 2026.

Lewandowski tem contrato com o Banco Master?

O g1 informou que o escritório dele recebeu R$ 5 milhões do banco por consultoria jurídica.

A Comissão de Ética investigou Lewandowski?

Ela o liberou da quarentena e o impediu por seis meses de atuar em casos ligados ao Ministério da Justiça, à PF, ao Cade e à ANPD.

Quem é Daniel Vorcaro?

É o dono do Banco Master, citado em mensagens obtidas pela PF que mencionam Lewandowski.

Lewandowski é professor?

Sim, foi professor titular de Teoria Geral do Estado na Faculdade de Direito da USP até 2023.

Onde Lewandowski estudou?

Fez graduação em São Bernardo do Campo, mestrado e doutorado na USP e mestrado em Relações Internacionais na Tufts University.

Lewandowski é filiado a partido?

Não: segundo a Wikipédia, nunca se filiou a um partido político.

Quando Lewandowski assumiu o Ministério da Justiça?

Tomou posse em 1º de fevereiro de 2024.

Perfis relacionados

Outros perfis