Foto oficial de Kassio Nunes Marques

Kassio Nunes Marques

Ministro do STF e presidente do TSE

Em exercício desde 2020
Biografia

Resumo biográfico

Kassio Nunes Marques é magistrado brasileiro, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desde novembro de 2020, por indicação de Jair Bolsonaro, e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde 12 de maio de 2026, cargo em que comandou as eleições de 2026. Antes, foi advogado, juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí e desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Kassio Nunes Marques, a formação, quem o indicou ao STF, as decisões à frente do TSE e a relação do nome dele com o caso Banco Master. Origem e formação Kassio Nunes Marques nasceu em Teresina (PI), em 16 de maio de 1972, e tem 54 anos. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) em 1994, especializou-se em processo e direito tributário pela Universidade Federal do Ceará em 2013, fez mestrado em direito constitucional pela Universidade Autônoma de Lisboa, em 2015, e doutorado em direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha, em 2020 (Wikipédia). Advocacia e magistratura Atuou como advogado de 1996 a 2011, nas áreas cível, trabalhista e tributária, e foi sócio do escritório Marques, Carvalho e Araújo Advogados Associados de 2001 a 2011. Foi conselheiro seccional da OAB do Piauí de 2007 a 2009 e suplente do Conselho Federal da OAB em 2010 e 2011. Em maio de 2008, tornou-se juiz do TRE-PI, indicado pelo Tribunal de Justiça para a vaga de advogado, e foi reconduzido em 2010. Em 12 de maio de 2011, assumiu o cargo de desembargador do TRF-1, nomeado pela presidente Dilma Rousseff pelo quinto constitucional, em lista sêxtupla da OAB. Foi vice-presidente do tribunal de 2018 a 2020 (Wikipédia). Indicação ao STF Nunes Marques conheceu Jair Bolsonaro no início de 2018, e os dois se aproximaram durante a campanha presidencial daquele ano. Em 30 de setembro de 2020, o presidente comunicou aos ministros do STF a intenção de indicá-lo para a vaga de Celso de Mello, escolha que a imprensa considerou uma surpresa, porque o nome dele não estava nas listas de cotados. Foi sabatinado pelo Senado em 21 de outubro de 2020 e aprovado no plenário por 57 votos a 10, com uma abstenção, depois de esclarecer divergências sobre o currículo apontadas pela imprensa (Wikipédia). Em 2023, passou a ser membro efetivo do TSE e, no STF, integra a Segunda Turma (CNN Brasil, 12/05/2026; Valor Econômico, 25/10/2026). Presidência do TSE (2026) Assumiu a presidência do TSE na noite de 12 de maio de 2026, em cerimônia com autoridades dos Três Poderes (CNN Brasil, 12/05/2026). Em 8 de junho, suspendeu a divulgação de pesquisa da AtlasIntel sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), a pedido do partido, por indícios de contaminação metodológica (g1, 08/06/2026). Em 13 de agosto, restabeleceu a filiação de Flávio ao PL e mandou excluir o vínculo com o partido Missão, o que liberou o registro da candidatura presidencial; a Polícia Federal investigaria as circunstâncias da filiação (g1, 13/08/2026). Em 17 de junho, foi sorteado relator de processo de Flávio contra Lula no STF (CNN Brasil, 17/06/2026). Em setembro de 2026, declarou-se impedido de participar do julgamento do STF sobre investigar Alexandre de Moraes por sua relação com Daniel Vorcaro, por ser presidente do TSE (BBC News Brasil, 15/09/2026). Em 28 de setembro, preparou reação a decisão de Flávio Dino que anulou ordem para remover posts e foi conversar com o presidente do STF, Edson Fachin (ND+, 28/09/2026). Em outubro, suspendeu liminar que autorizava o canal "Exército do Lula" no WhatsApp e mandou tirá-lo do ar até o registro no TSE, decisão tomada a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e criticada por tomar o lugar do corregedor (g1, 13/10/2026; O Globo, 11/10/2026). A BBC News Brasil listou críticas a decisões dele, e o Nexo apontou acenos ao bolsonarismo (15/10 e 14/10/2026); um deputado do PT pediu ao STF a investigação e o afastamento dele do comando do TSE (g1, 14/10/2026). Em 9 de outubro, ele e André Mendonça mandaram derrubar posts de Lula, Janja e aliados (O Globo, 09/10/2026). Em 13 de outubro, alertou campanhas para a alta de 200% na judicialização eleitoral (JOTA, 13/10/2026). Segundo turno Em 25 de outubro de 2026, dia do segundo turno, Cristiano Zanin prorrogou a votação por duas horas e Nunes Marques determinou que a prorrogação valia só para as urnas atingidas (Valor Econômico, 25/10/2026). Ele disse ter "toda a segurança" no processo, confirmou o resultado e ligou para os dois candidatos (g1 e Correio do Povo, 25/10/2026). Nos dias seguintes, afirmou que as eleições transcorreram "dentro da mais absoluta normalidade" (Jovem Pan, 28/10/2026) e que explicaria o processo "dentro do devido processo legal" (JOTA, 28/10/2026). Sistemas do TSE, segundo ele, estavam blindados contra fraudes (Poder360, 24/10/2026), e na manhã de 4 de outubro fez balanço de 1.121 urnas trocadas (Itatiaia, 04/10/2026). Em 3 de novembro, Gilmar Mendes criticou a condução do TSE, dizendo que "silêncios e hesitações não são neutros", sem citar Nunes Marques, e a Gazeta do Povo registrou o incômodo de Gilmar com a demora em prorrogar a eleição (Poder360 e O Globo, 03/11/2026; Gazeta do Povo, 03/11/2026). Bolsonaro e o caso Master Em outubro de 2026, ele disse que levaria ao plenário do STF o pedido de revisão criminal de Jair Bolsonaro depois do segundo turno e, em 28 de outubro, deu dez dias à PGR para opinar sobre a revisão da pena de 27 anos e três meses (Jornal do Brasil, 07/10/2026; JGB, 30/10/2026). Em 23 de outubro, atribuiu a divulgação de mensagens com menções ao seu nome no celular de Vorcaro a um "esforço" para afastá-lo do caso Master no STF (O Globo, 23/10/2026). Outras decisões e checagens Em agosto de 2026, restabeleceu os direitos políticos de um ex-senador em processo de revisão criminal (O Globo, 03/08/2026). Em maio de 2026, a agência Aos Fatos desmentiu a mensagem de que ele teria tornado Jair Bolsonaro elegível: o ex-presidente segue inelegível por três condenações, duas no TSE e uma no STF, e nenhum ministro pode derrubá-las sozinho (Aos Fatos, 19/05/2026). O JOTA descreveu a estratégia de discrição do STF no período, que deu holofote ao nome dele (JOTA, 16/10/2026), e o O Globo relatou o papel de Lulinha na aproximação entre ele e o presidente Lula (16/10/2026). Linha do tempo 1972: nasce em Teresina (PI), em 16 de maio. 2008: juiz do TRE-PI. 2011: desembargador do TRF-1. 2020: Bolsonaro o indica ao STF; Senado o aprova em 21 de outubro. 2023: membro efetivo do TSE. 2026: assume a presidência do TSE e comanda as eleições.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Presidência do TSE

    Comando das eleições de 2026.

  2. 2023 — atual
    Tribunal Superior Eleitoral

    Membro efetivo desde 2023.

  3. 2020 — atual
    Supremo Tribunal Federal

    Ministro indicado por Jair Bolsonaro.

  4. 2011 — 2020
    Trf-1

    Desembargador; vice-presidente de 2018 a 2020.

  5. 2008 — 2011
    Tre-Pi

    Juiz pela classe dos advogados.

  6. 2007 — 2009
    OAB do Piauí

    Conselheiro seccional.

  7. 1996 — 2011
    Advocacia

    Advogado nas áreas cível, trabalhista e tributária.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Justiça Eleitoral2026
Eleições de 2026
Processo eleitoral

Condução do primeiro e do segundo turno como presidente do TSE.

Na imprensa

Notícias de outros portais

03 de nov. de 2026

Gilmar faz crítica a Nunes Marques na condução do TSE

Decano do STF diz, sem citar o nome do colega, que "silêncios e hesitações não são neutros", numa referência ao que considerou demora da Justiça Eleitoral para agir no 2º turno quando houve suspeitas de ônibus parados. O magistrado disse que as instituições de Estado são maiores do que os integrantes que as ocupam e que a institucionalidade não deveria precisar ser resgatada a cada eleição.

Fonte: Poder360

03 de nov. de 2026

A cutucada de Gilmar Mendes em Nunes Marques sobre o trabalho da Justiça na eleição

Decano do STF diz que 'silêncios e hesitações não são neutros' em referência à demora do presidente do TSE em decidir sobre crise dos ônibus no dia da votação. O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), deu uma cutucada no seu desafeto Nunes Marques, hoje presidente do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), ao comentar o comportamento do Poder Judiciário durante as eleições nacionais, encerradas no último dia 25.

Fonte: Veja

03 de nov. de 2026

Sem citar Nunes Marques, Gilmar diz que TSE deve ter postura de ‘árbitro equidistante’

Ministro do STF afirma que colegiado garantiu a lisura das eleições de 2026 e critica silêncios e hesitações na condução do processo eleitoral. Sem citar o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou que “de quem está na condução do órgão que organiza o pleito espera-se a postura de árbitro equidistante que a Constituição supõe”. Segundo Gilmar, foi o colegiado do TSE que garantiu uma disputa dentro das regras.

Fonte: Jovem Pan

03 de nov. de 2026

Gilmar sinaliza incômodo com Nunes Marques por demora em prorrogar eleições

Sem citar nomes, ministro disse que "silêncios e hesitações não são neutros" e cobrou "postura equidistante". O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes usou suas redes sociais para sinalizar incômodo com a condução das eleições por seu colega de Corte, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques.

Fonte: Gazeta do Povo

03 de nov. de 2026

Sem citar Nunes Marques, Gilmar Mendes critica condução do TSE na eleição: 'Silêncio e hesitações'

Decano do STF cobra postura de 'árbitro equidistante' de quem preside órgão organizador do pleito. Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes criticou a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições deste ano. Em postagem no X, na madrugada desta terça-feira, o ministro destacou que o pleito de 2026 evidenciou a "antiga lição" de que as instituições de Estado "são maiores do que os membros que as ocupam".

Fonte: O Globo

01 de nov. de 2026

Bolsonaro aposta em revisão no STF para tentar anular condenação a 27 anos de prisão

Defesa do ex-presidente aposta em revisão criminal no STF para anular sua condenação de 27 anos, após a derrota de Flávio Bolsonaro e a reeleição de Lula; ministro Kassio Nunes Marques deu prazo para a PGR se manifestar. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aposta em uma revisão criminal em análise no Supremo Tribunal Federal (STF) para reverter a condenação de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Fonte: Itatiaia

30 de out. de 2026

Ministro Kassio Nunes Marques dá 10 dias à PGR para opinar sobre revisão da pena de 27 anos de Jair Bolsonaro

O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, concedeu dez dias para a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre a revisão criminal apresentada pela defesa de Jair Bolsonaro. Os advogados buscam reverter a condenação de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e alegam nulidades processuais. Após o parecer da PGR, o caso poderá ser encaminhado ao plenário do STF. Ainda não há data para o julgamento.

Fonte: Jornal Grande Bahia (JGB)

28 de out. de 2026

Kassio Nunes Marques defende normalidade das eleições após críticas de Flávio Bolsonaro

Presidente do TSE reafirma que pleito foi inclusivo e negou alegações de fraude. Após a declaração golpista do candidato à Presidência derrotado Flávio Bolsonaro (PL), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, divulgou nota em que afirma que as eleições do último domingo ocorreram dentro da mais absoluta normalidade e que foram as mais inclusivas da história da República brasileira.

Fonte: Tribuna do Agreste

28 de out. de 2026

‘Transcorreram dentro da mais absoluta normalidade’, diz Nunes Marques sobre as eleições

M nota, o presidente do TSE destacou que o pleito de 2026 doi o mais 'inclusivo' da história republicana brasileira. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou nesta quarta-feira (28) que as eleições brasileiras de 2026 “transcorreram dentro da mais absoluta normalidade”. O magistrado acrescentou que o pleito respeitou “os ditames legais e constitucionais”.

Fonte: Jovem Pan

25 de out. de 2026

Veja quem indicou o ministro Kassio Nunes Marques para o STF

(Texto atualizado em 27/10/26 para adequar o título ao teor do texto) O presidente do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) e ministro da segunda turma do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Kassio Nunes Marques, determinou que a prorrogação da votação do segundo turno por duas horas, decretada pelo ministro Cristiano Zanin anteriormente, só valerá para as urnas que ainda não foram fechadas após as 17h.

Fonte: Valor Econômico

25 de out. de 2026

DECISÃO 2026: TSE espera divulgar resultado das eleições entre 20h30 e 21h, diz Nunes Marques

Nunes Marques prevê que o resultado das eleições presidenciais seja conhecido entre 20h30 e 21h, seguindo o padrão histórico de apuração. Publicado 25/10/2026 • 14:25 | Atualizado há 1 uma semana O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou que o resultado das eleições presidenciais deve ser conhecido por volta das 20h30, seguindo o padrão observado em pleitos anteriores. Segundo ele, a apuração costuma ser concluída entre 20h30 e 21h.

Fonte: Times Brasil | CNBC

25 de out. de 2026

Presidente do TSE afirma que prorrogação da votação gerou dificuldades no processo eleitoral

Kassio Nunes Marques disse que determinação para ampliar votação até as 19h chegou após o encerramento oficial das urnas; denúncias de restrições no transporte de eleitores serão investigadas. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (25) que a decisão do ministro do STF Cristiano Zanin de ampliar a votação até as 19h provocou dificuldades no processo eleitoral.

Fonte: Portal AU Online

24 de out. de 2026

Sistemas do TSE estão blindados contra fraudes, diz Kassio Nunes Marques

Presidente da Corte atestou integridade dos programas de apuração na véspera do 2º turno das Eleições 2026. O procedimento atesta a integridade e a autenticidade dos programas que serão utilizados na recepção, transmissão e totalização dos votos do 2º turno das Eleições 2026. Durante a solenidade, o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, declarou que os sistemas estão “prontos, autênticos e blindados contra qualquer ingerência indevida”.

Fonte: Poder360

23 de out. de 2026

Kassio Nunes Marques aponta esforço para tirá-lo do processo sobre o Master

Presidente do TSE rebate suspeitas sobre o Banco Master e rejeita críticas sobre parcialidade. O magistrado sustentou não manter qualquer tipo de relação com o empresário e afirmou que enxerga uma articulação estruturada para afastá-lo do caso. Durante entrevista concedida ao jornal O Globo, o presidente da Corte Eleitoral desqualificou o teor dos trechos interceptados e rechaçou ilações sobre conduta inadequada ou recebimento de vantagens indevidas por parte de seus familiares.

Fonte: Brasil 247

23 de out. de 2026

Meta afirma ao TSE que canal Exército do Lula não viola políticas da empresa

De acordo com a Meta, a análise técnica constatou que não há violações às políticas da empresa. “A análise do canal à luz das diretrizes de canais consta da declaração técnica anexa que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador”, afirmou a plataforma.

Fonte: Portal do Marcos Santos

23 de out. de 2026

‘Há um esforço para me tirar do processo do Master’, diz Kassio Nunes Marques

Presidente do TSE afirma que informações sobre suposta participação em festa com garotas de programa são ‘recortes e retalhos’ e nega ter feito negócios ou trocado favores com Daniel Vorcaro. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, atribui a divulgação de mensagens com menções ao seu nome no celular de Daniel Vorcaro a um "esforço" para afastá-lo da análise do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: O Globo

20 de out. de 2026

Campanha de Flávio Bolsonaro volta a acionar Nunes Marques diretamente sobre ‘Exército de Lula’; PT contesta pedido

Flávio Bolsonaro pede que Nunes Marques obrigue a Meta a explicar o canal Exército do Lula, enquanto o PT contesta a validade da ação no TSE. A defesa de Flávio Bolsonaro acionou o ministro Kassio Nunes Marques sobre o canal 'Exército do Lula'. O caso do canal já é analisado pelo corregedor-eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. A campanha de Flávio iniciou a ação em 7 de outubro. Cueva derrubou a decisão inicial de Nunes Marques. O presidente do tribunal deu liminares sobrepondo-se ao corregedor 2 vezes.

Fonte: G1

16 de out. de 2026

Vorcaro coordenou "noitada" em tríplex para ministro Kassio Nunes Marques

Em resposta, Nunes Marques diz que "nunca trocou mensagens com Daniel Vorcaro e nem pediu nada ao banqueiro". Os relatos constam de reportagem publicada pela revista Piauí na quinta-feira (15). A publicação afirma ter tido acesso a 125 mensagens do celular do ex-dono do Banco Master e relata como foram os preparativos da "noitada" para o magistrado no triplex que mantinha no bairro do Itaim Bibi, zona sul de São Paulo. As mensagens fazem referência ao convidado como "KN", as iniciais do ministro.

Fonte: Diário de Pernambuco

16 de out. de 2026

O papel de Lulinha na aproximação entre Nunes Marques e Lula

O papel de Lulinha na aproximação entre Nunes Marques e Lula. Investigações criminais, bastidores do poder e a vida política de Brasília Ministros do Supremo Tribunal Federal ( STF ) colocam na conta do advogado-geral da União, Jorge Messias, a aproximação que Lula teve com Kassio Nunes Marques. O fato é que o magistrado indicado à Corte por Jair Bolsonaro contou com uma figura muito mais próxima de Lula para se relacionar com o presidente: seu filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Fonte: O Globo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Kassio Nunes Marques?

É ministro do STF desde 2020 e presidente do TSE desde 12 de maio de 2026.

Qual a idade de Kassio Nunes Marques?

Ele nasceu em Teresina (PI), em 16 de maio de 1972, e tem 54 anos.

Quem indicou Kassio Nunes Marques ao STF?

O presidente Jair Bolsonaro, em 30 de setembro de 2020, para a vaga de Celso de Mello.

Como foi aprovado no Senado?

Em 21 de outubro de 2020, o plenário o aprovou por 57 votos a 10, com uma abstenção.

Onde Kassio Nunes Marques estudou?

Formou-se em Direito pela UFPI, fez mestrado em Lisboa e doutorado em Salamanca.

O que Nunes Marques fazia antes do STF?

Foi advogado, juiz do TRE-PI e desembargador do TRF-1, nomeado por Dilma em 2011.

Quando ele assumiu a presidência do TSE?

Em 12 de maio de 2026.

Nunes Marques confirmou o resultado de 2026?

Sim, em 25 de outubro disse ter segurança no processo e ligou para os dois candidatos.

Por que Nunes Marques é criticado?

Críticos citam decisões no TSE, como a que tirou do ar o canal "Exército do Lula" a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro.

O que Gilmar Mendes disse sobre ele?

Em 3 de novembro de 2026, criticou a condução do TSE: "silêncios e hesitações não são neutros".

Nunes Marques é relator de pedido de Bolsonaro?

Sim, deu dez dias à PGR para opinar sobre a revisão criminal da pena de 27 anos e três meses.

Nunes Marques se declarou impedido no caso Master?

Em setembro de 2026, declarou-se impedido de julgar a investigação sobre Alexandre de Moraes, por ser presidente do TSE.

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