Foto oficial de Marcelo Bretas

Marcelo Bretas

Jurista e ex-juiz federal da Lava Jato no Rio

Em exercício desde 2023
Biografia

Resumo biográfico

Marcelo Bretas é jurista e ex-juiz federal, conhecido por comandar os processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, na 7ª Vara Federal Criminal, entre 2015 e 2023. Mandou prender o ex-governador Sérgio Cabral, o empresário Eike Batista e o ex-presidente Michel Temer. Foi afastado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023 e, em 3 de junho de 2025, punido com a aposentadoria compulsória, a pena máxima para magistrados. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Marcelo Bretas, por que ele foi punido pelo CNJ, a prisão de Temer, a situação dele na OAB, o que faz hoje e o que disse sobre as eleições de 2026. Origem e formação Marcelo da Costa Bretas nasceu em Nilópolis, na Baixada Fluminense, em 7 de julho de 1970, e tem 56 anos. Passou a maior parte da infância e da adolescência em Queimados, trabalhando com os pais em uma loja de bijuterias no Saara, mercado popular do Rio. Formou-se em 1994 na Faculdade de Direito da UFRJ (Wikipédia). Carreira como juiz Tomou posse como juiz federal da 2ª Região em 20 de novembro de 1997. Passou quinze anos em varas de Volta Redonda, Três Rios e Petrópolis, onde fez mestrado na Universidade Católica de Petrópolis, e passou quatro meses em Washington estudando o Judiciário federal americano. Assumiu a 7ª Vara Federal Criminal do Rio em 2015, e ganhou notoriedade no fim daquele ano, quando Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, enviou o caso da Eletronuclear ao Rio (Wikipédia; El País Brasil, 19/11/2017). Entrou em uma pré-lista da Associação de Juízes do Brasil para a vaga de Teori no Supremo. Em janeiro de 2017, autorizou a operação que prendeu Eike Batista, investigado por lavagem de dinheiro, e, em abril de 2017, a Operação Fatura Exposta, sobre desvio de R$ 300 milhões da saúde do Rio. Em 24 de maio de 2017, ouviu o ex-governador Sérgio Cabral na ação da Operação Calicute (O Globo, 24/05/2017). Em novembro de 2016, citou um versículo da Bíblia na decisão que autorizou a prisão de Cabral. Em novembro de 2017, deu entrevista ao El País em que disse que "a Lava Jato é eterna, doa a quem doer". Prisão de Temer Em 21 de março de 2019, decretou a prisão preventiva do ex-presidente Michel Temer, por suspeitas de corrupção na Lava Jato (BBC News Brasil, 21/03/2019). A decisão foi criticada por juristas e revertida em 25 de março de 2019 pelo desembargador Antônio Ivan Athié, do TRF-2 (Wikipédia). Controvérsias antes do afastamento Em 2018, a imprensa revelou que ele recebia auxílio-moradia mesmo sendo casado com outra magistrada que também recebia o benefício (Migalhas, 30/01/2018). Em 2019, a proximidade com o então governador Wilson Witzel foi alvo de críticas. Em setembro de 2020, o TRF-2 aplicou, por 12 votos a 1, pena de censura por ele ter participado de eventos públicos com Jair Bolsonaro e com o prefeito Marcelo Crivella, classificados como "autopromoção" e "superexposição" (JOTA, 17/09/2020). Em fevereiro de 2022, o ministro Gilmar Mendes entregou ao CNJ supostas provas contra Bretas, o que gerou bate-boca nas redes (Migalhas, 15/02/2022). Em agosto de 2021, a PGR disse que havia três delações premiadas envolvendo Bretas (Consultor Jurídico, 14/08/2021). Afastamento e aposentadoria compulsória Em 28 de fevereiro de 2023, o CNJ o afastou do cargo, por 12 votos a 3, e abriu processos para investigar a conduta dele. Ele era acusado de negociar acordos de delação com o Ministério Público Federal, combinar estratégias e orientar advogados, entre outras condutas (JOTA e Gazeta do Povo, 28/02/2023; Wikipédia). O prefeito Eduardo Paes também reclamou da atuação dele, por causa da eleição de 2018, e em julho de 2024 o STF anulou decisões de Bretas e mandou o processo contra Paes por caixa 2 em 2012 para a Justiça Eleitoral (Estadão, 03/07/2024). Em fevereiro de 2025, o CNJ prorrogou o afastamento por 90 dias e a OAB-RJ pediu a abertura de processo disciplinar contra ele por atuar como "coach" (CartaCapital, 24/02/2025; g1, 04/02/2025). Em 3 de junho de 2025, o CNJ, por unanimidade, o puniu com a aposentadoria compulsória em três processos disciplinares, por parcialidade, tentativa de negociar penas e pressão sobre investigados; o então presidente, ministro Luís Roberto Barroso, disse que o contexto fazia parecer que havia um "esquema extrajudicial" para produzir resultados (g1, 03/06/2025; Portal CNJ, 03/06/2025; Migalhas, 04/06/2025). O CNJ pediu à AGU que atuasse para cancelar os proventos dele (O Globo, 05/06/2025). O senador Sérgio Moro criticou a decisão em 18 de junho de 2025 (Estadão, 18/06/2025), e a PGR defendeu perante o STF a manutenção da punição, em 22 de julho de 2025 (Gazeta do Povo, 23/07/2025). Em fevereiro de 2026, o MPF abriu inquérito civil para apurar condutas dele como juiz (O Globo, 11/02/2026). OAB e advocacia Depois da punição, pediu inscrição na OAB, no Rio, em 18 de junho de 2025, e a OAB Nacional aprovou, por unanimidade, a abertura de processo para incluí-lo no Registro Nacional de Violações de Prerrogativas da Advocacia, o que poderia indicar inidoneidade moral (Folha de Pernambuco, 17/06/2025; Correio Braziliense, 16/06/2025). Em 19 de julho de 2025, cancelou o pedido de inscrição (Migalhas, 21/07/2025). Desde o afastamento, atua como coach jurídico, com cursos e palestras (Wikipédia). Em 2021, publicou o livro "A Privacidade e o Poder Investigatório", pela Editora Dialética. Política em 2026 Inelegível por oito anos, Bretas disse em outubro de 2025 que trabalharia "enfaticamente" por um candidato da direita em 2026 (Gazeta do Povo, 05/10/2025; O Globo, 04/10/2025). Em 8 de outubro de 2026, depois de decisão do TSE que abre caminho para a posse de Douglas Ruas (PL) como governador do Rio, ironizou Eduardo Paes com a frase "Perdeu, mané!" (O Globo, 08/10/2026). Patrimônio e vida pessoal Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis, e a vida pessoal e a família dele não constam deste perfil. Linha do tempo 1970: nasce em Nilópolis, em 7 de julho. 1997: toma posse como juiz federal. 2015: assume a 7ª Vara Federal Criminal do Rio. 2019: decreta a prisão de Temer. 2023: é afastado pelo CNJ. 2025: aposentadoria compulsória, em 3 de junho. 2026: MPF abre inquérito civil.
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — atual
    Coach jurídico

    Cursos e palestras sobre prática jurídica.

  2. 2021 — 2021
    Livro "A Privacidade e o Poder Investigatório"

    Publicado pela Editora Dialética.

  3. 2015 — 2023
    7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro

    Titular, responsável pelos casos da Lava Jato no Rio.

  4. 1997 — 2015
    Justiça Federal da 2ª Região

    Juiz federal em Volta Redonda, Três Rios e Petrópolis.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Livros2021
A Privacidade e o Poder Investigatório
Livro

Livro sobre os limites da interceptação telefônica, da Editora Dialética.

Na imprensa

Notícias de outros portais

08 de out. de 2026

Ex-juiz Marcelo Bretas festeja vitória de Ruas e ironiza Paes: 'Perdeu, mané!'

Punido pelo CNJ, ex-magistrado tem usado as redes para apoiar candidatos de direita. O ex-juiz Marcelo Bretas, que ganhou fama na Lava-Jato do Rio, festejou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que abre caminho para a posse de Douglas Ruas (PL) como governador do Rio. Bretas usou as redes sociais para ironizar a derrota do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD): "Perdeu, mané! Não amola!", escreveu, nesta quinta-feira.

Fonte: O Globo

28 de nov. de 2025

Conselho Nacional de Justiça expulsa Marcelo Bretas da magistratura por unanimidade

Por Isabel Cavalcante - A atuação do juiz Marcelo Bretas na “lava jato” do Rio de Janeiro foi abusiva e parcial. Dessa forma, Conselho Nacional de Justiça decidiu pela aposentadoria compulsória para o magistrado. Antigo titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Bretas foi julgado pelos abusos que praticou na filial fluminense da “lava jato”. Em pauta nesta terça-feira (3), estavam três processos administrativos disciplinares sobre o juiz, que está afastado do cargo desde 2023.

Fonte: Jornal do Brasil

05 de out. de 2025

Inelegível, Bretas diz que trabalhará “enfaticamente” por candidato da direita em 2026

Ex-juiz da Lava Jato do Rio está inelegível, mas pretende trabalhar como cabo eleitoral de candidatos da direita no estado e para a presidência. O ex-juiz federal Marcelo Bretas, que comandou a Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, anunciou que pretende voltar ao cenário político como cabo eleitoral nas eleições de 2026. O ex-magistrado está inelegível por oito anos após ser condenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por suposta conduta irregular dos processos.

Fonte: Gazeta do Povo

23 de jul. de 2025

PGR apoia aposentadoria compulsória de Marcelo Bretas

PGR afirma que decisão do CNJ contra Marcelo Bretas seguiu processo legal e não apresenta ilegalidades, defendendo sua manutenção pelo STF. A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou na terça-feira (22), parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo a manutenção da aposentadoria compulsória aplicada ao ex-juiz federal Marcelo Bretas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Fonte: Gazeta do Povo

21 de jul. de 2025

Ex-juiz Marcelo Bretas cancela solicitação de inscrição na OAB

O pedido inicial de inscrição havia sido protocolado em 18 de junho e ainda aguardava análise preliminar do da OAB/RJ. O ex-juiz Federal Marcelo Bretas, que foi aposentado compulsoriamente pelo CNJ em 2023, solicitou o cancelamento do pedido de inscrição como advogado na OAB, seccional do Rio de Janeiro. A decisão foi formalizada na sexta-feira, 19, antes que a entidade julgasse o mérito do requerimento.

Fonte: Migalhas

17 de jul. de 2025

Advogado que delatou o ex-juiz Marcelo Bretas é novamente suspenso pela OAB

Nythalmar Dias Ferreira Filho foi novamente punido pelo Conselho de Ética da OAB-RJ. Nythalmar Dias Ferreira Filho, o advogado conhecido por delatar o ex-juiz Marcelo Bretas — que liderou a Lava-Jato fluminense —, foi novamente punido pela Ordem dos Advogados do Brasil ( OAB -RJ) nesta quinta-feira. Em reunião do Conselho de Ética da seccional do Rio de Janeiro, os integrantes da comissão decidiram suspender o registro de Nythalmar por 30 dias. Esta é a segunda punição do tipo contra o criminalista.

Fonte: O Globo

18 de jun. de 2025

Sérgio Moro critica condenação de Marcelo Bretas à aposentadoria compulsória pelo CNJ

Conselheiros entenderam que agiu como ‘justiceiro’, em busca de ‘projeção’ e ‘autopromoção’ na condução da Lava Jato. O senador e ex-juiz Sérgio Moro (União-PR), responsável pela Operação Lava Jato, criticou nesta quinta-feira, 18, a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de condenar o juiz federal Marcelo Bretas à pena de aposentadoria compulsória.

Fonte: Estadão

16 de jun. de 2025

Marcelo Bretas, juiz da Lava-Jato punido pelo CNJ, pode ficar impedido de advogar

ANA MARIA CAMPOS Condenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à pena de aposentadoria compulsória, o juiz Marcelo Bretas, que atuou na Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro, pode ficar impedido de advogar. A OAB Nacional aprovou por unanimidade, nesta segunda-feira (16/6), a instauração de procedimento para inclusão de Bretas no Registro Nacional de Violações de Prerrogativas. A decisão foi […]. A decisão foi tomada durante sessão do Conselho Pleno da entidade.

Fonte: CB Poder |

05 de jun. de 2025

Punido pelo CNJ, Marcelo Bretas enfrenta resistência da OAB para restabelecer registro como advogado

Ex-titular da Lava-Jato no Rio deve ter que recorrer à Justiça caso queira voltar a advogar, após ter sido aposentado compulsoriamente; um dos processos disciplinares foi instaurado a partir de representação da ordem. Após ser condenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em três processos disciplinares, o ex-juiz federal da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, foi aposentado compulsoriamente e agora enfrenta obstáculos para retornar à advocacia.

Fonte: O Globo

05 de jun. de 2025

Após aposentadoria compulsória de Bretas, CNJ solicita à AGU que atue para cancelar salário e benefícios

Ofício foi recebido e ainda está em análise; punição inicial prevê o recebimento dos proventos proporcionais ao tempo de serviço. Após punir o ex-juiz da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, com aposentadoria compulsória, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encaminhou ofício à Advocacia-Geral da União (AGU) solicitando que a instituição atue judicialmente para cancelar os proventos do magistrado.

Fonte: O Globo

Sem imagem

04 de jun. de 2025

Marcelo Bretas, ex-juiz da Lava Jato no Rio, é condenado a aposentadoria compulsória

Bretas vai continuar recebendo a remuneração mensal de forma proporcional ao tempo em que exerceu a carreira. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que fiscaliza o Poder Judiciário, decidiu nesta terça-feira, 9, afastar definitivamente o juiz Marcelo Bretas da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio. Ele foi o responsável pelos processos derivados da extinta Operação Lava Jato em tramitação no Rio de Janeiro.

Fonte: Folha Vitória

04 de jun. de 2025

'Autoritarismo estatal': entenda decisão que levou juiz Marcelo Bretas a receber punição máxima do CNJ

Ex-juiz da Lava-Jato no Rio enfrentava três processos disciplinares e, entre os desvios apontados, estão conduta abusiva e parcial. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu na terça-feira, por unanimidade, punir com aposentadoria compulsória o juiz federal Marcelo Bretas, que conduzia os processos da Operação Lava-Jato no Rio. O CNJ analisou três processos administrativos disciplinares (PADs) instaurados contra Bretas, que está afastado do cargo desde 2023.

Fonte: O Globo

04 de jun. de 2025

CNJ aposenta compulsoriamente juiz Marcelo Bretas por abusos na Lava Jato

Plenário considerou que magistrado atuou com parcialidade, abusou de sua função e buscou protagonismo midiático. O plenário do CNJ aplicou a pena de aposentadoria compulsória ao juiz Federal Marcelo Bretas, do TRF da 2ª região, por irregularidades em sua atuação nos processos da Operação Lava Jato. A decisão foi tomada nesta terça-feira, 3, durante a 8ª Sessão Ordinária de 2025, realizada na sede do CNJ, em Brasília.

Fonte: Migalhas

03 de jun. de 2025

Parcialidade e ilegalidades: Bretas é aposentado compulsoriamente pelo CNJ

O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou pena de aposentadoria compulsória ao juiz federal Marcelo Bretas, do Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF-2), por irregularidades em sua atuação nos processos da Operação Lava Jato. O juiz estava afastado de suas funções desde fevereiro de 2023 pelo CNJ, enquanto eram apuradas as suspeitas […].

Fonte: Portal CNJ

03 de jun. de 2025

Por unanimidade, CNJ pune juiz Marcelo Bretas com aposentadoria compulsória, a mais grave das penas disciplinares

Bretas respondia a três processos no CNJ ligados à Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. Entre os desvios apontados estão tentativa de negociar penas, pressão contra investigados e direcionamento de acordo de colaboração premiada. Por unanimidade, o Conselho Nacional de Justiça puniu o juiz Marcelo Bretas com aposentadoria compulsória - a mais grave das penas disciplinares. Nesse caso, o magistrado se aposenta, mas continua recebendo salário.

Fonte: G1

25 de fev. de 2025

CNJ prorroga afastamento de Bretas, ex-juiz da Lava Jato, por 3 meses

Conselho analisa três PADs contra Marcelo Bretas por irregularidades em sua atuação como juiz durante a operação. O CNJ prorrogou por mais 90 dias os processos que visam a investigar Marcelo Bretas, juiz Federal do RJ que atuou na Lava Jato. O período passou a contar no último dia 2. O Conselho analisou três processos administrativos disciplinares contra Bretas de 14 a 21 deste mês, sob relatoria do conselheiro José Rotondano. Bretas está afastado de suas funções desde fevereiro de 2023 por desvio de conduta.

Fonte: Migalhas

24 de fev. de 2025

CNJ prorroga por mais 90 dias o afastamento de Marcelo Bretas

O juiz está afastado de suas funções por causa dos processos disciplinares que apuram supostas irregularidades na condução de processos na 7ª Vara Federal Criminal do TRF2. O período começou a contar no dia 2 de fevereiro de 2025. Bretas está afastado de suas funções há dois anos por causa dos processos disciplinares que apuram supostas irregularidades na condução de processos na 7ª Vara Federal Criminal do TRF2.

Fonte: CartaCapital

05 de fev. de 2025

CNJ recebe ação contra Bretas por crítica velada a decisão de Moraes

Reclamação aponta que ex-juiz teria manifestado posicionamento político em redes sociais e colocado em dúvida decisão sobre tentativa de golpe de Estado. O CNJ recebeu uma reclamação disciplinar contra o juiz Federal afastado Marcelo Bretas por publicações em redes sociais questionando, veladamente, decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre a prisão de suspeitos de envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado. O pedido foi feito pelo deputado Federal Marcelo Calero.

Fonte: Migalhas

04 de fev. de 2025

OAB do RJ vai ao CNJ contra 'coach' Marcelo Bretas

Entidade pediu a instauração de um Processo Administrativo Disciplinar para apurar se juiz federal tem comercializado cursos de coaching e mentorias. Ao g1, Bretas disse se tratar de um curso de extensão universitária e que a classificação 'coaching' é a apenas uma forma de tentar desqualificar o curso.

Fonte: G1

03 de jul. de 2024

STF anula decisões de Marcelo Bretas e manda processo contra Eduardo Paes para a Justiça Eleitoral

Segunda Turma do Supremo anulou decisões da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro e decidiu que denúncias contra o prefeito do Rio devem ser julgada no âmbito eleitoral. RIO – Em uma derrota do braço da Lava Jato no Rio de Janeiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as decisões do juiz Marcelo Bretas, ex-titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, em um processo em que o prefeito da capital fluminense Eduardo Paes (PSD) é acusado de caixa 2 na eleição municipal de 2012 e corrupção passiva.

Fonte: Estadão

28 de fev. de 2023

Relembre as polêmicas do juiz Marcelo Bretas, afastado pela CNJ

Magistrado responsável pela Lava-Jato do Rio será alvo de processo disciplinar. Afastado do cargo nesta terça-feira, o juiz Marcelo Bretas não chamou atenção apenas pelos rumorosos casos da Lava-Jato no Rio de Janeiro que julgou nos últimos anos. Afeito aos holofotes, o magistrado acumulou controvérsias e polêmicas também fora dos tribunais. Alvo de três reclamações disciplinares por sua conduta, Bretas agora irá responder um processo administrativo disciplinar (PAD).

Fonte: O Globo

28 de fev. de 2023

CNJ decide afastar Marcelo Bretas do cargo por desvio de conduta

O plenário ainda decidiu instaurar PAD contra o magistrado. Nesta terça-feira, 28, o CNJ decidiu afastar o juiz Federal Marcelo Bretas do cargo por desvio de conduta e instaurar PAD contra o magistrado. A decisão de instaurar o PAD foi unânime. Já o afastamento do cargo, foi p or maioria, vencidos os conselheiros João Paulo Santos Schoucair, Giovanni Olsson e Salise Monteiro Sanchotene. O CNJ analisou três ações contra o juiz. Com os casos estão sob sigilo, a sessão ao vivo foi interrompida.

Fonte: Migalhas

28 de fev. de 2023

CNJ afasta Marcelo Bretas, juiz da Lava Jato do Rio, em sessão secreta

Marcelo Bretas se tornou alvo da OAB após autorizar buscas contra advogados em 2020, em operação depois anulada por Gilmar Mendes, do STF. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (28), abrir um processo disciplinar e afastar do cargo o juiz federal Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Criminal do Rio de Janeiro e responsável pelos processos da Operação Lava Jato no estado.

Fonte: Gazeta do Povo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Marcelo Bretas?

Jurista e ex-juiz federal da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, onde conduziu a Lava Jato fluminense.

Qual a idade de Marcelo Bretas?

Nasceu em Nilópolis (RJ) em 7 de julho de 1970 e tem 56 anos.

Por que Marcelo Bretas foi punido?

Em 3 de junho de 2025, o CNJ o aposentou compulsoriamente em três processos, por parcialidade, tentativa de negociar penas e pressão sobre investigados.

O que é aposentadoria compulsória?

É a pena máxima para magistrados: ele se aposenta, mas continua recebendo proventos proporcionais ao tempo de serviço.

Marcelo Bretas mandou prender Temer?

Sim, em 21 de março de 2019; a prisão foi revertida em 25 de março pelo TRF-2.

Quem Marcelo Bretas mandou prender?

Entre outros, Sérgio Cabral, Eike Batista e Michel Temer.

Marcelo Bretas pode ser advogado?

Pediu inscrição na OAB-RJ em 18 de junho de 2025 e cancelou o pedido em 19 de julho, enquanto a OAB analisava processo que poderia apontar inidoneidade moral.

Marcelo Bretas é inelegível?

Sim, por oito anos, segundo a Gazeta do Povo, após a punição do CNJ.

O que Marcelo Bretas faz hoje?

Atua como coach jurídico, com cursos e palestras, e comenta política nas redes sociais.

Onde Marcelo Bretas estudou?

Direito, na UFRJ, em 1994, e mestrado na Universidade Católica de Petrópolis.

Quando o CNJ afastou Marcelo Bretas?

Em 28 de fevereiro de 2023, por 12 votos a 3.

Marcelo Bretas escreveu livro?

Sim, "A Privacidade e o Poder Investigatório", pela Editora Dialética, em 2021.

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