Foto oficial de Eduardo Paes

Eduardo Paes

Ex-prefeito do Rio de Janeiro

Biografia

Resumo biográfico

Eduardo Paes é um político carioca filiado ao PSD, prefeito do Rio de Janeiro por quatro mandatos e o mais longevo da história da cidade. Renunciou à prefeitura em 20 de março de 2026 para disputar o governo do estado e perdeu para Douglas Ruas (PL), declarado eleito no primeiro turno depois que a Justiça Eleitoral anulou os votos de Anthony Garotinho. O PSD ainda tenta, no STF, restabelecer o segundo turno. Foi vereador, deputado federal e secretário estadual antes de governar o Rio nas Olimpíadas de 2016. Aliado de Lula desde 2020, foi um dos principais cabos eleitorais do presidente no estado em 2026. Origem e formação Eduardo da Costa Paes nasceu em 14 de novembro de 1969, no Rio de Janeiro, e tem 56 anos. Formou-se em direito na PUC-Rio e fez especialização na UFRJ. Na juventude, fez figuração em novelas da TV Globo. É casado e tem dois filhos. Início na política (1993-2008) Começou na Juventude Cesar Maia e, aos 23 anos, foi nomeado pelo prefeito Cesar Maia, seu padrinho político, subprefeito da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, cargo que ocupou de 1993 a 1996. Ganhou o apelido de "síndico da Barra". Em 1996, foi eleito vereador pelo PFL com 82.418 votos, a maior votação do país para o cargo naquele ano. Em 1998, elegeu-se deputado federal com 117.164 votos. Passou pelo PTB entre 1999 e 2001, voltou ao PFL e foi secretário municipal de Meio Ambiente na gestão Cesar Maia, com quem rompeu um ano depois. Reeleito deputado federal em 2002, com 186.221 votos, filiou-se ao PSDB em 2003. Em 2006, disputou o governo do estado e teve pouco mais de 5% dos votos. No segundo turno, apoiou Sérgio Cabral (PMDB), que venceu e o nomeou secretário estadual de Turismo, Esporte e Lazer. Em outubro de 2007, entrou no PMDB a convite de Cabral para disputar a prefeitura. Prefeito do Rio nas Olimpíadas (2009-2016) Em 2008, venceu Fernando Gabeira (PV) no segundo turno com 50,8% dos votos válidos. Em 2012, foi reeleito no primeiro turno com 64,6%. Nos dois mandatos, preparou a cidade para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, com os corredores de BRT, a revitalização da zona portuária no projeto Porto Maravilha e a demolição do Elevado da Perimetral. Presidiu o C40, grupo de grandes cidades pela liderança climática. As obras também tiveram críticas. Um levantamento publicado em livro em 2015 contou mais de 65 mil pessoas removidas de casa entre 2009 e 2013, mais do que nas gestões de Pereira Passos e Carlos Lacerda somadas. Em março de 2016, grampos da Operação Lava Jato registraram Paes dizendo a Lula, ao comentar o sítio de Atibaia, que o ex-presidente tinha "alma de pobre". Na campanha de 2012, criticou a ligação de um assessor próximo com um miliciano, que chamou de "inadequada", e negou culpa por uma reunião com milicianos em 2009 sobre o transporte alternativo, cujos nomes tinham aparecido na CPI das Milícias da Assembleia. Na mesma campanha, ao ser questionado sobre a presença de bicheiros nas escolas de samba, respondeu: "Chato, é. Mas vou acabar com o carnaval?". Para sucedê-lo, apostou no secretário executivo de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Carvalho, então pouco conhecido, e repetiu a fórmula usada por Sérgio Cabral para eleger Luiz Fernando Pezão. Pedro Paulo, porém, não chegou ao segundo turno de 2016, e em dezembro daquele ano Paes passou a prefeitura a Marcelo Crivella (Republicanos). Fora do cargo e derrota em 2018 Em 2017, trabalhou para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com uma rotina de palestras e consultorias no exterior. Em dezembro de 2017, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio o declarou inelegível por oito anos, com o deputado Pedro Paulo, por abuso de poder no uso do plano estratégico Visão Rio 500, pago pela prefeitura, como plano de governo na campanha municipal de 2016. Em maio de 2018, o ministro Jorge Mussi, do TSE, suspendeu a inelegibilidade, que considerou "descabida", e Paes pôde disputar o governo pelo DEM. Perdeu o segundo turno de 2018 para Wilson Witzel, que sofreria impeachment em 2021. Volta à prefeitura (2021-2026) Em 2020, pelo DEM, voltou a disputar a prefeitura e venceu Marcelo Crivella no segundo turno com 64,07% dos votos. No primeiro turno tinha tido 37,01%. Entre os dois turnos, disse à VEJA que, se eleito, iria "trabalhar junto com o presidente" Bolsonaro. Já eleito, afirmou à Folha que não iria rivalizar com Bolsonaro e que faria "mais política" no novo mandato. Tomou posse em 1º de janeiro de 2021. Em 2021, entrou no PSD e se tornou o principal nome do partido no estado. Em 2022, articulou a aliança com o PDT e a candidatura de Rodrigo Neves ao governo, depois de semanas sem decidir entre Neves e o ex-presidente da OAB Felipe Santa Cruz. Cláudio Castro (PL) se reelegeu no primeiro turno. Em 2024, foi reeleito no primeiro turno com 1.861.856 votos (60,47%), contra 30,81% de Alexandre Ramagem (PL), candidato de Bolsonaro, e dividiu a vitória com Lula. Na festa da vitória, com o vice Eduardo Cavaliere, deu por encerrada a briga com Castro que marcou a campanha. Em 2 de janeiro de 2025, ultrapassou Cesar Maia como o prefeito que mais tempo governou o Rio, com 4.384 dias no cargo. No fim de 2024, ameaçou desapropriar dois hotéis abandonados ligados ao empresário Nelson Tanure, o Praia Ipanema e o Intercontinental, dias antes de a PF apreender o celular de Tanure numa operação. Em janeiro de 2025, assinou com o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, o documento da candidatura conjunta das duas cidades para sediar os Jogos Pan-Americanos de 2031, enviado ao Comitê Olímpico do Brasil. Processos Em setembro de 2020, a Justiça Eleitoral do Rio aceitou denúncia contra Paes por falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, com base em delações da Odebrecht. A defesa chamou a ação de interferência na eleição. Em maio de 2023, ele foi absolvido por falta de provas da acusação de ter recebido doação irregular de R$ 650 mil da empreiteira, porque os registros dos sistemas da Odebrecht foram declarados imprestáveis. Em julho de 2024, o STF anulou decisões da Lava Jato e enviou à Justiça Eleitoral as ações restantes sobre suposto caixa 2. Em novembro de 2021, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça encerrou, por 3 votos a 2, a investigação sobre supostas fraudes em obras da Olimpíada, por estar baseada apenas em delação. Em janeiro de 2020, o Tribunal de Justiça do Rio o absolveu na ação de improbidade sobre o cancelamento de R$ 1,4 bilhão em empenhos no fim de 2016. Eleição para o governo do Rio em 2026 Paes renunciou em 20 de março de 2026 e passou a prefeitura ao vice, Eduardo Cavaliere (PSD). Dias depois, o TSE cassou o governador Cláudio Castro (PL), que havia renunciado, e determinou eleição indireta na Assembleia Legislativa para o mandato-tampão. Paes criticou a decisão e disse que a "população deveria ter o direito de escolher". A direção do PSD informou que cumpriria a determinação. O estado passou a ser governado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto. Em 30 de junho, na pré-campanha, a Polícia Federal fez buscas na segunda fase da Operação Anáfora, que apura lavagem de dinheiro desviado da saúde. Entre os investigados estão o ex-prefeito de Duque de Caxias Washington Reis (MDB) e a irmã dele, Jane Reis, pré-candidata a vice na chapa de Paes. Washington disse ter entregado documentos à PF, e Jane afirmou não ser citada na investigação. A VEJA observou que Paes explorava nas redes os escândalos do grupo de Cláudio Castro, mas não comentava a operação contra a colega de chapa. Segundo a Folha, o acordo com o PSDB abriu espaço na prefeitura para um indicado do deputado federal Juninho do Pneu (PSDB). O deputado foi denunciado na Operação Legado, acusado de lavagem de dinheiro na compra de terrenos que pertenciam ao miliciano Adriano da Nóbrega. O ex-chefe de gabinete dele foi nomeado secretário municipal por Cavaliere. Paes liderou as pesquisas até a véspera. O último Datafolha, de 3 de outubro, dava a ele 46% dos votos válidos, contra 38% de Ruas. Na reta final, disse ter levado à PF informações de que uma candidatura adversária distribuía "dinheiro vivo". No primeiro turno, em 4 de outubro, Ruas, presidente da Assembleia Legislativa, teve 49,27% dos votos válidos e Paes, 42,76%, com 3.706.984 votos. Na capital, Paes venceu com 52,52%, contra 40,05% de Ruas, mas o percentual dele caiu em 44 das 49 zonas eleitorais em relação a 2024, principalmente em Campo Grande e Santa Cruz, e Ruas ganhou em nove delas. Foram 1.730.683 votos na cidade, 131.173 a menos do que na reeleição para prefeito. No dia da votação, mais de 204 mil eleitores fluminenses digitaram 13, o número de Lula, para governador, e esses votos foram anulados. Também naquele dia, fiscais do TRE encontraram em Nova Iguaçu panfletos com a foto de Paes e o número de Ruas, e o Ministério Público Eleitoral abriu investigação. O segundo turno dependia dos 274 mil votos de Anthony Garotinho (Republicanos). O TRE-RJ tinha indeferido o registro dele em 11 de setembro, e ele concorreu sob recurso. Em agosto, Paes já havia pedido ao TRE que barrasse os repasses do Fundo Partidário e do fundo eleitoral a Garotinho. Depois da votação, Garotinho desistiu do recurso, e em 6 de outubro a coligação de Paes pediu ao TSE que contasse os votos dele no primeiro turno, "pela integridade da eleição", para garantir o segundo turno. Em 8 de outubro, o TSE negou o registro por 5 votos a 2 e anulou os votos, o que deu a Ruas a maioria absoluta. No mesmo dia, o ministro Cristiano Zanin, do STF, negou o pedido da coligação de Paes para suspender a decisão. Paes reconheceu o fim da disputa: "A Justiça decidiu que não haverá 2º turno, contrariando a vontade soberana dos eleitores. E decisão judicial a gente respeita". O TRE-RJ declarou Ruas eleito em 10 de outubro. Em 14 de outubro, o diretório nacional do PSD apresentou ao STF uma ação pedindo que os votos de Garotinho fossem mantidos na base de cálculo e que houvesse segundo turno. Zanin é o relator. Dois dias depois, em vídeo com o deputado federal eleito Marcelo Freixo (PT), Paes voltou a admitir a derrota: "Infelizmente, não deu. Perdemos para essa turma, mas o tempo vai mostrar". Contou que passou três dias no sítio para "lamber as feridas" e disse que continuará a defender no estado as obras do governo Lula em mobilidade e saúde. Depois da reeleição de Lula, aliados dele lançaram nas redes o canal "Exército do Dudu", inspirado no "Exército do Lula" de André Janones, para pressionar o STF. A campanha atribuiu o resultado à nacionalização da disputa e ao domínio do crime organizado em parte do estado. Um estrategista disse à VEJA que a coação de eleitores e a compra de votos em áreas conflagradas distorceram a votação, e a queda foi maior na Zona Sudoeste, onde as milícias são fortes. Segundo O Globo, a derrota reforçou um padrão da política fluminense: desde a fusão dos estados do Rio e da Guanabara, só Marcello Alencar, em 1994, chegou ao Palácio Guanabara depois de comandar a capital. Paes nunca tinha disputado o governo em situação tão favorável. Vinha de mandatos bem avaliados, o PL acumulava desgastes e, com o governador interino vindo do Judiciário, o partido do adversário não tinha a máquina estadual. Entre o primeiro turno e a decisão do TSE, aliados avaliavam que a campanha "respirava por aparelhos" e discutiam distanciar Paes de Lula, diante da vantagem de Flávio Bolsonaro no estado. Por ter renunciado no segundo mandato consecutivo, Paes não pode disputar a prefeitura do Rio em 2028, segundo a Constituição e o entendimento do TSE. Patrimônio Na candidatura de 2026, declarou ao TSE bens no valor de R$ 378,4 mil, segundo os dados abertos da Justiça Eleitoral. Linha do tempo 1969: nasce no Rio de Janeiro, em 14 de novembro. 1993: torna-se subprefeito da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá. 1996: é eleito vereador com a maior votação do país. 1998: é eleito deputado federal e reeleito em 2002. 2008: é eleito prefeito do Rio pelo PMDB e reeleito em 2012. 2016: o Rio sedia os Jogos Olímpicos. 2018: perde a eleição para governador para Wilson Witzel. 2020: volta à prefeitura ao vencer Marcelo Crivella. 2024: é reeleito prefeito no primeiro turno. 2026: renuncia, disputa o governo do estado e perde para Douglas Ruas.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — 2026
    Candidato ao governo do Rio

    Renunciou à prefeitura em 20 de março de 2026 e perdeu no primeiro turno para Douglas Ruas (PL) após a anulação dos votos de Garotinho.

  2. 2021 — 2026
    Prefeito do Rio de Janeiro

    Venceu Marcelo Crivella em 2020 e foi reeleito pelo PSD em 2024, no primeiro turno, com 60,47%. Tornou-se o prefeito mais longevo da cidade.

  3. 2018 — 2018
    Candidato ao governo do Rio

    Pelo DEM, perdeu o segundo turno para Wilson Witzel.

  4. 2017 — 2017
    Consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento

    Trabalhou para o BID, com palestras e consultorias no exterior.

  5. 2009 — 2016
    Prefeito do Rio de Janeiro

    Eleito pelo PMDB em 2008 contra Fernando Gabeira e reeleito em 2012 com 64,6% dos votos válidos. Governou a cidade nos Jogos Olímpicos de 2016.

  6. 2007 — 2008
    Secretário estadual de Turismo, Esporte e Lazer

    No governo Sérgio Cabral, antes de se filiar ao PMDB para disputar a prefeitura.

  7. 2006 — 2006
    Candidato ao governo do Rio

    Pelo PSDB, teve pouco mais de 5% dos votos e apoiou Sérgio Cabral no segundo turno.

  8. 2001 — 2002
    Secretário municipal de Meio Ambiente

    Na gestão Cesar Maia, com quem rompeu em seguida.

  9. 1999 — 2007
    Deputado federal pelo Rio de Janeiro

    Eleito em 1998 com 117.164 votos e reeleito em 2002 com 186.221. Passou por PFL, PTB e PSDB.

  10. 1997 — 1998
    Vereador do Rio de Janeiro

    Eleito pelo PFL em 1996 com 82.418 votos, a maior votação do país para o cargo.

  11. 1993 — 1996
    Subprefeito da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá

    Nomeado aos 23 anos pelo prefeito Cesar Maia, seu padrinho político.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Gestão pública2016
Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016
Prefeitura do Rio

Paes governou a cidade-sede dos Jogos e da Copa do Mundo de 2014. Um levantamento de 2015 contou mais de 65 mil pessoas removidas de casa entre 2009 e 2013.

Urbanismo2016
Porto Maravilha
Revitalização da zona portuária

Projeto de revitalização da região do porto, com a demolição do Elevado da Perimetral.

Mobilidade2016
Corredores de BRT
Mobilidade urbana

Implantação dos corredores de ônibus de trânsito rápido, preparados para a Copa e as Olimpíadas.

Clima2013
Presidência do C40
Rede de grandes cidades pelo clima

Paes presidiu o grupo de grandes cidades pela liderança climática.

Esporte2025
Candidatura do Rio e de Niterói ao Pan 2031
Com o prefeito Rodrigo Neves

Em janeiro de 2025, os dois prefeitos fecharam o documento de candidatura conjunta enviado ao Comitê Olímpico do Brasil.

Ação judicial2026
Ação no STF pelo segundo turno no Rio
ADPF do PSD, outubro de 2026

O PSD pede que os 274.411 votos de Garotinho entrem no cálculo do resultado e que haja segundo turno entre Paes e Douglas Ruas. O relator é Cristiano Zanin.

Na imprensa

Notícias de outros portais

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Eduardo Paes?

Eduardo Paes é um político do PSD que foi prefeito do Rio de Janeiro por quatro mandatos, de 2009 a 2016 e de 2021 a 2026. Em 2026, disputou o governo do estado e perdeu.

Qual a idade de Eduardo Paes?

Ele nasceu em 14 de novembro de 1969, no Rio de Janeiro, e tem 56 anos.

Eduardo Paes ganhou ou perdeu a eleição para governador do Rio?

Perdeu. Douglas Ruas (PL) foi declarado eleito no primeiro turno, em 10 de outubro de 2026, depois que o TSE anulou os votos de Anthony Garotinho.

Quantos votos Eduardo Paes teve para governador em 2026?

Ele teve 3.706.984 votos, ou 42,76% dos votos válidos, contra 49,27% de Douglas Ruas. Com a anulação dos votos de Garotinho, Ruas passou a 50,88%.

Por que não houve segundo turno no Rio em 2026?

O TSE negou, por 5 votos a 2, o registro de Garotinho e anulou seus 274.411 votos, o que deu a Ruas mais da metade dos votos válidos. O ministro Cristiano Zanin, do STF, negou o pedido de Paes para suspender a decisão.

O PSD ainda tenta reverter o resultado no Rio?

Sim. Em 14 de outubro de 2026, o partido entrou no STF, com relatoria de Cristiano Zanin, para manter os votos de Garotinho no cálculo e realizar o segundo turno.

Eduardo Paes apoia Lula ou Bolsonaro?

Apoia Lula. Foi um dos cabos eleitorais do presidente no Rio em 2026 e dividiu com ele a vitória na eleição municipal de 2024.

Eduardo Paes foi condenado?

Não há condenação criminal contra ele. Foi absolvido em 2023 numa ação sobre doação da Odebrecht, e o STJ encerrou em 2021 a investigação sobre obras da Olimpíada.

Eduardo Paes já foi inelegível?

O TRE do Rio o declarou inelegível em 2017 pelo uso do plano Visão Rio 500 na campanha de 2016. Em 2018, o ministro Jorge Mussi, do TSE, suspendeu a decisão, e Paes voltou a disputar eleições.

Quantas vezes Eduardo Paes foi prefeito do Rio?

Quatro vezes: foi eleito em 2008, 2012, 2020 e 2024. Em janeiro de 2025, superou Cesar Maia como o prefeito que mais tempo governou a cidade.

Quem é o prefeito do Rio depois de Eduardo Paes?

O vice Eduardo Cavaliere (PSD), que assumiu a prefeitura quando Paes renunciou, em 20 de março de 2026.

Eduardo Paes pode ser candidato a prefeito em 2028?

Não. Como renunciou no segundo mandato consecutivo, uma nova candidatura em 2028 contaria como terceiro mandato, proibido pela Constituição.

Qual o partido de Eduardo Paes?

O PSD. Antes, passou por PV, PFL, PTB, PSDB, PMDB e DEM.

Eduardo Paes tem filhos?

Sim. Ele é casado e tem dois filhos.

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