Foto oficial de Eros Grau

Eros Grau

Jurista e ministro aposentado do STF

Em exercício desde 2004
Biografia

Resumo biográfico

Eros Roberto Grau é um jurista, advogado e professor brasileiro, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, onde atuou de 2004 a 2010. Doutor e professor titular de Direito Econômico da Universidade de São Paulo, é autor de obras sobre interpretação do direito, ordem econômica e planejamento, e foi o relator do julgamento da Lei da Anistia no STF. Nas buscas, as pessoas procuram quem é Eros Grau, a idade dele, o que ele decidiu sobre a Lei da Anistia, quando se aposentou do STF e o que ele faz hoje. Origem e formação Eros Roberto Grau nasceu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em 19 de agosto de 1940, e tem 86 anos (Wikipédia). Formou-se em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 1963, e advogou em São Paulo de 1963 até ser nomeado ao Supremo, em 2004. É doutor em Direito pela Faculdade de Direito da USP, com a tese "Aspectos Jurídicos do Planejamento Metropolitano", e tornou-se livre-docente em agosto de 1977. Em 1990, obteve o título de professor titular do Departamento de Direito Econômico da USP, e em 2009 passou a professor titular aposentado (Wikipédia). Foi professor em instituições como Unicamp, Mackenzie, UFMG, UFC e Fundação Getúlio Vargas, e professor visitante na Universidade de Montpellier, nos anos letivos de 1996-1997 e 1997-1998, e na Universidade Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), em 2003-2004 (Wikipédia). Segundo a Wikipédia, foi preso e torturado em 1972, durante a ditadura militar, por pertencer ao PCB. Foi consultor da bancada paulista na Assembleia Nacional Constituinte de 1988 e integrou a Comissão Especial de Revisão Constitucional em 1993 (Wikipédia; Estadão, 23/09/2018). Supremo Tribunal Federal Eros Grau foi nomeado ministro do STF em 15 de junho de 2004 e tomou posse em 30 de junho de 2004, na vaga do ministro Maurício Corrêa. Foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Wikipédia). Em maio de 2008, tomou posse como ministro do Tribunal Superior Eleitoral e renunciou ao cargo em 5 de maio de 2009 (Wikipédia). Em 28 de abril de 2010, como relator da ação da Ordem dos Advogados do Brasil que pedia a revisão da Lei da Anistia (ADPF 153), votou pela improcedência, e o voto foi acompanhado pela maioria do Plenário (O Globo, 28/04/2010; Wikipédia). A decisão manteve a anistia para os crimes políticos do período militar e foi criticada por juristas e acadêmicos, que a consideraram contrária a precedentes da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Wikipédia). Em 2019, em artigo, ele escreveu que um general que contestava o acórdão estaria afrontando a decisão do STF (Estadão, 16/09/2019). Em agosto de 2009, arquivou em definitivo o pedido de sete senadores para reabrir processos contra o então presidente do Senado, José Sarney (Veja, 31/08/2009). Em agosto de 2010, aposentou-se voluntariamente, às vésperas de completar 70 anos, e o decreto foi publicado em 2 de agosto de 2010 (Wikipédia). Em entrevista ao Estadão, publicada em agosto de 2010, criticou a Lei da Ficha Limpa, dizendo que ela "põe em risco o estado de direito", e recebeu críticas de juristas, enquanto outros advogados eleitorais concordaram com ele (Estadão, 04/08/2010). Em 25 de agosto de 2011, o STF o homenageou em sessão plenária, sem a presença dele (Migalhas, 26/08/2011). Depois do STF Desde que deixou a Corte, passou a dividir o tempo entre escritórios em São Paulo e Paris e a residência em Tiradentes (MG), dedicando-se a pareceres jurídicos e a uma coluna quinzenal no jornal "Diário de Santa Maria" (Valor Econômico, 14/11/2019). Em 2016, candidatou-se a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, na cadeira de Sábato Magaldi (Consultor Jurídico, 22/07/2016). Ocupa a cadeira 11 da Academia Paulista de Letras (Wikipédia). Nas entrevistas, tem criticado a atuação do Judiciário. Em fevereiro de 2018, no Fórum Estadão, afirmou que o Supremo virou um "grande espetáculo televisivo" e citou que 51% das decisões eram monocráticas (Estado de Minas, 27/02/2018). Em setembro de 2018, em entrevista ao Estadão, disse que o excesso de emendas transforma a Constituição em "colcha de retalhos" e que o STF havia falhado como Corte constitucional (Estadão, 23/09/2018). Em novembro de 2017, disse à TV Migalhas que "juízes são servos da lei" (Migalhas, 30/11/2017). Em dezembro de 2019, disse ao Globo que a prisão após condenação em segunda instância é "perfeitamente possível", mudando o entendimento que tinha como relator em 2009 (O Globo, 06/12/2019). Em abril de 2020, disse que, se verdadeiros, os fatos relatados por Sérgio Moro em seu pronunciamento fortaleceriam medidas judiciais em curso no STF (Seu Dinheiro, 24/04/2020). Em novembro de 2019, organizou livro sobre o militante Armênio Guedes (Valor Econômico, 14/11/2019). Em agosto de 2021, lançou em live do IAB o livro "Por que tenho medo dos juízes" (AMAERJ, 23/08/2021). Em setembro de 2026, em reportagem da Gazeta do Povo, criticou excessos do Supremo (Gazeta do Povo, 12/09/2026). Obra e literatura Ele se define como "um cara que faz literatura e também faz direito", e além dos pareceres escreve obras de ficção (Valor Econômico, 14/11/2019). Em novembro de 2019, organizou "Nosso Armênio" (Globo), livro de 33 artigos de amigos e admiradores do jornalista e militante Armênio Guedes (1918-2015), com textos de nomes como Elio Gaspari, Juca Kfouri e Aloysio Nunes (Valor Econômico, 14/11/2019). Entre os livros jurídicos dele estão "Planejamento econômico e regra jurídica" (1978), "Elementos de Direito Econômico" (1981), "Direito urbano" (1983), "A Constituinte e a Constituição que teremos" (1985), "Licitação e contrato administrativo" (1995), "O Estado, a Empresa e o Contrato", em coautoria com Paula Forgioni (2005), "A ordem econômica na Constituição de 1988" (17ª edição, 2015), "Ensaio e discurso sobre a interpretação/aplicação do direito" (2006) e "O direito posto e o direito pressuposto" (9ª edição, 2014). Também publicou "Por que tenho medo dos juízes", com edições em outros idiomas, e títulos literários como "Teu nome será sempre Alice e outras histórias" (2013) e "Paris, quartier Saint-Germain-des-Prés" (2007) (Wikipédia; AMAERJ, 23/08/2021). Prêmios e títulos Recebeu a Medalha Teixeira de Freitas, em 2003, e títulos de doutor honoris causa das universidades de Cergy-Pontoise (27/01/2009) e do Havre (02/07/2009), na França, da Universidad Siglo 21, de Córdoba (08/09/2005), e da Unisinos (19/10/2007). A Universidade Presbiteriana Mackenzie lhe concedeu o título de Doctor Scientiae et Honoris Causa em 22 de outubro de 2010 (Wikipédia). Visão sobre o Judiciário Em entrevista ao Estadão, em setembro de 2018, disse que a Constituição deveria ser mais concisa e defendeu uma grande reforma da estrutura jurídica do país, com "juízes aplicadores da lei, não de expansões pessoais". Afirmou que o STF virou tribunal de quarta ou quinta instância, comparou com a Corte constitucional francesa, que julga 80 ou 90 casos por ano, e disse que, nos Estados Unidos, a Corte escolhe quais processos julgar (Estadão, 23/09/2018). Em maio de 2019, na abertura de congresso do Tribunal de Contas de Minas Gerais, fez uma defesa do positivismo jurídico (TCE-MG, 24/05/2019). Patrimônio Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis. Linha do tempo 1940: nasce em Santa Maria (RS). 1963: forma-se em Direito pela Mackenzie. 1990: torna-se professor titular da USP. 2004: assume no STF. 2010: relator da Lei da Anistia e aposentadoria. 2019: lança livro sobre Armênio Guedes. 2021: lança "Por que tenho medo dos juízes".
Carreira

Trajetória

  1. 2010 — 2010
    Relator da ADPF 153 (Lei da Anistia)

    Voto pela improcedência em abril de 2010.

  2. 2010 — atual
    Parecerista e colunista

    Pareceres jurídicos e coluna no Diário de Santa Maria.

  3. 2008 — 2009
    Ministro do Tribunal Superior Eleitoral

    Renunciou em maio de 2009.

  4. 2004 — 2010
    Ministro do Supremo Tribunal Federal

    Indicado por Lula em 2004.

  5. 2004 — atual
    Cadeira 11 da Academia Paulista de Letras

    Membro.

  6. 1977 — 2009
    Professor de Direito Econômico da USP

    Titular desde 1990.

  7. 1963 — 2004
    Advogado em São Paulo

    Atuou até ser nomeado ao STF.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Livro2021
Por que tenho medo dos juízes
Livro

Livro sobre interpretação e aplicação do direito, lançado em 2021.

Livro2019
Livro sobre Armênio Guedes
Livro

Obra organizada em 2019 sobre o militante.

Livro1981
Elementos de Direito Econômico
Livro

Obra de 1981 sobre o direito econômico.

Na imprensa

Notícias de outros portais

12 de set. de 2026

Ex-professor de Moraes, Eros Grau critica excessos do Supremo

Ex-integrante da corte tem falado publicamente sobre os problemas no tribunal. Uma das vozes influentes a demonstrar preocupação com a crise no STF é a de um ex-ministro que também foi professor de Alexandre de Moraes, o integrante mais problemático da corte: a de Eros Grau. Em setembro de 2016, Grau disse à Gazeta do Povo que temia os juízes "porque eles vão além da moldura do texto [da lei]".

Fonte: Gazeta do Povo

23 de ago. de 2021

Ex-ministro Eros Grau lançará livro em live nesta quinta-feira (26)

Ao fim do webinar, promovido pelo IAB, dois exemplares da obra serão sorteados. O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Eros Roberto Grau lançará sua mais nova obra, “Por que tenho medo dos juízes (a interpretação/ aplicação do direito e os principios)”, na série de webinars “Saindo do prelo”. A live do IAB Nacional (Instituto dos Advogados Brasileiros) será nesta quinta-feira (26), às 17h.

Fonte: Amaerj

24 de abr. de 2020

Eros Grau: fatos relatados por Moro podem fortalecer medidas judiciais no STF contra Bolsonaro

"Se forem verdadeiros, os fatos relatados pelo juiz Sérgio Moro ensejarão o fortalecimento de medidas judiciais já em curso no Supremo". 🔴 DUAS AÇÕES DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODEM DOBRAR DE VALOR NA SUA CARTEIRA – CONHEÇA AQUI Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus. E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Fonte: Seu Dinheiro

06 de dez. de 2019

Prisão após 2ª instância é ‘perfeitamente possível’, diz ex-ministro do STF Eros Grau

Antes contrário à execução antecipada da pena, relator de julgamento de 2009 defende mudança por lei ordinária, sem alterar a Constituição. SÃO PAULO —Há pouco mais de dez anos, quando houve a primeira decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contrária à possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, o relator do caso, o então ministro Eros Roberto Grau, foi enfático ao dizer que era proibida a execução da pena antes de esgotados todos os recursos.

Fonte: O Globo

14 de nov. de 2019

Eros Grau, ex-ministro do Supremo, lança livro sobre o militante Armênio Guedes

Para ex-ministro do STF Eros Grau, que organiza livro sobre o militante Armênio Guedes, há risco de retorno aos tempos da ditadura. Desde que deixou o Supremo Tribunal Federal (STF) em 2010, o jurista Eros Grau divide o tempo entre seus escritórios em São Paulo e Paris e sua residência em Tiradentes, interior de Minas. Aos 79 anos, dedica-se sobretudo a produzir pareceres jurídicos.

Fonte: Valor Econômico

16 de set. de 2019

A ameaça de um general à Lei de Anistia

Eros Grau diz que ação de Rocha Paiva afronta decisão do Supremo sobre a legislação. O general Luiz Eduardo Rocha Paiva decidiu afrontar o acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei de Anistia. É o que afirma Eros Grau, ex-ministro da Corte com o peso da autoridade que lhe conferiu o fato de ter sido o relator do julgamento em 2010 que manteve a legislação e impediu que o “herói de Jair Bolsonaro”, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, terminasse seus dias na cadeia.

Fonte: Estadão

24 de mai. de 2019

Ao abrir Congresso de Políticas Públicas, Eros Grau defende positivismo jurídico

TCEMG - Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais. Encontre o que você precisa navegando nos serviços disponibilizados para você O portal do TCE disponibiliza um grande volume de informações sobre os processos e possui portais especiais com informações para o cidadão.

Fonte: Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais

23 de set. de 2018

‘Emendas transformam Constituição numa colcha de retalhos’, diz Eros Grau

Segundo o ex-ministro, STF deixou de lado sua função de ser uma Corte constitucional. Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o jurista Eros Grau avalia que o excesso de emendas aprovadas pelo Legislativo (99) transforma a Constituição numa “colcha de retalhos”. Em relação ao Judiciário, o professor da Faculdade de Direito da USP diz que o Supremo, onde ficou de 2004 a 2010, tem falhado enquanto Corte constitucional.

Fonte: Estadão

27 de fev. de 2018

Supremo se transformou num grande espetáculo televisivo, afirma Eros Grau

Ex-ministro do STF Eros Grau destacou ainda pesquisa recente mostrando que 51% das decisões foram feitas monocraticamente, contrariandoo espírito colegiado da última instância. Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem, faça o seu cadastro grátis aqui. Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha: Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você.

Fonte: Estado de Minas

30 de nov. de 2017

Eros Grau: “Juízes são servos da lei”

Ministro aposentado fala sobre a ética no exercício da profissão. Em entrevista à TV Migalhas, durante a XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira, o ministro aposentado do STF Eros Grau falou sobre a ética no exercício da profissão e a vitaliciedade dos ministros do STF. O Nunes & Vanin Advogados Associados, sediado em Pato Branco-PR, é referência em oferecer soluções jurídicas inteligentes e seguras para empresas e indivíduos.

Fonte: Migalhas

22 de jul. de 2016

Ministro aposentado do Supremo, Eros Grau quer entrar para a ABL

Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Eros Grau quer ser um imortal. Ele se candidatou para entrar para a Academia Brasileira de Letras. O presidente da ABL, Domício Proença Filho, já recebeu a carta do jurista pedindo para concorrer à vaga deixada pelo crítico teatral Sábato Magaldi, que morreu no dia 14 de julho, segundo a entidade. Ele […]. O poeta Geraldo Carneiro é o único concorrente de Eros Grau por enquanto, segundo a ABL. A eleição vai acontecer no final de outubro.

Fonte: Consultor Jurídico

26 de ago. de 2011

Ministro Eros Grau é homenageado no Plenário do Supremo

O ministro Eros Grau, indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho de 2004 e aposentado em agosto de 2010, foi homenageado pelos colegas e pela. O ministro Eros Grau, indicado para o STF pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho de 2004 e aposentado em agosto de 2010, foi homenageado pelos colegas e pela comunidade jurídica em solenidade realizada na tarde de ontem, 25, no Plenário da Suprema Corte.

Fonte: Migalhas

17 de nov. de 2010

Eros Grau e Oscarlino Moelle recebem carteira da OAB/SP

O presidente Luiz Flávio Borges D’Urso, em solenidade na sede da OAB/SP entregou ao ministro aposentado do STF, Eros Roberto Grau, e ao desembargador aposentado do TJ/SP, Oscarlino Moelle, suas novas. Ambos foram aposentados aos 70 anos pela compulsória e fizeram carreira no ensino Jurídico. Eros Grau lecionando na Faculdade de Direito da USP e Oscarlino Moelle, na UniFMU. " São dois colegas que voltaram para engrandecer a Advocacia, somando a experiência na magistratura e ajudando a construir o ideal de Justiça.

Fonte: Migalhas

04 de ago. de 2010

Juristas atacam Eros Grau por críticas ao Ficha Limpa

A entrevista do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Eros Grau publicada ontem no jornal O Estado de S. Paulo, na qual ele teceu duras críticas à Lei da Ficha Limpa, provocou forte reação de juristas e responsáveis pela aprovação da norma.

Fonte: Estadão

28 de abr. de 2010

Eros Grau vota contra revisão da Lei da Anistia

BRASÍLIA - O ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira pela improcedência da ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que pede a revisão da Lei de Anistia, em vigência há mais de três décadas no país e que ainda suscita polêmica. Eros Grau, que é relator da ação, alegou que o texto da lei é objetivo e que por isso não deve ser revisto. O julgamento foi interrompido no início da noite e será retomado às 14h desta quinta-feira com o voto dos demais ministros.

Fonte: O Globo

31 de ago. de 2009

Eros Grau arquiva em definitivo pedido de reabertura de ações contra Sarney

Por Gabriela Guerreiro, na Folha. Comento em seguida: A decisão do ministro Eros Grau, do STF (Supremo Tribunal Federal), de negar pedido para a reabertu. Grau arquivou em definitivo o pedido de sete senadores para que os processos contra Sarney fossem analisados pelo plenário da Casa. Em sua decisão, o ministro argumenta que a questão é interna do Congresso Nacional, por isso o Supremo não pode se manifestar sobre temas “interna corporis” do Legislativo.

Fonte: Veja

04 de mai. de 2009

Eros Grau renuncia ao cargo de ministro no TSE

SÃO PAULO (Reuters) - O ministro Eros Grau renunciou nesta terça-feira ao seu cargo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Grau, que segue no cargo de. Grau, que segue no cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, enviou carta ao presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, em que afirma que seu tempo no TSE "passou". Estou convencido de que não posso dividir a minha fidelidade a ele com outro tribunal", afirmou o ministro.

Fonte: Extra

08 de ago. de 2008

Íntegra do voto do ministro Eros Grau no julgamento sobre Lei de Inelegibilidade

Leia abaixo a íntegra do voto do ministro Eros Grau, na Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental 144, sobre Lei de Inelegibilidade, julgada dia 6/8 pelo STF. Íntegra do voto do ministro Eros Grau no julgamento sobre Lei de Inelegibilidade Leia abaixo a íntegra do voto do ministro Eros Grau, na Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental 144, sobre Lei de Inelegibilidade, julgada dia 6/8 pelo STF. Manifestei-me sobre esta mesma matéria 1 em votos proferidos no TSE.

Fonte: Migalhas

14 de ago. de 2007

Ministro Eros Grau vai proferir palestra em aula inaugural do curso de Direito

Aula magna ocorrerá nesta sexta-feira, às 19h, no Teatro São Joaquim, na cidade de Goiás. Grau é ministro do Supremo Tribunal Federal e professor de pós-graduação em Direito Econômico e Financeiro da USP. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Eros Roberto Grau vai proferir palestra na aula inaugural do curso de Direito, turma especial de graduação para beneficiários da reforma agrária e agricultores familiares tradicionais.

Fonte: UFG - Universidade Federal de Goiás

03 de mai. de 2007

Podcast do Diogo: Eros Grau, a Justiça, a luta de classes, o comunismo e idéias flatulentas

Daqui a pouco, vai ao ar o Podcast do Diogo Mainardi, cuja íntegra segue abaixo. Ao ler, tentei achar alguma graça. Não consegui. É coisa seriíssima, meu. Eros Grau é ministro do Supremo Tribunal Federal. Acaba de lançar um livro de poesia erótica. Na última quarta-feira, ele foi entrevistado por Ricardo Noblat, no Globo. Criou-se uma certa atmosfera de escândalo em torno do livro. Na verdade, escandaloso não é o livro – é a entrevista. Sim: entre escolher certo e errado, Lula sempre escolhe errado.

Fonte: Veja

10 de abr. de 2007

Propriedade deve cumprir função social, diz Eros Grau

O ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que a Constituição é contraditória ao garantir o direito à propriedade em um artigo e, em seguida, permitir a desapropriação da terra que não cumprir sua função social. Dessa forma, segundo a Constituição, o que justifica a propriedade é sua finalidade de garantir a subsistência individual e familiar. "Quem não cumpre a função social da propriedade não merece proteção jurídica", disse o ministro.

Fonte: Agência Câmara

18 de abr. de 2006

Tião Viana sugere leitura de entrevista de Eros Grau para reflexão do Parlamento - Senado

O senador Tião Viana (PT-AC), indicou, nesta terça-feira (18), para leitura e reflexão dos senadores uma entrevista do ministro do Supremo Tribunal Federal Eros Grau concedida ao jornalista Bob Fernandes e publicada no site Terra Magazine. Na entrevista, intitulada CPI sem fato determinado torna país ingovernável, o ministro Eros Grau critica a influência excessiva exercida pela mídia sobre membros dos três poderes, especialmente parlamentares. Ele enfatizou a importância de assegurar que as CPIs não fujam de seu escopo legal, fixado pela Constituição federal, sob pena de inviabilizar o funcionamento da democracia. Ao final de seu discurso, Tião Viana deixou claro que o objetivo daentrevista de Eros Grau não foi o de criticar o Parlamento, mas de apenas oferecer uma contribuição à reflexão dos membros dos três poderes. Tião Viana leu ainda nota divulgada pela Petrobras informando sobre a

Fonte: Agência Senado

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Eros Grau?

Jurista, advogado e professor de Direito Econômico da USP, ministro do STF de 2004 a 2010.

Qual a idade de Eros Grau?

Nasceu em 19 de agosto de 1940, em Santa Maria (RS), e tem 86 anos.

Quem indicou Eros Grau ao STF?

O presidente Lula o indicou em junho de 2004, na vaga de Maurício Corrêa.

Quando Eros Grau se aposentou?

Em agosto de 2010, com decreto publicado no dia 2, às vésperas de completar 70 anos.

Qual foi o voto de Eros Grau na Lei da Anistia?

Como relator da ADPF 153, votou pela improcedência da ação da OAB e manteve a anistia, em abril de 2010.

Onde Eros Grau estudou?

Direito pela Mackenzie, em 1963, e doutorado pela USP, onde foi professor titular de Direito Econômico.

Eros Grau foi ministro do TSE?

Sim, tomou posse em maio de 2008 e renunciou em maio de 2009.

O que Eros Grau faz hoje?

Produz pareceres jurídicos, escreve coluna e participa de debates sobre o Judiciário.

Eros Grau escreveu livros?

Sim, entre eles Elementos de Direito Econômico, Licitação e contrato administrativo e Por que tenho medo dos juízes.

O que Eros Grau disse sobre a Lei da Ficha Limpa?

Em entrevista ao Estadão, em agosto de 2010, disse que ela põe em risco o estado de direito.

Eros Grau mudou de opinião sobre prisão após segunda instância?

Sim, em dezembro de 2019 disse ao Globo que ela é perfeitamente possível, ao contrário do que defendeu em 2009.

Eros Grau pertence a alguma academia de letras?

Ocupa a cadeira 11 da Academia Paulista de Letras e se candidatou à ABL em 2016.

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