Foto oficial de Guilherme Derrite

Guilherme Derrite

Deputado Federal (PP-SP) e Senador eleito por São Paulo

Em exercício desde 2027
Biografia

Resumo biográfico

Guilherme Muraro Derrite, o Capitão Derrite, é policial militar da reserva, deputado federal por São Paulo e senador eleito pelo Progressistas (PP). Em 4 de outubro de 2026, recebeu 13.273.880 votos para o Senado, a maior votação para o cargo na história do país, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Toma posse em 1º de fevereiro de 2027, ao lado de André do Prado (PL), eleito para a outra vaga paulista. Nascido em Sorocaba (SP) em 10 de outubro de 1984, tem 42 anos. Foi oficial da Rota, a tropa de elite da Polícia Militar paulista, e secretário da Segurança Pública de São Paulo no governo Tarcísio de Freitas, de janeiro de 2023 a dezembro de 2025. Em novembro de 2025, foi relator do PL Antifacção na Câmara. A gestão na Segurança Pública foi marcada pelo aumento de 98% nas mortes em intervenções policiais entre 2023 e 2024 e por pedidos de impeachment na Assembleia Legislativa. Derrite defende classificar facções como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Origem e formação Derrite cursou o ensino médio em escola pública de Sorocaba. Em 2003, aos 18 anos, entrou na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, onde se formou aspirante a oficial em dezembro de 2006. É bacharel em ciências sociais e segurança pública e em direito, com pós-graduação em ciências jurídicas e direito constitucional pela Universidade Cruzeiro do Sul. É casado e tem dois filhos. Carreira na Polícia Militar (2003–2018) Depois de servir em batalhões da capital, foi promovido a primeiro-tenente em 2010 e entrou na Rota, onde comandou pelotões até 2015. Também comandou a Força Tática do 49º Batalhão e ajudou a formar mais de mil soldados. Recebeu a Medalha do Pacificador. Em entrevistas, disse ter participado de pelo menos cinco tiroteios com mortes e ter sido "convidado a se retirar" da Rota em 2015 por "excesso de letalidade". Relatórios da Ouvidoria da Polícia o associaram a dez mortes em três anos e nove meses, sem condenação. Em 2021, disse que saiu da Rota "porque eu matei muito ladrão". Depois, foi porta-voz do Corpo de Bombeiros no desabamento do prédio do Largo do Paissandu, em 2018, e passou à reserva como capitão ao entrar na política. Mais sobre a carreira na PM Na Rota, comandou um pelotão de 2010 a 2013, em operações contra facções na capital e na região metropolitana, e depois a Força Tática do 49º Batalhão. Ao todo, ficou mais de 20 anos ligado à Polícia Militar, quatro deles no Corpo de Bombeiros, segundo O Globo. Além de dizer que saiu da Rota "porque eu matei muito ladrão", afirmou que policiais que matam menos de três pessoas em cinco anos de serviço são "vergonhosos". Depois pediu desculpas pelas declarações. Voltou à atividade depois de revisões internas e seguiu na carreira até capitão, sem condenação pelos casos apontados pela Ouvidoria. Promovido a capitão em 2018, passou à reserva remunerada aos 34 anos para disputar a eleição. Deputado federal (2019–2027) Eleito em 2018 pelo PP com 119.034 votos, foi relator da Lei Complementar 191/2022, que retomou a contagem de tempo de serviço de profissionais de segurança durante a pandemia, e defendeu o fim das saídas temporárias de presos. Reeleito em 2022 pelo PL com 239.772 votos, licenciou-se em 1º de janeiro de 2023 para assumir a Secretaria da Segurança Pública. Voltou ao PP em abril de 2025. Primeiro mandato Fez campanha em 2018 com o slogan "Capitão Derrite: Polícia que protege". Foi segundo vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado de março de 2019 a março de 2021, segundo a Câmara, e suplente na CCJ e na Comissão de Direitos Humanos. Foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro de maio de 2019 a setembro de 2020 e vice-líder do PP em 2021. Foi relator do PL 6.579/2013, que acabou com as saídas temporárias de presos e foi sancionado em 2024. Para acelerar a votação, licenciou-se da secretaria em 2024 e voltou à Câmara. Foi coautor de outros três projetos aprovados na área de segurança, entre eles o que aumenta penas para crimes contra agentes de segurança. Na campanha de 2022, redigiu o plano de segurança de Tarcísio de Freitas. Secretário da Segurança Pública de São Paulo (2023–2025) Foi o primeiro oficial da PM a comandar a pasta. Lançou os programas Muralha Paulista e Moradia Segura e ampliou o uso de câmeras corporais. As operações na Baixada Santista em 2023 e 2024 e casos como o do jovem jogado de uma ponte por um policial militar provocaram críticas de entidades de direitos humanos. Em dezembro de 2024, deputados estaduais de oposição protocolaram pedido de impeachment contra ele, e a criação de uma ouvidoria ligada à secretaria foi contestada na Justiça. Foi exonerado em 1º de dezembro de 2025 e voltou à Câmara. PL Antifacção Em novembro de 2025, como relator do projeto antifacção, apresentou versões que equiparavam facções a grupos terroristas e limitavam a atuação da Polícia Federal. O ministro Fernando Haddad disse que ele "não é uma pessoa versada em investigação" sobre crime organizado, segundo o R7, e delegados da PF criticaram o texto. Derrite recuou e chegou à quinta versão do parecer. Eleição de 2026 Derrite anunciou a pré-candidatura ao Senado em fevereiro de 2026, durante visita a Jair Bolsonaro na prisão. Em agosto, o TRE-SP o multou em R$ 5 mil por propaganda eleitoral antecipada a favor de Flávio Bolsonaro, em decisão da qual cabia recurso, segundo o g1. Não compareceu ao debate do g1 entre candidatos ao Senado. Eleito com 13.273.880 votos (30,6% dos válidos), superou o recorde de Aloysio Nunes. Depois da eleição, disse que não votará em Davi Alcolumbre para a presidência do Senado e que o próximo presidente da Casa deve priorizar o impeachment de ministros do STF. As operações na Baixada Santista A Operação Escudo, lançada em 2023 depois da morte do soldado Patrick Bastos Reis, da Rota, em Santos, terminou com 28 mortos em 40 dias. Em fevereiro de 2024, depois da morte de outro policial da Rota, Samuel Wesley Cosmo, Derrite transferiu o gabinete para a Baixada e intensificou a Operação Verão. A operação foi encerrada em 1º de abril de 2024 com 56 mortes, 1.025 presos e 2,6 toneladas de drogas apreendidas, segundo o g1. O Ministério Público apontou que só seis de 31 ocorrências com morte investigadas tinham imagens completas das câmeras corporais, segundo o Estadão. A Defensoria Pública e entidades como a Conectas pediram à ONU o fim da operação, e o Condepe apresentou uma representação por improbidade administrativa contra o secretário. Derrite não reconheceu excessos. A secretaria disse que as mortes resultavam da "reação violenta dos criminosos" e que todos os casos eram investigados pelas corregedorias e pelo Ministério Público. Ao encerrar a Operação Verão, Derrite anunciou 341 policiais fixos na Baixada e disse que a operação "asfixiou financeiramente" o PCC. Em 2023, logo depois de assumir, disse que queria rever o programa de câmeras corporais da PM, que já tinha custado R$ 61 milhões. Em dezembro de 2024, os deputados estaduais Emídio de Souza e Ivan Valente pediram na Justiça a suspensão da ouvidoria setorial criada pela secretaria, que, segundo eles, não teria a autonomia da Ouvidoria das Polícias e desestimularia denúncias contra policiais. Em novembro de 2025, O Globo mostrou que a Comissão de Segurança da Alesp fez só duas reuniões no ano e deixou de questionar a gestão de Derrite. Segundo O Globo, ele se afastou de Tarcísio por defender policiais acusados de abusos antes do fim das investigações. Na saída, foi substituído pelo secretário-adjunto, o ex-delegado-geral Osvaldo Nico Gonçalves. Os números da gestão Segundo o Ministério Público, policiais militares mataram 760 pessoas em São Paulo em 2024, 65% a mais que as 460 de 2023, uma média de duas por dia, segundo o g1. Em relação a 2022, antes do governo Tarcísio, o aumento foi de 91%, e o estado voltou ao patamar anterior às câmeras corporais. As operações na Baixada foram consideradas as mais letais desde o massacre do Carandiru. Somadas as polícias civil e militar, foram 814 mortes em 2024, o maior número desde 2020, segundo a Folha de S.Paulo. No mesmo ano, roubos e homicídios dolosos caíram ao menor patamar desde o início da série, em 2001, com 2.630 vítimas de homicídio. A secretaria atribuiu a queda ao reforço do policiamento e à contratação de mais de 9 mil policiais. Em 2024, 23 policiais militares e quatro civis foram mortos no estado, em serviço ou de folga. Segundo a Ponte Jornalismo, 1.318 pessoas foram mortas por policiais nos dois primeiros anos da gestão. Para a pesquisadora Malu Pinheiro, do Instituto Sou da Paz, a letalidade foi "uma escolha política" do governo e do secretário. Em dezembro de 2024, um protesto em São Paulo pediu a saída de Derrite. O Mapa da Segurança Pública de 2025, do Ministério da Justiça, registrou alta de 61,31% nessas mortes em São Paulo, enquanto o país teve queda de 4,02%, segundo a CNN Brasil. O PL Antifacção Em 22 de abril de 2025, deixou o PL e voltou ao PP numa cerimônia com Tarcísio, Valdemar Costa Neto e André do Prado. O PL Antifacção foi aprovado pela Câmara em 18 de novembro de 2025 por 370 votos a 110, numa derrota para o governo Lula, que viu seu projeto ser alterado pelo relator, segundo a Exame. O texto endurece penas para integrantes de facções, dificulta a progressão de regime em crimes hediondos e amplia a perda de bens. A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal chamou as mudanças de Derrite no projeto do governo de "inaceitáveis" e "flagrantemente inconstitucionais", segundo a Veja. Na CPI do Crime Organizado do Senado, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, criticou a pressa da votação, o conflito entre leis e a "descapitalização" da corporação prevista no relatório, segundo o Correio do Povo. Os governistas pediram o adiamento da votação, sem sucesso. A lei foi sancionada em março de 2026. Em abril, Derrite disse que o país passou a ter "ferramentas suficientes" contra o crime organizado. Em dezembro de 2025, já fora da secretaria, divulgou que 20 presos beneficiados pela saidinha de Natal foram presos em flagrante, segundo a Veja. A campanha ao Senado Na campanha, defendeu reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Chamou o Senado de "omisso" e defendeu o impeachment de ministros do STF, segundo o Diário do Grande ABC. Foi o candidato mais ligado a Flávio Bolsonaro, segundo O Globo. No debate da Folha e do UOL, teve embate com Simone Tebet sobre corrupção e o Banco Master. Durante o segundo turno, era o nome mais cotado para o Ministério da Segurança Pública num eventual governo Flávio, segundo O Antagonista. Em 21 de outubro, publicou um vídeo de três jovens presos pela PM em Piracicaba usando camisetas iguais com a imagem de Lula. O PT acionou a Procuradoria-Geral Eleitoral por possível abuso de autoridade, segundo a CartaCapital. Antes de Derrite, o senador mais votado da história era Aloysio Nunes Ferreira; André do Prado ficou com o segundo lugar no ranking, segundo o Correio. Depois da eleição, contrariou a federação União Progressistas e se recusou a votar em Davi Alcolumbre. Defendeu Rogério Marinho ou Tereza Cristina para o comando do Senado, segundo a Revista Oeste, e entrou em atrito com Alcolumbre na escolha de gabinetes, segundo O Globo. Patrimônio Declarou R$ 2,02 milhões em bens ao TSE em 2026, cerca de 148% a mais que em 2022, segundo o R7. Posições políticas Defende a redução da maioridade penal, penas mais duras, a classificação de facções como terroristas e elogia o modelo de segurança de Nayib Bukele, em El Salvador. Linha do tempo 1984: nasce em Sorocaba (SP), em 10 de outubro. 2006: forma-se oficial pela Academia do Barro Branco. 2010: entra na Rota como primeiro-tenente. 2018: passa à reserva como capitão e é eleito deputado federal com 119.034 votos. 2022: é reeleito deputado federal com 239.772 votos. 2023: assume a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. 2025: volta ao PP, relata o PL Antifacção e deixa a secretaria em dezembro. 2026: é eleito senador por São Paulo com 13.273.880 votos, recorde nacional.
Carreira

Trajetória

  1. 2027 — atual
    Senador por São Paulo

    Eleito em 2026 com 13.273.880 votos.

  2. 2025 — 2025
    Relator do PL Antifacção

    Câmara dos Deputados, novembro de 2025.

  3. 2024 — 2024
    Relator do projeto que acabou com as saidinhas

    PL 6.579/2013, sancionado em 2024.

  4. 2023 — 2027
    Deputado Federal por São Paulo (2º mandato)

    Eleito pelo PL com 239.772 votos; licenciado de 2023 a 2025.

  5. 2023 — 2025
    Secretário da Segurança Pública de São Paulo

    Governo Tarcísio de Freitas; primeiro oficial da PM no cargo.

  6. 2019 — 2020
    Vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara

    Câmara dos Deputados.

  7. 2019 — 2023
    Deputado Federal por São Paulo (1º mandato)

    Eleito pelo PP com 119.034 votos.

  8. 2019 — 2021
    2º vice-presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara

    Combate ao Crime Organizado.

  9. 2018 — 2018
    Porta-voz do Corpo de Bombeiros

    Desabamento do Largo do Paissandu.

  10. 2003 — 2018
    Oficial da Polícia Militar de São Paulo

    Aspirante em 2006; comandou pelotões da Rota e da Força Tática; capitão na reserva.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Lei sancionada2022
Lei Complementar 191/2022
Relatoria

Retomou a contagem de tempo de serviço de profissionais de segurança e saúde durante a pandemia.

Gestão pública2023
Muralha Paulista
Secretaria da Segurança Pública

Programa de integração de câmeras e leitura de placas no estado.

Gestão pública2024
Câmeras corporais
Secretaria da Segurança Pública

Ampliação do uso de câmeras nos uniformes da PM.

Projeto de lei2025
PL Antifacção
Relatoria na Câmara

Projeto de combate a facções; o parecer teve cinco versões após críticas do governo e da PF.

Na imprensa

Notícias de outros portais

28 de out. de 2026

Derrite contraria federação e se recusa a votar em Alcolumbre

Parlamentar eleito por São Paulo defende candidatura única da direita; aponta Rogério Marinho ou Tereza Cristina como nomes viáveis. CNPJ 19.608.677/0001-35 Jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso, com extensão em jornalismo econômico pela Fundação Getulio Vargas.

Fonte: Revista Oeste

25 de out. de 2026

Derrite reforça prioridade na redução da maioridade penal

Senador eleito pelo PP votou em escola na zona oeste paulistana e manifestou confiança na eleição de Flávio Bolsonaro (PL). CNPJ 19.608.677/0001-35 Formado em jornalismo pela Cásper Líbero, tem curso de especialização em teoria da história, pela Universidade de São Paulo e em economia e finanças pelo Instituto Brasileiro de Economia e Finanças. Atuou no Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e portal R7, entre outros, tendo feito coberturas fora do país.

Fonte: Revista Oeste

22 de out. de 2026

PT vai ao MPF e diz que PM de Tarcísio mandou presos vestirem camisetas de Lula

O senador eleito Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, divulgou as imagens. Derrite publicou um vídeo nas redes sociais, na quarta-feira 21, exibindo três jovens presos pela PM em Piracicaba, no interior paulista, sob acusação de tráfico de drogas. Os detidos aparecem vestindo camisetas idênticas, todas de apoio ao presidente Lula (PT). Um post compartilhado por Guilherme Derrite (@guilhermederrite) A versão oficial foi, porém, rebatida pela mãe de um adolescente apreendido.

Fonte: CartaCapital

22 de out. de 2026

Escolha de gabinetes do Senado tem Michelle com preferência por andar baixo e atrito entre Derrite e Alcolumbre

Renovação do Senado vai alterar dinâmica dos espaços de trabalho da Casa. A distribuição dos gabinetes que os senadores eleitos vão ocupar a partir do ano que vem já mobiliza parte dos novos integrantes da Casa Legislativa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem usado a prerrogativa de definir os espaços para fazer uma aproximação com os novatos, principalmente os alinhados com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), que resistem a apoiá-lo numa eventual recondução ao comando a Casa.

Fonte: O Globo

16 de out. de 2026

Derrite é o preferido de Flávio Bolsonaro para a Segurança Pública

Senador eleito por SP conta com apoio de PP e União Brasil e da ala bolsonarista; Ronaldo Caiado é o outro nome lembrado. Até agora, não houve conversa nem convite formal, segundo pessoas próximas aos dois. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) também aparece na lista. A projeção de Flávio como favorito na disputa levou dirigentes a discutir uma divisão preliminar da Esplanada dos Ministérios entre o PL e seus aliados. Nesse desenho, a Segurança Pública caberia a Derrite, que reúne dois atributos.

Fonte: O Antagonista

14 de out. de 2026

Saiba quem são os 9 senadores mais votados da história do Brasil após recorde de Derrite e André do Prado

Com marca histórica nas urnas de 2026, candidatos paulistas ocupam todas as posições do ranking nacional de votação para o Senado. Nas eleições de 2026, vimos o ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo Guilherme Derrite (PP-SP) se tornar o senador mais votado da história do país. O segundo lugar na história do Brasil também foi alterado, com o deputado estadual André do Prado (PL-SP) sendo eleito. Ambos entram na galeria como os senadores mais votados da história do país, mas quem está nesta lista?

Fonte: Correio24horas.com.br

08 de out. de 2026

Derrite rejeita Alcolumbre e diz que novo presidente do Senado deve priorizar impeachment no STF

Senador eleito por São Paulo também propõe mudanças nas leis penais e articula apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno. O senador eleito por São Paulo Guilherme Derrite (PP) afirmou que o próximo presidente do Senado terá papel decisivo para pautar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista ao programa Café com a Gazeta do Povo nesta quinta-feira (8), Derrite disse que não votará em Davi Alcolumbre (União) para a presidência.

Fonte: Gazeta do Povo

06 de out. de 2026

Derrite descarta voto em Alcolumbre e aponta nomes da direita para presidir o Senado

Senador eleito cita Rogério Marinho e Tereza Cristina e afirma que nova composição da Casa deve mudar comando em 2027. CNPJ 19.608.677/0001-35 Formado em jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua na cobertura política em Brasília há dois anos. Foi repórter de uma afiliada da TV Globo. Cobriu as eleições norte-americanas de 2024, em Washington; o conclave de 2025, em Roma; e a COP30, em Belém.

Fonte: Revista Oeste

05 de out. de 2026

Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) são eleitos senadores por São Paulo

Candidatos apoiados pelo governador Tarcísio de Freitas superaram outros 13 concorrentes. Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram eleitos senadores por São Paulo neste domingo (4). Ex-secretário de Segurança Pública do estado, Derrite recebeu 30,59% dos votos válidos (13.273.880 votos. André do Prado teve 29,28% (12.703.089 votos). Ao todo, 15 candidaturas disputaram duas vagas para Senado por São Paulo, nas eleições de 2026 .

Fonte: R7

04 de out. de 2026

Eleições 2026: Guilherme Derrite se torna o senador mais votado da história do Brasil

Derrite alcançou 13.249.900 votos, o equivalente a 30,59% dos votos válidos em São Paulo. O deputado federal Guilherme Derrite (PP) se tornou o senador mais votado da história do Brasil nas eleições de 2026. Candidato por São Paulo , ele ultrapassou a marca de 13 milhões de votos e superou o recorde que pertencia a Aloysio Nunes (PSDB), também eleito pelo estado paulista. Com 99,83% das urnas apuradas, Derrite contabilizava 13.249.900 votos, o equivalente a 30,59% dos votos válidos em São Paulo .

Fonte: Bnews

04 de out. de 2026

Mais bem votado ao Senado por São Paulo, Derrite fez campanha calcada na pauta da segurança pública e no bolsonarismo

Ex-PM, o senador eleito ganhou projeção pelo discurso 'linha-dura' na segurança pública e acabou se afastando de Tarcísio por defender militares que cometem abusos antes da conclusão das investigações. O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) foi eleito senador por São Paulo neste domingo (4), com 11,9 milhões de votos, após uma campanha calcada na pauta da segurança pública e como o candidato mais ligado a Flávio Bolsonaro (PL) desta eleição.

Fonte: O Globo

25 de set. de 2026

Crise no STF e crime organizado: debate ao Senado de SP tem críticas à Enel e ausência de Derrite e André do Prado

Em embate realizado pelo g1, Marina, Tebet, Rufino e Soninha falaram sobre segurança pública, emprego e meio ambiente. Debate entre os postulantes ao Senado por São Paulo realizado pelo g1 contou com a participação de quatro candidatos nesta sexta-feira (25). Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Soninha Francine (Cidadania) e Geraldo Rufino (Podemos) discutiram sobre a crise no Supremo Tribunal Federal (STF), crime organizado, meio ambiente e críticas à concessão da Enel.

Fonte: O Globo

02 de set. de 2026

Derrite chama Senado de omisso e defende impeachment de ministros do STF

Declarações foram dadas ontem em São Caetano ao lado do prefeito Tite Campanella, do casal Morando e do vice-governador Felício Ramuth. As falas foram corroboradas pelo prefeito são-caetanense, Tite Campanella (Republicanos), e o candidato a deputado federal e ex-prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (MDB). O trio teve a companhia de Carla Morando (PSD), que tenta renovar o mandato por mais quatro anos na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e do vice-governardor Felício Ramuth (PSD).

Fonte: Jornal Diário do Grande ABC

11 de ago. de 2026

Derrite registra candidatura ao Senado por SP com patrimônio 148% maior que em 2022

Candidato se destaca ao declarar ampliação nos bens. O deputado federal e ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite ( PP ), registrou sua candidatura ao Senado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última sexta-feira, 7. Derrite declarou possuir bens no valor de R$ 2,02 milhões, cerca de 148% a mais do que há quatro anos.

Fonte: R7

03 de ago. de 2026

Derrite quer endurecer leis contra o crime e reduzir maioridade penal

Candidato rejeita críticas da esquerda e defende operações da PM. Entre as prioridades está a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Ex-secretário estadual da Segurança Pública na gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o parlamentar criticou a base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atribuiu à legislação vigente a principal causa da violência no País. Para Derrite, adolescentes que já possuem direito ao voto – a partir dos 16 anos – também devem responder por crimes graves.

Fonte: Jornal Diário do Grande ABC

28 de abr. de 2026

Relator do PL Antifacção diz que Brasil já tem leis para combater crime organizado

Deputado Guilherme Derrite (PP-SP) destacou penas mais rígidas e novos mecanismos de combate às facções criminosas previstos pela nova lei. Durante evento em Vitória nesta terça-feira (28), o relator do Projeto de Lei Antifacção , deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), avaliou que a lei, sancionada em março, fornece ferramentas suficientes para que o poder público combata o crime organizado no Brasil. Reformulamos completamente a nossa legislação.

Fonte: Folha Vitória

29 de dez. de 2025

Sobe para 20 número de detentos em “saidinha” de fim de ano presos em SP

Anúncio foi feito pelo ex-secretário de Segurança do estado, Guilherme Derrite; deputado criticou 'reincidência criminal' em decorrência do benefício. Subiu para 20 o número de detentos beneficiados pela “saidinha” temporária de Natal que foram presos em flagrante em São Paulo após terem cometido crimes. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 29, pelo ex-secretário de Segurança Pública do estado, o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP).

Fonte: Veja

18 de nov. de 2025

Diretor da PF critica descapitalização da PF, conflito de leis e pressa em relatório de Derrite

Andrei Rodrigues acredita que pontos do texto precisam de maturação. Rodrigues é ouvido nesta terça-feira, 18, na comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado que investiga o crime organizado. O diretor de inteligência da PF, Leandro Almada, também era esperado, mas se ausentou diante da operação para apurar crimes envolvendo a venda do Banco Master ao BRB.

Fonte: Correio do Povo

18 de nov. de 2025

Derrite apresenta 5ª versão do PL Antifacção após críticas do governo

Executivo e especialistas pediam ajustes no substitutivo do relator. Entre as críticas, estava a previsão incluída pelo relator de distribuir os recursos dos bens apreendidos das facções e milícias também para os Fundos estaduais, o que, segundo a Polícia Federal (PF) , retira o financiamento da corporação. Derrite manteve a previsão “de que o produto ou proveito do crime seja revertido em favor do ente federativo responsável pela investigação”.

Fonte: Correio do Povo

18 de nov. de 2025

Câmara aprova PL Antifacção em derrota para governo Lula

A base governista fez duras críticas ao parecer de Guilherme Derrite e pediu o adiamento da votação, mas não obteve sucesso. A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 18, o PL Antifacção , que endurece as penas para integrantes de organizações criminosas, dificulta a progressão de regime para crimes hediondos e cria novos mecanismos para determinar a perda de bens de criminosos. Placar ficou em 370 votos a favor e 110 contra.

Fonte: Exame

12 de nov. de 2025

Haddad diz que Derrite não é pessoa versada em investigação sobre o crime organizado

Ministro reclamou que há um ‘açodamento’ para votar o texto sem uma discussão prévia com o governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad , voltou a criticar o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), relator do PL (projeto de lei) Antifacção , e considerou que o parlamentar “não é uma pessoa versada em investigação e inteligência contra o crime organizado”. Derrite está licenciado do cargo de secretário de Segurança Pública do governo de São Paulo, comandado por Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Fonte: R7

12 de nov. de 2025

Câmara deve votar nesta quarta o Projeto Antifacção após recuo do relator para atender governo e PF

Terceira versão do parecer busca superar divergências geradas pelas versões anteriores. Deputado Guilherme Derrite (PP-SP) voltou atrás e decidiu não mais mexer na definição de terrorismo ou nas competências da PF. O plenário da Câmara dos Deputados deve votar nesta quarta-feira (12) o projeto antifacção. O relator, Guilherme Derrite (PP-SP), recuou e apresentou uma nova versão do parecer para atender demandas do governo federal e da Polícia Federal (PF).

Fonte: G1

12 de nov. de 2025

Enquanto Derrite busca protagonismo em Brasília, Comissão de Segurança da Alesp não consegue quórum para reuniões

De 13 encontros agendados este ano, apenas dois foram realizados. A comissão responsável por debater projetos e assuntos referentes à segurança pública na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) teve apenas duas reuniões realizadas em todo o ano. Na maior parte do tempo, não conseguiu juntar o mínimo de seis integrantes, de um total de 11, para abrir as discussões, que deveriam ocorrer quinzenalmente.

Fonte: O Globo

11 de nov. de 2025

Delegados da PF se manifestam sobre relatório do PL Antifacção de Derrite

Entidade disse que limitação à atuação da Polícia Federal inserida em texto do deputado do PP é 'inaceitável' e 'inconstitucional'. A Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) manifestou preocupação e repúdio em relação ao relatório do PL Antifacção apresentado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP) nesta segunda-feira.

Fonte: Veja

Causas

Causas e valores defendidos

Segurança pública

Defende penas mais duras, a redução da maioridade penal e o fim das saídas temporárias.

Facções como terrorismo

Propõe classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Guilherme Derrite?

Guilherme Derrite é capitão da reserva da PM de São Paulo, deputado federal pelo PP e senador eleito por São Paulo em 2026. Foi secretário da Segurança Pública no governo Tarcísio de Freitas de 2023 a 2025.

Guilherme Derrite foi eleito senador?

Sim. Foi eleito senador por São Paulo em 4 de outubro de 2026 com 13.273.880 votos, a maior votação para o Senado na história do país.

Qual a idade de Guilherme Derrite?

Guilherme Derrite nasceu em 10 de outubro de 1984, em Sorocaba (SP), e tem 42 anos.

Qual o partido de Guilherme Derrite?

Derrite é filiado ao Progressistas (PP) desde abril de 2025. Entre 2022 e 2025, esteve no PL.

Guilherme Derrite foi da Rota?

Sim. Comandou pelotões da Rota entre 2010 e 2015 e disse em entrevistas ter sido "convidado a se retirar" da unidade por "excesso de letalidade".

Qual a formação de Guilherme Derrite?

Formou-se oficial pela Academia do Barro Branco em 2006, é bacharel em ciências sociais e segurança pública e em direito, com pós-graduação pela Universidade Cruzeiro do Sul.

Guilherme Derrite ainda é secretário de Segurança de São Paulo?

Não. Foi exonerado em 1º de dezembro de 2025 e voltou ao mandato de deputado federal.

Qual o patrimônio de Guilherme Derrite?

Declarou R$ 2,02 milhões em bens ao TSE em 2026, cerca de 148% a mais que em 2022.

Quando Guilherme Derrite toma posse no Senado?

A posse dos senadores eleitos em 2026 é em 1º de fevereiro de 2027, para um mandato de oito anos.

Guilherme Derrite é casado?

É casado e tem dois filhos.

O que é o PL Antifacção relatado por Derrite?

É o projeto de combate a facções criminosas votado na Câmara em novembro de 2025. Derrite foi o relator e mudou o parecer cinco vezes após críticas do governo e da Polícia Federal.

Quantas pessoas morreram nas operações na Baixada Santista?

A Operação Escudo, de 2023, terminou com 28 mortos e a Operação Verão, encerrada em abril de 2024, com 56, segundo o Estadão e o g1.

Derrite vai votar em Alcolumbre para presidente do Senado?

Não. Ele contrariou a federação União Progressistas e defendeu nomes como Rogério Marinho e Tereza Cristina.

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