Foto oficial de Marina Silva

Marina Silva

Deputada Federal (Rede-SP) e ex-ministra do Meio Ambiente

Em exercício desde 2013
Biografia

Resumo biográfico

Maria Osmarina Marina da Silva Vaz de Lima, conhecida como Marina Silva, é historiadora, professora, ambientalista e política acreana, filiada à Rede Sustentabilidade. É deputada federal por São Paulo, eleita em 2022, e foi ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima de 2023 a 31 de março de 2026, quando deixou o governo Lula para disputar o Senado. Em 4 de outubro de 2026, não foi eleita senadora. Ficou em quarto lugar em São Paulo, com 7.862.400 votos (18,12%), segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Metrópoles. As duas vagas ficaram com Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). O mandato de deputada vai até 31 de janeiro de 2027. Depois da reeleição de Lula, ela comemorou o resultado e disse estar "grata". Nascida em 8 de fevereiro de 1958 num seringal de Rio Branco, no Acre, tem 68 anos. Foi senadora pelo Acre de 1995 a 2011, ministra do Meio Ambiente também de 2003 a 2008 e candidata à Presidência em 2010, 2014 e 2018. Origem e formação É filha do seringueiro cearense Pedro Augusto da Silva e da dona de casa Maria Augusta da Silva. Viveu a infância no seringal Bagaço, a 70 km do centro de Rio Branco, e só foi alfabetizada na adolescência, ao se mudar para a capital. Formou-se em história pela Universidade Federal do Acre. Militou no movimento sindical ao lado de Chico Mendes e ajudou a fundar a CUT no Acre. Infância no seringal Marina nasceu pelas mãos da avó, que era parteira, na localidade de Breu Velho, em Rio Branco. Foi registrada como Maria Osmarina Silva de Souza. O nome Marina, um apelido dado por uma tia, foi acrescentado na eleição de 1986. Os pais tiveram 11 filhos, dos quais oito sobreviveram. Em 1967, a família tentou a vida em Manaus e depois em Santa Maria do Pará, mas voltou ao seringal em 1969. Aos 10 anos, Marina começou a trabalhar no corte da seringa para ajudar a pagar a dívida da família com o patrão. Já em Rio Branco, trabalhou como empregada doméstica e foi acolhida pelo bispo Dom Moacyr Grechi na casa das irmãs Servas de Maria. Pensou em ser freira. Alfabetizou-se pelo Mobral e formou-se em história pela Ufac em 1984, aos 26 anos. Na universidade, liderou a chapa "Seringueira" no Diretório Central dos Estudantes. Depois, fez especializações em teoria psicanalítica na UnB e em psicopedagogia na Universidade Católica de Brasília. Militância e primeiros mandatos Foi professora no ensino secundário e entrou no movimento sindical. Em 1985, fundou com Chico Mendes a CUT do Acre, da qual foi vice-coordenadora até 1986. Antes, militou no Partido Revolucionário Comunista, organização marxista abrigada no PT. Em 1986, filiada ao PT, disputou uma vaga de deputada federal com o apoio de Chico Mendes, mas nenhum dos dois se elegeu. Em 1988, foi a vereadora mais votada de Rio Branco e conquistou a única vaga da esquerda na Câmara Municipal. No mesmo ano, Chico Mendes foi assassinado. Como vereadora, combateu privilégios dos colegas e devolveu aos cofres públicos benefícios a que ela própria tinha direito. Em 1990, foi a deputada estadual mais votada do Acre. Carreira política Foi eleita vereadora de Rio Branco em 1988, deputada estadual em 1990 e, em 1994, senadora, aos 36 anos, a mais jovem da história do país até então. Foi reeleita para o Senado em 2002. Em 2003, assumiu o Ministério do Meio Ambiente no primeiro governo Lula e ficou até 2008. Em 2009, deixou o PT e entrou no PV, pelo qual disputou a Presidência em 2010 e teve mais de 19 milhões de votos, em terceiro lugar. Em 2014, assumiu a candidatura do PSB depois da morte de Eduardo Campos e ficou de novo em terceiro, com mais de 22 milhões de votos. Em 2015, registrou a Rede Sustentabilidade, pela qual concorreu à Presidência em 2018. Foi favorável ao impeachment de Dilma Rousseff. Senado e primeira passagem pelo ministério Em 1994, foi eleita senadora com a maior votação do Acre, a pessoa mais jovem a ocupar o cargo no país até então. De 1995 a 1997, foi secretária nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT. No Senado, apresentou mais de 100 proposições, entre elas 54 projetos de lei. Um deles propunha destinar recursos do Fundo de Participação dos Estados às unidades da Federação que abrigam unidades de conservação e terras indígenas. No Ministério do Meio Ambiente, de 2003 a 2008, entrou em conflito com outros ministros quando interesses econômicos se chocavam com a preservação. Divergiu de Dilma Rousseff, então na Casa Civil, sobre a demora nas licenças ambientais das usinas do rio Madeira, em Rondônia. Perdeu as disputas contra os transgênicos e contra a usina nuclear de Angra 3. Denunciou pressões dos governadores Blairo Maggi (MT) e Ivo Cassol (RO) para rever as medidas contra o desmatamento. Em 2007, por medida provisória, dividiu o Ibama e criou o Instituto Chico Mendes para cuidar das unidades de conservação. Em 13 de maio de 2008, cinco dias depois de o governo entregar o Plano Amazônia Sustentável a Roberto Mangabeira Unger, pediu demissão por falta de apoio à política ambiental. Lula disse na época: "A Marina não é isenta". De volta ao Senado, foi a primeira a defender metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, adotadas pelo governo em 2009. As campanhas presidenciais Em agosto de 2009, deixou o PT depois de cerca de 30 anos e comparou a saída a ter deixado a casa dos pais no seringal. Em 2010, pelo PV, teve 19.636.359 votos, 19,33% dos válidos, acima do que previam as pesquisas. Venceu em Brasília e ficou à frente em Belo Horizonte. Saiu do PV em julho de 2011 dizendo que era "hora de ser sonhático". Lançou a Rede Sustentabilidade em fevereiro de 2013, mas o partido não obteve registro a tempo para 2014 por falta de assinaturas, e ela se filiou ao PSB para ser vice de Eduardo Campos. Depois da morte de Campos, em 13 de agosto de 2014, assumiu a cabeça de chapa, com Beto Albuquerque de vice. Prometeu um mandato de quatro anos, sem reeleição. Teve 22.154.707 votos e, no segundo turno, apoiou Aécio Neves (PSDB) depois de ele assinar compromissos como o fim da reeleição. Em 2018, pela Rede, com Eduardo Jorge (PV) de vice, ficou em oitavo lugar, com 1.069.575 votos, seu pior resultado. No segundo turno, declarou "voto crítico" em Fernando Haddad contra Jair Bolsonaro. Em 2022, em federação com o PSOL, foi eleita deputada federal por São Paulo com 237.526 votos, a 12ª mais votada do estado. Volta ao governo Lula (2023–2026) Eleita deputada federal por São Paulo em 2022, reaproximou-se de Lula na campanha e voltou ao Ministério do Meio Ambiente, agora também da Mudança do Clima, em janeiro de 2023. Na gestão, o Fundo Amazônia voltou a receber repasses. Em outubro de 2025, o Inpe anunciou a menor taxa de desmatamento na Amazônia em 11 anos. Em novembro de 2025, Belém sediou a COP30, que aprovou o Pacote de Belém. No mesmo mês, depois de o Congresso derrubar vetos à nova lei de licenciamento ambiental, ela disse que o governo deveria recorrer ao STF, segundo o R7. Em 2026, foi condecorada com a Legião de Honra da França. O ministério de 2023 a 2026 Na volta ao ministério, a pasta recuperou a Agência Nacional de Águas, o Fundo Amazônia e o Conama, e ganhou uma secretaria extraordinária de combate ao desmatamento e o cargo de embaixador extraordinário para a mudança do clima. Na COP30, o Pacote de Belém foi aprovado por 195 países em 22 de novembro de 2025, com o lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, que mobilizou mais de US$ 6,7 bilhões. Antes da conferência, ela relativizou as críticas ao aval para a Petrobras explorar a Margem Equatorial e disse que o Senado estava "na contramão" do clima ao aprovar benefícios para termelétricas, segundo O Globo. Os embates com o Congresso marcaram a gestão. Em maio de 2025, deixou uma audiência da Comissão de Infraestrutura do Senado depois de bate-boca com os senadores Omar Aziz e Marcos Rogério. O senador Plínio Valério (PSDB-AM) disse que ela não merecia ser respeitada no cargo. Ministras e a primeira-dama Janja chamaram os ataques de misóginos, segundo o g1 e o Estadão. Em julho, numa audiência na Comissão de Agricultura da Câmara, o deputado Evair de Melo a acusou de incoerência e falta de experiência com o agronegócio, segundo o R7. Em novembro, chamou de "demolição" do licenciamento ambiental a derrubada dos vetos à nova lei e avaliou levar o caso ao STF. Eleição de 2026 Deixou o ministério em 31 de março de 2026 e voltou à Câmara. Na campanha ao Senado, disputou o voto de centro-esquerda com Simone Tebet (PSB), que ficou em terceiro. Disse ver "contaminação política" no STF e defendeu integração entre órgãos contra o crime organizado. A campanha chegou a pedir R$ 1,2 milhão de reforço de caixa à Rede, segundo O Globo. Em outubro, um vídeo de 2020 em que ela criticava o PT numa live com Fabio Porchat voltou a circular, segundo a Veja. No segundo turno, fez campanha por Lula e disse que Flávio Bolsonaro expôs "a arrogância que precede a queda". Vida pessoal Converteu-se à fé evangélica aos 42 anos. É casada desde 1986 e tem quatro filhos. Na campanha e depois Criticada como "forasteira" por concorrer em São Paulo, citou Tarcísio de Freitas, que nasceu no Rio de Janeiro, segundo o Terra. Em agosto, numa fala que viralizou, disse que não se deve usar a fé para discriminar: "Quer ser homofóbico e racista, seja por sua conta", segundo o g1. Em maio de 2026, disse que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como terroristas afetava "amigos" de Flávio Bolsonaro, segundo o Jornal do Brasil. Segundo o TSE, Guilherme Derrite (PP) teve 13.273.880 votos e André do Prado (PL), 12.703.089. Simone Tebet (PSB) ficou em terceiro, com 8.342.968, e Marina em quarto. Em 28 de outubro, chamou Flávio Bolsonaro de covarde por ter ido para os Estados Unidos e disse que ele simula perseguição política, segundo o ac24horas. Posições e polêmicas Evangélica da Assembleia de Deus, defendeu que escolas adventistas possam ensinar o criacionismo, desde que ensinem também a evolução. Em 2010, foi contra pesquisas com células-tronco embrionárias e contra a descriminalização do aborto, mas a favor de um plebiscito sobre o tema, o que levou o pastor Silas Malafaia a acusá-la de "jogar para a torcida". Também defendeu consulta popular sobre a maconha. Em 2013, declarou-se a favor da união civil homoafetiva, sem usar a palavra casamento. Em 2014, o programa de governo dela foi alterado 24 horas depois de divulgado, com termos menos explícitos sobre direitos LGBT. Em 2016, foi favorável ao impeachment de Dilma Rousseff. Segundo a biografia oficial, abriu mão da pensão vitalícia de ex-senadora e do plano de saúde do Senado, e devolveu R$ 500 mil em doações de campanha. Prêmios Recebeu o Prêmio Goldman do Meio Ambiente em 1996 e o Champions of the Earth, maior prêmio ambiental da ONU, em 2007. Também recebeu o prêmio Sophie, na Noruega, e o da Fundação Príncipe Albert II de Mônaco, em 2009. Em 2011, o perfil dela no Twitter ganhou o Shorty Awards. Em 2012, carregou a bandeira olímpica na abertura dos Jogos de Londres. Em 2014, o Financial Times a incluiu entre as mulheres do ano e, em 2024, a revista Time a listou entre as 100 pessoas mais influentes do mundo. A revista Época a incluiu entre os 100 brasileiros mais influentes em 2008, 2009, 2010, 2013 e 2014. Em 2020, uma espécie de marsupial da Amazônia recebeu o nome Marmosops marina em homenagem a ela. Patrimônio e salário Declarou R$ 274,5 mil em bens ao TSE em 2026. Como deputada federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês. Linha do tempo 1958: nasce em Rio Branco (AC), em 8 de fevereiro. 1988: é eleita vereadora de Rio Branco. 1994: é eleita senadora pelo Acre aos 36 anos. 2003: assume o Ministério do Meio Ambiente. 2010: disputa a Presidência pelo PV e fica em terceiro. 2014: disputa a Presidência pelo PSB e fica em terceiro. 2015: registra a Rede Sustentabilidade. 2022: é eleita deputada federal por São Paulo. 2023: volta ao Ministério do Meio Ambiente. 2026: deixa o ministério e fica em quarto lugar na eleição para o Senado em São Paulo.
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — 2027
    Deputada Federal por São Paulo

    Eleita pela Rede em 2022.

  2. 2023 — 2026
    Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima

    Terceiro governo Lula.

  3. 2018 — 2018
    Candidata à Presidência pela Rede

    Oitavo lugar, com 1.069.575 votos.

  4. 2014 — 2014
    Candidata à Presidência pelo PSB

    Terceiro lugar, com 22.154.707 votos.

  5. 2013 — atual
    Fundadora da Rede Sustentabilidade

    Partido registrado em 2015.

  6. 2010 — 2010
    Candidata à Presidência pelo PV

    Terceiro lugar, com 19.636.359 votos.

  7. 2003 — 2008
    Ministra do Meio Ambiente

    Primeiro e segundo governos Lula.

  8. 1995 — 2011
    Senadora pelo Acre

    Eleita em 1994 e reeleita em 2002.

  9. 1995 — 1997
    Secretária nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT

    Partido dos Trabalhadores.

  10. 1991 — 1995
    Deputada Estadual do Acre

    Pt.

  11. 1989 — 1991
    Vereadora de Rio Branco

    Pt.

  12. 1985 — 1986
    Vice-coordenadora da CUT no Acre

    Fundou a central no estado com Chico Mendes.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Conferência2025
Cop30
Belém

Ministra do país-sede da conferência do clima que aprovou o Pacote de Belém.

Na imprensa

Notícias de outros portais

29 de out. de 2026

Marina diz que Flávio “deixa um país livre” e o chama de covarde por fuga aos EUA

A ex-ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede), criticou, nesta quarta-feira (28), o ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL),. Em vídeo publicado no Instagram, Marina afirmou que ele não aceita o resultado das urnas e simula perseguição política. Segundo ela, Flávio Bolsonaro foi para os Estados Unidos e, de lá, declarou-se o verdadeiro presidente eleito e disse que o Brasil vive um regime de exceção.

Fonte: Ac24horas

23 de out. de 2026

Marina Silva vê eleição presidencial “virando” a favor de Lula

Ex-ministra participou de ato na PUC-SP, criticou Flávio Bolsonaro e atribuiu ao debate papel na mobilização de eleitores. Ex-ministra participou de ato na PUC-SP na noite de 5ª feira (22.out); ela avalia que performance de Flávio no debate da “Band” ajudou a mobilizar eleitores do petista A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede-SP) disse na 5ª feira (22.out.2026) que a eleição presidencial “está virando” a favor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) .

Fonte: Poder360

19 de out. de 2026

Marina Silva diz que Flávio Bolsonaro expôs sua arrogância que precede a queda

Ex-ministra afirma que candidato demonstrou “arrogância, mentira, irresponsabilidade e despreparo”. Em publicação nas redes sociais, Marina afirmou que o candidato demonstrou arrogância, agressividade e falta de preparo ao confrontar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recorrendo a ataques pessoais sem responder a questionamentos sobre sua trajetória política. “O debate deste domingo na Band mostrou uma certeza: Flávio Bolsonaro foi extremamente arrogante.

Fonte: Brasil 247

13 de out. de 2026

Internet resgata desabafo de Marina Silva a Fabio Porchat sobre PT em eleições passadas

Vídeo foi recortado de uma live com o humorista Fábio Porchat, transmitida em 2020. Em meio à acirrada corrida eleitoral para Presidência da República, internautas recuperaram um vídeo antigo da deputada federal Marina Silva (Rede), em que ela comenta com o humorista Fabio Porchat as acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) feitas em 2014, quando disputou as eleições contra Dilma Rousseff . “Como eu era evangélica, eu ia acabar com o Círio de Nazaré.

Fonte: Veja

05 de out. de 2026

Marina Silva ficou em 4º na disputa ao Senado por SP, com 18,12% dos votos

Marina Silva foi escolhida por 7,8 milhões de eleitores e terminou corrida ao Senado em 4º lugar. Duas cadeiras estavam em disputa. Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real? Marina Silva (Rede) perdeu a corrida ao Senado em São Paulo nesse domingo (4/10). Aliada do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marina terminou a apuração em quarto lugar, com 18,12% dos votos válidos.

Fonte: Metrópoles

05 de out. de 2026

Marina Silva fica em 4º lugar e perde disputa pelo Senado em São Paulo

Guilherme Derrite (PP) foi eleito com 30,59% dos votos, seguido por André do Prado (PL), com 29,28%. Marina Silva (Rede) não conseguiu uma das duas vagas ao Senado por São Paulo nas eleições deste domingo (4). A ex-ministra terminou a disputa em quarto lugar, com 18,12% dos votos válidos. Simone Tebet (PSB) ficou em terceiro lugar, com 19,23%, também sem conquistar uma vaga. Marina e Tebet foram apoiadas por Lula (PT) na disputa.

Fonte: Vero Notícias

04 de out. de 2026

Marina Silva e Simone Tebet perdem disputa pelo Senado em SP

Ex-ministras do Meio Ambiente e do Planejamento do governo Lula ficam fora do Senado nas eleições 2026. As candidatas ao Senado Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), ex-ministras do atual governo Lula (PT), perderam a disputa pelo estado de São Paulo nas eleições deste domingo (4).

Fonte: Valor Econômico

04 de out. de 2026

Marina Silva vota em Santos durante o primeiro turno das Eleições 2026

Marina Silva, candidata ao Senado por São Paulo nas Eleições 2026, votou na UME Lydia Federici, em Santos, na tarde deste domingo (4). A candidata ao Senado por São Paulo Marina Silva (Rede) votou no 1º turno das Eleições 2026 em Santos, neste domingo (4). Marina chegou à UME Lydia Federici, no Boqueirão, por volta das 13h40. Ela concorre a uma das 2 vagas destinadas ao estado. Ela chegou à UME Lydia Federici, no bairro Boqueirão, por volta das 13h30.

Fonte: G1

04 de out. de 2026

Guilherme Derrite e André do Prado são eleitos para o Senado por São Paulo

Ex-ministras de Lula, Simone Tebet e Marina Silva foram derrotadas. O Estado de São Paulo vai levar Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) ao Senado. Neste domingo, Derrite conquistou 11,9 milhões de votos e Prado (PL) foi votado por 11,4 milhões de eleitores, com 90% das urnas apuradas. Ao todo, 14 candidatos concorreram ao cargo em São Paulo, para duas vagas. A terceira colocada foi Simone Tebet (PSB), com 7,4 milhões de votos, e em quarto lugar ficou Marina Silva (Rede), com 7 milhões.

Fonte: Extra

29 de set. de 2026

Qual é o número de Marina Silva para o Senado por São Paulo?

Ex-ministra do Meio Ambiente disputa, pelo Rede, uma das vagas de senadora por SP; votação do primeiro turno das Eleições 2026 será no dia 4 de outubro, das 8h às 17h. Ex-ministra do Meio Ambiente do governo Luiz Inácio Lula da Silva, Marina Silva ( Rede ) concorre ao Senado Federal por São Paulo nas Eleições 2026 .

Fonte: O Globo

23 de set. de 2026

Campanha de Marina Silva pede reforço de caixa e questiona critérios de repasse de verba da Rede

Nos bastidores, reclamação é que valor atual ficou abaixo do enviado a aliados de outros estados; partido rebate dizendo que patamar é próximo considerando aporte do PSOL. A campanha da ex-ministra do Meio Ambiente e candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva (Rede), encaminhou um pedido de reforço de caixa de R$ 1,2 milhão à direção nacional do partido, mais que o dobro do recebido até agora, e questiona internamente os critérios adotados para o repasse de verba pública este ano.

Fonte: O Globo

21 de set. de 2026

Marina Silva critica ‘contaminação política’ no STF e diz que apoio a Lula veio após 'assalto a democracia'

Principais candidatos ao Senado por SP são entrevistados pelo Terra e apresentam propostas e prioridades para um eventual mandato. Após deixar o Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede) quer ocupar uma das cadeiras do Senado por São Paulo. Em entrevista ao Terra , ela aponta haver "contaminação política" no Supremo Tribunal Federal (STF) e considera que a discussão a respeito de impeachment de ministros deve contar com mecanismos de autocorreção, que devem ser aplicados "sem dois pesos e duas medidas".

Fonte: Terra

18 de set. de 2026

Marina Silva cita Tarcísio ao rebater críticas de ‘forasteira’ por concorrer ao Senado por São Paulo

Após deixar o Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede) quer ocupar uma das cadeiras do Senado por São Paulo. Em entrevista ao Terra, ela aponta haver "contaminação política" no Supremo Tribunal Federal (STF) e sobre a discussão a respeito de impeachment de ministros diz que mecanismos de autocorreção devem ser aplicados "sem dois pesos e duas medidas". Marina também rebate críticas da opisição, que a chamam de forasteira por disputar um cargo no estado paulista, e evita comentar sobre críticas passadas a Lula. Marina defendeu a necessidade de reformas no Judiciário e comenta sobre temas polêmicos no Congresso Nacional: como aborto, castração química e redução da maioridade penal. A candidata ainda falou sobre suas propostas para São Paulo nas áreas de meio ambiente, segurança climática, economia e desenvolvimento sustentável. Essa reportagem faz parte de uma série de entrevistas

Fonte: Terra

01 de set. de 2026

Ecossocialista do PSOL e militante do PT assumem Senado se Marina e Tebet forem eleitas e deixarem cargo

Saiba quem são os suplentes de Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), candidatas ao Senado pelo estado de São Paulo. Caso elas sejam eleitas e Lula reeleito, Tebet e Marina têm chances de receberem convite do Executivo e, se aceitarem, deixarem o cargo eletivo para integrar um eventual novo governo do PT. Seria uma maneira de acomodar aliados, uma vez que os suplentes pertencem a partidos como PT e PSOL.

Fonte: Gazeta do Povo

27 de ago. de 2026

Evangélica, Marina Silva critica uso da religião para discriminar: ‘Quer ser homofóbico e racista, seja por sua conta’

A fala da candidata da Rede no sábado (22) viralizou nas redes sociais justamente por ela ser há anos cristã. Ela se converteu à Assembleia de Deus em 1996 e prega o estado laico. Marina critica uso de religiões contra gays: ‘Não use fé para discriminar' A candidata da Rede ao Senado por São Paulo, Marina Silva, subiu o tom contra discursos homofóbicos e racistas e defendeu a separação entre religião e política no Brasil.

Fonte: G1

30 de mai. de 2026

Marina Silva diz que decisão dos EUA sobre facções afeta "amigos" de Flávio

Ex-ministra defende soberania nacional e diz que segurança do país deve ser tratada pelo Brasil. A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comentou nesta sexta-feira (29) a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas. Durante evento do PT em São Paulo, ela fez críticas à medida e afirmou que o impacto maior deve recair sobre quem esteve envolvido na articulação da proposta.

Fonte: Jornal do Brasil

28 de nov. de 2025

Licenciamento ambiental: ministra confirma que governo deve recorrer ao STF

Segundo a ministra Marina Silva, a decisão do parlamento fere a Constituição brasileira. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva , afirmou, por meio de um vídeo publicado em sua conta no Instagram, nesta sexta-feira (28), que o governo deve recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) após o Congresso ter derrubado os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental Brasileiro .

Fonte: R7

28 de nov. de 2025

Após derrota no Congresso, Marina Silva diz que licenciamento sofre ‘demolição’ e avalia judicialização

Ministra aponta retrocesso ambiental, alerta para agravamento de tragédias climáticas e afirma que governo avalia contestar alterações no STF. Em participação no programa Bom Dia, Ministra, da EBC , ela classificou a decisão como uma “demolição” do sistema de licenciamento, afirmando que o Legislativo desfez salvaguardas que, por décadas, ajudaram o País a evitar tragédias socioambientais. “É uma verdadeira demolição, foi uma demolição do licenciamento ambiental brasileiro.

Fonte: CartaCapital

10 de nov. de 2025

Entrevista: 'Todos os países estão vivendo as contradições da transição energética’, diz Marina Silva sobre a Margem Equatorial

Ministra relativiza críticas por aval a operação da Petrobras antes da COP30 e vê Senado ‘na contramão’ dos esforços climáticos ao aprovar benefícios para termelétricas. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirma que o Senado está “na contramão” dos esforços pra frear as mudanças climáticas. Em Belém para a abertura da COP30 , ela chama de “absurda” a aprovação de novos benefícios para usinas termelétricas movidas a carvão às vésperas da conferência.

Fonte: O Globo

03 de jul. de 2025

Marina Silva é alvo de críticas durante audiência na Câmara

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participou de uma audiência na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados para discutir desmatamento e queimadas. Durante a sessão, o deputado Evair de Melo criticou a ministra por sua suposta incoerência e falta de experiência com o agronegócio. Em resposta, Marina Silva destacou seu empenho no trabalho e mencionou que algumas percepções são influenciadas por uma visão negacionista dos fatos históricos. Este incidente ocorre após a ministra já ter sido alvo de ataques semelhantes em maio, durante uma audiência no Senado.

Fonte: R7

27 de mai. de 2025

Ministras e Janja repudiam ataques contra Marina Silva no Senado: 'Grave, 'absurdo' e 'misógino'

Márcia Lopes citou a necessidade de retratação e responsabilização. Marina disse ter se sentido ofendida pelos senadores Omar Aziz e Marcos Rogério na Comissão de Infraestrutura. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deixou audiência após bate-boca com senadores e acusações de desrespeito. Ministras do governo e a primeira-dama Janja classificaram o episódio como 'misógino, ofensivo e grave'.

Fonte: G1

27 de mai. de 2025

Janja diz que Marina Silva ‘não se curvará a um bando de misóginos’

Ministra se retirou de audiência após bate-boca com os senadores Plínio Valério e Marcos Rogério. "Fui convidada como ministra, você tem que me respeitar", diz Marina a senador Líder do PSDB, senador Plínio Valério (AM), afirmou que “a mulher Marina merecia respeito, a ministra não”. Em Brasília, a primeira-dama Rosângela da Silva, Janja, defendeu a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, após ela deixar uma audiência no Senado devido a um confronto com os senadores Plínio Valério e Marcos Rogério.

Fonte: Estadão

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Meio ambiente e clima

Defende o desmatamento zero e a transição para energias renováveis.

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Marina Silva?

Marina Silva é ambientalista e política da Rede, deputada federal por São Paulo. Foi senadora pelo Acre, ministra do Meio Ambiente duas vezes e três vezes candidata à Presidência.

Marina Silva foi eleita senadora em 2026?

Não, ficou em quarto lugar em São Paulo, com 7.862.400 votos (18,12%). Os eleitos foram Guilherme Derrite e André do Prado.

Marina Silva ainda é ministra?

Não. Ela deixou o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em 31 de março de 2026 para disputar o Senado e voltou à Câmara.

Qual o cargo atual de Marina Silva?

É deputada federal por São Paulo, com mandato até 31 de janeiro de 2027.

Qual a idade de Marina Silva?

Marina Silva nasceu em 8 de fevereiro de 1958 e tem 68 anos.

Marina Silva é de onde?

Nasceu num seringal de Rio Branco, no Acre. Desde 2022, tem domicílio eleitoral em São Paulo.

Qual a religião de Marina Silva?

É evangélica. Converteu-se aos 42 anos.

Marina Silva tem filhos?

Sim, tem quatro filhos.

Quantas vezes Marina Silva foi candidata a presidente?

Três: em 2010 pelo PV, em 2014 pelo PSB e em 2018 pela Rede.

Qual o patrimônio de Marina Silva?

Declarou R$ 274,5 mil em bens ao TSE em 2026.

Quanto ganha Marina Silva?

Como deputada federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês.

Quantos votos Marina Silva teve para presidente?

Teve 19.636.359 votos em 2010, 22.154.707 em 2014 e 1.069.575 em 2018, segundo o TSE.

Por que Marina Silva deixou o ministério em 2008?

Pediu demissão em maio de 2008 por falta de apoio à política ambiental, depois que o Plano Amazônia Sustentável foi entregue a Roberto Mangabeira Unger.

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