Foto oficial de Gleisi Hoffmann

Gleisi Hoffmann

Deputada Federal (PT-PR)

Biografia

Resumo biográfico

Gleisi Helena Hoffmann é advogada e política paranaense do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada federal pelo Paraná desde 2019. Presidiu o PT de 2017 a 2025 e foi ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do governo Lula de março de 2025 a março de 2026, quando voltou à Câmara para disputar o Senado. Em 4 de outubro de 2026, não foi eleita senadora. Ficou em quarto lugar no Paraná, com 1.542.636 votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As vagas ficaram com Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo). O mandato de deputada vai até 31 de janeiro de 2027. Depois da reeleição de Lula, seu nome passou a ser cotado para o Ministério do Desenvolvimento Social e para uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), segundo o Estado de Minas e o Bnews. Nascida em Curitiba em 6 de setembro de 1965, tem 61 anos. Foi a primeira mulher eleita senadora pelo Paraná, em 2010, e a primeira a presidir o PT. Origem e formação De família de origem alemã, cresceu na Vila Lindoia, em Curitiba. Estudou nos colégios Nossa Senhora Esperança e Medianeira e cursou eletrotécnica no Cefet-PR, onde entrou no movimento estudantil. Presidiu a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES). Seu primeiro partido foi o PCdoB, aos 17 anos. Formou-se em direito pela Faculdade de Direito de Curitiba, fez MBA em gestão pública pela UFMS e especialização em administração financeira pela FAE. Carreira na gestão pública Foi assessora na Assembleia Legislativa do Paraná, na Câmara Municipal de Curitiba e, de 1993 a 1998, na Câmara dos Deputados, onde integrou a equipe técnica da Comissão de Orçamento. Entrou no PT levada por Jorge Samek. Foi secretária de gestão financeira de Mato Grosso do Sul no governo Zeca do PT e secretária de Gestão Pública de Londrina. De 2003 a 2006, foi diretora financeira da Itaipu Binacional. Gestão em Mato Grosso do Sul, Londrina e Itaipu Em Brasília, nos anos 1990, conheceu Paulo Bernardo e trabalhou na equipe técnica da Comissão de Orçamento quando Lula presidia o PT. Também colaborou com o Instituto Cidadania. Em 1999, foi nomeada diretora de Administração e Finanças e secretária executiva de Gestão Financeira de Mato Grosso do Sul. Em outubro de 2000, passou à Secretaria Extraordinária de Reestruturação e Ajuste do governo Zeca do PT. Lá, comandou uma reforma administrativa que cortou 30% dos cargos comissionados e demitiu cerca de 1.500 funcionários para regularizar salários atrasados. Em 2002, assumiu a recém-criada Secretaria Municipal de Gestão Pública de Londrina, na gestão de Nedson Micheleti. Implantou o pregão eletrônico e iniciou a discussão do plano de carreira dos servidores. No mesmo ano, integrou a equipe de transição do primeiro governo Lula. Em 21 de janeiro de 2003, foi nomeada diretora financeira da Itaipu Binacional, então presidida por Jorge Samek. Foi a primeira mulher a ocupar uma diretoria na história da empresa, num cargo que administrava orçamento anual de mais de 3 bilhões de dólares, em reais, guaranis e dólares. Na gestão dela, a usina ampliou programas de saúde, educação e proteção social na tríplice fronteira, incluindo ações contra a exploração sexual infantil. Dentro do PT, foi secretária estadual de Mulheres e integrou o Diretório Nacional. Em 2008, foi eleita presidente do PT no Paraná e, em 2009, percorreu mais de 200 municípios para reorganizar o partido. Primeira militância Aos 17 anos, em 1983, entrou no PCdoB por causa do movimento estudantil. Ela citou como livros de cabeceira daquela época "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano, e o "Manifesto Comunista". Filiou-se ao PT em 1989, a convite do então vereador Jorge Samek, de quem era assessora. Senado e Casa Civil Em 2006, ficou em segundo lugar na disputa pelo Senado. Em 2008, foi segunda colocada na eleição para prefeita de Curitiba. Em 2010, foi eleita senadora como a mais votada do Paraná. Em junho de 2011, assumiu a Casa Civil no governo Dilma Rousseff, no lugar de Antonio Palocci, e ficou no cargo até fevereiro de 2014. Em 2014, ficou em terceiro lugar na eleição para governadora. Em 2016, presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Detalhes das disputas e do Senado Em 2006, teve cerca de 45% dos votos válidos para o Senado e perdeu para Alvaro Dias, que se reelegeu. Em 2008, teve 18,17% dos votos para a prefeitura de Curitiba, contra Beto Richa (PSDB). Em 2010, foi eleita senadora como a mais votada do Paraná, ao lado de Roberto Requião (PMDB). O suplente Sérgio Souza (PMDB) assumiu quando ela foi para a Casa Civil. No Senado, apresentou o projeto que acabou com o 14º e o 15º salários dos parlamentares, aprovado em fevereiro de 2013, com economia estimada em quase R$ 32 milhões. Também atuou pela Patrulha Maria da Penha, programa de visitas policiais a mulheres com medidas protetivas. Em novembro de 2015, votou contra a prisão do senador Delcídio do Amaral. Em março de 2016, substituiu Delcídio na presidência da Comissão de Assuntos Econômicos. Contra o impeachment de Dilma Rousseff, disse que o Senado não tinha moral para julgar a presidente. A senadora Ana Amélia (PP-RS) apresentou uma representação contra ela no Conselho de Ética. Em fevereiro de 2017, tornou-se líder do PT no Senado e declarou ser contra o foro privilegiado. Na Casa Civil, de 2011 a 2014, foi classificada como ministra de perfil técnico. Ao sair, lamentou não ter concluído as concessões de rodovias e aeroportos. No período, foi criada a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), criticada por partidos de esquerda como forma de privatização da gestão dos hospitais universitários. Foi sucedida por Aloizio Mercadante. Em 2014, na disputa pelo governo do Paraná, teve 881.857 votos, 14,87% dos válidos, e ficou atrás de Beto Richa, reeleito, e de Requião. Presidência do PT e Câmara Eleita presidente do PT em 2017, com apoio de Lula, comandou o partido durante a prisão do ex-presidente e na campanha que o levou de volta ao Planalto em 2022. Em 2018, foi eleita deputada federal como a mulher mais votada do Paraná e a deputada mais votada do PT no país. Em 2022, foi reeleita como a segunda mais votada do estado, atrás de Deltan Dallagnol. Comando do PT Foi eleita presidente do PT em 3 de junho de 2017, com 61% dos delegados, contra Lindbergh Farias, apoiado pela corrente Muda PT. Substituiu Rui Falcão num momento de crise, depois do impeachment de Dilma e da derrota nas eleições municipais de 2016. Durante a prisão de Lula em Curitiba, foi uma espécie de porta-voz do ex-presidente. Em janeiro de 2019, foi à posse de Nicolás Maduro na Venezuela, o que gerou críticas dentro e fora do PT. Em novembro de 2019, foi reeleita presidente do partido com 71% dos votos, contra Margarida Salomão e Valter Pomar. Em 2023, o Diretório Nacional prorrogou o mandato dela por dois anos. Na Câmara, tomou posse em fevereiro de 2019 sob vaias de adversários. Ajudou a formar o bloco de oposição ao governo Bolsonaro. As primeiras propostas dela tratavam da redução do preço do gás de cozinha, do aumento do salário mínimo e da isenção do imposto de renda para quem ganha até cinco salários mínimos. Em 2022, foi reeleita com 261.242 votos e apareceu entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso, segundo o Diap. Em 2023, foi indicada para a CPI do MST, na ala governista. Apresentou projetos de proteção previdenciária a donas de casa de baixa renda, de apoio a agricultores familiares atingidos por desastres e de restrição à publicidade de apostas. Ministra das Relações Institucionais Tomou posse na SRI em 10 de março de 2025, no lugar de Alexandre Padilha, e cuidou da articulação política do governo em pautas como a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, o fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública. Em maio de 2025, disse que uma CPI sobre as fraudes no INSS poderia atrapalhar a investigação policial, segundo o g1. Em julho, publicou e apagou uma mensagem que comemorava uma operação da PF contra Jair Bolsonaro, segundo a Folha de Pernambuco. Anunciou a pré-candidatura ao Senado em janeiro de 2026 e deixou o cargo em 31 de março. Processos e ataques Na Lava Jato, foi acusada de receber R$ 1 milhão para a campanha de 2010. Em 2016, o STF aceitou a denúncia. Em 19 de junho de 2018, a Segunda Turma do STF a absolveu, junto com o ex-marido Paulo Bernardo, por falta de provas. Em abril de 2026, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) a pagar R$ 20 mil a ela por ofensa misógina, segundo a IstoÉ. Em agosto, a Justiça Eleitoral condenou Filipe Barros (PL) por impulsionar vídeos contra ela. Eleição de 2026 e depois Na campanha, chamou Flávio Bolsonaro de "mentiroso" e "dissimulado" e previu a virada de Lula. Depois da derrota no Senado e da reeleição de Lula, cobrou a Polícia Federal pela saída de Flávio do país. Vida pessoal Foi casada com o jornalista Neilor Toscan e com o ex-ministro Paulo Bernardo, com quem tem dois filhos. Desde 2020, mantém relacionamento público com o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). Embates como ministra Na SRI, Gleisi entrou em choque com o Banco Central, o TCU e governadores de oposição. Em junho de 2025, chamou de "incompreensível" a sétima alta seguida da Selic, que chegou a 15% ao ano, segundo o Portal iG. No mesmo mês, respondeu às críticas de Hugo Motta ao pacote fiscal do governo. Em setembro, disse que a decisão do TCU sobre o cumprimento da meta fiscal era "ilegal" e pediu "bom senso" ao tribunal, segundo o g1. Em outubro, criticou o "Consórcio da Paz" criado por governadores de direita no Rio de Janeiro. Segundo ela, o grupo queria "colocar o Brasil no radar do intervencionismo militar de Donald Trump", segundo o Terra. Em março de 2026, processou o senador Flávio Bolsonaro por um vídeo que a associava a organizações criminosas, segundo a IstoÉ Dinheiro. Em fevereiro de 2026, o R7 mostrou que a ministra Verônica Abdalla, sorteada revisora do processo que pode tirar a patente militar de Jair Bolsonaro no Superior Tribunal Militar, já foi advogada de Gleisi. Mais sobre a Lava Jato O doleiro Alberto Youssef afirmou em delação que a campanha de Gleisi em 2010 recebeu R$ 1 milhão do esquema da Petrobras, e o ex-diretor Paulo Roberto Costa confirmou o valor. Em março de 2015, o ministro Teori Zavascki autorizou a abertura de inquérito. Em março de 2016, a PF a indiciou por corrupção passiva e, em maio, o Ministério Público Federal a denunciou com Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues, apontado como emissário do casal. A Segunda Turma do STF aceitou a denúncia por unanimidade em setembro de 2016 e absolveu os três em junho de 2018, por falta de provas. Livros e honrarias Publicou "Sem favor ou generosidade" (2011), "Brasil: a hora da competitividade" (2013), "O PT no Senado" (2017) e "Muitos desafios e um compromisso" (2017). Recebeu a Ordem do Mérito Militar, no grau de grande-oficial, em 2012, a Medalha da Inconfidência em 2013 e a Ordem do Mérito Aeronáutico em 2013. A derrota de 2026 Segundo o TSE, o Paraná elegeu Filipe Barros (PL), com 3.148.583 votos, e Deltan Dallagnol (Novo), com 2.904.594, ambos da chapa do senador Sergio Moro, eleito governador. Alexandre Curi (Republicanos) ficou em terceiro, com 1.947.135. Gleisi teve 1.542.636 votos, à frente de outro petista, Dr. Rosinha, com 1.154.143. O Terra incluiu a derrota dela entre as de nomes históricos do PT, como José Dirceu, que não se elegeu deputado federal. Patrimônio e salário Declarou R$ 1,95 milhão em bens ao TSE em 2026. Como deputada federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês. Linha do tempo 1965: nasce em Curitiba, em 6 de setembro. 2003: torna-se diretora financeira da Itaipu Binacional. 2010: é eleita senadora pelo Paraná. 2011: assume a Casa Civil no governo Dilma. 2017: é eleita presidente nacional do PT. 2018: é eleita deputada federal; o STF a absolve na Lava Jato. 2025: assume a Secretaria de Relações Institucionais. 2026: deixa o ministério e fica em quarto lugar na eleição para o Senado no Paraná.
Carreira

Trajetória

  1. 2025 — 2026
    Ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais

    Governo Lula.

  2. 2019 — 2027
    Deputada Federal pelo Paraná

    Eleita em 2018 e reeleita em 2022.

  3. 2017 — 2018
    Líder do PT no Senado

    Bancada do partido.

  4. 2017 — 2025
    Presidente nacional do PT

    Primeira mulher no cargo.

  5. 2016 — 2017
    Presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado

    No lugar de Delcídio do Amaral.

  6. 2011 — 2014
    Ministra-chefe da Casa Civil

    Governo Dilma Rousseff.

  7. 2011 — 2019
    Senadora pelo Paraná

    Primeira mulher eleita senadora pelo estado.

  8. 2008 — 2010
    Presidente do PT no Paraná

    Eleita em 2008.

  9. 2003 — 2006
    Diretora financeira da Itaipu Binacional

    Itaipu Binacional.

  10. 2002 — 2002
    Secretária Municipal de Gestão Pública de Londrina

    Gestão Nedson Micheleti.

  11. 1999 — 2002
    Secretária de Gestão Financeira de Mato Grosso do Sul

    Governo Zeca do PT; depois, secretária extraordinária de Reestruturação e Ajuste.

  12. 1993 — 1998
    Assessora na Câmara dos Deputados

    Equipe técnica da Comissão de Orçamento.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Projeto de lei2024
Restrição à publicidade de apostas
Bets

Apresentou projetos para limitar a propaganda de apostas esportivas.

Na imprensa

Notícias de outros portais

29 de out. de 2026

Gleisi Hoffmann é cotada para assumir ministério que cuida do Bolsa Família

Após perder a eleição para o Senado, Gleisi Hoffmann é cogitada para ministério no governo Lula. A deputada federal e ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) que perdeu a eleição deste ano para o Senado é um dos nomes cotados para assumir o Ministério do Desenvolvimento Social no quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula pode mandar o auxiliar de volta ao Senado para reforçar a base governista.

Fonte: Bnews

14 de out. de 2026

‘Além de mentiroso, Flávio Bolsonaro é dissimulado e perverso’, afirma Gleisi Hoffmann

Deputada critica postura do candidato, que promete votar pelo fim da escala 6x1 e, ao mesmo tempo, sinaliza a empresários que vai rever a medida. Em publicação realizada nas redes sociais nesta quarta-feira (14), a parlamentar reagiu às sinalizações do adversário ao setor empresarial e disparou: “nem cumpriu a promessa de votar contra a escala 6×1 e Flávio Bolsonaro já promete a aliados que, se eleito, vai rever a medida. Além de mentiroso é dissimulado e perverso”.

Fonte: Brasil 247

09 de out. de 2026

Gleisi Hoffmann: “Lula vai virar e ganhar a eleição”

Em entrevista à TV 247, a deputada federal projeta reação no segundo turno e convoca a militância para a luta nas ruas e redes sociais. Em um tom combativo e de convocação direta à militância progressista, a parlamentar avaliou os primeiros desdobramentos do segundo turno e cravou: “Lula vai virar e ganhar a eleição” . Durante a entrevista, Gleisi enfatizou que o momento não é para lamúrias ou paralisia, mas de luta política ostensiva e cotidiana .

Fonte: Brasil 247

05 de out. de 2026

PT vê quatro de suas principais lideranças fracassarem nas urnas

Gleisi Hoffmann, Benedita da Silva e Randolfe Rodrigues perderam disputas pelo Senado; Fernando Haddad foi derrotado por Tarcísio em São Paulo. CNPJ 19.608.677/0001-35 Jornalista, pós-graduado em marketing e mestre em comunicação e consumo. Especialista em comunicação e consumo e análise política. O PT enfrentou derrotas significativas nas eleições deste domingo, 4, com quatro de suas principais lideranças não conseguindo se eleger.

Fonte: Revista Oeste

05 de out. de 2026

Nomes históricos do PT são derrotados em tentativas de cargos no Senado e Câmara

José Dirceu, Gleisi Hoffmann e outros ficaram pelo caminho. Mais do que a derrota em primeiro turno de Lula (PT) para Flavio Bolsonaro (PL), nomes histórico dos Partidos dos Trabalhadores (PT) saíram derrotados das eleições de 2026. Um dos resultados de destaque foi José Dirceu. Fundador do PT e ex-ministro da Casal Civil, ele não conseguiu ser eleito a deputado federal. Quem também acabou derrotada foi Gleisi Hoffmann, que buscou uma vaga no senado no Paraná, e terminou na quarta colocação com 1,5 milhão de votos.

Fonte: Terra

04 de out. de 2026

Ex-presidente do PT e ex-ministra de Lula, Gleisi Hoffmann não é eleita senadora pelo Paraná

Gleisi é ex-presidente do Partido dos Trabalhadores e ex-ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula. A deputada federal Gleisi Hoffmann , ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) e ex-ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não conseguiu se eleger como senadora pelo Paraná neste domingo. Com 95,6% das urnas apuradas, Gleisi teve 1.464.920 milhão de votos.

Fonte: O Globo

04 de out. de 2026

Senado PR: Filipe Barros e Deltan Dallagnol são eleitos; Gleisi Hoffmann é derrotada

Ex-procurador da Lava-Jato chegou a ter a candidatura derrubada pelo TSE, mas uma decisão do presidente da Corte, Nunes Marques, recolocou ele na disputa. O deputado federal Filipe Barros (PL) e o ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo), ambos aliados e integrantes da chapa do senador Sergio Moro (PL), foram eleitos para o Senado pelo Paraná neste domingo. Barros registrou 27,2% dos votos válidos, enquanto o ex-procurador da Lava-Jato teve 24,1%.

Fonte: O Globo

18 de ago. de 2026

Filipe Barros, do PL, é condenado por impulsionar vídeos contra Gleisi Hoffmann, do PT

A rivalidade entre o Partido Liberal (o PL, de Flávio Bolsonaro) e o Partido dos Trabalhadores (o PT, de Luiz Inácio Lula da Silva) promete uma disputa. Mas não só isso: a expectativa também é de muito trabalho para os Tribunais Eleitorais. E num caso recente julgado no Paraná, o PT é quem acabou levando a melhor contra o PL. O caso trata-se de uma representação eleitoral ajuizada pela candidata ao Senado Gleisi Hoffmann (PT) e pela Federação Brasil da Esperança contra Filipe Barros (PL), também candidato a senador.

Fonte: Bem Paraná

30 de abr. de 2026

Gleisi: rejeição a Messias abre chance para mulher no STF

A deputada federal e ex-ministra da articulação política do governo Lula afirmou que a rejeição de Jorge Messias ao STF abre a oportunidade de indicar uma mulher à Corte e falou em "traição" no Congresso.

Fonte: Correio do Povo

27 de abr. de 2026

Gleisi Hoffmann quer declarar aliado de Trump persona non grata após falas sobre brasileiras

Paolo Zampolli referiu-se às mulheres do Brasil como uma ‘raça maldita’ e afirmou que elas são ‘programadas para criar confusão’. A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou nesta segunda-feira (27) duas iniciativas no Congresso Nacional em resposta às declarações consideradas ofensivas contra mulheres brasileiras feitas por Paolo Zampolli, conselheiro do presidente Donald Trump.

Fonte: R7

09 de abr. de 2026

Gustavo Gayer é condenado a pagar R$ 20 mil a Gleisi Hoffmann por ofensa misógina

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi condenado a R$ 20 mil por ofensa misógina contra a ex-ministra Gleisi Hoffmann. A justiça rejeitou a tese de imunidade. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) condenou nesta quarta-feira, 8, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) a pagar uma indenização de R$ 20 mil por ofensa misógina contra a ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT).

Fonte: IstoÉ

09 de abr. de 2026

Justiça do Distrito Federal condena Gustavo Gayer por ofensa misógina contra Gleisi Hoffmann

Decisão determinou o pagamento de indenização à ex-ministra e ao deputado Lindbergh Farias, além de uma retratação pública no X. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) condenou o deputado federal bolsonarista Gustavo Gayer (PL-GO) por ofensa misógina contra a ex-ministra petista Gleisi Hoffmann (PR). A decisão determinou o pagamento de indenização à Gleisi e ao também deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), além de uma retratação pública no X.

Fonte: O Globo

16 de mar. de 2026

Gleisi processa Flávio Bolsonaro por vídeo em que é associada a organizações criminosas

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, Gleisi Hoffmann, entrou com uma ação nesta segunda-feira, 16, contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por um vídeo em que ela é associada a. A ISTOÉ PUBLICAÇÕES LTDA é um portal digital independente e sem vinculação editorial e societária com a EDITORA TRES COMÉRCIO DE PUBLICACÕES LTDA (recuperação judicial).

Fonte: IstoÉ Dinheiro

31 de out. de 2025

Gleisi Hoffmann critica encontro de governadores de direita: 'Investem na divisão política'

Ministra das Relações Institucionais criticou o 'Consórcio da Paz' e afirmou que os governadores querem 'colocar o Brasil no radar do intervencionismo militar de Donald Trump'. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann , usou as redes sociais nesta sexta-feira, 31, para reagir ao encontro entre governadores de direita, que anunciaram a criação de um "Consórcio da Paz" para combater o crime organizado. A reunião ocorreu no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro.

Fonte: Terra

14 de out. de 2025

Deputado do PL admite ter usado apelido da Odebrecht para xingar Gleisi Hoffmann

Colegiado fez oitiva com Gilvan da Federal (PL-CE); Caso de André Janones foi adiado para semana que vem. O deputado Gilvan da Federal (PL-ES) tentou se explicar nesta terça-feira, no Conselho de Ética da Câmara, no processo que analisa a cassação de seu mandato por ter usado em plenário o apelido “Amante” — o mesmo que aparece ao lado do nome de Gleisi Hoffmann na lista da Odebrecht — para chamá-la de prostituta. Apesar de reconhecer o uso do apelido, caiu em contradição ao negar a intenção de ofendê-la.

Fonte: InfoMoney

30 de set. de 2025

Gleisi pede que TCU tenha ‘bom senso’ e diz que decisão sobre cumprimento da meta é ‘ilegal’

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou nesta terça-feira (30) a posição do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre o cumprimento da meta fiscal e afirmou que a medida é “ilegal”. Gleisi reforçou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva vai recorrer da decisão. “Espero que tenham o bom senso de rever. Se o TCU não rever, com certeza Judiciário vai”, declarou a jornalistas.

Fonte: R7

19 de jun. de 2025

Gleisi Hoffmann critica alta da Selic: "Incompreensível"

Esta foi a sétima alta consecutiva da taxa, que chegou ao maior nível desde 2006. A decisão do Banco Central de elevar a taxa básica de juros para 15% ao ano, anunciada na noite de quarta-feira (18), provocou reações no governo. Uma das vozes mais críticas foi a da ministra Gleisi Hoffmann , da Secretaria de Relações Institucionais , que classificou a medida como “incompreensível”.

Fonte: Portal iG

11 de jun. de 2025

Gleisi Hoffmann responde críticas de Motta sobre pacote fiscal

Ministra defende medidas que respeitam arcabouço fiscal e busca ampliar tributação em setores específicos. Estudante de Letras, escreve há 12 anos e já produziu conteúdos em diversas editoriais, como Cotidiano (UOL), Televisão e Famosos (NaTelinha) e Política (Diário do Centro do Mundo), sua maior especialidade. No iG, é repórter de Último Segundo e Saúde.

Fonte: Portal iG

16 de mai. de 2025

Ministra Gleisi Hoffmann diz que CPI sobre fraudes do INSS pode comprometer investigação policial

A formação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito integrada por deputados e por senadores tem ganhado apoio em Brasília, inclusive entre parlamentares governistas. Ministra Gleisi diz que CPI sobre fraudes do INSS pode comprometer investigação policial A formação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito integrada por deputados e por senadores tem ganhado apoio em Brasília, inclusive entre parlamentares governistas.

Fonte: G1

Causas

Causas e valores defendidos

Direitos sociais

Defende a ampliação de direitos trabalhistas, como o fim da escala 6x1.

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Gleisi Hoffmann?

Gleisi Hoffmann é deputada federal pelo PT do Paraná, ex-presidente nacional do partido e ex-ministra da Casa Civil e da Secretaria de Relações Institucionais.

Qual o cargo atual de Gleisi Hoffmann?

É deputada federal pelo Paraná, com mandato até 31 de janeiro de 2027. Foi ministra das Relações Institucionais até março de 2026.

O que Gleisi Hoffmann vai fazer depois da eleição?

Ela é cotada para o Ministério do Desenvolvimento Social e para uma vaga no TCU, mas não havia anúncio oficial até 29 de outubro de 2026.

Qual a idade de Gleisi Hoffmann?

Gleisi Hoffmann nasceu em 6 de setembro de 1965, em Curitiba, e tem 61 anos.

Gleisi Hoffmann é de onde?

É de Curitiba, no Paraná.

Gleisi Hoffmann é casada com quem?

Desde 2020, mantém relacionamento público com o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). Antes, foi casada com o ex-ministro Paulo Bernardo.

Gleisi Hoffmann tem filhos?

Sim, tem dois filhos do casamento com Paulo Bernardo.

Gleisi Hoffmann foi condenada na Lava Jato?

Não. Em 2018, a Segunda Turma do STF a absolveu das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro por falta de provas.

Qual o patrimônio de Gleisi Hoffmann?

Declarou R$ 1,95 milhão em bens ao TSE em 2026.

Quanto ganha Gleisi Hoffmann?

Como deputada federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês.

Gleisi Hoffmann foi eleita senadora em 2026?

Não, ficou em quarto lugar no Paraná, com 1.542.636 votos, segundo o TSE. Foram eleitos Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo).

Qual a formação de Gleisi Hoffmann?

É formada em direito pela Faculdade de Direito de Curitiba. Também fez MBA em gestão pública pela UFMS e especialização em administração financeira pela FAE.

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