Foto oficial de Ricardo Salles

Ricardo Salles

Deputado Federal (Novo-SP) e ex-ministro do Meio Ambiente

Em exercício desde 2006
Biografia

Resumo biográfico

Ricardo de Aquino Salles é advogado, administrador e político paulistano do Partido Novo, deputado federal por São Paulo desde 2023. Foi ministro do Meio Ambiente do governo Jair Bolsonaro de 2019 a junho de 2021. Em 2026, disputou o Senado por São Paulo, mas desistiu em 28 de setembro, seis dias antes do primeiro turno, e declarou apoio a Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), os dois eleitos. O TRE-SP homologou a renúncia, mas o nome continuou na urna e teve 120.575 votos, anulados, segundo o Diário do Estado de São Paulo. Como não disputou a reeleição para a Câmara, fica sem mandato a partir de 1º de fevereiro de 2027. Nascido em São Paulo em 8 de junho de 1975, tem 51 anos. É réu desde agosto de 2023 numa ação sobre exportação ilegal de madeira ligada ao período em que foi ministro. Em setembro de 2025, o processo passou a ser julgado pelo STF, segundo O Tempo. Ele nega irregularidades. Formação Vem de uma família de advogados. Formou-se em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e fez pós-graduações em direito em Coimbra e Lisboa e em administração na FGV. Em 2019, a Universidade Yale confirmou que ele nunca estudou lá, depois de anos em que um mestrado na instituição aparecia em sua qualificação. Salles atribuiu o erro a um assessor. Início na política Em 2006, fundou o Movimento Endireita Brasil, que defende o liberalismo econômico e criou o Dia da Liberdade de Impostos em São Paulo. Disputou sem sucesso as eleições para deputado federal em 2006, pelo PFL, para deputado estadual em 2010, pelo DEM, e de novo para deputado federal em 2018, pelo Novo. Foi secretário particular do governador Geraldo Alckmin de 2013 a 2014 e secretário estadual do Meio Ambiente de 2016 a 2017. Foi diretor da Sociedade Rural Brasileira. Em dezembro de 2018, a Justiça de São Paulo o condenou por improbidade administrativa por alterar o plano de manejo da APA da Várzea do Rio Tietê para beneficiar empresas, com perda dos direitos políticos por três anos. Ele recorreu, e em 2020 o caso ainda estava no Tribunal de Justiça de São Paulo, segundo o Midiamax. O Movimento Endireita Brasil e as primeiras campanhas Salles fundou o Movimento Endireita Brasil em 2006, com quatro amigos, depois de um curso de liderança no Leadership Institute, um think tank conservador dos Estados Unidos. O movimento queria "reabilitar a palavra direita" e, com o Instituto Mises Brasil, criou o Dia da Liberdade de Impostos: uma vez por ano, as entidades pagam o valor dos impostos para quem abastece num posto de São Paulo. Em 2016, a página do movimento no Facebook ofereceu mil reais a quem filmasse e hostilizasse Ciro Gomes num restaurante. Em 2006, pelo PFL, Salles teve 9.466 votos para deputado federal. Em 2010, pelo DEM, teve 26.552 para deputado estadual e se apresentou como "contra o aborto, a favor da pena de morte e contra o uso de drogas". Em agosto de 2012, pediu ao Senado o impeachment do ministro Dias Toffoli, do STF, por parcialidade no julgamento do mensalão. O pedido foi arquivado. No governo Alckmin A nomeação para a Secretaria Particular, em 2013, incomodou o PSDB, e o então presidente estadual do partido, Pedro Tobias, admitiu o desconforto. Salles disse à Folha que nunca defendeu o regime militar. Assumiu a Secretaria do Meio Ambiente em 18 de julho de 2016. O ex-governador Alberto Goldman se disse "enojado" com a escolha. Na pasta, multou instalações portuárias poluentes, puniu a Vale Fertilizantes por uma nuvem tóxica que contaminou o rio Mogi, criou o programa Invasão Zero contra ocupações em áreas protegidas e participou da concessão de 25 parques estaduais à iniciativa privada. Saiu em 2017, depois de pedidos de afastamento e de uma ação de indenização de R$ 50 milhões. Em 2018, candidato a deputado federal pelo Novo, associou munição ao combate à esquerda e ao MST nas redes. O próprio partido avisou que não compactuava com apologia à violência. Teve 36.603 votos. Ministro do Meio Ambiente Assumiu o ministério em janeiro de 2019. A gestão foi criticada por ambientalistas e ex-ministros, como Marina Silva, por medidas como a revogação de resoluções que protegiam restingas e manguezais, a suspensão de multas e a interferência em órgãos de fiscalização. Em maio de 2020, foi expulso do Novo. Em maio de 2021, a PF apontou "fortes indícios" contra ele numa investigação sobre exportação ilegal de madeira. Ele pediu exoneração em 23 de junho de 2021. Polêmicas no ministério Para o Observatório do Clima, a nomeação, anunciada em 9 de dezembro de 2018, subordinava o Ministério do Meio Ambiente à Agricultura. Bolsonaro disse: "Quando vi entidades do setor criticando a indicação de Ricardo Salles, vi que acertamos". Segundo a Exame, como secretário estadual ele já era criticado por pesquisadores por decidir sem levar em conta aspectos técnico-científicos. Salles diz acreditar no aquecimento global, mas se diz incerto sobre a influência humana nele. Em 2019, foi criticado por dizer que Chico Mendes usou seringueiros "para promover seus próprios interesses". Ações populares pediram a anulação da nomeação por causa da condenação por improbidade, e em julho de 2020 o Ministério Público Federal pediu o afastamento dele, por considerá-lo responsável pelo "desmonte" da proteção ambiental. Em 9 de outubro de 2019, numa audiência na Comissão de Meio Ambiente da Câmara sobre o óleo no litoral do Nordeste, um ativista lhe entregou um troféu de "Exterminador do Futuro". Em 23 de outubro, Salles compartilhou um vídeo adulterado que dava a entender que o Greenpeace não ajudava a limpar as praias. Dois dias depois, insinuou sem provas que a ONG era responsável pelo vazamento e publicou a foto de um navio de 2016 como se fosse atual. Depois de cobrança do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, recuou e disse que o navio "não se prontificou a ajudar", segundo O Globo. Em 22 de maio de 2020, o ministro Celso de Mello divulgou o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril. Nela, Salles defendeu aproveitar que a imprensa estava voltada para a Covid-19 para "ir passando a boiada" e mudar regras ambientais por portarias e instruções normativas, segundo o g1. Greenpeace, SOS Mata Atlântica e Observatório do Clima pediram a saída dele. A investigação da madeira Em 14 de abril de 2021, o superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, enviou ao STF uma notícia-crime contra Salles por advocacia administrativa e obstrução da fiscalização ambiental, depois que o ministro defendeu madeireiros alvo da maior apreensão de madeira da história. Saraiva foi exonerado no dia seguinte. Em 31 de maio, a PGR pediu ao STF que investigasse Salles. Em 19 de maio, a Operação Akuanduba cumpriu 35 mandados de busca e apreensão no DF, em São Paulo e no Pará, com autorização de Alexandre de Moraes, e afastou o presidente do Ibama, Eduardo Bim, segundo o g1. A PF suspeitava que Salles e Bim legalizaram retroativamente milhares de cargas de madeira exportadas sem autorização. Um relatório do Coaf apontou "movimentação extremamente atípica" de mais de R$ 14 milhões no escritório de advocacia do qual ele era sócio com a mãe, entre 2012 e 2020. Bolsonaro chamou Salles de "excepcional ministro". Em 23 de junho de 2021, ele pediu demissão e foi substituído por Joaquim Leite, segundo a Agência Brasil. Em 28 de agosto de 2023, a 4ª Vara Federal Criminal do Pará aceitou a denúncia do MPF, e Salles, Bim e outras 20 pessoas viraram réus por integrar um esquema de contrabando de madeira para os Estados Unidos e a Europa, segundo o Jornal do Brasil. Em março de 2025, o STF decidiu por 7 a 4 que crimes ligados ao cargo continuam na Corte mesmo depois do fim do mandato, e a investigação voltou ao Supremo, segundo O Globo. Outras investigações Segundo a Wikipédia, o Ministério Público de São Paulo abriu outros inquéritos: sobre atuação na Junta Comercial como advogado de uma empresa de imóveis (2018); sobre a tentativa de vender um prédio do Instituto Geológico a uma empresa de um amigo (2017); por suposto enriquecimento ilícito, já que o patrimônio declarado passou de R$ 1,4 milhão em 2012 para R$ 8,8 milhões em 2018; e por suposto tráfico de influência em 14 situações entre 2014 e 2016. Salles nega todas as acusações. Deputado federal Eleito em 2022 pelo PL com 440.918 votos, foi relator da CPI do MST em 2023. Em 2024, voltou ao Novo para disputar o Senado. Em março de 2025, com a nova regra do foro, Alexandre de Moraes mandou a investigação sobre a madeira de volta ao STF. Em maio de 2026, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, apresentou queixa-crime contra ele por calúnia e difamação, segundo a Veja. A CPI do MST e o mandato Como relator da CPI do MST, aberta em maio de 2023, Salles propôs o indiciamento de integrantes do movimento. Arthur Lira não prorrogou a comissão, que terminou em 27 de setembro sem votar o relatório, segundo o Estadão e a Agência Brasil. Salles disse que mandaria o texto ao TCU e ao MPF. Em junho de 2024, comemorou nas redes a tentativa de golpe militar na Bolívia. Na Câmara, foi titular das comissões de Minas e Energia, de Relações Exteriores, de Meio Ambiente e de Agricultura. Segundo os Dados Abertos da Câmara, apresentou 34 projetos de lei desde 2023, entre eles um que aumenta a pena do esbulho possessório e cria o crime de ocupação (PL 4370/2023), um que cria delegacias de conflitos agrários (PL 3763/2023), um contra supersalários (PL 387/2026) e o Estatuto da Liberdade dos Ativos Virtuais (PL 2324/2026). Recebeu o prêmio do Ranking dos Políticos de 2023 a 2026. Eleição de 2026 Oficializado candidato pelo Novo em julho, declarou R$ 9,05 milhões em bens, 121% a mais que em 2022, segundo O Globo. Defendeu idade mínima para ministros do STF e disse não ver trauma num eventual impeachment de ministros. O TRE-SP o multou em R$ 10 mil em agosto e em R$ 5 mil em setembro por ataques e informações falsas contra André do Prado. A desistência veio depois de um acordo com o governador Tarcísio de Freitas, segundo o Metrópoles. Em outubro, num ato por Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista, discutiu com o deputado Mario Frias. Campanha ao Senado em números Salles registrou a candidatura em 28 de julho de 2026 e disse ao Estadão que o aumento do patrimônio vinha da advocacia e da incorporação do resultado de um investimento imobiliário no exterior. Disputava o eleitorado bolsonarista depois de atritos com a família Bolsonaro. Numa pesquisa Real Time Big Data de setembro, tinha 9%, atrás de Derrite (20%), André do Prado (18%), Simone Tebet (17%) e Marina Silva (14%), segundo o SBT News. No debate da Folha de S.Paulo, em 21 de setembro, defendeu que o afastamento de ministros do STF siga o "devido processo legal", segundo O Globo. Anunciou a desistência em 28 de setembro ao lado de Tarcísio de Freitas, que chamou a saída de "movimento de soma e não de divisão", segundo o Jornal do Brasil. Em agosto de 2026, Salles trocou o primeiro suplente da chapa: o empresário Marcos Alcântara Machado saiu, e o ex-deputado estadual Frederico D'Ávila entrou, segundo o Terra. Antes de desistir, a campanha gastou mais de R$ 3 milhões e recebeu R$ 3,1 milhões do fundo eleitoral, segundo a Wikipédia. O deputado estadual Emídio de Souza (PT) pediu ao Ministério Público Eleitoral que investigasse se a estrutura da campanha foi usada em favor de Derrite e André do Prado depois da desistência, segundo o 180graus. Em setembro, as campanhas de Tarcísio e de Prado ainda se preocupavam com um "efeito Salles" na direita, segundo O Globo. Patrimônio e salário Declarou R$ 9,05 milhões em bens ao TSE em 2026. Como deputado federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês até janeiro de 2027. Linha do tempo 1975: nasce em São Paulo, em 8 de junho. 2006: funda o Movimento Endireita Brasil. 2016: assume a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo. 2019: torna-se ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro. 2021: deixa o ministério em meio à investigação sobre madeira. 2022: é eleito deputado federal pelo PL com 440.918 votos. 2023: vira réu na Justiça Federal do Pará por contrabando de madeira. 2025: o processo da madeira passa ao STF. 2026: desiste da candidatura ao Senado e apoia Derrite e André do Prado.
Carreira

Trajetória

  1. 2025 — 2026
    Relator da Subcomissão de Transição Energética e Agronegócio na COP30

    Câmara dos Deputados.

  2. 2024 — 2024
    Titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional

    Câmara dos Deputados.

  3. 2024 — atual
    Titular da Comissão de Agricultura da Câmara

    Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

  4. 2023 — 2024
    Titular da Comissão de Minas e Energia da Câmara

    Segundo os Dados Abertos da Câmara.

  5. 2023 — 2027
    Deputado Federal por São Paulo

    Eleito pelo PL em 2022 com 440.918 votos; voltou ao Novo em 2024.

  6. 2023 — 2023
    Relator da CPI do MST

    A comissão terminou em setembro de 2023 sem votar o relatório.

  7. 2019 — 2021
    Ministro do Meio Ambiente

    Governo Jair Bolsonaro; pediu exoneração em 23 de junho de 2021.

  8. 2016 — 2017
    Secretário do Meio Ambiente de São Paulo

    Governo Geraldo Alckmin, de julho de 2016 a 2017.

  9. 2013 — 2014
    Secretário particular do governador de São Paulo

    Governo Geraldo Alckmin.

  10. 2006 — atual
    Fundador do Movimento Endireita Brasil

    Criado com quatro amigos; defende o liberalismo econômico e a redução do Estado.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Proposta2026
Idade mínima para ministros do STF
Proposta de campanha

Defendeu fixar idade mínima para nomeação ao Supremo.

Na imprensa

Notícias de outros portais

24 de out. de 2026

Checagem BP: Lula tira do contexto fala do ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro

Ricardo Salles usou a expressão “passar a boiada” para se referir à ação dos demais ministros em suas áreas. Durante o debate da Globo, Lula foi questionado por Flávio sobre a questão do meio ambiente. O presidente disse que o ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles, disse para “abrir a porteira” no sentido de não preservar as matas da região. Durante uma reunião gravada entre os ministros do presidente, Salles usou o termo “passar a boiada”, mas não foi se referindo ao desmatamento na Amazônia.

Fonte: Brasilparalelo.com.br

05 de out. de 2026

Salles recebe 120 mil votos para o Senado mesmo após desistência da candidatura em SP

Deputado federal Ricardo Salles (Novo) desistiu da corrida ao Senado, mas seu nome permaneceu nas urnas e os votos foram anulados pelo TRE-SP. O deputado federal Ricardo Salles (Novo) obteve 120.575 votos para o Senado por São Paulo no primeiro turno das eleições, realizado no domingo (4), apesar de ter desistido da candidatura. A informação foi confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Fonte: Diário do Estado de São Paulo

03 de out. de 2026

TRE-SP homologa renúncia de Ricardo Salles ao Senado

Mesmo fora da disputa, ex-ministro continuará aparecendo na urna; governador diz que eleitorado já foi informado sobre a desistência e que votos anulados não serão determinantes. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) homologou, nesta sexta-feira, a renúncia de Ricardo Salles (Novo) à candidatura ao Senado. A decisão foi assinada pela relatora do processo, desembargadora Danyelle Galvão. Salles havia anunciado a desistência da disputa na segunda-feira.

Fonte: O Globo

02 de out. de 2026

Petista pede investigação sobre uso de verba pública em campanha de Salles para Senado

O deputado estadual Emídio de Souza PT-SP apresentou ao Ministério Público Eleitoral um pedido de investigação sobre o uso da. O deputado estadual Emídio de Souza (PT-SP) apresentou ao Ministério Público Eleitoral um pedido de investigação sobre o uso da campanha de Ricardo Salles (Novo) ao Senado para uma possível articulação em benefício das candidaturas de Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL).

Fonte: 180graus

29 de set. de 2026

Ricardo Salles 'da boiada' desiste de disputar cadeira no Senado por São Paulo

Deputado anunciou a retirada da disputa ao lado de Tarcísio de Freitas em meio à reorganização da direita paulista. Ricardo Salles desistiu da candidatura ao Senado por São Paulo e anunciou a decisão ao lado do governador Tarcísio de Freitas, em um ato com jornalistas nesta segunda-feira, 28. A retirada da disputa reorganiza o cenário eleitoral na base da direita paulista e reforça os nomes apoiados por Tarcísio. Segundo o governador, a saída de Salles representa um movimento de soma e não de divisão.

Fonte: Jornal do Brasil

28 de set. de 2026

Ricardo Salles desiste de candidatura ao Senado após acordo com Tarcísio

Decisão foi comunicada após encontro com o governador. Objetivo é favorecer candidaturas de Guilherme Derrite e André do Prado. Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real? O deputado federal Ricardo Salles (Novo) desistiu da candidatura ao Senado por São Paulo. O anúncio foi feito durante agenda com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nesta segunda-feira (28/9). O próprio Salles confirmou a informação ao Metrópoles .

Fonte: Metrópoles

28 de set. de 2026

Desistência de Salles ao Senado repercute entre aliados e opositores

A desistência do deputado federal Ricardo Salles de concorrer teve repercussões no meio político, com aliados elogiando e rivais criticando. A desistência do deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) de concorrer ao Senado Federal repercutiu entre políticos dos campos da direita e da esquerda. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (28), ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e dos outrora rivais André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).

Fonte: Gazeta do Povo

22 de set. de 2026

Na reta final, campanhas de Tarcísio e Prado se apegam a voto útil para tentar frear 'efeito Salles'

Aposta é que o eleitor ainda não está totalmente informado sobre disputa ao Senado; corrida em São Paulo tem três candidato dividindo votos da direita. Apesar da imprevisibilidade de momento nas principais pesquisas eleitorais ao Senado, o grupo do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) projeta uma migração de votos na reta final da disputa. Seria o chamado "voto útil", capitaneado pelo eleitorado conservador do estado que rejeita as candidatas apoiadas pelo PT, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Fonte: O Globo

21 de set. de 2026

Impeachment de ministros, reforma e conselho de ética: saiba o que os candidatos ao Senado por SP sugerem para conter crise no STF

Salles defendeu que afastamento de integrantes do Supremo se dê 'com devido processo legal'; Tebet sugeriu que próximas indicações sejam de uma mulher e de um homem, alternadamente; e Marina propôs mandatos fixos de ministros. A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) foi um dos temas do debate entre candidatos ao Senado por São Paulo realizado nesta segunda-feira (21) pelo jornal Folha de S.

Fonte: O Globo

21 de set. de 2026

Real Time: Derrite tem 20% e Prado, 18%, pelo Senado em SP

Simone Tebet aparece com 17%, enquanto Marina Silva marca 14% e Ricardo Salles, 9%, segundo cenário consolidado. André do Prado (PL) tem 18%, seguido por Simone Tebet (PSB) , com 17%. Na sequência aparecem Marina Silva (Rede), com 14%, e Ricardo Salles (Novo), com 9%. Soninha Francine (Cidadania) registra 3%, enquanto Guto Schiavetto (Missão) e Geraldo Rufino (Podemos) têm 2% cada. Brancos e nulos representam 6%, e 7% não sabem ou não responderam.

Fonte: SBT News

17 de set. de 2026

Ricardo Salles propõe idade mínima para ministros do STF: ‘Resolve muitos dos problemas’

Após ser eleito deputado federal por São Paulo, Ricardo Salles (Novo) quer ocupar uma das cadeiras do Senado por São Paulo. Em entrevista ao Terra, ele defende a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) caso sejam comprovados crimes de responsabilidade, quer reter recursos da capital para fortalecer o combate à corrupção e melhorar a segurança pública, e também comenta sobre seu afastamento da família Bolsonaro e da relação desgastada com outros políticos de destaque da direita -- criticando, inclusive, o que chamou de "centrão Valdemarista", em referência ao presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, sigla que Salles deixou para se filiar ao Novo após desentendimentos. Com discurso firme e sendo claro nos posicionamentos, Salles também falou sobre redução da maioridade penal, aborto, castração química, meio ambiente, inteligência a

Fonte: Terra

15 de set. de 2026

TRE-SP multa Ricardo Salles em R$ 5 mil por informações falsas contra André do Prado e manda retirar vídeos com ataques

Justiça Eleitoral determinou a retirada de vídeos das redes em 24 horas e proibiu republicação. O TRE-SP condenou Ricardo Salles nesta terça-feira (15) por divulgar desinformação contra André do Prado. A decisão determinou a retirada de vídeos das redes sociais. A Justiça considerou falsa a acusação de que André do Prado seria investigado por desvio de recursos. Não existe inquérito policial contra o candidato sobre esses fatos.

Fonte: G1

10 de ago. de 2026

Ricardo Salles troca suplente da chapa do Novo ao Senado por SP

Marcos Alcântara Machado deixou a vaga de 1º suplente na chapa do ex-ministro do Meio Ambiente; Frederico D'Ávila deve assumir. O ex-deputado estadual por São Paulo Frederico D'Ávila deve assumir a vaga de primeiro suplente na chapa de Ricardo Salles (Novo) ao Senado Federal. A informação foi confirmada pelo deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro , nesta segunda-feira, 10.

Fonte: Terra

29 de jul. de 2026

Ricardo Salles declara patrimônio 121% maior após quatro anos

Ricardo Salles declara patrimônio 121% maior após quatro anos. Informações exclusivas sobre política, economia, negócios, esporte, cultura. O deputado federal Ricardo Salles declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 9,05 milhões ao registrar, ontem, sua candidatura ao Senado por São Paulo, pelo partido Novo. Na eleição de 2022, quando foi eleito para a Câmara pelo PL, o ex-ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro informou que possuía R$ 3,97 milhões em bens.

Fonte: O Globo

28 de jul. de 2026

Candidato ao Senado, Ricardo Salles registra candidatura e declara patrimônio 127% maior que em 2022

Deputado do Novo disputa eleitorado bolsonarista depois de atritos com a família do ex-presidente; ele diz que aumento é fruto de atividade advocatícia e incorporação do resultado de investimento imobiliário no exterior. Ex-ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro (PL), Salles teve o nome divulgado na plataforma oficial do TSE nesta terça-feira, 28. Na semana passada, a sigla já havia oficializado a candidatura de Ricardo Salles à Câmara Alta, durante a convenção estadual do Novo em São Paulo (SP).

Fonte: Estadão

15 de mai. de 2026

Valdemar Costa Neto apresenta queixa-crime contra Ricardo Salles no STF

Presidente do PL acusa deputado de calúnia e difamação após acusação de corrupção no Ministério dos Transportes. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, apresentou ao STF uma queixa-crime contra o deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) por calúnia e difamação. O motivo do processo é a declaração de Salles, em entrevista a um podcast, de que “a turma do Valdemar é que roubava no Ministério dos Transportes e no DNIT”.

Fonte: Veja

05 de set. de 2025

Ricardo Salles vira réu no STF em ação que apura exportação ilegal de madeira

Saiba mais sobre a denúncia contra Ricardo Salles no STF por contrabando de madeira, envolvendo esquema no Ministério do Meio Ambiente. BRASÍLIA – O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) virou réu em uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) por contrabando florestal. A Corte acatou na quinta-feira (4/9) uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). A ação diz respeito ao período em que Salles era ministro do Meio Ambiente , no governo de Jair Bolsonaro (PL).

Fonte: O Tempo

02 de set. de 2025

Ex-ministro Ricardo Salles será julgado pelo STF por suposto envolvimento em contrabando de madeira

Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que, no caso, está configurada a competência do STF, uma vez que as infrações foram praticadas durante a gestão de Salles como ministro de Estado do Meio Ambiente e têm relação com as funções desempenhadas.

Fonte: Hoje em Dia

08 de abr. de 2025

Salles, Deltan, Geddel, Kassab: as investigações contra políticos que retornam ao STF após mudança de regra sobre foro

Por 7 votos a 4, ministros estabeleceram que o julgamento de crimes relacionados ao cargo continua na Corte mesmo depois do fim do mandato. O Supremo Tribunal Federal ( STF ) passou a receber de volta investigações que haviam sido enviadas para a primeira instância após uma mudança no entendimento da Corte sobre o foro privilegiado. Na lista estão casos envolvendo políticos como os ex-ministros Ricardo Salles , Geddel Vieira Lima, o ex-deputado Deltan Dallagnol e o presidente do PSD, Gilberto Kassab .

Fonte: O Globo

24 de mar. de 2025

Com ‘novo’ foro privilegiado, Moraes manda investigação contra Salles voltar ao STF

Alexandre de Moraes mandou retornar ao STF investigação que mira Salles e apura contrabando de madeira da Amazônia. Deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro, Ricardo Salles , do Novo de São Paulo, será um dos primeiros afetados pela nova configuração do foro privilegiado, definida pelo STF em julgamento recém-concluído.

Fonte: Estado de Minas

03 de ago. de 2024

Ricardo Salles se filia ao Novo; ex-ministro deve disputar vaga ao Senado

'O retorno do Salles fortalece muito o Novo no Congresso, além de vir como uma grande liderança para disputar o Senado em 2026', declarou Eduardo Ribeiro, presidente do Novo. O ex-ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, selou a filiação ao partido Novo na manhã deste sábado (3/8). A adesão de Salles ao Novo posiciona o partido de forma ainda mais estratégica para as próximas eleições municipais.

Fonte: Correio Braziliense

17 de ago. de 2023

Ricardo Salles rebate ministro da Agricultura na CPI do MST: 'Passar a boiada é muito positivo'

O ex-ministro do Meio Ambiente respondeu a uma provocação e disse que 'não tem vergonha' de ter sugerido 'passar a boiada'. Em resposta às críticas do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro , durante a reunião desta quinta-feira (17) da CPI que investiga as ações do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), o deputado Ricardo Salles (PL-SP), relator da comissão, afirmou que "passar a boiada é muito positivo" .

Fonte: R7

20 de mai. de 2019

PF faz operação contra Ricardo Salles e presidente do Ibama é afastado do cargo

BRASÍLIA - A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira buscas contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e servidores do Ibama e da pasta. O prédio. O prédio do Ministério em Brasília é um dos alvos. A operação, batizada de Akuandaba, foi deflagrada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou o afastamento do presidente do Ibama, Eduardo Bim, por suspeitas de irregularidades.

Fonte: Extra

Causas

Causas e valores defendidos

Liberalismo econômico

Defende a redução de impostos e do Estado.

Agronegócio

Ligado à Sociedade Rural Brasileira.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Ricardo Salles?

Ricardo Salles é advogado e deputado federal do Novo por São Paulo. Foi ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro de 2019 a 2021.

Ricardo Salles foi candidato em 2026?

Foi candidato ao Senado por São Paulo, mas desistiu em 28 de setembro e apoiou Guilherme Derrite e André do Prado.

Por que Ricardo Salles desistiu do Senado?

A desistência veio depois de um acordo com o governador Tarcísio de Freitas para favorecer Derrite e André do Prado, segundo o Metrópoles.

Quantos votos Ricardo Salles teve em 2026?

Mesmo depois da renúncia, o nome dele ficou na urna e teve 120.575 votos, que foram anulados.

Ricardo Salles continua deputado?

Sim, até 31 de janeiro de 2027. Como não disputou a reeleição, fica sem mandato em fevereiro.

Qual a idade de Ricardo Salles?

Ricardo Salles nasceu em 8 de junho de 1975, em São Paulo, e tem 51 anos.

Qual o partido de Ricardo Salles?

É do Novo desde 2024. Foi eleito deputado pelo PL em 2022.

O que Ricardo Salles fez como ministro?

Comandou o Meio Ambiente no governo Bolsonaro. A gestão foi criticada por revogar proteções ambientais e suspender multas.

Qual o patrimônio de Ricardo Salles?

Declarou R$ 9,05 milhões em bens ao TSE em 2026, 121% a mais que em 2022.

Quanto ganha Ricardo Salles?

Como deputado federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês até janeiro de 2027.

Ricardo Salles é réu?

Sim, desde agosto de 2023 responde a uma ação por suposto contrabando de madeira ligada à época em que foi ministro, que passou ao STF em 2025. Ele nega irregularidades.

O que Ricardo Salles disse sobre "passar a boiada"?

Na reunião ministerial de 22 de abril de 2020, ele defendeu aproveitar o foco da imprensa na Covid-19 para mudar regras ambientais por portarias e instruções normativas.

Por que Ricardo Salles saiu do Ministério do Meio Ambiente?

Pediu demissão em 23 de junho de 2021, um mês depois da Operação Akuanduba, da PF, que investigava exportação ilegal de madeira.

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