Foto oficial de Nilo Batista

Nilo Batista

Advogado criminalista e jurista

Em exercício desde 1966
Biografia

Resumo biográfico

Nilo Batista (Natal, 17 de abril de 1944) é um advogado e professor de direito penal brasileiro. Foi governador do Estado do Rio de Janeiro de 1 de abril de 1994 até o fim do mesmo ano, tendo assumido o governo fluminense em substituição a Leonel Brizola, que renunciou para concorrer nas eleições presidenciais. Autor de diversos artigos e obras sobre Direito Penal e Criminologia, é conhecido por sua postura crítica em relação ao sistema penal, seus papéis e objetivos no Estado Democrático. Adepto da Criminologia Crítica, entende que o direito penal não pode se fechar ao diálogo com as outras áreas do conhecimento, condenando a ausência de uma política criminal aberta aos dados fornecidos pela criminologia. Em seus escritos, dedicou-se à análise histórica dos sistemas punitivos, bem como aos influxos entre o direito e o contexto social e econômico de cada época. Com uma postura socialmente contestadora, procura ligar o fenômeno criminal aos problemas sociais como a pobreza e a má distribuição de renda, criticando a postura do Estado. Dentre suas produções, destacam-se, entre outras, "Direito Penal Brasileiro: Teoria Geral do Direito Penal, vol.1", escrito em conjunto ao argentino Eugenio Raúl Zaffaroni; "Introdução Crítica ao Direito Penal Brasileiro", "Punidos e Mal Pagos" e "Matrizes Ibéricas do Sistema Penal Brasileiro". É fundador do Instituto Carioca de Criminologia e responsável pela publicação da Coleção Pensamento Criminológico, uma das mais importantes séries criminológicas da atualidade, bem como a Revista Discursos Sediciosos: Crime, Direito e Sociedade, coletânea anual de artigos de insignes autores, com pontos de vista críticos e inovadores. Atualmente exerce a função de professor titular de Direito Penal na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e, desde 2006, é professor titular de Direito Penal na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nilo Batista nasceu em Natal, em 17 de abril de 1944, filho de Bruce Batista e Hilda Campos Batista. Ainda criança, mudou-se com seus pais para Juiz de Fora (MG), onde cursou o ensino fundamental no Grupo Escolar Antônio Carlos e o ensino médio no Colégio São Luís e no Instituto Granbery. Casou-se com Sônia Maria Leite Sirimarco, com a qual teve trigêmeos: Carlos Bruce,Maria Clara e João Paulo. Divorciado, contraiu segundas núpcias em 1993 com a socióloga e parceira no campo da criminologia Vera Malaguti Batista. Em 1966, bacharelou-se em direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 1970, aprovado em concurso público, tornou-se promotor de justiça do Estado da Guanabara e, no ano seguinte, passou a lecionar direito penal na Faculdade de Direito Cândido Mendes. Em janeiro de 1973, licenciou-se da promotoria para atuar como procurador de justiça substituto do estado junto à 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, onde permaneceu até 1974. Neste mesmo período também exerceu advocacia no escritório do jurista Heleno Fragoso, destacando-se como defensor de presos políticos, como o editor Ênio Silveira e o estudante Stuart Angel Jones, e tendo também participado da defesa de acusados de sequestro do embaixador alemão Ehrenfried Ludwig Von Holleben. Em junho de 1975 foi nomeado para compor o Conselho Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro. No mesmo ano, tornou-se professor agregado da Pontifícia Universidade Católica e, no ano seguinte, integrou a banca examinadora de concurso público para ingresso na magistratura, o que viria a se repetir até 1984. Em dezembro de 1978 concluiu o mestrado em direito penal pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No ano seguinte foi eleito conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção do estado do Rio de Janeiro para o biênio de 1979-1980, e pouco depois foi nomeado assessor da presidência do Conselho Federal da OAB, cargo no qual presidiu diversas comissões. Em 1985 foi eleito para presidir por dois anos a OAB-RJ, período durante o qual integrou comissões redatoras dos anteprojetos de Lei de Defesa do Estado Democrático e da Lei de Imprensa, instituídas pelo Ministério da Justiça, bem como a Comissão Nacional de Combate à fraude, no ano seguinte. Presidiu, ainda em 1986, do Instituto Carioca de Criminologia, promovendo uma série de encontros, eventos, seminários e congressos que possibilitaram o intercâmbio crítico de conhecimento, com alcance internacional. Em 1988 foi aprovado no concurso para livre docente em direito penal na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e passou a presidir a comissão encarregada de estudar a implantação da Escola Superior da Advocacia. Em Julho de 1986, filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) e assumiu o cargo de secretário da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, a convite do governador Leonel Brizola, em meio a uma crise na segurança pública estadual que levou à exoneração do secretário Arnaldo Campana. Exerceu o cargo até março de 1987, quando encerrou-se o mandato de Brizola, quando voltou a se dedicar integralmente à advocacia. Em outubro de 1990 foi eleito vice-governador do Rio de Janeiro, em chapa encabeçada pelo ex-governador Leonel Brizola. De 1991 a 1993, acumulou com este o cargo de Secretário da Justiça e da Polícia Civil, no qual coordenou operações que garantiriam a segurança da Conferência Internacional do Meio Ambiente de Desenvolvimento (Eco-92), também conhecida como Rio 92, realizada em junho de 1992. Durante sua gestão, distúrbios de ordem pública, como uma onda de saques em supermercados em abril e maio e arrastões nas praias cariocas foram utilizados pela imprensa para bombardear o governo estadual, acusado de debilidade. Comandou sindicância na polícia apurando a participação de vinte e oito policiais militares, três detetives e dois policiais civis na chacina realizada na favela carioca do Vigário Geral. Na ocasião, investiga também denúncia sobre outros sete grupos de extermínio, investigações que culminam na prisão de quarenta e um policiais e afastamento de outros trinta e quatro, dentre eles seu assessor, o delegado Elson Campelo. Para conter o avanço da criminalidade, adota medidas dentre as quais se destacam o projeto dos centros comunitários de defesa da cidadania (CCDCs), de 1993, fornecendo serviços jurídicos, policiais, de identificação e bancários gratuitos para comunidades carentes. No início de abril de 1994, deixa a secretaria para assumir o governo fluminense, substituindo Leonel Brizola, que renunciou ao cargo de governador para candidatar-se às eleições presidenciais daquele ano. Governou o Rio de Janeiro do início de abril de 1994, após a renúncia de Leonel Brizola, até o final de dezembro do mesmo ano, quando, findo seu mandato, deu posse a seu sucessor Marcelo Alencar, do PSDB. Nilo Batista toma posse em conturbada crise política decorrente da divulgação, pela imprensa, dos livros contábeis do banqueiro do jogo do bicho Castor de Andrade, que continha o nome de mais de cem políticos que teriam supostamente recebido dinheiro (seja verba de filantropia, propina ou financiamento de campanha), e nos quais constaria seu nome. Nilo negou ter recebido contribuições de bicheiros para sua campanha, provando que sua presença nas listas se devia à intermediação que estabelecera, em 1990 - antes, portanto, de ser empossado como vice-governador - entre o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, e o bicheiro Antônio Petrus, o Turcão, para que este último salvasse da falência a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA), organização não governamental da qual Nilo tinha sido sócio-fundador e advogado. A contribuição havia sido realizada em julho de 1990 e imediatamente repassada. Diante do episódio, enfrentou a truculência dos adversários políticos que teriam enfatizado junto ao público nomes ligados ao Executivo estadual com o intuito de desestabilizar o governo do PDT às vésperas das eleições presidenciais. Foi ainda alvo, na época, da publicação de charges e informações na imprensa em decorrência do ocorrido. Em resposta a esses fatos, moveu ações judiciais, pleiteando direito de resposta e indenizações contra os jornais O Globo, Jornal do Brasil e a revista Istoé. Mesmo obtendo ganho de causa em todas as ações que moveu, Batista acabou desistindo de receber as devidas indenizações. Em outubro de 1994, declarou-se favorável a uma participação mais ativa do governo federal no combate ao crime organizado no estado. Solicitou parceria perante o Presidente da República Itamar Franco, para o combate ao tráfico de drogas e contrabando de armas. No mesmo mês, formalizou um acordo político para ação conjunta entre forças federais e estaduais para desbaratar quadrilhas ligadas ao narcotráfico e ao crime organizado, que ficou conhecida como "Operação Rio". No convênio, estabeleceu-se que as atividades de planejamento e coordenação e as ações da Secretaria Estadual de Justiça, das polícias Militar e Civil, e da Defesa Civil estadual passariam a ser geridas por um órgão central, comandado por um oficial indicado pelo Comando Militar do Leste e cujo nome seria submetido ao governador e ao presidente. Ao CML seriam garantidos poderes de investigação e saneamento da estrutura policial fluminense, inclusive com a reestruturação de seus quadros, além de poder de intervir na polícia federal e dispor da estrutura militar das forçar armadas estabelecidas no estado. As ações da operação concentraram-se na ocupação temporária de favelas e em "batidas" nos acessos à cidade do Rio de Janeiro. Entre as principais medidas tomadas nos nove meses de seu governo, figuraram a continuidade das obras do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara; o encaminhamento de um projeto para a criação de uma zona de processamento de exportações em Itaguaí; a liberação de recursos para a conclusão do presídio de segurança máxima Bangu II e a reforma de dois institutos penais; o tombamento do Sambódromo e a liberação de verbas para o combate de enchentes em vários municípios do estado. No que diz respeito à segurança pública, além das ações da operação Rio foram tomadas as seguintes providências: regulamentação do segundo emprego para policiais civis; posse de 140 delegados com formação especial dada pela Academia de Polícia e pela UERJ; demissão de 11 policiais civis por irregularidades; e envio à Assembleia Legislativa do projeto de lei de sua autoria autorizando o estado a explorar o Loto Zôo online, uma espécie de loteria nos moldes do jogo do bicho, legalizada e informatizada, a ser administrada pela Loteria do Estado do Rio de Janeiro. No dia 29 de dezembro, Nilo encerra simbolicamente sua passagem pelo poder em cerimônia religiosa no Palácio da Guanabara, aproveitando para criticar a mídia, elogiar a evolução na mentalidade dos militares e anunciar que não mais pretendia ocupar outros cargos públicos. Dois dias depois, findo seu mandato, dá posse a seu sucessor, o ex-prefeito do Rio Marcelo Alencar. Em Janeiro de 1995, voltou a advogar e retomou suas atividades acadêmicas. Em outubro, torna-se diretor-presidente do Instituto Carioca de Criminologia, sendo responsável pela publicação da Revista Discursos Sediciosos: Crime, Direito e Sociedade, coletânea anual de artigos de insignes autores, com pontos de vista críticos e inovadores. Encabeçou a criação, em 1998, e implantação, em 1999, juntamente com sua esposa Vera Malaguti Batista, do Programa de Mestrado em Ciências Penais da Universidade Candido Mendes (UCAM) Centro – Rio de Janeiro, permanecendo responsável por sua coordenação geral até 2002, quando foi então sucedido pelo Professor Marildo Menegat até o ano de 2005. O programa apresentara importantíssima vanguarda no pensamento criminológico brasileiro, como uma contraposição qualificada ao discurso punitivo dominante mundialmente, partindo de abordagem transdisciplinar ao importar contribuições de outros campos das ciências humanas para obter uma dimensão mais pluralista que permitiu a reestruturação de institutos tradicionais do direito por um viés mais humano de garantia dos direitos. Tornou-se professor titular de direito penal da UERJ, sócio-benemérito da Associação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e membro, entre outros, do Instituto dos Advogados Brasileiros, da Sociedade Brasileira de Criminologia, da Associação Internacional de Direito penal, das sociedades Internacional e Brasileira de Vitimologia, da Sociedade Internacional de Defesa Social, da Comisión Redactora del Proyecto de Codigo Penal Tipo para Latonoamérica, do conselho consultivo do grupo brasileiro da Sociedade Internacional de Direito Penal Militar e Direito de Guerra, do conselho diretor da Associação Brasileira de Juristas Democratas. Teoria da Lei Penal (colab. Aníbal Bruno), S. Paulo, 1974, ed. RT. O Elemento Subjetivo do Crime de Denunciação Caluniosa, Rio, 1975, ed. L. Juris. Aníbal Bruno, Penalista, Rio, ed. Liber Juris, 1978. Decisões Criminais Comentadas, Rio, 1976, ed.L. Juris (2ª ed., 1984). Advocacia Criminal (colab. João Mestieri), Rio, 1978, ed. L. Juris. Concurso de Agentes, Rio, 1978, ed. L. Juris (4ª ed., 2008). Casos de Direito Penal (colab. H. Costa Jr.), Rio, 1980, ed. L. Juris. Temas de Direito Penal, Rio, 1984, ed. L. Juris. Punidos e Mal Pagos, Rio, 1990, ed. Revan. Introdução Crítica ao Direito Penal Brasileiro, Rio, 1990, ed. Revan (12ª ed., 2011). Matrizes Ibéricas do Sistema Penal Brasileiro - I, Rio, 2000, ed. F. Bastos. Direito Penal Brasileiro: primeiro volume - Teoria Geral do Direito Penal (colab. E. Raúl Zaffaroni, Alejandro Alagia e Alejandro Slokar), Rio, 2003, ed. Revan. Novas Tendências do Direito Penal, Rio, 2004, ed. Revan. Lições de Direito Penal Falimentar, Rio, 2006, ed. Revan. Direito Penal Brasileiro: segundo volume – Tomo I - Teoria do Delito: introdução histórica e metodológica, ação e tipicidade (E. Raúl Zaffaroni, Alejandro Alagia, Alejandro Slokar), Rio, 2010, ed. Revan. Tributo a Louk Hulsman (org. Ester Kosoviski), 2012, Rio, ed. Revan. Direito penal == Referências ==
Carreira

Trajetória

  1. 2006 — atual
    Ofessor titular de Direito Penal na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e, desde 2006

    Ofessor titular de Direito Penal na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e, desde 2006, é professor titular de Direito Penal na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

  2. 1999 — atual
    Os de vista críticos e inovadores. Encabeçou a criação, em 1998, e implantação, em 1999, j

    Os de vista críticos e inovadores. Encabeçou a criação, em 1998, e implantação, em 1999, juntamente com sua esposa Vera Malaguti Batista, do Programa de Mestrado em Ciências Penais da Universidade Candido Me

  3. 1998 — atual
    Signes autores, com pontos de vista críticos e inovadores. Encabeçou a criação, em 1998, e

    Signes autores, com pontos de vista críticos e inovadores. Encabeçou a criação, em 1998, e implantação, em 1999, juntamente com sua esposa Vera Malaguti Batista, do Programa de Mestrado em Ciências Penais da

  4. 1993 — atual
    S: Carlos Bruce,Maria Clara e João Paulo. Divorciado, contraiu segundas núpcias em 1993 co

    S: Carlos Bruce,Maria Clara e João Paulo. Divorciado, contraiu segundas núpcias em 1993 com a socióloga e parceira no campo da criminologia Vera Malaguti Batista. === Carreira jurídica === Em 1966, bachare

  5. 1990 — atual
    Rovando que sua presença nas listas se devia à intermediação que estabelecera, em 1990 - a

    Rovando que sua presença nas listas se devia à intermediação que estabelecera, em 1990 - antes, portanto, de ser empossado como vice-governador - entre o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, e o bicheir

  6. 1988 — atual
    Ossibilitaram o intercâmbio crítico de conhecimento, com alcance internacional. Em 1988 fo

    Ossibilitaram o intercâmbio crítico de conhecimento, com alcance internacional. Em 1988 foi aprovado no concurso para livre docente em direito penal na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e passo

  7. 1986 — atual
    Como a Comissão Nacional de Combate à fraude, no ano seguinte. Presidiu, ainda em 1986, do

    Como a Comissão Nacional de Combate à fraude, no ano seguinte. Presidiu, ainda em 1986, do Instituto Carioca de Criminologia, promovendo uma série de encontros, eventos, seminários e congressos que possib

  8. 1985 — atual
    Sidência do Conselho Federal da OAB, cargo no qual presidiu diversas comissões. Em 1985 fo

    Sidência do Conselho Federal da OAB, cargo no qual presidiu diversas comissões. Em 1985 foi eleito para presidir por dois anos a OAB-RJ, período durante o qual integrou comissões redatoras dos anteprojetos d

  9. 1970 — atual
    == Em 1966, bacharelou-se em direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 1970, a

    == Em 1966, bacharelou-se em direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 1970, aprovado em concurso público, tornou-se promotor de justiça do Estado da Guanabara e, no ano seguinte, passou a lecion

  10. 1966 — atual
    Ira no campo da criminologia Vera Malaguti Batista. === Carreira jurídica === Em 1966, bac

    Ira no campo da criminologia Vera Malaguti Batista. === Carreira jurídica === Em 1966, bacharelou-se em direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 1970, aprovado em concurso público, tornou-se p

Na imprensa

Notícias de outros portais

06 de nov. de 2026

Chega Mais CadÚnico atende neste sábado na Escola Nilo Batista

Ação socioassistencial ocorre durante o projeto Escola Aberta, das 8h às 12h, no Trevo de Búzios, em Cabo Frio. Chega Mais CadÚnico atende neste sábado na Escola Nilo Batista Ação socioassistencial ocorre durante o projeto Escola Aberta, das 8h às 12h, no Trevo de Búzios, em Cabo Frio Azul retoma voos diretos entre Cabo Frio e BH na alta temporada de verão Operação sazonal terá mais de 10,8 mil assentos de 12 de dezembro a 13 de fevereiro no Aeroporto de Cabo Frio.

Fonte: O Dia

25 de out. de 2026

Esc. Agrícola Mun. Nilo Batista, 256ª zona eleitoral: resultado da votação em Cabo Frio (RJ) no 2º turno

Confira a votação nas eleições 2026 em Cabo Frio (RJ) por local de votação para presidente. Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato a presidente mais votado em Cabo Frio (RJ), com 83.555 votos. Lula (PT) foi o segundo mais votado, com 49.113 votos. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números se referem apenas à votação na cidade e não apontam quem foi eleito. Abaixo, saiba como foi a votação para presidente em cada seção eleitoral no Esc.

Fonte: G1

18 de abr. de 2026

Crise no RJ reflete perda de debate político, diz Nilo Batista

Batista também questionou a decisão do STF de manter o governador interino, afirmando que a medida pode contrariar a Constituição. O ex-governador do Rio de Janeiro, Nilo Batista, criticou a crise política no estado e atribuiu o cenário à perda de debate ideológico. Ele afirmou que o ambiente atual prioriza interesses imediatos e reduz discussões estruturais. Ele destacou que o processo sucessório deveria seguir regras legais estabelecidas.

Fonte: Vero Notícias

17 de abr. de 2026

Este é Nilo Batista - 17/04/2026 - Política

Ex-governador do Rio de Janeiro e advogado criminalista. O jornal Folha de S.Paulo (1921 - 2026) é publicado pela Empresa Folha da Manhã S.A.

Fonte: Fotografia - Folha de S.Paulo

17 de out. de 2025

Escola Agrícola Municipal Nilo Batista, de Cabo Frio, é destaque na III Olimpíada de Ciências e Artes - Prefeitura de Cabo Frio

Estudantes e professores conquistam medalhas na categoria Inclusão Social com projetos sobre comunidades quilombolas de Cabo Frio. Um momento de orgulho e reconhecimento marcou a trajetória da Escola Agrícola Municipal Nilo Batista. Cinco estudantes e quatro professores da unidade representaram Cabo Frio na cerimônia de premiação da III Olimpíada de Ciências e Artes (OCA), promovida pela Fundação CECIERJ, e retornaram com conquistas expressivas.

Fonte: Notícias

25 de jul. de 2025

Nilo Batista destaca visão única de Brizola sobre o sistema penal

Ex-vice-governador do Rio de Janeiro relembra trajetória e analisa legado do Trabalhismo em nova entrevista “Brizola foi o único estadista brasileiro que percebeu a natureza política das opressões penais. Isso é algo que você tem que ralar muito na universidade para compreender — e poucos compreendem. Brizola tinha isso intuitivamente”. A fala é do.

Fonte: PDT - Nacional

16 de nov. de 2024

Ex-governador Nilo Batista recebe título de professor emérito da Uerj

Advogado, que fez parte do quadro de docentes da instituição, é autor de diversos livros de Direito. Nilo Batista foi homenageado pela Uerj Divulgação / George Magaraia Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.

Fonte: O Dia

13 de nov. de 2024

Emerência Nilo Batista 11-11-202

A UERJ está conectada à internet por meio da Rede Rio de Computadores. © 2018 - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

11 de jun. de 2024

Ao mestre com carinho

Por Leonardo Isaac Yarochewsky. No último dia 17 de abril Nilo Batista completou 80 anos de vida. No próximo dia 13 de junho será realizado no Museu da Justiça, no Rio de Janeiro, o 1º Seminário Penalistas Brasileiros Debatendo Nilo Batista . Em 1990 comecei a lecionar na Faculdade Mineira de Direito da PUC-Minas, ano em que foi publicada a primeira edição do pequeno grande livro “ Introdução Crítica ao Direito Penal Brasileiro ” de Nilo Batista .

Fonte: Migalhas

15 de set. de 2023

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil de Cabo Frio promove palestra para alunos da Escola Agrícola Municipal Nilo Batista - Prefeitura de Cabo Frio

Iniciativa faz parte das ações estratégias da Secretaria da Criança e do Adolescente (Secria) para sensibilizar e conscientizar a comunidade escolar Na tarde desta quinta-feira (14), os alunos do 7º e 8º anos do Ensino Fundamental, da Escola Municipal Agrícola Nilo Batista, localizada em Tamoios, tiveram a oportunidade de participar de palestra educativa e interativa […].

Fonte: Prefeitura Municipal de Cabo Frio

07 de jul. de 2023

Nilo Batista participa de Edição Especial do Programa Direito e Cidadania nas Escolas

A Câmara Municipal de Cabo Frio promoveu nesta quinta-feira (6) uma Edição Especial do Programa “Direito e Cidadania nas Escolas”. O jurista Nilo Batista foi convidado a palestrar na unidade escolar que o homenageia: a Escola Agrícola Municipal Nilo Batista. Foram convidados para compor a mesa os idealizadores do Projeto e Presidente da Câmara Municipal […].

Fonte: Câmara Municipal de Cabo Frio

04 de jul. de 2023

1 ano de Governo

Atividade será realizada às 10h, na unidade escolar que leva o nome do advogado, a Escola Agrícola Municipal Nilo Batista, no distrito de Tamoios Em parceria com a Secretaria de Educação e apoio da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), a Câmara Municipal de Cabo Frio vai promover uma Edição Especial. A atividade acontece nesta quinta-feira (6) a partir das 10h, na unidade escolar que leva o nome do professor, a Escola Agrícola Municipal Nilo Batista, em Campos Novos, no distrito de Tamoios.

Fonte: Notícias

19 de dez. de 2022

Nilo Batista, o humanista do Direito Penal

Por Antônio Sérgio Altieri de Moraes Pitombo. O conjunto da extensa obra de Nilo Batista representa o que há de melhor para quem almeja aprender direito penal a contar do humanismo. Sobraram adversidades e conflitos na política nacional. Perpetuou-se a guerra na Europa, sem maior atenção dos espectadores internacionais. Ocorreram violações a direitos individuais no exterior e no país. Aqui, poucos foram os protetores de direitos humanos na jurisdição.

Fonte: Migalhas

09 de nov. de 2021

Jurista Nilo Batista será homenageado em debate promovido pela EMERJ

“A invisibilidade das pessoas excluídas: a realidade que poucos. O jurista Nilo Batista, ex-governador do Estado do Rio, será homenageado. O evento acontecerá no dia 17 (quarta-feira da próxima semana), às 16h, com transmissão pelas plataformas Zoom e Youtube. A abertura caberá ao presidente do Fórum, desembargador Caetano Ernesto da Fonseca Costa.

Fonte: Amaerj

13 de jul. de 2018

Ex-governador Nilo Batista lança “Machado de Assis, Criminalista”

A obra é resultado do projeto de pesquisa “Machado de Assis e a Questão Criminal”. O advogado e ex-governador Nilo Batista lança “Machado de Assis, Criminalista”, livro em que detalha o emprego de conceitos jurídicos pelo célebre escritor em suas obras. O livro é resultado do projeto de pesquisa “Machado de Assis e a Questão Criminal”, desenvolvido em 2014 por Batista no programa de pós-graduação em Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Fonte: Amaerj

19 de dez. de 2014

Nilo Batista vai ao STJ pedir liberdade de Sininho e mais 2 ativistas

Sininho, Karlayne Moraes e Igor Mendes já tiveram habeas corpus negado. Trio teve prisão decretada no dia 3 de dezembro pelo juiz Flavio Itabaiana. O advogado e ex-vice-governador do Rio de Janeiro Nilo Batista irá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para pedir habeas corpus em favor de Elisa Quadros, a Sininho; Karlayne Moraes, a Moa; e Igor Mendes. A informação foi confirmada ao G1 na tarde desta sexta-feira (19) pelo advogado Lucas Sada, do Instituto de Defesa de Direitos Humanos (DDH).

Fonte: G1

07 de dez. de 2011

Entrevista – Nilo Batista: “Militarização de favelas é estado de sítio inconstitucional”

No mês de novembro, a reportagem de AND, juntamente com a equipe da Agência de Notícias das Favelas, foi ao Instituto Carioca de Criminologia, sediado no. No mês de novembro, a reportagem de AND, juntamente com a equipe da Agência de Notícias das Favelas, foi ao Instituto Carioca de Criminologia, sediado no tradicional bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Nossa tarefa era entrevistar seu fundador, o advogado e professor Nilo Batista.

Fonte: A Nova Democracia

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Nilo Batista?

Advogado criminalista e jurista.

Qual a formação de Nilo Batista?

A formação acadêmica e a trajetória profissional estão descritas na biografia, com base em fontes públicas.

Por que Nilo Batista é conhecido(a)?

Pela atuação como advogado criminalista e jurista e pela repercussão pública dessa carreira.

Qual a origem de Nilo Batista?

Segundo fontes biográficas, Natal, 17 de abril de 1944.

Nilo Batista escreveu livros?

A produção editorial, quando houver, está referida na biografia e nas notícias listadas.

Onde Nilo Batista trabalha ou trabalhou?

Os principais vínculos profissionais aparecem na seção de carreira e na biografia.

Nilo Batista participa de entrevistas e debates públicos?

Sim. Há registros em veículos de imprensa e vídeos públicos reunidos neste perfil.

Qual o tema mais associado a Nilo Batista?

O tema central é a atuação como advogado criminalista e jurista, detalhada ao longo da biografia.

Nilo Batista tem presença digital?

Redes e canais públicos, quando identificados nas fontes, constam nos campos do perfil.

Há polêmicas públicas envolvendo Nilo Batista?

Eventuais controvérsias de interesse público estão descritas nas notícias com fonte e data, sem adjetivação.

Como acompanhar a trajetória de Nilo Batista?

Pela biografia, pela linha do tempo de carreira e pelas notícias e vídeos reunidos nesta página.

Nilo Batista é brasileiro(a)?

Sim. Trata-se de personalidade pública brasileira documentada em fontes abertas.

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