Foto oficial de Miguel Reale Júnior

Miguel Reale Júnior

Jurista, advogado e ex-ministro da Justiça

Biografia

Resumo biográfico

Miguel Reale Júnior é jurista, advogado criminalista e professor titular aposentado de Direito Penal da Faculdade de Direito da USP. Foi ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso e secretário de Segurança Pública de São Paulo, e participou dos pedidos de impeachment que levaram à queda de Fernando Collor, em 1992, e de Dilma Rousseff, em 2016, este último assinado com Hélio Bicudo e Janaina Paschoal. Nos últimos anos, tornou-se uma das vozes mais duras contra o bolsonarismo e declarou apoio a Lula nas eleições de 2022 e 2026. Origem e formação Miguel Reale Júnior nasceu em São Paulo, em 18 de abril de 1944, e tem 82 anos. É filho do jurista e filósofo Miguel Reale, um dos maiores nomes do direito brasileiro, com quem escreveu "Questões Atuais de Direito" (2000). Formou-se em Direito em 1968 pela Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, onde se doutorou em 1971, com a tese "Dos estados de necessidade", e obteve a livre-docência em 1973. Carreira acadêmica Foi professor da Faculdade de Direito da USP de 1971 até a aposentadoria, em 2014, e tornou-se professor titular de Direito Penal em 1988; chefiou o Departamento de Direito Penal. Entre 1980 e 1984, integrou a comissão revisora que elaborou a nova Parte Geral do Código Penal e a Lei de Execução Penal, de 1984. Em abril de 2024, a faculdade realizou um simpósio pelos seus 80 anos e pelos 40 anos das duas leis. É autor de 18 livros, entre eles "Instituições de Direito Penal", "Teoria do Delito" (1998), "Problemas Penais Concretos" (1997) e "Casos de Direito Constitucional" (1992). É membro honorário da Academia Paulista de Letras, na cadeira 2, e da Real Academia de Jurisprudencia y Legislación, de Madri. Cargos públicos Foi conselheiro federal da OAB de 1974 a 1977 e presidiu a Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) num período de resistência à ditadura militar. Nos anos 1980, participou da campanha das Diretas Já e foi assessor de Ulysses Guimarães na Assembleia Constituinte. No governo Franco Montoro, foi secretário de Segurança Pública de São Paulo entre 1983 e 1984. Presidiu o Conselho Federal de Entorpecentes de 1987 a 1988 e, em 1995, foi secretário estadual da Administração e Modernização do Serviço Público no governo Mário Covas. Em 2002, foi ministro da Justiça de Fernando Henrique Cardoso por um breve período. Como ministro, apresentou o projeto que, quase 20 anos depois, serviu de base à lei que revogou a Lei de Segurança Nacional e tipificou os crimes contra o Estado Democrático de Direito, aprovada em 2021. Advocacia Em 1983, fundou com David Teixeira de Azevedo o escritório Reale & Azevedo Advogados, que existiu até 2007. Depois de mudanças societárias, o escritório passou a se chamar, em 2012, Miguel Reale Júnior Sociedade de Advogados. Impeachments Participou do pedido de impeachment que resultou na queda de Fernando Collor em 1992. Em 2015, protocolou na Câmara, com Hélio Bicudo e Janaina Paschoal, o pedido de impeachment de Dilma Rousseff por crime de responsabilidade, aprovado pela Câmara em abril de 2016 por 367 votos e pelo Senado em 31 de agosto, por 61 a 20. Na comissão do Senado, disse que falar em golpe era "jogada rasteira" e, na reta final, afirmou que Dilma não estava sendo afastada "por fatos isolados de cunho fiscal, mas pela forma irresponsável que a torna indigna de exercer a Presidência da República". Em 2021, protocolou também um pedido de impeachment contra Jair Bolsonaro. Rompimento com o PSDB e oposição a Bolsonaro Filiado ao PSDB desde 1990 e ligado a Franco Montoro, Mário Covas e FHC, deixou o partido em junho de 2017, quando a sigla decidiu permanecer na base do governo Michel Temer, e disse que o PSDB caminhava para o "túmulo". Em 2018, defendeu um pacto do centro contra Bolsonaro e Fernando Haddad. Em 2020, disse à Veja não ter "a menor dúvida" de que Bolsonaro havia cometido crimes. Em 2021, coordenou o grupo de juristas que entregou à CPI da Covid um parecer apontando possíveis crimes do presidente e afirmou que a Presidência havia sido "cúmplice do vírus". Em 2022, embora simpatizante de Simone Tebet, declarou voto em Lula já no primeiro turno, para "impedir o obscurantismo". Em 2025, disse à Folha que o julgamento de Bolsonaro no STF curava "uma ferida na democracia" e que uma anistia seria "traição à democracia"; também classificou como "grande engano" o projeto que equipara facções criminosas a grupos terroristas. Crise do STF e eleição de 2026 Em 2026, passou a criticar o Supremo e defender um código de conduta para os ministros. "Sem o código de conduta, não existe solução", disse em abril, em conferência na OAB do Paraná. Em palestra no Ministério Público de Minas Gerais, em setembro, afirmou que o país vivia "um momento de profunda intranquilidade" e defendeu a reorganização do sistema político. Cunhou o termo "lobbycacia" para descrever a contratação de advogados por seus contatos nos gabinetes, e não por competência, e chamou de "esdrúxula" a solução adotada para afastar Dias Toffoli do caso Master. Em setembro, afirmou que, se Lula não cumprisse a ordem do STF de afastar o comando da Polícia Federal, o país viveria uma "liquefação da República". Na campanha presidencial, assinou cartas pela democracia, gravou vídeos fazendo o "L" e disse que eleger Flávio Bolsonaro seria "ir ao precipício" e que ele era "cópia malfeita do pai". "Votar em Flávio é, portanto, legitimar o golpe", escreveu em outubro, em texto intitulado "Cuidado com o precipício", argumentando que a eleição do senador significaria admitir a anistia aos atos de 8 de Janeiro. Vida pessoal Desde 1995, é casado com a jurista gaúcha Judith Martins-Costa e divide a vida entre São Paulo e Canela, na Serra Gaúcha, onde, como contou em 2013, é "apenas Miguel", faz compras no supermercado e vive cercado de araucárias. Na cidade, construiu com a mulher a casa e o local de trabalho, com uma grande biblioteca particular, e o casal tem também uma propriedade rural em Cambará do Sul, à beira do cânion. Tem uma filha e duas enteadas.
Carreira

Trajetória

  1. 2021 — 2021
    Parecer à CPI da Covid

    Grupo de juristas.

  2. 2017 — 2017
    Saída do PSDB

    Após o partido apoiar Temer.

  3. 2015 — 2016
    Pedido de impeachment de Dilma Rousseff

    Com Hélio Bicudo e Janaina Paschoal.

  4. 2002 — 2002
    Ministro da Justiça

    Governo Fernando Henrique Cardoso.

  5. 1995 — 1995
    Secretário da Administração de São Paulo

    Governo Mário Covas.

  6. 1987 — 1988
    Presidente do Conselho Federal de Entorpecentes

    Ministério da Justiça.

  7. 1983 — 2007
    Fundação do Reale & Azevedo Advogados

    Com David Teixeira de Azevedo.

  8. 1983 — 1984
    Secretário de Segurança Pública de São Paulo

    Governo Franco Montoro.

  9. 1980 — 1984
    Comissão revisora do Código Penal

    Parte Geral e Lei de Execução Penal.

  10. 1974 — 1977
    Conselheiro federal da OAB
  11. 1971 — 2014
    Professor da Faculdade de Direito da USP

    Direito Penal; titular a partir de 1988.

  12. 1964 — 1968
    Formatura em Direito

    Faculdade de Direito da USP.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Autor
Instituições de Direito Penal
Livro

Obra em dois volumes.

Autor1998
Teoria do Delito
Livro

Editora RT.

Na imprensa

Notícias de outros portais

22 de out. de 2026

“Flávio é cópia malfeita do pai”, diz autor de impeachment de Dilma

Jurista Miguel Reale Júnior apoia reeleição de Lula em segundo turno e que Flávio na presidência representa um retrocesso. São Paulo — O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), afirma que, caso o senador Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente no próximo domingo (25/10), o Brasil pode encarar o retrocesso e riscos institucionais.

Fonte: Metrópoles

22 de out. de 2026

Jurista Miguel Reale Júnior critica Flávio Bolsonaro e declara apoio à reeleição de Lula

Um dos autores do impeachment de Dilma Rousseff, Miguel Reale Júnior afirma que o senador Flávio Bolsonaro representa risco institucional e manifesta voto em Lula no segundo turno. O jurista Miguel Reale Júnior, um dos signatários do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou duramente o senador Flávio Bolsonaro, candidato ao Planalto.

Fonte: Diário do Estado de São Paulo

19 de out. de 2026

Autor do impeachment de Dilma faz o 'L' e reforça apoio à reeleição de Lula: 'Para preservar a democracia'

Miguel Reale Júnior manifestou-se a favor da reeleição do petista, que enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, ao lado de Hélio Bicudo e Janaína Paschoal, fez o 'L' nas redes sociais e declarou apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno do pleito.

Fonte: Terra

18 de out. de 2026

Autor do impeachment de Dilma 'faz o L' e engaja mobilização por Lula

Jurista participou de campanha nas redes e alertou contra ameças à democracia em eventual vitória da oposição. Um dos responsáveis pelo pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o advogado Miguel Reale Júnior aderiu, no sábado (17/10), a uma mobilização nas redes sociais em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: Estado de Minas

17 de out. de 2026

Filha de FHC e autor do impeachment de Dilma assinam carta pró-Lula

Beatriz Cardoso, ex-ministros e Miguel Reale Júnior estão entre os 15 signatários de manifesto divulgado neste sábado (17/10) em apoio a Lula e Alckmin. Uma carta divulgada neste sábado (17/10) reúne 15 personalidades em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Fonte: Correio Braziliense

14 de out. de 2026

“Flávio vai reproduzir o que o pai fez”, diz jurista Miguel Reale Júnior - Canal MyNews

Ex-ministro da Justiça e coautor do pedido de impeachment de Dilma Rousseff critica propostas de anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro. Em entrevista, ele afirmou que Flávio Bolsonaro representa a continuidade do projeto político do pai, Jair Bolsonaro. Segundo o jurista, esse cenário pode trazer novas ameaças às instituições democráticas. Entre os principais pontos de preocupação está a proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Fonte: Canal MyNews – Jornalismo Independente

09 de out. de 2026

Reale Júnior, que pediu impeachment de Dilma, assina carta pela democracia

Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff em 2015, assina carta aberta com outros 25 nomes alertando para o avanço da. do Contorno, nº 2094, Floresta — Belo Horizonte/MG, CEP 30110-012 · Expediente completo TV Sim Brasil é um portal de notícias dedicado a informar com credibilidade, rapidez e profundidade. Todo o conteúdo publicado é de responsabilidade de seus autores.

Fonte: TV Sim Brasil

09 de out. de 2026

Miguel Reale Jr e 25 assinantes alertam para risco de autoritarismo com a força do PL no Congresso - bra1.com.br

Jurista autor do impeachment de Dilma e nomes como Lilia Schwarcz assinam carta pedindo atenção aos riscos da extrema direita no governo. O jurista Miguel Reale Júnior, que foi ministro da Justiça no governo de Fernando Henrique Cardoso e participou da criação do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), assinou uma carta aberta. O documento tem como objetivo defender a democracia e a Constituição Federal. O texto foi divulgado logo após o primeiro turno das eleições de 2026.

Fonte: Bra 1

08 de out. de 2026

Autor do pedido de impeachment contra Dilma detona candidatura de Flávio Bolsonaro: "Caminho do precipício"

Advogado Miguel Reale Júnior diz que votar em Flávio Bolsonaro é legitimar o golpe. O advogado e autor do pedido de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, Miguel Reale Júnior, publicou uma carta nas suas redes sociais onde faz duras críticas à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Segundo o jurista, votar em Flávio significa admitir a invasão às sedes dos três poderes e legitimar o golpe.

Fonte: Bnews

07 de out. de 2026

Reale Júnior diz que votar em Flávio legitima tentativa de golpe

O advogado Miguel Reale Júnior afirmou nesta quarta-feira (7) que votar em Flávio Bolsonaro representa “desamor à democracia”. Em texto no Instagram, associou a escolha ao apoio à anistia dos envolvidos no 8 de Janeiro. Um dos autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, Reale Júnior também criticou a relação de Flávio com Donald Trump. Segundo ele, o alinhamento pode comprometer a soberania brasileira.

Fonte: Vero Notícias

07 de out. de 2026

Votar em Flávio é “desamor à democracia”, diz Reale Júnior

Advogado autor de pedido de impeachment de Dilma afirma que há riscos à soberania e critica modelo de segurança pública. A manifestação “Cuidado com o precipício” foi publicada em um texto no Instagram. “Assim, cada eleitor de Flávio deve ficar ciente de que ao escolhê-lo está a admitir a anistia, ou seja, referendando a invasão das sedes dos Três Poderes e a tentativa de anulação pela força da eleição fidedigna de 2022.

Fonte: Poder360

21 de set. de 2026

Reformulado e com novo apresentador, "Conversas Cruzadas" entrevista Miguel Reale Júnior

Atração será comandada pelo comunicador Rodrigo Lopes nos canais de GZH e da Gaúcha no YouTube. A partir de agora, a atração passa a ser comandada pelo comunicador Rodrigo Lopes, de segunda a quarta-feira, nos canais de GZH e da Gaúcha no YouTube. Nesta primeira edição, o programa recebe em entrevista o jurista Miguel Reale Júnior — ex-ministro da Justiça, coautor do pedido de impeachment de Dilma Rousseff e um dos advogados mais reconhecidos do Brasil.

Fonte: Gzh

21 de set. de 2026

"Ele estava enfrentando uma tropa de choque", diz Miguel Reale Jr sobre papel de Fachin no julgamento do STF

Jurista concedeu entrevista durante estreia de nova temporada do programa Conversas Cruzadas, de GZH. Tem especialização em Jornalismo Ambiental pelo International Institute for Journalism (Berlim), em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário, em Direção Editorial, pela ESPM, e em Estudos Estratégicos Internacionais pela UFRGS.

Fonte: Gzh

10 de set. de 2026

Semana do MP: ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior fala sobre a importância do Ministério Público na defesa dos direitos dos cidadãos

O jurista falou da capacidade estabilizadora do Ministério Público e defendeu uma mobilização popular e das instituições em prol de uma reorganização do sistema político brasileiro. Após a abertura e a apresentação do palestrante feita pelo procurador-geral de Justiça, Paulo de Tarso Morais Filho, Miguel Reale Júnior afirmou que o Brasil vive um momento de profunda intranquilidade, marcado por tristeza e perplexidade diante da percepção de corrupção e da desarmonia entre as instituições.

Fonte: Mpmg

10 de ago. de 2026

AASP debate sobre advocacia com Paula Lima Hyppolito e Miguel Reale Jr

A presidente Paula Lima conduz um bate-papo com um dos maiores nomes da advocacia sobre os desafios, o presente e o futuro da profissão em evento gratuito no dia 11/8. No Dia da Advocacia, a AASP – Associação dos Advogados e a OAB/SP promovem um encontro especial para celebrar a profissão e refletir sobre os caminhos da advocacia diante das transformações do presente e das perspectivas para o futuro.

Fonte: Migalhas

01 de jun. de 2026

Miguel Reale Júnior analisa a crise das instituições democráticas no AASP Talks

As instituições democráticas atravessam um momento de crescente desgaste que coloca à prova a sua legitimidade. A perda de confiança da população nos Poderes, a polarização política, a disseminação de desinformação e os frequentes questionamentos sobre a atuação dos agentes públicos têm alimentado debates sobre os desafios enfrentados pelas democracias e os possíveis cenários para o futuro.

Fonte: Aasp

16 de abr. de 2026

Código de conduta é resposta à crise de confiança no STF, diz jurista Miguel Reale Júnior

"Sem o código de conduta, não existe solução.” A afirmação sintetiza o eixo central da fala do jurista brasileiro Miguel Reale Júnior, que defendeu nesta quinta. Segundo ele, “sem o código de conduta, não há uma resposta à sociedade para que ela veja espelhada claramente, através de uma plena transparência, aquilo que não deve ser permitido para que se evite o conflito de interesses”.

Fonte: Oab/Pr

14 de mar. de 2026

‘Lobbycacia’ criou momento no qual não há grande causa sem parente de ministro, diz Reale Júnior

Para jurista, que defende Código de Conduta para cortes, advogados vivem crise existencial pela falta de credibilidade na Justiça, sem poder garantir a clientes que decisão será a correta. Mesmo antes de o Banco Master se tornar a maior fraude já praticada no setor financeiro e arrastar em seu vórtice ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), as reclamações sobre a influência de parentes de magistrados das cortes mais elevadas eram comuns em empresas e grandes escritórios de advocacia.

Fonte: Estadão

13 de fev. de 2026

‘Esdrúxula’, diz Reale sobre estratégia do STF para preservar Toffoli na saída do caso Master

Miguel Reale Júnior condena a decisão da Corte que afastou ministro da relatoria, mas não o declarou suspeito; Celso de Mello entende que ‘ainda que não se demonstre desvio material de conduta, a formação de dúvida razoável sobre a isenção do julgador já compromete o crédito moral da instituição’; procurador de Justiça enfatiza: ‘se Toffoli não era impedido ou suspeito, por que então foi afastado ou se afastou do caso?’.

Fonte: Estadão

09 de dez. de 2025

Legado no Direito e na Política: Miguel Reale Júnior é o convidado do programa Perfil Poder

O jurista e ex-Ministro da Justiça conversa com José Roberto Maluf sobre sua trajetória, rotina familiar e revela detalhes sobre um período marcante no cenário político: o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Nesta quarta-feira (10), o programa Perfil Poder, apresentado por José Roberto Maluf, recebe o jurista Miguel Reale Júnior. Filho de um dos maiores juristas do país, construiu o seu próprio legado como professor titular de Direito Penal da Universidade de São Paulo.

Fonte: Terra

04 de nov. de 2025

Reale Jr.: “Lei Antiterrorismo abre flanco para intervenção internacional”

Ex-ministro da Justiça de FHC, jurista classifica como “grande engano” confundir facção com grupo terrorista. Pós-graduado em política e relações internacionais, foi colunista de política do jornal Brasil Econômico, repórter de política do Estadão e comentarista da Rádio Eldorado No momento em que a proposta de equiparar grupos criminosos a terroristas avança na Câmara, o jurista Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça de Fernando Henrique Cardoso, classificou o projeto como um “grande engano”.

Fonte: CNN Brasil

18 de abr. de 2024

Simpósio de comemoração dos 80 anos de Miguel Reale Júnior

Evento acontece dias 25/4 e 26/4. Nos dias 25 e 26/4 acontece o "Simpósio de Comemoração dos 80 anos do Prof. - 40 anos da Parte Geral do Código Penal e da Lei de Execução Penal (7.210/84)", realizado na Faculdade de Direito do Largo de São Franscisco. Também será destaque os 40 anos da parte geral do Código Penal e da lei de execução penal 7.210/84.

Fonte: Migalhas

05 de out. de 2022

Miguel Reale Jr., autor do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, anuncia apoio a Lula no 2º turno: 'Impedir obscurantismo'

Jurista já tinha declarado apoio ao candidato petista no 1º turno. Ele cita, entre outros pontos em declaração, o 'respeito ao meio ambiente como condição primordial e sobrevivência da nossa geração'. Ele também declarou apoio ao petista no primeiro turno. Em um comunicado, Reale afirma que o país deve passar por um momento de conciliação e que o candidato petista teria capacidade de "conciliar e governar." "Prezados amigos e amigas, é a hora fundamental para estarmos juntos.

Fonte: G1

21 de set. de 2022

Autor de impeachment de Dilma, Miguel Reale Jr. anuncia apoio a Lula e Janaina diz que já imaginava

Jurista afirma ser importante que petista vença no primeiro turno para ‘impedir ação desesperada de Bolsonaro’; deputada que também assinou o pedido diz que o movimento de Reale era esperado. Um dos autores do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) em 2015, o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior desistiu da terceira via e anunciou apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 1° turno.

Fonte: Estadão

21 de set. de 2022

‘Não teremos mais ameaça de golpe’, diz Miguel Reale Jr. ao justificar apoio a Lula; veja vídeo

Jurista volta a pedir voto no petista no primeiro turno para que o Brasil não viva ‘sobressaltos’. Após anunciar que vai apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já no primeiro turno, o autor do impeachment de Dilma Rousseff, Miguel Reale Júnior, gravou um vídeo em que pede voto no petista “para que o País não viva sobressaltos”. O jurista também defende que com Lula não haverá mais “ameaça de golpe”. “É importante que se vote em Lula no primeiro turno para que o País não viva sobressaltos.

Fonte: Estadão

26 de jul. de 2022

Reale Jr. e Cardozo, acusador e defensor de Dilma, se unem a favor da democracia

Durante governo Bolsonaro, os dois já se uniram em maio de 2020 ao assinarem um manifesto de profissionais da área jurídica que pedia que as Forças Armadas respeitem a democracia. A mobilização pró-democracia em resposta às investidas do presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o sistema eleitoral une dois nomes que, há pouco tempo, estavam em polos opostos da história política nacional.

Fonte: Estadão

15 de set. de 2021

Presidência de Jair Bolsonaro foi ‘cúmplice do vírus’, diz Miguel Reale Júnior

Jurista apresentou a senadores parecer sobre crimes que podem ter sido cometidos pelo presidente no combate à pandemia. BRASÍLIA — A Presidência de Jair Bolsonaro foi “cúmplice do vírus” e trabalhou na “desconstrução” da estrutura do sistema de saúde para combater a pandemia da Covid-19, disse o jurista Miguel Reale Júnior a senadores da CPI da Covid. Segundo ele, o presidente optou pelo negacionismo e adotou uma “lógica perversa” na política sanitária.

Fonte: O Globo

31 de mar. de 2020

Miguel Reale: ‘Não tenho dúvida de que o presidente cometeu crimes’

Para o jurista responsável pelos pedidos de impeachment de Collor e Dilma, no entanto, não é momento de iniciar essa discussão. O jurista Miguel Reale Júnior foi co-autor dos dois pedidos de impeachment que resultaram na queda dos presidentes Fernando Collor de Mello, em 1992, e Dilma Rousseff, em 2016. Atualmente, Reale vem recebendo consultas “verbais e informais” de interessados em pedir um novo impedimento, o de Jair Bolsonaro.

Fonte: Veja

25 de mar. de 2020

Miguel Reale Júnior pede que MPF avalie conduta de Bolsonaro

Jurista avalia que discurso do presidente pode configurar eventual prática de delito. O jurista Miguel Reale Júnior acredita que as declarações do presidente Bolsonaro, contrárias às orientações da OMS e do próprio ministério da Saúde, "colocam em risco a população". Conforme Reale, o discurso do presidente ontem pode configurar eventual prática de delito.

Fonte: Migalhas

25 de set. de 2018

Miguel Reale Júnior, que defendeu o impeachment, prega pacto contra Bolsonaro e Haddad

Jurista defende que Meirelles, Alckmin, Marina, Amoêdo e Alvaro Dias se unam para uma vitória no primeiro turno:. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já havia deixado uma pista. Na última quinta-feira, em uma carta aberta a “eleitores e eleitoras”, pediu “coesão política” sob pena do “aprofundamento da crise econômica, social e política” no país.

Fonte: O Globo

13 de jun. de 2017

Autor do pedido de impeachment, Reale deixa PSDB e fala em "túmulo" para o partido

Autor do pedido de impeachment, Reale deixa PSDB e fala em "túmulo" para o partido. MP do DF apresenta denúncia contra distrital Sandra Faraj por estelionato Alckmin lidera ofensiva para antecipar saída de Aécio da presidência do PSDB PSDB afirma que vai recorrer do julgamento do TSE que absolveu a chapa Dilma/Temer

Fonte: Congresso em Foco

30 de ago. de 2016

Para Reale Júnior, impeachment marcará mudança de mentalidade do país - Senado

O jurista Miguel Reale Júnior defendeu o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff dizendo que o país está prestes a mudar de mentalidade. Reale atribuiu o processo em curso à voz das ruas e à aspiração da sociedade por um Brasil sério. O jurista, um dos autores do processo contra Dilma, discursou nesta terça-feira (30), após a advogada Janaína Paschoal, representando a acusação. Reale iniciou sua fala enfrentando o argumento da presidente de que o processo foi tramado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Fonte: Agência Senado

10 de ago. de 2016

Dilma tornou-se 'indigna' de presidir o Brasil, diz Miguel Reale Júnior - Senado

O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido que originou o processo de impeachment de Dilma Rousseff, disse nesta terça-feira (9) que a presidente não está sendo afastada “por fatos isolados de cunho fiscal, mas pela forma irresponsável que a torna indigna de exercer a Presidência da República”. — Esta Casa foi desrespeitada seguidamente pela presidente da República. É forma de conduta seguidamente praticada ao longo dos anos.

Fonte: Agência Senado

29 de abr. de 2016

Juristas Janaína Paschoal e Reale Jr. defendem pedido de impeachment de Dilma - Senado

Os juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal explicaram à Comissão Especial do Impeachment nesta quinta-feira (28) os argumentos que usaram para fundamentar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A reunião da comissão durou 9 horas entre apresentação dos denunciantes e questionamentos dos senadores. Janaína Paschoal foi a responsável por defender os principais pontos do pedido de impeachment.

Fonte: Agência Senado

28 de abr. de 2016

Miguel Reale Júnior defende impeachment de Dilma em comissão do Senado

Jurista lamentou, nesta quinta-feira, que o pedido de afastamento tenha "servido de oportunidade" para homenagem a torturador. O jurista Miguel Reale Júnior começou sua exposição na Comissão Especial do Impeachment do Senado, onde defende o pedido de impedimento da presidente Dilma Rousseff. Reale Júnior iniciou sua explanação com um desagravo às famílias de pessoas que foram torturadas pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra durante a ditadura militar.

Fonte: Diário Gaúcho

28 de abr. de 2016

Ao deixar Senado, Reale Júnior diz que falar em golpe é jogada rasteira

Cansado, jurista criticou ‘perda de tempo’ na sessão da comissão do impeachment. BRASÍLIA - Ao deixar a comissão especial do impeachment do Senado nesta quinta-feira, o jurista Miguel Reale Júnior disse que as ações da presidente Dilma Rousseff no governo estavam cheias de "digitais de crime" e classificou de "jogada rasteira e de segunda linha" a estratégia de chamá-lo de golpista e ao processo, de golpe para desmerecer a denúncia.

Fonte: O Globo

15 de abr. de 2016

Cardozo e Miguel Reale fazem defesas enfáticas contra e pró-impeachment em sessão da Câmara

Jurista diz que não há golpe, enquanto ministro afirma que processo é retaliação de Eduardo Cunha. BRASÍLIA - A primeira sessão para debate do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi aberta pontualmente às 8h55 desta sexta-feira pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). já falou pela acusação e, em seguida, o advogado-geral da União fez a defesa da presidente Dilma.

Fonte: O Globo

21 de set. de 2013

Miguel Reale Júnior: "As crises não foram suficientes para moralizar a política"

Um dos mais renomados juristas brasileiros, ex-ministro da Justiça no governo FH mora em Canela. Faz compras no supermercado, vai à fruteira, curte a vida no Interior como se nunca tivesse saído de lá, sem cerimônias. Miguel, na verdade, é Miguel Reale Júnior, um homem das leis, das letras e da urbe, nascido e criado em São Paulo. Um dos mais renomados juristas brasileiros.

Fonte: Diário Gaúcho

Causas

Causas e valores defendidos

Democracia

Defesa do Estado Democrático de Direito.

Direito penal

Reforma do Código Penal.

Ética no Judiciário

Código de conduta para o STF.

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Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Miguel Reale Júnior?

É jurista, advogado e professor aposentado de Direito Penal da USP, ex-ministro da Justiça do governo FHC.

Qual a idade de Miguel Reale Júnior?

Nasceu em 18 de abril de 1944 e tem 82 anos.

Quem é a esposa de Miguel Reale Júnior?

A jurista Judith Martins-Costa, com quem é casado desde 1995.

Miguel Reale Júnior é filho de quem?

Do jurista e filósofo Miguel Reale.

Miguel Reale Júnior foi ministro?

Sim, ministro da Justiça em 2002, no governo Fernando Henrique Cardoso.

Qual o papel de Miguel Reale Júnior no impeachment de Dilma?

Foi um dos autores do pedido, com Hélio Bicudo e Janaina Paschoal.

Miguel Reale Júnior apoiou Lula?

Sim, em 2022 e novamente em 2026.

Miguel Reale Júnior é do PSDB?

Foi filiado de 1990 a 2017, quando deixou o partido.

Onde mora Miguel Reale Júnior?

Divide-se entre São Paulo e Canela, na Serra Gaúcha.

Quais livros Miguel Reale Júnior escreveu?

Entre outros, "Instituições de Direito Penal", "Teoria do Delito" e "Problemas Penais Concretos".

O que é "lobbycacia"?

Termo criado por Reale Júnior para a contratação de advogados por seus contatos nos tribunais, e não por competência.

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