Foto oficial de Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto

Presidente nacional do PL e ex-deputado federal

Em exercício desde 2020
Biografia

Resumo biográfico

Valdemar Costa Neto é o presidente nacional do Partido Liberal (PL), legenda de Jair Bolsonaro e de Flávio Bolsonaro, e um dos políticos mais influentes do Congresso sem ter mandato. Ex-deputado federal por São Paulo em seis mandatos, foi condenado no mensalão, cumpriu pena e recebeu indulto em 2016. Sob o comando dele, o PL elegeu 121 deputados federais em 2026, a maior bancada da Câmara em 40 anos. É investigado no STF em dois casos: a trama golpista de 2022, cuja apuração foi reaberta em outubro de 2025, e o suposto direcionamento de R$ 119,2 milhões em emendas parlamentares, que levou ao bloqueio de bens dele em julho de 2026. Valdemar nega irregularidades. Origem e formação Valdemar Costa Neto nasceu em 11 de agosto de 1949, em São Paulo, e tem 77 anos. É formado em administração de empresas. É filho de Waldemar Costa Filho, quatro vezes prefeito de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, e começou a carreira na prefeitura do pai, como chefe de gabinete e secretário de Obras, Viação e Serviços Urbanos. Por causa das ligações familiares, ganhou em Brasília o apelido de "Boy". Também presidiu a Companhia de Desenvolvimento de Mogi das Cruzes e foi diretor administrativo da Companhia Docas do Estado de São Paulo. Filiou-se à Arena em 1979 e depois ao PDS. Deputado federal e líder do PL (1991-2005) Foi eleito deputado federal pela primeira vez em 1990, pelo PL, e se tornou líder da bancada ainda no primeiro mandato, cargo para o qual foi reconduzido 11 vezes. Integrou a base do governo Itamar Franco e foi titular da CPI que investigou a privatização da Vasp. No Carnaval de 1994, foi o deputado que levou a modelo Lilian Ramos ao camarote presidencial, episódio que virou escândalo depois que o presidente Itamar foi fotografado ao lado dela. Em agosto de 1994, denunciou ao presidente o secretário nacional de Vigilância Sanitária, a quem acusou de manipular a lei para favorecer moinhos de trigo. O PL apoiou Fernando Henrique Cardoso na eleição de 1994, mas sem adesão automática ao governo. Em entrevistas à Folha, Valdemar cobrava cargos de segundo e terceiro escalões para o partido: "Se não temos nada, vamos oferecer o quê?". Em março de 1995, criticou a contratação de David Osborne, assessor de Bill Clinton, como consultor da reforma do Estado, dizendo que ele "vai desaprender o que aprendeu aqui". Assumiu a presidência nacional do PL em janeiro de 2000, depois da morte do fundador, Álvaro Valle. Aliança com Lula e mensalão Valdemar foi um dos articuladores da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva com o empresário José Alencar, do PL, em 2002. Com a vitória, o partido entrou no governo e indicou Anderson Adauto para o Ministério dos Transportes. Em 2005, com o escândalo do mensalão, admitiu à CPI dos Correios ter recebido R$ 6,5 milhões do esquema operado por Marcos Valério entre 2003 e janeiro de 2004. Disse que o dinheiro pagou dívidas da campanha de 2002 e negou que tenha comprado apoio parlamentar. A ex-mulher dele também o acusou na época de receber dinheiro do tesoureiro do PT, Delúbio Soares. Renunciou ao mandato em 1º de agosto de 2005, antes do processo de cassação, preservou os direitos políticos e voltou a ser eleito deputado em 2006 e 2010. No julgamento do mensalão, o STF o condenou a sete anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Renunciou de novo ao mandato em 5 de dezembro de 2013 e começou a cumprir a pena no mesmo mês, em regime semiaberto, no presídio da Papuda, em Brasília. Em julho de 2014, deixou o presídio junto com José Dirceu e Delúbio Soares para trabalhar durante o dia, e passou à prisão domiciliar em novembro do mesmo ano. Em maio de 2016, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu indulto com base em decreto da presidente Dilma Rousseff, e Valdemar deixou de cumprir os cerca de cinco anos restantes. O dono do PR Em 2006, o PL se fundiu ao Prona e virou Partido da República (PR). Mesmo condenado e sem cargo formal, Valdemar continuou mandando no partido, segundo O Globo e o El País. O El País o descreveu como "eminência parda" da política brasileira: sem filiação ao PR desde 2015, era o presidente "de fato, mas não de direito". Em 2018, costurou o apoio do Centrão, grupo de cinco partidos, à candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB). O PR voltou a se chamar PL em 2019, e Valdemar reassumiu formalmente a presidência nacional em novembro de 2020. Em julho de 2011, a revista Veja denunciou um suposto esquema de superfaturamento no Ministério dos Transportes, controlado pelo PR, do qual Valdemar era secretário-geral. A presidente Dilma Rousseff demitiu a cúpula da pasta, no episódio que ficou conhecido como faxina. Em dezembro daquele ano, a PF gravou uma conversa em que Valdemar dizia ao ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o Juquinha, que um contrato entre os Correios e o Dnit era um "negócio errado" e ia "dar merda". Em 2017, o então presidente do TSE, Gilmar Mendes, usou o nome dele para criticar o sistema eleitoral: "Hoje vota-se em Tiririca e elege-se Valdemar Costa Neto". Outras investigações tiveram desfechos diferentes. Em 2017, um executivo da J&F disse em gravação que Valdemar recebia da Odebrecht no exterior. Em 2020, ele virou réu na Justiça Federal em Goiás, com outras seis pessoas, por suposto superfaturamento de R$ 76 milhões em obras da Ferrovia Norte-Sul. Em agosto de 2024, o ministro Gilmar Mendes arquivou o inquérito no STF sobre supostas propinas na mesma ferrovia. O partido de Bolsonaro Em novembro de 2021, Valdemar filiou Jair Bolsonaro ao PL para a campanha de reeleição. Em 2022, o partido elegeu 99 deputados, a maior bancada da Câmara, e as maiores fatias dos fundos partidário e eleitoral. Depois da derrota de Bolsonaro, o PL pediu ao TSE a verificação das urnas usadas no segundo turno. O tribunal rejeitou o pedido por falta de indícios e multou o partido em R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé. Em 2024, a Polícia Federal disse ter encontrado mensagens em que peritos contratados pelo partido avisaram Valdemar, logo depois do segundo turno, de que não havia provas de fraude. Prisão de 2024 e inquérito do golpe Em 8 de fevereiro de 2024, na Operação Tempus Veritatis, que investigava a trama golpista, a PF encontrou na casa de Valdemar um revólver com registro vencido e uma pepita de ouro de 39 gramas sem origem declarada. Ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma. O ministro Alexandre de Moraes converteu a prisão em preventiva no dia seguinte e concedeu liberdade provisória em 10 de fevereiro, com a proibição de contato com outros investigados, inclusive Bolsonaro. O caso da pepita foi enviado à primeira instância e corre em segredo de Justiça. A defesa diz que a pedra foi um presente e não saiu de garimpo brasileiro. Em 22 de fevereiro de 2024, ao contrário de Bolsonaro e do general Walter Braga Netto, que ficaram em silêncio, respondeu a todas as perguntas no depoimento à PF sobre a tentativa de golpe. Segundo a PF, Valdemar foi o "principal fiador" dos questionamentos do PL contra as urnas, e o partido financiou a estrutura usada para discutir a minuta do decreto golpista. Ele foi indiciado em novembro de 2024, mas a Procuradoria-Geral da República não o incluiu na denúncia de fevereiro de 2025 contra Bolsonaro e outras 33 pessoas. Em março de 2025, Moraes revogou as medidas cautelares. Em 21 de outubro de 2025, a Primeira Turma do STF decidiu, por 4 votos a 1, reabrir a investigação sobre ele por organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Emendas parlamentares Em 10 de julho de 2026, o ministro Flávio Dino suspendeu emendas e bloqueou até R$ 119,2 milhões em bens de Valdemar. Segundo a PF, funcionários da Câmara direcionaram pelo menos 21 emendas, entre junho de 2024 e março de 2026, conforme indicações dele, com deputados apontados falsamente como solicitantes. Como não tem mandato, Valdemar não pode indicar emendas. Ele é investigado por associação criminosa e peculato. A PGR se opôs ao bloqueio, mas defendeu a continuidade da investigação. O depoimento à PF marcado para 3 de agosto foi desmarcado a pedido da defesa. Valdemar defende que presidentes de partido participem da definição das emendas das bancadas. Em março de 2026, disse ao SBT News que não conhece Daniel Vorcaro, que recusou um convite para encontrá-lo e que não tem relação com o caso do Banco Master. Eleição de 2026 Antes da escolha de Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência, Valdemar preferia Michelle Bolsonaro, que acabou eleita senadora pelo Distrito Federal. Em agosto, o PL anunciou o deputado Alfredo Gaspar como vice de Flávio. No primeiro turno, o partido elegeu 121 deputados, 23,6% da Câmara, a segunda maior bancada desde a redemocratização, atrás apenas dos 260 do PMDB em 1986, e terá 28 senadores a partir de 2027. Em julho, disse que caberia a Jair Bolsonaro decidir se Michelle disputaria o Senado. Em 7 de setembro, acompanhou Flávio no ato da Avenida Paulista, que chamou de "primeiro grande comício" do candidato. Em outubro, depois que o Senado aprovou o fim da escala 6x1 com votos liberados pelo PL, minimizou o efeito eleitoral da medida: "Só atende o povo que já vota nele", disse sobre Lula. Em 14 de setembro, divulgou nota de apoio ao deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), alvo de busca da PF numa investigação sobre tráfico de influência. Com o resultado, aliados de Valdemar calculam que o PL poderá receber perto de R$ 2 bilhões dos fundos partidário e eleitoral em anos de eleição. Valdemar anunciou que lançaria Rogério Marinho à presidência do Senado contra Davi Alcolumbre e passou a criticar a reforma eleitoral articulada pelo Centrão. Em 5 de outubro, disse que Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar após ser condenado a 27 anos e três meses por tramar o golpe, participaria informalmente de um governo Flávio e poderia ser candidato em 2030. Em 7 de outubro, em entrevista à Rádio Gaúcha, reconheceu que houve planejamento de golpe no fim do governo Bolsonaro: "Discutiram de dar o golpe. Tudo bem, discutiram. E daí? Discutiram, mas não deram golpe". Perguntado sobre uma nova tentativa num governo Flávio, respondeu "sei lá, sei lá" e depois disse que isso "nunca, jamais" seria cogitado. Defendeu a anistia aos condenados. Disse ainda que o planejamento golpista não deveria ser tratado como crime, porque "a lei diz que você pode planejar um assassinato, mas se você não assassinou o camarada, e não tentou, não é crime". As falas dele e de Flávio, que dias antes falara em mudar a Constituição, puseram em xeque a estratégia da campanha de apresentar o candidato como um Bolsonaro moderado, segundo a CNN Brasil. Derrota de Flávio Lula venceu o segundo turno, em 25 de outubro, com 51,7% dos votos. Flávio disse que não reconheceria o resultado. No dia seguinte, Valdemar divulgou nota em que o PL reconheceu o resultado proclamado pelo TSE, mas cobrou esclarecimentos sobre o aumento de gastos com benefícios sociais às vésperas da votação. Em 27 de outubro, depois que Flávio deixou o país rumo aos Estados Unidos sem entregar os passaportes, como determinara Moraes, Valdemar convocou uma reunião de emergência com parlamentares do PL e recebeu Michelle Bolsonaro para tratar do "futuro do partido". Em 28 de outubro, a defesa de Jair Bolsonaro pediu a Moraes autorização para receber Valdemar. O ministro já havia negado visitas anteriores porque o presidente do PL continua investigado na trama golpista. Linha do tempo 1949: nasce em São Paulo, em 11 de agosto. 1990: é eleito deputado federal pelo PL. 2000: assume a presidência nacional do PL. 2002: articula a chapa Lula-José Alencar. 2005: admite ter recebido R$ 6,5 milhões do mensalão e renuncia ao mandato. 2013: renuncia de novo e começa a cumprir a pena do mensalão. 2016: recebe indulto do STF. 2021: filia Jair Bolsonaro ao PL. 2024: é preso por posse ilegal de arma e indiciado no inquérito do golpe. 2025: o STF reabre a investigação sobre ele na trama golpista. 2026: tem bens bloqueados no caso das emendas e elege 121 deputados pelo PL.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — 2026
    Coordenador partidário da campanha de Flávio Bolsonaro

    Comandou o PL na eleição de 2026, em que o partido elegeu 121 deputados e Flávio perdeu o segundo turno para Lula.

  2. 2020 — atual
    Presidente nacional do PL

    Reassumiu a presidência do partido, que voltou a se chamar PL em 2019, e filiou Jair Bolsonaro em 2021.

  3. 2016 — 2020
    Articulador do PR sem cargo formal

    Comandou o partido nos bastidores e costurou o apoio do Centrão a Geraldo Alckmin em 2018.

  4. 2013 — 2016
    Cumprimento da pena do mensalão

    Preso em dezembro de 2013, em regime semiaberto, passou à prisão domiciliar em 2014 e recebeu indulto do STF em maio de 2016.

  5. 2007 — 2013
    Secretário-geral do PR

    Cargo que ocupava em 2011, quando a cúpula do Ministério dos Transportes, controlado pelo partido, foi demitida.

  6. 2007 — 2013
    Deputado federal por São Paulo

    Eleito em 2006 e reeleito em 2010 pelo PR. Renunciou em 5 de dezembro de 2013, depois da condenação no mensalão.

  7. 2005 — 2005
    Renúncia no mensalão

    Renunciou em 1º de agosto de 2005 depois de admitir à CPI dos Correios ter recebido R$ 6,5 milhões do esquema.

  8. 2000 — 2006
    Presidente nacional do PL

    Assumiu depois da morte do fundador, Álvaro Valle.

  9. 1991 — 2005
    Deputado federal por São Paulo

    Eleito pelo PL em 1990 e reeleito em 1994, 1998 e 2002. Líder da bancada do partido por 11 vezes.

  10. 1977 — 1982
    Chefe de gabinete e secretário de Obras de Mogi das Cruzes

    Na prefeitura do pai, Waldemar Costa Filho, quatro vezes prefeito da cidade.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Articulação política2002
Chapa Lula-José Alencar
Eleição presidencial de 2002

Valdemar foi um dos articuladores da aliança entre o PT e o PL, que levou o empresário José Alencar à vice-presidência.

Articulação política2018
Apoio do Centrão a Alckmin
Eleição presidencial de 2018

Costurou a adesão de cinco partidos do Centrão à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), que ficou em quarto lugar.

Gestão partidária2021
Filiação de Jair Bolsonaro ao PL
Novembro de 2021

Trouxe o então presidente para o partido, que elegeu 99 deputados em 2022 e passou a ter as maiores fatias dos fundos partidário e eleitoral.

Ação judicial2022
Pedido de verificação das urnas
TSE, novembro de 2022

O PL pediu a verificação das urnas do segundo turno de 2022. O TSE rejeitou o pedido e multou o partido em R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé.

Resultado eleitoral2026
Maior bancada da Câmara em 40 anos
Eleição de 2026

O PL elegeu 121 deputados federais, 23,6% da Câmara, e terá 28 senadores na legislatura que começa em 2027.

Articulação política2026
Candidatura de Rogério Marinho à presidência do Senado
Eleição de 2027

Valdemar anunciou que o PL lançará o senador contra Davi Alcolumbre, contando com a federação PP-União Brasil e o Republicanos.

Na imprensa

Notícias de outros portais

28 de out. de 2026

Jair Bolsonaro pede a Moraes para receber Valdemar Costa Neto

A defesa de Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, pediu autorização para uma visita de Valdemar depois que Flávio deixou o país. Moraes já havia negado visitas anteriores porque o presidente do PL continua investigado na trama golpista.

Fonte: G1

09 de jul. de 2011

Valdemar Costa Neto, o verdadeiro dono do PR

Perfil publicado na semana da denúncia de superfaturamento no Ministério dos Transportes, controlado pelo PR. Réu no mensalão, Valdemar explicava à rádio de Mogi das Cruzes por que se considerava um homem forte.

Fonte: O Globo

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Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Valdemar Costa Neto?

Valdemar Costa Neto é o presidente nacional do PL, partido de Jair e Flávio Bolsonaro. Foi deputado federal por São Paulo e condenado no mensalão.

Qual a idade de Valdemar Costa Neto?

Ele nasceu em 11 de agosto de 1949, em São Paulo, e tem 77 anos.

Valdemar Costa Neto foi preso?

Sim, duas vezes. Cumpriu pena pelo mensalão de 2013 a 2016 e foi preso em flagrante por posse ilegal de arma em fevereiro de 2024, sendo solto dois dias depois.

Por que Valdemar Costa Neto foi condenado no mensalão?

O STF o condenou a sete anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele havia admitido ter recebido R$ 6,5 milhões do esquema de Marcos Valério.

Valdemar Costa Neto cumpriu a pena?

Cumpriu parte dela, no semiaberto e depois em prisão domiciliar. Em maio de 2016, recebeu indulto e deixou de cumprir os cerca de cinco anos restantes.

Valdemar Costa Neto é investigado na trama golpista?

Sim. Foi indiciado pela PF em 2024, ficou fora da denúncia da PGR, e a Primeira Turma do STF reabriu a investigação sobre ele em outubro de 2025.

O que Valdemar disse sobre o golpe?

Em outubro de 2026, à Rádio Gaúcha, reconheceu que houve planejamento de golpe no fim do governo Bolsonaro e disse: "Discutiram, mas não deram golpe".

Por que os bens de Valdemar Costa Neto foram bloqueados?

Em julho de 2026, o ministro Flávio Dino bloqueou até R$ 119,2 milhões porque a PF o suspeita de direcionar 21 emendas parlamentares sem ter mandato. Ele é investigado por associação criminosa e peculato.

Valdemar Costa Neto tem mandato?

Não. Ele renunciou ao último mandato de deputado federal em dezembro de 2013 e não disputou mais eleições.

Quantos deputados o PL elegeu em 2026?

O PL elegeu 121 deputados federais, a maior bancada da Câmara desde os 260 do PMDB em 1986.

O PL reconheceu a vitória de Lula em 2026?

Sim. Em nota de 26 de outubro, Valdemar reconheceu o resultado proclamado pelo TSE, mas cobrou esclarecimentos sobre gastos sociais às vésperas da votação.

Qual a relação de Valdemar com Lula?

Ele articulou a chapa Lula-José Alencar em 2002 e foi aliado do primeiro governo petista até o mensalão. Hoje comanda o principal partido de oposição a Lula.

Valdemar Costa Neto tem filhos?

Sim. Ele é pai de quatro filhos.

O que era a pepita de ouro de Valdemar?

A PF apreendeu na casa dele, em 2024, uma pepita de 39 gramas sem origem declarada. A defesa diz que foi um presente, e o caso corre em segredo de Justiça na primeira instância.

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