Foto oficial de Tarcísio de Freitas

Tarcísio de Freitas

Governador de São Paulo

Em exercício desde 2015
Biografia

Resumo biográfico

Tarcísio Gomes de Freitas é engenheiro, ex-oficial do Exército e político filiado ao Republicanos. Governa São Paulo desde janeiro de 2023 e foi reeleito no primeiro turno em 4 de outubro de 2026, com mais de 14,4 milhões de votos (62,65% dos válidos), a maior votação da história do estado, e venceu Fernando Haddad (PT) em 639 dos 645 municípios. Antes, foi ministro da Infraestrutura do governo Jair Bolsonaro, de 2019 a 2022, e diretor-geral do DNIT no governo Dilma Rousseff. Carioca, nascido em 19 de junho de 1975, segundo o registro de candidatura no TSE, Tarcísio cresceu em Águas Claras, no Distrito Federal. Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras e em engenharia civil pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), serviu no Exército até 2008, quando deixou a carreira como capitão, e passou por concurso para a Controladoria-Geral da União e para a Câmara dos Deputados. Depois da derrota de Flávio Bolsonaro para Lula no segundo turno de 2026 e da viagem do senador aos Estados Unidos, Tarcísio passou a ser apontado pela imprensa como principal nome da oposição para a eleição presidencial de 2030. Em vídeo de 27 de outubro de 2026, reconheceu o resultado e pediu "unidade" e uma "oposição vigilante". Origem e formação Tarcísio é filho de Amaury Vieira Freitas, que trabalhou no comércio e no Banco do Brasil, e de Maria Alice Gomes Freitas. A família se mudou para Águas Claras, cidade do Distrito Federal, quando ele tinha três anos. Em 1992, entrou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas, e em 1996 foi declarado aspirante a oficial da arma de Engenharia pela Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ). Entre 1999 e 2002, estudou engenharia civil no IME, onde também concluiu o mestrado em engenharia de transportes, em 2008. Como engenheiro militar, chefiou a seção técnica da Companhia de Engenharia do Brasil na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), entre 2005 e 2006. Serviço público: CGU, DNIT e PPI Em 2008, Tarcísio deixou o Exército no posto de capitão e assumiu o cargo de analista de finanças e controle na Controladoria-Geral da União, onde trabalhou em auditoria da área de infraestrutura. Em 2011, foi indicado diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), na gestão do general Jorge Fraxe, nomeado por Dilma Rousseff após denúncias de corrupção no órgão. Foi diretor-geral do DNIT entre setembro de 2014 e janeiro de 2015. Em 2015, tomou posse como consultor legislativo da Câmara dos Deputados, na área de desenvolvimento urbano, trânsito e transportes, cargo de carreira que mantém. Também em 2015, assumiu a Secretaria de Coordenação de Projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), responsável por privatizações, concessões e desestatizações federais. Contratos do DNIT com fundações ligadas ao IME firmados na época de sua gestão foram apontados como irregulares pelo Tribunal de Contas da União. A Justiça Militar condenou oficiais em 2019 pelo desvio de R$ 11 milhões, e a Polícia Federal investigou os acordos em 2022 nas operações Burolano e Círculo Fechado. Tarcísio não foi acusado nesses processos. Ministro da Infraestrutura (2019–2022) Anunciado por Jair Bolsonaro em novembro de 2018, Tarcísio assumiu o Ministério da Infraestrutura em janeiro de 2019 com a meta de concluir obras paradas e transferir ativos à iniciativa privada. Em 2019, a pasta concedeu 27 ativos, entre eles o tramo central da Ferrovia Norte-Sul, 13 terminais portuários e 12 aeroportos, e concluiu a pavimentação da BR-163 entre Mato Grosso e Pará. Em 2021, foram 39 ativos concedidos, incluindo 22 aeroportos da Infraero, com investimentos privados previstos de R$ 6,1 bilhões, e o trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste entre Goiás e Bahia. Em 2022, o governo privatizou a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). No mesmo período, os gastos do DNIT com dispensas de licitação subiram de R$ 224 milhões, em 2019, para R$ 1,1 bilhão, em 2021, segundo o Portal da Transparência. Eleição de 2022 Incentivado por Bolsonaro, Tarcísio se filiou ao Republicanos em março de 2022 para disputar o governo de São Paulo, estado onde não tinha carreira política. Com Felício Ramuth como vice, teve 42,32% no primeiro turno e venceu Fernando Haddad (PT) no segundo, em 30 de outubro de 2022, com 13,48 milhões de votos (55,27%). Foi a primeira vez em 28 anos que o PSDB ficou fora do segundo turno no estado. Durante a campanha, a equipe de Tarcísio classificou como atentado um tiroteio ocorrido perto de onde ele estava, em Paraisópolis. A Polícia Militar disse não haver provas para essa classificação. Em outubro de 2023, a Polícia Federal abriu inquérito para apurar se a campanha forjou o episódio; secretários do governo paulista acusaram a PF de uso político da investigação. Governo de São Paulo (2023–presente) Tarcísio tomou posse em 1º de janeiro de 2023 como governador de São Paulo, encerrando um ciclo de 28 anos do PSDB no Palácio dos Bandeirantes. A gestão tem como marca as concessões e privatizações. O primeiro leilão foi o do trecho norte do Rodoanel, em março de 2023, com investimento previsto de R$ 3,4 bilhões. A principal privatização foi a da Sabesp, concluída em julho de 2024 por oferta de ações que deixou o estado como acionista minoritário. O governo prometeu R$ 66 bilhões em investimentos e a universalização do saneamento até 2029. Críticos afirmam que empresas e ativos estaduais foram vendidos abaixo do valor de mercado e que a redução de tarifa depende de subsídios do governo. Na campanha de 2026, Tarcísio chamou a privatização de "projeto mais transformador" do mandato e disse que a tarifa estava 15% abaixo da que existiria sem a venda; Haddad afirmou que "todas as privatizações do Tarcísio estão dando errado". Também foram leiloadas as linhas 11, 12 e 13 da CPTM e projetos de construção de escolas estaduais, estes suspensos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em junho de 2026, Tarcísio disse que mudou de opinião e que reveria o contrato da Linha 17-Ouro com a ViaMobilidade, e na sabatina da Veja descartou privatizar o Metrô. Segurança pública A segurança pública foi conduzida até 2026 pelo secretário Guilherme Derrite. No primeiro ano do governo, o número de mortes cometidas pela Polícia Militar subiu 34%, e as Operações Escudo e Verão, na Baixada Santista, levaram entidades a denunciar o governo à ONU e à OEA. Tarcísio inicialmente se opôs às câmeras corporais nos uniformes dos policiais e, em dezembro de 2024, disse se arrepender da "postura reativa" sobre o tema. O governo adotou programas de reconhecimento facial, citados por Flávio Bolsonaro como modelo na campanha presidencial de 2026. Em agosto de 2026, Haddad denunciou uma abordagem da PM perto de sua casa. Tarcísio disse que a PM analisou 70 câmeras e falou em "falsa comunicação de crime"; o Ministério Público Eleitoral deu cinco dias para o governo prestar explicações. Articulação política e eleição de 2024 Como governador, Tarcísio montou uma coalizão de centro-direita formada por Republicanos, o PSD de Gilberto Kassab e o MDB, mantendo uma relação seletiva com o PL de Jair Bolsonaro. Ao mesmo tempo em que se declarava alinhado ao bolsonarismo, apareceu ao lado de Lula e de ministros, sobretudo no apoio à reforma tributária, o que gerou atritos com bolsonaristas. Na eleição municipal de 2024, teve papel central na reeleição do prefeito paulistano Ricardo Nunes (MDB). Articulou uma coligação de 12 partidos, convenceu Bolsonaro a apoiar Nunes com a indicação do coronel Ricardo Mello Araújo (PL) como vice e desestimulou o apoio a Pablo Marçal (PRTB), o que lhe rendeu críticas de apoiadores de Marçal. Nunes venceu com 59,87% dos votos no segundo turno. Educação e cultura Em 2024, o governo enviou à Assembleia Legislativa a PEC 9/2023, que reduziu de 30% para 25% o piso de receita de impostos obrigatoriamente aplicado em educação, permitindo destinar os outros 5%, cerca de R$ 11 bilhões por ano, também à saúde. A Alesp aprovou a proposta em segundo turno em 27 de novembro de 2024. No mesmo ano, o governo contingenciou R$ 13 milhões do orçamento da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura, e a base governista protocolou uma CPI sobre a fundação, vista pela direção como ataque político. Centro de São Paulo Na região central da capital, o governo combina revitalização urbana, moradia pelo programa Casa Paulista e o programa Muralha Paulista, que usa cercamento digital, reconhecimento facial e inteligência artificial, com foco em crimes patrimoniais e na área conhecida como Cracolândia. O estado mantém o Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Movimentos de moradia, urbanistas e entidades de direitos humanos criticam o risco de gentrificação e o modelo de desapropriações. Relação com Bolsonaro e a eleição de 2026 Entre 2023 e 2025, Tarcísio apareceu em pesquisas e análises como possível candidato da direita à Presidência. Ele evitou se lançar, e em dezembro de 2025 Jair Bolsonaro indicou Flávio Bolsonaro como candidato. Em 22 de janeiro de 2026, Tarcísio anunciou que disputaria a reeleição, e em 1º de agosto o Republicanos oficializou a chapa com Felício Ramuth, agora no MDB, e os candidatos ao Senado Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), ambos eleitos. Na campanha, o nome do governador foi ligado ao caso do Banco Master. Segundo o UOL e o Valor (04/09/2026), a proposta de delação de Daniel Vorcaro afirma que R$ 2 milhões doados em 2022 por Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, à campanha de Tarcísio seriam propina ligada ao credenciamento do cartão consignado Credcesta. Tarcísio chamou a versão de "absurda" e disse que o credenciamento é de 2022, anterior a seu governo. Em outubro, o TRE-SP lhe concedeu direito de resposta contra vídeo de Haddad que associava o governador ao grupo do Master. A vitória no primeiro turno de 2026 teve 14.491.874 votos contra 8.423.656 de Haddad (36,42%), segundo a Gazeta do Povo, que a descreveu como a maior votação e o maior percentual para governador de São Paulo desde 1998, início da série histórica do TSE. Tarcísio superou o próprio recorde de 2022 e o percentual de Geraldo Alckmin em 2002. Também venceu na capital, que Haddad governou entre 2013 e 2016, com 52,76% dos votos válidos, e teve no estado mais votos que os 12,9 milhões recebidos por Flávio Bolsonaro para presidente. Na campanha, afirmou que priorizava a reeleição para dar continuidade a projetos como o Trem Intercidades (TIC) e o Integra Tietê, de saneamento e recuperação de bacias. Em outubro de 2026, o ICL Notícias publicou imagens de Tarcísio cumprimentando Daniel Vorcaro no lançamento do canal CNN Money, em 4 de novembro de 2024, em São Paulo. A reportagem relacionou o encontro às mensagens apreendidas pela PF no celular do banqueiro sobre sua participação no canal. Reeleito em 4 de outubro, Tarcísio passou a coordenar a campanha de Flávio no segundo turno e ajudou a prepará-lo para o debate da TV Globo, chegando a interpretar Lula nos ensaios. Depois da derrota de Flávio e da saída do senador do país, disse a pessoas próximas que não sabia da viagem e, em vídeo publicado em 27 de outubro, agradeceu aos "60 milhões de brasileiros" que votaram na oposição, afirmou que "a eleição passou, mas o país continua fraturado" e que "reconhecer o resultado não significa calar sobre os excessos", citando o uso da máquina e o que chamou de interferência do Judiciário. Também cobrou responsabilidade fiscal do governo Lula. Posições políticas Tarcísio defende redução do Estado, concessões e privatizações e responsabilidade fiscal, e apoiou a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. No início de 2025, comemorou nas redes a vitória de Donald Trump e, durante o tarifaço americano de 2025, disse que o governo brasileiro deveria "entregar alguma vitória" aos Estados Unidos. Em 2026, apoiou a ideia de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Patrimônio Na declaração de bens entregue ao TSE em 2026, informou patrimônio de R$ 2,7 milhões. Linha do tempo 1975: nasce no Rio de Janeiro, em 19 de junho. 1996: forma-se aspirante a oficial pela Academia Militar das Agulhas Negras. 2002: conclui engenharia civil no IME. 2005–2006: atua na missão da ONU no Haiti. 2008: deixa o Exército e entra na CGU. 2014–2015: é diretor-geral do DNIT. 2015: torna-se consultor legislativo da Câmara. 2019–2022: é ministro da Infraestrutura. 2022: é eleito governador de São Paulo. 2024: conclui a privatização da Sabesp. 2026: é reeleito no primeiro turno com 62,65% dos votos.
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — atual
    Governador de São Paulo

    Reeleito em 2026 com 62,65% no primeiro turno.

  2. 2022 — 2022
    Candidato eleito ao governo de São Paulo

    Republicanos; venceu Fernando Haddad no 2º turno com 55,27%.

  3. 2019 — 2022
    Ministro da Infraestrutura

    Governo Jair Bolsonaro; concessões de aeroportos, portos, ferrovias e rodovias.

  4. 2015 — atual
    Consultor legislativo da Câmara dos Deputados

    Área de desenvolvimento urbano, trânsito e transportes.

  5. 2015 — 2016
    Secretário de Coordenação de Projetos do PPI

    Programa de Parcerias de Investimentos, responsável por concessões e desestatizações.

  6. 2014 — 2015
    Diretor-geral do DNIT

    De setembro de 2014 a janeiro de 2015.

  7. 2011 — 2014
    Diretor-executivo do DNIT

    Indicado pelo general Jorge Fraxe no governo Dilma Rousseff.

  8. 2008 — 2011
    Analista de finanças e controle da CGU

    Auditoria na área de infraestrutura na Controladoria-Geral da União.

  9. 2005 — 2006
    Chefe da seção técnica na Minustah (Haiti)

    Companhia de Engenharia do Brasil na missão de paz da ONU.

  10. 1996 — 2008
    Oficial de Engenharia do Exército

    Aspirante pela Aman em 1996; promovido a capitão em 2002. Deixou o Exército em 2008.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Gestão pública2024
Privatização da Sabesp
Saneamento

Oferta de ações concluída em julho de 2024; meta de universalização do saneamento até 2029.

Infraestrutura2023
Leilão do Rodoanel Norte
Rodovias

Primeiro leilão do governo, em março de 2023, com investimento previsto de R$ 3,4 bilhões.

Infraestrutura
Concessão das linhas 11, 12 e 13 da CPTM
Trens metropolitanos

Linhas Coral, Safira e Jade concedidas ao grupo Trivia Trens.

Segurança
Muralha Paulista
Segurança pública

Programa de cercamento digital, reconhecimento facial e inteligência artificial.

Infraestrutura2021
Concessões do Ministério da Infraestrutura
Governo federal

27 ativos concedidos em 2019 e 39 em 2021, incluindo 22 aeroportos da Infraero.

Infraestrutura2019
Pavimentação da BR-163
Rodovia

Conclusão do asfaltamento entre Mato Grosso e Pará.

Infraestrutura2026
Linha 17-Ouro do Metrô
Monotrilho

Inaugurada em 2026, liga o Metrô ao Aeroporto de Congonhas.

Na imprensa

Notícias de outros portais

28 de out. de 2026

Fuga de Flávio Bolsonaro abre espaço para Tarcísio liderar oposição

Na coluna de José Casado, a Veja avaliou que a saída de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos, dois dias após a derrota no segundo turno, deixou aliados atônitos e abriu espaço para Tarcísio liderar a oposição. Segundo o texto, o governador paulista já fala em "desejo de projeto de país".

Fonte: Veja

24 de out. de 2026

Lançamento do CNN Money teve Vorcaro e Tarcísio como convidados de honra

O ICL Notícias publicou imagens de Tarcísio cumprimentando Daniel Vorcaro no lançamento da CNN Money, em 4 de novembro de 2024, na Casa Fasano. A reportagem relaciona o encontro a mensagens apreendidas pela PF no celular do dono do Banco Master sobre sua participação no novo canal.

Fonte: ICL Notícias

11 de out. de 2026

Vitória expressiva confirma Tarcísio como peça central no xadrez eleitoral de 2030

A Veja analisou que a reeleição de Tarcísio no primeiro turno, com quase 63% dos votos, superou a frente de ex-ministros escalada por Lula: Fernando Haddad, Márcio França, Simone Tebet e Marina Silva. Estas perderam as vagas no Senado para Guilherme Derrite e André do Prado. Para a revista, o resultado consolida o governador no cenário de 2030.

Fonte: Veja

10 de out. de 2026

Votação recorde de Tarcísio revela perfil do eleitor paulista

A Gazeta do Povo detalhou a votação de Tarcísio: 14.491.874 votos (62,65%) contra 8.423.656 de Haddad (36,42%), a maior votação e o maior percentual para governador de São Paulo desde 1998. O governador venceu na capital com 52,76% e teve no estado mais votos que Flávio Bolsonaro para presidente.

Fonte: Gazeta do Povo

04 de out. de 2026

Tarcísio vence Haddad no primeiro turno e vai governar São Paulo por mais quatro anos

O Globo registrou a vitória de Tarcísio sobre Fernando Haddad no primeiro turno de 2026. Com ela, ele se torna o terceiro político a governar São Paulo por mais de uma vez, depois de Mário Covas e Geraldo Alckmin. O jornal antecipou a maior participação do governador na campanha de Flávio Bolsonaro no segundo turno.

Fonte: O Globo

30 de set. de 2026

Debate governo SP: Tarcísio e Haddad trocam farpas em último confronto

A IstoÉ resumiu o último debate entre Tarcísio e Fernando Haddad antes do primeiro turno, em 29 de setembro de 2026. O confronto tratou de segurança pública, saúde, situação fiscal, educação e privatizações, com críticas mútuas e referências a Lula, Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro.

Fonte: IstoÉ

04 de set. de 2026

Tarcísio diz que suspeita de propina de Vorcaro para sua campanha 2022 é absurda

O Valor noticiou que Tarcísio chamou de "absurda" e "meio ridícula" a suspeita, presente na proposta de delação de Daniel Vorcaro, de que doações ligadas ao ex-banqueiro à sua campanha de 2022 seriam propina. O governador negou ter favorecido empresa ligada ao Master; Haddad explorou o caso na propaganda de TV.

Fonte: Valor Econômico

06 de ago. de 2026

Haddad: Todas as privatizações do Tarcísio estão dando errado

Em coletiva em Iguape, Fernando Haddad afirmou que "todas as privatizações do Tarcísio estão dando errado" ao comentar o fim da greve na CPTM. A paralisação foi deflagrada após a concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade ao grupo Trivia Trens.

Fonte: InfoMoney

30 de jun. de 2026

Tarcísio diz que mudou de opinião e vai rever concessão da Linha 17-Ouro

Na inauguração da estação Washington Luís, da Linha 17-Ouro, Tarcísio disse que pretendia rever o contrato de concessão da linha com a ViaMobilidade e descartou novas privatizações no Metrô. "Já parou para pensar quantas vezes eu já mudei de opinião?", afirmou.

Fonte: InfoMoney

Galeria

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Causas

Causas e valores defendidos

Concessões e privatizações

Transferência de serviços e ativos públicos à iniciativa privada.

Segurança pública

Combate ao crime organizado e tecnologia de monitoramento.

Infraestrutura e logística

Rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Tarcísio de Freitas?

Tarcísio Gomes de Freitas é engenheiro formado pelo IME, ex-capitão do Exército e governador de São Paulo pelo Republicanos desde 2023, reeleito no primeiro turno em 4 de outubro de 2026. Antes, foi ministro da Infraestrutura de Jair Bolsonaro (2019–2022) e diretor-geral do DNIT no governo Dilma Rousseff.

Qual a idade de Tarcísio de Freitas?

Tarcísio nasceu em 19 de junho de 1975, no Rio de Janeiro, segundo o registro de candidatura no TSE. Em outubro de 2026, tem 51 anos.

De onde é Tarcísio de Freitas?

Ele nasceu no Rio de Janeiro e se mudou aos três anos com a família para Águas Claras, no Distrito Federal, onde cresceu.

Tarcísio de Freitas é formado em quê?

É formado pela Academia Militar das Agulhas Negras (arma de Engenharia, 1996) e em engenharia civil pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), onde também fez mestrado em engenharia de transportes, concluído em 2008.

Tarcísio de Freitas foi ministro da Dilma?

Não: no governo Dilma Rousseff, ele foi diretor-executivo (a partir de 2011) e diretor-geral do DNIT, entre setembro de 2014 e janeiro de 2015. Só foi ministro no governo Jair Bolsonaro, à frente da Infraestrutura de 2019 a 2022.

Qual é o partido de Tarcísio de Freitas? Ele é de direita ou de esquerda?

Tarcísio é filiado ao Republicanos desde março de 2022. É um político de direita, que defende privatizações e concessões, redução do Estado e responsabilidade fiscal, e foi lançado na política por Jair Bolsonaro.

Tarcísio de Freitas foi reeleito? Com quantos por cento dos votos?

Sim: em 4 de outubro de 2026, foi reeleito no primeiro turno com 62,65% dos votos válidos, mais de 14,4 milhões de votos, contra 36,42% de Fernando Haddad (PT), a maior votação para governador paulista desde 1998.

Quem Tarcísio de Freitas apoiou para o Senado em 2026?

Sua coligação lançou Guilherme Derrite (PP), ex-secretário da Segurança Pública, e André do Prado (PL), presidente da Alesp. Os dois foram eleitos senadores por São Paulo.

Qual a relação de Tarcísio de Freitas com o Banco Master?

A proposta de delação de Daniel Vorcaro, revelada pelo UOL em setembro de 2026, afirma que R$ 2 milhões doados em 2022 por Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, à campanha de Tarcísio seriam propina ligada ao cartão consignado Credcesta. Tarcísio classificou a versão como "absurda" e negou favorecimento a empresas ligadas ao Master.

Tarcísio de Freitas foi candidato a presidente em 2026?

Não: apesar de aparecer em pesquisas como possível candidato da direita, anunciou em 22 de janeiro de 2026 que disputaria a reeleição em São Paulo. Apoiou Flávio Bolsonaro, que perdeu para Lula no segundo turno, e passou a ser citado como nome da oposição para 2030.

Qual é a relação de Tarcísio de Freitas com Jair Bolsonaro?

Tarcísio foi ministro da Infraestrutura de Bolsonaro e entrou na política eleitoral por incentivo dele em 2022. Mantém, porém, uma coalizão própria com PSD e MDB e já apareceu ao lado de Lula em pautas como a reforma tributária.

O que Tarcísio de Freitas fez como ministro da Infraestrutura?

Sua gestão concedeu 27 ativos em 2019 e 39 em 2021, entre eles 22 aeroportos da Infraero e trechos das ferrovias Norte-Sul e Fiol. A pasta também concluiu a pavimentação da BR-163 e privatizou a Codesa, em 2022.

Tarcísio de Freitas privatizou a Sabesp?

Sim, a desestatização foi concluída em julho de 2024, com oferta de ações que deixou o estado como acionista minoritário e promessa de R$ 66 bilhões em investimentos para universalizar o saneamento até 2029.

Tarcísio de Freitas serviu no Haiti?

Sim: como engenheiro militar, chefiou a seção técnica da Companhia de Engenharia do Brasil na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), entre 2005 e 2006.

Tarcísio de Freitas é casado?

Sim, é casado desde 1997 com Cristiane Freitas, natural de Parnamirim (RN), que conheceu quando era aspirante do Exército em Natal.

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