Foto oficial de Sidarta Ribeiro

Sidarta Ribeiro

Neurocientista

Em exercício desde 2011
Biografia

Resumo biográfico

Sidarta Tollendal Gomes Ribeiro (Brasília, 16 de abril de 1971) é um neurocientista, capoeirista e escritor brasileiro. É professor titular e um dos fundadores do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (ICe-UFRN). É escritor de diversos livros e escreve em uma coluna bimestral, SementeAr, do veículo de comunicação independente umaúma, é formando do Grupo Capoeira Brasil e já foi colunista do Jornal Folha de S.Paulo e da revista Carta Capital (2022-2023). É Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1993), Mestre em Biofísica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994), Doutor em Comportamento Animal pela Universidade Rockefeller (2000) com Pós-Doutorado em Neurofisiologia pela Universidade Duke (2005). Membro permanente das Pós-Graduações da UFRN em psicobiologia, bioinformática e neurociências. Exerceu no triênio 2009-2011 a função de secretário da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC). De 2011-2015 foi coordenador do comitê brasileiro do Pew Latin American Fellows Program in the Biomedical Sciences. Desde 2011 é membro do comitê científico da Latin American School of Education, Cognitive and Neural Sciences (LA School), que em 2014 recebeu o prêmio inaugural Exemplifying the Mission of the International Mind, Brain and Education Society. Foi coordenador de núcleo do projeto de avaliação de crianças em risco para transtorno de aprendizagem (ACERTA - CAPES/Observatório da Educação). Investigador associado sênior do Centro FAPESP de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (Neuromat). Membro desde 2015 da Plataforma Brasileira de Política de Drogas. Editor nos periódicos PLoS One (editor acadêmico), PLoS Mental Health (editor de seção), editor associado no Frontiers in Integrative Neuroscience e Frontiers In Psychology - Language Sciences e editor de revisão na Frontiers in Psychiatry e Frontiers in Neurology. Membro do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP) e do Instituto Chacruna de Plantas Psicodélicas. Eleito em 2016 membro da Academia de Ciências da América Latina (ACAL). Membro desde 2016 do Conselho de Administração da Rede Nacional de Ciência para a Educação (CpE). Eleito em 2017 e 2019 para a Diretoria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), como terceiro-secretário. Eleito em 2021 para o Conselho da SBPC. Recebeu em 2022 a Medalha do Mérito Educacional "Noilde Ramalho" da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, e em 2023 a Medalha Pedro Ernesto da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Atualmente o neurocientista também integra o grupo de pesquisa em saúde mental do Centro de Estudos Estratégicos (CEE) no Núcleo de Estudos Avançados (NEA) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)- RJ. Sidarta é formando do Grupo Capoeira Brasil e discípulo de Mestre Caxias, sob a supervisão do Mestre Paulinho Sabiá. Formação acadêmica Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1989-1993) Mestre em Biofísica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994) Doutor em Comportamento Animal pela Rockefeller University (1995-2000) Pós-doutorado em Neurofisiologia pela Duke University (2000-2005) Atualmente, o laboratório de Sidarta Ribeiro faz pesquisa nas interfaces entre eletrofisiologia, etologia e biologia molecular, atuando principalmente nos seguintes temas: Sono, sonho e memória; Maconha e política de drogas; Psicodélicos; Sono em polvos; Neurociência aplicada à educação; Genes imediatos e plasticidade neuronal; Psiquiatria neurocomputacional. Sidarta Ribeiro é defensor de longa data do uso de cannabis e seus derivados no tratamento de diversas condições de saúde. Dentre suas primeiras obras, o livro de divulgação científica “Maconha, Cérebro e Saúde” (Editora Reviver), de 2007, escrito em co-autoria com Renato Malcher-Lopes, foi um esforço de desmistificar uma série de falácias e mentiras contadas sobre a maconha, tendo como base a ciência, em prol de uma discussão racional sobre a planta. Em seu livro mais recente, "Flores do Bem" (Editora Fósforo, 2023), ele traça a história dessa planta, que foi provavelmente uma das primeiras a serem domesticadas na China há cerca de 12 mil anos, e sua difusão pelos continentes asiático, africano, europeu e americano. Trata dos usos medicinais ou de cultivo e outras formas de uso, realizados por diferentes culturas há milhares de anos. Também conta parte da história da proibição no Brasil e como está sendo construída a história da regulamentação do seu uso medicinal em termos mundiais e, mais especificamente, no Brasil. Traçando um paralelo com as centenas de raças de cães selecionadas artificialmente por humanos, a partir do cruzamento de animais com características de interesse, Sidarta diz que esse foi o mesmo processo das centenas - talvez milhares - de variantes genéticas que foram criadas desde a domesticação da planta. Assim, Sidarta refere-se à planta como “cãonnabis”, em que as variantes podem servir a diferentes propósitos medicinais, por conterem diferentes concentrações e proporções entre as centenas de terpenos, flavonoides e canabinóides, como o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabinol (THC), comparando ao processo de domesticação e cruzamento de raças de cães realizados ao longo da história da humanidade. Sidarta também faz um paralelo ao uso dos antibióticos, segundo ele, “com impactos abrangentes e multifacetados que vão da neurologia e da psiquiatria à oncologia, endocrinologia e geriatria, a maconha está para a medicina do século 21 como os antibióticos estiveram para a medicina do século 20.” Desde a década de 1990, o neurocientista é engajado em discussões científicas e políticas a respeito da maconha e é reconhecido como referência na luta antiproibicionista no Brasil. Pela importância do trabalho de divulgação que tem feito, em 2023 recebeu a Medalha Pedro Ernesto, uma distinção honorífica concedida pela então vereadora Luciana Boiteux em nome da Comissão Especial de Cannabis Medicinal em reconhecimento à dedicação de Sidarta na defesa do uso da cannabis para fins terapêuticos. Medalha Pedro Ernesto da Câmara Municipal do Rio de Janeiro (2023); Medalha do Mérito Educacional "Noilde Ramalho" da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (2022); Prêmio de Inovação Médica: Categoria Inovação em Medicina Diagnóstica, Abril & Dasa (2018); Prêmio SUS Categoria Melhor Trabalho Publicado, Ministério da Saúde (2017); Prêmio Celso Furtado, Ministério da Integração Nacional (2017); Latin American Research Award, Google (2017); Prêmio "Exemplifying the Mission of the International Mind, Brain and Education Society", International Mind, Brain and Education Society - IMBES (2014); Prêmio Trip Transformadores: Categoria "Sono", TRIP Editora (2007); Pew Latin American Fellowship in the Biomedical Sciences, Pew Foundation (2001); Prêmio Guimarães Rosa, Radio France Internationale (1996). Em meados da década de 1990, Sidarta Ribeiro juntou-se aos neurocientistas brasileiros Claudio Mello, Sergio Neuenschwander, Cecília Hedin-Pereira, Antônio Pereira, Claudia Vargas e Mário Fiorani na concepção de um projeto de repatriação de capital humano que está na origem tanto do Instituto do Cérebro da UFRN quanto do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS). Em 2003 a iniciativa passou a ser vigorosamente apoiada pelo setor público, com auxílio decisivo dos Ministérios da Educação e da Ciência & Tecnologia. Em consequência, a UFRN assumiu a criação de um centro de pesquisa de ponta em neurociências como parte de seu plano estratégico para o desenvolvimento futuro. A fim de implementar o projeto de uma forma sólida, a universidade passou a realizar desde 2008 um recrutamento internacional de pesquisadores com pós-doutoramento para compor seu quadro docente. O grupo inclui atualmente 18 professores selecionados por concursos públicos: Adriano Tort, Antônio Pereira, Maria Bernardete de Sousa, Claudio Queirós, Diego Laplagne, Dráulio de Araújo, Lia Bevilaqua, Katarina Leão, Kerstin Schmidt, Jesper Ryge, Marcos Costa, Martin Cammarota, Richardson Leão, Rodrigo Pereira, Sandro de Sousa, Sergio Neuenschwander, Sidarta Ribeiro e Tarciso Velho. No dia 13 de maio de 2011, Sidarta Ribeiro participou com dirigentes, professores, técnicos e estudantes da UFRN da inauguração do Instituto do Cérebro (ICe-UFRN). No dia 26 de julho de 2011, o jornal Folha de S. Paulo publicou uma matéria relatando a cisão entre Miguel Nicolelis e o grupo de professores da UFRN recrutados para o projeto, entre os quais Sidarta Ribeiro. A reportagem informou que o principal motivo da cisão foi a falta de acesso dos pesquisadores da UFRN aos equipamentos utilizados no IINN-ELS. Essa informação foi confirmada pelo periódico internacional Science. Uma matéria na revista Piauí afirmou que a saída dos professores da UFRN se deu por insatisfação generalizada com a gestão de Nicolelis. Uma outra versão, divulgada em reportagem de Herton Escobar no jornal O Estado de S. Paulo, relata que a dissidência seria decorrente de críticas de Nicolelis a um suposto baixo impacto das pesquisas desenvolvidas por este grupo. Passados mais de treze anos da cisão, o ICe dá continuidade à missão original do projeto, com dedicação ao ensino de pós-graduação e graduação de alta qualidade, à pesquisa neurocientífica em nível internacional e à extensão de ciência, esporte e arte junto a estudantes, pacientes hospitalares e jovens em situação de risco. Os docentes do ICe apresentam produção científica em periódicos como Nature Neuroscience, PNAS e Journal of Neuroscience, totalizando 613 artigos publicados e 14.146 citações. Em média, são apresentados 34 artigos com 786 citações por docente. É autor de O Oráculo da Noite: A história e a Ciência do Sonho (2019), Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico (2022), ambos os livros pela Companhia das Letras; também é autor de As Flores do Bem, A ciência e a história da libertação da maconha (2023), Fósforo. Escreve em uma coluna bimestral, a SementeAr, do veículo de comunicação independente Sumaúma; já foi colunista para a revista Mente e Cérebro (2004-2013), para o Jornal Folha de S. Paulo e para revista Carta Capital (2022-2023). Livro Flores do Bem (Fósforo, 2023). Livro Sonho Manifesto (Companhia das Letras, 2022). Livro Limiar (Nova edição: Companhia das Letras, 2020). Livro O Oráculo da Noite (Companhia das Letras, 2019). Maconha, Cérebro e Saúde em co-autoria com Renato Malcher-Lopes (Editora Vieira e Lent, 2007; Editora Yagé, 2019). Limiar - reúne textos da coluna Limiar, publicada mensalmente desde 2004 na revista Mente e Cérebro (Editora Duetto). Entendendo as Coisas, coletânea que inclui o conto vencedor do Prêmio Internacional Guimarães Rosa 1996 - Radio France Internationale (Editora L&PM, 1998).
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — atual
    Bicionista no Brasil. Pela importância do trabalho de divulgação que tem feito, em 2023 re

    Bicionista no Brasil. Pela importância do trabalho de divulgação que tem feito, em 2023 recebeu a Medalha Pedro Ernesto, uma distinção honorífica concedida pela então vereadora Luciana Boiteux em nome da Com

  2. 2023 — atual
    Ducacional "Noilde Ramalho" da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, e em 2023 a

    Ducacional "Noilde Ramalho" da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, e em 2023 a Medalha Pedro Ernesto da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Atualmente o neurocientista também integra o grupo de pe

  3. 2022 — atual
    BPC), como terceiro-secretário. Eleito em 2021 para o Conselho da SBPC. Recebeu em 2022 a

    BPC), como terceiro-secretário. Eleito em 2021 para o Conselho da SBPC. Recebeu em 2022 a Medalha do Mérito Educacional "Noilde Ramalho" da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, e em 2023 a Medalha

  4. 2021 — atual
    Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), como terceiro-secretário. Eleito em 2021 pa

    Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), como terceiro-secretário. Eleito em 2021 para o Conselho da SBPC. Recebeu em 2022 a Medalha do Mérito Educacional "Noilde Ramalho" da Assembleia Legislativa do

  5. 2017 — atual
    Elho de Administração da Rede Nacional de Ciência para a Educação (CpE). Eleito em 2017 e

    Elho de Administração da Rede Nacional de Ciência para a Educação (CpE). Eleito em 2017 e 2019 para a Diretoria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), como terceiro-secretário. Eleito em

  6. 2016 — atual
    Eleito em 2016 membro da Academia de Ciências da América Latina (ACAL). Membro desde 2016

    Eleito em 2016 membro da Academia de Ciências da América Latina (ACAL). Membro desde 2016 do Conselho de Administração da Rede Nacional de Ciência para a Educação (CpE). Eleito em 2017 e 2019 para a Diretoria

  7. 2016 — atual
    Obre Psicoativos (NEIP) e do Instituto Chacruna de Plantas Psicodélicas. Eleito em 2016 me

    Obre Psicoativos (NEIP) e do Instituto Chacruna de Plantas Psicodélicas. Eleito em 2016 membro da Academia de Ciências da América Latina (ACAL). Membro desde 2016 do Conselho de Administração da Rede Naciona

  8. 2015 — atual
    Ro FAPESP de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (Neuromat). Membro desde 2015

    Ro FAPESP de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (Neuromat). Membro desde 2015 da Plataforma Brasileira de Política de Drogas. Editor nos periódicos PLoS One (editor acadêmico), PLoS Mental Health (

  9. 2014 — atual
    In American School of Education, Cognitive and Neural Sciences (LA School), que em 2014 re

    In American School of Education, Cognitive and Neural Sciences (LA School), que em 2014 recebeu o prêmio inaugural Exemplifying the Mission of the International Mind, Brain and Education Society. Foi coorden

  10. 2011 — atual
    Tê brasileiro do Pew Latin American Fellows Program in the Biomedical Sciences. Desde 2011

    Tê brasileiro do Pew Latin American Fellows Program in the Biomedical Sciences. Desde 2011 é membro do comitê científico da Latin American School of Education, Cognitive and Neural Sciences (LA School), que em

Na imprensa

Notícias de outros portais

16 de out. de 2026

Sidarta Ribeiro debate história da maconha em seminário em Natal

Sidarta Ribeiro participa de seminário gratuito sobre cannabis e saúde em Natal, no dia 24 de outubro, com palestras e mesas-redondas. O neurocientista Sidarta Ribeiro é um dos destaques do Seminário CannabisSUS.RN, que será realizado no sábado (24), no Complexo Cultural Rampa, em Natal. Com o tema “História e Ciência da Libertação da Maconha”, a palestra está prevista para as 10h35 e integra a programação dedicada à relação entre cannabis e saúde.

Fonte: Saiba Mais

25 de jun. de 2026

Sidarta Ribeiro participa de bate-papo na livraria Terra Libris

Evento vai debater ‘As flores do bem - a ciência e a história da libertação da maconha’, livro do neurocientista. A livraria Terra Libris recebe o neurocientista e escritor Sidarta Ribeiro, para um bate-papo sobre o livro ‘As flores do bem: a ciência e a história da libertação da maconha’ (Fósforo Editora), com mediação da ativista Mariana Feregueti. Será no dia 3 de julho, sexta-feira, às 19h30, com entrada aberta ao público.

Fonte: Correio

25 de jun. de 2026

Sidarta Ribeiro fala sobre arte e futuro da humanidade em São Paulo

Neurocientista palestra em evento na galeria Claraboia. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

31 de out. de 2025

”Precisamos parar o sistema”: o alerta de Sidarta Ribeiro

Neurocientista conecta guerra, patriarcado, inteligência artificial e cannabis no Festival Literário de Pipa, no litoral do Rio Grande do Norte. Pipa (RN) – O auditório silencia quando o neurocientista Sidarta Ribeiro começa a falar. É manhã na praia da Pipa, mas o que ele descreve não é o futuro — é o agora. “A gente está vivendo um momento de ficção científica.

Fonte: Saiba Mais

23 de out. de 2025

Sidarta Ribeiro, Paulo Betti e Ana Miranda são destaques do Flipipa 2025

De 30 de outubro a 1º de novembro, a Praia da Pipa, em Tibau do Sul (RN), será novamente o palco onde a literatura encontra o mar. A nona edição do Festival Literário da Pipa (Flipipa) celebra o tema “Memória em Movimento”. O evento é uma realização da Fundação Hélio Galvão e do Escritório Candinha Bezerra, com patrocínio de instituições públicas e privadas, e apoio de restaurantes e pousadas locais que se transformam, por três dias, em espaços culturais.

Fonte: Saiba Mais

08 de out. de 2025

Sidarta Ribeiro e Paulo Betti estão entre os convidados do 9º Festival Literário da Pipa

FliPipa 2025 reúne Sidarta Ribeiro, Paulo Betti e Mário Magalhães em três dias de literatura, música e arte na praia da Pipa. O Festival Literário da Pipa (FliPipa) chega à sua nona edição reunindo grandes nomes da literatura, das artes e da música na praia da Pipa, em Tibau do Sul. O evento será realizado de 30 de outubro a 1º de novembro , com programação gratuita na Praça do Pescador , além de atividades em hotéis, restaurantes e espaços culturais parceiros.

Fonte: Notícias Sobre O Rio Grande Do Norte - O Poti

30 de set. de 2025

Sidarta Ribeiro: desconectar para sonhar

Neurocientista alerta sobre o uso desenfreado de redes sociais e a necessidade de criar um pacto transgeracional de moderação POR LILIAN SILVA Leia a edição de OUTUBRO/25 da Revista E na íntegra O trabalho desenvolvido pelo neurocientista Sidarta Ribeiro pode ser encontrado em publicações, palestras e entrevistas, mas não só. A pesquisa do fundador do Instituto do […].

Fonte: Sesc São Paulo

03 de jul. de 2025

Jesuíta Barbosa volta ao teatro em peça inspirada na obra de Sidarta Ribeiro

Depois de viver Ney Matogrosso no cinema, ator protagoniza 'Sonho Elétrico', sobre futuro possível diante do fim do mundo. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

12 de mai. de 2025

Sidarta Ribeiro critica o desprezo do mundo contemporâneo pelo sonho

Protagonista do filme 'Criaturas da mente', neurocientista defende a parceria da ciência com saberes ancestrais nos estudos sobre o inconsciente coletivo. Imortalizada no samba-enredo da Beija-Flor de Nilópolis, campeã do carnaval carioca em 1976, a expressão exemplifica como a interpretação dos sonhos está presente na cultura popular brasileira. A construção dos sonhos une experiências e símbolos coletivos, mostra o documentário “Criaturas da mente” .

Fonte: Estado de Minas

20 de ago. de 2024

Cientista Sidarta Ribeiro é o convidado no DR com Demori, da TV Brasil

O neurocientista e escritor Sidarta Ribeiro é o convidado do programa DR com Demori, que vai ao ar nesta terça-feira (20), às 23h, na TV Brasil. Autor de livros sobre sono e sonhos e pesquisador de temas como a memória, a neuro educação e a política de drogas, Sidarta é pós-doutor em neurofisiologia pela Duke University, nos Estados Unidos. No bate-papo com Leandro Demori, Sidarta fala, entre outros temas, sobre o seu livro O Oráculo da Noite e de sua pesquisa sobre a importância do sono e dos sonhos para a fisiologia humana. “É um processo muito ativo e complexo em que você organiza a casa...

Fonte: O Povo

06 de nov. de 2023

Maconha não deixa pessoas preguiçosas, defende Sidarta Ribeiro

Neurocientista lança 'As Flores do Bem', sobre a história da Cannabis, e critica discussão sem evidências científicas. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

10 de abr. de 2023

Sidarta: Os psicoativos na saúde do século XXI

Neurocientista, agora no Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, afirma: sistema opressor produz doenças mentais. Ao ampliar plasticidade do cérebro, certas drogas abrem avenidas terapêuticas. Há que quebrar preconceitos. Há que quebrar preconceitos Publicado 10/04/2023 às 17:45 - Atualizado 10/04/2023 às 17:50 Receba por email, diariamente, todas as publicações do site Você já está inscrito e começará a receber os boletins em breve.

Fonte: Outras Palavras

05 de jun. de 2022

'É como importar mandioca', diz Sidarta Ribeiro sobre proibição da cannabis; especialista diz que país tem uso elitista da erva medicinal

Atualmente, é permitida a importação e venda de produtos nas farmácias brasileiras, mas Anvisa vetou o plantio para fins medicinais e para a indústria. Neurocientista avalia que país já passa 'por processo de exclusão' social com 'preços totalmente proibitivos'. "Estamos falando de uma planta que cresce em qualquer lugar, então, é uma excrescência completa. É como a gente estar importando mandioca, importando feijão, e impedindo de plantar aqui", explica ao g1 .

Fonte: G1

20 de mai. de 2022

Denúncia de Sidarta Ribeiro sobre a crise ambiental entra na Lista dos Mais Vendidos do PublishNews

Um nome que frequentemente é associado a um livro best-seller está de volta à Lista dos Livros Mais Vendidos do PublishNews. O renomado neurocientista Sidarta Ribeiro [foto] lança Sonho manifesto (Companhia das Letras), que estreia em 13º lugar na lista de Não ficção. No livro, ele denuncia a profundidade da crise ambiental e social ao mesmo tempo em que celebra a oportunidade única que a humanidade tem hoje de expandir a consciência planetária. Para ele o melhor que podemos fazer é resgatar o melhor de nossa ancestralidade. O pódio da lista Geral tem O poder da autorresponsabilidade (Gente...

Fonte: Publishnews

26 de jul. de 2019

‘Governo Bolsonaro é um pesadelo’, diz Sidarta Ribeiro, neurocientista

Cientista achou 'estranho' ser filmado por militares durante palestra e critica 'polêmica' sobre drogas: 'farmácias vendem maconha há dois anos'. Não faz nem um mês que o neurocientista Sidarta Ribeiro, um dos mais respeitados em sua área no Brasil, professor titular e vice-diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), esteve em Paraty (RJ) divulgando seu novo livro “O oráculo da noite”, que fala de sonhos.

Fonte: Ponte Jornalismo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Sidarta Ribeiro?

Neurocientista.

Qual a formação de Sidarta Ribeiro?

A formação acadêmica e a trajetória profissional estão descritas na biografia, com base em fontes públicas.

Por que Sidarta Ribeiro é conhecido(a)?

Pela atuação como neurocientista e pela repercussão pública dessa carreira.

Qual a origem de Sidarta Ribeiro?

Segundo fontes biográficas, Brasília, 16 de abril de 1971.

Sidarta Ribeiro escreveu livros?

A produção editorial, quando houver, está referida na biografia e nas notícias listadas.

Onde Sidarta Ribeiro trabalha ou trabalhou?

Os principais vínculos profissionais aparecem na seção de carreira e na biografia.

Sidarta Ribeiro participa de entrevistas e debates públicos?

Sim. Há registros em veículos de imprensa e vídeos públicos reunidos neste perfil.

Qual o tema mais associado a Sidarta Ribeiro?

O tema central é a atuação como neurocientista, detalhada ao longo da biografia.

Sidarta Ribeiro tem presença digital?

Redes e canais públicos, quando identificados nas fontes, constam nos campos do perfil.

Há polêmicas públicas envolvendo Sidarta Ribeiro?

Eventuais controvérsias de interesse público estão descritas nas notícias com fonte e data, sem adjetivação.

Como acompanhar a trajetória de Sidarta Ribeiro?

Pela biografia, pela linha do tempo de carreira e pelas notícias e vídeos reunidos nesta página.

Sidarta Ribeiro é brasileiro(a)?

Sim. Trata-se de personalidade pública brasileira documentada em fontes abertas.

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