Foto oficial de Djamila Ribeiro

Djamila Ribeiro

Filósofa e escritora

Em exercício desde 1993
Biografia

Resumo biográfico

Djamila Taís Ribeiro dos Santos (São Paulo, 1 de agosto de 1980) é uma professora, filósofa, escritora, feminista negra, acadêmica e ativista do movimento negro no Brasil e internacionalmente, com forte presença nas redes sociais. Escreve semanalmente no jornal Folha de S.Paulo e já foi colunista da revista CartaCapital. Em 2023, foi laureada com o Prêmio Franco-Alemão de Direitos Humanos e, no mesmo ano, foi a primeira brasileira a falar no Dia em Memória da Abolição da Escravidão e o Comércio Transatlântico de Escravizados, na Assembleia Geral das Nações Unidas. Ela também foi incluída na lista da BBC das 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo. Ainda, desde 2022, ocupa a cadeira número 28 da Academia Paulista de Letras. Ribeiro tem presença ativa no mercado editorial, seus livros já venderam mais de 1 milhão de cópias e é criadora e coordenadora do Selo Sueli Carneiro da Editora Jandaia e da Coleção Feminismos Plurais. Seus livros foram traduzidos para diversos idiomas como o Italiano, Francês e Inglês. É uma autora reconhecida para os temas de gênero e feminismo negro. Em 2022, fundou o Espaço Feminismos Plurais, instituto sem fins lucrativos em São Paulo que oferece serviços gratuitos para mulheres. Em 2024, foi professora convidada para lecionar durante um semestre da Universidade de Nova Iorque (NYU).. Desde 2025, é professora convidada do Massachusetts Institute of Technology (MIT), sendo a primeira brasileira da história a integrar o programa Dr. Martin Luther King Jr. para professores convidados. Djamila é a caçula das quatro crianças de Joaquim José Ribeiro dos Santos e Erani Benedita dos Santos Ribeiro. O pai era estivador, ativista do movimento negro e um dos fundadores do Partido Comunista (PC) na Baixada Santista. Sua mãe trabalhava como empregada doméstica e foi quem a iniciou no Candomblé, quando tinha 8 anos. O seu nome significa “beleza” em suaíli, língua falada no leste da África. Seu pai foi quem escolheu os nomes das filhas, Djamila e Dara, sendo inspirado por edições do Jornegro, um jornal pertencente à militância negra. Anos depois, ela escolheria do mesmo jornal o nome da sua filha, Thulane, que significa "a pacífica" também em suaíli. Djamila conviveu muito de sua infância com a avó Antônia. Ela também era do Candomblé e atuava como benzedeira. É considerada pela filósofa como a figura responsável por seu caminho espiritual. A avó faleceu em 1993, quando Djamila tinha 13 anos. O relacionamento de afeto inspirou a autora a direcionar seu livro mais autobiográfico a ela, em Cartas para minha avó. Iniciou o contato com a militância ainda na infância. Uma das grandes influências foi o pai, um homem que, mesmo com pouco estudo formal, era culto. Aos 19 anos se envolveu com a Casa de Cultura da Mulher Negra, uma organização não governamental santista, fundada por Alzira Rufino, que passou a ser referência feminista para Djamila. Joaquim e Erani se separaram durante a adolescência de Djamila. Durante esse período, enquanto a mãe lutava contra o câncer pela segunda vez, Djamila foi trabalhar numa barraca de pastel para ajudar nas despesas da casa, apesar da resistências do pais. Logo em seguida, passou no curso de Jornalismo em uma universidade privada e passou a trabalhar como assistente de limpeza em uma empresa para pagar o curso. Em maio de 2001, sua mãe faleceu por decorrência do câncer no rim, quando Djamila tinha 20 anos. No ano seguinte, seu pai foi diagnosticado com mieloma múltiplo, uma espécie de câncer de medula que não tem cura, e faleceu quando ela tinha 21 anos. Nos anos que se seguiram, Djamila estudou jornalismo até engravidar de Thulane, aos 24 anos, quando abandonou a faculdade para se dedicar à família. Retomou os estudos sob protestos do esposo e de outros familiares, pois ela deixava a filha de 3 anos em escolinha em período integral para fazer a faculdade em Guarulhos, a três horas de distância de Santos. Graduou-se em Filosofia pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo em 2012, e tornou-se mestra em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista. Djamila começou a escrever no Blogueiras Negras, portal que discute assuntos caros às feministas negras na internet. Em 2014, deu uma entrevista a respeito do projeto para o jornalista Pedro Bial, no programa Na Moral, e ganhou visibilidade nacional. Passa a utilizar a internet como plataforma para discutir feminismo negro, racismo e filosofia com grande apelo ao público brasileiro. Foi colunista online da CartaCapital e Revista AzMina ao mesmo tempo que fortalecia sua presença no ambiente digital. Acredita que é importante apropriar a internet como uma ferramenta na militância das mulheres negras, já que, segundo Djamila, a "mídia hegemônica" costuma invisibilizá-las. Escreveu o prefácio do livro Mulheres, Raça e Classe da filósofa negra e feminista Angela Davis, obra inédita no Brasil, e que foi traduzida e lançada em setembro de 2015. Participa constantemente de eventos, documentários e outras ações que envolvam debates de raça e gênero. Em maio de 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad. Em 2017, apresentou-se no programa de televisão Entrevista, no Canal Futura, e se tornou a mentora intelectual (junto com a filósofa Márcia Tiburi) de um grupo de atrizes, diretoras e roteiristas da TV Globo, interessadas em estudar as bases do feminismo. Neste ano, também termina seu relacionamento de 13 anos. Publica seu primeiro livro de sucesso nacional O que é lugar de fala? pela editora Letramento, em 2017, estreando a coleção Feminismos Plurais, da qual é coordenadora. A obra foi finalista do Prêmio Jabuti 2018 na categoria Humanidades. Deu a palestra “Precisamos romper com os silêncios” no TEDX São Paulo em 2017 falando sobre inclusão social e justiça. Em 2018, torna-se membro do Conselho Deliberativo do Instituto Vladimir Herzog. Entre 7 e 14 de outubro daquele ano, visitou a Noruega a convite do governo Norueguês para conhecer as políticas de equidade de gênero do país. Em 2018, a ensaísta prolífica Djamila Ribeiro foi um dos 51 autores, oriundos de 25 países, convidados para contribuir para Os papéis da liberdade ("The Freedom Papers"). Ao longo de sua trajetória, recebeu algumas premiações, como Trip Transformadores, em 2017, Melhor Colunista no Troféu Mulher Imprensa, em 2018, e Prêmio Dandara dos Palmares. Quem tem medo do feminismo negro? é seu segundo livro, que foi publicado pela Companhia das Letras. Foi escolhida como Personalidade do Amanhã pelo governo francês em 2019. Djamila foi capa da Revista Gol, Revista Claudia, colunista da Carta Capital e Revista Elle Brasil. Em 2019, publica Pequeno Manual Antirracista também pela editora Companhia das Letras, e Lugar de Fala pela Pólen, e faz 174 eventos pelo país falando sobre questões de gênero e raça. Ministrou aulas sobre feminismo para um grupo de atrizes e diretoras da TV Globo na residência de Camila Pitanga, no Rio de Janeiro. Além disso, prestou consultoria para programas da emissora, incluindo Amor & Sexo, apresentado por Fernanda Lima, e Saia Justa, do GNT.. Fez consultoria de conteúdo para a marca Avon, entre outras empresas e instituições. É idealizadora e coordenadora do Selo Sueli Carneiro. Foi capa da edição Mulheres de Sucesso da Forbes Brasil em fevereiro de 2021. Em 2021, publica um livro com histórias de sua vida, intitulado Cartas para minha avó, pela Companhia das Letras. Foi eleita para a Academia Paulista de Letras, em maio de 2022, por votação expressiva. Ocupa a cadeira de número 28, posto antes ocupado pela escritora Lygia Fagundes Telles, que faleceu em 3 abril de 2022 aos 98 anos. Djamila Ribeiro concluiu sua graduação em Filosofia na Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Unifesp, em 2012, e obteve seu mestrado em Filosofia Política na mesma instituição em 2015, focando em teoria feminista. Desde 2020, ela faz parte do corpo docente do curso de Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Antes de se dedicar à Filosofia, Djamila iniciou um curso de jornalismo, que interrompeu em 2005. Atualmente (em 2025), ela também contribui como colunista para a Folha de S.Paulo e já escreveu para a CartaCapital, Blogueiras Negras e Revista AzMina, além de coordenar a coleção Feminismos Plurais. Fundou o Selo Sueli Carneiro, dedicado à publicação de livros de autores negros a preços acessíveis. Como coordenadora da plataforma Feminismos Plurais, ela promove o ensino de temas críticos para a sociedade brasileira. Em 2022, Djamila desenvolveu e ministrou o curso gratuito Jornalismo Contra-Hegemônico: reflexões para um novo presente no YouTube, uma iniciativa realizada em parceria com o YouTube Brasil, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Feminismos Plurais e a produção executiva da Casé Fala. O curso inclui dez episódios". Em 2024, Djamila Ribeiro foi convidada pela Universidade de Nova Iorque para ocupar, por um semestre, a Andrés Bello Chair para professores convidados. Durante esse período, residiu em Nova Iorque e realizou uma turnê de lançamento da edição em língua inglesa de Lugar de Fala, publicada como Where We Stand pela Yale University Press. Antes da publicação em inglês, Ribeiro já tinha obras traduzidas e publicadas em francês, espanhol, italiano e alemão, além de ter participado de eventos literários em mais de uma dezena de países. Na França, por exemplo, suas obras ultrapassaram a marca de 15 mil exemplares vendidos. Em entrevistas e artigos, a autora destaca que apenas cerca de 3% do mercado editorial dos Estados Unidos corresponde a traduções, o que torna o ingresso de autoras estrangeiras de não ficção particularmente restrito. Esse dado também é analisado por Ribeiro em textos acadêmicos e jornalísticos, nos quais discute as assimetrias no mercado editorial internacional como expressão de relações coloniais persistentes. Segundo entrevistas concedidas por Ribeiro, o convite para a publicação pela Yale University Press ocorreu após a editora Abbie Storch tomar contato com uma reportagem do The New York Times que destacava Djamila Ribeiro como uma das autoras negras brasileiras que vinham transformando a cena literária do país. A edição em inglês inclui uma introdução voltada ao público estadunidense e prefácio da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. O texto de apresentação resultou de uma aproximação entre as autoras iniciada quando Ribeiro mediou, a convite de Adichie, uma mesa pública da escritora no Maracanãzinho. Após o encontro, Adichie manifestou interesse em acompanhar o trabalho de Ribeiro e aceitou escrever o prefácio da obra. A turnê contou com o acompanhamento de uma equipe documentarista dirigida por Nicole Gullane e incluiu eventos em universidades como Yale, Harvard, Rutgers, University of Georgia, Spelman College, San Diego State University (SDSU) e UCLA além de atividades em livrarias, como a Politics and Prose, em Washington, cujo lançamento contou com a presença e abertura da embaixadora brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti, e na Feira Literária do Brooklyn. Em 2025, Ribeiro retornou aos Estados Unidos como a primeira pessoa brasileira a integrar o programa Dr. Martin Luther King Jr. Visiting Professors do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Sua candidatura foi apresentada por Joaquín Terrones e contou com o apoio de três departamentos distintos da instituição. O semestre letivo teve início em 2026, quando passou a ministrar a disciplina Feminismos do Sul Global. Djamila Ribeiro pode ser considerada como uma intelectual negra, feminista e antirracista. Em maio de 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad. Além disso, foi convidada, em 2020, para ser vice na chapa de Jilmar Tatto (PT) à Prefeitura de São Paulo, tendo, contudo, recusado o convite. Declarou apoio à candidata do PCdoB à Prefeitura de Porto Alegre, Manuela d’Ávila, em 2020. Em 2022, na abertura da temporada do programa Provoca, da TV Cultura, apresentado por Marcelo Tas, a escritora verbalizou que não sentaria para conversar com pessoas ligadas ao bolsonarismo, tendo em vista a representação dessa administração. O que é lugar de fala? Lançado em 2017, o livro tem como objetivo desmistificar o conceito de lugar de fala e contextualiza o indivíduo tido como universal numa sociedade cis-heteropatriarcal eurocentrada, para que seja possível identificarmos as diversas vivências específicas e, assim, diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala. Discorre sobre o lugar de fala da mulher negra que foi muito silenciada, especialmente diante de pautas feministas (universalizantes). Desmistifica o conceito de lugar de fala, identificando as diversas vivências que permitem diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala.Lugar de fala foi publicado inicialmente pela Editora Letramento entre 2017 e 2019. A partir de 2019, passou a integrar o catálogo da Editora Jandaíra, onde permaneceu até 2025. Quem tem medo do feminismo negro? (Companhia das Letras, 2018) O livro reúne um ensaio autobiográfico da autora, além de artigos publicados no blog da revista Carta Capital. Inicialmente, a autora narra o processo de silenciamento e apagamento pelos quais passou durante sua infância e adolescência até conhecer autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes. A obra traça diálogos com autoras como Chiamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo. A partir da interlocução com tais autoras, apresenta conceitos como empoderamento feminino e interseccionalidade, além de abordar temas como políticas de cotas raciais, e as origens do feminismo negro no Brasil e nos Estados Unidos. Pequeno manual antirracista. (Companhia das Letras, 2019) A obra trata de temas que servem para o aprofundamento da percepção acerca de discriminações racistas estruturais e enraizadas, possibilitando sua contribuição para a transformação da sociedade, a partir do privilégio conferido a cada um. Em onze capítulos, apresenta, de maneira didática, estratégias para buscar a eliminação o racismo contra pessoas negras, além de outras formas de opressão. Dialogue transatlantique (Éditions Anacaona, 2020) é uma obra publicada exclusivamente em francês que reúne diálogos entre Djamila Ribeiro e Nadia Yala Kisukidi, filósofa de origem congolesa e professora na Universidade Paris 8. Nos encontros, as autoras discutem colonialismo, feminismo e racismo, a partir das convergências e diferenças entre os contextos francês e brasileiro. Os diálogos foram colhidos e transcritos por Paula Anacaona e Ana Cecilia Impellizieri, e posteriormente revistos pelas autoras, que mais tarde se tornariam colegas na New York University. Cartas para minha avó (Companhia das Letras, 2021). A obra Cartas para minha avó é a mais pessoal e revive momentos de sua infância e adolescência para discutir a ancestralidade negra e os desafios de criar filhos numa sociedade racista. Djamila aborda também temas como relacionamentos amorosos e experiências profissionais, que contribuíram para sua construção pessoal, além da percepção da importância das lutas e conquistas das pessoas negras que vieram antes para o incentivo a lutas atuais. Travessias (Caminho, 2026) foi publicada originalmente em Portugal pela Editorial Caminho. O livro reúne uma seleção de escritos de Djamila Ribeiro que dialogam com sua trajetória intelectual e pública, incluindo reflexões sobre sua formação, percurso acadêmico e os debates que marcaram seus primeiros anos como colunista semanal do jornal Folha de S.Paulo. Na introdução, a autora contextualiza esse percurso, relacionando suas experiências pessoais e profissionais ao lugar que passou a ocupar no pensamento crítico contemporâneo. A obra é composta por textos selecionados por Zeferino Coelho, editor da casa, e posteriormente revistos pela própria autora. Os artigos abordam temas como existencialismo, feminismo, identidade negra e as tensões entre tradição e vanguarda no pensamento filosófico, conectando essas discussões a questões sociais mais amplas no Brasil e na Europa.
Carreira

Trajetória

  1. 2025 — atual
    Vidada para lecionar durante um semestre da Universidade de Nova Iorque (NYU).. Desde 2025

    Vidada para lecionar durante um semestre da Universidade de Nova Iorque (NYU).. Desde 2025, é professora convidada do Massachusetts Institute of Technology (MIT), sendo a primeira brasileira da história a integ

  2. 2024 — atual
    Sem fins lucrativos em São Paulo que oferece serviços gratuitos para mulheres. Em 2024, fo

    Sem fins lucrativos em São Paulo que oferece serviços gratuitos para mulheres. Em 2024, foi professora convidada para lecionar durante um semestre da Universidade de Nova Iorque (NYU).. Desde 2025, é profes

  3. 2023 — atual
    Nalmente no jornal Folha de S.Paulo e já foi colunista da revista CartaCapital. Em 2023, f

    Nalmente no jornal Folha de S.Paulo e já foi colunista da revista CartaCapital. Em 2023, foi laureada com o Prêmio Franco-Alemão de Direitos Humanos e, no mesmo ano, foi a primeira brasileira a falar no Dia

  4. 2022 — atual
    A lista da BBC das 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo. Ainda, desde 2022

    A lista da BBC das 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo. Ainda, desde 2022, ocupa a cadeira número 28 da Academia Paulista de Letras. Ribeiro tem presença ativa no mercado editorial, seus livro

  5. 2022 — atual
    E Inglês. É uma autora reconhecida para os temas de gênero e feminismo negro. Em 2022, fun

    E Inglês. É uma autora reconhecida para os temas de gênero e feminismo negro. Em 2022, fundou o Espaço Feminismos Plurais, instituto sem fins lucrativos em São Paulo que oferece serviços gratuitos para mul

  6. 2017 — atual
    Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad. Em 2017, ap

    Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad. Em 2017, apresentou-se no programa de televisão Entrevista, no Canal Futura, e se tornou a mentora intelectual (junto com a fil

  7. 2015 — atual
    O Paulo em 2012, e tornou-se mestra em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, c

    O Paulo em 2012, e tornou-se mestra em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista. Djamila começou a escrever no Blogueiras Negras, portal que discute assuntos caros às

  8. 2014 — atual
    Ras Negras, portal que discute assuntos caros às feministas negras na internet. Em 2014, d

    Ras Negras, portal que discute assuntos caros às feministas negras na internet. Em 2014, deu uma entrevista a respeito do projeto para o jornalista Pedro Bial, no programa Na Moral, e ganhou visibilidade nac

  9. 2012 — atual
    La de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo em 2012, e

    La de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo em 2012, e tornou-se mestra em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista. Djamila começo

  10. 1993 — atual
    La filósofa como a figura responsável por seu caminho espiritual. A avó faleceu em 1993, q

    La filósofa como a figura responsável por seu caminho espiritual. A avó faleceu em 1993, quando Djamila tinha 13 anos. O relacionamento de afeto inspirou a autora a direcionar seu livro mais autobiográfico a

Na imprensa

Notícias de outros portais

22 de out. de 2026

Opinião - Djamila Ribeiro: Os fantasmas que o Brasil se recusa a enterrar

Nesse país, nunca foram feitos os ritos fúnebres de seu passado colonial. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

15 de out. de 2026

Muitos criticam 'lugar de fala' sem entender o conceito, diz Djamila Ribeiro na CasaFolha

Autora diz que houve deturpação da ideia popularizada em seu livro sobre o tema. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

08 de out. de 2026

'A educação precisa refletir o que o nosso país já é', afirma Djamila Ribeiro ao defender ensino antirracista - JC

Escritora destaca implementação da Lei 10.639, formação crítica e responsabilidade coletiva na educação de crianças e adolescentes. Pode ser uma informação nova ou recente. Também diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas. Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia.

Fonte: Jornal do Commercio

30 de set. de 2026

Djamila Ribeiro apresenta caminhos para um Brasil mais plural

No Que Brasil é Este?, a filósofa e escritora Djamila Ribeiro reflete sobre os desafios de um país marcado por profundas desigualdades. A partir de temas como lugar de fala, feminismo negro, racismo estrutural e democracia, ela analisa a disputa por representação e poder na sociedade brasileira. A conversa também aborda educação, desinformação, liberdade de expressão e a importância do diálogo na construção de um projeto coletivo de país.

Fonte: Agência Senado

24 de jul. de 2026

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Saiba mais sobre a nova edição do livro 'Lugar de Fala' e as reflexões de Djamila Ribeiro sobre racismo, identitarismo e o movimento red pills. Leia mais. Com você poderá receber alertas de lugares que você escolheu e da sua atual localização. Compartilhe sua localização para sempre receber alertas locais, independente da sua posição. Com você poderá receber alertas de lugares que você escolheu e da sua atual localização.

Fonte: O Tempo

24 de jul. de 2026

Djamila Ribeiro, em clima de show de diva pop, fala de racismo e red pills na Flip

Filósofa lota a Casa Folha e afirma que 'coaches' capitalizam em cima do ressentimento de meninos. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

09 de fev. de 2026

Djamila Ribeiro criticou termo 'pessoas que menstruam'

'Me perturba sermos restringidas às nossas funções biológicas', escreveu filósofa. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

09 de fev. de 2026

Fundador do MBL indenizará Djamila Ribeiro por associá-la ao crime organizado

TJ/SP fixou indenização de R$ 30 mil e determinou retratação e remoção da postagem ofensiva. O fundador do MBL, Renan Santos, foi condenado a indenizar em R$ 30 mil a escritora e filósofa Djamila Ribeiro por ofensas publicadas na rede social X. Em postagem, ele a chamou de "jeca" e a associou ao crime organizado. O acórdão é da 6ª câmara de Direito Privado do TJ/SP que, por unanimidade, reformou a sentença ao reconhecer a ocorrência de dano moral.

Fonte: Migalhas

05 de fev. de 2026

A vitória da filósofa Djamila Ribeiro na Justiça sobre o presidenciável do MBL

Renan dos Santos (Missão) deve indenizar intelectual em R$ 30 mil por tê-la chamado de 'jeca' cuja agenda é 'a mesma do crime organizado'; ele pode recorrer. A 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou o empresário Renan Santos , um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL) e pré-candidato à Presidência da República, ao pagamento de 30 mil reais de indenização à filósofa e professora Djamila Ribeiro .

Fonte: Veja

05 de nov. de 2024

Flisol 2024: Djamila Ribeiro, Nando Reis e Ignácio de Loyola Brandão são destaques de Festa Literária em Araraquara

Atividades gratuitas serão no Teatro Municipal a partir desta quarta (6). 3ª edição aborda questões antirracistas e de visibilidade trans. Ingressos da abertura estão esgotados. A programação é gratuita e segue até o domingo (10). O cantor e escritor Nando Reis abre a programação, que tem como patrono o escritor araraquarense Ignácio de Loyola Brandão.

Fonte: G1

18 de out. de 2023

Djamila Ribeiro: 'Às vezes o que me cobram já tem nos livros que escrevi'

Autora do livro mais vendido no Brasil em 2020, 'Pequeno manual antirracista', Djamila Ribeiro já lançou mais de 25 escritores negros com seu selo, que vem revolucionando o mercado editorial. No ano passado, fundou um instituto de acolhimento a mulheres vulneráveis. É também mãe de Tulane e ainda encontra tempo para bagunçar o imaginário popular fazendo parcerias com grandes marcas em sua rede social com 1 milhão de seguidores.

Fonte: Marie Claire

03 de abr. de 2023

Para Djamila Ribeiro, luta contra racismo no Brasil deve manter características do país - UN News

Em entrevista à ONU News, filósofa brasileira afirma que as nomenclaturas “preto” e “negro” não podem ser usadas com base na experiência dos Estados Unidos; no Brasil, “houve um entendimento e um consenso dos movimentos negros e de intelectuais”, lembra a escritora. As palavras são importantes numa narrativa política e em estratégias de comunicação.

Fonte: ONU News

27 de dez. de 2022

Instituto de Djamila Ribeiro oferece educação antirracista e acolhe mulheres

Espaço Feminismos Plurais completa sete meses em SP com biblioteca de autores negros, terapia e apoio jurídico gratuitos. Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Acesse seus artigos salvos em , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na , sua área personalizada Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Fonte: Folha de S.Paulo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Djamila Ribeiro?

Filósofa e escritora.

Qual a formação de Djamila Ribeiro?

A formação acadêmica e a trajetória profissional estão descritas na biografia, com base em fontes públicas.

Por que Djamila Ribeiro é conhecido(a)?

Pela atuação como filósofa e escritora e pela repercussão pública dessa carreira.

Qual a origem de Djamila Ribeiro?

Segundo fontes biográficas, São Paulo, 1 de agosto de 1980.

Djamila Ribeiro escreveu livros?

A produção editorial, quando houver, está referida na biografia e nas notícias listadas.

Onde Djamila Ribeiro trabalha ou trabalhou?

Os principais vínculos profissionais aparecem na seção de carreira e na biografia.

Djamila Ribeiro participa de entrevistas e debates públicos?

Sim. Há registros em veículos de imprensa e vídeos públicos reunidos neste perfil.

Qual o tema mais associado a Djamila Ribeiro?

O tema central é a atuação como filósofa e escritora, detalhada ao longo da biografia.

Djamila Ribeiro tem presença digital?

Redes e canais públicos, quando identificados nas fontes, constam nos campos do perfil.

Há polêmicas públicas envolvendo Djamila Ribeiro?

Eventuais controvérsias de interesse público estão descritas nas notícias com fonte e data, sem adjetivação.

Como acompanhar a trajetória de Djamila Ribeiro?

Pela biografia, pela linha do tempo de carreira e pelas notícias e vídeos reunidos nesta página.

Djamila Ribeiro é brasileiro(a)?

Sim. Trata-se de personalidade pública brasileira documentada em fontes abertas.

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