Foto oficial de Samuel Pessôa

Samuel Pessôa

Economista, pesquisador do FGV Ibre e do BTG Pactual

Em exercício desde 2025
Biografia

Resumo biográfico

Samuel Pessôa é economista, doutor em Economia pela USP, pesquisador associado do FGV Ibre, pesquisador do BTG Pactual e colunista da Folha de S.Paulo. Formado em Física, tornou-se um dos economistas mais citados do país em temas como crescimento, contas públicas, juros e tributação. Em 2019, publicou com Marcos Lisboa o livro O Valor das Ideias: Debate em Tempos Turbulentos. Nas buscas, as pessoas procuram quem é Samuel Pessôa, onde ele trabalha, as colunas na Folha, as análises sobre o ajuste fiscal e o que ele diz sobre o governo Lula e as eleições de 2026. Formação Samuel de Abreu Pessôa graduou-se em Física pela USP em 1984 e concluiu o mestrado em Física na mesma universidade em 1987. Fez doutorado em Economia pela USP, concluído em 1994, com a tese Estratégia de Ajustamento ao Choque do Petróleo, sob orientação de Affonso Celso Pastore e bolsa do CNPq (Currículo Lattes, via Biblioteca Virtual da Fapesp; Escavador). Sua área de atuação é crescimento e desenvolvimento econômico (Lattes). Carreira Em 2016, a Revista da ESPM o apresentou como sócio e diretor da Reliance, pesquisador sênior do Ibre da FGV no Rio de Janeiro, professor assistente da Escola de Pós-Graduação em Economia da FGV e chefe do Centro de Crescimento Econômico do Ibre. Também era membro do corpo editorial da revista Pesquisa e Planejamento Econômico, do Ipea, assessor econômico do senador Tasso Jereissati, consultor econômico do Itaú BBA, coordenador da Anpec e colunista da Folha (Revista da ESPM, set/out de 2016). Em 2015, o InfoMoney o descreveu como pesquisador do Ibre que foi um dos assessores econômicos de Aécio Neves na campanha presidencial (InfoMoney, 16/06/2015). Em 2023 e 2024, a BBC News Brasil o identificava como pesquisador do Ibre e chefe de pesquisa econômica do Julius Baer Family Office (BBC News Brasil, 06/07/2023 e 29/11/2024). Hoje é pesquisador do BTG Pactual e do FGV Ibre, e, em agosto de 2025, o Valor informou que ele era o novo coordenador do Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace) da fundação (Valor Econômico, 04/08/2025). Colunas e livros É colunista da Folha de S.Paulo. Em 2026, a Folha publicou artigos seus como A bola está com a liderança (31/10), As limitações da Nova República (24/10), Lula e Flávio terão desafios distintos para governar (10/10), O incumbente joga com as brancas (03/10), A relação entre câmbio e juros reais (19/09), Juros altos: o problema são as metas de inflação? (29/08), Calote da dívida pública denominada em moeda doméstica (15/08) e Sob Lula, gasto sempre sobe mais rápido (20/06) (Folha de S.Paulo, 2026). Em maio de 2019, lançou, com Marcos Lisboa, O Valor das Ideias: Debate em Tempos Turbulentos, pela Companhia das Letras, com participação de Fernando Haddad e mediação de Renato Janine Ribeiro (Blog do Servidor, 13/05/2019). Opiniões sobre economia Em 2015, disse que o problema grave da economia brasileira eram as contas públicas (InfoMoney, 16/06/2015). Em 2016, defendeu que a PEC dos gastos traria racionalidade e forçaria novas reformas (El País Brasil, 13/12/2016). Em 2022, afirmou que o Estado brasileiro não cabe no Orçamento do Tesouro e que o setor público deve se concentrar nos mais necessitados (Portal do Holanda, 30/06/2022). Em julho de 2023, disse que a reforma tributária podia ser o Plano Real do terceiro mandato de Lula (BBC News Brasil, 06/07/2023). Em maio de 2023, avaliou que o plano de carro popular era um desastre do ponto de vista social (Estadão, 27/05/2023). Em março de 2024, disse que Lula é intervencionista e meio getulista (Estadão, 13/03/2024). Em outubro de 2024, previu que a Moody's rebaixaria o Brasil em dois ou três anos (Estadão, 02/10/2024). Em novembro de 2024, chamou a isenção de IR até R$ 5 mil de medida eleitoreira (BBC News Brasil, 29/11/2024). Em maio de 2025, no TAG Summit, defendeu a privatização da Petrobras, mais carga tributária e a troca do indexador do gasto mínimo constitucional (Terra, 06/05/2025). Em agosto de 2025, previu um pouso suave em 2025 e 2026, com crescimento na faixa de 2% ao ano, mesmo com o tarifaço (Valor Econômico, 04/08/2025). Em outubro de 2025, disse que qualquer governo não escapará de um ajuste fiscal, com possível aumento da carga tributária em 2027 (Estado de Minas, 13/10/2025). Em agosto de 2026, disse ao Money Times que não usa o termo "gastança" para descrever as contas do governo, e que o debate fiscal deve considerar os limites da economia real (Money Times, 20/08/2026). Em outubro de 2026, afirmou à BBC News Brasil que o desafio de um eventual governo de Flávio Bolsonaro seria ser um governo de direita normal (BBC News Brasil, 07/10/2026) e, em outubro de 2026, que Lula não liga o gasto público aos juros altos (CNN Brasil, 27/10/2026). Em março de 2024, disse à Exame que o Brasil é subdesenvolvido pela baixa produtividade do trabalhador (Exame, 09/03/2024). Em abril de 2025, avaliou que Javier Milei estava sendo bem-sucedido na economia argentina (CNN Brasil, 02/04/2025). Em maio de 2025, disse ao Metrópoles que o governo procurava receita "nos piores lugares" (Metrópoles, 26/05/2025). Em outubro de 2025, disse ao Globo que o IOF era uma solução provisória e que o ajuste fiscal ficaria para 2027 (O Globo, 09/10/2025). Em maio de 2026, disse à Exame que o fim da escala 6x1 era sinal de que o futuro seria medíocre (Exame, vídeo de 06/05/2026). Em maio de 2026, afirmou ao Jornal do Commercio que a economia brasileira opera acima da capacidade sustentável (Jornal do Commercio, 22/05/2026). Entrevistas e eventos Em setembro de 2026, foi o entrevistado do Canal Livre, da Band, num momento em que a dívida pública do Brasil chegava a 82,5% do PIB, segundo o programa (Band, 05/09/2026). Em agosto de 2026, debateu com Eduardo Giannetti os desafios do próximo governo (Terra, 24/08/2026). Em fevereiro de 2026, deu palestra na Câmara Árabe (Agência de Notícias, 03/02/2026). Em 2020, debateu com Laura Carvalho o fim do auxílio emergencial (Folha de S.Paulo, 26/11/2020). Patrimônio Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis. Linha do tempo 1984: graduação em Física pela USP. 1994: doutorado em Economia pela USP. 2015: assessor econômico na campanha presidencial de Aécio Neves. 2019: lança, com Marcos Lisboa, O Valor das Ideias. 2025: coordenador do Codace. 2026: colunista da Folha e pesquisador do BTG Pactual e do FGV Ibre.
Carreira

Trajetória

  1. 2025 — atual
    Pesquisador do BTG Pactual

    Pesquisador de macroeconomia.

  2. 2025 — atual
    Coordenador do Codace

    Comitê de Datação de Ciclos Econômicos da FGV.

  3. 2023 — 2024
    Chefe de pesquisa econômica do Julius Baer Family Office

    Cargo citado em 2023 e 2024.

  4. 2016 — 2016
    Sócio e diretor da Reliance

    Gestora; cargo citado em 2016.

  5. 2016 — 2016
    Chefe do Centro de Crescimento Econômico do Ibre

    FGV, Rio de Janeiro.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Economia2019
O Valor das Ideias: Debate em Tempos Turbulentos
Livro

Livro escrito com Marcos Lisboa, pela Companhia das Letras.

Na imprensa

Notícias de outros portais

27 de out. de 2026

Lula não liga gasto público aos juros altos, avalia Samuel Pessôa

Ao WW, Samuel Pessôa, pesquisador do BTG Pactual e do Ibre-FGV, afirma que mercado antecipou problemas ao perceber que Lula não associa gastos obrigatórios crescentes aos juros elevados no Brasil. Segundo ele, o problema central está no ritmo de crescimento do gasto público primário. O pesquisador explicou que o gasto obrigatório do governo cresce, por força de regras de indexação, a uma velocidade maior do que o crescimento da economia.

Fonte: CNN Brasil

07 de out. de 2026

'Desafio de Flávio é ser presidente de direita normal', avalia economista Samuel Pessôa

Para economista da FGV e do BTG Pactual, caso seja eleito, Flávio deverá ter 'lua de mel' longa com o mercado financeiro, enquanto Lula será fortemente pressionado a ajustar as contas públicas. Um dos economistas mais respeitados do Brasil, Samuel Pessôa, doutor pela USP e pesquisador associado do FGV Ibre e do BTG Pactual, diz que a dúvida sobre um eventual governo de Flávio Bolsonaro é se ele será "um governo de direita normal".

Fonte: BBC News Brasil

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05 de set. de 2026

Canal Livre recebe o economista Samuel Pessôa

O programa vai ao ar domingo (6) às 20h, na BandNews TV e, mais tarde, na tela da Band, às 23h. O FMI (Fundo Monetário Internacional) projeta desaceleração do crescimento global e aumento da inflação neste ano. Isso acontece num momento em que a dívida pública do Brasil chega 82,5% do PIB, o maior patamar em cinco anos, e o país sofre com a sobretaxa de 37,5% aplicada pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. Neste cenário, o que podemos esperar deste final de ano e de 2027?

Fonte: Band

24 de ago. de 2026

Eduardo Giannetti e Samuel Pessôa discutem os desafios do próximo governo; acompanhe ao vivo

Os dois analistas traçam um diagnóstico do cenário institucional brasileiro e como o País pode criar um ambiente com mais segurança jurídica e previsibilidade. O Estadão realiza nesta segunda-feira, 24, o terceiro debate que discute os principais desafios econômicos que o próximo governo terá pela frente. No programa desta segunda, os convidados são Eduardo Giannetti, economista, filósofo e integrante da Academia Brasileira de Letras, e Samuel Pessôa, pesquisador do FGV Ibre.

Fonte: Terra

22 de mai. de 2026

'Economia brasileira opera acima da capacidade sustentável', diz Samuel Pessôa

Segundo ele, juros elevados são consequência - e não causa - das fragilidades econômicas do País. As notícias que você não pode deixar de ler irão chegar cedinho no seu e-mail, para começar o dia bem informado! Prezado(a) assinante, ajude-nos a manter seus dados cadastrais atualizados. Suas respostas foram registradas e nos ajudam a melhorar o JC para você. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros. Para mais informações, consulte nossa Política de privacidade.

Fonte: Jornal do Comércio

03 de fev. de 2026

Câmara Árabe recebe palestra de Samuel Pessôa

O pesquisador Samuel Pessôa apresentará na segunda-feira (9), na Câmara Árabe, em São Paulo, a palestra “Perspectivas econômicas 2026”. Pesquisador falará sobre perspectivas econômicas para 2026 no ciclo “CCAB Conecta” na próxima segunda-feira (9). São Paulo – O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) Samuel Pessôa apresentará na próxima segunda (9), na Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, a palestra “Perspectivas econômicas 2026”.

Fonte: Agência de Notícias Brasil-Árabe

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18 de out. de 2025

"Cenário da economia do Brasil é de pouso suave", diz Samuel Pessôa

Pesquisador do BTG Pactual e do FGV IBRE participou de painel sobre o panorama econômico do país, ao lado do ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung, no Pedra Azul Summit 2025. Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível!

Fonte: A Gazeta

13 de out. de 2025

Samuel Pessôa: Brasil não escapa de ajuste fiscal e de nova alta de impostos em 2027

Doutor em economia revela otimismo com o debate sobre as contas públicas na campanha eleitoral do ano que vem, mas entende que o país precisa construir rapidamente um superávit primário estrutural para reduzir o ritmo de alta da dívida pública. Entre os temas que devem dominar o debate eleitoral de 2026 está o equilíbrio das contas públicas. E o governo, seja de direita ou de esquerda, não escapará de um ajuste fiscal, com possível aumento da carga tributária.

Fonte: Estado de Minas

17 de set. de 2025

Receio com cenário fiscal pode mudar tendência do câmbio nos próximos meses, diz Samuel Pessôa

Durante o 3º Seminário de Análise Conjuntural da FGV em parceria com o ‘Estadão’ economistas falaram sobre câmbio, juros, inflação e guerra comercial. A fraqueza do dólar é um “desejo” do atual governo dos Estados Unidos e não deve mudar nos próximos meses. No entanto, no mercado brasileiro de câmbio, esse quadro pode mudar se a preocupação dos investidores com o cenário fiscal aumentar, afirmou Samuel Pessôa, pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Fonte: Estadão

04 de ago. de 2025

Mesmo com tarifaço, país terá ‘pouso suave’, prevê Samuel Pessôa

Pesquisador vê atividade mais fraca que nos anos anteriores, mas entende que tarifas dos EUA não mudam cenário econômico até 2026. A economia brasileira terá um “pouso suave” em 2025 e em 2026, com crescimento mais baixo do que em anos anteriores, na faixa de 2% ao ano, mesmo com o provável impacto negativo do “tarifaço” do presidente americano, Donald Trump.

Fonte: Valor Econômico

30 de jul. de 2025

'Tarifas de Trump podem reduzir inflação no Brasil e ajudar Lula nas eleições', diz Samuel Pessôa

Para economista do BTG Pactual e FGV, o petista deve chegar às eleições com economia em boa forma e tarifas de Trump não mudam esse quadro. De olho nas eleições de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem incentivos para não retaliar as tarifas impostas por Donald Trump ao Brasil e colher os frutos de uma inflação mais baixa no país, avalia o economista Samuel Pessôa, pesquisador do banco BTG Pactual e do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

Fonte: BBC News Brasil

02 de abr. de 2025

Na economia, Milei está sendo bem-sucedido, diz Samuel Pessôa

Economista destaca redução da inflação e volta do crescimento, mas alerta para fragilidade externa. A gestão econômica do presidente argentino Javier Milei tem surpreendido positivamente, segundo Samuel Pessôa, pesquisador associado do FGV IBRE. Em entrevista ao CNN Money, Pessôa avaliou o desempenho do governo Milei na área econômica, destacando os resultados obtidos com a política de austeridade fiscal. Pessôa afirmou: "Na economia, o governo tem sido bem-sucedido.

Fonte: CNN Brasil

28 de mar. de 2025

Samuel Pessôa, do Ibre: Lula se comporta como economista heterodoxo - DComercio

Em palestra no Comitê de Avaliação de Conjuntura da ACSP, economista disse que, enquanto a Fazenda quer o ajuste fiscal, outros setores, e o presidente da República, insistem em manter elevados os gastos públicos para gerar crescimento. Mas, em caso de reeleição, o presidente Lula será forçado a fazer um ajuste mais estrutural.

Fonte: Diário do Comércio

29 de nov. de 2024

'Isenção de IR até R$ 5 mil é medida eleitoreira de Lula', afirma economista Samuel Pessôa

Em entrevista à BBC News Brasil, economista diz que pacote fiscal é positivo, mas insuficiente para conter gastos e explosão da dívida pública. A decisão do governo de aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil, em meio a uma crise fiscal, é uma "medida eleitoreira", de olho na disputa presidencial de 2026, critica o economista Samuel Pessôa, pesquisador do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) e chefe de pesquisa econômica do Julius Baer Family Office.

Fonte: BBC News Brasil

02 de out. de 2024

‘Moody’s vai rebaixar o Brasil em dois ou três anos’, diz Samuel Pessôa

Pesquisador do FGV/Ibre enxerga uma série de desequilíbrios na economia brasileira que tornam o crescimento econômico e da dívida pública insustentável. Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre), Samuel Pessôa tem uma avaliação mais negativa do desempenho econômico do Brasil do que a agência de classificação de risco Moody’s – que deixou o País a um passo do grau de investimento. “O grau de investimento é superdistante.

Fonte: Estadão

26 de jul. de 2024

Brasil barato, câmbio muito desvalorizado e o descalabro fiscal de Lula, segundo o economista Samuel Pessôa

O chefe de pesquisa econômica do Julius Baer e pesquisador do FGV Ibre diz que o dólar poderia estar em R$ 4. Nesta entrevista ao NeoFeed, Pessôa é didático e recorre a números ao falar da política fiscal do governo Lula. Ele aponta duas inconsistências do arcabouço fiscal: a vinculação dos mínimos constitucionais de saúde e educação à receita e a regra do salário-mínimo, baseada no crescimento real do PIB agregado, e não do PIB per capita.

Fonte: NeoFeed

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06 de abr. de 2024

"Com a reforma tributária deixaremos de ser absolutamente doidos", diz Samuel Pessôa

Pessôa é um dos economistas mais relevantes do Brasil. Pelas contas dele, o ganho de produtividade do país depois da reforma implantada será de 1 ponto percentual ao longo de mais de dez anos. A questão fiscal segue sendo o grande problema. Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta.

Fonte: A Gazeta

13 de mar. de 2024

‘Lula é intervencionista na economia, é meio getulista’, diz Samuel Pessôa

Na avaliação do pesquisador do Ibre/FGV, o presidente Lula vive uma situação de autoengano, o que o leva a repetir políticas equivocadas, de maior intervenção do Estado na economia. Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Samuel Pessôa avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vive uma situação de autoengano, o que o leva a repetir políticas equivocadas, de maior intervenção do Estado na economia.

Fonte: Estadão

09 de mar. de 2024

Brasil é subdesenvolvido pela baixa produtividade do trabalhador, diz Samuel Pessôa

Em entrevista exclusiva à EXAME e ao Canal Um brasil, o economista falara sobre o desafio para melhorar a produtividade e diminuir o Custo Brasil. Samuel Pessôa: economista alerta sobre a baixa produtividade do trabalhador (Um Brasil/Divulgação) Sistema tributário complexo, infraestrutura deficiente, desequilíbrios fiscais e desindustrialização são apontados por economistas como alguns dos maiores problemas econômicos do país.

Fonte: Exame

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Samuel Pessôa?

Economista, doutor pela USP, pesquisador do FGV Ibre e do BTG Pactual e colunista da Folha.

Onde Samuel Pessôa trabalha?

É pesquisador do BTG Pactual e pesquisador associado do FGV Ibre, além de colunista da Folha de S.Paulo.

Onde Samuel Pessôa estudou?

Graduação e mestrado em Física e doutorado em Economia, todos pela USP.

Qual foi a tese de doutorado de Samuel Pessôa?

Estratégia de Ajustamento ao Choque do Petróleo, defendida em 1994, orientada por Affonso Celso Pastore.

Samuel Pessôa é físico?

Sim, é graduado e mestre em Física pela USP antes do doutorado em Economia.

Samuel Pessôa escreve na Folha?

Sim, é colunista da Folha de S.Paulo.

Que livro Samuel Pessôa escreveu?

O Valor das Ideias: Debate em Tempos Turbulentos, com Marcos Lisboa, publicado pela Companhia das Letras em 2019.

O que Samuel Pessôa pensa do ajuste fiscal?

Em 2025, disse que qualquer governo não escaparia de um ajuste fiscal, com possível aumento da carga tributária em 2027.

O que é o Codace?

Comitê de Datação de Ciclos Econômicos da FGV, coordenado por Samuel Pessôa desde 2025, segundo o Valor.

Samuel Pessôa defende a privatização da Petrobras?

Em maio de 2025, no TAG Summit, defendeu a privatização, segundo o Terra.

Samuel Pessôa foi assessor de Aécio Neves?

Sim, foi um dos assessores econômicos da campanha presidencial de 2014, segundo o InfoMoney.

Qual a idade de Samuel Pessôa?

A data de nascimento não é divulgada em fontes confiáveis; ele se formou em Física em 1984.

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