Foto oficial de Gustavo Franco

Gustavo Franco

Economista e ex-presidente do Banco Central

Em exercício desde 1986
Biografia

Resumo biográfico

Gustavo Franco é um economista brasileiro, ex-presidente do Banco Central e um dos formuladores do Plano Real. Professor do Departamento de Economia da PUC-Rio desde 1986, fundou em 2000 a gestora Rio Bravo Investimentos e é autor de diversos livros sobre história monetária, economia e literatura. Foi filiado ao PSDB de 1989 a 2017, quando migrou para o Partido Novo, e é hoje um dos críticos mais ouvidos da política fiscal do governo. Origem e formação Gustavo Henrique de Barroso Franco nasceu no Rio de Janeiro, em 10 de abril de 1956, e tem 70 anos. É filho único de Maria Isabel Barbosa de Barroso Franco e de Guilherme Arinos Franco, assessor próximo de Getúlio Vargas, que trabalhou com os ministros da Fazenda Gastão Vidigal e Horácio Lafer e participou da criação do BNDE, em 1952. Cursou Economia na PUC-Rio de 1975 a 1979. Em 1982, defendeu ali o mestrado sobre a crise do Encilhamento nos primeiros anos da República, trabalho que venceu o 7º Prêmio BNDES de Economia. Foi aceito em Harvard, Chicago e Yale e escolheu Harvard, onde fez o doutorado de 1982 a 1986, com bolsa do governo brasileiro e supervisão de Jeffrey Sachs, Barry Eichengreen e Lance Taylor. A tese, sobre quatro hiperinflações europeias dos anos 1920, ganhou o Prêmio Haralambos Simonides, da Anpec, em 1987. Governo e Plano Real Em 1989, ajudou a elaborar o programa econômico de Mário Covas e colaborou brevemente com a equipe de Fernando Collor nas medidas de abertura da economia. Em maio de 1993, quando Fernando Henrique Cardoso assumiu o Ministério da Fazenda, tornou-se secretário-adjunto de Política Econômica e ajudou a preparar o Plano de Ação Imediata (PAI). Em 9 de setembro de 1993, assumiu a Diretoria de Assuntos Internacionais do Banco Central, com Pedro Malan na presidência, e passou a integrar a equipe do Plano Real. Na mesma época, Pérsio Arida assumiu a presidência do BNDES e André Lara Resende a negociação da dívida externa, e a equipe reunida em torno de FHC começou a preparar o Plano Real. Em 2024, contou ao Poder360 que, na época, a equipe "dormia com o inimigo" e relatou ao Seu Dinheiro o dia em que o plano "quase foi pelo ralo". O plano teve como base a Medida Provisória 434, de 27 de fevereiro de 1994, que criou a URV (Unidade Real de Valor), e a MP 542, de 30 de junho de 1994, que lançou o real. Em 2024, disse ao O Dia que o plano exigiu três pedidos de demissão de FHC para virar realidade e, ao Estadão, que foi "a reforma das reformas". Presidência do Banco Central Assumiu a presidência do Banco Central em 20 de agosto de 1997, após a saída de Gustavo Loyola. Enfrentou as crises asiática (1997-1998) e russa (1998) defendendo a chamada âncora cambial, com apoio de FHC. Para sustentar o real, o governo subiu juros e anunciou 51 medidas fiscais; Franco chamou a política do BC de "saco de maldades". Em 1998, foi negociador central do pacote de cerca de US$ 41 bilhões com o FMI e 20 países. Foi eleito Economista do Ano de 1997 pela Ordem dos Economistas do Brasil e "Central Banker of the Year" de 1998 pela revista Euromoney. Sob fortes críticas, anunciou em 18 de janeiro de 1999 que deixaria o cargo, em meio à crise cambial que levou ao fim da âncora. CPI do Banestado A CPI mista do Banestado, criada em junho de 2003, investigou a evasão de divisas pelas contas CC-5 nos anos 1990, incluindo uma autorização especial assinada por Franco para agências de bancos em Foz do Iguaçu. Em julho de 2003, ele depôs e disse que a criação das contas CC-5 foi "uma revolução no câmbio". Em dezembro de 2004, a proposta de relatório do relator José Mentor (PT-SP) recomendou seu indiciamento, entre 91 pessoas, e o responsabilizou pela evasão de mais de R$ 30 bilhões; o presidente da comissão, senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), discordou. O relatório final nunca foi votado, e Franco não recebeu condenação pelo episódio. Em 2007, o TCU absolveu dirigentes do BC e reconheceu que não houve ilegalidade nas normas sobre as CC-5. Rio Bravo Voltou à PUC-Rio em 1999 e, em 2000, fundou a Rio Bravo Investimentos, de gestão de investimentos e securitizações, com sede em São Paulo. A empresa comprou a Mercúrio DTVM em 2001, lançou fundos de private equity para o Nordeste em 2005 e 2007 e fundos de energia renovável em 2010. Em julho de 2016, o grupo chinês Fosun anunciou a compra do controle da Rio Bravo, que tinha R$ 9,7 bilhões em ativos, segundo O Globo. Franco é conselheiro da gestora e foi conselheiro de empresas como o Banco Daycoval. Presidiu o Instituto Millenium de 2012 a 2019. Política Em setembro de 2017, ao se filiar ao Partido Novo, disse que o PSDB "se apequenou", segundo a Veja. Ajudou a criar a fundação do partido, trabalhou com João Amoêdo na campanha presidencial de 2018 e, em outubro daquele ano, foi anunciado coordenador econômico de Romeu Zema em Minas Gerais. Em 2025, escreveu no Estadão que "Lula 3 é como Dilma 2" e chamou o pacote com aumento do IOF de "ruinzinho e pedalativo". Em 2026, disse que o governo "parece uma prefeitura quebrada", que resolver o equilíbrio fiscal com aumento de impostos "é mentira" e que os juros não estão altos por um "BC malvado", mas por um "governo irresponsável". À Veja, afirmou que "achar que não existe deterioração fiscal é patético". Livros Entre suas obras estão "O Plano Real e Outros Ensaios" (1995), "O Desafio Brasileiro" (1999), escrito na quarentena após o BC, "Crônicas da Convergência" (2006), "Shakespeare e a Economia" (2009), "As Leis Secretas da Economia", segundo lugar no Prêmio Jabuti de 2013, e "A Moeda e a Lei: uma história monetária brasileira 1933-2013" (2017). Também escreveu sobre economia em Machado de Assis. Em 2021, lançou um livro sobre a estagnação do país, no qual escreveu que o Brasil deveria "ter entrado no Primeiro Mundo há 30 anos". É colunista da Exame e do Estadão. Em 2017, o filme "Real - O Plano por Trás da História", de Rodrigo Bittencourt, o teve como protagonista, interpretado por Emílio Orciollo Neto. Em abril de 2026, comemorou 70 anos numa festa no Rio.
Carreira

Trajetória

  1. 2018 — 2018
    Coordenador econômico de Romeu Zema

    Eleição de 2018.

  2. 2017 — atual
    Filiação ao Partido Novo

    Após 28 anos no PSDB.

  3. 2012 — 2019
    Presidente do Instituto Millenium

    Conselho.

  4. 2003 — 2004
    CPI do Banestado

    Depoimento; sem condenação.

  5. 2000 — atual
    Rio Bravo Investimentos

    Fundador.

  6. 1997 — 1999
    Presidente do Banco Central

    Governo FHC.

  7. 1994 — 1994
    Plano Real

    URV e lançamento do real.

  8. 1993 — 1993
    Secretário-adjunto de Política Econômica

    Ministério da Fazenda.

  9. 1993 — 1997
    Diretor de Assuntos Internacionais do BC

    Equipe do Plano Real.

  10. 1986 — atual
    Professor da PUC-Rio

    Economia.

  11. 1982 — 1986
    Doutorado em Harvard

    Hiperinflações europeias.

  12. 1982 — 1982
    Mestrado na PUC-Rio

    7º Prêmio BNDES.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Economia1994
Plano Real
Plano econômico

Estabilização de 1994.

Finanças2000
Rio Bravo Investimentos
Empresa

Gestora de investimentos.

Economia2017
A Moeda e a Lei
Livro

História monetária 1933-2013.

Economia
As Leis Secretas da Economia
Livro

2º lugar no Jabuti 2013.

Na imprensa

Notícias de outros portais

05 de set. de 2026

Gustavo Franco: Agosto, mês de ... eleição

Campanha tomou conta do debate, mas não eliminou os velhos problemas: dívida crescente, pressão sobre os juros e um ajuste fiscal ainda por fazer. É uma campanha curta, que começou em 16 de agosto, data a partir da qual foram permitidas a propaganda, as lives e os debates entre os candidatos. O primeiro debate ocorreu no dia 23, pela TV Bandeirantes, sem os líderes nas pesquisas (Lula e Flávio Bolsonaro) e sem o ex-governador Romeu Zema.

Fonte: Exame

18 de ago. de 2026

Com Paulo Guedes, Mansueto Almeida e Gustavo Franco, Money Week discute o cenário econômico em meio às eleições; participe

Evento nos dias 27 e 28 de agosto tem o objetivo conectar investidores e empreendedores às análises e prognósticos de grandes nomes do mercado. 🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus. E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Fonte: Seu Dinheiro

14 de ago. de 2026

O recado de Gustavo Franco: juros altos não são teimosia do BC, são resposta ao gasto público

Gustavo Franco, ex-presidente do BC, critica a manutenção da Selic alta devido à incoerência fiscal do governo e o impacto no custo da dívida pública. Origem da Pressão nos Juros: O economista e ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco afirmou que a manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado não decorre de rigor excessivo da autoridade monetária, mas sim da incoerência fiscal do governo federal.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

13 de ago. de 2026

Gustavo Franco: juros não estão altos por “BC malvado”, mas por governo irresponsável

O economista afirma que a inconsistência com a política fiscal que o governo apresenta atualmente é incoerente com a expectativa de atuação do BC. A culpa pelos juros ainda estarem em patamar elevado pode até recair sobre o Banco Central, mas são um retrato ainda de um “governo irresponsável”. Essa é a visão do economista Gustavo Franco, ex-presidente do BC e sócio-fundador da Rio Bravo, em painel de abertura do evento T&E Summit, organizado pela Paytrack.

Fonte: InfoMoney

13 de ago. de 2026

Desde fim do teto de gastos, não veio nada forte para ajustar as contas públicas, diz Gustavo Franco

“Estamos à espera de algo assim. Talvez venha com o próximo governo, quem quer que seja”, afirmou o ex-presidente do Banco Central. O Brasil precisa recuperar o grau de investimento e buscar um superávit primário equivalente a 2% ou 3% do PIB, o que não se faz do “dia para a noite”, avalia o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco. Desde que a regra do teto de gastos foi deixada para trás, afirma, “não veio nada novo realmente forte no sentido de ajustar as contas públicas”.

Fonte: Valor Econômico

07 de ago. de 2026

Gustavo Franco: Otimismo com 2030

Economista analisa cenário político sem Lula, Trump e Bolsonaro em meio a escalada das tensões entre Brasil, às vésperas das eleições, e Estados Unidos. Para a primeira novidade, emerge a figura de Donald Trump. O tarifaço é obra dele, e tudo depende dele. Como hoje, no Brasil, tudo depende de Lula. Talvez ele arrume a casa em janeiro de 2027, se ganhar. Não há como saber — há muita gente em torno dele falando coisas sem sentido. Talvez Trump perca o interesse no tarifaço, ou se esqueça do Brasil.

Fonte: Exame

31 de jul. de 2026

Gustavo Franco debate aviação executiva e cenários econômicos na Labace 2026

O economista e ex-presidente do Banco Central (BC) Gustavo Franco será um dos palestrantes da programação da Labace 2026, maior feira de aviação executiva da América Latina, que acontece entre os dias 4 e 6 de agosto, no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo. O evento reunirá empresários, fabricantes, operadores e investidores para discutir […].

Fonte: Portal IN - Pompeu Vasconcelos - Balada IN

15 de jul. de 2026

Ao mestre, com carinho (e com juros) — Uma resposta a Gustavo Franco

Em 1967, Sidney Poitier ensinou a uma geração que a maior homenagem a um professor não é concordar com ele. É levar a lição adiante, até onde ele não pôde. É levar a lição adiante, até onde ele não pôde ir. Gustavo Franco foi meu professor e tutor na PUC-Rio, e na última sexta publicou na Exame um artigo que todo investidor brasileiro deveria ler. Este texto é a minha resposta ao mestre.

Fonte: Money Times

04 de jul. de 2026

Gustavo Franco: Um plebiscito contra a fadiga

Economista analisa desconforto crescente entre o Palácio do Planalto e o Banco Central às vésperas do pleito. Há diversos livros bons sobre os dramas de líderes longevos. Para ficar nos latino-americanos, vale destacar “O Outono do Patriarca” (de Gabriel Garcia Márquez) e o “Recurso do Método (de Alejo Carpentier). São clássicos e não há como escapar dos enredos ali descritos. A idade vem para todos, líderes e regimes.

Fonte: Exame

07 de mai. de 2026

Gustavo Franco: Paralelismos populistas entre Brasil e EUA

Os dois governos têm dificuldades para encontrar apoio político e acomodar contas fiscais em mau estado na política monetária. Há um curioso paralelismo nas reações diante desse assunto em diversas partes do mundo, destacadamente no Brasil e nos EUA.

Fonte: Exame

08 de abr. de 2026

“Resolver equilíbrio fiscal com aumento de impostos é mentira”, diz Gustavo Franco

“O problema da fala do ministro Haddad é que fica parecendo que corte de gasto é problema da direita, e não é”, afirma o ex-presidente do BC e fundador da Rio Bravo Investimentos. O economista Gustavo Franco, fundador da Rio Bravo Investimentos, critica a política econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-presidente do Banco Central compara o modelo a um carro que gasta muito, mas não sai do lugar.

Fonte: InfoMoney

18 de mar. de 2026

Governo precisa reduzir despesa ou mudar meta de inflação para juros baixar, diz Gustavo Franco

Ex-presidente do BC afirma que Selic alta reflete inconsistência entre governo e Banco Central, e que impacto do conflito no Oriente Médio pode forçar corte mais modesto dos juros. Acesse na íntegra no Bora Investir. Ex-presidente do Banco Central (BC) e fundador da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco avalia que o patamar elevado da taxa básica de juros é compatível com a situação das contas públicas. “Ou o governo mexe com a política fiscal e reduz despesa, reduz o déficit, ou mexe com a meta de inflação.

Fonte: Bora Investir

16 de mar. de 2026

Governo parece uma prefeitura quebrada, diz Gustavo Franco sobre situação fiscal

Fundador da Rio Bravo e ex-presidente do BC diz que Brasil atingiu nível de dívida inédito e defende volta do grau de investimento para baixar custo do crédito. “O governo federal parece uma prefeitura quebrada, que meio que não paga ninguém direito, tem umas dívidas que paga, outras que não paga”, disse.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

09 de mar. de 2026

Gustavo Franco: Todos acompanham a inflação na vírgula. E torcem

Tudo ficou em segundo plano com um conflito no Oriente Médio de extensão e dimensões difíceis de prever. As expectativas para a inflação medida pelo IPCA, conforme o Boletim Focus, vão “convergindo” lentamente, testando a determinação das autoridades e a paciência dos políticos (e do Palácio em particular). O acordo de paz que existe entre o Banco Central e o resto da Esplanada prevê que se possa começar a redução de juros no próximo Copom, marcado para 17 de março.

Fonte: Exame

05 de jan. de 2026

Gustavo Franco: Um retrospecto de 2025 em três enredos

Crise fiscal, juros altos e tarifaço americano marcaram um ano de tensão entre promessas políticas e limites econômicos. Ao menos sete fatores ajudam a explicar o cenário. O primeiro deles é a bagagem: os economistas ligados ao PT — ou que ocupavam posições-chave na área econômica — historicamente nunca demonstraram compromisso com o equilíbrio fiscal. Em seguida, a PEC da Transição acabou encaixotando o governo em um nível de gasto público considerado inviável.

Fonte: Exame

23 de out. de 2025

“Com a dívida pública no nível atual, cada brasileiro acorda devendo R$ 30 mil”, diz Gustavo Franco

Idealizador do Plano Real afirma estar assustado com a situação fiscal, e afirma que a postura do governo está errada e precisa mudar. 🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus. E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Fonte: Seu Dinheiro

23 de set. de 2025

Ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco afirma que gastos excessivos do governo transformam dívida brasileira em bomba geracional perigosa

O ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, voltou ao centro do debate econômico ao classificar os gastos públicos do governo como insustentáveis e perigosos. Para ele, a dívida bruta, já próxima de R$ 8 trilhões, ameaça se transformar em uma “bomba geracional” que comprometerá o futuro do país.

Fonte: CPG Click Petróleo e Gás

23 de set. de 2025

Gustavo Franco: governo aperta “tecla G de gastar” e jovens terão dívida de R$ 8 tri

Segundo o economista, a situação brasileira pode sinalizar dominância fiscal - conceito que indica que o desequilíbrio das contas públicas passa a comandar a política econômica. O ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco, voltou a criticar a política fiscal do governo federal durante o primeiro dia do evento Digital Assets Conference (DAC) 2025, promovido pelo Mercado Bitcoin (MB) nesta segunda-feira (22), em São Paulo.

Fonte: InfoMoney

08 de jun. de 2025

‘Mudança no IOF é um erro de cálculo’, diz Gustavo Franco

No marco de 25 anos de sua gestora de investimentos, a Rio Bravo, ex-presidente do Banco Central inova com evento inspirado em formato de podcast com jazz ao vivo. Comemorando os 25 anos da Rio Bravo, gestora da qual é sócio-fundador, Gustavo Franco recebeu convidados em uma noite paulistana no Blue Note, com vista para a Avenida Paulista. A celebração reuniu um público atento a conversas sobre economia, investimentos e história recente do País.

Fonte: Estadão

29 de mai. de 2025

EUA buscam desvalorizar o dólar e reduzir o déficit em conta corrente, diz Gustavo Franco

Segundo o ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos, ideal para os EUA seria buscar um acordo internacional com a China que pudesse apreciar o renminbi. Parte central da discussão sobre a imposição de tarifas americanas sobre parceiros comerciais é a necessidade que os Estados Unidos têm de melhorar o déficit em conta corrente.

Fonte: Valor Econômico

26 de mai. de 2025

Gustavo Franco: “Lula 3 é como Dilma 2” e pacote com IOF é “ruinzinho e pedalativo”

Ex-presidente do Banco Central e um dos formuladores do Plano Real critica manobras fiscais e uso do IOF em pacote anunciado pelo governo. Em coluna publicada no último fim de semana no jornal O Estado de S. Paulo, o economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e um dos principais nomes por trás do Plano Real, traçou um paralelo entre o governo Lula 3 e o segundo mandato de Dilma Rousseff, criticando duramente o novo pacote fiscal anunciado pela equipe econômica.

Fonte: InfoMoney

25 de mai. de 2025

Governo Lula 3 é uma espécie de Dilma 2, diz Gustavo Franco

Ex-presidente do Banco Central faz dura crítica à decisão do ministro Fernando Haddad de aumentar o IOF. O economista classificou a proposta de aumentar as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) como uma “ CPMF seletiva ”. A CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) foi um tributo que existiu durante 11 anos no país e incidiu sobre as operações bancárias. Era criticada por agentes financeiros por aumentar a carga tributária e onerar principalmente os que têm renda mais baixa.

Fonte: Poder360

27 de jan. de 2025

Blue Connections abre temporada 2025 com Gustavo Franco

Sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos falará sobre perspectivas da economia brasileira e mundial no evento realizado por Meio & Mensagem. O evento, criado no ano passado, é realizado em parceria com o Blue Note São Paulo e destinado a lideranças da indústria de comunicação, marketing e mídia membros do Círculo Liderança, que possuem a Assinatura Corporativa de Meio & Mensagem. O primeiro encontro desta segunda temporada acontecerá no dia 25 de fevereiro, das 8h às 11h30.

Fonte: Meio e Mensagem - Marketing, Mídia e Comunicação

17 de jul. de 2024

Economista Gustavo Franco, um dos pais do Plano Real, comenta inflação atual no Brasil: 'Não é porque é pequenininha que não é perigosa'

No Mais Você, Ana Maria Braga recebeu o especialista para falar sobre a moeda, que completou 30 anos no início do mês e foi criada para combater a hiperinflação que atingia o país. Ana Maria Braga conversa com um dos criadores do Plano Real, Gustavo Franco Ana Maria Braga tomou café da manhã com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco, um dos pais do Plano Real, que completou 30 anos no dia 1º de julho.

Fonte: Gshow

02 de jul. de 2024

“Dormíamos com o inimigo”, diz Gustavo Franco sobre Plano Real

Um dos autores do projeto econômico falou que decisões políticas eram perigosas para a andamento do Plano Real. O ex-presidente do Banco Central e um dos autores do projeto econômico falou que decisões políticas eram perigosas para a andamento do plano Gustavo Franco, 68 anos, ex-presidente do Banco Central e um dos autores do Plano Real, afirmou ao Poder360 que decisões políticas na fase de implementação eram “perigosas” e causavam preocupação sobre o andamento do projeto.

Fonte: Poder360

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Gustavo Franco?

É economista, ex-presidente do Banco Central (1997-1999), um dos formuladores do Plano Real e fundador da Rio Bravo.

Qual a idade de Gustavo Franco?

Nasceu em 10 de abril de 1956 e tem 70 anos.

Qual foi o papel de Gustavo Franco no Plano Real?

Era diretor de Assuntos Internacionais do BC e integrou a equipe que criou a URV e o real em 1994.

Gustavo Franco foi preso?

Não. Foi citado no relatório não votado da CPI do Banestado, mas não recebeu condenação.

Qual é o partido de Gustavo Franco?

Filiou-se ao Partido Novo em 2017, após 28 anos no PSDB.

O que é a Rio Bravo?

Gestora de investimentos fundada por Gustavo Franco em 2000; o grupo chinês Fosun comprou o controle em 2016.

Quais livros Gustavo Franco escreveu?

A Moeda e a Lei, As Leis Secretas da Economia, O Desafio Brasileiro e Crônicas da Convergência, entre outros.

Gustavo Franco é formado em quê?

Em Economia pela PUC-Rio, com doutorado em Harvard.

Quando Gustavo Franco presidiu o Banco Central?

De agosto de 1997 a janeiro de 1999.

O que Gustavo Franco diz sobre o governo Lula?

Critica a política fiscal; disse que "Lula 3 é como Dilma 2" e que o governo parece "uma prefeitura quebrada".

Há um filme sobre Gustavo Franco?

Sim, "Real - O Plano por Trás da História" (2017), com Emílio Orciollo Neto.

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