Foto oficial de Alexandre Schwartsman

Alexandre Schwartsman

Economista e consultor, ex-diretor do Banco Central

Em exercício desde 2011
Biografia

Resumo biográfico

Alexandre Schwartsman é economista, ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil, ex-economista-chefe do ABN Amro e do Santander no Brasil e sócio-diretor da Schwartsman & Associados Consultoria Econômica. É um dos analistas econômicos mais ouvidos do país, com colunas na imprensa e presença frequente em entrevistas sobre juros, contas públicas e inflação. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Alexandre Schwartsman, a formação, a passagem pelo Banco Central, o que ele diz sobre o ajuste fiscal, a empresa de consultoria e onde ler as colunas dele. Origem e formação Alexandre Schwartsman nasceu em São Paulo, em 7 de fevereiro de 1963, e tem 63 anos. É formado em Administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV-SP, 1984), tem mestrado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP, 1986) e doutorado em Economia pela Universidade da Califórnia em Berkeley (2000) (Wikipédia em inglês; InfoMoney; UM BRASIL/Fecomercio). Também foi professor da USP, da PUC-SP e do Ibmec-SP, e passou a lecionar no Insper (Palavra Palestrantes). Do mercado ao Banco Central Antes do Banco Central, trabalhou como analista no Unibanco e no Grupo Pão de Açúcar e foi economista-chefe do Crédit Agricole Indosuez, de 1999 a 2001, e da BBA Corretora, de 2001 a 2002 (Wikipédia em inglês; UM BRASIL). Em novembro de 2003, sucedeu Beny Parnes na Diretoria de Assuntos Internacionais do Banco Central, no primeiro mandato do presidente Lula, e ficou até abril de 2006. Nesse período foi membro votante do Comitê de Política Monetária (Copom) (Palavra Palestrantes; Poder360, 27/10/2026). Bancos, consultoria e conselho Depois do Banco Central, foi economista-chefe para a América Latina do Banco Real ABN Amro, de 2006 a 2008, e economista-chefe para o Brasil do Santander, de maio de 2008 a março de 2011 (VIP Palestras; Palavra Palestrantes). Em 2 de setembro de 2011, abriu com Eduardo Luiz Wurzmann a Schwartsman & Associados Consultoria Econômica, em São Paulo, da qual é sócio-administrador (cadastro de CNPJ). De maio de 2011 a fevereiro de 2013, integrou o Conselho de Administração da Viver S.A. (Palavra Palestrantes). A empresa não divulga faturamento, e não há patrimônio pessoal público em fontes confiáveis. Pastore & Associados Depois da morte do economista Affonso Celso Pastore, ex-presidente do Banco Central, em fevereiro de 2024, a sócia dele, Maria Cristina Pinotti, convidou Schwartsman para assumir a elaboração das análises econômicas da consultoria que leva o sobrenome de Pastore (Estadão, 22/11/2024). Colunas, blog e TV Escreveu a coluna "Opinião Econômica" na Folha de S.Paulo e colunas no Valor Econômico. Mantém o blog "A Mão Visível" e escreve para o InfoMoney (Wikipédia em inglês; MV Talents). Em 2022, a CNN Brasil o apresentou como "Especialista CNN em economia" (CNN Brasil, 17/01/2022). Em 2025 e 2026, publicou colunas na Veja, como "Dois raios no mesmo lugar" (30/10/2026), "Ajuste que não ousa dizer o nome" (16/10/2026), "Entenda como isso não é bom" (02/10/2026) e "Brincando com fogo" (07/08/2026). O que ele diz sobre a economia Fiscal e eleição de 2026. Em 27 de outubro de 2026, disse ao Poder360 que o risco de recessão em 2027 "aumenta muito" se o governo não cortar gastos e fizer reformas; com o corte, o juro cairia e o PIB cresceria mais. No mesmo dia, ao Estadão, avaliou que Lula não deve dar uma "guinada para melhor" no quarto mandato e que a disparada do dólar pode virar recessão, com risco de o Banco Central subir a Selic. Em 5 de outubro, depois de o Ibovespa subir quase 8%, a maior alta em mais de seis anos, disse ao Estadão: "O mercado espera que Flávio faça um grande ajuste fiscal. Eu pago para ver". Dívida e regra fiscal. Em agosto de 2026, ao lado da economista Ana Paula Vescovi, afirmou que o Brasil entrará em "deterioração crescente" se não resolver as contas públicas no próximo mandato, com dívida acima de 80% do PIB (Estadão, 07/08/2026; Terra, 06/08/2026). Na mesma ocasião disse que "o Brasil desmoralizou a regra fiscal" e que "o judiciário saiu do controle" (Estadão, 06/08/2026). Em outubro de 2025, disse à CNN que o governo não fez os cortes de gastos prometidos e que a expansão das despesas é persistente (CNN Brasil, 21/10/2025). IOF e tarifas. Em maio de 2025, chamou o aumento do IOF de "amadorismo assustador" e de "abuso de poder" quando usado para arrecadar (CNN Brasil, 29/05/2025; Estadão, 30/05/2025). Sobre as tarifas de Trump, disse que são "um instrumento errado para um problema que não existe" (Estadão, 13/05/2025) e que a tarifa de 50% ao Brasil "não tem nenhuma base econômica" e pode virar trunfo político para Lula (CNN Brasil, 09/07/2025). Juros e crescimento. Em março de 2024, avaliou que, se o país continuar crescendo 3% ao ano, haverá "dificuldade com pressão inflacionária" (Estadão, 01/03/2024). Em 2024, disse que, se a divisão do Copom não fosse explicada, haveria consequências para a inflação e o PIB (Estadão, 10/05/2024) e que investir no Brasil exige ser "herói, visionário ou sem juízo" (CNN Brasil, 23/06/2024). Em 2022, defendeu que o Banco Central parasse de subir os juros (CNN Brasil, 20/09/2022) e disse que o primeiro trimestre seria o melhor momento do PIB no ano (CNN Brasil, 02/06/2022). Em abril de 2025, disse que o desafio do Brasil é a inflação (Consumidor Moderno, 15/04/2025). Em junho de 2023, analisou as diretrizes da reforma tributária (Exame, 07/06/2023). Em setembro de 2025, falou sobre as economias dos EUA e do Brasil no Travel Leaders Hub (Portal PANROTAS, 04/09/2025). Em outubro de 2018, antes do primeiro turno, disse que a economia "não tem nenhuma chance de dar certo" com Bolsonaro ou Haddad (InfoMoney, 04/10/2018). Caso Master. Em janeiro de 2026, disse que o caso Master é "sintoma da degradação institucional" do país e que a existência do FGC abriu espaço para o banco (UOL e CNN Brasil Money, janeiro de 2026). Posições públicas e processos Em 2014, depois de críticas duras que ele fez ao Banco Central, a instituição apresentou queixa-crime contra ele; a Justiça Federal não a aceitou e, após repercussão negativa, o BC desistiu de recorrer (O Globo, 09/09/2014). Em julho de 2022, assinou a Carta em Defesa da Democracia e disse que o documento visava bloquear reações autoritárias ao resultado da eleição, sem viés partidário (Estadão, 27/07/2022). Linha do tempo 1963: nasce em São Paulo, em 7 de fevereiro. 2000: conclui o doutorado em Berkeley. 2003: assume a Diretoria de Assuntos Internacionais do Banco Central. 2006: deixa o BC e vai para o ABN Amro. 2008: torna-se economista-chefe do Santander Brasil. 2011: abre a Schwartsman & Associados. 2022: Especialista CNN em economia. 2026: colunista da Veja e comentarista do cenário fiscal.
Carreira

Trajetória

  1. 2011 — 2013
    Conselho de Administração da Viver S.A.

    Membro do conselho.

  2. 2011 — atual
    Schwartsman & Associados

    Sócio-fundador e administrador da consultoria econômica.

  3. 2008 — 2011
    Santander Brasil

    Economista-chefe para o Brasil.

  4. 2006 — 2008
    Banco Real ABN Amro

    Economista-chefe para a América Latina.

  5. 2003 — 2006
    Banco Central do Brasil

    Diretor de Assuntos Internacionais e membro votante do Copom.

  6. 2001 — 2002
    BBA Corretora

    Economista-chefe.

  7. 1999 — 2001
    Crédit Agricole Indosuez

    Economista-chefe.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Mídia
A Mão Visível
Blog

Blog de análise econômica.

Mídia
Opinião Econômica
Coluna

Coluna na Folha de S.Paulo.

Na imprensa

Notícias de outros portais

27 de out. de 2026

Lula não deve dar guinada para melhor no seu quarto mandato, diz Alexandre Schwartsman

Ex-diretor do BC diz que País precisa de um ‘baita ajuste fiscal’ e que presidente reeleito não tem convicção de que seja necessário ajustar as contas públicas. Lula precisará dar forte guinada na economia para evitar que disparada do dólar vire uma recessão Risco é de que piora financeira force o Banco Central a subir a taxa básica de juros. Ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman avalia que não deve ocorrer uma “guinada para melhor” no quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fonte: Estadão

27 de out. de 2026

Risco de recessão cresce sem ajuste fiscal, diz ex-diretor do BC

Alexandre Schwartsman foi do Banco Central no 1º mandato de Lula; avalia que corte de gastos levaria a PIB maior. Caso seja feito o ajuste fiscal, avaliou que os juros cairiam a um patamar mais baixo e resultariam em maior crescimento do Produto Interno Bruto. Schwartsman foi diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central de 2003 a 2006, no 1º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ocasião, o presidente do BC era Henrique Meirelles. Lula foi eleito para o 4º mandato no domingo (25.out.2026).

Fonte: Poder360

05 de out. de 2026

“O mercado espera que Flávio faça um grande ajuste fiscal. Eu pago para ver”, diz Schwartsman

Economista e ex-diretor do BC aponta que candidato é vago e não tem histórico sobre o tema. “Vive lua de mel, assim como viveu Lula”. Após o principal índice de ações da bolsa, o Ibovespa, subir quase 8%, maior alta em mais de seis anos, o economista e ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman, avalia que o mercado está muito comprado na ideia de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) irá fazer um grande ajuste fiscal.

Fonte: Estadão

07 de ago. de 2026

Brasil vai enfrentar deterioração crescente se não resolver o fiscal, dizem Vescovi e Schwartsman

O próximo governo precisa adotar medidas de ajuste do lado da despesa, afirmam Alexandre Schwartsman e Ana Paula Vescovi no 1º debate da série ‘Brasil 2027: Caminhos para o País’. Na avaliação de Alexandre Schwartsman e de Ana Paula Vescovi, a economia brasileira vai entrar num cenário de deterioração crescente se não resolver a situação das contas públicas no próximo mandato.

Fonte: Estadão

21 de out. de 2025

Schwartsman: Governo não corta gastos e promove expansão fiscal persistente

Ex-diretor do BC (Banco Central) Alexandre Schwartsman concedeu entrevista ao CNN Money. O ex-diretor do BC (Banco Central) Alexandre Schwartsman disse em entrevista ao CNN Money nesta terça-feira (21) que o governo federal não promoveu os cortes de gastos prometidos no final do ano passado. Para o economista, “a expansão das despesas é persistente”. “Vamos falar a verdade: não teve corte nenhum. A gente não viu nenhuma implementação daquele famoso pacote de novembro.

Fonte: CNN Brasil

04 de set. de 2025

Economista Alexandre Schwartsman faz palestra exclusiva para convidados Travel Leaders Hub

Alexandre Schwartsman falou sobre tendências econômicas e de consumo no Travel Leaders Hub - Confira na íntegra no Portal PANROTAS! Schwartsman iniciou analisando a economia norte-americana e depois enveredou pelos meandros da situação nacional. O enfraquecimento do dólar é tendência, segundo ele, devido a uma série de fatores explicados durante a apresentação. Sobre o Brasil, o economista aponta crescimento razoável de 3% do PIB nos últimos anos.

Fonte: Portal PANROTAS

09 de jul. de 2025

Schwartsman: tarifas são "presente" a Lula e criam inimigo para presidente

Ex-BC vê potencial impacto na atividade econômica, o que permitira governo "fazer o papel de vítima". A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em aplicar uma tarifa de 50% sobre o Brasil "não tem nenhuma base econômica", afirmou à CNN o ex-diretor do BC (Banco Central) para Assuntos Internacionais, Alexandre Schwartsman. De cunho político, a medida pode acabar sendo um trunfo para o governo Lula, segundo o economista. "Do ponto de vista político é um presente para a atual administração.

Fonte: CNN Brasil

30 de mai. de 2025

‘Usar o IOF com fim arrecadatório é um abuso de poder’, diz Alexandre Schwartsman

Ex-diretor do Banco Central avalia que agenda da Receita Federal é apenas arrecadatória, sem que o órgão busque um sistema de impostos eficiente e a melhora da produtividade do País. Ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman avalia que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é “um abuso de poder” por se tratar de um tributo regulatório, mas que será utilizado pela equipe econômica com o objetivo aumentar a arrecadação para cumprir as metas fiscais.

Fonte: Estadão

29 de mai. de 2025

Alta do IOF "é coisa de um amadorismo assustador", diz Schwartsman à CNN

Ex-BC criticou postura do ministro da Fazenda de dizer que elevação do imposto foi necessária para sustentar máquina pública. A proposta do governo de elevar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) "é de um amadorismo assustador", apontou o ex-diretor do Banco Central (BC) Alexandre Schwartsman em entrevista, nesta quinta-feira (29) ao CNN Prime Time. Chama atenção do economista, por exemplo, a proposta inicial de se aplicar uma alíquota de 3,5% sobre o envio de remessas para fundos no exterior.

Fonte: CNN Brasil

13 de mai. de 2025

‘As tarifas de Trump são um instrumento errado para um problema que não existe’, afirma Schwartsman

Ex-diretor do Banco Central avalia que tarifaço de Trump ampliou as incertezas nos Estados Unidos, o que deve impactar consumo e investimento. Ex-diretor do Banco Central, o economista Alexandre Schwartsman avalia que as tarifas adotadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ampliaram a incerteza em relação à economia americana, o que tem potencial para impactar o consumo e os investimentos. “E, com essa incerteza, você nunca sabe o que vai acontecer no dia seguinte.

Fonte: Estadão

15 de abr. de 2025

"O desafio do Brasil é a inflação", diz Alexandre Schwartsman

Segundo o economista, a inflação não afeta apenas os preços; ela impacta a confiança dos consumidores e até o crescimento econômico. Alexandre Schwartsman é um dos principais economistas do Brasil. Ele foi diretor de assuntos internacionais do Banco Central e atuou como economista-chefe nos bancos ABN Amro e Santander.

Fonte: Consumidor Moderno

22 de nov. de 2024

Alexandre Schwartsman e o desafio de manter vivas as ideias de Affonso Celso Pastore

Economista assume a elaboração de análises econômicas da consultoria que passará a se chamar Pinotti & Schwartsman Associados a partir de 2025. Quando Affonso Celso Pastore morreu, em fevereiro, Maria Cristina Pinotti, sua esposa e sócia na consultoria econômica que levava o sobrenome do ex-presidente do Banco Central viu-se diante da seguinte decisão: fechar a empresa ou convidar alguém para assumir a elaboração das análises econômicas. Se a decisão fosse a segunda — como foi — ela sabia imediatamente quem chamar.

Fonte: Estadão

23 de jun. de 2024

É preciso ser herói, visionário ou sem juízo para investir no Brasil, diz Schwartsman ao CNN Entrevistas

Ex-diretor do BC destaca que grau de incerteza no país é muito elevado. Investir em um país com juros elevados e grande incerteza econômica e política como o Brasil não é para qualquer um. “É preciso ser herói, visionário ou alguém sem juízo para investir nesse país. Como há poucas pessoas com esse perfil, investe-se pouco no Brasil”, disse Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central e consultor da A.C.

Fonte: CNN Brasil

10 de mai. de 2024

Se divisão do Copom não for explicada, haverá consequências para inflação e PIB, diz Schwartsman

Ex-diretor do Banco Central alerta para risco de o Banco Central adotar uma postura mais leniente com a inflação no próximo ano; Schwartsman estreia coluna no ‘Estadão’ neste fim de semana. Ex-diretor do Banco Central, o economista Alexandre Schwartsman avalia como adequado o caminho adotado pelo Comitê de Política Monetária de reduzir o ritmo de corte da taxa básica de juros (Selic) diante do contexto de piora do cenário internacional e local.

Fonte: Estadão

01 de mar. de 2024

‘Se País continuar crescendo 3%, vai ter dificuldade com a inflação’, diz Alexandre Schwartsman

Ex-diretor do Banco Central vê desempenho da economia brasileira acima do PIB potencial e alerta para riscos inflacionários; economia avançou 2,9% em 2023. Ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman avalia que a economia brasileira pode passar a enfrentar problemas com a inflação se mantiver um ritmo de crescimento superior ao seu Produto Interno Bruto (PIB) potencial. “Se a gente continuar crescendo 3% ao ano (o PIB cresceu 2,9%), vamos ter alguma dificuldade com pressão inflacionária”, afirma.

Fonte: Estadão

07 de jun. de 2023

Economista Alexandre Schwartsman analisa as diretrizes da reforma tributária

Ex-diretor de Assuntos Internacionais do BC acredita que a proposta caminha para resolver alguns dos principais problemas do sistema tributário brasileiro. O relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou nesta terça-feira (6) as linhas gerais da proposta. Entre outras coisas, o texto aponta para um Imposto Sobre Valor Agregado (IVA) para substituir PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, e que será igual para bens e serviços.

Fonte: Exame

20 de set. de 2022

Alexandre Schwartsman: Banco Central deve parar com alta na taxa de juros

Especialista CNN destacou, porém, que o Banco Central não deve sinalizar quando a Selic deve começar a cair. O Especialista CNN em economia Alexandre Schwartsman afirmou, nesta terça-feira (20), que o Banco Central deve selar o fim do "longo ciclo de aperto monetário" e parar de subir a taxa básica de juros da economia. "Mas não acredito que (o Banco Central) vai dar uma sinalização de quando pretende começar reduzir a taxa de juros", afirmou Scwhartsman, destacando que a Selic está em níveis "bastante altos".

Fonte: CNN Brasil

27 de jul. de 2022

Carta visa bloquear o objetivo de inimigos da democracia, afirma Schwartsman

Para ex-diretor do BC, manifestação da sociedade civil não seria necessária se não houvesse “algum risco” real à democracia brasileira. Signatário da Carta em Defesa da Democracia, o economista e ex-diretor do Banco Central (BC) Alexandre Schwartsman afirmou ao Estadão/Broadcast que o documento visa bloquear possíveis reações autoritárias ao resultado das eleições deste ano, e descartou qualquer viés partidário.

Fonte: Estadão

02 de jun. de 2022

Alexandre Schwartsman: Esse é o melhor momento que vamos ver do PIB em 2022

Especialista CNN comentou sobre o Produto Interno Bruto (PIB), que cresceu 1% no primeiro trimestre deste ano. O Especialista CNN em economia Alexandre Schwartsman comentou, nesta quinta-feira (2), sobre o Produto Interno Bruto (PIB), que cresceu 1% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o quarto trimestre de 2021. "Esse é o melhor momento que vamos ver do PIB no ano, infelizmente. Vamos ver o crescimento desacelerando para o fim de 2022", afirmou Schwartsman.

Fonte: CNN Brasil

04 de out. de 2018

Com Bolsonaro ou Haddad, economia “não tem nenhuma chance de dar certo”, diz Alexandre Schwartsman

"Me parece que as alternativas são essas: ou a gente se ferra num prazo mais longo ou  a gente se ferra num prazo mais curto". SÃO PAULO – A três dias para o primeiro turno das eleições presidenciais, o desenho mais provável que se forma é de um duelo entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) na segunda fase do pleito. De ambos os lados sobram eleitores defendendo sua escolha como a melhor para colocar a economia de volta nos trilhos.

Fonte: InfoMoney

09 de set. de 2014

BC desiste de recorrer no processo contra o economista Alexandre Schwartsman

Ex-diretor do BC fez duras críticas à atual diretoria pela condução da política de controle da inflação. BRASÍLIA - Depois da grande repercussão negativa, o Banco Central desistiu de recorrer contra a decisão da Justiça Federal que não aceitou queixa-crime da autarquia contra o economista Alexandre Schwartsman por críticas à instituição. No início deste ano, o ex-diretor do BC fez ácidos ataques à atual diretoria pela condução da política de controle da inflação.

Fonte: O Globo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Alexandre Schwartsman?

Economista, ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central e sócio-diretor da Schwartsman & Associados Consultoria Econômica.

Qual a idade de Alexandre Schwartsman?

Nasceu em São Paulo em 7 de fevereiro de 1963 e tem 63 anos.

Onde Alexandre Schwartsman estudou?

Formou-se em Administração pela FGV-SP, fez mestrado em Economia na USP e doutorado em Economia na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Quando Schwartsman foi diretor do Banco Central?

De novembro de 2003 a abril de 2006, na Diretoria de Assuntos Internacionais, como membro votante do Copom.

Por onde passou Schwartsman antes da consultoria?

Foi economista-chefe do Crédit Agricole Indosuez, da BBA Corretora, do Banco Real ABN Amro e do Santander Brasil.

Qual é a empresa de Alexandre Schwartsman?

A Schwartsman & Associados Consultoria Econômica, aberta em 2 de setembro de 2011, em São Paulo.

Qual o patrimônio de Alexandre Schwartsman?

Não há patrimônio pessoal divulgado em fontes confiáveis.

Onde Schwartsman escreve?

Tem coluna na Veja, escreveu na Folha de S.Paulo e no Valor Econômico e mantém o blog "A Mão Visível".

O que Schwartsman diz sobre o risco de recessão?

Em outubro de 2026, disse que o risco de recessão em 2027 aumenta muito sem corte de gastos e reformas fiscais.

O que ele disse sobre o IOF?

Chamou a alta de "amadorismo assustador" e de "abuso de poder" quando usada para arrecadar.

Schwartsman já foi processado pelo Banco Central?

Em 2014, o BC apresentou queixa-crime por críticas dele; a Justiça Federal não a aceitou e o BC desistiu de recorrer.

Schwartsman é professor?

Foi professor da USP, da PUC-SP e do Ibmec-SP e passou a lecionar no Insper.

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