Foto oficial de Monica de Bolle

Monica de Bolle

Economista e pesquisadora

Em exercício desde 2013
Biografia

Resumo biográfico

Monica de Bolle é uma economista, pesquisadora e escritora brasileira, professora da Universidade Johns Hopkins e pesquisadora sênior do Peterson Institute for International Economics, em Washington. Especialista em macroeconomia, política monetária e fiscal, comércio e desigualdade, ampliou durante a pandemia de covid-19 sua atuação para a imunologia e a saúde pública. É autora de Como Matar a Borboleta Azul, crônica econômica da era Dilma, e de Ruptura, e foi tradutora para o português de O Capital no Século XXI, de Thomas Piketty. Nasceu no Rio de Janeiro em 1973. Nas buscas, as pessoas procuram quem ela é, onde trabalha, seus livros e suas análises sobre a economia brasileira e os Estados Unidos. Formação Monica Baumgarten de Bolle fez graduação e mestrado em economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e doutorado na London School of Economics (LSE). Na pandemia, especializou-se em imunologia, genética e bioquímica na Escola de Medicina de Harvard, segundo a Wikipédia. Ao Valor Econômico, contou que um "gosto antigo pela medicina" a levou a alertar cedo para a crise: em janeiro de 2020, ao ler o artigo que nomeou o Sars-CoV-2, percebeu que "seria uma calamidade absoluta" (02/10/2020). Carreira Antes de se mudar para os Estados Unidos, foi professora da PUC-Rio e comentava política monetária na imprensa brasileira. No Peterson Institute, tornou-se pesquisadora sênior, e na Johns Hopkins dirigiu o programa de estudos latino-americanos e mercados emergentes. Escreveu para as revistas piauí, IstoÉ, Exame e Galileu e para os jornais O Estado de S. Paulo, El País e Folha de S.Paulo, e manteve com Carlos Alberto Sardenberg o quadro Economia de Quarta, na CBN. Foi entrevistada no Roda Viva, da TV Cultura, em 2016 e em 2020. Livros O Futuro da Indústria no Brasil, organizado com Edmar Bacha, recebeu o Prêmio Jabuti em 2014. Como Matar a Borboleta Azul: uma Crônica da Era Dilma (Intrínseca, 2016) foi finalista do Jabuti em 2017. No Roda Viva de outubro de 2016, disse que Dilma Rousseff deixou "um legado de destruição econômica" (Veja, 25/10/2016). Em setembro de 2020, lançou Ruptura (Intrínseca), em live com o médico Drauzio Varella, sobre a mudança radical na forma de pensar a economia diante da pandemia e a falsa escolha entre saúde e economia (O Globo, 25/09/2020). Crise de 2015-2016 Em 2015, em artigo com o economista uruguaio Ernesto Talvi, defendeu que o Brasil pedisse ajuda ao Fundo Monetário Internacional diante do déficit e da recessão (InfoMoney, 20/02/2016). Disse que restaurar a economia levaria ao menos uma década. Pandemia e governo Bolsonaro De Bolle passou a criticar o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em 2019, afirmou que ele estava "preso nos anos 70" (Exame, 05/11/2019). No início da pandemia, defendeu gasto público forte: "Hoje, dane-se o Estado mínimo, é preciso gastar e errar pelo lado do excesso" (El País, 01/04/2020). Defendeu eliminar o teto de gastos e retomar o investimento público (InfoMoney, 15/03/2020) e propôs um programa permanente de renda básica (Valor, 02/10/2020). Em 2020, perdeu a coluna que mantinha no Estadão e sugeriu nas redes que o fim se devia a suas críticas. No mesmo ano, passou a assinar coluna e coordenar uma editoria de economia na revista Quatro Cinco Um (10/12/2020). Em fevereiro de 2021, discutiu com Armínio Fraga em debate sobre o auxílio emergencial (Veja, 25/02/2021). Governo Lula Em novembro de 2022, durante a transição, escreveu que "a gente precisa que o mercado se cale" e pare de interferir em questões de interesse de toda a população (Diário de Goiás, 11/11/2022). Em 2023, disse que "o debate econômico no Brasil não é sério, parou no tempo" e que o teto de gastos deveria ser extinto (SBT News, 11/02/2023), mas alertou que o novo arcabouço fiscal precarizava a Lei de Responsabilidade Fiscal. Estados Unidos e Trump Morando nos EUA, comenta com frequência o governo Donald Trump. Em agosto de 2025, previu que o tarifaço traria inflação também ao Brasil: "Inflação vai vir aqui nem que seja pela bagunça pura e simplesmente" (GGN, 20/08/2025). Em janeiro de 2026, falou em "manual do autoritarismo" nos Estados Unidos (GGN, 23/01/2026). Em julho de 2026, em artigo com Philip Yang na Folha, defendeu que o Brasil retaliasse as tarifas americanas: "Reciprocar é pouco; o importante é retaliar, e já" (19/07/2026). Em maio de 2026, depois de o Congresso derrubar o veto ao PL da Dosimetria, escreveu na CartaCapital que "o presidencialismo de coalizão morreu" e deu lugar a um "autoritarismo parlamentar" (04/05/2026). Na eleição presidencial de 2026, disse que a disputa opunha "dois projetos de país e de inserção internacional do Brasil" e que estava em jogo "a própria institucionalidade do Brasil" (Terra, 23/10/2026). Patrimônio Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Monica de Bolle. Linha do tempo 1973: nasce no Rio de Janeiro. 2014: ganha o Prêmio Jabuti com O Futuro da Indústria no Brasil. 2015: defende que o Brasil peça ajuda ao FMI. 2016: lança Como Matar a Borboleta Azul e vai ao Roda Viva. 2020: lança Ruptura e volta ao Roda Viva. 2020: passa a escrever na Quatro Cinco Um. 2022: critica o mercado na transição de governo. 2025: alerta para efeitos do tarifaço de Trump. 2026: defende retaliação às tarifas americanas.
Carreira

Trajetória

  1. 2020 — atual
    Ruptura

    Livro (Intrínseca).

  2. 2020 — atual
    Quatro Cinco Um

    Colunista e coordenadora da editoria de economia.

  3. 2016 — atual
    Como Matar a Borboleta Azul

    Livro (Intrínseca).

  4. 2013 — atual
    O Futuro da Indústria no Brasil

    Livro com Edmar Bacha, Prêmio Jabuti.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Economia2016
Como Matar a Borboleta Azul
Livro

Crônica da era Dilma.

Economia2020
Ruptura
Livro

Economia e pandemia.

Na imprensa

Notícias de outros portais

23 de out. de 2026

'Eleição opõe dois projetos de país e de inserção internacional do Brasil', diz Monica de Bolle

O resultado das eleições deste domingo (25) entre o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o atual chefe de Estado Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta um quarto mandato, poderá ter repercussões que vão muito além das fronteiras do Brasil. O futuro de uma das maiores economias do mundo, rica em recursos naturais estratégicos, está sendo decidido em um clima de forte polarização, influenciando as relações do Brasil com os Estados Unidos, a China e a União Europeia.

Fonte: Terra

04 de mai. de 2026

Monica de Bolle: O presidencialismo de coalizão morreu, eis o autoritarismo parlamentar

O que os últimos acontecimentos revelam sobre o ‘novo’ regime político brasileiro, e o que isso significa para os rumos do País. Devo dizer que o júbilo dos congressistas é compreensível. Afinal, ao derrubar o veto de Lula às mudanças no PL da Dosimetria, o parlamento firmou-se como poder ilimitado da República. Não há pesos e contrapesos para limitar as ações presentes e futuras dos parlamentares, o que escancara algumas verdades sobre o estado real da democracia brasileira.

Fonte: CartaCapital

23 de jan. de 2026

Economista Mônica De Bolle vê “manual do autoritarismo” e clima de Gestapo nos EUA

Mundo busca novos polos contra incerteza dos EUA e Brasil acerta ao focar nos BRICS em meio a vácuo dos americanos, avalia De Bolle. Economista Monica De Bolle critica falta de contrapesos a Trump e compara ações do governo a um “exército Gestapo”. De Bolle classifica EUA como nacionalismo econômico predatório e destaca a crise institucional e precariedade europeia. Economista alerta para financeirização, alta do custo de vida e risco de bolha tecnológica nos EUA, com impactos sociais.

Fonte: Jornal GGN

20 de ago. de 2025

Após tarifaço, inflação deve chegar ao Brasil, diz Monica de Bolle

Nos EUA, o impacto já é visível no supermercado: “Você vê todas as coisas mais caras, e tem muito aumento por vir", diz economista. O tarifaço imposto a diversos mercados pelo presidente norte-americano Donald Trump já começa a encarecer o dia-a-dia da população, mas o impacto também deve atingir o Brasil. Para ela, a política econômica de Trump – baseada em tarifas, improvisos e disputas geopolíticas – tem criado um ambiente de incerteza que empurra preços e dificulta o planejamento de consumidores e empresas.

Fonte: Jornal GGN

19 de abr. de 2023

Novo arcabouço fiscal precariza a LRF, alerta Monica de Bolle

Economista Monica de Bolle alerta para o fato de o novo arcabouço fiscal acabar com o mecanismo de contingenciamento previsto na LRF, enfraquecendo-a. O arcabouço fiscal enviado pelo governo ao Congresso Nacional vai precarizar ainda mais a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em vez de fortalecê-la. Essa é a avaliação da economista Monica de Bolle, pesquisadora sênior do Peterson Institute for International Economics (PIIE), think tank sediado em Washington.

Fonte: Blog do Vicente

11 de fev. de 2023

"O debate econômico no Brasil não é sério, parou no tempo", diz De Bolle

Para a economista, o teto de gastos foi tão alterado que provou que não funciona; deveria ser extinto. Ela é capaz de encarar debates acalorados com economistas do porte de Armínio Fraga, ganhar o apoio de André Lara Resende no embate e em seguida se virar para outro tema nas redes sociais: o que há de pertinente na discussão da moeda única ou moeda comum, proposta para o Mercosul? "Ninguém vai inventar uma moeda que substitua o real no Brasil ou o peso na Argentina.

Fonte: SBT News

11 de nov. de 2022

"A gente precisa que o mercado se cale", diz Monica de Bolle

Monica de Bolle defende que o atual teto de gastos seja revogado e substituído por uma regra fiscal "que contemple as necessidades do país". A gente precisa que esse mercado pare de interferir e pare de querer ter mais poder do que merece em questões que são única e exclusivamente de interesse da população como um todo, não apenas de interesse de um grupo que trabalha em determinadas instituições financeiras”, disse.

Fonte: Diário de Goiás

25 de fev. de 2021

O bate-boca de Armínio Fraga e Monica de Bolle sobre o auxílio emergencial

Economistas divergem sobre capacidade de endividamento do país. Nesta quarta-feira, 24, o Observatório do Conhecimento, um espaço de discussão de políticas públicas, realizou um debate entre cinco reconhecidos economistas: (em ordem alfabética) André Lara Resende, Armínio Fraga, Esther Dweck, Laura Carvalho e Monica de Bolle.

Fonte: Veja

29 de jan. de 2021

É preciso estender o estado de calamidade e o auxílio, defende Monica de Bolle

Em entrevista ao CNN Brasil Business, a economista defende que o país adote uma mentalidade parecida com a que teve em 2020 no combate à pandemia. O estado de calamidade pública decretado pelo governo federal no começo da pandemia de Covid-19 terminou no fim do ano passado. Mas o país voltou a registrar recordes de contaminação pela doença em 2021, o que vem gerando pressão de alguns setores da sociedade para que o decreto seja retomado.

Fonte: CNN Brasil

10 de dez. de 2020

Monica de Bolle passa a assinar coluna e nova editoria de economia

Quatro Cinco Um amplia cobertura de livros e debates ligados a desigualdade e à política econômica. A economista e escritora Monica Baumgarten de Bolle é a nova colunista da revista dos livros. Ela passa a publicar duas vezes por mês no site e na edição impressa, e ao mesmo tempo vai coordenar uma nova cobertura de livros e temas ligados à economia, às políticas públicas, aos direitos humanos e ao combate à desigualdade.

Fonte: Quatro cinco um

03 de nov. de 2020

“Ruptura”, novo livro de Monica de Bolle, repensa economia tradicional

Publicado pela Editora Intrínseca, é o primeiro volume da série “A Pilha de Areia”, sobre os efeitos econômicos da pandemia de Covid-19. Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

Fonte: TV Cultura

02 de out. de 2020

Para Monica de Bolle, pandemia demanda um programa de renda básica permanente

Para Monica de Bolle, a crise sanitária impõe desafios aos dogmas econômicos e demanda um programa de renda básica. Um gosto antigo pela medicina fez da economista Monica Baumgarten de Bolle uma das primeiras pessoas a alertar para o tamanho da crise que viria em 2020. A luz amarela foi acendida em janeiro, com a leitura do artigo em que o Sars-Cov-2 foi nomeado pelo Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus.

Fonte: Valor Econômico

25 de set. de 2020

Falsa escolha entre saúde e economia é um dos temas do livro da economista Monica de Bolle

Em Ruptura, autora aborda debate sobre propostas para enfrentar crise sanitária e econômica. RIO - “Ruptura” é o nome do livro que mostra a mudança radical na forma de pensar economia e suas soluções e na própria direção profissional de uma economista que tem participado ativamente do debate sobre propostas para enfrentar a crise sanitária e econômica que o mundo vive.

Fonte: O Globo

Sem imagem

20 de abr. de 2020

No Roda Viva, Monica de Bolle avalia a postura do governo Bolsonaro diante da Covid-19

Economista fez uma análise da atuação do presidente frente à pandemia de coronavírus no Brasil. Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

Fonte: TV Cultura

01 de abr. de 2020

Monica De Bolle: “Hoje, dane-se o Estado mínimo, é preciso gastar e errar pelo lado do excesso”

Para a economista da Universidade Johns Hopkins, ministro Paulo Guedes está preso a dogmas ideológicos e mantém letargia para tomar decisões que afetam quem já está passando fome. Pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Internacional e professora da Universidade Johns Hopkins, em Washington, de Bolle tem sido incansável em defender que é preciso abandonar o teto de gastos para frear a escalada da pandemia de coronavírus e seus impactos econômicos.

Fonte: El País Brasil

15 de mar. de 2020

“É preciso eliminar teto de gasto e retomar investimento público”, diz Monica de Bolle

Para a economista, o governo precisa reconhecer que o cenário mudou e trocar sua agenda econômica para dar respostas mais efetivas para a crise. A perspectiva de uma crise global deve obrigar o governo brasileiro a reavaliar sua política econômica: com a suspensão do teto de gastos e a volta do investimento público, para evitar que o Brasil volte a entrar em recessão, avalia Monica de Bolle, pesquisadora sênior em Washington do Peterson Institute for International Economics, nos Estados Unidos.

Fonte: InfoMoney

05 de nov. de 2019

Monica de Bolle: Paulo Guedes está preso nos anos 70

A economista afirma que as políticas do ministro da Economia, de defesa de um estado mínimo, não são condizentes com as necessidades do Brasil. DE BOLLE: “não dá muito para imaginar como as reformas de Guedes cabem em nossa Constituição” / Fernando Lemos A economista Monica de Bolle, diretora de estudos-latino americanos e mercados emergentes da universidade americana Johns Hopkins, não pode ser acusada de defender as políticas econômicas de Dilma Roussef.

Fonte: Exame

10 de abr. de 2018

Para Monica de Bolle, EUA perdem mais do que China em guerra comercial

"Não vou dizer que a China tem a faca e o queijo na mão, mas tem mais poder de transformar isso em algo vantajoso", diz a economista. DE BOLLE: reforma tributária de Trump pode ter severas consequências para o comércio internacional, com implicações para o crescimento (Fernando Lemos/Exame Hoje) São Paulo - De acordo com a economista Monica Baumgarten de Bolle, os Estados Unidos têm mais a perder do que a China com a disputa em torno de tarifas.

Fonte: Exame

31 de ago. de 2017

Monica de Bolle: “Privatização de Temer é vender o almoço para pagar o jantar”

Para economista, professora da Universidade Johns Hopkins nos EUA, venda de estatais "soa oportunismo". Mas esse sentimento não durou nem seis meses. A discussão e a aprovação da emenda do teto dos gastos públicos acabou com qualquer boa expectativa. E, depois da revelação da investigação sobre a suposta trama de corrupção envolvendo Temer e o empresário Joesley Batista, sócio da JBS, ela passou a defender que o presidente devia renunciar ao mandato.

Fonte: El País Brasil

27 de nov. de 2016

‘Indústria não vai se reerguer num passe de mágica’, diz Monica de Bolle

Para a economista, propostas de Trump vão levar à desaceleração econômica nos EUA a longo prazo. RIO - Pesquisadora do Peterson Institute of International Economics, um think tank americano, a economista Monica de Bolle vê semelhanças entre a agenda de Donald Trum e da ex-presidente Dilma Rousseff: Quais as semelhanças das agendas econômicas de Trump e de Dilma? A primeira delas é o viés protecionista, com regras que priorizam o conteúdo local, espécie de expansão do Buy American (Compre América).

Fonte: O Globo

20 de fev. de 2016

Por que o Brasil deveria pedir ajuda ao FMI, segundo a economista Monica de Bolle

Para a pesquisadora do Instituto Peterson de Economia, Brasil deveria deixar estigmas e carga ideológica de lado, e recorrer ao Fundo. SÃO PAULO – Em um artigo do final do ano passado em co-autoria com o economista Ernesto Talvi, a pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Monica de Bolle fez uma defesa polêmica: o Brasil deveria recorrer ao FMI (Fundo Monetário Internacional), em meio ao cenário de crise que o País vive.

Fonte: InfoMoney

04 de dez. de 2015

'Nenhum roteirista de novela faria um enredo tão complexo’, diz Monica Baumgarten de Bolle

Economista afirma que reação do mercado é irracional e vê piora na recessão e na inflação em 2016. WASHINGTON - Muitos sentiram alívio ontem quando a cotação do dólar caiu e o valor das ações das empresas brasileiras subiu, puxado pelas estatais, depois que foi aceito o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos deputados.

Fonte: O Globo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Monica de Bolle?

É uma economista brasileira, professora da Johns Hopkins e pesquisadora sênior do Peterson Institute.

Onde Monica de Bolle nasceu?

No Rio de Janeiro, em 1973.

Onde Monica de Bolle estudou?

Fez graduação e mestrado na PUC-Rio e doutorado na London School of Economics.

Monica de Bolle é imunologista?

Na pandemia, especializou-se em imunologia, genética e bioquímica na Escola de Medicina de Harvard.

Quais livros Monica de Bolle escreveu?

Como Matar a Borboleta Azul (2016), Ruptura (2020) e O Futuro da Indústria no Brasil, com Edmar Bacha.

Monica de Bolle ganhou o Jabuti?

Sim, em 2014, com O Futuro da Indústria no Brasil.

Por que Monica de Bolle saiu do Estadão?

Perdeu a coluna em 2020 e sugeriu nas redes que o fim se devia às críticas a Paulo Guedes.

O que Monica de Bolle pensa do teto de gastos?

Defendeu sua extinção, dizendo que as alterações provaram que ele não funciona.

Monica de Bolle traduziu Piketty?

Sim, foi a tradutora de O Capital no Século XXI para o português.

O que Monica de Bolle disse sobre o tarifaço de Trump?

Que traria inflação também ao Brasil e defendeu retaliação às tarifas.

Monica de Bolle participou do Roda Viva?

Sim, em 2016 e em 2020.

Sobre o que é o livro Ruptura?

Sobre a mudança na forma de pensar a economia na pandemia e a falsa escolha entre saúde e economia.

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