Foto oficial de Drauzio Varella

Drauzio Varella

Médico oncologista, escritor e divulgador científico

Em exercício desde 1965
Biografia

Resumo biográfico

Drauzio Varella é um médico oncologista, cientista, escritor e divulgador científico brasileiro, conhecido por levar informação médica a milhões de pessoas pela televisão, pelo rádio, por livros e pela internet. Nascido Antônio Drauzio Varella em São Paulo, em 3 de maio de 1943, ele tem 83 anos. É autor de Estação Carandiru, vencedor do Prêmio Jabuti, apresenta séries de saúde no Fantástico, da TV Globo, desde 2000, e há décadas defende o Sistema Único de Saúde, a vacinação e a ciência contra a desinformação. Drauzio é neto, pelo lado paterno, de um imigrante galego e, pelo lado materno, de imigrantes portugueses. Cresceu em São Paulo e foi aprovado em segundo lugar na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde se formou. Antes de se dedicar apenas à medicina, foi professor de física e química e um dos fundadores da Rede Objetivo e da Universidade Paulista (Unip), onde lecionou por muitos anos. A turma de medicina dele completou 50 anos de formatura no início da década de 2020. A curiosidade por histórias, diz ele, vem da infância no Brás, bairro operário onde nasceu durante a Segunda Guerra Mundial. À noite, os imigrantes italianos, espanhóis e portugueses punham cadeiras na calçada e contavam histórias da guerra e das aldeias de onde tinham vindo, e o menino de 5 ou 6 anos sentava no chão para ouvir. "Eu não sou escritor de ficção, gosto de contar essas histórias mesmo", disse ao Estadão. Ele afirma ler mais ficção do que não ficção e cita Machado de Assis entre os autores que o marcaram. No começo dos anos 1970, já formado, passou a trabalhar com o professor Vicente Amato Neto na área de moléstias infecciosas do Hospital do Servidor Público de São Paulo. Depois, dirigiu por 20 anos o serviço de imunologia do Hospital do Câncer, em São Paulo, e, de 1990 a 1992, o serviço de câncer do Hospital do Ipiranga. Foi professor em faculdades brasileiras e em instituições no exterior, como o Memorial Hospital de Nova York, a Cleveland Clinic, o Instituto Karolinska, de Estocolmo, a Universidade de Hiroshima e o National Cancer Institute, em Tóquio. Segundo o próprio Drauzio, um tratamento contra o câncer em que trabalhou lhe deu notoriedade internacional. Drauzio foi um dos pioneiros no estudo da aids no Brasil, sobretudo do sarcoma de Kaposi, um tipo de câncer associado à doença. Em 1986, orientado pelo radialista Fernando Vieira de Mello, começou campanhas de rádio para explicar à população como o HIV era transmitido e como se prevenir. A atuação no rádio abriu caminho para a carreira de comunicador que o tornaria o médico mais conhecido do país. Nas memórias de O Exercício da Incerteza, ele conta que atuou como sanitarista nos anos 1960 e 1970, quando viu de perto a precariedade da saúde no Brasil, e que viajou aos Estados Unidos no início dos anos 1980, quando um vírus desconhecido matava jovens, sobretudo homens gays. Foi um dos primeiros brasileiros a conhecer o vírus da aids e passou a combater o conceito de grupo de risco: "Não existe grupo de risco, mas comportamento de risco". O livro também relata uma viagem com cientistas brasileiros à antiga União Soviética, cuja medicina era pouco conhecida no Ocidente. Em 1989, entrou pela primeira vez na Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, para pesquisar a prevalência do HIV entre os presos. Ficou como médico voluntário até 2002, quando o presídio foi desativado. Para a prevenção da aids na cadeia, idealizou a revista em quadrinhos O Vira-Lata. Quando começou, o Brasil tinha cerca de 90 mil presos; hoje tem perto de 800 mil, número que ele cita para defender que a cadeia não reduz a violência urbana. "O que faz diminuir a violência? Educação e oportunidade", disse ao Estadão em 2025. A experiência no Carandiru deu origem a Estação Carandiru, lançado em 1999. O livro narra o convívio com os presos ao longo de anos de atendimento e reconstitui, segundo a versão dos detentos, o massacre de 2 de outubro de 1992, quando a Polícia Militar invadiu o pavilhão 9 e matou 111 presos. Virou best-seller e ganhou o Prêmio Jabuti de não ficção em 2000. Em 2003, Hector Babenco levou a história ao cinema, com Rodrigo Santoro no elenco, e o filme atraiu cerca de 4 milhões de espectadores. A obra também deu origem à série Carandiru – Outras Histórias e à peça Salmo 91. Em 2012, na semana em que o massacre completou 20 anos, lançou Carcereiros, sobre os agentes penitenciários, e, em 2017, Prisioneiras, sobre o trabalho voluntário na Penitenciária Feminina da Capital, completando a trilogia. Em 2021, foi lançado o documentário Encarcerados, ligado a esse trabalho. A obra literária vai além das prisões. Nas Ruas do Brás, sobre a infância no bairro paulistano, foi premiado na Feira Internacional do Livro de Bolonha e na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em 2001, como revelação de autor de literatura infantil. Florestas do Rio Negro foi indicado ao Jabuti em 2002. Por um Fio, de 2004, reúne histórias de pacientes com câncer e de seus familiares, incluindo a relação com o irmão, o também oncologista Fernando Varella, morto em 1991. O livro virou o filme Por um Fio, dirigido por David Schurmann, com Romulo Estrela no papel de Drauzio e Bruno Gagliasso como Fernando; as filmagens terminaram em março de 2024. Em 2015, publicou Correr, sobre maratonas e a cidade; corredor há mais de 20 anos, ele diz que a corrida não é um prazer, mas uma necessidade para manter a saúde. Também escreveu O Médico Doente. Em 2022, lançou O Exercício da Incerteza, memórias de mais de meio século de medicina, da descoberta do vírus da aids à pandemia de covid-19. Em 2025, publicou seu 20º livro, O Sentido das Águas, com histórias de mais de 30 anos de viagens pela bacia do Rio Negro, onde conheceu ribeirinhos, indígenas, garimpeiros e militares e chegou a escalar o Pico da Neblina. O Sentido das Águas reúne episódios de mais de uma centena de viagens à Amazônia e causos de comerciantes, mateiros, parteiras, militares e garimpeiros. No livro, Drauzio escreve que o garimpo ilegal destrói a floresta e espalha malária, infecções sexualmente transmissíveis, verminoses e desnutrição, sobretudo entre os indígenas, cujas terras, segundo ele, foram invadidas em proporções inéditas entre 2018 e 2022. Mas evita demonizar os garimpeiros: "Quem vai para o garimpo é o pobre. O rico compra máquina e aluga para quem está garimpando". O lançamento em São Paulo, em 2 de abril de 2025, foi no Teatro Raul Cortez, e em abril ele foi o entrevistado do Roda Viva, da TV Cultura. Na região amazônica, Drauzio coordena, com apoio da Unip e da Fapesp, um projeto de bioprospecção que coleta plantas brasileiras para testar extratos contra o câncer e contra bactérias resistentes a antibióticos. Na televisão, estreou no Fantástico em 15 de outubro de 2000 com Viagem ao Corpo Humano, série de 14 reportagens sobre fecundação, sexo, puberdade, envelhecimento e morte. Desde então, apresentou séries sobre gravidez, com cinco gestantes acompanhadas desde o primeiro mês (2003), Transplante, o Dom da Vida (2009), o tabagismo, com três fumantes tentando largar o cigarro, e Qual é a Diferença? (2015), com o ator e judoca Breno Viola, sobre síndrome de Down. Em 2024, lançou uma série sobre alergias e, em 2025, Trilhas da Mente, gravada no Instituto Estadual do Cérebro, no Rio, com o neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho. Ele também participou de programas no Canal Universitário e na TV Senado e mantém um portal e um canal no YouTube com equipe própria. Sobre a fama, diz que "não dá para ir à padaria sem dar uma consulta". Outras séries trataram da menopausa, com personagens enfrentando mudanças no sono, no humor e fogachos, e do nanismo, com a genética do crescimento e a luta por acessibilidade. Para Drauzio, o maior desafio é encontrar uma linguagem que os espectadores mais simples entendam sem uma simplificação grosseira que afaste quem tem mais formação. A exposição na TV, diz, o colocou na posição de "médico da população brasileira", sobretudo durante a pandemia, e o obriga a orientar pessoas na rua sobre onde e como buscar atendimento. Ele também aparece no documentário sobre Pedrinho Matador, dirigido por Fernando Grostein Andrade e Fernando Siqueira. Além do Fantástico, mantém um portal de saúde, um canal no YouTube e perfis no Facebook, no Instagram e no TikTok. Mesmo depois da implosão do Carandiru, continuou visitando presos e segue atendendo semanalmente no sistema prisional paulista. A maior crise de sua carreira começou em março de 2020. Em uma reportagem do Fantástico sobre as condições de vida de detentas transexuais, Drauzio abraçou Suzy de Oliveira, que contou estar havia oito anos sem receber visitas. O abraço comoveu o país, e a presa recebeu centenas de cartas. Dias depois, documentos divulgados por advogados mostraram que ela havia sido condenada a 36 anos e oito meses de prisão por estuprar e matar um menino de 9 anos em 2010. Drauzio disse que não conhecia o crime, porque atende nos presídios como médico ("sou médico, não juiz"), e, em 10 de março de 2020, pediu desculpas à família da vítima. A Globo também se desculpou no Jornal Nacional e, segundo a imprensa, demitiu parte da equipe do programa. Em junho de 2021, a Justiça de São Paulo condenou Drauzio e a Globo, em primeira instância, a pagar R$ 150 mil ao pai do menino. Em maio de 2022, a 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou a condenação por unanimidade, entendendo que a reportagem tratava da situação das presas, e não de seus crimes. Em 2023, na festa de 50 anos do Fantástico, ele relembrou as ameaças que recebeu e disse: "o erro foi meu". Na pandemia de covid-19, Drauzio defendeu o isolamento social e a vacinação. Em março de 2020, o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, compartilhou um vídeo antigo do médico, gravado em janeiro, quando o vírus ainda não havia chegado ao Brasil, que dizia não haver necessidade de mudar a rotina. A equipe de Drauzio chamou a divulgação de "desserviço" e lembrou que as orientações tinham mudado. Em 2021, a oposição pediu que ele fosse ouvido na CPI da Covid, no Senado. Ele também tem sido alvo de golpes: em dezembro de 2025, entrou com processo contra a Meta, dona de Facebook e Instagram, por anúncios falsos que usavam sua imagem para vender produtos, prática revelada pelo Fantástico. Como colunista, Drauzio escreve sobre medicina e sociedade na Folha de S.Paulo e já publicou artigos em outros veículos. Em fevereiro de 2022, na CartaCapital, alertou que os sistemas de saúde historicamente negligenciam as sequelas crônicas das pandemias virais e lembrou que, depois da gripe espanhola de 1918, aumentaram no mundo os casos de encefalite letárgica e de quadros parecidos com o mal de Parkinson. Para ele, a covid longa precisava ser levada a sério por médicos e governos. Ele também é um crítico conhecido da medicina alternativa e de tratamentos sem comprovação científica. Drauzio é ateu e já disse que nunca sentiu que ajoelhar diante de um altar ajudaria alguém a viver melhor. Sobre os ataques de negacionistas nas redes, afirmou ao Estadão: "Tenho desprezo total". É defensor do SUS, cuja criação considera "a maior revolução da medicina brasileira", e critica a concentração de renda. Em outubro de 2026, ao inaugurar a Faculdade Santa Dulce, em Salvador, disse que a inteligência artificial veio para ajudar os médicos, e não para substituí-los. Em 25 de outubro de 2026, dia do segundo turno da eleição presidencial, declarou pela primeira vez o voto, em Luiz Inácio Lula da Silva, durante a Live da Virada, transmissão organizada pelo deputado André Janones. Disse que um governo de Flávio Bolsonaro seria "uma tragédia" para a saúde, citou as cerca de 700 mil mortes na pandemia, a falta de oxigênio em Manaus e o envio de cloroquina à cidade, e chamou de irreal a promessa de oferecer atendimento no padrão do Hospital Israelita Albert Einstein a toda a população. Lula foi reeleito naquele domingo. Drauzio é casado desde 1981 com a atriz Regina Braga, que conheceu num curso de teatro em que ela era a professora. O casal ficou separado por um período nos anos 1990 e reatou. Regina Braga, que atuou na novela Um Lugar ao Sol, já era atriz quando os dois se conheceram; Drauzio diz que entrou na divulgação pelo caminho da medicina, falando de aids no rádio nos anos 1980. Eles têm duas filhas. Em outubro de 2026, os dois participaram do lançamento da companhia de teatro Sal Grosso, da qual integram o conselho consultivo.
Carreira

Trajetória

  1. 2022 — atual
    Médico voluntário

    Voltou aos presídios masculinos como único médico da unidade, com mais de mil presos à espera de julgamento.

  2. 2006 — 2020
    Médico voluntário

    Atendeu as presas uma vez por semana até a pandemia; a experiência deu origem ao livro Prisioneiras (2017).

  3. 2002 — 2006
    Médico voluntário

    Depois da implosão do Carandiru, atendeu por três anos na Penitenciária do Estado e por mais um ano no CDP da Vila Independência.

  4. 2000 — atual
    Colunista

    Coluna sobre medicina e sociedade.

  5. 2000 — atual
    Apresentador de séries de saúde

    Estreou em 15 de outubro de 2000 com Viagem ao Corpo Humano; séries recentes incluem Alergia (2024) e Trilhas da Mente (2025).

  6. 1990 — 1992
    Diretor do serviço de câncer

    Dirigiu o serviço de oncologia do hospital.

  7. 1989 — 2002
    Médico voluntário

    Começou pesquisando a prevalência do HIV entre detentos e atendeu no presídio até a desativação.

  8. 1986 — atual
    Comunicador em campanhas de rádio sobre aids

    Sob orientação do radialista Fernando Vieira de Mello, iniciou campanhas de prevenção.

  9. 1980 — atual
    Pesquisador pioneiro em aids

    Um dos pioneiros no estudo da aids no Brasil, sobretudo do sarcoma de Kaposi.

  10. 1970 — atual
    Médico de moléstias infecciosas

    No início dos anos 1970, trabalhou com o professor Vicente Amato Neto.

  11. 1965 — atual
    Professor de física e química

    Fundou em 1965, com João Carlos Di Genio, o Cursinho Objetivo, onde lecionou física e química por muitos anos.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Livro1999
Estação Carandiru
Livro

Relato dos anos como médico voluntário no Carandiru; Prêmio Jabuti de não ficção em 2000 e filme de Hector Babenco em 2003.

Livro2012
Carcereiros
Livro

Segundo volume da trilogia do Carandiru, contado pelos agentes penitenciários.

Livro2017
Prisioneiras
Livro

Terceiro volume da trilogia, sobre a Penitenciária Feminina da Capital.

Livro2004
Por um Fio
Livro e filme

Livro de 2004 sobre pacientes com câncer e o irmão Fernando; filme de David Schurmann com Romulo Estrela e Bruno Gagliasso.

Livro2022
O Exercício da Incerteza
Livro de memórias

Memórias de mais de 50 anos de medicina, da aids à covid-19.

Livro2025
O Sentido das Águas
Livro

20º livro do autor, com histórias de mais de 30 anos de viagens pelo Rio Negro.

Mídia2000
Viagem ao Corpo Humano
Série do Fantástico

Primeira série do médico na TV Globo, com 14 reportagens sobre as etapas da vida.

Mídia2025
Trilhas da Mente
Série do Fantástico

Série em três episódios gravada no Instituto Estadual do Cérebro, no Rio.

Saúde
O Vira-Lata
Revista em quadrinhos

Gibi idealizado para a prevenção da aids na cadeia.

Na imprensa

Notícias de outros portais

25 de fev. de 2022

Depois da covid-19, as sequelas

Em artigo, Drauzio alertou que os sistemas de saúde historicamente negligenciam os quadros crônicos deixados por pandemias virais, como a covid longa.

Fonte: CartaCapital

Galeria

Galeria de fotos

Causas

Causas e valores defendidos

Sus

Defende o Sistema Único de Saúde como a maior revolução da medicina brasileira.

Prevenção da aids

Atua desde os anos 1980 em campanhas de prevenção e no estudo da doença.

Sistema prisional

Denuncia as condições das prisões e defende que cadeia não reduz a violência urbana.

Vacinação e ciência

Combate a desinformação e o movimento antivacina.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Drauzio Varella?

Drauzio Varella é um médico oncologista, escritor e divulgador científico, autor de Estação Carandiru e apresentador de séries de saúde no Fantástico.

Quantos anos tem Drauzio Varella?

Ele nasceu em São Paulo em 3 de maio de 1943. Tem 83 anos.

Drauzio Varella ainda é vivo?

Sim. Em outubro de 2026, ele participou de eventos em Salvador e em São Paulo e declarou voto na eleição presidencial.

Qual é a religião de Drauzio Varella?

Drauzio é ateu. Ele diz que nunca sentiu que ajoelhar diante de um altar ajudaria alguém a viver melhor.

Drauzio Varella é casado com quem?

Ele é casado desde 1981 com a atriz Regina Braga.

Drauzio Varella tem filhos com Regina Braga?

Sim. O casal tem duas filhas.

O que aconteceu no caso Suzy?

Em 2020, Drauzio abraçou uma detenta em reportagem do Fantástico sem saber que ela fora condenada por matar uma criança. Ele pediu desculpas; a indenização de primeira instância foi derrubada pelo TJ-SP em 2022.

O que Drauzio Varella disse sobre o SUS?

Ele considera a criação do SUS a maior revolução da medicina brasileira, reconhecida no exterior.

Drauzio Varella trabalhou no Carandiru?

Sim. Foi médico voluntário no presídio de 1989 a 2002, experiência que originou Estação Carandiru, Carcereiros e Prisioneiras.

Drauzio Varella ainda corre maratona?

Ele pratica corrida há mais de 20 anos e escreveu o livro Correr (2015), sobre maratonas.

Drauzio Varella apoia Lula?

Em 25 de outubro de 2026, ele declarou voto em Lula pela primeira vez e disse que um governo de Flávio Bolsonaro seria uma tragédia para a saúde.

Quais livros Drauzio Varella escreveu?

Ele escreveu 20 livros, entre eles Estação Carandiru, Carcereiros, Prisioneiras, Por um Fio, Correr, O Exercício da Incerteza e O Sentido das Águas.

Drauzio Varella é da ABL?

Não. Ele não é membro da Academia Brasileira de Letras; seu principal prêmio literário é o Jabuti de 2000.

Perfis relacionados

Outros perfis