Foto oficial de Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin

Vice-presidente da República (PSB)

Em exercício desde 2023
Biografia

Resumo biográfico

Geraldo Alckmin é vice-presidente da República desde janeiro de 2023 e foi reeleito na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de outubro de 2026, para mais quatro anos. Médico anestesista e filiado ao PSB, é conhecido por ter governado São Paulo por mais tempo que qualquer outro político desde a redemocratização, em quatro mandatos pelo PSDB. Começou na política como vereador em Pindamonhangaba, em 1972, e foi prefeito da cidade, deputado estadual, deputado federal constituinte e vice-governador de Mário Covas. Assumiu o governo paulista em 2001, com a doença e a morte de Covas, e voltou a ser eleito em 2002, 2010 e 2014. Disputou a Presidência em 2006, quando perdeu o segundo turno para Lula, e em 2018, quando ficou em quarto lugar. Depois de 33 anos no PSDB, deixou o partido em 2021, filiou-se ao PSB e formou com o antigo adversário a chapa que venceu Jair Bolsonaro em 2022. No primeiro mandato, acumulou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços até abril de 2026 e comandou as negociações com os Estados Unidos durante o tarifaço do governo Donald Trump. Depois da reeleição, o nome dele passou a ser citado por interlocutores do mercado financeiro para o Ministério da Fazenda no quarto mandato de Lula, segundo a VEJA (27/10/2026). Origem e formação Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho nasceu em 7 de novembro de 1952, em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba (SP), e tem 73 anos. É filho de Míriam Penteado e de Geraldo José Rodrigues Alckmin. É sobrinho de José Geraldo Rodrigues de Alckmin, ministro do Supremo Tribunal Federal, e primo de José Maria Alkmin, vice-presidente da República no governo Castelo Branco. É católico praticante. Formou-se em medicina em 1977 pela Faculdade de Medicina de Taubaté, hoje ligada à Universidade de Taubaté, e especializou-se em anestesiologia no Iamspe, em 1979. Foi professor convidado do mestrado em Cidades Inteligentes e Sustentáveis da Universidade Nove de Julho entre 2019 e 2022 e é membro da Academia de Medicina de São Paulo. Em 2007, foi aluno visitante do Centro Weatherhead de Relações Internacionais da Universidade Harvard. Início da carreira política (1972-1994) Alckmin filiou-se ao MDB em 1972, aos 19 anos, e no mesmo ano foi eleito vereador em Pindamonhangaba. Em 1976, venceu a eleição para prefeito da cidade por 67 votos de diferença e assumiu em 1977, no último ano da faculdade. Foi o prefeito mais jovem da história do município. Em 1982, foi eleito deputado estadual com 96.232 votos. Em 1986, chegou à Câmara dos Deputados com 125.127 votos e participou da Assembleia Nacional Constituinte. Em 1988, deixou o PMDB com Franco Montoro, Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso, José Serra e outros dissidentes para fundar o PSDB. Reeleito deputado federal em 1990, participou da elaboração do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990). Presidiu o diretório paulista do PSDB de 1991 a 1994. Vice-governador de Mário Covas (1995-2001) Em 1994, foi eleito vice-governador na chapa de Mário Covas e presidiu o Programa Estadual de Desestatização, que privatizou estatais paulistas e concedeu rodovias à iniciativa privada. A chapa foi reeleita em 1998. Em 2000, Alckmin disputou a Prefeitura de São Paulo e não passou do primeiro turno. Governador de São Paulo (2001-2006) Com o agravamento do câncer de Covas, assumiu o governo interinamente em 22 de janeiro de 2001 e se tornou governador com a morte dele, em 6 de março de 2001. Em 2002, foi reeleito: teve 7,5 milhões de votos (38,28%) no primeiro turno e venceu José Genoino (PT) no segundo. Deixou o cargo em 30 de março de 2006 para disputar a Presidência e passou o governo ao vice, Cláudio Lembo. Eleição presidencial de 2006 Escolhido candidato do PSDB depois da desistência de José Serra, Alckmin levou a disputa contra Lula ao segundo turno. Em debate na TV, disse que o governo petista era "parado na economia e acelerado nos escândalos". No segundo turno, teve 39,17% dos votos válidos, contra 60,83% de Lula, e recebeu menos votos do que no primeiro turno, segundo a BBC News Brasil. Entre a derrota e a volta ao governo (2007-2010) Em 2008, disputou a Prefeitura de São Paulo contra o prefeito Gilberto Kassab (DEM), que tinha o apoio do governador José Serra, e ficou em terceiro lugar, fora do segundo turno. Em 2009, o governador José Serra o nomeou secretário estadual de Desenvolvimento, cargo que deixou em 2010 para concorrer ao governo. Governador de São Paulo (2011-2018) Em 2010, foi eleito no primeiro turno com 11,5 milhões de votos (50,63%), contra Aloizio Mercadante (PT). Em 2014, foi reeleito também no primeiro turno, com 12,2 milhões de votos (57,31%). Nesses mandatos, enfrentou alguns dos episódios mais criticados de sua carreira. Em janeiro de 2012, a Polícia Militar cumpriu a reintegração de posse do Pinheirinho, em São José dos Campos, área ocupada por cerca de 1.600 famílias num terreno ligado à massa falida de uma empresa do investidor Naji Nahas. A operação foi criticada por movimentos sociais e pela oposição. Em junho de 2013, o reajuste das tarifas de metrô e trens, junto com o dos ônibus da capital, desencadeou protestos em todo o país, e Alckmin e o prefeito Fernando Haddad revogaram o aumento. Entre 2014 e 2015, São Paulo viveu a maior crise hídrica de sua história, com o Sistema Cantareira em nível mínimo. O governo foi acusado de demorar a admitir o problema: em janeiro de 2015, sob pressão, Alckmin admitiu pela primeira vez que havia racionamento, segundo o El País (14/01/2015). Em dezembro de 2014, o TRE-SP desaprovou as contas da campanha de reeleição de Alckmin e do vice Márcio França, porque doações não tinham sido informadas nas prestações parciais. A rejeição não impediu a diplomação. Em dezembro de 2017, foi eleito presidente nacional do PSDB, no lugar de Aécio Neves. Em 6 de abril de 2018, renunciou ao governo para disputar a Presidência, e Márcio França assumiu. Eleição presidencial de 2018 Alckmin montou a maior coligação da disputa, com o apoio dos partidos do Centrão, e tinha o maior tempo de propaganda na TV. Mesmo assim, terminou em quarto lugar, com 5.096.349 votos (4,76%), o pior resultado de um candidato do PSDB à Presidência. Segundo O Globo, a votação no país inteiro foi menos da metade da que ele teve só em São Paulo em 2014. Depois da derrota, anunciou um "pit-stop" na política e passou a apresentar quadros sobre saúde na televisão como "doutor Geraldo". Vice-presidente e ministro (2023-2026) Em dezembro de 2021, deixou o PSDB. Filiou-se ao PSB em março de 2022 e, em abril, foi anunciado como vice na chapa de Lula, numa aliança articulada por Fernando Haddad e Márcio França. A chapa venceu Jair Bolsonaro no segundo turno, em 30 de outubro de 2022. Alckmin coordenou o gabinete de transição e tomou posse como vice-presidente em 1º de janeiro de 2023. Acumulou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), onde lançou a política industrial Nova Indústria Brasil, e defendeu o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, assinado em janeiro de 2026. Até fevereiro de 2024, tinha assumido a Presidência por 82 dias, mais que qualquer vice nos primeiros 14 meses de governo desde a redemocratização. Em 2025, foi o principal negociador do governo com os Estados Unidos depois que Trump impôs tarifa de 50% a produtos brasileiros, e em 2026 classificou como "injusta e descabida" uma nova sobretaxa americana sobre o etanol. Em fevereiro de 2025, a denúncia da Procuradoria-Geral da República sobre a trama golpista apontou que Jair Bolsonaro sabia e concordou com um plano para matar Lula, Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, segundo a Agência Brasil. Alckmin deixou o MDIC no início de abril de 2026, como exige a lei eleitoral para quem disputa a eleição, mas continuou vice-presidente. É vice-presidente nacional do PSB desde junho de 2025. Eleição de 2026 O PSB e Alckmin resistiram à ideia de Lula de lançá-lo ao Senado por São Paulo e mantiveram a vaga de vice na chapa da reeleição. Na campanha do segundo turno contra Flávio Bolsonaro, ganhou protagonismo como ponte com o eleitorado de centro e de direita. Kátia Abreu defendeu publicamente "mais Alckmin e menos Janja" na campanha, e um vídeo de 2016 em que ele chamava Lula de "retrato do PT, partido envolvido em corrupção" voltou a circular nas redes. A campanha de Flávio pediu ao TSE a cassação da chapa Lula-Alckmin por abuso de poder no desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula no Carnaval de 2026. O TSE admitiu a ação em setembro. O partido Novo também pediu a cassação da chapa por 35 medidas tomadas em ano eleitoral. Em setembro, quando uma polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida atingiu a campanha de Flávio, Alckmin gravou vídeo prometendo que o governo preservaria as tradições católicas. Em Aparecida, em 12 de outubro, foi recebido com gritos de apoio e de "ladrão" na saída da missa, e pediu isenção da Justiça Eleitoral. Em Campinas, em 21 de outubro, desconversou quando perguntado se pretende disputar a Presidência em 2030. Lula venceu o segundo turno de 25 de outubro com 51,79% dos votos válidos. No discurso da vitória, Alckmin disse que o presidente "salvou a democracia pela segunda vez". No dia seguinte, rebateu Donald Trump, que disse que a eleição "pareceu fraudada", e classificou a declaração como "totalmente equivocada". Na reta final, a campanha o escalou para rebater a proposta de Flávio de cortar R$ 200 bilhões em despesas, que ele comparou às medidas de Javier Milei, segundo O Globo (20/10/2026). Depois da vitória, interlocutores da Faria Lima passaram a defender seu nome para o Ministério da Fazenda no quarto mandato de Lula, segundo a coluna Radar Econômico, da Veja (27/10/2026). Patrimônio Na candidatura de 2026, Alckmin declarou ao TSE bens no valor de R$ 6,58 milhões, segundo os dados abertos da Justiça Eleitoral. Processos e investigações Em 2016, delações de executivos da Odebrecht apontaram repasses de caixa 2 às campanhas de Alckmin ao governo em 2010 e 2014. Em julho de 2020, a Polícia Federal o indiciou por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa 2. A Justiça Eleitoral aceitou a denúncia e bloqueou R$ 11,3 milhões em bens dele. Em dezembro de 2022, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, trancou a ação penal, porque ela se baseava em provas do acordo de leniência da Odebrecht já declaradas imprestáveis pelo Supremo. Em 2023, o processo foi arquivado e o bloqueio de bens foi levantado. A ação de improbidade sobre o mesmo caso, movida pelo Ministério Público de São Paulo, foi trancada pelo ministro Dias Toffoli em outubro de 2024, por falta de provas. Em agosto de 2025, a Segunda Turma do STF rejeitou recurso da PGR e manteve o arquivamento. Alckmin sempre negou ter recebido recursos ilegais. Posições políticas Alckmin foi por décadas um dos principais nomes da centro-direita, defensor de privatizações e concessões e crítico do PT, partido que acusou de corrupção até 2016. Desde 2022, defende o governo Lula, a reindustrialização com inovação e a abertura comercial por acordos como o do Mercosul com a União Europeia. Na campanha de 2026, defendeu a investigação do caso Banco Master "doa a quem doer" e pediu que a privatização da Sabesp, feita pelo governo Tarcísio de Freitas, fosse investigada. Linha do tempo 1952: nasce em Pindamonhangaba (SP), em 7 de novembro. 1972: é eleito vereador em Pindamonhangaba. 1977: forma-se em medicina e assume a Prefeitura de Pindamonhangaba. 1982: é eleito deputado estadual. 1986: é eleito deputado federal constituinte. 1988: participa da fundação do PSDB. 1994: é eleito vice-governador na chapa de Mário Covas. 2001: assume o governo de São Paulo com a morte de Covas. 2002: é reeleito governador. 2006: perde a eleição presidencial para Lula no segundo turno. 2010: é eleito governador no primeiro turno. 2014: é reeleito governador no primeiro turno. 2018: renuncia ao governo e fica em quarto lugar na eleição presidencial. 2021: deixa o PSDB. 2022: filia-se ao PSB e é eleito vice-presidente na chapa de Lula. 2023: toma posse como vice-presidente e ministro do Desenvolvimento. 2026: deixa o MDIC em abril e é reeleito vice-presidente em 25 de outubro.
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — 2026
    Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

    Acumulou a pasta com a vice-presidência e deixou o cargo no início de abril de 2026 para disputar a eleição.

  2. 2023 — atual
    Vice-presidente da República

    Eleito em 2022 e reeleito em 2026 na chapa de Lula, pelo PSB.

  3. 2018 — 2018
    Candidato à Presidência da República

    Ficou em quarto lugar em 2018, com 5.096.349 votos (4,76%).

  4. 2017 — 2019
    Presidente nacional do PSDB

    Eleito em dezembro de 2017, no lugar de Aécio Neves.

  5. 2011 — 2018
    Governador de São Paulo

    Eleito no primeiro turno em 2010 (50,63%) e em 2014 (57,31%). Renunciou em 6 de abril de 2018.

  6. 2009 — 2010
    Secretário estadual de Desenvolvimento de São Paulo

    Nomeado pelo governador José Serra em janeiro de 2009.

  7. 2006 — 2006
    Candidato à Presidência da República

    Perdeu o segundo turno de 2006 para Lula, com 39,17% dos votos válidos.

  8. 2001 — 2006
    Governador de São Paulo

    Assumiu com a morte de Mário Covas, em março de 2001, e foi reeleito em 2002. Renunciou em março de 2006 para disputar a Presidência.

  9. 1995 — 2001
    Vice-governador de São Paulo

    Na chapa de Mário Covas, eleito em 1994 e reeleito em 1998. Presidiu o Programa Estadual de Desestatização.

  10. 1987 — 1995
    Deputado federal constituinte

    Eleito em 1986 com 125.127 votos e reeleito em 1990. Participou da fundação do PSDB em 1988.

  11. 1983 — 1987
    Deputado estadual de São Paulo

    Eleito em 1982 com 96.232 votos.

  12. 1977 — 1982
    Prefeito de Pindamonhangaba

    Eleito em 1976 por 67 votos de diferença; o mais jovem prefeito da cidade.

  13. 1973 — 1976
    Vereador de Pindamonhangaba

    Eleito pelo MDB em 1972, aos 19 anos.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Lei sancionada1990
Código de Defesa do Consumidor
Lei 8.078/1990

Alckmin participou, como deputado federal, da elaboração do código que estabeleceu as regras de proteção ao consumidor no país.

Programa estadual1995
Programa Estadual de Desestatização
Privatizações e concessões em São Paulo

Como vice-governador de Mário Covas, presidiu o programa que privatizou estatais paulistas e concedeu rodovias à iniciativa privada.

Programa federal2024
Nova Indústria Brasil
Política industrial do governo federal

Estratégia de reindustrialização lançada pelo MDIC na gestão Alckmin, com metas de produtividade, inovação e exportação.

Acordo comercial2026
Acordo Mercosul-União Europeia
Assinado em janeiro de 2026

Alckmin defendeu o acordo no governo e no diálogo com o setor produtivo. Segundo a CNI, mais de cinco mil produtos brasileiros terão imposto de importação zerado na União Europeia.

Comércio exterior2025
Negociação do tarifaço americano
Tarifas de 50% dos EUA sobre o Brasil

Em 2025, coordenou as negociações do governo brasileiro com os Estados Unidos depois que Donald Trump impôs tarifas de 50% a produtos do país.

Gestão pública2022
Gabinete de transição de 2022
Transição entre os governos Bolsonaro e Lula

Designado em 1º de novembro de 2022 para coordenar a equipe de transição do governo eleito.

Na imprensa

Notícias de outros portais

27 de out. de 2026

O paradoxo de Alckmin na Fazenda

Segundo a coluna Radar Econômico, interlocutores da Faria Lima preferem Alckmin para o Ministério da Fazenda no quarto mandato de Lula. A nota aponta o dilema político: o vice tem mandato próprio e peso político, e entregar a ele a economia seria diferente de nomear um ministro comum.

Fonte: Veja

26 de out. de 2026

Trump questiona eleição brasileira e Alckmin rebate: “equivocado”

Donald Trump disse a jornalistas que a eleição brasileira "pareceu fraudada" e criticou a prorrogação do horário de votação, repetindo o discurso da campanha de Flávio Bolsonaro, mas evitou atacar Lula. Alckmin classificou a declaração como "totalmente equivocada" e defendeu a segurança do sistema eleitoral.

Fonte: Agência Brasil

25 de out. de 2026

Articulador de Lula com empresários e negociador no tarifaço, Alckmin é reeleito vice-presidente

Alckmin foi reeleito vice-presidente na chapa de Lula e terá mais quatro anos de mandato. O texto lembra a trajetória desde 1972, os quatro mandatos como governador de São Paulo, a coordenação da Nova Indústria Brasil e a liderança nas negociações de tarifas com os Estados Unidos em 2025. Na campanha do segundo turno, ganhou protagonismo sob o lema "menos Janja e mais Alckmin".

Fonte: G1

25 de out. de 2026

Após vitória, Alckmin diz que Lula salvou democracia pela segunda vez

No discurso da vitória no segundo turno, Alckmin afirmou que Lula "pela segunda vez salvou a democracia brasileira", em referência à eleição de 2022 contra Jair Bolsonaro. Lula foi reeleito para o quarto mandato de virada, depois de perder o primeiro turno para Flávio Bolsonaro.

Fonte: CNN Brasil

12 de out. de 2026

Alckmin em Aparecida: vídeo mostra apoio a Lula e ofensas ao vice

Na saída da missa de Nossa Senhora Aparecida, Alckmin foi recebido por apoiadores que gritavam por Lula e por opositores que o chamaram de "ladrão". O vice acompanhou a celebração com a mulher, Lu Alckmin, numa visita que faz todo 12 de outubro. Flávio Bolsonaro havia negado uma polêmica envolvendo a padroeira.

Fonte: G1

12 de out. de 2026

Vídeo antigo de Alckmin com críticas a Lula e ao PT viraliza nas redes

Um vídeo de janeiro de 2016 em que Alckmin, então governador pelo PSDB, diz que "o Lula é o retrato do PT, partido envolvido em corrupção" voltou a circular em perfis de direita. Na gravação, ele comentava a Lava Jato ao lado de Alexandre de Moraes, então secretário da Segurança Pública de São Paulo.

Fonte: Veja

19 de set. de 2026

TSE aceita ação contra Lula e Alckmin por desfile de escola de samba

O ministro Antonio Carlos Ferreira, do TSE, admitiu a ação de investigação judicial eleitoral da campanha de Flávio Bolsonaro contra Lula e Alckmin por suposto abuso de poder no desfile da Acadêmicos de Niterói. Os autores apontam repasse de R$ 9,6 milhões de entes públicos à escola. A ação pode levar à cassação e à inelegibilidade, e os acusados tiveram cinco dias para a defesa.

Fonte: G1

01 de jul. de 2026

Caso Master é grave e precisa ser apurado, doa a quem doer, diz Alckmin

Questionado sobre a operação da Polícia Federal contra o senador Jaques Wagner, ex-líder do governo Lula, no caso do Banco Master, Alckmin disse que o caso é grave e precisa ser apurado "doa a quem doer" e que o governo não interfere nas investigações da PF.

Fonte: CNN Brasil

19 de fev. de 2025

Bolsonaro sabia e concordou com plano de matar Lula, Alckmin e Moraes

A denúncia da Procuradoria-Geral da República sobre a trama golpista afirmou que Jair Bolsonaro sabia e concordou com o plano "Punhal Verde e Amarelo", que previa matar Lula, Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes depois da eleição de 2022.

Fonte: Agência Brasil

21 de out. de 2024

Toffoli arquiva ação contra Alckmin por suposto repasse da Odebrecht em 2014

O ministro Dias Toffoli trancou a ação de improbidade do Ministério Público de São Paulo sobre supostos repasses de caixa 2 da Odebrecht à campanha de Alckmin em 2014, por não haver provas que justificassem a continuidade do caso. A decisão atendeu a reclamação do ex-tesoureiro do PSDB Marcos Monteiro e foi estendida a Alckmin.

Fonte: CNN Brasil

29 de jul. de 2022

PSB confirma Geraldo Alckmin na chapa com Lula

A convenção nacional do PSB oficializou Alckmin como candidato a vice-presidente na chapa de Lula, selando a aliança entre o ex-governador tucano e o petista contra a reeleição de Jair Bolsonaro.

Fonte: Agência Brasil

05 de ago. de 2020

Justiça bloqueia R$ 11,3 milhões de Alckmin em inquérito sobre caixa 2

O juiz eleitoral Marco Antonio Martin Vargas determinou o bloqueio de R$ 11,3 milhões em contas e imóveis de Alckmin e de outros dois acusados, valor que, segundo a investigação, a Odebrecht repassou ilegalmente às campanhas de 2010 e 2014. O bloqueio foi levantado em 2023, depois do trancamento da ação.

Fonte: Agência Brasil

16 de jul. de 2020

Alckmin é indiciado por suspeita de lavagem de dinheiro, caixa 2 e corrupção

A Polícia Federal indiciou Alckmin por corrupção passiva, caixa 2 e lavagem de dinheiro no inquérito eleitoral da Lava Jato sobre a Odebrecht, cujos diretores disseram ter repassado mais de R$ 10 milhões às campanhas de 2010 e 2014. A ação penal foi trancada pelo STF em dezembro de 2022, por se basear em provas do acordo da Odebrecht consideradas imprestáveis.

Fonte: G1

14 de jan. de 2015

Sob pressão, Alckmin admite racionamento pela primeira vez

Durante a crise hídrica, Alckmin admitiu pela primeira vez que havia racionamento de água em São Paulo, ao responder a uma decisão judicial que cobrava um decreto sobre a escassez. Até então, o governo negava o racionamento.

Fonte: El País

11 de dez. de 2014

TRE de São Paulo desaprova contas de Geraldo Alckmin

O TRE-SP desaprovou as contas da campanha de reeleição de Alckmin e do vice Márcio França, porque nem todas as doações foram informadas nas prestações parciais, embora tenham sido incluídas depois. Cabia recurso ao TSE, e a rejeição não impediu a diplomação.

Fonte: Agência Brasil

Causas

Causas e valores defendidos

Indústria e comércio exterior

No MDIC, conduziu a Nova Indústria Brasil e defendeu o acordo Mercosul-União Europeia.

Saúde

Médico anestesista, apresentou quadros sobre saúde na televisão como "doutor Geraldo" depois de 2018.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Geraldo Alckmin?

Geraldo Alckmin é médico e vice-presidente da República desde 2023, reeleito com Lula em 2026 pelo PSB. Governou São Paulo em quatro mandatos pelo PSDB.

Qual a idade de Geraldo Alckmin?

Geraldo Alckmin nasceu em 7 de novembro de 1952, em Pindamonhangaba (SP), e tem 73 anos.

Geraldo Alckmin foi reeleito vice-presidente?

Sim. A chapa Lula-Alckmin venceu o segundo turno de 25 de outubro de 2026 contra Flávio Bolsonaro, com 51,79% dos votos válidos.

Qual é o partido de Geraldo Alckmin?

Alckmin é filiado ao PSB desde 2022, partido do qual é vice-presidente nacional. Antes, foi do PSDB por 33 anos.

Geraldo Alckmin ainda é ministro?

Não. Ele deixou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no início de abril de 2026 para disputar a eleição, mas continuou vice-presidente.

Qual é a profissão de Geraldo Alckmin?

É médico formado em 1977 pela Faculdade de Medicina de Taubaté, com especialização em anestesiologia.

Quantas vezes Geraldo Alckmin foi governador de São Paulo?

Governou o estado de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018, em quatro mandatos, mais que qualquer político desde a redemocratização.

Geraldo Alckmin já foi candidato a presidente?

Sim, duas vezes. Perdeu para Lula no segundo turno de 2006 e ficou em quarto lugar em 2018, com 4,76% dos votos.

Quem é a esposa de Geraldo Alckmin?

Alckmin é casado desde 1979 com Lu Alckmin, ex-primeira-dama de São Paulo. O casal teve três filhos.

Como morreu o filho de Geraldo Alckmin?

Thomaz Alckmin, o filho caçula, morreu aos 31 anos na queda de um helicóptero em Carapicuíba (SP), em 2 de abril de 2015.

Qual o patrimônio de Geraldo Alckmin?

Na candidatura de 2026, ele declarou ao TSE bens de R$ 6,58 milhões.

Geraldo Alckmin foi condenado?

Não. A ação penal por caixa 2 da Odebrecht foi trancada pelo STF em 2022, e a ação de improbidade foi arquivada por Dias Toffoli em 2024, decisão mantida em 2025.

De onde é Geraldo Alckmin?

Alckmin nasceu em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, onde foi vereador e prefeito.

Por que Alckmin se aliou a Lula?

Depois de deixar o PSDB em 2021, Alckmin entrou no PSB e aceitou ser vice de Lula em 2022, numa aliança articulada por Fernando Haddad e Márcio França contra Jair Bolsonaro.

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Outros perfis