Foto oficial de Carlos Bolsonaro

Carlos Bolsonaro

Senador eleito por Santa Catarina

Em exercício desde 2026
Biografia

Resumo biográfico

Carlos Nantes Bolsonaro é gestor aeronáutico e político filiado ao Partido Liberal (PL). Em 4 de outubro de 2026, foi eleito senador por Santa Catarina com 2.041.840 votos (25,35% dos válidos), ao lado de Carol De Toni (PL), em sua primeira disputa fora do Rio de Janeiro. O mandato começa em fevereiro de 2027. Antes, foi vereador do Rio de Janeiro por sete mandatos consecutivos, de 2001 a 2025, eleito pela primeira vez aos 17 anos, o mais jovem vereador eleito do país. Segundo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, conhecido como "02", Carlos foi o responsável pelas redes sociais do pai e, segundo o próprio Jair, pelo marketing da campanha presidencial de 2018. É apontado pela Polícia Federal como líder do chamado "gabinete do ódio" e foi alvo, em 2024, de busca e apreensão na investigação da "Abin paralela", que em julho de 2026 foi enviada à primeira instância da Justiça Federal no Distrito Federal. Origem e formação Carlos nasceu em 7 de dezembro de 1982, no hospital da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ), quando o pai era primeiro-tenente do Exército. É filho de Jair Bolsonaro e de Rogéria Nantes Braga, ex-vereadora do Rio, e irmão do senador Flávio Bolsonaro e do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Formou-se em ciências aeronáuticas pela Universidade Estácio de Sá, depois de cursar seis meses de direito. Vereador do Rio de Janeiro (2001–2025) Em 4 de outubro de 2000, aos 17 anos, Carlos foi eleito vereador do Rio de Janeiro pelo então PPB, atual Progressistas, com cerca de 16 mil votos e o apoio do pai. Na mesma eleição, a mãe, Rogéria, não renovou o mandato de vereadora. Carlos assumiu em 2001 e foi reeleito seis vezes. Em 2016, foi o vereador mais votado da cidade, com 106.657 votos; em 2020, teve cerca de 71 mil e perdeu o posto para Tarcísio Motta (PSOL). Na Câmara Municipal, foi líder do PP em 2003 e de 2006 a 2008 e do PTB entre 2003 e 2004, presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos em 2009 e foi vice-presidente do colegiado de 2013 a 2021. Entre as leis que aprovou estão a que acabou com as votações secretas na Câmara do Rio, a que exige o apoio de mais da metade dos moradores para mudar o nome de ruas e a que proibiu a distribuição do material contra a homofobia apelidado de "kit gay". Em agosto de 2021, o Tribunal de Justiça do Rio determinou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Carlos na investigação sobre funcionários "fantasmas" em seu gabinete, na qual o Ministério Público do Rio levantou a possibilidade de "rachadinha". Em 2024, fez campanha, então filiado ao Republicanos, para Alexandre Ramagem, candidato do pai à Prefeitura do Rio, derrotado por Eduardo Paes no primeiro turno; durante a disputa, foi ironizado por Pablo Marçal, então candidato em São Paulo, que ofereceu "ajuda no digital". Na mesma eleição, Carlos conquistou o sétimo mandato com 130.480 votos, superando o próprio recorde de 2016. Redes sociais e campanha de 2018 Segundo Carlos, por volta de 2010 ele percebeu que as buscas pelo nome do pai na internet traziam apenas resultados negativos e criou um blog com fotos de família para melhorar a imagem do então deputado. Em entrevista à rádio Jovem Pan, Jair Bolsonaro atribuiu ao filho o mérito da eleição de 2018 e disse que ele comandava o marketing e as redes da campanha. Carlos se licenciou da Câmara Municipal para trabalhar em tempo integral na campanha, que tinha como base a casa dele, no mesmo condomínio do pai. Recusou disputar vagas de deputado naquele ano e, depois, negou interesse em assumir ministério. Governo Bolsonaro Durante o governo do pai, Carlos ganhou da imprensa apelidos como "pit bull da família", "Carluxo" e "vereador federal", este último por passar temporadas em Brasília. Pelas redes, atacou ministros e aliados do governo. Em fevereiro de 2019, chamou de "mentira absoluta" a afirmação do ministro Gustavo Bebianno de que havia conversado com o presidente, episódio que antecedeu a demissão de Bebianno, a primeira do primeiro escalão. Também atacou o general Santos Cruz, então ministro da Secretaria de Governo, o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro do GSI, Augusto Heleno. Em abril de 2019, depois que Santos Cruz defendeu algum tipo de regulamentação das redes e falou em "milícias digitais", Carlos escreveu: "Quem seria essa milícia digital, que este tal Santos Cruz se refere?". O general foi demitido em junho daquele ano, e aliados dele atribuíram a queda a Carlos. No mesmo período, Carlos compartilhou publicações que insinuavam que Mourão seria traidor e, durante uma viagem do pai à Argentina, escreveu: "Saudades do presidente que é pró-armamento da população e contra o aborto. Volte logo, presidente de verdade". Em julho, ao comentar o caso do sargento da FAB preso na Espanha com cocaína, disse que não andava com seguranças oferecidos pelo GSI, comandado por Heleno. Carlos também trocou ataques com o governador de São Paulo João Doria depois do rompimento de Doria com o governo. Em março de 2020, no início da pandemia, publicou sem legenda um vídeo de Doria dançando, gravado em 2018, o que deu a entender que o governador estaria em uma aglomeração; Doria respondeu chamando Carlos de "Tonho da Lua". Em setembro de 2019, causou reação no Congresso ao escrever que "por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos"; depois, disse que quis apenas afirmar que as mudanças seriam lentas. Em maio de 2020, segundo reportagens, interveio junto à Secretaria de Comunicação para que o Banco do Brasil voltasse a anunciar em um site acusado de divulgar notícias falsas; o Tribunal de Contas da União mandou remover os anúncios. Em outubro de 2019, depois que um porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde Carlos mora, citou Jair Bolsonaro em depoimento sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, Carlos obteve acesso aos áudios da portaria e divulgou gravações que mostravam que a entrada de Élcio de Queiroz foi autorizada por Ronnie Lessa. O Ministério Público do Rio afirmou que o porteiro havia mentido, e Carlos foi acusado de interferir na investigação. Gabinete do ódio e Abin paralela Em fevereiro de 2022, a Polícia Federal enviou ao Supremo relatório que apontava a existência do "gabinete do ódio", grupo que, segundo a PF, operava dentro do Palácio do Planalto para disseminar notícias falsas e ataques contra adversários do governo e era comandado por Carlos. Em 29 de janeiro de 2024, ele foi alvo de busca e apreensão em operação da PF sobre o uso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionagem ilegal com o software First Mile, que também mirou Alexandre Ramagem. A PF concluiu a investigação em junho de 2025, apontando crimes de 36 pessoas, e indiciou Carlos. Segundo a corporação, ele integrava o "núcleo político" da estrutura e coordenou campanhas de desinformação, a difusão de informações sigilosas e ataques ao sistema eleitoral, ao Supremo e a opositores; na decisão, Moraes lembrou a relação entre a Abin paralela e o gabinete do ódio. Em 20 de julho de 2026, Alexandre de Moraes arquivou o caso em relação a Jair Bolsonaro e Ramagem, por entender que as provas já haviam sido usadas na ação da trama golpista, e enviou a investigação sobre Carlos e outros investigados à Justiça Federal do Distrito Federal, por não haver mais autoridades com foro no Supremo entre eles, preservando as provas produzidas. A decisão seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República. Mudança para Santa Catarina Em outubro de 2025, Carlos anunciou a pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina e a saída da Câmara Municipal. Renunciou ao mandato de vereador em 15 de dezembro de 2025, e a vaga ficou com a suplente Alana Passos. Cerca de nove meses antes da eleição, segundo o g1, transferiu o domicílio eleitoral para São José, na Grande Florianópolis. Em maio de 2026, publicou vídeo em que disse ter "renascido" em Santa Catarina. A escolha, atribuída ao pai, rachou a direita catarinense: parte do grupo do governador Jorginho Mello (PL) preferia uma chapa com Carol De Toni e o senador Esperidião Amin (PP), candidato à reeleição. Em julho de 2026, o Ministério Público Eleitoral arquivou um questionamento sobre a regularidade da transferência do domicílio. Em 9 de maio de 2026, Flávio Bolsonaro lançou em Santa Catarina a chapa "puro sangue" do PL ao Senado, com Carol De Toni e Carlos. Amin deixou a aliança de Jorginho e atribuiu ao governador a decisão. A candidatura de Carlos foi oficializada em 1º de agosto, em convenção em Florianópolis, com Rafael Caleffi e Balduino Rodrigues como suplentes. Ao TSE, declarou patrimônio de R$ 2,78 milhões, ante R$ 1,9 milhão em 2024. Na campanha, adversários o chamaram de "forasteiro". Na pesquisa Quaest de 20 a 23 de agosto, Carlos tinha 16%, empatado tecnicamente com Amin (19%) e Carol De Toni (12%). Na rodada de 20 a 23 de setembro, os três apareciam empatados: Carol com 17%, Carlos com 16% e Amin com 15%. Levantamento da Real Time Big Data divulgado em setembro mostrou Carlos e Amin com 20% cada, atrás de Carol, com 24%. Em 29 de agosto, Carlos visitou o pai em prisão domiciliar e disse que Jair havia mandado um abraço aos apoiadores catarinenses. Às vésperas da votação, o deputado Nikolas Ferreira (PL) deixou Carlos fora de sua "colinha" eleitoral em Santa Catarina, e o próprio Carlos não incluiu o irmão Jair Renan, candidato a deputado federal pelo estado, na lista que divulgou. Em junho, recebeu a Medalha do Centenário do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina; em outubro, o Tribunal de Justiça do estado negou recurso que pedia a suspensão da honraria. Eleição ao Senado Em 4 de outubro de 2026, Carlos foi eleito com 2.041.840 votos; Carol De Toni teve 2.694.918 (33,46%), e Amin ficou em terceiro, com 1.233.034 (15,31%). Após a vitória, disse que "sempre esteve por perto" de Santa Catarina e prometeu atuar alinhado ao governador Jorginho Mello. No dia seguinte, dedicou a vitória ao pai, que chamou de "o maior vencedor dessas eleições". Na mesma eleição, Michelle Bolsonaro foi eleita senadora pelo Distrito Federal, e Jair Renan e o tio Renato Bolsonaro foram eleitos deputados federais, o que levou a família a 31 vitórias eleitorais desde 1988, segundo O Globo. A mãe, Rogéria Bolsonaro, tentou voltar à política como candidata a deputada federal e não foi eleita. Derrotado, Amin cumprimentou os adversários e disse que continuava "torcendo para o sucesso" de Santa Catarina. Em 15 de outubro, a ministra Estela Aranha, do TSE, negou pedido da campanha de Lula para remover um vídeo de Carlos que dizia que o governo poderia desvincular os reajustes do salário mínimo e das aposentadorias, por considerar que a publicação se baseava em reportagem do Valor Econômico. Segundo o site Santa Catarina em Pauta, Carlos passou a atuar contra a candidatura da deputada estadual Ana Caroline Campagnolo (PL) à presidência da Assembleia Legislativa. Segundo turno e saída de Flávio No segundo turno, em 25 de outubro, Carlos votou em São José e disse que a eleição definiria "o futuro dos próximos 30 anos" do país. Depois da derrota de Flávio para Lula, ficou em silêncio nas redes sociais e não participou do pronunciamento do irmão em Brasília. Em 28 de outubro, dia seguinte à saída de Flávio do Brasil, visitou o pai em prisão domiciliar e publicou vídeo em que relatou ter dito: "Desculpa, pai. A gente falhou". Segundo Carlos, Jair respondeu: "Negativo, levanta a cabeça, vamos embora, muita coisa para fazer pelo Brasil ainda". No vídeo, sem citar o irmão, disse que o pai "está forte" e "sabe que a vida continua, ainda não acabou". Linha do tempo 1982: nasce em Resende (RJ), em 7 de dezembro. 2000: é eleito vereador do Rio de Janeiro aos 17 anos. 2016: é o vereador mais votado do Rio, com 106.657 votos. 2019: entra em choque público com Bebianno, Santos Cruz e Mourão. 2018: comanda as redes da campanha presidencial do pai. 2022: relatório da PF o aponta como líder do "gabinete do ódio". 2024: é alvo de busca e apreensão na investigação da Abin paralela e conquista o sétimo mandato, com 130.480 votos. 2025: renuncia ao mandato de vereador e muda o domicílio eleitoral para SC. 2026: é eleito senador por Santa Catarina com 2.041.840 votos.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Senador eleito por Santa Catarina

    2.041.840 votos (25,35%).

  2. 2026 — 2026
    Candidato ao Senado por Santa Catarina

    Chapa pura do PL com Carol De Toni.

  3. 2024 — 2024
    Reeleito vereador com votação recorde

    130.480 votos.

  4. 2018 — 2018
    Coordenador das redes da campanha de Jair Bolsonaro

    Campanha presidencial vitoriosa.

  5. 2016 — 2016
    Vereador mais votado do Rio

    106.657 votos.

  6. 2013 — 2021
    Vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos

    Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

  7. 2009 — 2009
    Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos

    Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

  8. 2003 — 2004
    Líder do PTB na Câmara Municipal do Rio

    Liderança da bancada.

  9. 2003 — 2008
    Líder do PP na Câmara Municipal do Rio

    Em 2003 e de 2006 a 2008.

  10. 2001 — 2025
    Vereador do Rio de Janeiro

    Eleito aos 17 anos em 2000, o mais jovem do país; sete mandatos.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Transparência
Fim do voto secreto na Câmara do Rio
Lei municipal

Lei que acabou com as votações secretas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Cidade
Nomes de ruas
Lei municipal

Exige apoio de mais de 50% dos moradores para mudar o nome de uma rua.

Educação
Proibição do kit anti-homofobia
Lei municipal

Proibiu a distribuição do material apelidado de "kit gay" nas escolas.

Comunicação2010
Comunicação digital de Jair Bolsonaro
Redes sociais

Criou blog e passou a cuidar das redes do pai por volta de 2010.

Comunicação2018
Campanha presidencial de 2018
Marketing digital

Comandou as redes da campanha de Jair Bolsonaro.

Eleição2026
Campanha ao Senado por Santa Catarina
Pl

Chapa "puro sangue" com Carol De Toni.

Na imprensa

Notícias de outros portais

15 de out. de 2026

Estela Aranha nega remover vídeo de Carlos Bolsonaro contra Lula

A ministra Estela Aranha, do TSE, negou pedido da campanha de Lula para remover vídeo de Carlos Bolsonaro que dizia que o governo poderia desvincular os reajustes do salário mínimo e das aposentadorias. A campanha classificou a informação como falsa.

Fonte: Veja

03 de out. de 2026

Carlos Bolsonaro exclui irmão Jair Renan de sua 'colinha' de votos

Carlos Bolsonaro divulgou sua colinha de votos sem indicar o irmão Jair Renan, candidato a deputado federal pelo PL em Santa Catarina, e deixou em branco o campo para a Câmara. Jair Renan, por sua vez, incluiu Carlos em sua lista de apoios.

Fonte: Estado de Minas

22 de set. de 2026

"Forasteiro" Carlos Bolsonaro enfrenta pleito acirrado em SC

A DW mostrou que a estratégia de levar Carlos Bolsonaro, chamado de "forasteiro" por adversários, ao Senado por Santa Catarina enfrentava cenário mais difícil que o previsto, com o ex-vereador empatado com Esperidião Amin em 20% na pesquisa Real Time Big Data.

Fonte: Dw

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Carlos Bolsonaro?

Carlos Bolsonaro é político do PL, segundo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi vereador do Rio de Janeiro de 2001 a 2025. Em 2026, foi eleito senador por Santa Catarina.

Qual a idade de Carlos Bolsonaro?

Carlos nasceu em 7 de dezembro de 1982, em Resende (RJ), e tem 43 anos em outubro de 2026.

Carlos Bolsonaro foi eleito senador?

Sim: foi eleito senador por Santa Catarina em 4 de outubro de 2026, com 2.041.840 votos (25,35%). O mandato vai de 2027 a 2034.

Por que Carlos Bolsonaro é senador por Santa Catarina?

Carlos transferiu o domicílio eleitoral do Rio para São José (SC) para disputar o Senado, em aposta do pai. O Ministério Público Eleitoral arquivou questionamento sobre a mudança.

Quem foi eleito senador por Santa Catarina em 2026?

Carol De Toni (PL), com 2.694.918 votos, e Carlos Bolsonaro (PL), com 2.041.840. Esperidião Amin (PP) ficou em terceiro.

Carlos Bolsonaro é de qual partido?

Carlos é filiado ao Partido Liberal (PL), pelo qual se elegeu senador em 2026.

Quantos mandatos de vereador Carlos Bolsonaro teve?

Carlos teve sete mandatos consecutivos de vereador no Rio de Janeiro, de 2001 a 2025. Foi eleito pela primeira vez aos 17 anos.

Carlos Bolsonaro ainda é vereador?

Não: ele renunciou ao mandato na Câmara do Rio em 15 de dezembro de 2025 para disputar o Senado, e a vaga ficou com a suplente Alana Passos.

Qual a formação de Carlos Bolsonaro?

Carlos é formado em ciências aeronáuticas pela Universidade Estácio de Sá.

Carlos Bolsonaro é filho de quem?

Carlos é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e de Rogéria Nantes Braga, ex-vereadora do Rio. É irmão de Flávio e Eduardo Bolsonaro.

O que é o caso da Abin paralela envolvendo Carlos Bolsonaro?

A PF investiga o uso ilegal da Abin para espionagem e indiciou Carlos. Em julho de 2026, Moraes enviou o caso dele à Justiça Federal do DF.

O que é o gabinete do ódio?

Segundo relatório da Polícia Federal de 2022, era um grupo que operava no Palácio do Planalto para espalhar notícias falsas contra adversários do governo e era comandado por Carlos.

Por que Carlos Bolsonaro é chamado de 02?

Carlos é chamado de "02" por ser o segundo filho de Jair Bolsonaro; Flávio é o "01" e Eduardo, o "03".

Qual é o patrimônio de Carlos Bolsonaro?

Na declaração entregue ao TSE em 2026, Carlos informou patrimônio de R$ 2,78 milhões.

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