Foto oficial de Candido Bracher

Candido Bracher

Banqueiro, ex-presidente do Itaú Unibanco

Em exercício desde 2021
Biografia

Resumo biográfico

Candido Bracher é um banqueiro e executivo brasileiro, presidente do Itaú Unibanco de 2017 a 2021, depois de construir carreira no Banco BBA, que ajudou a fundar em 1988 e que deu origem ao Itaú BBA. Desde que deixou o comando do banco, dedica-se à agenda ambiental, ao investimento de impacto e à conservação do Pantanal e da Amazônia, é conselheiro de empresas e escreve na Folha de S.Paulo. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Candido Bracher, quando ele presidiu o Itaú, quem o sucedeu, sua formação e o que ele faz hoje. Origem e formação Candido Botelho Bracher nasceu em 5 de dezembro de 1958, segundo a Wikipédia, que registra São Paulo como cidade natal; a coluna de Ancelmo Gois, no O Globo, esclareceu que ele nasceu em Freiburg, na Alemanha, e chegou a São Paulo com menos de 2 anos (15/12/2021). Cresceu na capital paulista, estudou no Colégio Santa Cruz e formou-se em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É conhecido no mercado como um profissional sereno e franco e tem paixão pela poesia. Do Banco da Bahia ao BBA Antes do BBA, foi diretor da Bahia Corretora, gerente do Banco da Bahia Investimentos e vice-presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado de São Paulo (Badesp), além de trabalhar no Banco Itamarati. Em 1988, deixou o Itamarati para ajudar a criar o Banco BBA, banco de atacado fundado por Fernão Bracher e Antônio Beltran Martinez em parceria com o austríaco Creditanstalt; o nome vinha de Bracher e Beltran, e o "A" seria do economista Pérsio Arida, que desistiu do projeto. Em dezembro de 2002, foi anunciada a fusão com o Itaú, que criou o Itaú BBA, então o maior banco de atacado do país, unidade que Candido passou a presidir (Sonho Seguro, 09/11/2016). Presidente do Itaú Unibanco Em 9 de novembro de 2016, o Itaú anunciou que Candido Bracher sucederia Roberto Setubal, que comandou o banco por 23 anos (Valor e InfoMoney, 09 e 10/11/2016). Setubal disse que ele era "escolha natural" (Exame e Época Negócios, 10/11/2016), e Bracher falou em continuidade. Assumiu a presidência em 2017, com Setubal indo para o conselho (Money Times, 02/05/2017). No cargo, criticou o protecionismo como freio à retomada, no Fórum Econômico Mundial (Estadão, 14/03/2018), defendeu participações como XP e IRB (Valor, 11/02/2020) e depois explicou que, sem controle nem participação na gestão da XP, o Itaú decidiu separar sua fatia de 41,05% em uma nova empresa (O Globo, 04/11/2020). Na pandemia, afirmou que a crise ambiental seria "mais severa do que a pandemia" e defendeu o combate às mudanças climáticas como pilar da retomada (Exame, 22/06/2020). Também falou sobre racismo, transformação digital e recessão (NeoFeed, 03/06/2020) e defendeu uma reforma tributária diferente da proposta pelo governo (NeoFeed, 04/08/2020). Em outubro de 2020, o Itaú anunciou Milton Maluhy Filho como seu sucessor (O Globo e NeoFeed, 29/10/2020). Deixou oficialmente a presidência em 2 de fevereiro de 2021 (Forbes, 03/02/2021). Na despedida, disse ao Valor que o momento "é de vacina, e não de impeachment" de Jair Bolsonaro (05/02/2021). Depois do Itaú Em 2021, entrou no conselho de administração do Itaú Unibanco (Valor, 29/03/2021) e passou a integrar o conselho da Mastercard (O Globo, 25/09/2021). Estreou como colunista da Folha de S.Paulo, escrevendo no caderno Poder (19/06/2021); em 2026, publicou "A lição de Lascaux", sobre o que as pinturas rupestres ensinam para salvar o planeta (15/08/2026). Em 2024, deu um curso sobre liderança e sustentabilidade na plataforma da Folha e afirmou que a agenda ambiental ainda é "quase marginal" no mundo corporativo (Folha, 30/10/2024). Clima e investimentos de impacto Bracher tornou-se uma das vozes empresariais da agenda climática. Disse que o desmatamento faz o Brasil "jogar fora seu futuro" (Valor, 11/03/2022) e que o aquecimento global "é problema de todos" (Diário do Comércio, 29/04/2025). Foi um dos 59 empresários que assinaram manifesto pela aprovação do mercado de carbono, dizendo que os eventos climáticos de 2024 despertaram "sentido de urgência" (IstoÉ Dinheiro, 15/10/2024). Avaliou que o governo Lula tinha boa vontade, mas não tinha "competência" para as questões ambientais (Estadão, 03/09/2024), crítica rebatida em artigo do Le Monde Diplomatique Brasil (11/09/2024). Integra um grupo consultivo de empresários, com Pedro Wongtschowski, Denis Minev e Guilherme Leal, para impulsionar ciência e tecnologia na Amazônia (Estadão, 07/04/2024). Como investidor, participa do fundo Pitanga, que apoiou a biotech Nintx, voltada a medicamentos a partir de plantas da Amazônia (Pipeline, 04/08/2022; Estadão, 09/12/2024), aportou na gestora de impacto Positive Ventures (NeoFeed, 02/03/2022) e participou da captação de R$ 100 milhões do fundo de reflorestamento do Patria (Brazil Journal, 05/06/2025). É dono de fazendas que fazem parte da Aliança 5P, grupo que compra propriedades no Pantanal para formar corredores ecológicos. Em 2020, participou da série de lives Retomada Verde, do Estadão (11/08/2020), e em 2022 debateu na Live do Valor, com a ambientalista Adriana Ramos e a indígena Sineia Wapichana, as "encruzilhadas da crise climática" (03/05/2022). Ainda à frente do banco, comentou na TV Cultura o plano conjunto de grandes bancos para proteger e desenvolver a Amazônia. A Época Negócios descreveu os desafios que ele herdou ao assumir o Itaú: substituir Roberto Setubal, manter a rentabilidade, reduzir a inadimplência e "revolucionar o digital" (15/03/2017). Política Em 2022, foi signatário da nova Carta aos Brasileiros, em defesa da democracia. Apoiou Simone Tebet, que iniciou a campanha presidencial em um encontro em sua casa (Exame, 16/08/2022), e disse que a campanha pelo voto útil era "uma violência" (Estadão, 29/09/2022). Patrimônio Não há estimativa publicada sobre o patrimônio de Candido Bracher. Linha do tempo 1958: nasce em São Paulo, em 5 de dezembro. 1988: participa da fundação do Banco BBA. 2002: o BBA se funde ao Itaú e nasce o Itaú BBA. 2016: é escolhido para suceder Roberto Setubal. 2017: assume a presidência do Itaú Unibanco. 2021: deixa a presidência, vai para o conselho e estreia na Folha. 2024: assina manifesto pelo mercado de carbono. 2025: investe no fundo de reflorestamento do Patria.
Carreira

Trajetória

  1. 2021 — atual
    Conselheiro do Itaú Unibanco

    Membro do conselho de administração do Itaú Unibanco.

  2. 2021 — atual
    Mastercard

    Conselheiro.

  3. 2021 — atual
    Folha de S.Paulo

    Colunista.

  4. 2017 — 2021
    Presidente do Itaú Unibanco

    Presidente-executivo do Itaú Unibanco.

  5. 2002 — 2017
    Itaú BBA

    Executivo e presidente da unidade de atacado.

  6. 1988 — 2002
    Banco BBA

    Cofundador e executivo.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Meio ambiente
Aliança 5P
Conservação

Corredores ecológicos no Pantanal.

Na imprensa

Notícias de outros portais

05 de jun. de 2025

Patria levanta R$ 100 milhões para reflorestamento; Vélez e Bracher participam

O Patria Investimentos acaba de concluir a primeira rodada de captação do seu Reforest Fund, voltado para recuperar e desenvolver ativos agroflorestais. A gestora levantou R$ 100 milhões em um investimento liderado pela Desenvolve SP, a agência de fomento do Governo de São Paulo, que bancou metade do aporte. Também participaram o fundador do Nubank, David Vélez, Teresa e Candido Bracher – conhecidos conservacionistas – e a Enseada Family Office, da família Charbonnières.

Fonte: Brazil Journal

29 de abr. de 2025

Bracher: aquecimento global é problema de todos, de governos e de empresas - DComercio

O ex-CEO do Itaú Unibanco diz que o Brasil tem vantagens competitivas pela capacidade de gerar energia limpa como praticamente nenhum outro país. A chave da questão está em dois personagens: quem participa do esforço – que pode ser até uma atividade rentável – e quem coordena. A análise é de Candido Bracher, integrante do Conselho de Administração e ex-CEO do Itaú Unibanco. Segundo ele, falta coordenação global sobre o tema.

Fonte: Diário do Comércio

15 de out. de 2024

Eventos climáticos do ano despertaram 'sentido de urgência', diz Bracher sobre PL do Carbono

Ex-CEO do Itaú Unibanco faz parte de um grupo de lideranças empresariais que pressionam para a aprovação de projeto que cria um mercado de carbono no Brasil, e que ele defende fortaleceria o país. Ele é uma das 59 lideranças empresariais signatárias de um manifesto pelo ‘pacto econômico com a natureza’ e falou com exclusividade ao site IstoÉ Dinheiro sobre sua posição de defensor da agenda verde para o Brasil.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

11 de set. de 2024

Gestão ambiental segundo a Constituição ou conforme Candido Bracher? - Diplomatique

Bracher parece refletir uma percepção de que o Estado brasileiro deveria se organizar à imagem e semelhança do mercado. Empresário e dono de fazendas no Pantanal, Bracher é uma voz presente em debates públicos, inclusive como colunista. Sua esposa, Teresa, é uma especialista em meio ambiente, o que o aproxima ainda mais dessa agenda, conforme narrou.

Fonte: Le Monde Diplomatique

03 de set. de 2024

Governo Lula não tem competência para as questões ambientais, diz Candido Bracher

Na avaliação do ex-presidente do Itaú Unibanco, governo até tem demonstrado boa vontade para promover iniciativas verdes, mas falta capacidade de gestão. Ex-presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher tem se aprofundado nas discussões sobre meio ambiente desde que deixou o comando da instituição financeira, em 2021.

Fonte: Estadão

07 de abr. de 2024

Wongtschowski, Bracher, Leal: a nova iniciativa de grandes empresários brasileiros para a Amazônia

Pedro Wongtschowski, Candido Bracher, Denis Minev e Guilherme Leal fazem parte de um grupo consultivo para alavancar ciência e tecnologia na região. Grandes nomes do mundo corporativo como Pedro Wongtschowski, Candido Bracher, Denis Minev, Pedro Bueno e Guilherme Leal estão envolvidos em uma iniciativa para alavancar o desenvolvimento de ciência e tecnologia voltada para a bioeconomia na Amazônia, em um projeto liderado pelos institutos Arapyaú e Agni.

Fonte: Estadão

29 de set. de 2022

‘Campanha pelo voto útil é uma violência’, diz Candido Bracher

Ex-presidente do Itaú Unibanco afirma não querer antecipar voto em segundo turno por estar totalmente comprometido com Simone Tebet. Em meio às crescentes discussões (e campanhas) em torno do voto útil, o ex-presidente do Itaú Unibanco Candido Bracher afirmou considerar a manobra uma “violência”. “Acho que a campanha pelo voto útil é uma violência. Quando alguém deixa de fazer o que quer por medo de golpe, está cedendo a uma ameaça.

Fonte: Estadão

16 de ago. de 2022

Tebet inicia campanha na casa de Teresa e Candido Bracher

Casal é ligado ao banco Itaú; 40 representantes do setor da Cultura também compareceram. Simone Tebet: candidata inicia campanha com setor da Cultura na casa de Teresa e Candido Bracher (Jefferson Rudy/Agência Senado/Flickr) A candidata à Presidência da República pelo MDB, Simone Tebet, começou sua campanha em evento com cerca de 40 representantes do setor da Cultura na residência do casal Teresa e Candido Bracher ligados ao Banco Itaú, no bairro Alto de Pinheiros, na capital paulista.

Fonte: Exame

04 de ago. de 2022

Biotech Nintx atrai Pitanga, fundo de Guilherme Leal e Candido Bracher - Pipeline

Rodada de US$ 3 milhões vai ajudar startup a investir em P&D para "inovação radical" em remédios. Startup de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, a Next Innovative Therapeutics (Nintx) acaba de receber um aporte seed de US$ 3 milhões. A biotech aposta na biodiversidade brasileira para trabalhar com a chamada inovação radical, termo usado pela indústria farmacêutica para a descoberta de remédios do zero, e não adaptações de produtos já existentes.

Fonte: Pipeline Valor

03 de mai. de 2022

Live do Valor: Candido Bracher, Adriana Ramos e Sineia Wapichana debatem “As encruzilhadas da crise climática: a perspectiva do Brasil”

O mundo vive uma conjunção de gravíssimas crises ambientais – a climática, a da perda de biodiversidade e a da degradação dos solos – simultaneamente aos efeitos da pandemia da covid-19 e da guerra da Ucrânia, com consequências e duração imprevisíveis. O debate sobre a emergência climática e os desafios globais e locais de lidar com crise de tal magnitude e seus desdobramentos socioambientais estiveram no centro da Live do Valor de quarta-feira, dia 4, às 12h.

Fonte: Valor Econômico

11 de mar. de 2022

Desmatamento faz com que Brasil jogue fora seu futuro, diz Candido Bracher, ex-presidente do Itaú

Ao desmatar o Brasil joga fora sua maior riqueza, sua credibilidade e seu futuro, diz Candido Bracher. “Isso é o paroxismo da desonestidade e da loucura”, diz Candido Botelho Bracher, que há um ano deixou a presidência do maior banco da América Latina, o Itaú Unibanco, e tem se dedicado, entre outras atividades, a estudar e escrever sobre crise climática e questões ambientais.

Fonte: Valor Econômico

02 de mar. de 2022

Positive Ventures, o fundo que atraiu Candido Bracher e Luis Stuhlberger

A Positive Ventures, que tem no portfólio Labi Exames e Eureciclo, atraiu investidores de renome com uma tese de impacto. Agora, a gestora parte para o seu segundo fundo que pode chegar até a R$ 200 milhões. A cofundadora Andrea Oliveira conta os planos ao NeoFeed. E o venture capital era um terreno com mato alto, em que poucos “aventureiros” se arriscavam a apostar. Foi nesse cenário que surgiu a Positive Ventures, fundada por Andrea Oliveira, Bruna Constantino e Fábio Kestenbaum.

Fonte: NeoFeed

29 de mar. de 2021

Itaú troca conselheiros: saem Loyola e Galló, entram Bracher e Maria Helena Santana

Mudanças serão votadas em assembleia convocada para 27 de abril. O Itaú convocou assembleia geral ordinária e extraordinária para 27 de abril. Entre outros assuntos, serão votadas duas trocas no conselho de administração, com as saídas de Gustavo Loyola e José Galló e a entrada de Candido Bracher, que deixou o comando executivo do banco no mês passado, e Maria Helena Santana. Maria Helena foi presidente da CVM e é conselheira da XP.

Fonte: Valor Econômico

05 de fev. de 2021

À Mesa com o Valor - Candido Bracher: A aposentadoria do banqueiro

De saída do comando do Itaú Unibanco, ele diz que o momento atual é de vacina, e não de impeachment de Bolsonaro. São 16h em ponto quando a câmera do notebook se acende para este “À Mesa com o Valor” virtual. Não faz muito tempo que Candido Bracher chegou à sua casa depois de mais um dia de trabalho. Mas este é um dia atípico em tempos atípicos. Foi sua primeira jornada em meses na sede do Itaú Unibanco, motivada pela divulgação dos resultados do ano pandêmico de 2020.

Fonte: Valor Econômico

03 de fev. de 2021

Candido Bracher deixa oficialmente a presidência do Itaú

Milton Maluhy Filho assume o posto após três meses de transição. O movimento, sem grandes surpresas, é resultado do cumprimento das normas do estatuto do banco –o executivo completou 62 anos em dezembro, idade limite estipulada para a posição de presidente. Por meio de uma publicação em seu perfil no LinkedIn, Bracher disse se sentir “grato, pelo apoio e estímulo que recebi de todos desde que assumi essa grande missão”.

Fonte: Forbes Brasil

04 de nov. de 2020

Sem controle e participação na gestão da XP, Itaú decidiu criar nova empresa, diz Bracher

Corretora deixou de ser um 'ativo estratégico', afirmou presidente do banco. SÃO PAULO — Sem poder ter controle da XP Investimentos ou participar da gestão da empresa, o Itaú decidiu transformar sua participação de 41,05% em uma nova empresa e vender no mercado os outros 5% que detém. Segundo o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, sem o controle e ingerência nas decisões da XP, a empresa se transformou num ativo financeiro e não num ativo estratégico.

Fonte: O Globo

29 de out. de 2020

Candido Bracher deixa presidência do Itaú e será substituído por Milton Maluhy Filho

Estatuto do banco prevê afastamento da presidência aos 62 anos. SÃO PAULO — O Conselho de Administração do Itaú Unibanco escolheu nesta quinta-feira Milton Maluhy Filho como novo presidente do banco em substituição a Candido Bracher, que completará a idade limite de 62 anos no próximo mês de dezembro. A notícia foi antecipada pelo colunista do GLOBO Lauro Jardim.

Fonte: O Globo

29 de out. de 2020

Itaú Unibanco escolhe Milton Maluhy Filho para suceder a Candido Bracher

Durante os próximos três meses, Bracher e Maluhy Filho conduzirão um processo de transição. O executivo só tomará posse de suas novas funções em 2 de fevereiro de 2021. Maluhy Filho tem 44 anos de idade e era vice-presidente executivo e CFO do banco. Ele ocupou diversas posições, tendo dirigido a Rede, o braço de adquirência do Itaú Unibanco, e a operação do Chile (a Corpbanca). Entrou no Itaú Unibanco em 2002 e, desde 2011, é sócio da instituição financeira.

Fonte: NeoFeed

11 de ago. de 2020

Série de lives 'Retomada Verde' recebe Candido Bracher, do Itaú, nesta terça, às 14h

Presidente do maior banco da América Latina dá entrevista ao vivo ao 'Estadão' para falar sobre questões ambientais e de sustentabilidade. O presidente do Itaú, Candido Bracher, abrirá nesta terça-feira, 11, às 14h, a série de entrevistas ao vivo Retomada Verde, que vai discutir o papel das grandes empresas brasileiras quando o assunto é meio ambiente. Bracher vai debater a necessidade de ações ambientais concretas para a economia.

Fonte: Estadão

04 de ago. de 2020

Candido Bracher quer uma reforma tributária. Mas não a apresentada pelo governo

À frente do maior banco do País, o CEO do Itaú Unibanco diz que o aumento da carga proposto na reforma apresentada pela equipe econômica vai prejudicar a recuperação econômica no pós-crise. E critica o projeto de recriação da CPFM, ao afirmar que o imposto vai encarecer o custo do produto final. Mas, ao que tudo indica, não é qualquer reforma tributária.

Fonte: NeoFeed

22 de jun. de 2020

Bracher, do Itaú: crise ambiental será mais severa do que a pandemia

Presidente do maior banco do País defende que o combate às mudanças climáticas seja um dos pilares da retomada. E que as empresas repensem seu propósito. Candido Bracher, presidente do Itaú: governo deve trabalhar para evitar as queimadas na Amazônia (Germano Lüders/Exame) Para Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco, essa é a hora para o governo aumentar os gastos, mas com responsabilidade. A pandemia do coronavírus impõe uma nova maneira de pensar a economia.

Fonte: Exame

03 de jun. de 2020

Os alertas e as preocupações de Candido Bracher, CEO do Itaú Unibanco, com o Brasil na pós-pandemia

Em entrevista ao NeoFeed, o presidente do maior banco privado do Brasil fala sobre o cenário político, economia, recessão, transformação digital, racismo, meio-ambiente e ainda avisa que o País e as pessoas precisam estar conscientes que, passada a pandemia, todos estarão mais endividados. O presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, até compartilha dessa visão, mas não esconde a realidade nua e crua de como o País, as pessoas e as empresas estarão depois que a crise passar.

Fonte: NeoFeed

11 de fev. de 2020

XP e IRB são participações que fazem sentido para o Itaú, diz Bracher

O banco teve um ganho patrimonial de R$ 1,974 bilhão com a operação de IPO da plataforma de investimentos. O presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, disse nesta terça-feira que as participações do banco em companhias como a XP Investimentos e o IRB fazem sentido, principalmente se considerado o horizonte de longo prazo. “Ambas são participações que temos porque fazem sentido para o banco”, afirmou em teleconferência com analistas.

Fonte: Valor Econômico

14 de mar. de 2018

Para Bracher, protecionismo inibe retomada

Presidente do Itaú Unibanco também fez comentários sobre as eleições que ocorrem neste ano na América Latina, identificando em todas elas forças comuns. O presidente do Itaú Unibanco, Candido Botelho Bracher, disse, no Fórum Econômico Mundial, que a América Latina vive a retomada do crescimento, mas em um momento desafiador em razão do aumento do protecionismo comercial. “A região está experimentando a retomada do crescimento, isso é especialmente verdade no Brasil”, afirmou.

Fonte: Estadão

02 de mai. de 2017

Cândido Bracher assume presidência do Itaú Unibanco; Roberto Setubal vai para o Conselho

Bracher assume o Itaú Unibanco na condição de maior banco privado do Brasil e maior valor de mercado entre as instituições financeiras da América Latina. O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, está sob nova direção. Candido Bracher assume hoje a presidência executiva do banco, no lugar de Roberto Setubal, concluindo uma transição planejada e comunicada ao mercado há mais de dois anos.

Fonte: Money Times

15 de mar. de 2017

Candido Bracher entra em campo no Itaú - Época Negócios

Primeiro problema do novo presidente do Itaú: substituir Roberto Setubal. Além disso, ele terá de manter a rentabilidade, reduzir a inadimplência e revolucionar o digital. Vai que é tua, Candido Bracher. Candido assumirá o comando do Itaú Unibanco em maio de 2017. Décadas de experiência no setor financeiro. Poderia ser Roberto Setubal, mas é também Candido Bracher. São muitas as semelhanças entre os dois executivos. Agora, surge mais uma – e marcante: o cargo de presidente do Itaú Unibanco.

Fonte: Época Negócios

10 de nov. de 2016

Bracher sucederá Setubal no Itaú e fala em continuidade

O Itaú Unibanco anunciou ontem o fim da gestão de 23 anos de Roberto Setubal à frente da maior instituição financeira privada do país. A partir de abril do ano que vem, o banco passará a ser comandado por Candido Bracher, egresso do Itaú BBA, unidade de atacado e de investimentos da instituição financeira. Setubal vai assumir a co-presidência do conselho de administração do banco junto com Pedro Moreira Salles, atual presidente do colegiado.

Fonte: Valor Econômico

10 de nov. de 2016

Para Setubal, Bracher foi "escolha natural" para presidir Itaú

Bracher foi escolhido para ser o novo presidente do Itaú Unibanco, um dos principais cargos executivos no País. Candido Bracher: ele era um dos nomes que estavam no topo da lista para a sucessão (BBA/Divulgação) São Paulo - Santista roxo. Este é um adjetivo que Candido Bracher gosta de ter ligado a seu nome. Mas mesmo apaixonado por futebol, é pela formação que ele se destaca.

Fonte: Exame

10 de nov. de 2016

Para Setubal, Bracher foi uma 'escolha natural' - Época Negócios

Bracher fala cinco línguas, é focado e não gosta de improvisar, dizem amigos e colegas. Este é um adjetivo que Candido Bracher gosta de ter ligado a seu nome. Mas mesmo apaixonado por futebol, é pela formação que ele se destaca. Administrador pela Fundação Getúlio Vargas, o novo presidente do Itaú Unibanco fala cinco línguas: alemão, francês, espanhol, inglês e português. Gosta de arte e tem como hobby a leitura. No trato com seus pares no mercado é considerado um lorde inglês.

Fonte: Época Negócios

09 de nov. de 2016

Candido Bracher assumirá presidência do Itaú; seguros fica com Marcio Schettini

Roberto Setubal, após mais de 22 anos liderando a organização, atingiu a idade limite para o exercício do cargo de diretor presidente e será substituído por Candido Bracher, que presidia o Itaú BBA e tem mais de 36 anos de experiência no mercado financeiro. A partir da próxima Assembleia Geral de Acionistas, em abril de […]. “Foi com grande entusiasmo que recebi a notícia de minha indicação para a presidência do Itaú Unibanco.

Fonte: Sonho Seguro

09 de nov. de 2016

Itaú confirma a saída de Roberto Setúbal da presidência e sua substituição por Cândido Bracher

Segundo comunicado, Setubal atingiu a idade limite para o exercício do cargo e deixará a presidência após mais de 22 anos liderando a organização. SÃO PAULO – O Itaú Unibanco ( ITUB4 ) confirmou a saída de Roberto Setubal da presidência do banco e sua substituição por Cândido Bracher. Segundo comunicado enviado ao mercado, Setubal atingiu a idade limite para o exercício do cargo e deixará a presidência após mais de 22 anos liderando a organização.

Fonte: InfoMoney

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Candido Bracher?

É banqueiro, ex-presidente do Itaú Unibanco (2017–2021) e cofundador do Banco BBA.

Qual a idade de Candido Bracher?

Ele nasceu em 5 de dezembro de 1958.

Quando Candido Bracher presidiu o Itaú?

De 2017 a 2 de fevereiro de 2021.

Quem Candido Bracher substituiu no Itaú?

Roberto Setubal, que comandou o banco por 23 anos.

Quem sucedeu Candido Bracher no Itaú?

Milton Maluhy Filho.

Onde Candido Bracher estudou?

Administração de empresas na FGV.

O que é o Banco BBA?

Banco de atacado fundado em 1988 que se uniu ao Itaú em 2002, formando o Itaú BBA.

O que Candido Bracher faz hoje?

É conselheiro do Itaú e da Mastercard, colunista da Folha e investidor de impacto.

Candido Bracher escreve na Folha?

Sim, é colunista desde junho de 2021.

Candido Bracher apoiou Simone Tebet?

Sim, em 2022; a candidata iniciou a campanha em encontro na casa dele.

O que Candido Bracher pensa sobre meio ambiente?

Defende o combate ao desmatamento e um mercado de carbono no Brasil.

Candido Bracher assinou a Carta aos Brasileiros?

Sim, a versão de 2022, em defesa da democracia.

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