
Marcos Joaquim Gonçalves Alves
Advogado, especialista em Direito Público e Direito Tributário
Resumo biográfico
Trajetória
- 2016 — atualSócio Fundador
M.J. Alves e Burle Advogados
- 2014 — 2017Conselheiro e orientador de estratégias de defesa
Atuou na defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha durante investigações da Lava-Jato
- 1990 — atualAdvogado especializado em Direito Tributário e Direito Público
Litigios de grande repercussão econômica, especialmente nas áreas fiscal e regulatória
Notícias de outros portais

23 de jun. de 2026
Marcos Joaquim Gonçalves Alves: o advogado de todos os governos
Reportagem investigativa sobre o advogado Marcos Joaquim Gonçalves Alves. Segundo a matéria, foi investigado durante quase cinco anos sob suspeita de ter intermediado uma propina de R$ 9 milhões destinada ao deputado federal Sérgio Souza (MDB-PR), com objetivo de impedir que ex-presidentes de fundos de pensão depusessem na CPI que investigava desvios de bilhões. Em outubro de 2019, o STF bloqueou R$ 3,2 milhões de seus bens. Mensagens encontradas pela Polícia Federal em celular de um ex-ministro revelaram que Marcos Joaquim negociava petróleo, refinarias da Petrobras e maconha com o filho de um dos líderes do governo Bolsonaro. Em maio de 2023, o ministro Kassio Nunes Marques arquivou a investigação. Meses antes do arquivamento, Marcos Joaquim doou R$ 100 mil ao PT na campanha presidencial de Lula.
Fonte: Observatorio Brasil

12 de ago. de 2020
Lobby escancarado: PF acha diálogos entre filho do líder do governo e advogado investigado
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM-PE) revelam intensas tratativas comerciais entre ele e o advogado Marcos Joaquim Gonçalves Alves, descrito como um dos principais lobistas de Brasília. Fernando Coelho Filho, que ocupou o cargo de ministro das Minas e Energia no governo de Michel Temer, é filho do senador Fernando Bezerra Coelho, líder do governo Bolsonaro no Senado. A matéria descreve Marcos Joaquim como ligado a Eduardo Cunha e autointitulado amigo do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que já apareceu em outras investigações intermediando interesses heterodoxos e propinas.
Fonte: Crusoé
21 de out. de 2019
Celso autoriza busca em gabinete da Câmara e instituto de advogado
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, autorizou busca e apreensão no gabinete e nos endereços residenciais e profissionais do deputado Sergio Souza (MDB-PR). Um dos alvos de busca e apreensão foi o advogado Marcos Joaquim Gonçalves Alves. Ao autorizar a medida, o ministro Celso de Mello ressaltou que 'não é absoluta a inviolabilidade do escritório de advocacia'. O ministro também deferiu o sequestro de bens móveis, incluindo ativos financeiros, de sete pessoas, inclusive do advogado, até o limite global de R$ 3,25 milhões. O ministro negou o pedido para prisões preventivas e temporárias contra Marcos Joaquim Gonçalves Alves.
Fonte: Consultor Jurídico

21 de out. de 2019
STF bloqueia R$ 3 mi de ex-advogado de Cunha que foi alvo da PF
O advogado Marcos Joaquim Gonçalves Alves, um dos alvos da operação da Polícia Federal que apura fraudes em fundos de pensão, teve R$ 3,2 milhões de seu patrimônio bloqueado pelo Supremo Tribunal Federal. A decisão foi assinada pelo ministro Celso de Mello. Marcos Joaquim ficou conhecido por ter atuado na defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Em acordo de delação, o corretor Lúcio Bolonha Funaro apontou que Marcos Joaquim recebeu vantagens ilícitas para influenciar em decisões e no relatório da CPI dos Fundos de Pensão. Em nota, o advogado informou que 'sempre esteve à disposição das autoridades com total lisura e transparência'.
Fonte: Bela Megale - O Globo

21 de out. de 2019
Supremo nega pedidos de prisão de lobista, advogado e ex-presidentes de fundos de pensão
O Supremo Tribunal Federal negou o pedido da Polícia Federal para prender o advogado Marcos Joaquim Gonçalves Alves, o lobista Milton Lyra e o empresário Arthur Machado no âmbito da operação Bazaar. A PF pediu a prisão temporária de Marcos Joaquim e de ex-presidentes de fundos de pensão. O ministro Celso de Mello indeferiu as solicitações alegando que não estão presentes os requisitos necessários para decretar a prisão. Em nota, o advogado informou que 'sempre esteve à disposição das autoridades com total lisura e transparência'.
Fonte: Bela Megale - O Globo

25 de set. de 2017
Funaro fala em delação das relações de Cunha e advogado
O advogado Marcos Joaquim Gonçalves Alves, sócio do MJ Alves e Burle Advogados, agiu para influenciar o relatório final da CPI dos Fundos de Pensão e excluir citações aos nomes de dois ex-presidentes da Petros em troca de propina, conforme afirmou o doleiro Lúcio Bolonha Funaro em seu acordo de colaboração premiada. Segundo Funaro, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha disse que não poderia ajudar no relatório, mas aconselhou a procurar Marcos Joaquim. Ao questionar o advogado se seria possível influenciar o relatório da CPI, ouviu que ele já havia conversado com o relator Sérgio de Souza sobre o assunto e a resposta foi afirmativa.
Fonte: JOTA Jornalismo
Causas e valores defendidos
Migração e Direito Humanitário
Fundador do She Institute e membro fundador do SHE (Sustainable Humanitarian Empowerment)
Direito do Petróleo
Vice-Presidente da Comissão Especial de Direito do Petróleo da OAB