Foto oficial de Joaquim Levy

Joaquim Levy

Economista, ex-ministro da Fazenda e diretor do Banco Safra

Em exercício desde 1984
Biografia

Resumo biográfico

Joaquim Levy é economista e engenheiro naval, ex-ministro da Fazenda do segundo governo Dilma Rousseff (2015), ex-presidente do BNDES (2019), ex-diretor-geral e diretor financeiro do Banco Mundial e, desde 2020, diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Banco Safra. É conhecido pelo ajuste fiscal que tentou conduzir em 2015 e por analisar, em palestras e entrevistas, o cenário econômico e fiscal do Brasil. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Joaquim Levy, a formação, por que ele saiu do Ministério da Fazenda e do BNDES, o cargo atual no Safra e o que diz sobre contas públicas, inteligência artificial e mineração. Origem e formação Joaquim Vieira Ferreira Levy nasceu no Rio de Janeiro, em 17 de fevereiro de 1961, e tem 65 anos. É graduado em engenharia naval pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em economia pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e doutor em economia pela Universidade de Chicago, em 1992 (Wikipédia; InfoMoney, 22/06/2020). Início da carreira e FMI Começou em 1984, no Departamento de Engenharia e na Diretoria de Operações da Flumar S/A Navegação. Em 1990, foi professor do mestrado da FGV. Entre 1992 e 1999, trabalhou no Fundo Monetário Internacional, em departamentos como Hemisfério Ocidental, Europeu I e Pesquisa, e de 1999 a 2000 foi economista visitante no Banco Central Europeu (Wikipédia). Governos Fernando Henrique e Lula Em 2000, foi nomeado secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda no governo Fernando Henrique Cardoso e, em 2001, economista-chefe do Ministério do Planejamento. Em janeiro de 2003, assumiu a Secretaria do Tesouro Nacional na gestão do ministro Antonio Palocci, no início do governo Lula, e ficou até 2006. Foi um dos responsáveis pelo ajuste fiscal da época e ficou conhecido como "mãos de tesoura" (O Globo e g1, 27/11/2014). Em 2006, foi vice-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) (Wikipédia). Rio de Janeiro e Bradesco De 2007 a 2010, foi secretário de Estado da Fazenda do Rio de Janeiro, no primeiro mandato de Sérgio Cabral. Em junho de 2010, entrou na Bradesco Asset Management e foi diretor-superintendente até novembro de 2014 (Wikipédia; O Globo, 27/11/2014). Ministro da Fazenda (2015) Em 27 de novembro de 2014, foi anunciado ministro da Fazenda do segundo governo Dilma Rousseff, com a missão de enfrentar a crise econômica (Correio Braziliense, 21/11/2014; Wikipédia). Na apresentação, defendeu superávit primário de 1,2% do PIB em 2015 e de pelo menos 2% em 2016 e 2017. Nos primeiros meses, adotou medidas de ajuste fiscal, como as MPs 664 e 665, que mudaram regras de benefícios trabalhistas e previdenciários e foram criticadas por sindicatos, por parlamentares do PT e pelo empresariado, que reagiu ao aumento da carga tributária. Em janeiro de 2015, anunciou Rachid na Receita e Marcelo Saintive no Tesouro (Extra, 04/01/2015). Em maio de 2015, o El País Brasil o descreveu como o "todo-poderoso dono da tesoura" (El País Brasil, 30/05/2015). Foi demitido em 18 de dezembro de 2015, um dia depois de o Congresso reduzir a meta fiscal de 0,7% para 0,5% do PIB, e foi substituído por Nelson Barbosa (Wikipédia). Banco Mundial Em fevereiro de 2016, entrou no Grupo Banco Mundial como diretor-geral e diretor financeiro, responsável pelas estratégias financeira e de gestão de riscos do grupo e por representá-lo no Conselho de Estabilidade Financeira do G20 (Banco Mundial; Folha de S.Paulo, 22/06/2020). Ficou até novembro de 2018, quando aceitou o convite de Paulo Guedes para presidir o BNDES no governo Jair Bolsonaro (Veja, 12/11/2018; SBT News, 12/11/2018). BNDES (2019) Assumiu o BNDES em janeiro de 2019 com o objetivo de "abrir a caixa-preta" do banco e reduzir sua carteira (BBC News Brasil, 06/12/2019). Em janeiro de 2019, o Ministério Público Federal investigava a responsabilidade dele, como ex-ministro, em irregularidades contábeis do governo Dilma em 2015, as chamadas pedaladas fiscais, junto com outros integrantes da equipe econômica (O Globo, 20/01/2019). Em 16 de junho de 2019, pediu demissão, um dia depois de Bolsonaro dizer que estava "por aqui" com ele, por causa da indicação do advogado Marcos Barbosa Pinto, que fora assessor do BNDES nos governos do PT, para a diretoria de Mercado de Capitais (Folha de S.Paulo, 22/06/2020; Exame, 16/06/2019; Gazeta do Povo, 17/06/2019). Em entrevista, disse que não quis constranger Paulo Guedes (BBC News Brasil, 06/12/2019). Banco Safra Em 22 de junho de 2020, assumiu o cargo de diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Banco Safra, responsável pela macroeconomia e pelo contato com o mercado (Folha de S.Paulo e InfoMoney, 22/06/2020). Antes, desenvolvia pesquisas sobre tecnologias sustentáveis e a transição para emissões líquidas zero de carbono nos Estados Unidos (InfoMoney). A Organização das Nações Unidas também o lista no grupo de especialistas de alto nível sobre clima (ONU). Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis. O que ele diz sobre a economia Fiscal e eleições. Em outubro de 2026, disse ao Valor que o resultado primário do Brasil "não é brilhante", mas não destoa do mundo (Valor Econômico, 20/10/2026), e foi convidado pela ACIBr, de Brusque, para falar sobre o cenário pós-eleições, com o tema "E agora, para onde vamos?", em 16 de novembro (Diplomata FM, 27/10/2026). Em 16 de outubro, debateu inflação, contas públicas e crédito com a CBIC no evento "Economia e construção: perspectivas para 2027" (CBIC, 16/10/2026). Em abril de 2024, disse ao NeoFeed que "a discussão fiscal tem de ser muito séria e transparente" (NeoFeed, 16/04/2024). Em outubro de 2024, disse que o Brasil vai "encontrar o caminho" na política fiscal (Correio Braziliense, 09/10/2024). Mineração e inteligência artificial. Em outubro de 2026, no Invest Mining, disse que a mineração brasileira precisa de capital privado para alavancar projetos (Agência de Comunicação, 19/10/2026). Em agosto de 2026, em painel da FGV na Rio Innovation Week, afirmou que o mundo está a dois anos de um salto importante na inteligência artificial (ACIA Araçatuba, 06/08/2026), e em fevereiro de 2026 falou sobre cenários para a IA no canal O Especialista, do Safra (O Especialista, 25/02/2026). Reforma tributária e crescimento. Em janeiro de 2024, disse à CNN que a reforma tributária traria eficiência e simplificação para as empresas (CNN Brasil, 24/01/2024). Em julho de 2023, disse ao Valor que o momento era favorável se não houvesse ansiedade das autoridades (Valor Econômico, 10/07/2023). Em fevereiro de 2025, projetou crescimento lento do PIB no ano (O Tempo, 21/02/2025). Em 2022, defendeu metodologias brasileiras de medição de carbono para o crédito de carbono na Amazônia (Estadão, 10/05/2022). Linha do tempo 1961: nasce no Rio de Janeiro, em 17 de fevereiro. 1992: conclui o doutorado em Chicago e entra no FMI. 2003: assume a Secretaria do Tesouro Nacional. 2015: ministro da Fazenda, de 1º de janeiro a 18 de dezembro. 2016: diretor-geral e financeiro do Banco Mundial. 2019: presidente do BNDES, de janeiro a junho. 2020: diretor do Banco Safra.
Carreira

Trajetória

  1. 2020 — atual
    Banco Safra

    Diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados.

  2. 2019 — 2019
    Bndes

    Presidente do banco no governo Bolsonaro.

  3. 2016 — 2018
    Grupo Banco Mundial

    Diretor-geral e diretor financeiro.

  4. 2015 — 2015
    Ministério da Fazenda

    Ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff.

  5. 2010 — 2014
    Bradesco Asset Management

    Diretor-superintendente.

  6. 2007 — 2010
    Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro

    Secretário de Estado da Fazenda.

  7. 2003 — 2006
    Secretaria do Tesouro Nacional

    Secretário do Tesouro Nacional.

  8. 2000 — 2002
    Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento

    Secretário-adjunto de Política Econômica e economista-chefe do Planejamento.

  9. 1999 — 2000
    Banco Central Europeu

    Economista visitante.

  10. 1992 — 1999
    Fundo Monetário Internacional

    Economista em departamentos de mercado de capitais e pesquisa.

  11. 1984 — atual
    Flumar S/A Navegação

    Departamento de Engenharia e Diretoria de Operações.

Na imprensa

Notícias de outros portais

27 de out. de 2026

ACIBr comemora 92 anos com palestra de Joaquim Levy sobre cenário pós-eleições

A Associação Empresarial de Brusque, Guabiruba e Botuverá (ACIBr) celebrará seus 92 anos no dia 16 de novembro com um jantar na Sociedade Santos Dumont, que. Com o tema “E agora, para onde vamos?”, a palestra abordará os cenários e as perspectivas para o Brasil no período pós-eleições, buscando ajudar empresários a compreenderem o contexto econômico e a refletirem sobre os próximos passos.

Fonte: Diplomatafm.com.br

19 de out. de 2026

Mineração brasileira precisa de capital privado para alavancar projetos, diz Joaquim Levy

Conteúdo estratégico para engajar seu público com a expertise do Estadão. Em painel do Invest Mining 2026, executivo do Safra diz que o setor está no centro de temas como transição energética, soberania nacional e reorganização das cadeias globais O segundo painel do Invest Mining 2026 discutiu o tema “A mineração: quais são as oportunidades do setor para o Brasil?”.

Fonte: Agência de Comunicação - Mineração brasileira precisa de capital privado para alavancar projetos, diz Joaquim Levy

16 de out. de 2026

CBIC debate cenário econômico com Joaquim Levy e Filipe Pontual - CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Inflação, contas públicas, crédito. Fatores determinantes para o desempenho da economia brasileira e para a decisão por novos investimentos, estão na pauta do Economia e construção: perspectivas para 2027, evento online promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para apreciar o cenário econômico […].

Fonte: CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção

06 de ago. de 2026

Joaquim Levy: salto da IA em 2 anos e desafios ao Brasil - Acia Araçatuba

O ex-ministro Joaquim Levy afirmou que a IA terá um salto importante em dois anos. Em painel na Rio Innovation Week, ele e outros economistas discutiram os impactos para o Brasil, entre eles os desafios fiscais e as incertezas globais. O ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy afirmou que o mundo está a apenas dois anos de um salto muito importante no avanço da inteligência artificial (IA).

Fonte: Associação Comercial e Industrial de Araçatuba

25 de fev. de 2026

Joaquim Levy: cenários para a inteligência artificial - Safra

É preciso repensar organização e estatísticas com inteligência artificial, mesmo que além da gestão tecnológica e da substituição de empregos. Essa “bifurcação” se dá porque as primeiras crescem com a Inteligência Artificial (IA), enquanto as outras sofrerão mais concorrência, agora que a IA sabe programar.

Fonte: O Especialista

09 de out. de 2024

Para Joaquim Levy, Brasil vai 'encontrar o caminho' na política fiscal

Em conversa com o Correio, após palestra no Congresso de Governança Corporativa, ex-ministro da Fazenda citou a elevação da classificação de risco de Ba2 para Ba1 pela Moody’s. Levy também disse acreditar que o grau de investimento 'virá'. São Paulo — O ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy comentou nesta quarta-feira (9/10), ao Correio, acreditar que o Brasil vai conseguir “encontrar o caminho” adequado para manter o equilíbrio das contas públicas.

Fonte: Correio Braziliense

24 de jan. de 2024

Reforma tributária deve trazer eficiência para empresas, diz ex-ministro Joaquim Levy à CNN

Em entrevista à CNN, ex-ministro da Fazenda vê cenário favorável para evolução da reforma. Com a simplificação dos impostos e benefícios fiscais, um efeito a curto prazo da reforma tributária é a facilitação da vida das empresas, ressalta o ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy. "O principal impacto que ela vai ter, e muito rápido, é a questão de simplificação da vida para as empresas.

Fonte: CNN Brasil

Sem imagem

23 de jan. de 2024

Joaquim Levy analisa o cenário econômico e os principais desafios do Brasil

De acordo com o ex-ministro, será preciso uma decisão financeira estratégica para manter a tendência de crescimento superior a 2%. A Brazil-Florida Business Council, Inc., organização sem fins lucrativos voltada à promoção de negócios internacionais, com sede em Tampa, Flórida, realizou o webinar “Perspectivas econômicas para 2024: Cenários dos EUA e do Brasil”.

Fonte: Folha Vitória

10 de jul. de 2023

Momento é favorável, se não houver ansiedade, diz Joaquim Levy

BC deve cortar a Selic em 0,5 ponto percentual em agosto, projeta ex-ministro da Fazenda. Se as autoridades não ficarem muito ansiosas com o bom momento que a economia brasileira vivencia neste ano e, principalmente, que pode se repetir em 2024, haverá uma janela de oportunidade para planejar o longo prazo, defende Joaquim Levy, diretor de Estratégia Econômica e Relações com o Mercado do Banco Safra, em entrevista ao Valor.

Fonte: Valor Econômico

29 de set. de 2022

Joaquim Levy: o cenário para a economia na transição política - Safra

Diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Safra, Joaquim Levy, analisa perspectivas para a economia brasileira em 2023. Essas questões vão influenciar o crescimento no ano que vem”, comenta Levy O programa Conjuntura Safra analisa o atual momento da economia do Brasil e do mundo. O diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Safra, Joaquim Levy, explica o que tem movimentado o mercado em setembro e o cenário para quem deseja investir.

Fonte: O Especialista

10 de mai. de 2022

‘Crédito de carbono pode fazer muita diferença na Amazônia’, diz ex-ministro Joaquim Levy

Ex-ministro da Fazenda publicou documento no blog do Centro de Debates de Políticas Públicas (CDPP) sobre uma agenda para a descarbonização do Brasil. BRASÍLIA - Ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defende em entrevista ao Estadão a importância de o Brasil ter metodologias de medições de redução de carbono adaptadas às condições do País.

Fonte: Estadão

05 de mai. de 2021

Live Safra: economia e pandemia - Joaquim Levy e Gustavo Montezano - Safra

Presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e diretor de Estratégia Econômica do Banco Safra, Joaquim Levy, conversam em live. Assista. Segundo Gustavo Montezano, há medidas em estudo no governo para socorrer setores como o de turismo, por exemplo. Ele destacou que, diante das dificuldades fiscais, novas medidas deverão ser voltadas apenas para nichos do mercado.

Fonte: O Especialista

17 de abr. de 2020

'Economia sai fortalecida se houver entendimento entre áreas', diz Joaquim Levy

Em entrevista à CNN, o economista se mostrou otimista quanto ao cenário econômico pós-pandemia. O economista e ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy acredita que a economia pode sair fortalecida depois da pandemia do novo coronavírus se houver entendimento entre as diversas áreas do governo. Em entrevista à CNN na noite desta sexta-feira (17), ele ressaltou a importância do papel do governo em fazer com que a economia volte a crescer.

Fonte: CNN Brasil

06 de dez. de 2019

‘Não quis constranger Paulo Guedes’: A primeira entrevista de Joaquim Levy após demissão do BNDES

Ex-ministro da Fazenda do governo Dilma, ex-secretário do Tesouro Nacional de Lula e ex-presidente do BNDES do governo Bolsonaro, Levy falou em entrevista à BBC News Brasil da experiência nos governos de esquerda e direita. Sobre economia, ele defendeu que Brasil persiga meta de crescer 3% em 2020. Em 2015, ele aceitou a missão de assumir o Ministério da Fazenda para promover um forte ajuste fiscal em plena crise financeira do governo Dilma Rousseff.

Fonte: BBC News Brasil

17 de jun. de 2019

O que Joaquim Levy não entregou a Bolsonaro na gestão do BNDES

Após críticas de Jair Bolsonaro, Joaquim Levy pediu demissão do comando do BNDES. Veja os motivos da insatisfação do presidente na Gazeta do Povo. A demissão de Joaquim Levy do comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ocorrida no último final de semana, teve como justificativa oficial uma nomeação realizada pelo ex-presidente da instituição.

Fonte: Gazeta do Povo

16 de jun. de 2019

Joaquim Levy conversou com Guedes sobre demissão após crítica de Bolsonaro

Conversa ocorreu no início da manhã deste domingo. Diálogo foi cordial e "houve muita concordância", segundo uma fonte. Levy: presidente do BNDES pediu desligamento do BNDES após críticas de Bolsonaro (Ueslei Marcelino/Reuters) Rio de Janeiro - O ministro da Economia, Paulo Guedes, conversou neste domingo, 16, com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, sobre o pedido de desligamento do executivo do banco de fomento.

Fonte: Exame

20 de jan. de 2019

Joaquim Levy é investigado por pedaladas fiscais de Dilma

Inquérito civil do MPF apura suspeitas de improbidade administrativa. BRASÍLIA — O Ministério Público Federal (MPF) investiga a responsabilidade do ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy, atual presidente do BNDES, em irregularidades contábeis na administração de Dilma Rousseff em 2015, as chamadas pedaladas fiscais. Outros integrantes da equipe econômica naquele ano também estão sob investigação.

Fonte: O Globo

30 de mai. de 2015

Joaquim Levy: o todo-poderoso dono da tesoura

O ministro da Fazenda divide seu trabalho entre cortar gastos e eludir as críticas. No dia 22, quando o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, apareceu sozinho – sem Levy – para anunciar a série de cortes que o Governo fará este ano, em uma das entrevistas coletivas mais esperadas do ano, multiplicaram-se as especulações sobre as razões da ausência do todo-poderoso ministro da Fazenda nesse ato crucial. E essas especulações alimentaram os nervos dos agentes financeiros, ou seja, dos mercados.

Fonte: El País Brasil

18 de abr. de 2015

Joaquim Levy defende novas alternativas para financiar infraestrutura no Brasil

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse a jornalistas neste sábado, 18, que a reação de investidores de infraestrutura com os quais se encontrou esta semana nos Estados Unidos foi "muito positiva". "Estamos cada vez evoluindo mais em ver novas maneiras para financiar o investimento, tanto com poupança local, como estrangeira."Levy disse que os investidores estrangeiros entenderam o novo papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que será parceiro do mercado de capitais.

Fonte: Estadão

27 de nov. de 2014

Diretor do Bradesco, Joaquim Levy trabalhou nos governos FH e Lula

Especialista em contas públicas, economista ajudou no ajuste fiscal. BRASÍLIA - Nome bem-visto pelo mercado, o carioca Joaquim Levy foi secretário do Tesouro Nacional na gestão do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci num momento difícil da economia, quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência da República, em 2003. Levy foi um dos responsáveis pelo ajuste fiscal feito à época, que deu credibilidade ao governo e pôs as contas em ordem.

Fonte: O Globo

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Joaquim Levy?

Economista e engenheiro naval, ex-ministro da Fazenda (2015), ex-presidente do BNDES (2019) e diretor de Estratégia Econômica do Banco Safra.

Qual a idade de Joaquim Levy?

Nasceu no Rio de Janeiro em 17 de fevereiro de 1961 e tem 65 anos.

Onde Joaquim Levy estudou?

Engenharia naval na UFRJ, mestrado em economia na FGV e doutorado em economia na Universidade de Chicago, em 1992.

Por que Joaquim Levy saiu do Ministério da Fazenda?

Foi demitido em 18 de dezembro de 2015, após uma semana de embate no Congresso sobre a meta fiscal de 2016, e foi substituído por Nelson Barbosa.

Por que Joaquim Levy deixou o BNDES?

Pediu demissão em 16 de junho de 2019, um dia depois de Bolsonaro criticá-lo pela indicação de Marcos Barbosa Pinto para a diretoria de Mercado de Capitais.

Qual o cargo atual de Joaquim Levy?

Desde 22 de junho de 2020, é diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Banco Safra.

Joaquim Levy trabalhou no Banco Mundial?

Sim, foi diretor-geral e diretor financeiro do Grupo Banco Mundial de fevereiro de 2016 a novembro de 2018.

Joaquim Levy trabalhou no FMI?

Sim, de 1992 a 1999, em departamentos como Hemisfério Ocidental, Europeu I e Pesquisa.

Qual o patrimônio de Joaquim Levy?

Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis.

Quem indicou Joaquim Levy para o BNDES?

O ministro da Economia, Paulo Guedes, que o convidou em novembro de 2018.

Joaquim Levy foi secretário do Tesouro?

Sim, de janeiro de 2003 a 2006, no início do governo Lula.

O que Joaquim Levy diz sobre a inteligência artificial?

Em agosto de 2026, afirmou que o mundo está a dois anos de um salto importante na IA.

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