Foto oficial de Fabio Giambiagi

Fabio Giambiagi

Economista e pesquisador do FGV Ibre e do BNDES

Biografia

Resumo biográfico

Fabio Giambiagi é economista, especialista em finanças públicas e Previdência Social, pesquisador associado do FGV Ibre e técnico do Departamento de Pesquisa Econômica do BNDES, onde foi economista-chefe entre 2018 e 2021. É autor ou organizador de mais de 45 livros sobre a economia brasileira e ganhou duas vezes o Prêmio Jabuti. Fala com frequência sobre arcabouço fiscal, salário mínimo, reforma da Previdência e produtividade, e em 2026 lançou "Argentina para Brasileiros". Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Fabio Giambiagi, o que ele diz sobre o arcabouço fiscal, o que ele pensa da Previdência, os livros dele, onde ele trabalha e as entrevistas mais recentes. Origem e formação Fabio Giambiagi nasceu no Rio de Janeiro em 9 de maio de 1962 e tem 64 anos. É filho de argentinos e foi criado na Argentina, voltando ao Brasil aos 14 anos (Poder360, 14/06/2026). Graduou-se em Economia pela Faculdade de Economia e Administração da UFRJ, onde também fez mestrado em Ciências Econômicas (Wikipédia). Carreira Foi professor da PUC-Rio e da UFRJ, nas áreas de macroeconomia, finanças públicas, Previdência Social e economia brasileira, e pesquisador do Ipea, onde coordenou o Grupo de Acompanhamento Conjuntural. Também atuou na assessoria econômica do Ministério do Planejamento e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. No BNDES, foi economista-chefe de 2018 a 2021, e hoje atua no Departamento de Pesquisa Econômica e Análise de Dados do banco e como pesquisador associado do núcleo de Política Econômica do Ibre/FGV (Wikipédia; CNN Brasil, 05/07/2025). Colabora com O Estado de S. Paulo e O Globo e escreveu mais de 300 artigos para jornais do Brasil, da Argentina e do Uruguai. Em novembro de 2023, foi entrevistado no Roda Viva, da TV Cultura (Roda Viva, 27/11/2023). Prêmios Ganhou o Prêmio Jabuti de 2000 com "Finanças Públicas: Teoria e Prática no Brasil" e o de 2005 com "Economia Brasileira Contemporânea (1945/2004)". Em 2008, recebeu o Prêmio Mário Henrique Simonsen de melhor artigo da Revista Brasileira de Economia e foi escolhido pela revista Época como uma das cem pessoas mais influentes do Brasil. Em 1999, ficou em 3º lugar no Prêmio do Tesouro Nacional (Wikipédia). Livros Entre as obras mais conhecidas estão "Capitalismo: Modo de Usar" (2015), "Antologia da Maldade" (2015) e "Antologia da Maldade II" (2022), com Gustavo Franco, "Apelo à Razão" (2018), com Rodrigo Zeidan, "Tudo sobre o Déficit Público" (2021), "A Reforma Inacabada" (2024), com Paulo Tafner, "O Desafio da Produtividade" (2024) e "A Vingança de Tocqueville" (2025) (Wikipédia; Poder360, 01/03/2025). Em 2026, publicou "Argentina para Brasileiros", "Por que Estudar Economia?" e organizou "Trabalho e Emprego Onde?", sobre o mundo da IA (Poder360, 14/06/2026; Valor Econômico, 26/10/2026). Os livros recentes em detalhe Em "A Vingança de Tocqueville", publicado em fevereiro de 2025, analisa a economia brasileira desde o segundo governo de Getúlio Vargas até o início do terceiro mandato de Lula e compara o Brasil com a Coreia do Sul: para ele, a grande diferença foi o investimento maciço do país asiático em educação a partir dos anos 1960 (Poder360, 01/03/2025). O título faz referência a Alexis de Tocqueville, e um capítulo, "Fracasso Socialdemocrata", discute os rumos do Brasil depois da redemocratização (Jornal Opção, 11/05/2025). Em "Por que Estudar Economia?", com Arlete Nese, lançado em 25 de março de 2026 pela AltaCult, ele explica a profissão a estudantes de 15 a 17 anos, em dez capítulos (Correio Braziliense, 22/03/2026). Em "Argentina para Brasileiros", mostra que as exportações para a Argentina eram 13% das vendas externas do Brasil em 1998 e hoje ficam entre 4% e 5% (Poder360, 14/06/2026). Em "Trabalho e Emprego Onde?", pela Editora Lux, organizado com Letícia Magalhães e Paulo Faveret, todos do BNDES, discute a IA, o emprego e a baixa produtividade em três partes (Valor Econômico, 26/10/2026). Ideias e declarações sobre a economia Em julho de 2021, no lançamento de "Tudo sobre o Déficit Público", disse que a revisão do teto de gastos "não pode ser licença para o governo gastar" (O Globo, 26/07/2021). Em 2017, disse ao InfoMoney que os brasileiros se aposentam em idades que, no resto do mundo, seriam "indecentes" (InfoMoney, 31/08/2017). Em 2015, disse ao El País que o Brasil já entrara na "canibalização do gasto social" (El País Brasil, 19/10/2015). Em 2024, afirmou que a regra do salário mínimo era "devastadora" para as futuras gerações (Veja, 07/06/2024), e em janeiro de 2025 que a política fiscal do governo era inviável com a regra então em vigor (CNN Brasil, 14/01/2025). Em fevereiro de 2025, chamou o terceiro mandato de Lula de "gestão envelhecida" (Veja, 12/02/2025), e em março disse ao Brazil Journal que Lula "dinamitou a frente ampla" (Brazil Journal, 09/03/2025). Em julho de 2025, disse que o INSS fora da meta fiscal é sinal de que as regras terão de mudar em 2027 (CNN Brasil, 05/07/2025). Em dezembro de 2025, afirmou que o país precisará de ajuste fiscal em 2027 (Poder360, 21/12/2025). 2026 Em maio de 2026, defendeu em evento da Fiesc que o Brasil precisa de nova reforma da Previdência já no ano seguinte, embora ela possa não ser viável porque exige debate antes com a sociedade e os políticos; para ele, é preciso reavaliar gastos ligados à regra do salário mínimo, ao auxílio-doença e ao BPC, e a reforma de 2019 não teve as contas erradas (NSC Total, 25/05/2026). Em junho, lançou "Argentina para Brasileiros", sobre a história argentina do século 20 e o governo de Javier Milei (Poder360, 14/06/2026). Em julho, disse ao Valor que, na Argentina, "todos fracassaram" (Valor Econômico, 01/07/2026). Em 30 de outubro de 2026, na Imersão Indústria, da Fiemg, disse que o crescimento do país dependerá cada vez mais da produtividade (CNN Brasil, 30/10/2026). Patrimônio e vida pessoal Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis, e a família não consta deste perfil. Linha do tempo 1962: nasce, em 9 de maio. 2000: Prêmio Jabuti. 2005: Prêmio Jabuti. 2018: vira economista-chefe do BNDES. 2021: deixa o cargo de economista-chefe. 2026: lança "Argentina para Brasileiros".
Carreira

Trajetória

  1. 2018 — 2021
    Bndes

    Economista-chefe do banco.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Livros2026
Argentina para Brasileiros
Livro

Livro sobre a história argentina do século 20 e o governo Milei.

Livros2025
A Vingança de Tocqueville
Livro

Análise da economia brasileira desde Getúlio Vargas.

Livros2021
Tudo sobre o Déficit Público
Livro

Trajetória das contas públicas brasileiras.

Na imprensa

Notícias de outros portais

30 de out. de 2026

Crescimento dependerá cada vez mais da produtividade, diz Giambiagi

Economista aponta dinâmica como um dos principais desafios para o Brasil acelerar economia. Aumentar a produtividade é um dos principais desafios para o Brasil acelerar o crescimento econômico e ampliar a competitividade da indústria. A avaliação foi apresentada pelo economista Fábio Giambiagi durante a 9ª edição do Imersão Indústria, evento promovido pela Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (30).

Fonte: CNN Brasil

26 de out. de 2026

IA chega em momento estratégico para o Brasil, demonstra livro

Obra organizada por Fabio Giambiagi, Letícia Magalhães e Paulo Faveret diz que tecnologia é oportunidade para país resolver questões estruturais. Os rápidos avanços da inteligência artificial (IA) trazem desafios importantes para economias e sociedades, mas também podem representar oportunidades para o Brasil enfrentar questões estruturais, como a baixa produtividade e as mudanças demográficas. Esses são apenas alguns dos apontamentos presentes no livro “Trabalho e emprego onde?

Fonte: Valor Econômico

01 de jul. de 2026

‘Todos fracassaram’, diz o economista Fabio Giambiagi, que analisa 80 anos da crise argentina

Em ‘Argentina para brasileiros: Un país de película’, o autor busca explicar o mistério da economia pujante que a Argentina pouco a pouco deixou de ser. Quando decidiu escrever seu novo livro, o economista Fabio Giambiagi sabia da concorrência da inteligência artificial. Afinal, qualquer interessado em conhecer a realidade argentina pode escrever um prompt para o ChatGPT e obter um resumo. Mas Giambiagi tem um trunfo: sua perspectiva.

Fonte: Valor Econômico

14 de jun. de 2026

Economista Fabio Giambiagi lança livro “Argentina para Brasileiros”

Escritor explora a história da Argentina no século 20, a perda de relevância para o Brasil e o governo de Milei. A crescente perda de interesse no Brasil pelo país vizinho em décadas é um dos componentes do livro. O livro está disponível desde 5 de junho de 2026 em livrarias. Há venda on-line na Amazon, Estante Virtual e Livrarias Curitiba, entre outros sites. As seleções do Brasil e da Argentina poderão se enfrentar a partir das quartas de final na Copa do Mundo, iniciada na 5ª feira (11.jun.2026).

Fonte: Poder360

25 de mai. de 2026

“Precisamos de uma nova reforma da Previdência”, diz Giambiagi

O Brasil aprovou e colocou em prática a reforma da Previdência em 2019, mas em função de outras decisões posteriores que resultaram em mais gastos, tem. O alerta é do economista Fabio Giambiagi, um dos maiores especialistas em Previdência no Brasil e pesquisador do FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) que foi o palestrante na reunião da diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) sexta-feira (22).

Fonte: NSC Total

22 de mar. de 2026

Livro aborda economia vista como ativo profissional

Em novo livro que será lançado na próxima quarta-feira (25/3), economista Fabio Giambiagi aborda aspectos históricos para entender a economia brasileira e global e debate sobre a evolução da profissão do economista. Em um cenário global cada vez mais polarizado, o conhecimento da economia é uma importante ferramenta para a compreensão da atual conjuntura, que ganhou mais incertezas em meio a um novo conflito no Oriente Médio.

Fonte: Correio Braziliense

21 de dez. de 2025

País precisará de ajuste fiscal em 2027, diz Fabio Giambiagi

Economista declara que limite não pode ter excepcionalidades e despesa com previdência não pode subir mais do que o PIB. Economista declara que limite de gastos não pode ter excepcionalidades e despesa com previdência não pode subir mais do que o PIB O economista Fabio Giambiagi, 63 anos, defendeu que se estabeleça um ajuste fiscal no país em 2027, com um presidente em novo mandato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estará no 4º mandato ou um novo presidente estará no Planalto.

Fonte: Poder360

21 de dez. de 2025

Brasil e Argentina vivem 2 mundos invertidos, diz Giambiagi

Países têm ex-presidentes presos e dificuldade na oposição, mas governo da Argentina é de direita e, no Brasil, de esquerda. Os 2 países têm líderes políticos presos e uma paralisação da oposição para reagir a quem está no poder, só que, na Argentina, o governo é de direita e libertário e, no Brasil, esquerda O economista Fabio Giambiagi, 63 anos, afirmou que as oposições no Brasil e da Argentina têm semelhanças mesmo com situações contrárias. Na Argentina, a oposição é de esquerda e no Brasil, de direita.

Fonte: Poder360

05 de jul. de 2025

INSS é mais um sinal de necessidade de nova regra fiscal, diz Giambiagi

Segundo economista, "credibilidade do arcabouço fiscal já não vinha sendo grande coisa". Para Fabio Giambiagi, pesquisador associado do FGV/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), o governo buscar o STF (Supremo Tribunal Federal) para tirar o ressarcimento do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) da meta fiscal e do limite do arcabouço "é mais um sinalzinho de que este conjunto de regras terá fatalmente que ser modificado em 2027".

Fonte: CNN Brasil

04 de jul. de 2025

Inconsistência do arcabouço agora é cristalina para todos, diz Giambiagi

Para economista, INSS fora da meta é mais um sinal de que regra fiscal deverá ser revista em 2027. A regra fiscal adotada pelo governo Lula apresenta pontos fracos desde a sua criação, mas que não estavam claros para todos, segundo Fabio Giambiagi, pesquisador associado do FGV/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Fonte: CNN Brasil

09 de mar. de 2025

“Lula dinamitou a frente ampla,” diz Giambiagi

“Nosso governo não será um governo do PT,” disse o candidato Lula em outubro de 2022, em um evento da ‘frente ampla,’ no Teatro Tuca, em São Paulo. “É importante que você, Gleisi [Hoffmann], que é presidente [do PT], saiba: nós precisamos fazer um governo além do PT.” Na plateia, figuras nacionais não militantes do PT, como Persio Arida, Henrique Meirelles, José Gregori e Neca Setúbal.

Fonte: Brazil Journal

01 de mar. de 2025

Giambiagi lança livro sobre a economia desde Getúlio Vargas

Economista mostra avanços da economia e obstáculos ao desenvolvimento até o Lula 3 em "A Vingança de Tocqueville". Especialista em finanças públicas mostra avanços e obstáculos ao desenvolvimento até o 3º mandato de Lula em “A Vingança de Tocqueville” O economista Fabio Giambiagi, 62 anos, publicou o livro “A Vingança de Tocqueville”, em que analisa a história econômica brasileira com ênfase para o período a partir da 2ª metade do século 20.

Fonte: Poder360

12 de fev. de 2025

Terceiro mandato de Lula é uma ‘gestão envelhecida’, diz Fabio Giambiagi

VEJA Mercado: especialista fala sobre alfinetada de Trump em Lula e Milei e sobre erros e acertos do Brasil nas últimas décadas. As bolsas europeias e os futuros americanos são negociados em alta na manhã desta quarta-feira, 12. O presidente americano Donald Trump cutucou Lula e Javier Milei no decreto em que impôs tarifas de 25% todas as importações de aço e alumínio nos Estados Unidos.

Fonte: Veja

14 de jan. de 2025

Arcabouço fiscal é inviável com regra atual do salário-mínimo, diz Giambiagi ao WW

Economista afirma que dívida seguirá crescendo e pode inviabilizar um potencial segundo mandato de Lula. A nova regra de valorização do salário-mínimo proposta pelo governo no final de 2024 ainda não é suficiente para viabilizar o arcabouço fiscal, avaliou Fabio Giambiagi, economista e pesquisador do FGV/Ibre, em entrevista ao WW. "Se a regra for mantida, nós iremos rumo a uma crise muito séria. É inviável a política fiscal do governo com essa regra", afirmou.

Fonte: CNN Brasil

07 de jun. de 2024

Regra do salário mínimo é devastadora para gerações futuras, diz Giambiagi

VEJA Mercado: economista ex-BID diz que efeito nas contas públicas pode passar de R$ 500 bi em 10 anos e alerta para urgência de nova reforma da Previdência. As bolsas europeias e os futuros americanos são negociados em baixa na manhã desta sexta-feira, 7. Um indicador importante pode alterar a trajetória do dólar comercial no Brasil: o payroll. O relatório mensal de emprego nos Estados Unidos será fundamental para determinar o humor dos investidores para as próximas semanas.

Fonte: Veja

26 de jul. de 2021

‘Revisão do teto não pode ser licença para o governo gastar’, diz Fabio Giambiagi

Para o economista, a regra terá de ser revista porque ela é inexequível até 2026, ressaltando que isso não pode ser entendida como licença para gastar. BRASÍLIA - No lançamento do 35º livro de seu portfólio, o economista Fabio Giambiagi promete no título “Tudo sobre o déficit fiscal” esgotar um tema praticamente onipresente na pauta econômica do país.

Fonte: O Globo

01 de jan. de 2021

'O Brasil perdeu o rumo há 10 anos', diz economista Fabio Giambiagi

Economista diz que o país precisa retomar as reformas e resolver o desequilíbrio das contas públicas se não quiser enfrentar outra década perdida. Para ele, porém, a atual polarização política não permite definir uma agenda a fim de tirar o país do atoleiro. O economista e especialista em contas públicas Fabio Giambiagi define a década encerrada em 2020 como “catastrófica” e afirma que, apesar da recuperação estatística em 2021, ainda há muita incerteza sobre os próximos 10 anos.

Fonte: Correio Braziliense

31 de ago. de 2017

Pessoas se aposentam no Brasil com idades que no resto do mundo seriam “indecentes”, diz Giambiagi

"Quando uma pessoa se aposenta com 50, 52 anos, ela está tirando recursos de outras pessoas, da saúde, da educação", afirma o economista. SÃO PAULO – O principal pilar das reformas que o governo de Michel Temer está tentando realizar, a Previdência é um sistema que gera muitas discussões, principalmente sobre o fato de sua sustentabilidade – o que resultou na proposta da reforma previdenciária.

Fonte: InfoMoney

19 de out. de 2015

Giambiagi: “Já ingressamos na fase da canibalização do gasto social”

Autor de 'Capitalismo: modo de usar' defende mudança na forma de pensar dos brasileiros. Hoje, provavelmente já gozando da paz de sua aposentadoria, o funcionário anônimo ressurge como símbolo de um Brasil sem ambições em Capitalismo: modo de usar (Elsevier, 2015), livro escrito pelo economista Fábio Giambiagi.

Fonte: El País Brasil

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Fabio Giambiagi?

Economista brasileiro, especialista em finanças públicas e Previdência, do FGV Ibre e do BNDES.

Qual a idade de Fabio Giambiagi?

Nasceu em 9 de maio de 1962 e tem 64 anos.

Onde Fabio Giambiagi trabalha?

No Departamento de Pesquisa Econômica do BNDES e como pesquisador associado do FGV Ibre.

Giambiagi foi economista-chefe do BNDES?

Sim, de 2018 a 2021.

Quantos livros Fabio Giambiagi escreveu?

É autor ou organizador de mais de 45 livros sobre a economia brasileira.

Fabio Giambiagi ganhou o Jabuti?

Sim, em 2000 e em 2005.

Qual o livro mais recente de Giambiagi?

Em 2026, "Argentina para Brasileiros", além de "Por que Estudar Economia?".

O que Giambiagi diz sobre o arcabouço fiscal?

Ele afirma que as regras terão de ser modificadas em 2027 e criticou a regra do salário mínimo.

O que Giambiagi pensa da Previdência?

Defende nova reforma da Previdência, já em 2027, segundo a NSC Total.

Onde Fabio Giambiagi estudou?

Economia na UFRJ, com mestrado na mesma universidade.

Fabio Giambiagi é argentino?

Nasceu em 1962, é filho de argentinos e foi criado na Argentina, segundo a Wikipédia.

Qual o patrimônio de Fabio Giambiagi?

Não há valor divulgado em fontes confiáveis.

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