Foto oficial de Fabio Schvartsman

Fabio Schvartsman

Presidente executivo da CSN

Em exercício desde 2023
Biografia

Resumo biográfico

Fabio Schvartsman é engenheiro de produção e executivo brasileiro, presidente executivo da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) desde setembro de 2026. Antes, presidiu a Klabin (2011 a 2017) e a Vale (2017 a 2019). É conhecido por ter comandado a mineradora quando a barragem de Brumadinho se rompeu, em janeiro de 2019, e por responder como réu em ação penal sobre o caso. Nas buscas, as pessoas procuram a idade de Fabio Schvartsman, a formação, o patrimônio, a passagem pela Vale, a situação no processo de Brumadinho e o novo cargo na CSN. Origem e formação Fabio Schvartsman nasceu em 25 de fevereiro de 1954 e tem 72 anos. É graduado e pós-graduado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), segundo a Vale e o g1 (27/03/2017). Em perfil publicado pelo O Globo, foi descrito como um executivo discreto, avesso a colunas sociais e a entrevistas, incisivo nos negócios e considerado por muitos como arrogante (O Globo, 29/01/2019). Duratex, Ultra e primeiros cargos Trabalhou por dez anos na Duratex e por 22 no Grupo Ultra, de onde saiu em 2007 como diretor financeiro (CFO) da holding Ultrapar e sócio-diretor da Ultra S.A. (Vale, 22/05/2017). Depois, comandou a Telemar Participações e a San Antonio Internacional (g1, 02/09/2026). Klabin Em fevereiro de 2011, assumiu a direção-geral da Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, e permaneceu até 2017. A empresa afirmou, na saída, que ele estabeleceu um novo ciclo de gestão e de resultados e fortaleceu a atuação da diretoria de forma integrada e orientada para resultados (g1, 27/03/2017). No ano anterior, a revista Forbes o havia incluído na lista dos 34 melhores executivos do Brasil. Presidência da Vale (2017 a 2019) Em 27 de março de 2017, a Vale anunciou o nome de Schvartsman para suceder Murilo Ferreira, que presidiu a mineradora por seis anos. A escolha saiu de uma lista de uma empresa internacional de seleção de executivos, a Spencer Stuart, e ele tomou posse em maio de 2017, aos 63 anos (Ibram, 23/05/2017). A Vale tinha acabado de passar por um período de turbulência na mineração mundial e fechou 2016 com lucro líquido de R$ 13,3 bilhões, depois de prejuízo de R$ 44,2 bilhões em 2015 (g1, 27/03/2017). Em entrevista à Empiricus Research, em julho de 2017, falou sobre os rumos da companhia como presidente. Schvartsman assumiu o comando pouco mais de um ano e meio depois do rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, e adotou o lema "Mariana nunca mais". Na gestão dele, a empresa aumentou os recursos para a segurança de barragens e reformulou o controle de riscos com a consultoria Deloitte, além de buscar uma carteira voltada ao Novo Mercado da bolsa de valores (g1, 02/09/2026). Brumadinho e o afastamento Em 25 de janeiro de 2019, a Barragem I da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), rompeu e deixou 270 mortos, além de graves danos ambientais (g1, 02/09/2026). Cinco horas depois, Schvartsman deu coletiva de imprensa sem respostas, abatido, e leu as medidas que a Vale havia tomado para evitar outro desastre; no mesmo dia foi a Brumadinho e, na manhã seguinte, acompanhou o trabalho das equipes de resgate (O Globo, 29/01/2019). Na coletiva, pediu desculpas pelo ocorrido (Band Jornalismo, 25/01/2019). Em 1º de março de 2019, o Ministério Público Federal, o Ministério Público de Minas Gerais e a Polícia Federal entregaram à Vale um documento pedindo o afastamento imediato dele e de outros diretores (InfoMoney, 02/03/2019). O conselho nomeou Eduardo Bartolomeo como presidente interino. Em carta ao conselho, Schvartsman escreveu que continuar no comando seria a "maneira mais eficaz" de a Vale responder à tragédia, mas que há momentos em que é preciso sacrificar convicções pessoais em favor de um bem maior (Poder360, 06/03/2019). CPI de Brumadinho Ele foi ouvido pela CPI de Brumadinho da Câmara dos Deputados em 28 de março de 2019, depois de a sessão ser remarcada porque ele se recuperava de uma cirurgia (Agência Senado, 19/03/2019; TV Senado, 28/03/2019). Em 4 de junho de 2019, a CPI aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático dele, para apurar se sabia da instabilidade da barragem. A defesa, por meio do advogado Pierpaolo Bottini, informou que já havia entregado espontaneamente ao MPF e à Polícia Federal os e-mails e as mensagens recebidos por ele (g1, 04/06/2019). Processo criminal O Ministério Público Federal denunciou Schvartsman em janeiro de 2023 por homicídio duplamente qualificado com dolo eventual e por crimes ambientais, e ele se tornou réu. Em março de 2024, a Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) concedeu habeas corpus e trancou as duas ações penais contra ele, por 3 votos a 0. Os desembargadores concluíram que o MPF não apresentou "indícios mínimos" de participação dele na conduta criminosa, e o processo seguiu contra outros quinze réus (g1, 13/03/2024; Estadão, 27/03/2024). O MPF recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O julgamento começou em 16 de setembro de 2025 e foi adiado depois que um ministro pediu mais tempo para analisar o caso (g1, 16/09/2025). Em 7 de abril de 2026, a Sexta Turma decidiu, por 3 votos a 2, reincluir Schvartsman nas ações penais (g1, 07/04/2026; Brasil de Fato, 08/04/2026). Em maio de 2026, a Justiça Federal em Belo Horizonte abriu dois novos processos e deu prazo de 100 dias para a defesa prévia (O Fator, 07/05/2026). Em 2 de junho de 2026, a Sexta Turma negou por unanimidade os embargos de declaração da defesa e manteve o executivo entre os réus (g1, 03/06/2026). A associação de familiares das vítimas, a Avabrum, defende que ele responda pelo caso, e advogados de 40 vítimas pediram, em 2024, indenização de R$ 200 milhões dos denunciados (Correio do Povo, 22/08/2024). Vibra Energia Em 2022, o nome de Schvartsman entrou na chapa para o Conselho de Administração da Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, por indicação de acionistas liderados pela gestora Dymond, com apoio das gestoras Verde e Bogari. A indicação gerou oposição de acionistas (Além do Fato, 31/03/2022). CSN Em 2 de setembro de 2026, a CSN anunciou que Fabio Schvartsman assumiria a presidência executiva a partir de 3 de setembro, em lugar de Benjamin Steinbruch, que comandava a companhia desde 2002. Steinbruch voltou à presidência do Conselho de Administração, posto que ocupou entre 1995 e 2023, e passou a focar a visão de longo prazo e os grandes investimentos, enquanto Schvartsman ficou com a gestão executiva, a operação e a execução (Veja, 02/09/2026; g1, 03/09/2026; Brazil Journal, 02/09/2026). A mudança ocorreu em meio a um processo de venda de ativos para reduzir o endividamento do grupo (Poder360, 02/09/2026; Valor Econômico, 03/09/2026). O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) criticou a contratação, ao dizer que ela reacende críticas sobre a responsabilização pelo crime de Brumadinho e amplia a preocupação com a Mina Casa de Pedra, em Congonhas (MAB, 09/09/2026). Em setembro, a Exame informou que ele assumiu as negociações para vender a CSN Cimentos, com Huaxin e o consórcio de Votorantim Cimentos e Cementir na disputa. A dívida líquida da CSN era de R$ 42,1 bilhões no fim do segundo trimestre (Exame, 30/09/2026). Remuneração e patrimônio Não há estimativa publicada do patrimônio pessoal de Schvartsman. Segundo a Wikipédia, de acordo com dados da própria Vale, a renda anual do presidente da companhia em 2016, sob Murilo Ferreira, foi de quase R$ 60 milhões, e Schvartsman, seu sucessor, recebeu R$ 19 milhões. Linha do tempo 1954: nasce em 25 de fevereiro. 2007: deixa o Grupo Ultra como CFO da Ultrapar. 2011: assume a direção-geral da Klabin. 2017: assume a presidência da Vale. 2019: rompimento da barragem de Brumadinho; sai da presidência da Vale. 2023: é denunciado pelo MPF e vira réu. 2024: TRF-6 tranca as ações penais. 2026: STJ o reinclui como réu; assume a presidência da CSN.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Csn

    Presidente executivo, sucedendo Benjamin Steinbruch.

  2. 2023 — atual
    Ação penal de Brumadinho

    Denunciado pelo MPF; reincluído como réu pelo STJ em 2026.

  3. 2022 — 2022
    Vibra Energia

    Indicado ao Conselho de Administração.

  4. 2019 — 2019
    CPI de Brumadinho

    Ouvido em 28 de março de 2019; sigilos quebrados em junho.

  5. 2017 — 2019
    Vale

    Presidente da mineradora.

  6. 2011 — 2017
    Klabin

    Diretor-geral e presidente da companhia.

  7. 1985 — 2007
    Grupo Ultra

    CFO da Ultrapar e sócio-diretor da Ultra S.A. até 2007.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Mineração2017
Mariana nunca mais
Programa

Diretriz de segurança de barragens adotada na Vale.

Negócios2026
Venda da CSN Cimentos
Operação

Negociação para reduzir o endividamento da CSN.

Na imprensa

Notícias de outros portais

30 de set. de 2026

O impacto imediato de Fabio Schvartsman na venda da CSN Cimentos

Novo CEO assumiu as negociações e é elogiado por postura mais pragmática; Huaxin e Votorantim estão na reta final de uma operação que pode ser concluída até o fim deste ano. O executivo assumiu as conversas com potenciais compradores em uma fase decisiva, com Huaxin e o consórcio formado por Votorantim Cimentos e Cementir na disputa pelo ativo. A operação é considerada estratégica para reduzir a dívida da companhia, que encerrou o segundo trimestre com R$ 42,1 bilhões em dívida líquida.

Fonte: Exame

09 de set. de 2026

NOTA | A contratação de Fábio Schvartsman para CEO da CSN é um escárnio à segurança de barragens

Decisão reacende críticas sobre a responsabilização pelo crime de Brumadinho e amplia a preocupação diante dos riscos envolvendo a Mina Casa de Pedra, em Congonhas. Fábio Schvartsman era presidente da empresa Vale S/A quando houve rompimento da barragem da empresa no município de Brumadinho (MG) que matou 272 pessoas. Ele é réu na ação penal que responsabiliza os diretores da empresa pelo crime. A decisão reconheceu que a denúncia descreve informações suficientes para que ele seja julgado.

Fonte: MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens

03 de set. de 2026

Fábio Schvartsman, ex-CEO da Vale, assume presidência da CSN

Fabio Schvartsman assume a presidência executiva da CSN e Benjamin Steinbruch passa a liderar o Conselho de Administração para fortalecer a governança da companhia. A Companhia Siderúrgica Nacional anunciou uma mudança no comando após 24 anos. Fábio Schvartsman assume a presidência executiva, e Benjamin Steinbruch assume o Conselho de Administração. Segundo a empresa, a alteração busca fortalecer a governança. O ex-CEO da Vale, Fábio Schvartsman, ficará responsável pela gestão executiva, operação e execução.

Fonte: G1

03 de set. de 2026

Schvartsman, ex-Vale, assume CSN; Steinbruch será ‘chairman’

Troca na direção da companhia acontece em meio a um processo de venda de ativos, para desalavancar o grupo. Controlador e CEO da CSN, Benjamin Steinbruch deixou a presidência da companhia. Quem assume o cargo, a partir hoje, é Fábio Schvartsman, que foi presidente da Vale entre 2017 e 2019, e teve sua passagem pela mineradora marcada pelo rompimento da barrragem de Brumadinho, em janeiro de 2019. O executivo ainda é réu em processo criminal sobre o caso.

Fonte: Valor Econômico

02 de set. de 2026

BREAKING: Benjamin deixa o comando da CSN; Schvartsman é o novo CEO

É o fim de uma era na CSN. Benjamin Steinbruch vai deixar a cadeira de CEO após duas décadas. Fábio Schvartsman, o ex-comandante de Vale e Klabin, assume. Mas Benjamin não vai ficar longe: ele reassume a presidência do conselho, cargo que ocupou por 28 anos, entre 1995 e 2023. Foi um ciclo de realização de muita coisa e agora a gente se propôs a fazer uma mudança na companhia, priorizando a desalavancagem, uma melhor estrutura de capital e os ativos que têm maior margem,” Benjamin disse ao Brazil Journal.

Fonte: Brazil Journal

02 de set. de 2026

Fábio Schvartsman substitui Benjamin Steinbruch no comando da CSN

Ex-chefe de Vale e Klabin chega à presidência-executiva em momento de pressão para reduzir endividamento da siderúrgica. A mudança foi anunciada pela companhia nesta 4ª feira (2.set.2026). Benjamin Steinbruch deixa o comando da siderúrgica, mas ficará novamente à frente do Conselho de Administração. Eis a íntegra do Fato Relevante publicado pela empresa (PDF-119 kB). Steinbruch volta ao posto que ocupou de 1995 a 2023.

Fonte: Poder360

02 de set. de 2026

Depois de 24 anos, Steinbruch passa o bastão da CSN a Fabio Schvartsman

Controlador deixa a presidência executiva, volta ao comando do conselho e entrega a operação da siderúrgica ao ex-presidente da Vale. Durante quase um quarto de século, separar a Companhia Siderúrgica Nacional de Benjamin Steinbruch foi um exercício quase abstrato. Desde 30 de abril de 2002, era ele quem ocupava a cadeira de presidente executivo de um grupo que, sob seu comando, avançou muito além do aço e construiu posições relevantes em mineração, cimento, ferrovias, portos e energia.

Fonte: Veja

02 de set. de 2026

Benjamin Steinbruch deixa presidência da CSN e Fabio Schvartsman, ex-Vale, será CEO

Steinbruch, de 73 anos, que passou 25 deles como CEO da CSN, vai presidir o conselho de administração da companhia. Ele afirma que a sucessão já era pensada há pelo menos três anos. Benjamin Steinbruch, CEO e controlador da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), está deixando a presidência do negócio. Quem assume o cargo a partir de hoje (3) é o executivo Fabio Schvartsman, que foi presidente da Vale entre 2017 e 2019.

Fonte: Valor Econômico

02 de set. de 2026

Fabio Schvartsman assume presidência da CSN após Steinbruch deixar o cargo

Da Agência iNFRA A CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) informou nesta quarta-feira (2) que Fabio Schvartsman assumirá a presidência executiva da companhia a partir desta quinta (3). Ele substituirá Benjamin Steinbruch, que passará a presidir o Conselho de Administração. O conselho aprovou a eleição de Steinbruch para a presidência do colegiado, cargo que ele já ocupou […]. A mudança separa novamente as funções de comando executivo e de presidência do conselho.

Fonte: Agência iNFRA

03 de jun. de 2026

STJ nega recurso e mantém ex-presidente da Vale entre réus por tragédia em Brumadinho

Em abril, Superior Tribunal de Justiça decidiu reincluir Fábio Schvartsman nas ações penais relacionadas ao rompimento da barragem. A Sexta Turma do STJ negou um recurso da defesa do ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman e manteve o executivo entre os réus do processo sobre o rompimento da barragem em Brumadinho. No dia 7 de abril, o STJ decidiu reincluir Schvartsman nas ações penais relacionadas à tragédia, após uma decisão da Justiça Federal ter excluído o executivo dos processos, em 2024.

Fonte: G1

07 de mai. de 2026

Após decisão do STJ, Justiça Federal reinclui Fábio Schvartsman em ações penais por Brumadinho

Justiça Federal em Belo Horizonte abriu dois novos processos para que o ex-presidente da Vale apresente defesa prévia em até 100 dias. A Justiça Federal em Minas Gerais determinou o retorno do ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman ao banco dos réus na ação criminal pelo rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. A mesma decisão gerou a abertura de dois novos processos exclusivos para que o executivo apresente defesa prévia em até 100 dias.

Fonte: O Fator

08 de abr. de 2026

Ex-presidente da Vale, Fábio Schvartsman, volta ao banco dos réus por crime em Brumadinho

A decisão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que recoloca o ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman no rol de réus pelas 272 mortes causadas pelo rompimento da barragem em. Segundo o advogado Paulo Martins, que atua pela Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem (Avabrum), o tribunal corrigiu uma decisão anterior que havia interrompido o andamento do processo de forma indevida.

Fonte: Brasil de Fato

16 de set. de 2025

STJ adia julgamento que pode reabrir processo contra ex-presidente da Vale por rompimento de barragem

Decisão definirá se Fábio Schvartsman, ex-presidente da mineradora e acusado pelo rompimento da barragem, irá a júri popular ou seguirá livre da ação penal. O STJ começou a julgar nesta terça-feira (16) um recurso do MPF que busca reabrir a ação penal contra Fábio Schvartsman, ex-presidente da Vale. No entanto, a sessão foi suspensa após um dos ministros pedir mais tempo para avaliar o processo.

Fonte: G1

28 de ago. de 2025

STJ julga em setembro o recurso que livrou ex-presidente da Vale do processo sobre Brumadinho

Tragédia em Brumadinho matou quase 300 pessoas em 2019. Foi marcado para 16 de setembro, às 14h, o julgamento do recurso que poderá levar o ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman de volta ao processo criminal sobre a tragédia de Brumadinho, que matou quase 300 pessoas em 2019. O recurso especial foi impetrado pelo Ministério Público Federal (MPF) e será julgado pela 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), informou a Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos por Brumadinho (Avabrum).

Fonte: Midiamax | Jornal de Campo Grande e Mato Grosso do Sul

22 de ago. de 2024

Advogados de 40 vítimas de Brumadinho pedem reabertura de ação sobre ex-presidente da Vale

Juristas pedem que o executivo seja condenado, junto de outros 15 denunciados no caso, a pagar uma indenização de R$ 200 milhões. Eles sustentam que "condutas omissivas" de Schvartsman o ligariam à morte de 270 pessoas sob o tsunami de lama ocorrido na tarde de 25 de janeiro de 2019. Pedem, ainda, que o executivo seja condenado, junto de outros 15 denunciados no caso, a pagar uma indenização de R$ 200 milhões - R$ 5 milhões para as famílias de cada uma das 40 vítimas.

Fonte: Correio do Povo

13 de mar. de 2024

Justiça suspende ação criminal contra ex-presidente da Vale no caso de Brumadinho

Decisão unânime da Segunda Turma do TRF-6 concedeu habeas corpus para Fábio Schvartsman nesta quarta-feira (13). A Justiça Federal concedeu habeas corpus ao ex-presidente da Vale, Fábio Schvartsman, no processo relativo ao rompimento da barragem de Brumadinho, em 2019. Com isso, a ação criminal contra ele por homicídio qualificado e crimes ambientais está suspensa.

Fonte: G1

31 de mar. de 2022

Schvartsman, ex-CEO da Vale, tem oposição na Vibra

Schvartsman, CEO da Vale na tragédia da Mina Córrego do Feijão, 2019, enfrenta oposição na eleição para Conselho da Vibra, a ex-BR. quando houve a tragédia (270 mortos) da Mina Córrego do Feijão, 2019, gera discórdia entre acionistas da Vibra Energia. Antiga BR Distribuidora (Grupo Petrobras), a Vibra fará AGO e AGE simultâneas em 28 de abril. Na pauta estão as eleições e posses para o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal.

Fonte: Além do Fato

04 de jun. de 2019

CPI de Brumadinho aprova quebra de sigilos de Fábio Schvartsman, ex-presidente da Vale

Schvartsman comandava empresa quando barragem rompeu e agora é diretor-executivo afastado, segundo assessoria. CPI quer apurar se ele sabia de instabilidade em barragem. Schvartsman comandava a empresa em janeiro, quando uma barragem da mineradora rompeu em Brumadinho, levando uma enxurrada de lama à região. Ao todo, 245 mortes foram confirmadas em razão da tragédia.

Fonte: G1

19 de mar. de 2019

Ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman falará à CPI de Brumadinho em 28 de março - Senado

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Brumadinho remarcou para o dia 28, quinta-feira, a oitiva do ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman. Ele se recupera de uma cirurgia e não pode vir nesta quinta-feira (21), como estava previsto. Requerimentos aprovados também convocam 29 pessoas, entre elas o diretor da Vale, Luciano Pires, ex-diretores e funcionários, e estabelece um cronograma de visitas a barragens, começando pelas de Minas Gerais.

Fonte: Agência Senado

06 de mar. de 2019

Fabio Schvartsman diz que continuar CEO da Vale seria "mais eficaz"

Fabio Schvartsman diz que continuar CEO da Vale seria "mais eficaz" |. Fabio Schvartsman, ex-presidente da mineradora Vale, escreveu uma carta para o Conselho de Administração da empresa expondo seu ponto de vista sobre seu afastamento da liderança da empresa. De acordo com ele, sua atuação como CEO da empresa “ continuaria a ser a ‘maneira mais eficaz’ de a Vale obter e promover os melhores resultados em sua reação à tragédia.

Fonte: Poder360

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Fabio Schvartsman?

É engenheiro e executivo, presidente executivo da CSN desde setembro de 2026 e ex-presidente da Vale e da Klabin.

Qual a idade de Fabio Schvartsman?

Ele nasceu em 25 de fevereiro de 1954 e tem 72 anos.

Onde Fabio Schvartsman estudou?

Fez graduação e pós-graduação em Engenharia de Produção na Poli-USP e pós-graduação em Administração de Empresas na FGV.

Quando Fabio Schvartsman presidiu a Vale?

De maio de 2017 a fevereiro de 2019, quando saiu após o rompimento da barragem de Brumadinho.

Fabio Schvartsman é réu por Brumadinho?

Sim. O STJ o reincluiu nas ações penais em 7 de abril de 2026 e negou o recurso da defesa em 2 de junho.

De que ele é acusado?

O MPF o denunciou por homicídio duplamente qualificado com dolo eventual e por crimes ambientais.

Por que Fabio Schvartsman deixou a Vale?

Saiu cerca de um mês depois do rompimento da barragem, após pedido do MPF, do MPMG e da Polícia Federal.

Quem substituiu Benjamin Steinbruch na CSN?

Fabio Schvartsman assumiu a presidência executiva em 3 de setembro de 2026.

O que Fabio Schvartsman fez na Klabin?

Foi diretor-geral da companhia de fevereiro de 2011 a 2017.

Qual o patrimônio de Fabio Schvartsman?

Não há estimativa publicada de patrimônio pessoal.

O que foi o lema "Mariana nunca mais"?

Foi a diretriz de segurança que ele adotou na Vale após o rompimento da barragem de Mariana.

Quantas pessoas morreram em Brumadinho?

O rompimento da barragem em 25 de janeiro de 2019 deixou 270 mortos, segundo o g1.

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