Foto oficial de Benjamin Steinbruch

Benjamin Steinbruch

Empresário, presidente do conselho da CSN

Em exercício desde 1993
Biografia

Resumo biográfico

Benjamin Steinbruch é um empresário brasileiro, presidente do conselho de administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e do Grupo Vicunha. Comandou a CSN como diretor-presidente por 24 anos, desde a privatização da siderúrgica nos anos 1990, até deixar o cargo executivo em setembro de 2026, em meio a um plano de venda de ativos para reduzir a dívida do grupo. Nas buscas, as pessoas procuram a fortuna de Benjamin Steinbruch, suas empresas, sua idade, a relação com o Jockey Club de São Paulo e a venda da CSN Cimentos. Origem e formação Steinbruch nasceu no Rio de Janeiro, em 28 de junho de 1953. Estudou no Colégio Rio Branco e formou-se em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É herdeiro de um dos fundadores do Grupo Vicunha, criado nos anos 1960 pela família Steinbruch e que se tornou um dos maiores grupos têxteis do país. Seu pai, Mendel Steinbruch, foi um dos donos da Vicunha e morreu em 1993 (Folha Vitória, 08/06/2018). Além da CSN, a família controla o banco Fibra, a Vicunha Têxtil, imóveis, um haras e fazendas, segundo o Estadão (22/11/2022). Privatização da CSN e da Vale Nos anos 1990, Steinbruch liderou a expansão da Vicunha para além do setor têxtil. Em 1993, comandou o consórcio que participou da privatização da CSN e, depois do leilão, assumiu o comando da companhia, de cujo conselho faz parte desde então (InfoMoney, 02/09/2026; NeoFeed, 02/09/2026). O grupo também participou do consórcio que comprou o controle da Companhia Vale do Rio Doce, privatizada em 1997. Sob seu comando, a CSN virou um conglomerado com siderurgia, mineração, cimento, logística e energia, que fatura cerca de R$ 45 bilhões por ano (Estadão, 02/09/2026). Em 2013, a Exame descreveu seu estilo de gestão como baseado em "gasto zero, controle total e muita briga". Em 2011, ele buscou um assento no conselho da Usiminas, concorrente em que a CSN acumulou ações; em 2021, começou a vender esses papéis (Estadão, 07/07/2011 e 07/05/2021). Fiesp Steinbruch foi primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e assumiu a presidência da entidade em junho de 2010, quando Paulo Skaf se licenciou para disputar o governo paulista (g1, 01/06/2010). Em novembro de 2014, já como presidente em exercício da Fiesp, disse que o segundo mandato de Dilma Rousseff seria melhor, mas reafirmou a frase "só louco investe no Brasil" e criticou a alta dos juros (InfoMoney, 03/11/2014). Em 2018, depois de romper com Skaf, enviou carta à Fiesp deixando o cargo de vice-presidente. Política Em abril de 2018, Steinbruch filiou-se ao Progressistas (PP), dentro do prazo para disputar as eleições daquele ano, e foi cotado para ser vice na chapa de Ciro Gomes (PDT) à Presidência (Poder360, 10/05/2018; Estado de Minas, 11/05/2018). Ciro havia trabalhado no grupo Vicunha. A candidatura não se concretizou. Em setembro de 2022, o Diário do Vale publicou que industriais paulistas o citavam como possível ministro da Indústria em um eventual governo Lula, o que também não ocorreu. Investigações Em 2015, a CPI do HSBC no Senado apurou contas de brasileiros na filial suíça do banco. Os Steinbruch apareceram como titulares de um saldo de US$ 543,8 milhões numa agência do HSBC em Genebra (Poder360, 10/05/2018). Steinbruch e Jacks Rabinovich, sócio da família na Vicunha, se recusaram a prestar informações à CPI (Poder360, 23/06/2015), e a comissão rejeitou o pedido de quebra de seus sigilos fiscal e bancário (CartaCapital, 01/07/2015). Em outubro de 2017, a Polícia Federal em São Paulo abriu inquérito para apurar o suposto pagamento, a pedido de Steinbruch, de R$ 14 milhões ao ex-ministro Antonio Palocci e de R$ 2,5 milhões a Paulo Skaf (Valor Econômico, 31/10/2017). O empresário negou irregularidades. Em dezembro de 2021, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, mandou arquivar dois inquéritos abertos na Justiça Eleitoral de São Paulo a partir das delações de Marcelo Odebrecht e de Palocci, que apuravam suposto caixa dois em doações eleitorais de 2010. Lewandowski apontou excesso de prazo sem obtenção de provas e lembrou que a narrativa de Palocci havia sido rejeitada pela Polícia Federal e pela Lava Jato e considerada "imprestável" pela Procuradoria-Geral da República (Valor Econômico, 06/12/2021). Disputa familiar A partir de 2018, os primos Léo e Clarice Steinbruch, por meio da CFL Participações, foram à Justiça para pedir a venda da CSN e da Vicunha e o fim do acordo de acionistas que dividia um patrimônio de mais de R$ 9 bilhões (Exame, 21/03/2018; Folha de S.Paulo, 01/06/2019). Benjamin venceu o primeiro round em 2019. Em novembro de 2022, as partes fecharam acordo: os primos passaram a ter 10,25% das ações da CSN diretamente, e a Vicunha Steel, que controla cerca de 50,3% das ações com direito a voto da siderúrgica, ficou só com Benjamin e seus irmãos (Estadão, 22/11/2022). Jockey Club Steinbruch é criador de cavalos de corrida, e um de seus animais, Quari Bravo, venceu o Grande Prêmio São Paulo. Presidiu o Jockey Club de São Paulo. Em setembro de 2026, segundo o Diário de São Paulo (25/09/2026), seus advogados procuraram a CPI do Jockey para acertar seu depoimento como ex-presidente do clube, depois de ele ter sido convidado mais de uma vez e intimado oficialmente. Dívida e venda de ativos Nos últimos anos, a alta dívida da CSN passou a dominar a agenda do empresário. Em junho de 2025, a dívida líquida era de R$ 35,8 bilhões (InvestNews, 09/06/2025). Em janeiro de 2026, a CSN anunciou um plano para levantar até R$ 18 bilhões com a venda de participações em ativos (InvestNews, 16/01/2026). Em março, a empresa fechou um empréstimo sindicalizado com oito bancos para refinanciar passivos. "Demos o primeiro passo", disse Steinbruch à Folha (23/03/2026). No mesmo mês, a Bloomberg Línea informou que o grupo J&F, de Joesley Batista, negociava a compra de ativos da CSN, como a unidade de cimento e a de mineração. Em agosto de 2026, a CSN recebeu ofertas vinculantes da chinesa Huaxin, de um consórcio entre Votorantim Cimentos e Cementir e da Polimix pela CSN Cimentos, avaliada em pelo menos R$ 12 bilhões (Brasil 247, 11/08/2026). Steinbruch, que mirava R$ 15 bilhões, aceitou negociar propostas acima de R$ 12 bilhões (Veja, 28/08/2026). Em 30 de outubro de 2026, a CSN escolheu a Huaxin e fechou acordo de exclusividade de dez dias para negociar a venda do negócio de cimento por R$ 12,7 bilhões (Veja, 30/10/2026). Saída do cargo de CEO Em 2 de setembro de 2026, a CSN anunciou que Steinbruch deixaria o cargo de diretor-presidente depois de 24 anos e seria substituído por Fabio Schvartsman, ex-presidente da Vale e da Klabin. Steinbruch foi eleito presidente do conselho de administração (InfoMoney, 03/09/2026). No segundo trimestre de 2026, a dívida líquida da companhia era de R$ 42,13 bilhões, ou 3,49 vezes o Ebitda de 12 meses. As ações da CSN subiram cerca de 20% no dia seguinte ao anúncio (InvestNews, 03/09/2026). Patrimônio Em 2015, a CartaCapital o descreveu como "o bilionário dono da CSN", que tinha a maior fortuna brasileira na filial suíça do HSBC. As fontes coletadas não trazem estimativa recente da Forbes para o patrimônio individual de Benjamin Steinbruch. Linha do tempo 1953: nasce no Rio de Janeiro, em 28 de junho. 1993: lidera o consórcio que participa da privatização da CSN. 1997: o grupo participa do consórcio que compra o controle da Vale. 2010: assume a presidência da Fiesp, com a licença de Paulo Skaf. 2015: recusa-se a prestar informações à CPI do HSBC. 2017: a PF abre inquérito sobre supostos repasses a Palocci e Skaf. 2018: filia-se ao PP e é cotado para vice de Ciro Gomes. 2021: Lewandowski manda arquivar inquéritos eleitorais contra ele. 2022: fecha acordo com os primos na disputa pela Vicunha. 2026: deixa o cargo de CEO da CSN e passa a presidir o conselho. 2026: a CSN escolhe a Huaxin para negociar a venda da CSN Cimentos.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Presidente do conselho da CSN

    Eleito ao deixar o cargo executivo.

  2. 2026 — atual
    Plano de desalavancagem da CSN

    Anuncia venda de até R$ 18 bilhões em ativos.

  3. 2021 — atual
    Venda de ações da Usiminas

    A CSN começa a vender as ações da concorrente.

  4. 2018 — atual
    Progressistas (PP)

    Filia-se ao partido e é cotado para vice de Ciro Gomes.

  5. 2011 — atual
    Conselho da Usiminas

    Busca assento no conselho da concorrente.

  6. 2010 — 2018
    Vice-presidente da Fiesp

    Deixa o cargo por carta em 2018.

  7. 2010 — 2010
    Presidente em exercício da Fiesp

    Assume com a licença de Paulo Skaf.

  8. 2002 — 2026
    Diretor-presidente da CSN

    Comanda a siderúrgica por 24 anos.

  9. 1997 — atual
    Privatização da Vale

    Grupo participa do consórcio que compra o controle da Vale.

  10. 1993 — atual
    Privatização da CSN

    Lidera o consórcio que compra a siderúrgica e assume o comando.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Indústria1993
Csn
Empresa

Conglomerado de siderurgia, mineração, cimento, logística e energia.

Indústria1960
Grupo Vicunha
Empresa

Grupo têxtil e holding da família Steinbruch.

Finanças
Banco Fibra
Empresa

Banco controlado pela família.

Na imprensa

Notícias de outros portais

30 de out. de 2026

CSN escolhe chinesa Huaxin para vender negócio de cimento por R$ 12,7 bilhões

Grupo de Benjamin Steinbruch fecha acordo de exclusividade de dez dias com companhia chinesa, que apresentou a melhor proposta em disputa pela CSN Cimentos. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), do empresário Benjamin Steinbruch, escolheu a chinesa Huaxin Building Materials para avançar nas negociações de venda da CSN Cimentos.

Fonte: Veja

25 de set. de 2026

Benjamin Steinbruch vai à CPI, prisão em flagrante na Câmara e o futuro de Senival

Os advogados do empresário Benjamin Steinbruch procuraram a CPI do Jockey para acertar detalhes do depoimento do ex-presidente do clube. Inicialmente Benjamin foi convidado, mais de uma vez, para prestar esclarecimentos, mas ignorou os chamados da comissão. Agora, oficialmente intimado e em vias de ter sua condução coercitiva decretada, como a coluna adiantou no final de agosto, resolveu falar.

Fonte: Diário de São Paulo

03 de set. de 2026

CSN troca Steinbruch e ex-CEO da Vale assume comando da empresa

BTG Pactual vê troca como positiva, mas diz que execução será decisiva para a tese da CSN. Fabio Schvartsman: ex-CEO da Vale será o novo CEO da CSN. (Nacho Doce/Reuters) A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) terá uma mudança no comando executivo a partir desta quinta-feira, 3. Benjamin Steinbruch deixa o cargo de CEO e passa a ocupar a presidência do conselho de administração. Para o lugar dele, assume Fabio Schvartsman, executivo que já comandou a Vale.

Fonte: Exame

03 de set. de 2026

Benjamin Steinbruch deixará cargo de CEO da CSN em meio a reestruturação

Empresário será sucedido por Fabio Schvartsman, ex-executivo da Vale, após mais de duas décadas na função; CSN realiza uma ampla revisão estratégica e busca reduzir a alavancagem. Ele será sucedido por Fabio Schvartsman, ex-executivo da Vale. As mudanças entram em vigor imediatamente, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (2). Elas ocorrem no momento em que a CSN realiza uma ampla revisão estratégica e busca reduzir a alavancagem por meio da venda de ativos.

Fonte: Bloomberg Línea Brasil

03 de set. de 2026

Análise: Saída de Steinbruch impulsiona CSN; ainda há um longo caminho para recuperar o valor perdido

É um recado duro para qualquer executivo quando os acionistas comemoram sua saída, mais ainda quando, como no caso de Steinbruch, isso acontece depois de um quarto de século como executivo. Os investidores reagiram euforicamente ao anúncio, feito na quarta-feira (2) à noite, de que Benjamin Steinbruch estava deixando o cargo de executivo-chefe da CSN e que, já a partir de ontem, seria substituído por Fabio Schvartsman, que comandou a Vale entre 2017 e 2019.

Fonte: Valor Econômico

03 de set. de 2026

Fabio Schvartsman será o novo CEO da CSN; Benjamin Steinbruch assume presidência do conselho

A CSN anunciou uma mudança em sua liderança. Após mais de duas décadas à frente da presidência executiva, Benjamin Steinbruch passará a ocupar a presidência do conselho de administração da companhia. Para comandar a operação do grupo, a empresa escolheu Fabio Schvartsman (imagem) como novo CEO. Com a transição, Schvartsman. Com a transição, Schvartsman ficará responsável pela gestão executiva, pela excelência operacional e pela execução da estratégia da companhia.

Fonte: Money Report

03 de set. de 2026

Benjamin Steinbruch deixa comando da CSN após 24 anos; ex-Vale assume

CSN troca de presidente após 24 anos; Fabio Schvartsman, ex-Vale e executivo da Klabin, assume no lugar de Benjamin Steinbruch. Fabio Schvartsman, ex-presidente da Vale e ex-executivo da Klabin, assume a siderúrgica em meio à reorganização da CSN, cujas ações acumulam queda de 33,6% em 2026 A CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) anunciou uma mudança histórica em seu comando.

Fonte: Agenda do Poder

03 de set. de 2026

Ações da CSN sobem 20% após Steinbruch deixar cargo de CEO

Títulos da CSN também avançam após Fabio Schvartsman assumir o comando da CSN. O ex-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, será seu sucessor. As mudanças entram em vigor imediatamente, segundo comunicado divulgado na quarta-feira, após o fechamento dos mercados. Elas ocorrem enquanto a CSN conduz uma ampla revisão estratégica e busca reduzir seu endividamento por meio da venda de ativos. A companhia pretende vender participações em seus negócios de cimento e infraestrutura por US$ 2,9 bilhões.

Fonte: InvestNews

02 de set. de 2026

Benjamin Steinbruch define ex-CEO da Vale como seu sucessor na endividada CSN

Fabio Schvartsman assume nesta quinta com a missão de reduzir a dívida de R$ 42 bilhões; Steinbruch comandará o conselho. A partir desta quinta-feira (3), o cargo será ocupado por Fábio Schvartsman, ex-presidente da Vale. Steinbruch continuará à frente da estratégia da companhia. O empresário, que controla a CSN e integra seu conselho desde 1993, foi eleito presidente do colegiado. Ele já havia exercido a função entre 1995 e 2023.

Fonte: InvestNews

28 de ago. de 2026

Steinbruch inicia conversas com propostas acima de R$ 12 bi pela CSN Cimentos

Empresário tentava obter R$ 15 bilhões pelo ativo, mas recua no valor para tentar destravar a venda com os interessados. Benjamin Steinbruch ainda tenta arrancar dos interessados uma oferta maior pela CSN Cimentos, mas já possui propostas acima de 12 bilhões de reais. O empresário iniciou o processo de venda mirando obter 15 bilhões de reais, o que ainda está acima das ofertas não vinculantes apresentadas no início do mês. Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo.

Fonte: Veja

03 de ago. de 2026

Com negociações na reta final, Steinbruch estuda manter fatia minoritária na CSN Cimentos

A companhia estuda reter parte do negócio que colocou à venda para reduzir a dívida de mais de R$ 40 bilhões. A opção é estudada por Benjamin Steinbruch, CEO e controlador da CSN, em meio à pressão para reduzir a dívida do grupo, e pode mudar o desenho de uma transação que o mercado esperava fechada com a saída total da CSN do negócio de cimentos.

Fonte: InvestNews

29 de jun. de 2026

De um tropeço da CSN no cimento, Steinbruch encontra uma solução bilionária para a dívida

Erguida para destronar a Votorantim, a CSN Cimentos não levou o grupo à liderança, mas prosperou: vale mais de R$ 11 bilhões e atrai cinco concorrentes. A CSN Cimentos surgiu de uma série de consolidações promovidas pelo empresário, que desembolsou cerca de R$ 6 bilhões em aquisições para rivalizar com a quase centenária líder de mercado, a Votorantim Cimentos.

Fonte: InvestNews

14 de mai. de 2026

CSN recebeu mais propostas do que esperado para venda do negócio de cimentos, diz Steinbruch

Segundo o executivo, o processo agora vai para uma segunda fase, com o início das propostas vinculantes e, em seguida, para a due diligence. O CEO da CSN, Benjamin Steinbruch, afirmou nesta quinta-feira, 14, que a companhia segue comprometida com a desalavancagem do balanço. Segundo ele, o processo de venda de ativos avança dentro do cronograma divulgado ao mercado, que prevê a conclusão das operações até o terceiro trimestre de 2026.

Fonte: Estadão

20 de mar. de 2026

Joesley Batista negocia com Benjamin Steinbruch a compra de ativos da CSN, dizem fontes

A J&F expressou interesse em uma primeira incursão no setor de cimento mas também na unidade de mineração da CSN, um dos negócios mais sólidos do conglomerado, que produziu 45,5 milhões de toneladas de minério de ferro de alta qualidade no ano passado. A negociação ocorre enquanto o empresário do setor siderúrgico enfrenta pressão crescente de credores para vender ativos. Batista negocia diretamente com Steinbruch. A CSN tem trabalhado com o Morgan Stanley para oferecer a subsidiária de cimento ao mercado.

Fonte: Bloomberg Línea Brasil

11 de mar. de 2026

CSN: Steinbruch corre contra o tempo

CSN: Steinbruch corre contra o tempo. Informações exclusivas sobre política, economia, negócios, esporte, cultura. Benjamin Steinbruch, CEO da endividada CSN, corre contra o tempo para anunciar amanhã um acordo com os bancos para a obtenção de um empréstimo-ponte de até US$ 1,5 bilhão. Também na quarta-feira, no fim do dia, a CSN divulga seus resultados do quarto trimestre de 2025.

Fonte: O Globo

23 de fev. de 2026

Steinbruch tem dificuldade para contratar bancos para venda de ativos da CSN, diz jornal

O empresário Benjamin Steinbruch, controlador da Companhia Siderúrgica Nacional ( CSN ), tem dificuldades em contratar bancos para assessorá-lo na venda de suas empresas, diz o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Ele afirma que Steinbruch exige empréstimos dos bancos em troca do mandato. Santander e Morgan Stanley são exemplos de bancos relutantes em colocar mais dinheiro na companhia, comenta o colunista.

Fonte: Valor Econômico

22 de fev. de 2026

A dificuldade de Benjamin Steinbruch em contratar bancos para vender suas empresas

A dificuldade de Benjamin Steinbruch em contratar bancos para vender suas empresas. Informações exclusivas sobre política, economia, negócios, esporte, cultura. Benjamin Steinbruch tem tido dificuldades em contratar bancos para assessorá-lo na venda de suas empresas. O motivo: ele exige empréstimos em troca do mandato. Santander e Morgan Stanley são exemplos de bancos relutantes em colocar mais dinheiro na encrencada CSN.

Fonte: O Globo

19 de fev. de 2026

Grupo J&F, dos irmãos Batista, avalia aquisição da CSN Cimentos, de Benjamin Steinbruch

Valor da empresa é estimado em ao menos R$ 10 bilhões, incluindo dívidas, e negócio traria alívio ao endividamento do grupo CSN, que busca até R$ 18 bilhões com venda de ativos. Economia Verde: Minerais serão mais necessários, e Brasil pode ganhar com isso Exploração de minerais ‘do futuro’ é oportunidade para Brasil em mundo que busca reduzir emissões. O negócio, considerando a totalidade das ações da companhia, é estimado em ao menos R$ 10 bilhões, incluindo dívidas.

Fonte: Estadão

30 de jan. de 2026

O que trava o apetite de interessados na CSN de Steinbruch | Radar Econômico

Companhia anunciou um robusto plano de desalavancagem com venda de ativos. Benjamin Steinbruch ainda nega em público, mas já admite a interlocutores a possibilidade de sair totalmente da siderurgia no processo de venda de ativos para reduzir o endividamento do grupo. Nos bastidores, a avaliação é que a CSN acumulou problemas que afastam potenciais interessados: endividamento elevado, descumprimento de normas ambientais, tecnologia defasada e disputas judiciais.

Fonte: Veja

16 de jan. de 2026

Steinbruch rompe com o risco e prega austeridade: agora a CSN vence a dívida?

Plano prevê até R$ 18 bilhões em venda de ativos para reduzir alavancagem e tenta convencer mercado de que, desta vez, a execução acompanha o discurso. Não vê problema em fazer dívida quando avalia que o negócio pode entregar bom retorno – seja financeiro, seja de influência. Agora, porém, o controlador, CEO e chairman da CSN parece ensaiar um estilo menos arrojado. Ou, ao menos, ajustar o discurso para que ele soe melhor aos ouvidos dos investidores.

Fonte: InvestNews

15 de jan. de 2026

Steinbruch venderá ativos da CSN para reduzir dívidas do conglomerado

A Voz do Mercado. O conglomerado brasileiro de aço e energia CSN planeja se desfazer de ativos relevantes para reduzir seu elevado nível de endividamento, em um contexto de juros altos que encarecem o financiamento e pressionam os investimentos. O grupo, controlado pela família Steinbruch, contratou assessores para vender uma participação relevante na CSN Infraestrutura — que reúne ativos como portos, ferrovias e uma empresa de logística — além do controle de sua unidade de cimentos.

Fonte: Capital Aberto

09 de jun. de 2025

Na CSN, tudo ainda orbita ao redor de Benjamin Steinbruch — que ofusca a própria sucessão - InvestNews

CSN (CSNA3) enfrenta incertezas sobre o futuro do comando, enquanto Benjamin Steinbruch adia a escolha de um sucessor. De forma discreta, o empresário vem prospectando possibilidades de retomar a operação em solo americano como uma maneira de tirar proveito da guerra tarifária deflagrada pelos Estados Unidos, apurou o InvestNews. Na semana passada, o presidente dos EUA dobrou a tarifa de importação sobre o aço, para 50%.

Fonte: InvestNews

06 de dez. de 2021

Lewandowski manda arquivar inquéritos contra Benjamin Steinbruch por suspeita de caixa dois

As investigações foram instauradas a partir das delações de Marcelo Odebrecht e Antonio Palocci, para investigar o suposto envolvimento do empresário na negociação de doações eleitorais em 2010. O ministro Ricardo Lewandowski , do Supremo Tribunal Federal ( STF ), determinou o arquivamento de dois inquéritos que tramitam na Justiça Eleitoral de São Paulo para apurar a suposta prática de caixa dois pelo empresário Benjamin Steinbruch , presidente da Companhia Siderúrgica Nacional ( CSN ), nas eleições de 2010 .

Fonte: Valor Econômico

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Benjamin Steinbruch?

É um empresário brasileiro, presidente do conselho da CSN e do Grupo Vicunha, que comandou a siderúrgica por 24 anos.

Qual a idade de Benjamin Steinbruch?

Ele nasceu em 28 de junho de 1953, no Rio de Janeiro.

Quais empresas Benjamin Steinbruch controla?

A família controla a CSN, por meio da Vicunha Steel, além da Vicunha Têxtil e do banco Fibra.

Onde Benjamin Steinbruch se formou?

Em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Benjamin Steinbruch ainda é CEO da CSN?

Não. Em setembro de 2026, Fabio Schvartsman assumiu o cargo, e Steinbruch passou a presidir o conselho.

Qual a fortuna de Benjamin Steinbruch?

Em 2015, a CartaCapital o chamou de bilionário dono da CSN; a família aparecia com US$ 543,8 milhões no HSBC suíço.

Benjamin Steinbruch foi candidato?

Filiou-se ao PP em 2018 e foi cotado para vice de Ciro Gomes, mas a candidatura não se concretizou.

Benjamin Steinbruch foi investigado?

A PF abriu inquérito em 2017 sobre supostos repasses a Palocci e Skaf; em 2021, Lewandowski mandou arquivar inquéritos eleitorais contra ele.

Benjamin Steinbruch presidiu a Fiesp?

Sim, assumiu a presidência em junho de 2010, quando Paulo Skaf se licenciou.

Para quem a CSN vai vender a CSN Cimentos?

Em outubro de 2026, a CSN escolheu a chinesa Huaxin para negociar a venda por R$ 12,7 bilhões.

Qual a dívida da CSN?

A dívida líquida era de R$ 42,13 bilhões no segundo trimestre de 2026.

Qual a relação de Benjamin Steinbruch com o Jockey Club?

Presidiu o Jockey Club de São Paulo e foi chamado a depor na CPI do Jockey em 2026.

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