Foto oficial de Celina Leão

Celina Leão

Governadora do Distrito Federal (PP)

Em exercício desde 2018
Biografia

Resumo biográfico

Celina Leão é governadora do Distrito Federal, filiada ao Progressistas (PP), e foi reeleita em 25 de outubro de 2026 com 57,18% dos votos válidos. É a primeira mulher eleita pelo voto direto para comandar o Palácio do Buriti. Vice de Ibaneis Rocha (MDB) a partir de 2023, assumiu o governo em 30 de março de 2026, quando ele renunciou para disputar o Senado. O mandato foi dominado pela crise do Banco de Brasília (BRB), atingido pelas operações com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Celina nega ter participado das negociações entre os dois bancos. Na campanha, também foi alvo de pedidos de investigação sobre pagamentos de uma empresa contratada pelo governo a uma firma da família dela. Origem e formação Celina Leão Hizim Ferreira nasceu em 2 de março de 1977, em Goiânia, e tem 49 anos. É formada em administração de empresas e em direito, segundo a Jovem Pan. É filha de um ex-jogador profissional do Goiás, torcedora do Flamengo e praticante de futevôlei. Foi secretária da Juventude do Distrito Federal e começou na política no grupo do ex-governador Joaquim Roriz, com quem disse ter orgulho de ter trabalhado. Deputada distrital e presidente da Câmara Legislativa (2011-2019) Foi eleita deputada distrital em 2010 e reeleita em 2014. Em 2015, assumiu a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). No cargo, rompeu com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) em junho de 2015 e passou a liderar a oposição a ele. Em fevereiro de 2016, deixou o PDT e se filiou ao PPS, hoje Cidadania. Em abril de 2018, entrou no PP. Operação Drácon Em agosto de 2016, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu investigação a partir de gravações entregues pela deputada distrital Liliane Roriz (PTB), então vice-presidente da Câmara Legislativa. O caso apurava a suposta cobrança de propina para liberar emendas parlamentares destinadas à compra de leitos de UTI em 2015 e 2016. Nas gravações, divulgadas pelo jornal O Globo, Celina dizia nomear para cargos de confiança pessoas sem escolaridade e distribuir empregos a eleitores, além de criticar a falta de habilidade política de Rollemberg. Na Operação Drácon, Celina foi afastada da presidência da CLDF por decisão judicial, e o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo negaram pedidos para que ela voltasse ao cargo. Celina tornou-se ré em 2017. Na ação penal por corrupção passiva, ela e os outros ex-deputados acusados foram absolvidos em março de 2025, por falta de provas suficientes. A ação de improbidade administrativa, aberta em 2019, continua em tramitação. Em abril de 2026, a Justiça do Distrito Federal negou o pedido da defesa para uma nova perícia nas gravações de Liliane Roriz, e a 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) rejeitou um recurso, sem julgar o mérito. Uma condenação em segunda instância por improbidade pode torná-la inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Deputada federal e secretária de Esporte (2019-2022) Em 2018, foi eleita deputada federal pelo PP. Licenciou-se do mandato entre maio e dezembro de 2020 para chefiar a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal no primeiro governo de Ibaneis Rocha, em plena pandemia, e assumiu a pasta com a tarefa de planejar a retomada das competições. A vaga na Câmara ficou com o suplente Tadeu Filippelli. Voltou à Câmara dos Deputados para articular a candidatura de Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Casa, vitoriosa em fevereiro de 2021, e decidiu não retornar à secretaria. Na Câmara, diz ter deixado leis voltadas às mulheres, como a lei de combate à violência política de gênero. Vice-governadora e governadora interina (2023-2026) Em 2022, foi eleita vice-governadora no primeiro turno, na chapa de Ibaneis Rocha, e fez campanha com Michelle Bolsonaro pela reeleição de Jair Bolsonaro. Depois da derrota de Bolsonaro, disse que era "uma democrata" e aceitava o resultado. Em 9 de janeiro de 2023, um dia depois dos ataques às sedes dos Três Poderes, assumiu interinamente o governo do Distrito Federal, depois que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, afastou Ibaneis por 90 dias. Celina condenou a invasão nas redes sociais e mais tarde descreveu o 8 de janeiro como "o dia mais difícil" da vida dela. Ibaneis voltou ao cargo em 15 de março de 2023, quando Moraes revogou o afastamento. Como vice, assumiu o Palácio do Buriti várias vezes nas viagens de Ibaneis. Segundo o Correio Braziliense, até o fim de julho de 2023 ela já havia governado pelo menos 81 dias dos primeiros sete meses do mandato, e passou a ser o nome mais citado na base do governo para a sucessão de 2026. Em fevereiro de 2024, participou do ato convocado por Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, que chamou de "dia emblemático" e "importante para o Brasil". No mesmo mês, recebeu da Câmara Legislativa o título de cidadã honorária de Brasília. Em fevereiro de 2025, segundo o Vero Notícias, Ibaneis escolheu o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, ex-ministro interino dos Direitos Humanos no governo Michel Temer, para ser vice na chapa de Celina. A aliança se desfez em 2026, com a crise do BRB: Ibaneis renunciou para disputar o Senado, mas desistiu da candidatura quatro meses depois. Crise do BRB e caso Master Em 28 de março de 2025, ainda no governo Ibaneis, o BRB aprovou a compra de parte do Banco Master. O Banco Central rejeitou a operação em 3 de setembro de 2025, e a Polícia Federal apontou depois R$ 12,2 bilhões do BRB repassados ao Master. O então presidente do banco, Paulo Henrique Costa, foi afastado em novembro de 2025, na Operação Compliance Zero, e preso em abril de 2026. Celina afirma que sempre foi contra a compra e que soube da operação pela imprensa. Ao assumir o governo, trocou a direção do BRB, chamou Costa de "megalomaníaco" e atribuiu a Ibaneis parte dos erros, o que levou o MDB a ensaiar a saída da base do governo em maio de 2026. Em maio de 2026, o BRB recebeu a primeira parcela, de R$ 1 bilhão, pela venda de ativos herdados do Master, o que, segundo Celina, resolvia o problema de liquidez do banco. Em junho, a Câmara Legislativa aprovou a Lei nº 7.845/2026, que autoriza uma operação de crédito de até R$ 6,6 bilhões para capitalizar o banco, com empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). As negociações com os bancos atrasaram, e o governo procurou investidores dos Emirados Árabes Unidos. Celina diz que a privatização do BRB está descartada. Em agosto de 2026, o governo enviou à Câmara Legislativa uma proposta para usar parte do dinheiro anunciado para o socorro ao banco, R$ 1 bilhão obtido com a securitização da dívida ativa, no subsídio às empresas de ônibus. A Secretaria de Economia disse que a medida era necessária para bancar a tarifa do transporte e tinha amparo legal. Em setembro, o governo aguardava uma decisão do STF sobre a obrigação de o Tesouro Nacional dar aval ao empréstimo de R$ 6,6 bilhões do FGC. Em maio de 2026, reportagens de O Globo e do Valor informaram que a proposta de delação de Paulo Henrique Costa citaria Ibaneis e Celina. Ela respondeu que nunca teve relação com Costa e que as auditorias feitas no banco estavam com a PF. Em setembro, a Folha revelou mensagens de 5 de abril de 2025 em que Vorcaro dizia que Celina, então vice, "não ficou de fora" das tratativas. A assessoria da governadora afirmou que as mensagens comprovam que ela era contra o negócio. A oposição na CLDF anunciou um pedido de impeachment e um projeto para revogar a lei de socorro ao BRB. Pedidos de investigação na campanha Em setembro de 2026, O Globo revelou que a Real JG Facilities, que recebeu mais de R$ 2 bilhões do governo do Distrito Federal entre 2013 e 2026, fez 14 pagamentos de R$ 100 mil, entre maio de 2025 e junho de 2026, à Faceng Engenharia, empresa que tem como sócios o marido e a filha da governadora. Sete candidatos ao governo, entre eles José Roberto Arruda (PSD) e Leandro Grass (PT), pediram ao MPDFT a abertura de investigação. Celina disse estar tranquila. O MPDFT encaminhou a representação às Promotorias de Defesa do Patrimônio Público, onde o caso estava em análise em outubro. Em julho, o deputado distrital Gabriel Magno (PT) pediu ao MPDFT que apurasse a compra, por R$ 500 mil em 30 parcelas, de metade de um embrião de gado Nelore feita por Celina e pelo marido em sociedade com o empresário Edmundo de Carvalho Pinheiro, cujo grupo opera um lote do transporte coletivo do Distrito Federal. A representação reconhece que a compra não é ilegal em si. Em agosto, PSDB e Cidadania pediram ao Tribunal Regional Eleitoral que investigasse o uso de ônibus com características de transporte escolar num ato de campanha. A campanha disse que os veículos eram terceirizados e contratados pelo PP. Eleição de 2026 Celina disputou a reeleição pelo PP, com Gustavo Rocha (Republicanos) como vice e com o apoio do PL. A chapa teve Michelle Bolsonaro e Bia Kicis como candidatas ao Senado, ambas eleitas. A principal ameaça, o ex-governador José Roberto Arruda (PSD), teve a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral. No primeiro debate, na Band, em agosto, Arruda citou a Operação Drácon e Celina respondeu com as condenações dele na Caixa de Pandora. Ela deixou de ir a debates na reta final. Liderou todas as pesquisas do primeiro e do segundo turno. Na última pesquisa Datafolha antes da votação, feita em 20 e 21 de outubro, tinha 60% dos votos válidos, contra 40% de Grass. No primeiro turno, em 4 de outubro, teve 825.530 votos (49,93%) e ficou a 1.089 votos de vencer sem segundo turno. No segundo, recebeu 987.142 votos (57,18%), contra 739.130 (42,82%) de Leandro Grass, ex-presidente do Iphan, apoiado por Lula. Comemorou a vitória prometendo "governar para todos". Na reta final, a campanha dela acionou o Tribunal Regional Eleitoral e a Polícia Federal contra cartazes com acusações à governadora espalhados em paradas de ônibus, que atribuiu ao PT, e contra um panfleto que imitava a identidade visual dela com o número errado. O PT negou ter produzido o material. Além de Michelle Bolsonaro, a campanha contou com Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Damares Alves. Pela regra da Constituição e pelo entendimento do STF, ela é considerada reeleita e não pode disputar o governo em 2030. O plano de governo para 2027 a 2030 prevê sete novas UPAs, telemedicina com inteligência artificial para reduzir filas, expansão do metrô, tarifa zero no transporte para a população de baixa renda, programas habitacionais e o fortalecimento do BRB. Em setembro de 2026, um decreto que extinguia 19 estruturas da Secretaria de Educação foi revogado uma semana depois, após protesto do sindicato dos professores. Posições Celina se define como de direita e aliada de Michelle Bolsonaro. Em janeiro de 2023, rejeitou a criação da Guarda Nacional proposta pelo governo Lula. Em 2025, disse que o país vive "uma guerra civil" contra o crime organizado. Na campanha de 2026, afirmou que "ninguém está acima de investigação" ao ser perguntada sobre o ministro Alexandre de Moraes e disse que a eleição de Flávio Bolsonaro daria mais fôlego à recuperação do BRB. Patrimônio Na candidatura de 2026, declarou ao TSE bens no valor de R$ 880,3 mil, segundo os dados abertos da Justiça Eleitoral. O maior doador pessoa física da campanha, com R$ 300 mil, foi o empresário Gil Pereira, ligado à incorporadora Emplavi, que recebeu em 2024 a concessão de uma área pública no Sudoeste. Linha do tempo 1977: nasce em Goiânia (GO), em 2 de março. 2010: é eleita deputada distrital e é reeleita em 2014. 2015: assume a presidência da Câmara Legislativa. 2016: é afastada da presidência na Operação Drácon. 2018: entra no PP e é eleita deputada federal. 2020: chefia a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal. 2022: é eleita vice-governadora na chapa de Ibaneis Rocha. 2023: governa interinamente o Distrito Federal depois do 8 de janeiro. 2025: é absolvida da acusação de corrupção passiva no caso Drácon. 2026: assume o governo em 30 de março e é reeleita em 25 de outubro.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Governadora do Distrito Federal

    Assumiu em 30 de março de 2026 e foi reeleita em 25 de outubro, a primeira mulher eleita pelo voto direto para o cargo.

  2. 2026 — 2026
    Candidata à reeleição ao governo do Distrito Federal

    Venceu Leandro Grass (PT) no segundo turno, depois de ficar a 1.089 votos da vitória no primeiro.

  3. 2023 — 2026
    Vice-governadora do Distrito Federal

    Eleita no primeiro turno de 2022, na chapa de Ibaneis Rocha (MDB).

  4. 2023 — 2023
    Governadora interina do Distrito Federal

    De 9 de janeiro a 15 de março de 2023, durante o afastamento de Ibaneis determinado pelo STF depois do 8 de janeiro.

  5. 2020 — 2020
    Secretária de Esporte e Lazer do Distrito Federal

    Licenciada do mandato de deputada federal, de maio a dezembro de 2020, no governo Ibaneis Rocha.

  6. 2019 — 2022
    Deputada federal

    Eleita pelo PP em 2018. Articulou a candidatura de Arthur Lira à presidência da Câmara.

  7. 2018 — atual
    Filiação ao Progressistas

    Filiada ao PP desde abril de 2018.

  8. 2016 — 2018
    Filiação ao PPS

    Deixou o PDT em fevereiro de 2016 e entrou no PPS, hoje Cidadania.

  9. 2015 — 2016
    Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal

    Eleita em 2015. Afastada por decisão judicial em 2016, na Operação Drácon.

  10. 2011 — 2019
    Deputada distrital

    Eleita em 2010 e reeleita em 2014, pelo PDT.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Lei distrital2026
Socorro ao BRB
Lei nº 7.845/2026

Lei aprovada pela Câmara Legislativa em junho de 2026 que autoriza uma operação de crédito de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos para capitalizar o Banco de Brasília depois das perdas com o Banco Master.

Gestão pública2026
BRB 100% público
Busca de investidores

Celina descartou a privatização do banco e negociou aportes com investidores dos Emirados Árabes Unidos enquanto aguardava a decisão do STF sobre o aval do Tesouro.

Plano de governo2026
Plano de governo 2027-2030
Cinco eixos

Prevê sete novas UPAs, telemedicina com inteligência artificial para reduzir filas, expansão do metrô, tarifa zero no transporte para a população de baixa renda e programas habitacionais.

Saúde2026
Expresso da Saúde
Proposta de campanha

Programa de telemedicina com uso de inteligência artificial para reduzir as filas de atendimento na rede pública do Distrito Federal.

Legislação2021
Lei de combate à violência política de gênero
Atuação na Câmara dos Deputados

Celina cita a lei entre as que ajudou a aprovar como deputada federal, ao lado de propostas como a licença-maternidade igualitária.

Articulação política2021
Campanha de Arthur Lira à presidência da Câmara
Eleição de fevereiro de 2021

Deixou a Secretaria de Esporte e Lazer para voltar à Câmara e foi uma das principais articuladoras da candidatura vitoriosa de Lira.

Na imprensa

Notícias de outros portais

16 de set. de 2026

Celina Leão sobre STF: ninguém está acima de investigação

Em sabatina ao SBT News, perguntada sobre uma eventual investigação do ministro Alexandre de Moraes, Celina disse que quem tiver fatos a esclarecer deve ser investigado, independentemente da posição, sem citar o nome do ministro.

Fonte: SBT News

15 de set. de 2026

Celina Leão 'não ficou de fora' de operação BRB-Master, diz Vorcaro

Mensagens de 5 de abril de 2025 entre Daniel Vorcaro e o empresário Thiago Miranda, tornadas públicas pelo ministro André Mendonça, indicam que Celina, então vice-governadora, participou de tratativas entre o Master e o BRB. A assessoria da governadora nega e afirma que ela sempre foi contra a compra.

Fonte: G1

17 de ago. de 2016

Em áudio, presidente da Câmara do DF admite dar cargos a analfabetos

Nas gravações entregues por Liliane Roriz ao MPDFT, Celina dizia nomear pessoas sem escolaridade para cargos de confiança e distribuir empregos a eleitores. O caso deu origem à Operação Drácon, em que ela foi absolvida da acusação de corrupção em 2025.

Fonte: O Globo

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Celina Leão?

Celina Leão é a governadora do Distrito Federal, filiada ao PP, reeleita em 2026. Foi deputada distrital, presidente da Câmara Legislativa, deputada federal e vice de Ibaneis Rocha.

Celina Leão foi reeleita?

Sim. Ela venceu Leandro Grass (PT) no segundo turno de 25 de outubro de 2026, com 987.142 votos (57,18%).

Celina Leão foi eleita ou reeleita?

Pela Constituição e pelo entendimento do STF, é reeleita, porque assumiu como titular em março de 2026. Por isso, não pode disputar o governo do Distrito Federal em 2030.

Por que Celina Leão foi para o segundo turno?

No primeiro turno, ela teve 49,93% dos votos válidos e ficou a 1.089 votos da maioria absoluta.

De quem Celina Leão era vice?

Ela foi vice-governadora de Ibaneis Rocha (MDB) a partir de 2023 e assumiu o governo quando ele renunciou, em 30 de março de 2026.

Qual é o partido de Celina Leão?

Celina é filiada ao Progressistas (PP) desde abril de 2018. Antes, passou pelo PDT e pelo PPS.

Quem Celina Leão apoiou para presidente em 2026?

Ela apoiou Flávio Bolsonaro (PL), e a campanha dela teve Michelle Bolsonaro e Bia Kicis como candidatas ao Senado.

Qual a idade de Celina Leão?

Celina nasceu em 2 de março de 1977, em Goiânia, e tem 49 anos.

Qual a formação de Celina Leão?

Ela é formada em administração de empresas e em direito.

Celina Leão tem filhos?

Sim. Celina é casada e mãe de dois filhos.

Celina Leão foi presa?

Não. Ré no caso Drácon, ela foi absolvida da acusação de corrupção passiva em março de 2025, e a ação de improbidade ligada ao caso continua na Justiça.

Qual a relação de Celina Leão com o Banco Master?

Mensagens de Daniel Vorcaro dizem que ela participou das tratativas para a compra do Master pelo BRB em 2025. Celina nega e afirma que sempre foi contra o negócio.

Qual o patrimônio de Celina Leão?

Na candidatura de 2026, ela declarou ao TSE bens de R$ 880,3 mil.

Celina Leão já foi jogadora de vôlei?

Ela é praticante de futevôlei, segundo entrevista de 2020, quando assumiu a Secretaria de Esporte e Lazer.

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