Foto oficial de Ronaldo Caiado

Ronaldo Caiado

Ex-governador de Goiás

Biografia

Resumo biográfico

Ronaldo Caiado é médico ortopedista, produtor rural e político goiano filiado ao PSD. Governou Goiás por dois mandatos, de 2019 a março de 2026, e renunciou para disputar a Presidência da República. Terminou o primeiro turno em quinto lugar, com 2.605.148 votos (2,18%), e apoiou Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, vencido por Lula. Antes de governar o estado, foi deputado federal por cinco mandatos e senador. Fundou a União Democrática Ruralista (UDR) nos anos 1980 e foi um dos principais nomes da bancada ruralista e da oposição aos governos do PT. Origem e formação Ronaldo Ramos Caiado nasceu em 25 de setembro de 1949, em Anápolis (GO), e tem 77 anos. Vem de uma família de produtores rurais com presença na política goiana desde o século 19. O avô, Antônio Ramos Caiado, o Totó Caiado, foi deputado federal, senador e líder da oligarquia que dominou Goiás de 1910 até a Revolução de 1930. Tios e primos foram governadores, senadores e deputados. Formou-se em medicina em 1972 na Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, hoje parte da Unirio, especializou-se em cirurgia da coluna em Paris e fez mestrado em ortopedia e traumatologia na UFRJ, onde deu aulas. É casado desde 1990 com Gracinha Caiado, eleita senadora por Goiás em 2026 pelo União Brasil, e é pai de quatro filhos. UDR e a eleição de 1989 Em 1985, no governo José Sarney, diante do avanço da reforma agrária, fundou e presidiu a União Democrática Ruralista, entidade de defesa dos grandes proprietários rurais. Com o fim da ditadura, disputou a primeira eleição presidencial direta, em 1989, pelo antigo PSD. Ficou em décimo lugar, com 488 mil votos, e apoiou Fernando Collor no segundo turno. Na TV, reclamava de ser visto nas grandes cidades como "o candidato do interior" e respondia: "Se existe São Paulo, se existem as grandes cidades, é porque existe o interior do Brasil". Deputado federal (1991-2015) Em 1990, foi o deputado federal mais votado de Goiás, com 98.256 votos. Em 1994, disputou o governo do estado e perdeu. Voltou à Câmara em 1999 pelo PFL, com 100.446 votos, e foi reeleito em 2002, 2006 e 2010, quando teve 167.591 votos. Na Câmara, liderou a bancada ruralista, presidiu a Frente Parlamentar de Apoio à Agricultura e foi líder do DEM, nome adotado pelo PFL em 2007. Senador (2015-2019) Em 2014, foi eleito senador por Goiás com 1.283.665 votos (47,57%) e virou líder do DEM no Senado. No primeiro ano de mandato, recebeu o Prêmio Congresso em Foco de melhor senador por votação popular. Em março de 2015, o ex-senador Demóstenes Torres o acusou, em artigo, de ter tido campanhas financiadas pelo esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Caiado negou e chamou Demóstenes, cassado em 2012, de "psicopata e bandido". Em outubro de 2015, xingou o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, numa comissão do Congresso e foi contido por colegas. Em julho de 2015, citou a aprovação de 9% do governo na pesquisa CNI/Ibope e sugeriu, da tribuna, que Dilma Rousseff renunciasse e convocasse novas eleições. Em agosto, na manifestação contra o governo na Avenida Paulista, foi um dos políticos mais assediados para selfies e disse à Época que nunca negou o sonho de ser presidente. Foi um dos principais articuladores do impeachment de Dilma e votou pela perda do mandato em 2016. Votou a favor do teto de gastos em 2016 e da reforma trabalhista em 2017. Em abril de 2018, assinou com outros senadores uma carta à presidente do STF, Cármen Lúcia, pela manutenção da prisão após condenação em segunda instância. Em 2016, o STJ manteve a condenação da Editora Planeta, do escritor Fernando Morais e do publicitário Gabriel Zellmeister a indenizá-lo em R$ 1,5 milhão por danos morais. O livro "Na Toca dos Leões", de 2005, atribuía a Caiado a ideia de esterilizar mulheres nordestinas, e a Justiça considerou a passagem ofensiva. Em 2014, um tio dele, o pecuarista Antônio Ramos Caiado Filho, foi incluído na "lista suja" do trabalho escravo do Ministério do Trabalho, por submeter quatro carvoeiros a condições degradantes numa fazenda em Nova Crixás. Governador de Goiás (2019-2026) Em 2018, pelo DEM, elegeu-se governador no primeiro turno com 1.773.185 votos (59,73%), contra Daniel Vilela (MDB). Tomou posse em 1º de janeiro de 2019, e a vaga dele no Senado ficou com o suplente Luiz Carlos do Carmo. Um levantamento do g1 contou que, ao fim do primeiro mandato, ele havia cumprido integralmente 10 das 21 promessas de campanha (47,6%). Segundo a Wikipédia, nomeou pelo menos 22 parentes para cargos no governo. Em 2019, sancionou uma lei que autoriza a extração do amianto crisotila para exportação, contestada no STF. Bem avaliado no estado, tornou-se o principal cabo eleitoral da eleição municipal de 2020 em Goiânia, disputado por Maguito Vilela (MDB) e Vanderlan Cardoso (PSD), segundo o Jornal Opção. Em 2026, ao lançar a candidatura, o Congresso em Foco o descreveu como "gestor bem avaliado em seu Estado" e "adversário histórico de Lula". Aliado de Jair Bolsonaro no início do governo, rompeu com ele em março de 2020, no começo da pandemia. Depois de o presidente chamar a covid de "gripezinha", disse que Bolsonaro era "irresponsável" e que "ignorância não é virtude". Médico, defendeu as medidas de isolamento. Em 2022, apoiou Bolsonaro contra Lula e se reelegeu no primeiro turno, com 1.806.892 votos (51,81%), tendo Daniel Vilela como vice. Criticou os ataques de 8 de janeiro de 2023 e se opôs à reforma tributária. Inelegibilidade revertida Em dezembro de 2024, a juíza Maria Umbelina Zorzetti, da 1ª Zona Eleitoral de Goiânia, declarou Caiado inelegível por oito anos por abuso de poder político na eleição municipal de 2024. Ela considerou que o governador usou a sede do governo para eventos da campanha de Sandro Mabel (União Brasil), eleito prefeito de Goiânia, cuja chapa teve o registro cassado. Em 8 de abril de 2025, o TRE-GO derrubou a inelegibilidade por unanimidade, mas manteve multa de R$ 60 mil por condutas vedadas. O PL, autor da ação, desistiu de recorrer ao TSE. Em junho de 2026, o Ministério Público de Goiás o acusou de improbidade pelo uso de 51 policiais militares como seguranças na pré-campanha dele e na da mulher. Em 6 de julho, uma decisão liminar reduziu a escolta para quatro policiais. Candidatura à Presidência em 2026 Caiado lançou a pré-candidatura em abril de 2025, em Salvador, ainda pelo União Brasil. A BBC observou que ele tentava ocupar o vácuo deixado pela inelegibilidade de Bolsonaro e se apresentava como representante de uma ala "mais moderada do agronegócio". Disse à BBC: "Não sou preposto de ninguém. O próximo presidente tem que ter independência moral". A federação do União Brasil com o PP reduziu o espaço dele, e em janeiro de 2026 Caiado deixou o partido e se filiou ao PSD de Gilberto Kassab, que tinha como presidenciáveis os governadores Ratinho Júnior e Eduardo Leite. Ratinho desistiu, e em 30 de março Kassab anunciou Caiado como candidato. Ele renunciou ao governo em 31 de março, e Daniel Vilela assumiu. Na convenção do PSD, em 26 de julho, em São Paulo, Kassab foi confirmado como vice. No discurso, Caiado disse que não seria candidato sem a "coragem" de Kassab. O programa de governo, que ele chamou de "transformador", previa criar o Ministério da Segurança Pública e enquadrar facções criminosas e milícias como grupos terroristas domésticos. Em sabatina do portal O Antagonista, em agosto, Caiado disse que nunca se envolveu em corrupção, citou o mensalão e a "rachadinha" para provocar os adversários e defendeu reduzir a maioridade penal. Em julho, quando os Estados Unidos impuseram uma tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros, disse que Lula e Flávio pensaram "apenas no processo eleitoral". No 7 de Setembro, afirmou que Lula "entregou" o país às facções criminosas e que nem ele nem Flávio tinham "moral" para disputar a Presidência. Na campanha, defendeu reformas no STF, como idade mínima de 60 anos para ministros e quarentena, e pediu ao presidente do tribunal, Edson Fachin, o fim do sigilo das investigações do Banco Master e das fraudes no INSS. Elogiou decisões do ministro André Mendonça no caso Master e disse que Alexandre de Moraes não tinha condições de continuar no Supremo. Ao Jornal da Record, em setembro, disse que Fachin poderia ter levado a votação a abertura de investigação sobre os supostos diálogos entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. Também defendeu apurar a suposta propina de Vorcaro às campanhas de 2022 de Bolsonaro e Tarcísio, que teria sido articulada por Kassab, seu vice, e lembrou que Kassab nega irregularidades. Na entrevista da TV Globo após o Jornal Nacional, em 25 de agosto, disse que enviaria ao Congresso um projeto de "anistia geral, ampla" para os condenados pelo 8 de Janeiro e comparou a medida à anulação das condenações de Lula na Lava Jato. Também propôs uma polícia conjunta dos países da América do Sul e uma reforma da Previdência, mas não disse se mudaria a idade mínima de aposentadoria. Numa entrevista ao Estadão, em setembro, disse ter "40 anos de vida pública" sem "nenhuma mácula". A checagem do jornal classificou a frase como "falta contexto", por causa da condenação de 2024, revertida em 2025 com manutenção da multa, e apontou erros dele sobre terras raras e segurança pública. Defendeu que cada governador decida sobre câmeras corporais nos policiais e chamou de eleitoreiro o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado a 17 dias da eleição. Disputou com Flávio Bolsonaro o eleitorado de direita. Disse que a convenção do PL, com a presença do argentino Javier Milei, desceu a um "nível rasteiro" e que não era um "personagem criado para disputar uma eleição". Em sabatina de O Globo, Valor e CBN, chamou Eduardo Bolsonaro de "lesa-pátria" e teve dificuldade para explicar sua proposta de ajuste fiscal. Eduardo rebateu as críticas de Caiado ao seu green card perguntando se era "o preço que o senhor paga para participar dos coquetéis do STF". Na reta final, superado nas pesquisas por Augusto Cury (Avante), insinuou que o rival usava influenciadores contra as regras eleitorais. Quando a TV Globo cancelou o debate de 1º de outubro, chamou o cancelamento de "atentado à democracia". Resultado e apoio a Flávio No primeiro turno, em 4 de outubro, Caiado ficou em quinto lugar, com 2.605.148 votos (2,18%), atrás de Lula, Flávio, Renan Santos (Missão) e Augusto Cury. A votação foi cinco vezes maior que a de 1989. Em Goiás, ficou em terceiro, com 12,33%, atrás de Flávio (53,60%) e Lula (31,06%). No mesmo dia, o sucessor dele, Daniel Vilela, foi eleito governador no primeiro turno com 58,89%. Caiado disse que "caiu de pé" e que nunca tinha visto "tanta ingerência indevida" numa campanha. Na análise do JOTA, os resultados de Caiado e de Romeu Zema (Novo) mostraram o fracasso da terceira via numa eleição dominada pela polarização. O desempenho em Goiás, sua principal base, foi 78% menor que a votação de Daniel Vilela, e o eleitor de direita migrou para Flávio ao longo de setembro. Em 6 de outubro, num ato em Goiânia com Daniel Vilela e Tarcísio de Freitas, declarou apoio a Flávio Bolsonaro: "Estou aqui para derrotar o PT". Disse que "Jair Bolsonaro e Ronaldo Caiado são homens que nunca aceitaram cabresto". Aliados de Flávio apostavam que ele seria ministro da Segurança Pública num eventual governo do PL. Flávio perdeu o segundo turno para Lula em 25 de outubro. Patrimônio Na candidatura de 2026, declarou ao TSE bens no valor de R$ 52,6 milhões, segundo os dados abertos da Justiça Eleitoral. Linha do tempo 1949: nasce em Anápolis (GO), em 25 de setembro. 1985: funda a União Democrática Ruralista. 1989: disputa a Presidência e fica em décimo lugar. 1990: é eleito deputado federal, o mais votado de Goiás. 1994: perde a eleição para governador. 1998: volta à Câmara e é reeleito em 2002, 2006 e 2010. 2014: é eleito senador por Goiás. 2018: é eleito governador no primeiro turno. 2020: rompe com Bolsonaro na pandemia. 2022: é reeleito governador no primeiro turno. 2025: o TRE-GO derruba a inelegibilidade decretada em 2024. 2026: renuncia ao governo, disputa a Presidência pelo PSD, fica em quinto lugar e apoia Flávio Bolsonaro.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — 2026
    Candidato à Presidência pelo PSD

    Com Gilberto Kassab de vice, ficou em quinto lugar, com 2.605.148 votos (2,18%), e apoiou Flávio Bolsonaro no segundo turno.

  2. 2025 — 2026
    Pré-candidato à Presidência pelo União Brasil

    Lançou a pré-candidatura em Salvador, em abril de 2025, e deixou o partido em janeiro de 2026.

  3. 2023 — 2026
    Governador de Goiás

    Reeleito no primeiro turno de 2022, com 51,81%. Renunciou em 31 de março de 2026 para disputar a Presidência.

  4. 2019 — 2022
    Governador de Goiás

    Eleito pelo DEM no primeiro turno de 2018, com 59,73% dos votos válidos.

  5. 2015 — 2018
    Senador por Goiás

    Eleito em 2014 com 1.283.665 votos (47,57%). Foi líder do DEM no Senado e articulador do impeachment de Dilma Rousseff.

  6. 1999 — 2015
    Deputado federal por Goiás

    Eleito pelo PFL em 1998 e reeleito em 2002, 2006 e 2010. Liderou a bancada ruralista e o DEM na Câmara.

  7. 1994 — 1994
    Candidato ao governo de Goiás

    Pelo PFL, perdeu a eleição de 1994.

  8. 1991 — 1995
    Deputado federal por Goiás

    Eleito em 1990 como o mais votado do estado, com 98.256 votos.

  9. 1989 — 1989
    Candidato à Presidência da República

    Pelo antigo PSD, ficou em décimo lugar, com 488 mil votos, e apoiou Fernando Collor no segundo turno.

  10. 1985 — 1989
    Fundador e presidente da União Democrática Ruralista (UDR)

    Criou a entidade de defesa dos grandes proprietários rurais em reação à reforma agrária do governo Sarney.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Agronegócio1985
União Democrática Ruralista
Fundação em 1985

Entidade de defesa dos grandes proprietários rurais que levou Caiado à política nacional.

Atuação parlamentar2016
Impeachment de Dilma Rousseff
Senado, 2016

Caiado foi um dos principais articuladores do processo e votou pela perda do mandato da presidente.

Saúde pública2020
Rompimento com Bolsonaro na pandemia
Governo de Goiás, março de 2020

Médico, defendeu o isolamento social e criticou o presidente por chamar a covid de "gripezinha".

Articulação política2026
Eleição de Daniel Vilela
Governo de Goiás, 2026

O sucessor de Caiado, que assumiu o governo em março, foi eleito no primeiro turno com 58,89% dos votos válidos.

Programa de governo2026
Programa de governo presidencial
Eleição de 2026

Propôs criar o Ministério da Segurança Pública, tratar facções e milícias como grupos terroristas domésticos e anistiar os condenados pelo 8 de Janeiro.

Ação judicial2026
Pedido de fim do sigilo nos casos Master e INSS
STF, setembro de 2026

Caiado pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a divulgação das investigações da PF sobre o Banco Master e as fraudes no INSS.

Na imprensa

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Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Ronaldo Caiado?

Ronaldo Caiado é médico, produtor rural e político do PSD. Foi governador de Goiás de 2019 a 2026 e candidato à Presidência em 1989 e 2026.

Qual a idade de Ronaldo Caiado?

Ele nasceu em 25 de setembro de 1949, em Anápolis (GO), e tem 77 anos.

Quantos votos Ronaldo Caiado teve para presidente em 2026?

Teve 2.605.148 votos, ou 2,18% dos válidos, e ficou em quinto lugar. Em Goiás, ficou em terceiro, com 12,33%.

Ronaldo Caiado apoiou Flávio Bolsonaro?

Sim. Em 6 de outubro de 2026, num ato em Goiânia, declarou apoio a Flávio no segundo turno, vencido por Lula.

Quem é o vice de Ronaldo Caiado?

Na eleição presidencial de 2026, o vice na chapa foi Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD.

Qual o partido de Ronaldo Caiado?

O PSD, desde janeiro de 2026. Antes, passou por PDC, PFL, DEM e União Brasil, entre outros.

Ronaldo Caiado ainda é governador de Goiás?

Não. Ele renunciou em 31 de março de 2026 para disputar a Presidência, e o vice Daniel Vilela (MDB) assumiu e foi eleito em outubro.

Ronaldo Caiado ficou inelegível?

Em dezembro de 2024, uma juíza eleitoral o declarou inelegível por abuso de poder na eleição de Goiânia. Em abril de 2025, o TRE-GO derrubou a inelegibilidade e manteve uma multa de R$ 60 mil.

Qual a profissão de Ronaldo Caiado?

É médico ortopedista, especializado em cirurgia da coluna em Paris, e produtor rural. Fundou a União Democrática Ruralista em 1985.

Por que Ronaldo Caiado rompeu com Bolsonaro?

Em março de 2020, criticou o presidente por chamar a covid de "gripezinha" e defendeu o isolamento social. Voltou a apoiar Bolsonaro em 2022 e Flávio em 2026.

Quem é a esposa de Ronaldo Caiado?

Gracinha Caiado, com quem é casado desde 1990. Ela foi eleita senadora por Goiás em 2026 pelo União Brasil.

Ronaldo Caiado tem filhos?

Sim. Ele é pai de quatro filhos.

Qual o patrimônio de Ronaldo Caiado?

Na candidatura de 2026, ele declarou ao TSE bens no valor de R$ 52,6 milhões.

O que Ronaldo Caiado propôs para o 8 de Janeiro?

Prometeu enviar ao Congresso um projeto de "anistia geral, ampla" para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

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