Foto oficial de Luiza Erundina

Luiza Erundina

Deputada Federal (PSOL-SP), deputada estadual eleita e ex-prefeita de São Paulo

Em exercício desde 2027
Biografia

Resumo biográfico

Luiza Erundina de Sousa é assistente social e política do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Foi a primeira mulher eleita prefeita de São Paulo, em 1988, e é deputada federal por São Paulo desde 1999, no sétimo mandato seguido. Em 4 de outubro de 2026, foi eleita deputada estadual de São Paulo com 169.567 votos, a 13ª maior votação da Assembleia Legislativa (Alesp), segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o g1. Deixa a Câmara em 31 de janeiro de 2027 e assume na Alesp em 2027, 40 anos depois de seu primeiro mandato na Casa. Nascida em Uiraúna (PB) em 30 de novembro de 1934, tem 91 anos. Segundo o Poder360, é a deputada estadual mais velha eleita no Brasil em 2026, à frente de Eduardo Suplicy (PT), de 85 anos, também eleito para a Alesp. No segundo turno, participou de ato pró-Lula na Avenida Paulista e disse à CartaCapital que "quem dará governabilidade a Lula é o povo, não o Congresso". Origem É a sétima de dez filhos de um artesão de selas de couro. Trabalhou desde criança vendendo bolos feitos pela mãe. Formou-se em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba em 1967 e fez mestrado em Ciências Sociais na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Em Campina Grande, foi diretora e depois secretária de Educação e Cultura e atuou nas ligas camponesas, o que a levou a ser perseguida pela ditadura. Em 1971, mudou-se para São Paulo e entrou por concurso como assistente social da prefeitura, trabalhando com migrantes nordestinos nas favelas. Repetiu a 5ª série duas vezes para não parar de estudar, porque Uiraúna não tinha ginásio, e em 1948 foi morar com uma tia em Patos para cursá-lo. Queria ser médica, mas teve de interromper os estudos por nove anos. Pela militância católica, assumiu em 1958, aos 24 anos, o primeiro cargo público, de diretora de Educação e Cultura de Campina Grande, e em 1964 foi nomeada secretária. Ajudou a fundar a Faculdade de Serviço Social da cidade. Em São Paulo, passou também por concurso para a Secretaria do Bem-Estar Social e colaborou com movimentos de periferia por moradia, muitas vezes ligados às Comunidades Eclesiais de Base. Em 1985, foi vice na chapa de Eduardo Suplicy à Prefeitura de São Paulo. A dupla ficou em terceiro, com 827.452 votos (20,70%), na eleição vencida por Jânio Quadros (PTB). Em 1987, já deputada estadual, foi agredida pela Polícia Militar num protesto de servidores contra o governo de Orestes Quércia. A eleição de 1988 Ligada à ala mais à esquerda do PT, venceu nas prévias Plínio de Arruda Sampaio, apoiado por Lula, José Genoíno e José Dirceu. Na campanha, começou em terceiro, atrás de Paulo Maluf (PDS) e João Oswaldo Leiva (PMDB), e cresceu com militância nos bairros da periferia e apoio do PDT e do PCdoB. Venceu em 15 de novembro de 1988, num turno único, com 33% dos votos válidos, contra 24% de Maluf e 14% de Leiva. Segundo a Wikipédia, a greve da CSN em Volta Redonda, em que três operários morreram numa ação do Exército, ajudou a virada. Prefeitura de São Paulo Ajudou a fundar o PT em 1980, a convite de Lula. Foi eleita vereadora em 1982 e deputada estadual constituinte em 1986. Em 1988, venceu as prévias do PT contra Plínio de Arruda Sampaio e depois a eleição, derrotando Paulo Maluf. Governou de 1989 a 1992, com Paulo Freire na Educação e Marilena Chauí na Cultura. Por um anúncio pago com dinheiro público em defesa de uma greve de transportes em 1989, foi condenada em 2008 a devolver R$ 353 mil à prefeitura, sem perder os direitos políticos. A gestão teve Paulo Freire e depois Mário Sérgio Cortella na Educação, Marilena Chauí na Cultura, Hélio Bicudo nos Negócios Jurídicos, Eduardo Jorge na Saúde, Paul Singer no Planejamento e Erminia Maricato na Habitação. Criou os Movimentos de Alfabetização (Movas) para adultos, ampliou a merenda e a formação de professores e priorizou a habitação por mutirão autogerido, prática que os sucessores abandonaram. Inaugurou em 1991 o Sambódromo do Anhembi, projetado por Oscar Niemeyer, levou de volta a Fórmula 1 para Interlagos em 1990, com a reforma do autódromo, e sancionou a Lei Mendonça, de incentivo fiscal à cultura. Foi criticada por não continuar obras viárias de Jânio Quadros, como os túneis sob o Rio Pinheiros e o Parque do Ibirapuera, retomadas por Maluf. O ponto mais polêmico foi o IPTU progressivo, proposto em 1992, que aumentaria o imposto de imóveis caros e reduziria o de imóveis menores. A Câmara Municipal, de maioria oposicionista, rejeitou a ideia, e o Supremo Tribunal Federal a considerou inconstitucional. Saiu com 20% de aprovação, segundo o Datafolha, e o candidato do PT, Eduardo Suplicy, perdeu para Maluf em 1992. A ação sobre o anúncio de 1989 foi uma ação popular. Sem dinheiro para pagar a condenação, teve bens bloqueados e, a partir de abril de 2009, 10% do salário de deputada descontado. Em novembro de 2009, fez um jantar para arrecadar recursos, segundo o Congresso em Foco. Em janeiro de 2010, conseguiu os R$ 352 mil com jantares organizados por políticos de vários partidos, como os tucanos Bruno Covas e Milton Flávio e o PSB da Paraíba, e com doações de R$ 2 a R$ 20 mil, segundo o Estadão. As sobras, cerca de R$ 7 mil, foram para uma instituição de caridade. Câmara dos Deputados Em 1993, aceitou ser ministra da Administração Federal de Itamar Franco contra a orientação do PT e teve os direitos partidários suspensos por um ano. Deixou o cargo em maio. Em 1994, ficou em terceiro na disputa pelo Senado. Em 1996, perdeu a Prefeitura de São Paulo para Celso Pitta no segundo turno. Deixou o PT em 1997 e foi para o PSB, pelo qual se elegeu deputada federal em 1998. Depois foi para o PSOL. Disputou a presidência da Câmara em 2016, depois da renúncia de Eduardo Cunha, e em 2021. Em 2020, foi candidata a vice-prefeita na chapa de Guilherme Boulos, que chegou ao segundo turno. Em 2022, foi eleita para o sétimo mandato federal, com 113.983 votos, e integrou a base do governo Lula. É a única mulher premiada em todas as edições do Prêmio Congresso em Foco. No ministério de Itamar Franco, chefiou a Secretaria da Administração Federal no governo de "entendimento nacional" e saiu em maio de 1993 por divergências com o ministro da Casa Civil, Henrique Hargreaves. No Senado, em 1994, teve mais de 4 milhões de votos e ficou atrás de José Serra (PSDB) e Romeu Tuma (PL). Em 1996, com Aloizio Mercadante de vice, teve 1.291.120 votos (22,83%) no primeiro turno e 1.924.630 (37,72%) no segundo, quando perdeu para Celso Pitta, apoiado por Maluf. Segundo a Wikipédia, a imprensa apontou favorecimento da Rede Globo a Pitta no debate do segundo turno, e Pitta admitiu em 2000 que teve vantagem. Concorreu ainda em 2000 e em 2004, quando teve Michel Temer como vice e ficou em quarto, com 244 mil votos (3,96%). Na Câmara, pelo PSB, fez oposição a Fernando Henrique Cardoso e apoiou pedidos de impeachment ligados ao Proer. No Congresso, ajudou a articular a frente de oposição de PT, PCdoB, PSB, PDT, PCB e PPS, que organizou a Marcha dos 100 mil, em Brasília, em agosto de 1999. Reeleita em 2002 e em 2006, com mais de 195 mil votos, fez oposição também ao governo Lula e protestou contra o aumento de 91% no salário dos parlamentares. Em 2008, foi convidada para ser vice de Marta Suplicy (PT) na Prefeitura, mas o PSB não aceitou, e a vaga ficou com Aldo Rebelo (PCdoB). Em 2010, discordou do apoio do PSB a Paulo Skaf para o governo e foi a décima mais votada do estado, com 214.144 votos. Em 2014, coordenou a campanha presidencial de Marina Silva. Segundo a Câmara, foi 3ª vice-presidente da Comissão de Legislação Participativa (2005, 2023), presidiu a subcomissão que acompanhava o relatório da Comissão de Anistia (2009–2011) e foi 3ª suplente de secretário da Mesa Diretora (2015–2017). Em junho de 2012, desistiu de ser vice de Fernando Haddad (PT) depois da aliança do PT com o PP de Paulo Maluf, selada com uma visita de Lula à casa de Maluf, segundo o g1. O presidente do PSB, Eduardo Campos, chamou a decisão de "irrevogável". No dia seguinte, disse ao O Globo que faria campanha para Haddad, mas não iria a agendas com Maluf, e que Lula "passou dos limites" no acordo. Foi substituída por Nádia Campeão (PCdoB). PSOL e as disputas pela presidência da Câmara Em janeiro de 2016, lançou o RAiZ – Movimento Cidadanista, no Fórum Social Temático, em Porto Alegre. Em março, deixou o PSB, que apoiava o impeachment de Dilma Rousseff, e foi para o PSOL. Votou contra o impeachment. Em 5 de maio de 2016, como suplente da Mesa, conduziu a sessão depois que o presidente interino, Waldir Maranhão, a cancelou, no dia em que o STF afastou Eduardo Cunha. Em julho, disputou a presidência da Câmara depois da renúncia de Cunha, defendendo que uma mulher comandasse a Casa: "essa eleição é uma oportunidade para a Câmara pagar uma dívida histórica com as mulheres", disse. Durante o discurso, a hashtag #ErundinaEntraCunhaSai chegou ao topo dos assuntos mais comentados do Twitter no mundo. Em julho de 2016, o Datafolha a mostrava com 10% das intenções de voto para a prefeitura, em terceiro. Em outubro, foi candidata à prefeitura pela quinta vez, com Ivan Valente de vice, e teve 184 mil votos. Em fevereiro de 2017, teve 10 votos na eleição para a presidência da Câmara, vencida por Rodrigo Maia com 293. Em 2020, a chapa Boulos-Erundina teve 1.080.726 votos (20,24%) no primeiro turno e 40,62% no segundo, quando Bruno Covas (PSDB) foi reeleito com 59,38%, segundo o g1. Em janeiro de 2021, lançou de novo a candidatura à presidência da Câmara. No dia 22, acusou colegas do PSOL, sem citar nomes, de "fisiologismo" e "barganha" na disputa pela Mesa, segundo a Revista Oeste. Teve 16 votos, e Arthur Lira venceu com 302. Em março de 2024, chamou de "equívoco" a volta de Marta Suplicy ao PT para ser vice de Boulos, segundo o Valor. Em julho, criticou a decisão de Boulos a favor de André Janones, acusado de rachadinha, segundo a Revista Oeste. O último mandato federal Entre os projetos de lei apresentados por ela, estão o "Escola Sem Mordaça" (PL 502/2019), o que obriga planos de saúde a manter o atendimento na pandemia (PL 1.907/2020), o que tipifica o ecocídio (PL 2.933/2023), o programa Vini Jr. de combate ao racismo nos estádios (PL 3.089/2023), o código de conduta para ministros do STF (PL 6.540/2025) e o que veda novos blocos de petróleo e gás na Amazônia (PL 1.725/2025). Em setembro de 2025, a Comissão da Mulher aprovou o PL 795/2025, dela e de Sâmia Bomfim, que suspende salários e proventos de militares condenados por violência contra mulheres na ditadura, segundo o PSOL. Em junho de 2026, a Comissão de Direitos Humanos aprovou, com parecer dela como relatora, o PL 1.156/2021, de Maria do Rosário, que obriga o Estado a identificar com placas os locais de repressão da ditadura, segundo a Agência Câmara. Em 2025, recebeu o título de doutora honoris causa da PUC-SP, segundo a Wikipédia, e, em 3 de dezembro, o da Universidade Federal da Paraíba, onde se formou, segundo o Correio Braziliense. A Câmara Municipal de Campina Grande também lhe deu o título de cidadã campinense. Na eleição de 2026, deixou pela primeira vez desde 1999 de disputar a Câmara. Teve 169.567 votos, 13ª maior votação da Alesp, onde a mais votada foi Eduarda Campopiano, de 23 anos, com 1.956.238, segundo o g1. Será a deputada mais idosa a assumir uma vaga estadual na história do país, segundo o jornal baiano Correio. No domingo, 11 de outubro, num ato na Avenida Paulista, pediu votos para Lula no segundo turno e convocou os jovens: "Não me deixem partir sem garantia de que a democracia está assegurada", disse, segundo o Vero Notícias. Patrimônio e salário Declarou R$ 1.414.541,07 em bens ao TSE em 2026. Como deputada federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês até janeiro de 2027. Linha do tempo 1934: nasce em Uiraúna (PB), em 30 de novembro. 1971: muda-se para São Paulo. 1980: participa da fundação do PT. 1988: é eleita a primeira prefeita de São Paulo. 1993: é ministra da Administração Federal de Itamar Franco. 1998: é eleita deputada federal pelo PSB. 2020: é candidata a vice-prefeita na chapa de Guilherme Boulos. 2026: é eleita deputada estadual com 169.567 votos, aos 91 anos.
Carreira

Trajetória

  1. 2027 — atual
    Deputada estadual de São Paulo

    PSOL. Eleita em 2026 com 169.567 votos.

  2. 2016 — 2027
    Deputada Federal por São Paulo (PSOL)

    Filiada em março de 2016; reeleita em 2018 e 2022 (113.983 votos).

  3. 2015 — 2017
    3ª suplente de secretário da Mesa Diretora da Câmara

    Segundo a Câmara dos Deputados.

  4. 1999 — 2016
    Deputada Federal por São Paulo (PSB)

    Eleita em 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014.

  5. 1993 — 1993
    Ministra-chefe da Secretaria da Administração Federal

    Governo Itamar Franco, até maio de 1993.

  6. 1989 — 1992
    Prefeita de São Paulo

    PT. Primeira mulher no cargo.

  7. 1987 — 1988
    Deputada estadual constituinte

    PT, Alesp.

  8. 1983 — 1987
    Vereadora de São Paulo

    Pt.

  9. 1971 — 1982
    Assistente social da Prefeitura de São Paulo

    Concurso em 1971; trabalho com migrantes nas favelas.

  10. 1958 — 1964
    Diretora e secretária de Educação e Cultura de Campina Grande

    Diretora a partir de 1958, aos 24 anos; nomeada secretária em 1964.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Direitos humanos2025
Pl 795/2025
Coautora, com Sâmia Bomfim

Suspende salários de militares condenados por violência contra mulheres na ditadura; aprovado na Comissão da Mulher em 2025.

Memória2026
Relatoria do PL 1.156/2021
Relatora na Comissão de Direitos Humanos

Obriga o Estado a identificar os locais de repressão da ditadura; aprovado na comissão em junho de 2026.

Gestão pública1989
Prefeitura de São Paulo
Gestão 1989–1992

Movas, mutirões habitacionais, Sambódromo do Anhembi e Lei Mendonça.

Na imprensa

Notícias de outros portais

20 de out. de 2026

‘Quem dará governabilidade a Lula é o povo, não o Congresso’, projeta Luiza Erundina

Em entrevista a CartaCapital, a deputada estadual defendeu que um eventual quarto mandato do petista assegure a participação popular. Para a ex-prefeita da capital paulista, a sociedade respondeu ao “susto” do primeiro turno, após o senador Flávio Bolsonaro (PL) sair em vantagem na disputa. Ela avalia, porém, que a mobilização não exime Lula de fazer uma autocrítica de sua política em um eventual quarto mandato, inclusive em busca de apoio popular para garantir a governabilidade se vencer no próximo domingo 25.

Fonte: CartaCapital

12 de out. de 2026

Erundina pede voto em Lula e apoio dos jovens à defesa da democracia

A deputada estadual eleita Luiza Erundina (Psol-SP), de 91 anos, pediu votos para Lula no domingo (11), durante ato na avenida Paulista. Também convocou os jovens a defender a democracia. “Não me deixem partir sem garantia de que a democracia está assegurada”, afirmou. Erundina disse que dedicou a vida à causa e vinculou sua preservação à reeleição do presidente . Eleita com 169.567 votos, Erundina assumirá uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo aos 92 anos, em 2027.

Fonte: Vero Notícias

11 de out. de 2026

Aos 91 anos, Luiza Erundina participa de ato pró-Lula na Paulista

Ex-prefeita de São Paulo e deputada federal eleita, filiada ao PSol, defendeu a democracia e pediu mobilização para a campanha de reeleição do presidente neste domingo (11/10). Aos 91 anos, Luiza Erundina participou, neste domingo (11/10), de um ato de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na Avenida Paulista, em São Paulo.

Fonte: Correio Braziliense

08 de out. de 2026

Luiza Erundina é eleita deputada aos 91 anos e vira a parlamentar mais idosa da Alesp

Ex-prefeita de São Paulo alcança marca inédita no país e garante uma das 94 cadeiras da casa a partir de fevereiro. A conquista de um mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) pela ex-prefeita Luiza Erundina (PSOL) fez da parlamentar a deputada mais idosa a assumir uma vaga estadual na história do país.

Fonte: Correio24horas.com.br

06 de out. de 2026

Aos 91 anos, Luiza Erundina se torna a deputada estadual mais velha eleita em SP

Ex-prefeita de São Paulo se destaca nas eleições e promete lutar pela democracia. Aos 91 anos, Luiza Erundina (PSOL) fará história na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) ao assumir, em 2027, como a deputada estadual mais idosa já eleita para a Casa. A ex-prefeita da capital paulista recebeu 169.567 votos e ficou na 13ª colocação entre os candidatos mais votados para o Legislativo estadual.

Fonte: R7

05 de out. de 2026

Eleições 2026: Luiza Erundina (PSOL) é eleita deputada estadual por São Paulo

Luiza Erundina (PSOL) recebeu 169.567 votos e foi eleita deputada estadual por São Paulo nas Eleições 2026. Luiza Erundina (PSOL) foi eleita deputada estadual por São Paulo nas Eleições 2026, com 169.567 votos, o equivalente a 0,73% dos votos válidos no estado. Veja o perfil da eleita na página Quem são os candidatos , publicada pelo g1 e atualizada com dados fornecidos pelo TSE. Os deputados estaduais eleitos em 2026 tomam posse em 1º de fevereiro de 2027, para mandatos de quatro anos.

Fonte: G1

04 de dez. de 2025

Erundina recebe título de doutora honoris causa da federal da Paraíba

Em cerimônia marcada por reparação histórica, instituição reconhece trajetória política e social da paraibana que se tornou uma das figuras mais influentes da esquerda brasileira. A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) outorgou, nesta quarta-feira (3/12), o título de doutora honoris causa à deputada federal Luiza Erundina (PSol-SP), de 90 anos. A Câmara Municipal de Campina Grande também concedeu à parlamentar o título de cidadã campinense.

Fonte: Correio Braziliense

Causas

Causas e valores defendidos

Direitos humanos e memória

Defende a Comissão Nacional da Verdade e a memória da ditadura.

Participação popular

Defende a reforma política e a participação popular.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Luiza Erundina?

Luiza Erundina é assistente social e política do PSOL. Foi a primeira prefeita de São Paulo e é deputada federal desde 1999.

Luiza Erundina foi eleita em 2026?

Sim, foi eleita deputada estadual de São Paulo com 169.567 votos. Deixa a Câmara dos Deputados em 31 de janeiro de 2027.

Qual a idade de Luiza Erundina?

Luiza Erundina nasceu em 30 de novembro de 1934 e tem 91 anos. É a deputada estadual mais velha eleita no Brasil em 2026.

Luiza Erundina é de onde?

Nasceu em Uiraúna, na Paraíba, e vive em São Paulo desde 1971.

Quando Luiza Erundina foi prefeita de São Paulo?

Foi prefeita de 1989 a 1992, eleita pelo PT em 1988. Foi a primeira mulher no cargo.

Qual o partido de Luiza Erundina?

É do PSOL. Antes, foi do PT, que ajudou a fundar, e do PSB.

Luiza Erundina apoia Lula?

Sim. Participou de ato pró-Lula na Avenida Paulista no segundo turno de 2026 e integrou a base do governo na Câmara.

Luiza Erundina foi ministra?

Sim. Foi ministra da Administração Federal no governo Itamar Franco, em 1993.

Luiza Erundina foi condenada?

Em 2008, foi condenada a devolver R$ 353 mil à Prefeitura de São Paulo por um anúncio pago com dinheiro público em 1989. Não perdeu os direitos políticos.

Qual o patrimônio de Luiza Erundina?

Declarou R$ 1,41 milhão em bens ao TSE em 2026.

Quanto ganha Luiza Erundina?

Como deputada federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês até janeiro de 2027.

Por que Luiza Erundina deixou de ser vice de Haddad em 2012?

Desistiu em junho de 2012 depois da aliança do PT com o PP de Paulo Maluf. Disse que Lula "passou dos limites", mas fez campanha para Haddad.

Luiza Erundina já disputou a presidência da Câmara?

Sim, em 2016, 2017 e 2021. Em 2017 teve 10 votos e, em 2021, 16, quando Arthur Lira venceu com 302.

Luiza Erundina pagou a condenação?

Sim. Em janeiro de 2010, quitou os R$ 352 mil com jantares de arrecadação e doações, segundo o Estadão.

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