Foto oficial de General Pazuello

General Pazuello

Deputado Federal (PL-RJ) e ex-ministro da Saúde

Em exercício desde 1984
Biografia

Resumo biográfico

Eduardo Pazuello, conhecido como General Pazuello, é general de divisão do Exército, ex-ministro da Saúde e deputado federal pelo Rio de Janeiro pelo Partido Liberal (PL). Comandou o Ministério da Saúde no governo Jair Bolsonaro entre maio de 2020 e março de 2021, no auge da pandemia de Covid-19. Em 4 de outubro de 2026, foi reeleito deputado federal com 146.148 votos (1,65% dos válidos), a 10ª maior votação do estado, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a CNN Brasil. O novo mandato começa em 1º de fevereiro de 2027. Nascido no Rio de Janeiro em 19 de julho de 1963, tem 63 anos. Na Câmara, preside a Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia. Durante a campanha do segundo turno, seu nome foi citado pelo Valor Econômico entre os cotados para presidir a Petrobras se Flávio Bolsonaro fosse eleito. Flávio perdeu para Lula em 25 de outubro. Carreira militar Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras como oficial de intendência em 1984. Comandou o 20º Batalhão Logístico Paraquedista e o Depósito Central de Munição, no Rio. Coordenou as tropas do Exército nos Jogos Olímpicos de 2016 e, a partir de 2018, a Operação Acolhida, que recebe refugiados venezuelanos em Roraima. Também foi secretário da Fazenda de Roraima durante a intervenção federal. Em janeiro de 2020, assumiu a 12ª Região Militar, em Manaus. Antes do ministério, segundo a Wikipédia, fez o curso de Comando e Estado-Maior do Exército e o de política e estratégia aeroespaciais da FAB. Em maio de 2020, a Agência Sportlight revelou que ele alegou "uso não comercial" num contrato de 13 anos com a Infraero para uma empresa que cobrava R$ 6 mil por aluno de paraquedismo. Em janeiro de 2021, a mesma agência revelou que, um dia antes de entrar no governo, ele assinou contrato com uma empresa de navegação que tinha relações com o poder público, sem informar a Comissão de Ética, como exige o Código de Conduta da Alta Administração Federal. Ministério da Saúde Entrou no ministério em abril de 2020 como secretário-executivo de Nelson Teich. Com a saída de Teich, assumiu interinamente em maio e foi efetivado em setembro. Na gestão dele, o ministério ampliou a orientação de uso da cloroquina e da hidroxicloroquina, remédios sem eficácia comprovada contra a Covid. Em junho de 2020, o ministério tirou do ar os dados de mortos, o que o Conass chamou de "tentativa autoritária" e depois reverteu. Em janeiro de 2021, faltou oxigênio nos hospitais de Manaus. O Ministério Público Federal o acionou por improbidade, mas a Justiça Federal rejeitou a ação em 2022, depois da nova Lei de Improbidade. Foi substituído por Marcelo Queiroga em março de 2021. Depôs à CPI da Covid com direito ao silêncio garantido pelo STF. O relatório final da comissão pediu o indiciamento dele. Em maio de 2021, ainda na ativa, subiu em palanque em ato com Bolsonaro no Rio. O Exército arquivou a apuração disciplinar e impôs sigilo de 100 anos ao caso, derrubado pela CGU em 2023. Em junho de 2021, assumiu um cargo na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência. Vacinas, cloroquina e dados Em 6 de junho de 2020, o ministério tirou do ar os dados acumulados de mortos pela Covid, na mesma semana em que atrasou a divulgação para depois do Jornal Nacional. O Conass chamou a medida de "tentativa autoritária, insensível, desumana e antiética de dar invisibilidade aos mortos", e a Abraji disse que ela contrariava a Lei de Acesso à Informação. Aos deputados, Pazuello disse que os boletins antigos "não diziam nada" aos gestores, segundo o Midiamax. O ministério recuou. O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta falou em "ocupação militar do Ministério da Saúde". Em 6 de agosto de 2020, Pazuello previu vacinas contra a Covid a partir de janeiro de 2021. Em 22 de dezembro, disse à TV Brasil que grupos prioritários seriam vacinados no fim de janeiro e que a vacinação em massa começaria em fevereiro, de forma voluntária e gratuita. Em 20 de outubro de 2020, Pazuello anunciou a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac. No dia seguinte, Bolsonaro o desautorizou e disse que o governo não compraria a "vacina chinesa de João Doria". Depois, numa visita encenada do presidente, Pazuello gravou um vídeo em que disse: "É simples assim, um manda e outro obedece", segundo a Tribuna Hoje. Em julho de 2020, o ministro do STF Gilmar Mendes disse que "o Exército está se associando a esse genocídio". Segundo levantamento do senador Alessandro Vieira e da deputada Tabata Amaral, a presença de militares na Saúde passou de 2,7% para 7,3% na gestão dele. Em janeiro de 2021, a ABI pediu o impeachment dele por complacência com remédios sem eficácia. Em 13 de janeiro de 2021, em Manaus, o ministério lançou o aplicativo TrateCOV, que recomendava remédios sem eficácia contra a Covid. Foi retirado do ar uma semana depois. Pazuello passou a dizer que nunca recomendou "tratamento precoce", e sim "atendimento precoce". O Aos Fatos encontrou 140 menções a "tratamento precoce" no site do ministério. Até 21 de janeiro de 2021, o governo tinha gastado R$ 90 milhões em remédios sem eficácia comprovada. Em 14 de janeiro, sete secretarias estaduais disseram que o ministério passou informações erradas sobre os estoques de seringas. A Anvisa aprovou o uso emergencial da CoronaVac e da vacina de Oxford em 17 de janeiro, e Pazuello anunciou o início da vacinação para o dia 20, às 10h. Pazuello disse que a falta de consenso alterou a medida provisória que permitiria comprar a vacina da Pfizer, segundo o Midiamax. A crise do oxigênio em Manaus Em 14 de janeiro de 2021, faltou oxigênio nos hospitais de Manaus. Naquele dia, numa live, Pazuello atribuiu a situação à "falta de atenção ao tratamento precoce". A White Martins disse ter avisado o governo antes. Em resposta ao STF, a AGU admitiu que o governo sabia da "possibilidade iminente de colapso em 10 dias". Segundo o MPF, 28 pessoas morreram por falta de oxigênio em janeiro. Em 15 de janeiro, o presidente do Cidadania pediu à PGR que investigasse Pazuello, e em 21 de janeiro o PCdoB apresentou ao STF uma notícia-crime contra ele e Bolsonaro. No mesmo dia, o então presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, denunciou o governo à Organização dos Estados Americanos (OEA) e disse que o presidente e o ministro da Saúde foram "diretamente responsáveis pelo contorno catastrófico que a pandemia assumiu no Brasil". A Rede pediu ao STF o afastamento dele, o que o ministro Ricardo Lewandowski negou. Em 10 de maio de 2022, a Justiça Federal no Amazonas rejeitou a ação de improbidade contra Pazuello e os secretários Mayra Pinheiro e Helio Angotti, com base na nova Lei de Improbidade, sancionada por Bolsonaro em outubro de 2021. A CPI da Covid Em 14 de maio de 2021, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, garantiu a Pazuello o direito ao silêncio na CPI da Covid e o protegeu de ameaças de prisão, segundo o Bem Paraná. No depoimento, em 19 de maio, ele disse que Bolsonaro nunca lhe deu ordens diretas, o que contradizia o vídeo de outubro de 2020. O Globo apontou versões inconsistentes sobre o oxigênio em Manaus e o TrateCOV, e o Estadão Verifica contou pelo menos dez declarações enganosas no primeiro dia. Uma secretária do ministério, Mayra Pinheiro, o contradisse na CPI sobre a falta de oxigênio, segundo o R7. O relatório final da CPI, em outubro de 2021, pediu o indiciamento dele por epidemia com resultado morte, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, comunicação falsa de crime e crimes contra a humanidade, segundo o g1. Em 25 de julho de 2022, a PGR pediu ao STF que arquivasse sete das dez apurações preliminares abertas a partir da CPI, incluindo as acusações de epidemia com resultado morte, prevaricação e uso irregular de verba, segundo o g1. No caso da vacina indiana Covaxin, Pazuello disse à PGR, em junho de 2021, que Bolsonaro o avisou das suspeitas de corrupção e que não encontrou irregularidades no contrato. Em 29 de julho, depôs à Polícia Federal no inquérito que apurava se Bolsonaro cometeu prevaricação, segundo o g1. O ex-secretário-executivo Élcio Franco disse à PF que Pazuello sabia de "todas as questões" do contrato, segundo a Veja. O palanque com Bolsonaro Em 23 de maio de 2021, ainda general da ativa, Pazuello subiu no palanque de Bolsonaro num ato no Rio, contra o Regulamento Disciplinar do Exército. Bolsonaro vetou a nota que o comandante Paulo Sérgio Nogueira pretendia divulgar, e em 3 de junho o Exército arquivou o caso por não ver transgressão. Em fevereiro de 2023, a CGU derrubou o sigilo de 100 anos e revelou que Pazuello avisou o comandante antes do evento. Em abril de 2022, ele foi exonerado do Planalto, segundo a Veja, e Bolsonaro o escalou para escrever o programa de governo da reeleição, segundo Lauro Jardim, de O Globo. Deputado federal Filiou-se ao PL em 2022 e foi eleito deputado com 205.324 votos, o segundo mais votado do Rio. Em fevereiro de 2024, um relatório da Polícia Federal apontou que ele estava entre os aliados de Bolsonaro que defenderam a ideia de golpe de Estado, segundo o Terra. Em outubro de 2026, em entrevista à Folha de S.Paulo, defendeu uma anistia a Bolsonaro e aos generais condenados que alcance também os responsáveis pelas prisões, segundo A Nova Democracia. É de família de origem judaica marroquina e se declara judeu. Na Câmara Na estreia, em 2022, foi o segundo mais votado do Rio, atrás de Daniela do Waguinho, e o mais votado na capital, com 117.155 votos. Na posse, em 1º de fevereiro de 2023, disse que ele e o PL seriam um "grupo bom de porrada". Foi titular das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Segurança Pública e, desde 2025, de Minas e Energia, onde é 2º vice-presidente em 2026, segundo os Dados Abertos da Câmara. Apresentou 48 projetos de lei, a maioria na área penal. Entre eles estão a anistia a condenados por ilícitos eleitorais ou declarados inelegíveis desde 2016 (PL 3317/2023), a adoção da definição de antissemitismo da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (PL 472/2025), o Programa Evasão Zero no sistema prisional (PL 1021/2024) e a obrigação de industrializar no país minerais estratégicos (PL 3829/2025). Em 2026, foi reeleito com 146.148 votos, pelo número 2212. Entre os mais votados do Rio estavam Dr. Luizinho (PP), com 213.904, e Lindbergh Farias (PT), com 181.768, segundo o TSE. Foi um dos seis ex-ministros de Bolsonaro eleitos em 2026, entre 12 que concorreram, segundo O Globo. Na entrevista à Folha de 12 de outubro, disse que "a anistia tem de ser para todos os lados, inclusive para quem prendeu" e que "o lado que prendeu cometeu atrocidades", em referência a ministros do STF, segundo A Nova Democracia. Tomou como modelo a anistia de 1979 e ligou a eleição de senadores à "pacificação". Petróleo e a Petrobras Pazuello preside a Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia (Freppegen), que defende a exploração na margem equatorial, na foz do Amazonas, e tentou isentar combustíveis de novos impostos na reforma tributária, segundo o portal iG. A família dele atuava no transporte fluvial com a J.A. Leite Navegação, no Amazonas, cujo espólio ele e os irmãos herdaram. É a mesma empresa do contrato revelado pela Agência Sportlight em 2021. Em outubro de 2026, o Valor citou Pazuello, Décio Oddone, ex-diretor-geral da ANP, e Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura, entre os cotados para presidir a Petrobras num eventual governo Flávio Bolsonaro, que perdeu a eleição. Patrimônio e salário Declarou R$ 1.135.737,00 em bens ao TSE em 2026. Em 2022, tinha declarado R$ 1.288.362,00, segundo a Vototeca, com base nos dados do TSE. Como deputado federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês. Linha do tempo 1963: nasce no Rio de Janeiro, em 19 de julho. 1984: forma-se na Academia Militar das Agulhas Negras. 2018: coordena a Operação Acolhida, em Roraima. 2020: torna-se ministro da Saúde. 2021: deixa o ministério em meio à crise do oxigênio em Manaus. 2022: é eleito deputado federal com 205.324 votos. 2026: é reeleito com 146.148 votos.
Carreira

Trajetória

  1. 2027 — 2031
    Deputado Federal pelo Rio de Janeiro (2º mandato)

    Reeleito em 2026 com 146.148 votos.

  2. 2026 — atual
    2º vice-presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara

    Segundo os Dados Abertos da Câmara.

  3. 2023 — 2027
    Deputado Federal pelo Rio de Janeiro (1º mandato)

    Eleito pelo PL em 2022 com 205.324 votos, o segundo mais votado do estado.

  4. 2021 — 2022
    Secretário na Secretaria de Assuntos Estratégicos

    Presidência da República.

  5. 2020 — 2020
    Secretário-executivo do Ministério da Saúde

    Nomeado por Nelson Teich em 22 de abril de 2020.

  6. 2020 — 2020
    Comandante da 12ª Região Militar

    Em Manaus, a partir de 8 de janeiro de 2020.

  7. 2020 — 2021
    Ministro da Saúde

    Interino a partir de 15 de maio de 2020, efetivado em setembro; exonerado em 23 de março de 2021.

  8. 2018 — 2019
    Secretário da Fazenda de Roraima

    Durante a intervenção federal no estado; anunciou a saída em 15 de fevereiro de 2019.

  9. 2018 — 2020
    Coordenador da Operação Acolhida

    Recepção de refugiados venezuelanos em Roraima, desde fevereiro de 2018.

  10. 2016 — 2016
    Coordenador das tropas do Exército nos Jogos Olímpicos do Rio

    Logística militar dos Jogos de 2016.

  11. 1984 — atual
    Oficial do Exército Brasileiro

    Formado na Academia Militar das Agulhas Negras como oficial de intendência; general de divisão.

Na imprensa

Notícias de outros portais

17 de out. de 2026

Pazuello pede anistia a Bolsonaro e generais golpistas em ameaça a ministros do STF

Um dia após a publicação da entrevista do general da reserva, Moraes abateu 86 dias da pena de Paulo Sérgio Nogueira e aprovou trabalho administrativo proposto pelo comando militar das Forças Armadas reacionárias. O general da reserva Eduardo Pazuello (PL-RJ) dirigiu uma ameaça ao Supremo Tribunal Federal (STF) ao defender que a anistia a Jair Bolsonaro e aos generais golpistas alcance também os responsáveis pelas prisões.

Fonte: A Nova Democracia

09 de out. de 2026

Pazuello cotado para a Petrobras

Ex-ministro de Jair Bolsonaro, deputado Eduardo Pazuello está cotado para o primeiro escalão em eventual governo de Flávio Bolsonaro. Eduardo Pazuello ficou em décimo lugar entre os 46 deputados federais eleitos pelo estado do Rio Divulgação Prefeita de Japeri, Fernanda Ontiveros (PT) nega acusações da oposição Suzane Vasconcellos Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. Ainda não é possivel realizar a entrega do jornal O Dia em seu endereço.

Fonte: O Dia

09 de out. de 2026

Experiência e foco podem levar Pazuello a presidir Petrobras

No Congresso, a atuação de Pazuello tem sido marcada pela defesa da segurança jurídica, da continuidade e da previsibilidade para o setor. O nome do deputado federal reeleito Eduardo Pazuello (PL-RJ) passou a circular nos bastidores do mercado de energia como um dos cotados para assumir a presidência da Petrobras em uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.

Fonte: Portal iG

09 de out. de 2026

Oddone, Pires, Pazuello eyed for Petrobras CEO if Bolsonaro wins

Names under consideration span campaign advisers, private sector, and politics, but final choice will hinge on runoff alliances. Possible candidates to become Petrobras CEO if Flávio Bolsonaro , the presidential candidate of the Liberal Party (PL), wins the election are being discussed in the energy market.

Fonte: Valorinternational

05 de out. de 2026

De Pazuello a Ciro Nogueira: veja quem se elegeu e quem perdeu entre os ex-ministros de Bolsonaro

Doze políticos que comandaram ministérios tentaram cargos no Executivo e Legislativo em 2026. Doze dos 54 ex-ministros do governo Bolsonaro lançaram candidaturas nas eleições deste ano. Destes seis se elegeram para cargos no Executivo e Legislativo e os outros seis não conseguiram conquistar um mandato nas urnas. Veja abaixo: Dois gestores lançaram-se ao comando de governos estaduais.

Fonte: O Globo

04 de out. de 2026

Eleições 2026: General Pazuello (PL) é eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro

General Pazuello (PL) recebeu 146.148 votos e foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro nas Eleições 2026. General Pazuello (PL) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro nas Eleições 2026, com 146.148 votos, o equivalente a 1,65% dos votos válidos no estado. Veja o perfil do eleito na página Quem são os candidatos , publicada pelo g1 e atualizada com dados fornecidos pelo TSE. Os deputados federais eleitos em 2026 tomam posse em 1º de fevereiro de 2027, para mandatos de quatro anos.

Fonte: G1

15 de fev. de 2024

PF aponta atuação de Eduardo Pazuello em tentativa de golpe de Estado; entenda a participação

Ex-ministro da Saúde é indicado como um dos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro que estaria disposto a encampar ideia de golpe de Estado. RIO - Relatório da Polícia Federal (PF) aponta que o deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde, foi um dos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que defendeu a subversão do Estado Democrático de Direito. Pazuello atuou no sentido de propor ao então chefe do Executivo uma "ruptura constitucional", de acordo com documento obtido pelo jornal O Globo .

Fonte: Terra

15 de dez. de 2022

O suador de Eduardo Pazuello no voo Manaus-Brasília

Desde que embarcou, o ex-ministro foi alvo de gracejos. Tentou manter a compostura, mas acabou batendo boca com os passageiros. Eleito deputado pelo Rio, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello foi hostilizado no voo da Latam 3645, entre Manaus e Brasília, na tarde desta quinta. Quando o comissário fez o aviso que máscaras eram obrigatórias, um gaiato gritou: “O Pazuello não acredita em máscara”. Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.

Fonte: Veja

08 de mai. de 2022

Bolsonaro escala Pazuello para escrever o seu programa de governo para a reeleição

Eduardo Pazuello, quem diria, continua um homem de confiança de Jair Bolsonaro. O gênio bolsonarista da logística está encarando uma nova tarefa d. Bastidores e informações exclusivas sobre política, economia, negócios, esporte, cultura - e tudo o mais que for relevante Começou no jornalismo em 1989, no Globo. Passou pelas redações de Istoé, JB e Exame. Entre 1998 e setembro de 2015, trabalhou em Veja, onde foi chefe da sucursal do Rio, redator-chefe e editor da coluna Radar desde 2000.

Fonte: Lauro Jardim - O Globo

07 de abr. de 2022

O fim de Pazuello (um manda, outro obedece) no governo Bolsonaro

Ex-ministro foi exonerado nesta quinta-feira do cargo em que estava pendurado no Palácio do Planalto. Ex-ministro da Saúde investigado pela gestão negligente do governo no combate à pandemia de Coronavírus, Eduardo Pazuello foi exonerado nesta quinta-feira do cargo em que estava pendurado no Palácio do Planalto. Sob a gestão de Pazuello na Saúde, o governo estimulou o tratamento precoce, levando a brasileiros doentes remédios sem eficácia contra a Covid-19. Em Manaus, pessoas morreram sem oxigênio nos hospitais.

Fonte: Veja

10 de fev. de 2022

Valdemar da Costa Neto diz que PL ‘está aberto’ a Eduardo Pazuello

Apesar de o PL não confirmar a filiação, boatos sobre a candidatura já cresciam em Brasília e no Rio. Pazuello esteve 10 meses à frente da pasta, durante a explosão de casos de covid-19 no País, e foi indiciado por 5 crimes pela CPI da Covid, dentre eles emprego irregular de verbas públicas, prevaricação e crimes contra a humanidade. “Não temos a confirmação [da filiação de Pazuello], mas o partido está aberto para ele”, disse o presidente do PL ao Estadão.

Fonte: CartaCapital

29 de jul. de 2021

Covaxin: Pazuello depõe à PF em inquérito que apura se Bolsonaro cometeu prevaricação

Inquérito foi autorizado pelo Supremo a pedido da PGR. À CPI da Covid, irmãos Miranda disseram ter informado a Bolsonaro as suspeitas nas negociações da vacina. Eduardo Pazuello depõe à Polícia Federal em investigação sobre Bolsonaro O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello prestou depoimento nesta quinta-feira (29) à Polícia Federal no inquérito que investiga se o presidente Jair Bolsonaro cometeu crime de prevaricação no caso Covaxin . Pazuello chegou à PF às 9h45 e deixou o local por volta das 14h.

Fonte: G1

30 de jun. de 2021

Pazuello diz à PGR que Bolsonaro o alertou sobre corrupção

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negou ter encontrado irregularidades no contrato para compra vacina indiana Covaxin. O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello enviou um documento à Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmando ter sido avisado pelo presidente Jair Bolsonaro sobre as denúncias de corrupção durante as negociações para compra da vacina indiana Covaxin. Ele negou ter encontrado irregularidades no contrato e pediu o arquivamento da notícia-crime contra o chefe do Planalto.

Fonte: Terra

01 de jun. de 2021

Eduardo Pazuello ganha cargo na Secretaria de Assuntos Estratégicos

A ideia de levar Pazuello para despachar no Planalto vinha sendo cogitada desde sua saída da pasta da Saúde, em março. O governo federal nomeou o general e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello para ocupar um cargo de confiança no Palácio do Planalto. O militar vai exercer o cargo de secretário de Estudos Estratégicos da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. A decisão foi formalizada nesta terça, 1º, por meio de portaria publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Fonte: Folha Vitória

26 de mai. de 2021

CPI da Covid: secretária do Ministério da Saúde contradiz Pazuello sobre falta de oxigênio em Manaus

Mayra Pinheiro é investigada em um processo que corre em segredo de justiça por improbidade administrativa. Para ver este vídeo, ative o JavaScript ou considere uma atualização para um navegador da Web que suporte vídeo HTML5 A CPI da Covid ouviu nesta terça-feira (25) a secretária de gestão do trabalho e da educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro.

Fonte: R7

20 de mai. de 2021

Pazuello: ‘falta de consenso’ teria alterado MP que liberaria compra da Pfizer

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello foi confrontado em depoimento à CPI da Pandemia sobre o episódio em que foi excluída. Como revelou o Broadcast/Estadão , o governo Jair Bolsonaro contrariou órgãos técnicos e excluiu trecho da Medida Provisória 1.026/2021, publicada em 6 de janeiro, que poderia ter facilitado a compra do imunizante para a covid-19.

Fonte: Midiamax | Jornal de Campo Grande e Mato Grosso do Sul

19 de mai. de 2021

‘Um manda, outro obedece’ de Pazuello coloca Bolsonaro no banco da CPI da Covid

Gesto do ex-ministro da Saúde de não colaborar com a comissão e não falar pode ser interpretado, sob certo ângulo, também como postura de alguém que rejeita defender o presidente. Se adotar a estratégia do silêncio ou das meias-palavras na CPI da Covid , o general Eduardo Pazuello passará a bola, inevitavelmente, para o presidente Jair Bolsonaro .

Fonte: Estadão

14 de mai. de 2021

Lewandowski garante direito ao silêncio e impede prisão de Pazuello na CPI

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (14) garantir o direito ao silêncio ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em depoimento à CPI da Covid,. O ministro obrigou que o general da ativa compareça à CPI, mas o impediu de “sofrer quaisquer constrangimentos físicos ou morais, em especial ameaças de prisão ou de processo”. O depoimento é considerado crucial para os trabalhos da comissão.

Fonte: Bem Paraná

18 de jan. de 2021

Pazuello atribui atraso na distribuição à entrega antecipada de vacinas a Estados

Depois de Estados registrarem atrasos no recebimento das vacinas contra a covid-19, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, admitiu entraves de logística para a distribuição dos imunizantes, que foi antecipada para esta segunda-feira, 18, a pedido de governadores, segundo ele. Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, o chefe da Saúde também afirmou que. De manhã, Pazuello anunciou que a vacinação teria início já nesta segunda-feira a partir das 17h.

Fonte: Midiamax | Jornal de Campo Grande e Mato Grosso do Sul

09 de jun. de 2020

Pazuello: Boletins antigos da covid-19 não diziam nada a gestores e ao País

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, criticou nesta terça-feira, 9, a forma de divulgação de boletins diários de infectados e de mortos pela covid-19 que adotava o governo federal. “Eu estava somando contas que não existem, que não eram somáveis. Marcando um horário para apresentar uma informação que não dizia nada aos gestores e. Pressionado pelo presidente Jair Bolsonaro, o Ministério da Saúde prepara uma nova forma de apresentar os dados da covid-19. A ideia é destacar a data em que o óbito ocorreu.

Fonte: Midiamax | Jornal de Campo Grande e Mato Grosso do Sul

Causas

Causas e valores defendidos

Setor de energia

Preside a frente parlamentar de petróleo, gás e energia.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é General Pazuello?

Eduardo Pazuello é general do Exército, ex-ministro da Saúde de Jair Bolsonaro e deputado federal do PL pelo Rio de Janeiro.

Pazuello foi reeleito?

Sim. Foi reeleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026 com 146.148 votos, a 10ª maior votação do estado.

Qual a idade de Pazuello?

Eduardo Pazuello nasceu em 19 de julho de 1963 e tem 63 anos.

Pazuello é de onde?

Nasceu no Rio de Janeiro.

Quando Pazuello foi ministro da Saúde?

Foi ministro de maio de 2020 a março de 2021, primeiro como interino e depois efetivado em setembro de 2020.

Pazuello foi preso?

Não, ele foi acionado pelo MPF por causa da crise do oxigênio em Manaus, mas a Justiça Federal rejeitou a ação em 2022. A CPI da Covid pediu o indiciamento dele.

Pazuello vai presidir a Petrobras?

Na campanha de 2026, ele foi citado como cotado para a Petrobras se Flávio Bolsonaro vencesse. Flávio perdeu a eleição para Lula.

Pazuello é formado em quê?

Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras, como oficial de intendência, em 1984.

Qual o partido de Pazuello?

É do PL desde 2022.

Qual o patrimônio de Pazuello?

Declarou R$ 1,14 milhão em bens ao TSE em 2026.

Quanto ganha Pazuello?

Como deputado federal, recebe R$ 46.366,19 brutos por mês.

O que Pazuello disse na CPI da Covid?

Disse que Bolsonaro nunca lhe deu ordens diretas, o que contradizia o vídeo de 2020 em que afirmou "um manda e outro obedece". O relatório final da CPI pediu o indiciamento dele.

Pazuello foi condenado pela crise de oxigênio em Manaus?

Não. Em maio de 2022, a Justiça Federal no Amazonas rejeitou a ação de improbidade, com base na nova Lei de Improbidade.

Quantos votos Pazuello teve em 2026?

Teve 146.148 votos e foi reeleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, segundo o TSE.

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