Foto oficial de Margareth Dalcolmo

Margareth Dalcolmo

Médica pneumologista e pesquisadora da Fiocruz

Em exercício desde 2002
Biografia

Resumo biográfico

Margareth Dalcolmo é médica pneumologista, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), professora da PUC-Rio e escritora. Especialista em tuberculose e doenças respiratórias e pioneira no combate ao tabagismo no Brasil, tornou-se uma das vozes mais conhecidas da ciência brasileira durante a pandemia de covid-19, quando participou de centenas de entrevistas em defesa da vacinação e do SUS. É membro titular da Academia Nacional de Medicina, presidiu a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e integra o comitê de peritos da Organização Mundial da Saúde para a Lista de Medicamentos Essenciais. Venceu o Prêmio Jabuti em 2022 com o livro "Um tempo para não esquecer" e recebeu a Legião de Honra da França em 2024. Desde agosto de 2026, dirige o Departamento de Medicina da PUC-Rio, que prepara o primeiro curso de graduação em Medicina da universidade. Origem Margareth Maria Pretti Dalcolmo nasceu em Colatina, no interior do Espírito Santo, em 21 de junho de 1954, e tem 72 anos. É de uma família de descendentes de imigrantes italianos que se mudou para o Rio de Janeiro quando ela tinha dois anos. Na infância, queria ser diplomata e era uma leitora voraz: aprendeu a ler antes de entrar na escola e, enquanto as irmãs iam nadar no Fluminense, ficava com os livros. Aos 17 anos, decidiu cursar Medicina. Formação Formou-se em Medicina em 1978 pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Emescam) e fez residência em pneumologia na Fiocruz. Em 2000, concluiu o doutorado na Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo, com tese sobre um regime de tratamento da tuberculose de curta duração e parcialmente supervisionado, como estratégia para reduzir o abandono do tratamento. Carreira Construiu a carreira como pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fiocruz, dedicada à tuberculose e a outras micobacterioses. É autora de cerca de 130 trabalhos em revistas científicas e de 19 capítulos de livros médicos. Desde 2002, é professora da PUC-Rio. Desde 2015, integra o Comitê de Especialistas da OMS que recomenda a inclusão de remédios na Lista de Medicamentos Essenciais, no qual foi relatora da incorporação do novo esquema de tratamento da tuberculose; em 2022, foi reconduzida até 2026, como única brasileira entre 18 peritos. Foi uma das pioneiras da luta antitabagista no país. Lembra que o Brasil reduziu a taxa de fumantes de cerca de 40% para 10% da população em 30 anos e hoje concentra a atenção nos cigarros eletrônicos, que, segundo ela, viciam "mais rápido que heroína". Em 2025, afirmou que fumar vape todos os dias por uma semana equivale a 400 cigarros. Presidiu a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia no mandato 2023-2024. Em fevereiro de 2023, foi escolhida pelo Ministério da Saúde como embaixadora do movimento nacional pela vacinação, ao lado de Xuxa Meneghel e do influenciador Ivan Baron. Pandemia de covid-19 Durante a pandemia, tornou-se presença constante em telejornais e programas de entrevista e participou do Roda Viva, da TV Cultura, ao lado de Denise Garrett e Dimas Covas. Desde abril de 2020, assina a coluna "A hora da ciência" no jornal O Globo. Em abril de 2021, quando o país chegou a 400 mil mortes, disse que elas eram "400 mil retratos do que não fizemos". Defendeu a vacinação em massa, criticou o uso de cloroquina e ivermectina e afirmou que o isolamento social e o SUS eram as grandes armas do país. Em janeiro de 2021, depois de receber a vacina de Oxford, disse que só seria possível comemorar quando 70% da população estivesse vacinada. Academia Nacional de Medicina Em agosto de 2022, foi eleita para a cadeira número 12 da Academia Nacional de Medicina, com 69 dos 80 votos, sucedendo o pediatra Azor José de Lima. Tomou posse em outubro daquele ano, como a quinta mulher a se tornar membro da instituição. Em 2025, foi citada entre os possíveis candidatos à vaga de Cacá Diegues na Academia Brasileira de Letras. PUC-Rio Em 24 de agosto de 2026, tomou posse como diretora do Departamento de Medicina da PUC-Rio, com mandato de dois anos. Cabe a ela preparar a graduação em Medicina prevista para 2027, que depende de autorização do MEC. "Nesta universidade, recebo a mais honrosa missão da minha vida: formar médicos capazes de responder às complexidades da sociedade e do nosso tempo", disse na posse. Em 2024, já havia afirmado ao O Globo que considera "uma tragédia" a formação de muitos médicos no Brasil. Livros Em dezembro de 2021, lançou pela Bazar do Tempo "Um tempo para não esquecer: a visão da ciência no enfrentamento da pandemia do coronavírus e o futuro da saúde", que reúne os artigos escritos semanalmente no O Globo. O livro venceu o Prêmio Jabuti de 2022 na categoria Ciências. Em 2025, anunciou um novo livro, de "ensaios mais pessoais sobre a vida vivida", previsto para 2026 pela mesma editora. Bibliófila e poliglota, tem uma biblioteca de mais de 6 mil livros e cita como autores preferidos Simone de Beauvoir, que lê no original, Dostoiévski, Marguerite Yourcenar, Lima Barreto e Thomas Mann. Envelhecimento e saúde pública Nos últimos anos, passou a falar sobre o envelhecimento da população. "O Brasil envelheceu rápido demais e ainda não se deu conta", disse ao Brazil Journal em 2024. Defende que a longevidade é reflexo de boas políticas públicas e da vacinação e alertou, em 2025, que o maior risco de nova epidemia vinha do vírus H5N1. Vida pessoal Foi casada com o acadêmico Cândido Mendes de Almeida, membro da Academia Brasileira de Letras, com quem viveu mais de 20 anos e se casou no religioso em 2015, na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, no Rio. Ele morreu em fevereiro de 2022. O casal não teve filhos. É católica. Prêmios e honrarias Recebeu o título de cidadã honorária do Estado do Rio de Janeiro (2001), a Medalha Pedro Ernesto (2011), o Prêmio Faz Diferença de Personalidade do Ano de 2020, do O Globo, o Prêmio São Sebastião (2021), o Diploma Bertha Lutz, do Senado (2022), o Prêmio Jabuti (2022), o Prêmio Hospitalar de Personalidade do Ano (2023), a Ordem de Rio Branco, no grau de oficial (2023), e a Legião de Honra da França (2024), em cerimônia em que Gilberto Gil discursou em sua homenagem. Em 2026, recebeu o título de doutora honoris causa da UFPE.
Carreira

Trajetória

  1. 2026 — atual
    Diretora de Medicina da PUC-Rio

    Mandato de dois anos.

  2. 2024 — 2024
    Legião de Honra da França

    Honraria do governo francês.

  3. 2023 — 2024
    Presidente da SBPT

    Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

  4. 2023 — atual
    Embaixadora do Movimento Nacional pela Vacinação

    Escolhida pelo Ministério da Saúde.

  5. 2022 — 2022
    Prêmio Jabuti

    Categoria Ciências.

  6. 2022 — atual
    Academia Nacional de Medicina

    Eleita para a cadeira 12.

  7. 2021 — 2021
    Lançamento de "Um tempo para não esquecer"

    Editora Bazar do Tempo.

  8. 2020 — atual
    Colunista do O Globo

    Coluna "A hora da ciência".

  9. 2015 — 2026
    Comitê de Especialistas da OMS

    Lista de Medicamentos Essenciais.

  10. 2002 — atual
    Professora da PUC-Rio

    Ensino de pneumologia.

  11. 2000 — 2000
    Doutorado na Escola Paulista de Medicina

    Tese sobre tratamento da tuberculose.

  12. 1978 — 1978
    Formatura em Medicina

    Emescam, em Vitória (ES).

Projetos e Realizações

Iniciativas

Autora2021
Um tempo para não esquecer
Livro

Crônicas científicas da pandemia, vencedor do Jabuti.

Colunista2020
A hora da ciência
Coluna

Coluna semanal no jornal O Globo.

Diretora2026
Graduação em Medicina da PUC-Rio
Educação

Primeiro curso de graduação em Medicina da universidade.

Na imprensa

Notícias de outros portais

25 de ago. de 2026

Margareth Dalcolmo toma posse como diretora de Medicina da PUC-Rio

Margareth Dalcolmo assume por dois anos a direção do Departamento de Medicina da PUC-Rio em meio à preparação da graduação prevista para 2027. Ela permanecerá no cargo pelos próximos dois anos. A nova diretora terá entre suas tarefas a preparação da graduação em Medicina, prevista para começar em 2027. A abertura do curso ainda depende da autorização do Ministério da Educação (MEC).

Fonte: Diário do Rio

21 de ago. de 2026

Margareth Dalcolmo e o desafio de dirigir mais novo curso de Medicina do país

Pneumologista falou à coluna GENTE sobre nova graduação da PUC-Rio. Fundada em 1941, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro ( PUC-Rio ) se prepara para lançar seu primeiro curso de graduação em medicina no próximo ano. Embora já ofereça uma pós-graduação na área, uma turma de formação inicial ainda não existia na universidade. Para comandar o novo curso, a instituição escolheu a pneumologista Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fiocruz e uma das principais referências do país em doenças respiratórias.

Fonte: Veja

18 de ago. de 2026

Drauzio Varella e Margareth Dalcolmo fazem alerta sobre longevidade, vacinas e desinformação em Porto Alegre

Em evento promovido pelo Sistema Fecomércio-RS, especialistas destacaram que viver mais exige mudanças de hábitos hoje e alertaram para os custos do. As notícias que você não pode deixar de ler irão chegar cedinho no seu e-mail, para começar o dia bem informado! Prezado(a) assinante, ajude-nos a manter seus dados cadastrais atualizados. Suas respostas foram registradas e nos ajudam a melhorar o JC para você. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Fonte: Jornal do Comércio

19 de jun. de 2026

A lição deixada pela pandemia de covid-19, segundo Margareth Dalcolmo

Aos 71 anos, médica e pesquisadora é a convidada do programa semanal da coluna GENTE. Especialista em doenças respiratórias Margareth Dalcolmo, 71 anos, tornou-se uma das principais vozes da ciência durante a pandemia de covid-19, destacando-se pela defesa da vacinação e do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Veja

18 de jun. de 2026

Margareth Dalcolmo sobre cigarros eletrônicos: ‘vicia mais rápido que heroína’

Aos 71 anos, médica e pesquisadora é a convidada do programa semanal da coluna GENTE. A briga atual de Margareth Dalcolmo, 71 anos, é contra a indústria tabagista. Uma das mais respeitadas médicas e cientistas brasileiras da atualidade, a pneumologista deu entrevista ao programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal VEJA+ no Youtube, no streaming da TV Samsung Plus, LG, TCL e Roku; além da versão podcast no Spotify ). Entre outros assuntos, Margareth comenta sobre os perigos do uso de cigarros eletrônicos.

Fonte: Veja

16 de jun. de 2026

A reação de Margareth Dalcolmo ao ser mencionada em novela da Globo

Aos 71 anos, médica e pesquisadora é a convidada do programa semanal da coluna GENTE. Pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e especialista em doenças respiratórias, Margareth Dalcolmo, 71 anos, é uma das mais respeitadas médicas e cientistas brasileiras da atualidade.

Fonte: Veja

08 de jun. de 2026

Margareth Dalcolmo: entre a literatura e o compromisso com a ciência - O POVO

A médica pneumologista e pesquisadora da Fiocruz é uma defensora da ciência, do humanismo e do compromisso inegociável com a verdade. Nascida em uma família de juristas, por muitos anos ela quis ser diplomata. Mas o encontro com a Medicina foi sem volta. Entre o amor pela literatura e o empenho na pesquisa científica, forjou-se uma defensora da ciência, do humanismo e do compromisso inegociável com a verdade.

Fonte: O Povo+

08 de abr. de 2026

UFPE concede título de Doutora Honoris Causa à médica Margareth Dalcolmo neste mês de abril

Evento acontece na Reitoria da universidade, no Auditório Reitor João Alfredo, no próximo dia 30. A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) promove, no próximo dia 30 de abril, às 10h, a concessão do título de Doutora Honoris Causa à pneumologista e pesquisadora Margareth Maria Pretti Dalcolmo, da Fundação Oswaldo Cruz. A solenidade acontece no Auditório Reitor João Alfredo, no prédio da Reitoria, e será conduzida pelo reitor Alfredo Gomes.

Fonte: Folha PE

24 de mar. de 2026

"Estamos vivendo muito e absolutamente não estamos preparados", diz Margareth Dalcolmo

Pneumologista fala sobre o despreparo do Brasil para o envelhecimento, o novo perfil da tuberculose e o impacto das mudanças climáticas na saúde pública. É membro titular da Academia Nacional de Medicina, perita da Organização Mundial de Saúde (OMS), professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, além de ter recebido a Medalha de Mérito Oswaldo Cruz.

Fonte: Gzh

11 de set. de 2025

Margareth Dalcolmo: 'O mundo estaria melhor se tivesse mais mulheres nas posições de poder' - Globo

Uma das mais respeitadas vozes da medicina brasileira, Margareth Dalcolmo fala à Vogue em entrevista à antropóloga e colunista Mirian Goldenberg sobre envelhecimento, moda, beleza e os desafios de ser mulher em um país marcado pela ditadura da juventude. Antropóloga, pesquisadora, professora na UFRJ, escritora e colunista na Vogue Brasil Sempre tive uma profunda admiração pela coragem, inteligência, serenidade, seriedade, profissionalismo e competência de Margareth Dalcolmo como médica e pesquisadora.

Fonte: Vogue

05 de set. de 2025

UFMG comemora 98 anos com exposição sobre ‘memoráveis’ e conferência de Margareth Dalcolmo

Uma solenidade na noite da próxima segunda, 8 de setembro, no auditório da Reitoria, vai marcar as celebrações do 98º aniversário da UFMG. A data marca, também, o início do ciclo de conferências UFMG centenária: Universidade e democracia. A médica, professora e cientista Margareth Dalcolmo, vinculada à Fiocruz, fará a conferência de abertura da série, intitulada Brasil envelhece: cuidado […].

Fonte: Ufmg

03 de mai. de 2025

Margareth Dalcolmo prepara novo livro para 2026 com 'ensaios sobre a vida vivida'

Pneumologista e escritora já venceu o Prêmio Jabuti na categoria Ciências. Após “Um tempo para não esquecer”, vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Ciências, a pneumologista e escritora Margareth Dalcolmo prepara um novo livro. Segundo ela, serão “ensaios mais pessoais sobre a vida vivida”, previsto para ser lançado em 2026, pela Bazar do Tempo.

Fonte: O Globo

11 de mar. de 2025

Vencemos a covid, mas movimento antivacina é um problema hoje, diz Margareth Dalcolmo

Em entrevista, médica e pesquisadora reflete sobre os 5 anos da pandemia de covid e aponta desafios para a saúde no Brasil atual. Na entrevista à BBC, Dalcomo, que também é pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, alertava para as UTIs e leitos de enfermaria lotados de pacientes com covid-19. E ela não errou na previsão: o mês bateria todos os tristes recordes de toda a pandemia, com mais de 79 mil mortes no Brasil, um número aterrador que ainda hoje é difícil de contabilizar.

Fonte: Agência Pública

10 de mar. de 2025

"O maior risco hoje é uma nova epidemia pelo vírus H5N1", afirma pneumologista Margareth Dalcolmo

Em entrevista exclusiva a GZH, pesquisadora da Fiocruz analisa o legado da pandemia de covid-19 para o sistema de saúde brasileiro, fala dos motivos para a hesitação vacinal e alerta para os riscos de uma nova pandemia. Defensora do poder da sinceridade e da informação qualificada, a médica capixaba segue empenhada em traduzir termos técnicos e científicos para o entendimento da população.

Fonte: Gzh

28 de fev. de 2025

HKU5-CoV-2: "Não há qualquer risco para nós", diz Margareth Dalcolmo

Em entrevista ao Estado de Minas, Margareth Dalcolmo fala sobre novas linhagens do coronavírus, aquecimento global e os perigos do cigarro eletrônico. “Nós estamos mais preocupados hoje com uma eventual epidemia causada pelo H5N1 ”, afirma a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo ao comentar as recentes notícias sobre novas linhagens do coronavírus identificadas no Brasil e na China.

Fonte: Estado de Minas

01 de nov. de 2024

Margareth Dalcolmo: “Brasil envelheceu rápido e ainda não se deu conta”

Em cerca de 15 anos, a população brasileira deve atingir o pico – estimado em 230 milhões de pessoas – e, a partir de então, começará a diminuir. “O Brasil envelheceu rápido demais e ainda não se deu conta,” diz a médica pneumologista Margareth Dalcolmo.“Precisamos nos preparar para uma nova visão de cuidado. A partir de 2040, o crescimento da população vai se concentrar nas faixas etárias mais avançadas, acima dos 80 anos”, afirmou neste episódio de The Business of Life.

Fonte: Brazil Journal

23 de jul. de 2024

Margareth Dalcolmo recebe a Légion D’Honneur

Honraria é concedida pelo governo francês. Médica pneumologista, pesquisadora da Fiocruz e membro titular da Academia Nacional de Medicina, Margareth Pretti Dalcolmo recebeu na noite desta segunda-feira, 22, a Légion D’Honneur, mais alta honraria do governo francês. Na cerimônia realizada no Gávea Golf Clube, em São Conrado, Rio de Janeiro, Gilberto Gil fez um discurso emocionado a Margareth.

Fonte: Veja

12 de jan. de 2024

‘É uma tragédia a formação de muitos médicos hoje no Brasil’, diz Margareth Dalcolmo

Em entrevista ao GLOBO, pesquisadora e membro da Academia Nacional de Medicina (ANM) fala sobre a abertura de novos cursos após cinco anos e cenário dos profissionais no país. O Brasil voltou, no final do ano passado, a permitir a abertura de novos cursos de medicina pelo país. A medida estabelece critérios como a localização em um dos 1.719 municípios pré-selecionados que têm hoje deficit de profissionais em relação à média nacional.

Fonte: O Globo

16 de dez. de 2023

Margareth Dalcolmo: uma voz relevante na ciência

Médica, professora, escritora, pesquisadora; confira um pouco mais da trajetória desta capixaba que é referência nacional. Margareth Maria Pretti Dalcolmo nasceu em Colatina, no dia 21 de junho de 1954. Aos 2 anos mudou-se com a família para o Rio de Janeiro. Aos 17 anos retornou com a família para o Espírito Santo onde decidiu fazer Medicina. Realizou sua residência médica em pneumologia no Hospital Federal Raphael de Paula Souza, do Ministério da Saúde.

Fonte: A Gazeta

26 de jul. de 2023

'Precisamos de uma nova vacina contra tuberculose', diz pneumologista Margareth Dalcolmo

Especialista defende que doença exige mais esforços de prevenção de pesquisa para ser erradicada. O fim da pandemia de Covid-19 não trouxe descanso para a pneumologista Margareth Dalcolmo. Uma das lideranças médicas mais atuantes contra o coronavírus e a desinformação que se espalhou como vírus durante o governo passado, Dalcolmo preside a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e continua sua luta contra um velho inimigo que se fortaleceu na pandemia: a tuberculose.

Fonte: O Globo

24 de abr. de 2023

"Adesão da população à vacina bivalente ainda é pequena", diz Margareth Dalcolmo, da Fiocruz

Médica e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo ganhou o título de embaixadora da vacinação no Brasil depois de se tornar uma das vozes mais influentes em defesa da vacina contra a covid-19; aqui, ela fala sobre o futuro das vacinas e da ciência no Brasil. "Hoje nós temos uma adesão muito pequena à vacina bivalente contra a covid-19. Nós não vacinamos nem 30% do que tínhamos que vacinar." O diagnóstico é da pneumologista e pesquisadora Margareth Dalcolmo, pesquisadora sênior da Fiocruz.

Fonte: Época NEGÓCIOS

21 de out. de 2022

Margareth Dalcolmo toma posse na Academia Nacional de Medicina - Conselho Nacional de Secretários de Saúde | Conass

Tomou posse hoje (21), para ocupar a cadeira de número 12 da Academia Nacional de Medicina (ANM), a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo, ocupando a posição que foi do médico pediatra Azor José de Lima, falecido em agosto de 2020. A cerimônia contou com a presença de Nésio Fernandes, presidente do Conass e. Fernandes destacou que a médica capixaba foi uma das mais importantes vozes no combate à desinformação durante o enfrentamento da grave pandemia de Covid-19 no Brasil.

Fonte: Conselho Nacional de Secretários de Saúde | Conass | Tomou posse hoje (21), para ocupar a cadeira de número 12 da Academia Nacional de Medicina (ANM), a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo, ocupando a posição que foi do médico pediatra Azor José de Lima, falecido em agosto de 2020. A cerimônia contou com a presença de Nésio Fernandes, presidente do Conass e

11 de ago. de 2022

Margareth Dalcolmo é eleita para integrar a Academia Nacional de Medicina

Pneumologista e pesquisadora é a quinta mulher a se tornar membro da ANM; entidade foi fundada em 1829 e desde então se dedica a discutir questões médicas. RIO - A pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz ) Margareth Dalcolmo foi eleita na noite desta quinta-feira, 11, para a cadeira número 12 da Academia Nacional de Medicina (ANM). Ela recebeu 69 votos dos 80 membros da ANM que participaram do processo de escolha.

Fonte: Estadão

24 de mai. de 2022

Margareth Dalcolmo, especialista em coronavírus, lança livro em BH

O país em conseguindo controlar a epidemia de maneira adequada, afirma a pneumologista e pesquisadora, que atua na linha de frente contra a COVID-19. Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem, faça o seu cadastro grátis aqui. Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha: Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você.

Fonte: Estado de Minas

16 de fev. de 2022

'Ainda precisamos de muitos passos', diz Margareth Dalcolmo sobre caminho para reduzir casos e conviver com Covid

Pesquisadora lança o livro 'Um tempo para não esquecer' na quinta-feira (17), no Recife. Ela defendeu vacinação em massa para que convivência mais 'tranquila' com pandemia. Pneumologista Margareth Dalcomo lança livro "Um tempo para não esquecer", no Recife A média móvel de mortes por Covid-19 está, há mais de uma semana, acima de 800 casos no país. Em Pernambuco, para lidar com a alta de registros da doença, o governo proibiu qualquer tipo de evento durante o carnaval.

Fonte: G1

09 de fev. de 2022

Brasileira Margareth Dalcolmo é novamente nomeada como perita da OMS

Única brasileira a fazer parte do Comitê de Especialistas, ela integra uma lista de 18 peritos, de diversos países do mundo, que fornecem recomendações à OMS para a aprovação de fármacos na Lista de Medicamentos Essenciais. A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz Margareth Dalcolmo foi novamente nomeada para a lista de peritos da Organização Mundial da Saúde.

Fonte: Agência Brasil

07 de fev. de 2022

Margareth Dalcolmo abre sua biblioteca de 6 mil livros: 'Eles são minha âncora em momentos difíceis'

Médica tem mais de 6 mil livros em casa, incluindo títulos de autores portugueses, hispano-americanos e franceses, além de biografias e obras sobre a história das epidemias. Ao chegar em sua casa no Rio, após o enterro da mãe, em Vitória (ES), em 2019, Margareth Dalcolmo foi direto para a biblioteca, à procura de “Uma morte muito suave”, de Simone de Beauvoir, filósofa francesa que ela lê, no original, desde jovem. No livro, de 1964, Beauvoir narra a perda da mãe, vitimada por um câncer e uma fratura no fêmur.

Fonte: O Globo

23 de out. de 2021

'Há luz no fim do túnel da pandemia', afirma pesquisadora Margareth Dalcolmo

Em entrevista, pneumologista da Fiocruz analisa o futuro do combate ao coronavírus. RIO — Em meio às incertezas sobre o futuro do planeta em relação à pandemia do novo coronavírus, uma voz se levanta para trazer esperança: Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Fonte: O Globo

29 de abr. de 2021

Margareth Dalcolmo: 'Mortes na pandemia são 400 mil retratos do que não fizemos'

Pneumologista da Fiocruz avalia que a marca de 400 mil óbitos pela Covid-19 no Brasil é retrato da falta de vacinação desde janeiro e do 'baixíssimo' distanciamento social. RIO — Pioneira no combate da Covid-19, a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo, colunista do GLOBO, ficará feliz de estar errada, mas está convencida que o mês de maio será o mais triste de nossas vidas.

Fonte: O Globo

19 de abr. de 2021

Covid-19: Era previsível que jovens começariam a morrer, diz Margareth Dalcolmo

A pesquisadora da Fiocruz aponta vacinação lenta e falta de distanciamento social como maiores problemas e alerta para risco de novas ondas. Os números são considerados plausíveis pela doutora Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo ela, o País precisa, neste semestre, imunizar 70% da população brasileira, o que corresponde a 170 milhões de pessoas. “Sem isso, não vamos interceptar epidemia”, diz, em entrevista a CartaCapital.

Fonte: CartaCapital

23 de jan. de 2021

‘Quando vacinarmos 70% da população poderemos comemorar’, diz Margareth Dalcolmo após receber imunizante de Oxford

Presidente da Fiocruz, Nísia Trindade afirmou estar negociando com a AstraZeneca a possibilidade de entrega de mais doses prontas da vacina contra a Covid-19. RIO — Os primeiros brasileiros foram vacinados contra a Covid-19 com o imunizante desenvolvido pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford neste sábado (23), no campus da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Manguinhos, no Rio de Janeiro.

Fonte: O Globo

17 de jun. de 2020

Margareth Dalcolmo ao EL PAÍS: “As vacinas não são para essa epidemia”

Profissional da Fiocruz, com sede no Rio, conversou sobre a crise do coronavírus no Brasil em série de entrevistas multiplataforma do jornal. Ela acredita que o país conseguirá controlar a epidemia em médio prazo, mas alerta que essas vacinas, mesmo que tenham comprovação prática, não serão para esta pandemia. “Nós hoje já podemos conjecturar que as vacinas não são para esta epidemia. Isso que está acontecendo agora não vai ser resolvido com essas vacinas.

Fonte: El País Brasil

12 de abr. de 2020

Margareth Dalcolmo: “O isolamento social severo e o SUS são as grandes armas do Brasil contra a pandemia”

Pneumologista da Fiocruz afirma que o coronavírus atingirá populações mais jovens no Brasil, reforça a necessidade de distanciamento social antes do pico da doença e faz alerta para proteger favelas. Atende a pacientes com a Covid-19 e participa do grupo de especialistas consultados pelo Ministério da Saúde para coordenar medidas para o enfrentamento da pandemia.

Fonte: El País Brasil

Causas

Causas e valores defendidos

Vacinação

Defesa da imunização e do SUS.

Controle do tabagismo

Combate ao cigarro e aos vapes.

Tuberculose

Pesquisa e novos esquemas de tratamento.

Vídeos

Aparições em vídeo

Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Margareth Dalcolmo?

É médica pneumologista, pesquisadora da Fiocruz e professora da PUC-Rio, conhecida pela atuação na pandemia de covid-19.

Qual a idade de Margareth Dalcolmo?

Nasceu em 21 de junho de 1954 e tem 72 anos.

Onde Margareth Dalcolmo nasceu?

Em Colatina, no Espírito Santo; mudou-se com a família para o Rio de Janeiro aos dois anos.

Quem foi o marido de Margareth Dalcolmo?

O acadêmico Cândido Mendes de Almeida, membro da Academia Brasileira de Letras, morto em 2022.

Margareth Dalcolmo tem filhos?

Não. O casal não teve filhos.

Qual o livro de Margareth Dalcolmo?

"Um tempo para não esquecer", lançado em 2021 e vencedor do Prêmio Jabuti de 2022.

Qual a formação de Margareth Dalcolmo?

Formou-se em Medicina pela Emescam em 1978, fez residência em pneumologia na Fiocruz e doutorado pela Escola Paulista de Medicina.

Margareth Dalcolmo é da Academia Nacional de Medicina?

Sim. Ocupa a cadeira 12 desde 2022.

O que Margareth Dalcolmo faz hoje?

Dirige o Departamento de Medicina da PUC-Rio desde agosto de 2026 e segue como pesquisadora da Fiocruz.

Margareth Dalcolmo recebeu a Legião de Honra?

Sim, em julho de 2024, pela pesquisa sobre tuberculose e doenças respiratórias.

O que Margareth Dalcolmo diz sobre cigarro eletrônico?

Que vicia mais rápido que heroína e que usar vape todo dia por uma semana equivale a 400 cigarros.

Margareth Dalcolmo trabalha na OMS?

Integra o Comitê de Especialistas da OMS para a Lista de Medicamentos Essenciais, com mandato até 2026.

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