
Gustavo Pimenta
Presidente (CEO) da Vale
Resumo biográfico
Trajetória
- 2024 — atualPresidente (CEO) da Vale
Eleito por unanimidade pelo conselho em 26 de agosto de 2024 e empossado em 1º de outubro de 2024.
- 2023 — atualDiretor da Vale Base Metals Limited
Nomeado em 29 de setembro de 2023, segundo a Companies House do Reino Unido.
- 2021 — 2024Vice-presidente executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale
Desde novembro de 2021, com responsabilidade também por Suprimentos e por Energia e Descarbonização.
- 2009 — 2021Executivo da AES
Doze anos no grupo americano de energia: vice-presidente de Serviços no Brasil, diretor de Planejamento e Estratégia, vice-presidente de Performance e Serviços e, por fim, diretor financeiro (CFO) global da AES Corporation. Integrou os conselhos da AES Gener, no Chile, e da AES Clean Energy, nos Estados Unidos.
- 2004 — 2009Vice-presidente de Estratégia e M&A do Citigroup
Em Nova York, de 2004 a 2009, período que incluiu a crise financeira de 2008.
- 2001 — 2004Auditor sênior da KPMG
Auditoria, de 2001 a 2004, segundo o Valor Econômico (27/08/2024).
Iniciativas
Acordo definitivo assinado em 25 de outubro de 2024 por Vale, BHP e Samarco com a União, os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo, os Ministérios Públicos e as Defensorias. Foi homologado pelo STF.
Investimentos em minério de ferro e cobre em Carajás, anunciados em 14 de fevereiro de 2025 em evento com o presidente Lula, segundo a Gazeta do Povo.
Plano de investimentos da Vale em Minas Gerais detalhado por Pimenta em entrevista à TV O Tempo em setembro de 2025.
Pimenta trabalhou na criação da Vale Base Metals e na venda de 13% do capital a investidores sauditas e americanos, a um valor de US$ 26 bilhões, segundo o Brazil Journal.
Meta de cerca de 360 milhões de toneladas de minério de ferro por ano e de 700 mil toneladas de cobre até 2035, com a maior parte em Carajás.
Em 2025, a Vale deixou de ter barragens em nível 3 de emergência e, segundo Pimenta, já havia investido cerca de R$ 12 bilhões na descaracterização de estruturas, com conclusão prevista até 2035.
Notícias de outros portais

16 de out. de 2026
Vale afirma que custos altos levam 10% do mercado de minério a operar no prejuízo
Em entrevista à Bloomberg Television, Pimenta disse que os preços do minério de ferro deveriam estar mais altos, porque frete e energia mais caros, por causa do conflito no Oriente Médio, deixaram cerca de 10% da oferta marítima mundial no prejuízo, perto de 160 milhões de toneladas. Na mesma semana, o minério caiu abaixo de US$ 90 por tonelada em Cingapura pela primeira vez em dois anos.
Fonte: Bloomberg Línea

15 de out. de 2026
Para CEO da Vale, independentemente do resultado da eleição, mineração vai ser um elemento fundamental
No FT Metals & Mining Summit, em Londres, Pimenta disse que a mineração seria estratégica para Flávio Bolsonaro ou para Lula e que o setor, cerca de 4% do PIB, poderia crescer. Ele repetiu a meta de 700 mil toneladas de cobre e disse que a Vale Base Metals deve passar de 30% para mais de 40% do Ebitda da empresa.
Fonte: Valor Econômico

21 de set. de 2026
“Nosso potencial de destravar valor está no que já temos”, diz CEO da Vale
No Itaú BBA Leader Talks, Pimenta disse que o maior potencial da Vale está nos ativos que a empresa já tem, em especial os projetos de cobre em Carajás. Afirmou que a produção pode chegar a 700 mil toneladas anuais de cobre, que esses projetos podem render 20% ou mais e que o licenciamento ambiental é um dos principais obstáculos.
Fonte: Broadcast (Agência Minera Brasil)

28 de ago. de 2026
Vale se depara com escassez de engenheiros enquanto foca novos projetos, diz CEO
Em evento do Lide, Pimenta disse que a falta de engenheiros e de empresas de engenharia é o "calcanhar de Aquiles" da indústria e que a Vale às vezes precisa recorrer a profissionais de fora do Brasil. Também defendeu que o país volte a fazer megaprojetos de mineração de US$ 15 bilhões a US$ 20 bilhões.
Fonte: InfoMoney (Reuters)

28 de ago. de 2026
CEO da Vale pede celeridade ao PL dos minerais críticos e critica taxação
Pimenta defendeu a votação rápida do projeto da política nacional de minerais críticos, então no Senado, e disse ser contra o artigo que permitiria ao governo tributar a exportação de matérias-primas, por considerar a carga do setor já elevada.
Fonte: CNN Brasil

04 de mar. de 2026
Vale paga multa de R$ 13,7 milhões e volta a operar em Congonhas
A prefeitura de Congonhas restabeleceu o alvará de funcionamento da Vale depois de a empresa cumprir exigências como contenção e limpeza das estruturas e dos córregos atingidos e atualização do plano de emergência. A Vale pagou multa de R$ 13.710.000,32. O Ministério Público Federal havia pedido à Justiça o bloqueio de R$ 1 bilhão e a proibição de venda da mina de Fábrica por causa do vazamento.
Fonte: Bhaz

13 de fev. de 2026
Vale diz que vazamento nas minas de MG foi consequência de inundação causada por chuvas
Na teleconferência sobre os resultados de 2025, Gustavo Pimenta atribuiu os vazamentos de Congonhas e Ouro Preto a uma inundação causada por chuvas fortes. Ele disse que nenhuma barragem foi danificada, que a empresa trabalhava para retomar as operações em duas ou três semanas, a depender das autoridades, e que a Vale estudaria como tornar as unidades mais resistentes às mudanças climáticas.
Fonte: Valor Econômico

13 de fev. de 2026
Superamos todas as metas previstas para 2025, diz CEO da Vale
Na teleconferência de resultados, Pimenta disse que a Vale superou as metas de 2025, com 336 milhões de toneladas de minério de ferro, 382 mil toneladas de cobre, produção recorde no Brasil, e 177 mil toneladas de níquel. No mesmo balanço, o lucro anual caiu 56%, para R$ 13,8 bilhões, por efeitos contábeis não recorrentes.
Fonte: Valor Econômico

29 de jan. de 2026
Após vazamentos, governo de MG multa Vale e suspende operações em minas de Congonhas e Ouro Preto
O governo de Minas Gerais multou a Vale em R$ 1,7 milhão e suspendeu de forma cautelar a operação da mina da Viga, em Congonhas, e da Cava 18 da mina de Fábrica, em Ouro Preto. A medida veio depois do transbordamento de água e rejeitos ocorrido em 25 de janeiro de 2026, que somou 262 mil metros cúbicos e atingiu cursos d'água. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, houve erosão e rompimento de uma barreira de segurança; a Vale falou apenas em transbordamento.
Fonte: Valor Econômico

05 de set. de 2025
Guerra comercial, terras raras, relação com Lula e repactuação de Mariana: Gustavo Pimenta, da Vale, fala a O Fator
Perto de completar um ano no cargo, Pimenta disse que o acordo de Mariana foi o caminho mais viável e o mais abrangente possível. Contou que a Vale não tinha mais barragens em nível 3 de emergência, depois de reduzir o nível de Forquilha, e que investiu cerca de R$ 12 bilhões na descaracterização de estruturas, com conclusão prevista até 2035.
Fonte: O Fator

28 de fev. de 2025
‘Queremos diálogo’, diz presidente da Vale sobre governo Lula
Nas Páginas Amarelas, Pimenta disse que a relação da Vale é com o Estado brasileiro e que há "enorme convergência" entre os dois. Afirmou que a empresa eliminou 57% das barragens a montante, com programa de US$ 5 bilhões, e que a Justiça brasileira é o foro correto para as indenizações de Mariana, e não a ação movida em Londres contra a BHP.
Fonte: Veja

15 de fev. de 2025
Lula elogia gestão de Gustavo Pimenta na Vale
Em evento em Parauapebas (PA), onde a Vale anunciou R$ 70 bilhões em investimentos em Carajás até 2030, o presidente Lula disse que um "fio desencapado" havia criado um clima desagradável entre o governo e a mineradora e que isso acabaria com Pimenta. O jornal lembra que o governo havia tentado interferir na sucessão e emplacar Guido Mantega.
Fonte: Gazeta do Povo

13 de fev. de 2025
Governo faz evento sobre acordo de Mariana, mas leva sermão de prefeitos
Em encontro com novos prefeitos em Brasília, gestores das cidades atingidas pela tragédia de Mariana disseram que os recursos destinados aos municípios no acordo assinado por Samarco, Vale e BHP eram insuficientes e que o prazo de 20 anos para pagamento era excessivo. Um adjunto da Advocacia-Geral da União reconheceu falhas na negociação, como a falta de participação dos prefeitos.
Fonte: Veja

25 de out. de 2024
Acordo de Mariana dá 'segurança jurídica' à Vale
No dia da assinatura do acordo de reparação de Mariana com a BHP e a Samarco, que prevê R$ 170 bilhões, Gustavo Pimenta disse que o termo dava segurança jurídica à empresa. O acordo ainda dependia de homologação, que foi feita depois pelo Supremo Tribunal Federal.
Fonte: Notícias de Mineração Brasil

22 de out. de 2024
Para coordenador da Cipe Rio Doce, novo acordo de Mariana é insuficiente
O deputado estadual Leleco Pimentel (PT), coordenador da comissão interestadual de parlamentares da bacia do Rio Doce, criticou a proposta de acordo divulgada pelo governo federal e pela Vale, que acrescentava R$ 100 bilhões aos R$ 67 bilhões já pactuados. Segundo ele, representantes das comunidades atingidas não foram convidados para as reuniões.
Fonte: Assembleia Legislativa de Minas Gerais

19 de out. de 2024
Movimento dos Atingidos por Barragens critica termos do acordo com Vale em caso Mariana
Integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens criticaram a proposta de repactuação da tragédia de Mariana apresentada em 18 de outubro de 2024, com pagamento de R$ 167 bilhões por Vale, Samarco e BHP Brasil. Para o grupo, os termos beneficiavam as empresas. O acordo foi assinado uma semana depois e homologado pelo STF.
Fonte: Valor Econômico

01 de out. de 2024
Novo presidente da Vale deve receber até R$ 60 mi por ano
Segundo documentos regulatórios da Vale, o novo presidente deve receber de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões por ano, somando salário fixo, bônus, ações e benefícios. Cerca de 80% da remuneração do cargo depende do cumprimento de metas.
Fonte: Notícias de Mineração Brasil

27 de ago. de 2024
Quem é Gustavo Pimenta, o novo presidente da Vale
Perfil publicado depois da eleição de Pimenta pelo conselho da Vale. O jornal relata a formação em economia pela UFMG e o mestrado na FGV, a passagem pela KPMG de 2001 a 2004, pelo Citigroup de 2004 a 2009 e os 12 anos na AES. Na Vale, ele respondia por finanças, relações com investidores, suprimentos e descarbonização.
Fonte: Valor Econômico

27 de ago. de 2024
Vale escolhe Gustavo Pimenta como novo CEO
O Brazil Journal noticiou a eleição unânime de Pimenta pelo conselho da Vale, ao fim de processo conduzido pela Russell Reynolds. Para o site, a escolha de um nome interno agradaria ao mercado e encerraria a incerteza sobre uma intervenção direta do governo Lula. O texto lembra que ele conduziu a separação da Vale Base Metals e a venda de 13% da unidade a um valor de US$ 26 bilhões.
Fonte: Brazil Journal

05 de ago. de 2024
Sucessão na Vale: lista para CEO será reduzida de 15 para 5 nomes e deve incluir VP de Finanças
O Estadão/Broadcast informou que a lista de 15 executivos preparada pela consultoria Russell Reynolds para a presidência da Vale seria reduzida a quatro favoritos do conselho, mais um candidato interno, provavelmente Gustavo Pimenta. O jornal descreveu Pimenta como sereno e de fácil interlocução, com domínio das finanças da mineradora e experiência internacional.
Fonte: Estadão
Causas e valores defendidos
Minerais críticos
Defende acelerar o projeto de lei da política nacional de minerais críticos e é contra tributar a exportação de matérias-primas (CNN Brasil, 28/08/2026).
Formação de engenheiros
Diz que a falta de engenheiros é o principal gargalo da mineração e cita parcerias da Vale com escolas técnicas e com o Sistema S (InfoMoney, 28/08/2026).
Descarbonização
Como vice-presidente, respondia pela meta da Vale de reduzir em 33% as emissões diretas e indiretas até 2030 (Valor, 27/08/2024).
Aparições em vídeo
FAQ
Quem é Gustavo Pimenta?
Gustavo Pimenta é um economista mineiro que preside a Vale desde 1º de outubro de 2024. Antes, foi vice-presidente de Finanças da própria Vale e CFO global da AES.
Quantos anos tem Gustavo Pimenta?
Gustavo Pimenta tem 48 anos. Ele nasceu em junho de 1978, segundo o registro da Companies House, do Reino Unido.
De onde é Gustavo Pimenta?
Gustavo Pimenta é de Minas Gerais e tem ligação com Divinópolis, apontada como sua cidade natal pela TV O Tempo. O portal DiviNews informou que ele nasceu em Belo Horizonte e foi criado em Divinópolis.
De quem Gustavo Pimenta é filho?
Gustavo Pimenta é filho de Luciano Pimenta, ex-secretário de Obras de Divinópolis, e de Ermínia Duarte, psicóloga que trabalhou na prefeitura da cidade, segundo o DiviNews.
Qual é a formação de Gustavo Pimenta?
Gustavo Pimenta é formado em economia pela UFMG e tem mestrado em finanças e economia pela Fundação Getulio Vargas.
Quando Gustavo Pimenta assumiu a Vale?
Ele foi eleito por unanimidade pelo conselho da Vale em 26 de agosto de 2024 e assumiu a presidência em 1º de outubro de 2024, no lugar de Eduardo Bartolomeo.
Quanto ganha o presidente da Vale, Gustavo Pimenta?
Documentos da Vale indicavam remuneração de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões por ano para o cargo, somando salário, bônus, ações e benefícios. Cerca de 80% depende de metas.
Onde Gustavo Pimenta trabalhou antes da Vale?
Ele foi auditor da KPMG, vice-presidente de Estratégia e M&A do Citigroup em Nova York e passou 12 anos na AES, onde chegou a CFO global.
Gustavo Pimenta foi indicado pelo governo Lula?
Não. O governo tentou indicar Guido Mantega, mas o conselho escolheu Pimenta, candidato interno, numa seleção conduzida pela consultoria Russell Reynolds.
O que Gustavo Pimenta disse sobre o acordo de Mariana?
Ele disse que o acordo de R$ 170 bilhões, assinado em outubro de 2024, dava segurança jurídica à Vale. Mais tarde, o definiu como o mais abrangente possível diante da complexidade do caso.
Qual é a meta da Vale para o cobre?
Sob Pimenta, a Vale quer passar de cerca de 380 mil toneladas de cobre por ano para 700 mil toneladas até 2035, com a maior parte em Carajás.
Gustavo Pimenta torce para qual time?
Gustavo Pimenta é torcedor do Atlético Mineiro, segundo o portal DeFato.


