Foto oficial de Gustavo Montezano

Gustavo Montezano

CEO da Yvy Capital e ex-presidente do BNDES

Em exercício desde 2023
Biografia

Resumo biográfico

Gustavo Henrique Moreira Montezano é um engenheiro, executivo e banqueiro brasileiro, CEO e cofundador da Yvy Capital, gestora de recursos focada na transição climática. Ex-sócio do BTG Pactual, foi presidente do BNDES de julho de 2019 ao início de janeiro de 2023 e secretário especial adjunto de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia em 2019. Nas buscas, as pessoas procuram quem é Gustavo Montezano, a idade dele, o que ele fez no BNDES, o que é a Yvy Capital e qual a relação dele com Paulo Guedes. Origem e formação Gustavo Montezano nasceu no Rio de Janeiro em 25 de setembro de 1980 e tem 46 anos (Wikipédia). Formou-se no Colégio de São Bento, no Rio de Janeiro, é engenheiro mecânico pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), formado em 2003, e mestre em finanças pelo Ibmec-RJ (Wikipédia; O Globo, 17/06/2019; R7, 17/06/2019). Carreira no mercado financeiro Começou como analista de private equity no Banco Opportunity, no Rio de Janeiro, em uma passagem rápida, e depois entrou no BTG Pactual como analista júnior, onde fez a maior parte da carreira na área de crédito corporativo. Tornou-se sócio no fim de 2009, quando o banco passou ao sistema de partnership, e atingiu cargo executivo na área de crédito corporativo e estruturado em 2012. Era responsável pela carteira de crédito chamada "high grade", voltada às empresas maiores, que chegou a somar R$ 50 bilhões. Em meados de 2016, foi promovido e enviado a Londres para atuar na trading de commodities do banco, na Engelhart Commodities Trading Partners (ECTP), antiga BTG Pactual Commodities, e, em menos de um ano, tornou-se diretor de operações (O Globo, 17/06/2019; Época, 2019; Wikipédia). Quando foi escolhido para o BNDES, O Globo o descreveu como um executivo de perfil analítico e alinhado às visões econômicas de Paulo Guedes e do secretário de Desestatização, Salim Mattar (O Globo, 17/06/2019). A Época registrou que ele deixava o posto de secretário adjunto de Desestatização e Desinvestimento, no qual auxiliava Mattar (Época, 2019). A Wikipédia lista também a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco entre as honrarias dele. Governo federal e BNDES Entre fevereiro e junho de 2019, foi secretário especial adjunto de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia (Wikipédia). Em 17 de junho de 2019, o ministro Paulo Guedes anunciou o nome dele para presidir o BNDES, no lugar de Joaquim Levy, que pediu demissão; ele tinha 38 anos (Folhapress, 17/06/2019; InfoMoney, 18/06/2019; R7, 17/06/2019). O conselho de administração aprovou a nomeação em 3 de julho de 2019 e ele tomou posse em 16 de julho, em cerimônia no Palácio do Planalto (O Globo, 03/07/2019; InfoMoney, 16/07/2019). Em 2 de julho de 2019, antes da posse, disse à diretoria que queria acelerar privatizações e a venda de ações detidas pelo banco (O Globo, 02/07/2019). Em sua primeira palestra aos funcionários, em 19 de julho de 2019, definiu como "meta 0" explicar a "caixa-preta" do BNDES e "mostrar que somos, sim, patriotas" (O Globo, 19/07/2019). Na posse, citou cinco metas para o banco em 2019, e a primeira foi explicar a caixa-preta (InfoMoney, 16/07/2019). A missão incluía reduzir a dependência do mercado em relação ao banco, que respondia por metade do crédito de longo prazo concedido a empresas no país, segundo levantamento dos técnicos do BNDES (O Globo, 16/07/2019). Prometeu ajustar contas e investir em saneamento (CBIC, 16/07/2019). Em janeiro de 2020, falou publicamente sobre a auditoria externa contratada para analisar contratos do banco com a J&F, controladora da JBS, que segundo ele foi recomendada pelo auditor externo dos balanços, a KPMG (O Globo, 29/01/2020). Em junho de 2020, na pandemia, foi ouvido pela comissão mista do Congresso sobre as medidas emergenciais do banco (Agência Senado, 15/06/2020) e defendeu, em live com a XP, a privatização da Eletrobras (O Globo, 18/06/2020). Em maio de 2021, disse que o BNDES poderia adotar novas medidas para aliviar o crédito às empresas e estudava apoio a setores afetados pela covid, como o turismo (O Especialista, 05/05/2021). Em maio de 2022, em Davos, disse à Exame que o legado dele seria transformar o BNDES em um banco mais "verde" e "digital" (Exame, 28/05/2022). Em julho de 2022, defendeu priorizar as pequenas empresas, chamadas por ele de "heróis nacionais" (Veja, 01/07/2022). Em 1º de janeiro de 2023, a Wikipédia registra o fim do mandato dele, e, em janeiro, a Folha informou que ele deixou o banco antes da posse oficial de Aloizio Mercadante, com Bruno Aranha assumindo como presidente interino (Folha de S.Paulo, 05/01/2023; Wikipédia). Em novembro de 2022, o BNDES informou lucro de R$ 9,6 bilhões no terceiro trimestre e alta de 35% nos desembolsos, que somaram R$ 62,9 bilhões no acumulado do ano (Veja, 11/11/2022). Yvy Capital Depois de deixar o governo, ele fundou, em 2023, a Yvy Capital com o ex-ministro Paulo Guedes, para canalizar capital à transição para uma economia de baixo carbono. Entre os sócios seniores estão o diplomata e ex-diretor-geral da OMC Roberto Azevedo e o ex-CEO do UBS Pactual e do Bank of America no Brasil Rodrigo Xavier (Reset, 21/08/2023). Em agosto de 2023, o Estadão registrou a presença dele como CEO da gestora (Estadão, 27/08/2023). Em fevereiro de 2025, o UBS fez um investimento minoritário primário na Yvy, de valor não divulgado, que a gestora usará no plano de negócios; segundo o Brazil Journal, ela tinha R$ 300 milhões sob gestão, em um club deal para investir na agtech Solinftec, e trabalhava na captação de uma estratégia de crédito para infraestrutura, de cerca de R$ 1 bilhão, e de outra de Climate Solutions (Brazil Journal, 20/02/2025). Em abril de 2026, no 6º Brasília Summit, promovido pelo Lide e pelo Correio Braziliense, disse que o modelo brasileiro de governança em infraestrutura é referência para países emergentes, em um modelo que ele descreveu como de infraestrutura descentralizada (Correio Braziliense, 15/04/2026). Patrimônio Não há patrimônio divulgado em fontes confiáveis. Linha do tempo 1980: nasce no Rio de Janeiro. 2019: secretário no Ministério da Economia e presidente do BNDES. 2023: deixa o BNDES. 2023: funda a Yvy Capital. 2025: UBS investe na Yvy. 2026: fala no 6º Brasília Summit.
Carreira

Trajetória

  1. 2023 — atual
    CEO e cofundador da Yvy Capital

    Fundada com Paulo Guedes.

  2. 2019 — 2019
    Secretário especial adjunto de Desestatização, Desinvestimento e Mercados

    Ministério da Economia.

  3. 2019 — 2023
    Presidente do BNDES

    Posse em 16 de julho de 2019.

  4. 2016 — 2019
    Diretor de operações da ECTP, em Londres

    Antes BTG Pactual Commodities.

  5. 2012 — 2016
    Executivo de crédito corporativo e estruturado no BTG Pactual

    Cargo executivo atingido em 2012.

  6. 2009 — 2016
    Sócio do BTG Pactual

    Crédito corporativo; sócio desde o fim de 2009.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Gestora2023
Yvy Capital
Gestora de recursos

Gestora de transição climática fundada em 2023 com Paulo Guedes.

Gestão2019
Meta de explicar a caixa-preta do BNDES
Gestão pública

Primeira meta da gestão no BNDES, em 2019.

Investimento2024
Club deal na Solinftec
Investimento

Operação de R$ 300 milhões da Yvy na agtech.

Na imprensa

Notícias de outros portais

15 de abr. de 2026

Montezano: 'Brasil se tornou referência para países emergentes'

Ex-presidente do BNDES afirma que governança e mudanças regulatórias ampliaram segurança jurídica e abriram espaço para novos investidores no setor. Durante o 6º Brasília Summit, realizado nesta quarta-feira (15/4) pelo Lide e pelo Correio Braziliense, o CEO e fundador da Yvy Capital e ex-presidente do BNDES, Gustavo Montezano, afirmou que o modelo brasileiro de governança em infraestrutura se tornou referência para países emergentes.

Fonte: Correio Braziliense

20 de fev. de 2025

UBS investe na YVY, a gestora de Guedes e Montezano para transição climática

O UBS está fazendo um investimento minoritário na YVY, a gestora fundada pelo ex-presidente do BNDES Gustavo Montezano e o ex-ministro da Economia Paulo. O valor do aporte não foi revelado, mas o UBS disse que o investimento é 100% primário e será usado para desenvolver o plano de negócios da gestora ao longo dos próximos anos. A YVY foi fundada em 2023, depois de Montezano e Guedes deixarem o Governo, e hoje tem apenas R$ 300 milhões em ativos sob gestão.

Fonte: Brazil Journal

21 de ago. de 2023

Os planos da Yvy, a gestora ‘verde’ de Guedes e Montezano - Capital Reset

Casa começará com fundo de private equity para investir em empresas tidas como ‘climate winners’; primeiros aportes devem vir em 2024. Está prestes a nascer um dos projetos mais ambiciosos no país quando se trata de canalizar capital para a transição verde da economia. Numa casa alugada na região da Cidade Jardim, em São Paulo, aos poucos toma forma a Yvy, gestora de recursos fundada pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes e pelo ex-presidente do BNDES, Gustavo Montezano.

Fonte: Reset

11 de nov. de 2022

Como Gustavo Montezano entregará o BNDES ao próximo governo

Banco caminha para ter melhor resultado em novos financiamentos desde 2015, antes do fim da TJLP. O BNDES divulgou seus resultados para o 3º trimestre de 2022 nesta quinta indicando aumento nos lucros (9,6 bilhões de reais) e um forte crescimento em desembolsos. Para os meses de julho, agosto e setembro o valor de novos financiamentos do banco saltou 35%, registrando 62,9 bilhões de reais em desembolsos no acumulado do ano. O valor já está próximo dos resultados anuais de 2021, 2020, 2019.

Fonte: Veja

28 de mai. de 2022

BNDES vai ser mais "verde" e "digital", diz Gustavo Montezano

Em Davos, o presidente do BNDES diz que o banco vai atuar cada vez mais para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Mas é necessário acabar com a "síndrome do vira-lata ambiental" do Brasil. Presidente do BNDES, Gustavo Montezano (Marcelo Camargo/Agência Brasil) Para o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, a pauta da Amazônia ainda ficou na mesa no Fórum Econômico Mundial de Davos.

Fonte: Exame

05 de mai. de 2021

Live Safra: economia e pandemia - Joaquim Levy e Gustavo Montezano - Safra

Presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e diretor de Estratégia Econômica do Banco Safra, Joaquim Levy, conversam em live. Assista. Segundo Gustavo Montezano, há medidas em estudo no governo para socorrer setores como o de turismo, por exemplo. Ele destacou que, diante das dificuldades fiscais, novas medidas deverão ser voltadas apenas para nichos do mercado.

Fonte: O Especialista

18 de jun. de 2020

Eletrobras precisa ser privatizada, ou o Brasil fica para trás, diz Montezano

Para o presidente do BNDES, recursos públicos são insuficientes e devem ser usados para impulsionar concessões. RIO - A Eletrobras é a estatal que mais precisa ser privatizada no país, sob risco do Brasil ficar para trás e perder dinheiro, diz Gustavo Montezano, presidente do BNDES, que participou de Live com analistas da XP Investimentos no início da noite desta quinta-feira. - A estatal que mais necessita da privatização no curto prazo é a Eletrobras. É também a mais madura e mais preparada para isso.

Fonte: O Globo

15 de jun. de 2020

Comissão mista ouve presidente do BNDES, Gustavo Montezano, na terça-feira - Senado

A comissão mista que acompanha a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à pandemia da covid-19 vai ouvir, na próxima terça-feira (16), a partir das 10h, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano. Ele prestará esclarecimentos sobre as medidas emergenciais de enfrentamento à covid-19 que o banco tem tomado para ajudar o país a enfrentar os efeitos da pandemia na economia.

Fonte: Agência Senado

29 de jan. de 2020

Montezano: Investigação da JBS foi recomendada por auditor independente, e BNDES não tem ‘nada mais a esclarecer’

Presidente da instituição diz que sua missão é 'recuperar reputação do banco' e que 'não está aqui para acusar ninguém'. BRASÍLIA — O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, disse nesta quarta-feira que auditoria para investigar contratos do banco com a empresa J&F — controladora da JBS — foi recomendada pelo auditor externo dos balanços financeiros da instituição, a consultoria KPMG.

Fonte: O Globo

29 de jan. de 2020

Auditoria de 'caixa-preta' mirou empréstimos de R$ 21,2 bi ao grupo J&F, diz presidente do BNDES

Gustavo Montezano se pronuncia pela primeira vez sobre o caso desde que o 'Estado' revelou que o banco pagou R$ 48 milhões em uma investigação para apurar eventuais irregularidades em operações de empréstimo. BRASÍLIA - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse nesta quarta-feira, 29, que a auditoria externa contratada para investigar contratos do banco com as empresas do grupo J&F mirou oito operações que, em valores atualizados, somaram R$ 21,2 bilhões.

Fonte: Terra

19 de jul. de 2019

Montezano diz que explicar 'caixa-preta' vai mostrar que BNDES é 'patriota'

Novo presidente do banco se diz 'revoltado' com o número de desempregados no país e com a falta de saneamento. RIO - O novo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, afirmou nesta sexta-feira que o objetivo de sua meta de "explicar a caixa-preta" em dois meses é  "mostrar que somos, sim, patriotas". Para o engenheiro, essa é a "meta 0" de sua gestão porque "o BNDES está sob ataque" e "precisamos virar essa página".

Fonte: O Globo

16 de jul. de 2019

Gustavo Montezano assume presidência do BNDES e mira na explicação da “caixa preta”

A segunda meta do novo presidente é acelerar a venda de participações especulativas em bolsa que o banco ainda tem na ordem de R$ 100 bilhões. Quase um mês depois de ter sido escolhido por Paulo Guedes para substituir Joaquim Levy, Gustavo Montezano assume a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). A cerimônia de posse ocorreu nesta terça-feira (16) e contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: InfoMoney

16 de jul. de 2019

No BNDES, Montezano promete ajustar contas e investir em saneamento - CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Tomou posse nesta terça-feira (16/7), no Palácio do Planalto, em Brasília, o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento e Sustentabilidade (BDNES), Gustavo Montezano. A cerimônia contou com a presença do presidente da República, Jair Bolson. A cerimônia contou com representantes do setor produtivo, a exemplo do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. “O BNDES pretende ser menos banco e mais desenvolvimento.

Fonte: CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção

16 de jul. de 2019

Montezano assume BNDES com missão de reduzir dependência do banco, que responde por 50% do crédito de longo prazo

Se considerado o setor de infraestrutura, instituição concentra 64% dos financiamentos. Economia lenta também é desafio. RIO - Gustavo Montezano toma posse nesta terça-feira como presidente do BNDES com algumas missões que, dadas por Brasília, desafiam tanto os limites de uma economia em recessão como os de um mercado de capitais acostumado a ser coadjuvante do banco de fomento. Uma das expectativas da equipe do ministro Paulo Guedes é justamente que o banco tenha uma participação menor no financiamento nacional.

Fonte: O Globo

03 de jul. de 2019

Conselho do BNDES aprova nomeação de Montezano, que começa a montar sua própria diretoria

Nova gestão já escolheu diretores que vão assumir as áreas que tratam de desestatização e crédito. RIO - O conselho de administração do BNDES aprovou, na tarde desta quarta-feira, a nomeação de Gustavo Montezano para o comando do banco de fomento. Isso abre caminho para que o engenheiro assuma oficialmente a presidência do banco. O engenheiro de 40 anos fez carreira nos setores de logística e infraestrutura, passando pelo instituto de logística Ilos e fundando a firma de investimento INFRA Partners.

Fonte: O Globo

02 de jul. de 2019

Em reunião com diretores do BNDES, Montezano diz que quer acelerar venda de ações e privatizações

Posse de novo presidente depende de Conselho de Administração. Trocas na diretoria estã previstas, diz fonte. RIO — O novo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, prepara-se para iniciar sua gestão esta semana e já avisou à diretoria que quer acelerar processos de privatizações sob responsabilidade do banco e a venda de ações detidas pela instituição. O novo presidente do BNDES já foi aprovado pelo comitê de elegibilidade do banco — instância que verifica se há impedimento ao nome indicado.

Fonte: O Globo

18 de jun. de 2019

Quem é Gustavo Montezano, o novo presidente do BNDES que terá duas missões à frente do banco

Economista, de apenas 38 anos, é graduado em engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e Mestre em Finanças pelo Ibmec. SÃO PAULO – Com apenas 38 anos, Gustavo Montezano foi escolhido pelo ministro da Economia Paulo Guedes para ser o novo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) – e terá desafios importantes pela frente.

Fonte: InfoMoney

17 de jun. de 2019

Gustavo Montezano é escolhido para assumir a presidência do BNDES

Ele ocupa o cargo de secretário especial adjunto da Secretaria de Desestatização e Desinvestimento, do Ministério da Economia. BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta segunda-feira (17) o nome de Gustavo Montezano para assumir a presidência do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em substituição ao economista Joaquim Levy, que pediu demissão após declarações do presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: Economia

17 de jun. de 2019

Ministério da Economia confirma escolha de Gustavo Montezano para BNDES

O Ministério da Economia confirmou, em nota, a escolha do engenheiro Gustavo Montezano como novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na nota, a pasta informou o encaminhamento do nome de Montezano para deliberação do Conselho de Administração do BNDES. Montezano é atual secretário-adjunto da Secretaria de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia.

Fonte: R7

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Gustavo Montezano?

Engenheiro, banqueiro e CEO da Yvy Capital, ex-presidente do BNDES entre 2019 e 2022.

Qual a idade de Gustavo Montezano?

Nasceu em 25 de setembro de 1980, no Rio de Janeiro, e tem 46 anos.

Onde Gustavo Montezano estudou?

Engenharia mecânica no IME, mestrado em finanças no Ibmec e ensino médio no Colégio de São Bento.

Quem indicou Montezano para o BNDES?

O ministro Paulo Guedes anunciou o nome dele em 17 de junho de 2019, no lugar de Joaquim Levy.

Quando Montezano tomou posse no BNDES?

Em 16 de julho de 2019, no Palácio do Planalto, depois de aprovação do conselho em 3 de julho.

O que é a Yvy Capital?

Gestora de recursos fundada em 2023 por Montezano e Paulo Guedes, focada em investimentos de transição para uma economia de baixo carbono.

Quem são os sócios da Yvy?

Entre os sócios seniores citados pela imprensa estão Roberto Azevedo e Rodrigo Xavier, além de Montezano e Guedes.

O UBS investiu na Yvy?

Sim, em fevereiro de 2025, com participação minoritária de valor não divulgado, segundo o Brazil Journal.

Onde Montezano trabalhou antes do BNDES?

No Banco Opportunity, no BTG Pactual, na ECTP em Londres e no Ministério da Economia.

Qual era a meta zero de Montezano no BNDES?

Explicar a caixa-preta do banco, segundo ele para mostrar que o BNDES é patriota.

O que Montezano disse sobre a Eletrobras?

Em junho de 2020, disse que ela era a estatal que mais precisava ser privatizada.

O que Montezano disse sobre infraestrutura em 2026?

No Brasília Summit, afirmou que o modelo brasileiro de governança em infraestrutura é referência para países emergentes.

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