Foto oficial de Gonzalo Vecina Neto

Gonzalo Vecina Neto

Médico sanitarista e professor

Em exercício desde 1988
Biografia

Resumo biográfico

Gonzalo Vecina Neto é um médico sanitarista brasileiro, fundador e primeiro presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e um dos nomes mais conhecidos da saúde pública no país. Participou do movimento da reforma sanitária que levou ao Sistema Único de Saúde (SUS), foi secretário municipal de Saúde de São Paulo e superintendente do Hospital Sírio-Libanês. Durante a pandemia de covid-19, tornou-se presença diária em jornais e na televisão como comentarista. Origem e formação Gonzalo Vecina Neto nasceu em 1953 e cresceu num bairro de periferia de Sorocaba, no interior de São Paulo, como contou em entrevista ao portal Future Health. Na cidade, aprendeu xadrez com o pai e frequentava o Clube de Xadrez e o Gabinete de Leitura. Filho de um padeiro e de uma dona de casa, de família de imigrantes espanhóis, conta que se interessou pela medicina por influência de um tio médico. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí em 1977, na quarta turma da escola, e foi orador da turma e fez residência em medicina preventiva no Hospital das Clínicas, onde se voltou para a área de gestão. Em 1986, concluiu o mestrado em Administração, com concentração em Saúde, na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EAESP/FGV). Reforma sanitária e SUS Como residente do Hospital das Clínicas, viveu as greves do setor de saúde de 1978 e participou do movimento da reforma sanitária, que reuniu nomes como Samuel Pessoa e Isaías Raw e culminou na 8ª Conferência Nacional de Saúde, em 1986, e na criação do SUS pela Constituição de 1988. Segundo ele, o modelo de referência acabou sendo o National Health Service inglês, com uma invenção brasileira: o agente comunitário de saúde. Ele chama os anos 1990 de "a década das decepções", por falta de financiamento do sistema, e atribui à Emenda Constitucional 29 o fôlego que o SUS ganhou depois. Carreira acadêmica É professor da Faculdade de Saúde Pública da USP desde 1988, no Departamento de Política, Gestão e Saúde, e professor do mestrado profissional da EAESP/FGV desde 2016. Também dirigiu o Centro de Saúde Escola da USP. Nos anos 1990, trabalhou com formação de gestores de saúde em um projeto da Fundação Kellogg para o Brasil e a América Latina, atuou no Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci) e participou da criação das organizações sociais de saúde no governo Mário Covas. Anvisa Em agosto de 1998, foi convidado pelo então ministro da Saúde, José Serra, para ser secretário nacional de Vigilância Sanitária. Em abril de 1999, assumiu a recém-criada Anvisa, que presidiu até fevereiro de 2003. Nos primeiros anos, a agência implantou os medicamentos genéricos, a rotulagem nutricional obrigatória e a política de combate ao tabagismo, além de passar a fiscalizar os serviços de saúde, conforme ele mesmo enumerou à Future Health. Atribui a criação da agência sobretudo à abertura do Brasil aos mercados internacionais e à globalização, que exigiram controle sobre o que era produzido no país. Ao relembrar a criação da agência, disse ao Perfil Brasil, em 2026: "A Anvisa não é uma criação nem minha, nem do Zé Serra. […] A razão da existência da vigilância sanitária foram as necessidades do mercado brasileiro." Gestão pública e privada Foi secretário municipal de Saúde de São Paulo de 2003 a 2004, e superintendente do Hospital Sírio-Libanês de julho de 2007 a janeiro de 2016. Também presidiu o Conselho Consultivo do Instituto Horas da Vida, segundo a BBC News Brasil. Pandemia e mídia Na pandemia de covid-19, comentou diariamente a crise na TV Cultura, onde participa do Jornal da Cultura, e escreveu coluna quinzenal no Estadão a partir de abril de 2020. Também foi colunista da CNN. Em maio de 2020, defendeu, na Folha, uma fila única de leitos de UTI que somasse SUS e rede privada. Fez duras críticas ao governo Jair Bolsonaro: à BBC News Brasil, em 2021, disse que o país tinha "um presidente ensandecido e mal informado" e vivia "uma mistura de pandemia com pandemônio". Em 2021, ao comentar a CPI da Covid na TV Cultura, afirmou que os países que adotaram isolamento, testagem em massa e compraram vacinas a tempo reduziram a mortalidade. Em 2025, ao programa Boa Noite 247, chamou o presidente americano Donald Trump de "desastre redondo" por dar espaço a líderes antivacina. Polêmicas Em janeiro de 2023, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) divulgou nota de repúdio a um comentário seu no Jornal da Cultura, em que defendeu o programa Mais Médicos e criticou a Lei do Ato Médico e o corporativismo médico. Vecina respondeu que preferia um "debate civilizado" ao repúdio e reafirmou: "O Mais Médicos precisa voltar". Não houve processo ou punição conhecida por causa do episódio. Ideias Defende o SUS como instrumento contra a desigualdade. "Tivemos que ter uma pandemia para conseguir enxergar a importância da existência de um sistema de atenção à saúde de base universal", disse ao Instituto Humanitas Unisinos em 2021. Em 2026, defendeu no Estadão que o SUS e os planos de saúde tenham uma agência única para avaliar a incorporação de novos remédios e tecnologias, hoje dividida entre a Conitec e a ANS, para reduzir a judicialização. No mesmo ano, disse que a desigualdade social é o principal gargalo das doenças raras no Brasil e, em série do jornal O Globo sobre saúde nas eleições, afirmou que "a atenção primária da saúde é fortemente dependente da democracia" e que o país precisa deixar um modelo centrado no hospital e nos especialistas. Em 2022, disse à Future Health que um dos legados da pandemia foi o país perder o medo da disrupção e das novas tecnologias, como a telessaúde, que antes enfrentava resistência corporativa dos médicos. Na mesma entrevista, afirmou que "quem salvou o Brasil na pandemia foram os municípios", com a vacinação, defendeu a medicina baseada em evidências contra o uso de remédios sem eficácia, como a cloroquina, e disse que a indústria farmacêutica nacional precisa aprender a copiar para depois inovar.
Carreira

Trajetória

  1. 2020 — atual
    Comentarista da TV Cultura

    Jornal da Cultura.

  2. 2020 — atual
    Colunista do Estadão

    Coluna quinzenal.

  3. 2016 — atual
    Professor do mestrado profissional da FGV

    Eaesp.

  4. 2007 — 2016
    Superintendente do Hospital Sírio-Libanês

    Gestão hospitalar.

  5. 2003 — 2004
    Secretário municipal de Saúde de São Paulo

    Prefeitura.

  6. 1999 — 2003
    Fundador e presidente da Anvisa

    Primeiro presidente.

  7. 1998 — 1999
    Secretário nacional de Vigilância Sanitária

    Ministério da Saúde.

  8. 1988 — atual
    Professor da Faculdade de Saúde Pública da USP

    Docência.

  9. 1986 — 1986
    Mestrado em Administração

    Eaesp/fgv.

  10. 1977 — 1977
    Graduação em Medicina

    Faculdade de Medicina de Jundiaí.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Saúde pública1999
Anvisa
Agência reguladora

Criação da vigilância sanitária federal.

Na imprensa

Notícias de outros portais

21 de out. de 2026

Em entrevista a José Roberto Maluf, médico sanitarista relembra criação da Anvisa e avalia avanços e desafios da saúde pública brasileira

Gonzalo Vecina Neto fala ao Perfil Poder sobre trajetória na saúde pública, avanços do SUS e preparação para novas epidemias. Em entrevista a José Roberto Maluf, médico sanitarista relembra criação da Anvisa e avalia avanços e desafios da saúde pública brasileira O Perfil Poder recebeu o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto para uma conversa sobre a construção da saúde pública brasileira.

Fonte: Perfil Brasil

29 de set. de 2026

'A atenção primária da saúde é fortemente dependente da democracia', diz Gonzalo Vecina Neto sobre o SUS

O sanitarista é o quarto médico  da série A Saúde nas Eleições, na qual profissionais falam dos buraco na área da saúde serão enfrentados pelo próximo presidente da República. Os problemas na saúde básica do país que deverão ser enfrentados pelo próximo presidente da República é o assunto que o sanitarista Gonzalo Vecina Neto traz nesta semana.

Fonte: O Globo

03 de ago. de 2026

Gonzalo Vecina Neto é o convidado do novo episódio do Sampa Cast

Aqui é possível acompanhar o dia-a-dia dos vereadores, discussões de Projetos de Lei e o calendário de eventos (audiências públicas, sessões solenes, premiações, etc). Um espaço para aproximar o Legislativo municipal dos cidadãos de São Paulo. Enviar mensagem Cancelar resposta O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com * Comentário * Nome * Email * Salvar meus dados neste navegador para a próxima vez que eu comentar. Please solve: O seu endereço de e-mail não será publicado.

Fonte: Portal da Câmara Municipal de São Paulo

12 de jun. de 2026

Desigualdade social é o principal gargalo das doenças raras no Brasil, afirma Gonzalo Vecina - Muitos Somos Raros

Médico sanitarista defende que o enfrentamento das doenças raras passa não apenas por avanços científicos, mas também pela redução da pobreza e pela ampliação do acesso ao conhecimento  A desigualdade social continua sendo o principal obstáculo para o avanço do cuidado às pessoas com doenças raras no Brasil. A avaliação é do médico sanitarista Gonzalo Vecina […].

Fonte: O maior site sobre Doenças Raras no Brasil

03 de out. de 2025

Trump é um “desastre redondo” e ameaça saúde global, diz Gonzalo Vecina

Ex-presidente da Anvisa critica postura do atual presidente dos EUA contra vacinas e alerta para riscos epidemiológicos. A fala ocorreu quando a apresentadora Valéria Marc questionou o médico sanitarista sobre os impactos da política norte-americana de desinformação em saúde pública e da recusa de vacinas por parte da população daquele país.

Fonte: Brasil 247

01 de mar. de 2024

'Queiroga não é um negacionista' feito Bolsonaro, diz Gonzalo Vecina, fundador da Anvisa

Com a chegada de Marcelo Queiroga ao Ministério da Saúde, o que deve mudar no combate à covid-19 no Brasil? Ontem (15), em uma leitura sobre as recentes trocas no Ministério da Saúde do Brasil, o vice-presidente Hamilton Mourão foi sucinto: "Difícil alguém consertar tudo". A frase, em si, revela uma espécie de reconhecimento por parte do governo de Jair Bolsonaro de que a situação da pasta havia chegado a um limite.

Fonte: Jornal do Brasil

27 de jan. de 2023

Vecina defende retorno de Mais Médicos - vermelho.org.br

O médico sanitarista foi alvo de repúdio de entidade médica por criticar a Lei do Ato Médico e o corporativismo, em detrimento do interesse público. Diante da ampliação da polêmica na imprensa, o Portal Vermelho procurou o sanitarista e professor da USP, que defende um “debate civilizado” sobre o assunto, em vez de repúdio. Se vai precisar de estrangeiros são outros quinhentos”, diz Vecina.

Fonte: Vermelho

13 de abr. de 2022

“Um dos legados da pandemia foi termos perdido o medo da disrupção e das novas tecnologias”, diz Gonzalo Vecina - futurehealth.cc

Sanitarista que idealizou o SUS e fundou a Anvisa, o médico relembra vários momentos e pessoas marcantes de sua trajetória, analisa o que fica da pandemia – e até explica a saúde pública do Brasil atual para um ET. Durante os dois últimos dois anos, nos acostumamos a ver uma figura de barba branca e óculos de aros levemente ovalados quase diariamente nos noticiários de televisão, jornais e sites.

Fonte: Future Health

19 de out. de 2021

“A pandemia ainda não acabou”, alerta Gonzalo Vecina Neto

Médico comenta os últimos passos da CPI da Covid. Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

Fonte: TV Cultura

20 de ago. de 2021

Covid-19: Com presidente 'ensandecido e mal informado', Brasil vive 'mistura de pandemia com pandemônio', diz sanitarista Gonzalo Vecina

Médico sanitarista da USP critica a falta de coordenação do Governo Federal no enfrentamento da pandemia e entende que a vacinação contra o coronavírus poderia ter sido muito mais rápida e organizada. Para o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto, classificar como crime o que está acontecendo no Brasil durante os meses de pandemia não é nenhum tabu. "A História vai contar tudo o que passamos e colocará no devido lugar todos os patrocinadores do genocídio", diz.

Fonte: BBC News Brasil

24 de jun. de 2021

Um sistema de atenção à saúde de base universal com financiamento público é fundamental para construir igualdade. Entrevista especial com Gonzalo Vecina Neto - Instituto Humanitas Unisinos

"Temos que entender a importância de combater a desigualdade. Não tem o menor sentido conviver numa sociedade de desiguais", alerta o médico sanitarista e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP A crise sanitária e seus desdobramentos no Brasil nos mostrou "a realidade tal como ela é" e isso diz respeito não só às desigualdades que foram escancaradas, mas à importância do Sistema Único de Saúde - SUS como um mecanismo fundamental no enfrentamento das desigualdades.

Fonte: Ihu

18 de jun. de 2021

Gonzalo Vecina: País terá 850 mil mortes por Covid graças a Bolsonaro - vermelho.org.br

Para sanitarista, Brasil pode se aproximar da marca de 1 milhão de mortos. Vecina disse que é preciso considerar a aceleração da doença até o momento e responsabilizou o presidente Jair Bolsonaro pelo descontrole sanitário no país. “Vamos chegar próximo a 1 milhão de mortes até termos cobertura vacinal”, afirmou Vecina, em entrevista ao Jornal da Cultura. “Temos que lembrar como foi a evolução disso. Vamos chegar seguramente nos 800 mil, 850 mil mortos, infelizmente, graças ao presidente da República”, declarou.

Fonte: Vermelho

09 de jun. de 2021

Queiroga mantém aliados de Bolsonaro a um custo elevado para a Saúde, diz Gonzalo Vecina Neto

Sanitarista analisa depoimento do ministro na CPI da Covid. Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

Fonte: TV Cultura

22 de mar. de 2021

‘A principal falha foi a falta de governo’, diz Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa

‘A principal falha foi a falta de governo’, diz Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa. Ex-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), médico sanitarista e professor da FSP-USP (Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo), Gonzalo Vecina Neto afirma que o Brasil poderia ter combatido melhor a pandemia de Covid-19 e conseguido maior número de pessoas vacinadas contra a doença.

Fonte: Jornal Diário do Grande ABC

15 de mai. de 2020

Claudio Lottenberg e Gonzalo Vecina Neto debatem a fila única de leitos de UTI

Os médicos divergem sobre a necessidade da fusão de estruturas das redes pública e privada. O que faz e o que fez: é presidente do Instituto Coalizão Saúde e do conselho do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. Tem mestrado e doutorado em oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e foi secretário de Saúde da cidade de São Paulo na gestão do prefeito José Serra (PSDB) O que faz e o que fez: é professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: O Globo

26 de abr. de 2020

Sanitarista Gonzalo Vecina Neto estreia como colunista no 'Estado'

Ex-presidente da Anvisa e ex-secretário municipal de Saúde, médico vai publicar artigos quinzenalmente sobre gestão no setor em tempos de pandemia. O médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto estreará nesta segunda-feira, 27, como colunista quinzenal nas edições impressa e digital do Estado. Ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ele vai escrever sobre temas relacionados à gestão em saúde e à pandemia do novo coronavírus.

Fonte: Estadão

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Causas e valores defendidos

Defesa do SUS

Saúde universal.

Combate à desigualdade

Saúde e renda.

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Gonzalo Vecina Neto?

É médico sanitarista, fundador e primeiro presidente da Anvisa e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Qual a idade de Gonzalo Vecina?

Nasceu em 1953.

Gonzalo Vecina fundou a Anvisa?

Sim, presidiu a agência de 1999 a 2003, a convite de José Serra.

Onde Gonzalo Vecina se formou?

Na Faculdade de Medicina de Jundiaí, em 1977, com mestrado na FGV.

Gonzalo Vecina foi secretário de Saúde?

Sim, de São Paulo, de 2003 a 2004.

Gonzalo Vecina trabalhou no Sírio-Libanês?

Foi superintendente do hospital de 2007 a 2016.

Onde Gonzalo Vecina aparece na TV?

É comentarista da TV Cultura, no Jornal da Cultura.

Por que o Cremesp criticou Gonzalo Vecina?

Por defender o Mais Médicos e criticar a Lei do Ato Médico, em 2023.

O que Gonzalo Vecina pensa do SUS?

Defende o sistema universal como forma de combater a desigualdade.

Gonzalo Vecina escreve no Estadão?

Sim, estreou como colunista do jornal em abril de 2020.

Onde Gonzalo Vecina cresceu?

Em Sorocaba, no interior de São Paulo.

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