Foto oficial de Alexandre Kalache

Alexandre Kalache

Médico gerontólogo e epidemiologista

Em exercício desde 2008
Biografia

Resumo biográfico

Alexandre Kalache é um médico, epidemiologista e gerontólogo brasileiro, uma das maiores referências mundiais em envelhecimento e longevidade. Dirigiu por 13 anos o programa global de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, onde criou o Marco Político do Envelhecimento Ativo e o movimento das Cidades Amigas do Idoso. Desde 2012 preside o Centro Internacional de Longevidade Brasil (ILC-BR), no Rio de Janeiro, e é autor do livro "A revolução da longevidade", finalista do Prêmio Jabuti em 2026. Origem e formação Alexandre Kalache nasceu no Rio de Janeiro, em 17 de outubro de 1945, e tem 81 anos. Foi criado em Copacabana, onde, como costuma contar, a maternidade em que nasceu acabou virando hospital geriátrico, retrato da mudança na expectativa de vida do país. Formou-se em Medicina pela então Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e foi instrutor de clínica médica por quatro anos. Em meados dos anos 1970, mudou-se para a Europa, onde ficaria 33 anos. Fez mestrado em Medicina Social na Universidade de Londres, concluído em 1977, e doutorado em Epidemiologia, concluído em 1993, segundo o ILC-BR, que o apresenta como PhD pela Universidade de Oxford. Contou à revista Pesquisa Fapesp que percebeu o tamanho do desafio do envelhecimento em 1976, durante o mestrado. Carreira acadêmica no Reino Unido De 1977 a 1984, foi professor associado e pesquisador sênior na Universidade de Oxford, sob orientação de Sir Richard Doll, e ensinou geriatria. Em 1984, tornou-se membro do Royal College of Physicians, na Faculdade de Medicina Comunitária. Na London School of Hygiene and Tropical Medicine, fundou a unidade de Epidemiologia do Envelhecimento e lecionou de 1984 a 1994. Em 1991, criou e coordenou o primeiro mestrado em Promoção da Saúde da Europa. Ao jornal O Globo, contou que, ainda no mestrado em Londres, fez um estudo com estudantes de medicina sobre o desinteresse pela geriatria. OMS Foi escolhido em 1994 para dirigir a área de envelhecimento da OMS e, de 1995 a 2008, comandou o Programa Global de Envelhecimento e Curso de Vida, na sede da organização, em Genebra. Lá, liderou a elaboração do Marco Político do Envelhecimento Ativo, publicado em 2002, e lançou a iniciativa Cidades Amigas do Idoso, de 2005 a 2007. Segundo o ILC-BR, mais de mil iniciativas no mundo já adotam a abordagem "amigável ao idoso" em cidades, bairros, hospitais e unidades de saúde. À Folha, contou que parte do projeto nasceu de conversas com porteiros de Copacabana sobre o que tornaria a cidade mais amiga dos idosos. Depois da OMS Em 2008, deixou a OMS e foi para Nova York como consultor sênior de políticas para o envelhecimento global da presidência da Academia de Medicina de Nova York (NYAM). Também se tornou embaixador global da HelpAge International e integrou o conselho sobre envelhecimento do Fórum Econômico Mundial. Em 2012, fundou e passou a presidir o ILC-BR, centro de estudos independente com sede no Rio que integra uma rede internacional de centros de longevidade; no mesmo ano, foi pensador residente do governo da Austrália do Sul. De 2014 a 2019, foi copresidente da Aliança Global dos ILCs. É também codiretor da Age Friendly Foundation e professor em universidades do exterior. Livro e atuação pública Em 2025, lançou pela Editora Vestígio "A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso?", com lançamentos em cidades como Belo Horizonte e Fortaleza. Em outubro de 2026, o livro foi anunciado entre os finalistas do 68º Prêmio Jabuti, na categoria Saúde e Bem-estar. O livro foi lançado em outubro de 2025, quando completou 80 anos, no 18º Fórum da Longevidade, em São Paulo. Sobre a obra, disse ao g1: "Não é uma autobiografia, apesar de trazer muito da minha trajetória pessoal". Ao lado da jornalista Mara Luquet, criou e apresentou o programa "50 Mais CBN", na rádio CBN. É colunista do portal Viva, do Estadão, e participou de programas como o Roda Viva, da TV Cultura, em janeiro de 2019, e o Café Filosófico. Segundo a Veja Rio, tem mais de 70 mil seguidores nas redes sociais. Ideias Kalache se define como um "ativista do envelhecimento" e combate o idadismo, o preconceito contra os mais velhos, que chamou de "peste". Para ele, o idadismo prejudica a autoestima e a saúde dos mais velhos e restringe sua participação social e profissional; costuma dizer aos jovens que a luta contra esse preconceito é também por eles. Costuma dizer que o futuro do Brasil é a velhice. Em 2024, disse à Folha que as cidades são hostis aos idosos e que a "economia prateada" é uma "balela", e reagiu às projeções do IBGE de que os idosos serão a maior parcela da população em 2070: "Descobriram a pólvora". Defende o SUS, a divisão do cuidado entre homens e mulheres e o preparo para a velhice ao longo de toda a vida, com quatro pilares que costuma citar: saúde, conhecimento, vínculos sociais e dinheiro. "Adicionamos anos à vida, agora precisamos adicionar vida aos anos", disse à Veja em 2025. Em maio de 2026, no ESG Summit da Exame, disse que "estamos vivendo uma revolução da longevidade, tema que moldará o século XXI" e alertou que o Brasil não está preparado. Em outubro de 2026, em outro evento da Exame, chamou de "maior conquista social dos últimos 120 anos" a possibilidade de envelhecer como regra, e não como exceção, e resumiu: "Envelhecer é bom. Morrer cedo é que não presta". Em entrevista à agência Lusa, em 2021, disse que o idadismo é pior nos países ocidentais e que existe uma "ilusão da juventude eterna" que reduz a empatia pelos mais velhos. À Veja, em 2026, afirmou que o conceito de meia-idade mudou: quando nasceu, a expectativa de vida no Brasil era de cerca de 50 anos, e a meia-idade chegava, na prática, aos 25. À Veja Rio, disse que boa parte de seus seguidores tem menos de 40 anos e que os homens são os que mais precisam aprender a se cuidar. Ao Estadão, em 2026, resumiu: "Não quero envelhecer no aposento, mas na sala da frente, lutando pelos meus direitos".
Carreira

Trajetória

  1. 2025 — 2025
    A revolução da longevidade

    Livro.

  2. 2014 — 2019
    Copresidente da Aliança Global dos ILCs

    Rede internacional.

  3. 2012 — atual
    Presidente do ILC-BR

    Rio de Janeiro.

  4. 2008 — atual
    Consultor da Academia de Medicina de Nova York

    Envelhecimento global.

  5. 2005 — 2007
    Cidades Amigas do Idoso

    Oms.

  6. 2002 — 2002
    Marco Político do Envelhecimento Ativo

    Oms.

  7. 1995 — 2008
    Diretor do programa de envelhecimento da OMS

    Genebra.

  8. 1993 — 1993
    Doutorado em Epidemiologia

    Reino Unido.

  9. 1991 — 1991
    Primeiro mestrado em Promoção da Saúde da Europa

    Criador.

  10. 1984 — 1994
    Professor da London School of Hygiene and Tropical Medicine

    Epidemiologia do Envelhecimento.

  11. 1984 — 1984
    Royal College of Physicians

    Membro.

  12. 1977 — 1984
    Professor e pesquisador em Oxford

    Com Sir Richard Doll.

  13. 1976 — 1977
    Mestrado em Medicina Social

    Universidade de Londres.

Projetos e Realizações

Iniciativas

Envelhecimento2007
Cidades Amigas do Idoso
Programa

Iniciativa global da OMS.

Saúde pública2002
Marco Político do Envelhecimento Ativo
Política

Referencial da OMS.

Longevidade2025
A revolução da longevidade
Livro

Finalista do Jabuti 2026.

Na imprensa

Notícias de outros portais

28 de out. de 2026

Longevidade & Wellness: os mais velhos são parte da solução, não um problema

Em evento na EXAME, Alexandre Kalache, do ILC-Brasil destaca a contribuição das pessoas com mais de 80 anos e defende mudanças na saúde, no trabalho e na divisão de cuidados. Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional da Longevidade Brasil (ILC-Brasil): “Envelhecer é bom.

Fonte: Exame

15 de out. de 2026

Alexandre Kalache, colunista do VIVA, tem livro indicado ao Prêmio Jabuti

Alexandre Kalache, gerontólogo e colunista do VIVA, concorre ao Prêmio Jabuti na categoria "Saúde e Bem-estar" com seu livro sobre longevidade. O livro, intitulado 'A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso?', combina relatos pessoais e conteúdo técnico, visando promover um diálogo intergeracional sobre o envelhecimento. Kalache se posiciona como um 'ativista do envelhecimento', enfatizando a importância de ampliar os direitos das pessoas idosas.

Fonte: Viva

14 de out. de 2026

‘Não quero envelhecer no aposento, mas na sala da frente, lutando pelos meus direitos’, diz Kalache

Referência internacional em envelhecimento, médico critica o preconceito contra os mais velhos e avalia que o Brasil ainda não está preparado para uma sociedade cada vez mais “grisalha”. Estudioso do envelhecimento há 50 anos, o médico gerontólogo Alexandre Kalache costuma dizer que o futuro do Brasil é a velhice. A transformação demográfica ajuda a entender por quê: se, nos anos 1970, cada mulher tinha, em média, seis filhos, hoje a taxa de fecundidade gira em torno de 1,5.

Fonte: Estadão

07 de out. de 2026

Alexandre Kalache quer tirar a velhice do “aposento”

"Nossa sociedade é machista, sexista, homofóbica, capacitista e cada vez mais idadista", diz ele. O Brasil já tem 34,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, pelos dados de 2024 do IBGE. Para o médico gerontólogo carioca Alexandre Kalache, 80, a pergunta urgente não é apenas como viver mais, mas como continuar participando da vida.

Fonte: Veja Rio

19 de jul. de 2026

Entrevista: ‘O conceito de meia-idade mudou’, diz o gerontologista Alexandre Kalache

O médico mostra como o envelhecimento de qualidade depende do curso da vida e da superação das desigualdades. O octagenário Alexandre Kalache é uma das maiores referências mundiais em envelhecimento e saúde pública. Gerontologista e ex-diretor do programa de Envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), ele defende que a meia-idade precisa ser revista à luz do aumento da expectativa de vida.

Fonte: Veja

31 de mai. de 2026

'A revolução da longevidade já começou — e o Brasil não está preparado', diz Alexandre Kalache

No ESG Summit, presidente do ILC alertou que o envelhecimento acelerado da população exigirá mudanças na saúde, nas cidades, na educação e nas relações de cuidado. “Estamos vivendo uma revolução da longevidade, tema que moldará o século XXI”, disse Alexandre Kalache O Brasil envelhece em ritmo acelerado. Entre 2012 e 2025, a parcela da população com menos de 30 anos caiu de 49,9% para 41,4%, enquanto o número de idosos avançou de 11,3% para 16,6%.

Fonte: Exame

19 de mar. de 2026

Médico Alexandre Kalache lança livro sobre longevidade em Fortaleza - O POVO

Autor defende políticas públicas e autonomia para garantir qualidade de vida em uma sociedade que envelhece rapidamente. O médico e pesquisador Alexandre Kalache lança, na próxima segunda-feira (23), em Fortaleza, o livro A revolução da longevidade, em que propõe uma reflexão sobre os impactos do envelhecimento acelerado da população. O evento ocorre às 19h, na Livraria Leitura, com participação do escritor Fernando Aguzzoli e mediação da jornalista Neila Fontenele.

Fonte: O Povo+

31 de jan. de 2026

Alexandre Kalache diz que envelhecer não é problema e afirma: “Há beleza na velhice” - Acesse Política

Especialista de renome internacional afirma que o país envelheceu antes de enriquecer, critica o etarismo e cobra políticas urgentes para garantir dignidade, trabalho e qualidade de vida aos idosos. Um dos maiores especialistas do mundo em longevidade, o gerontólogo Alexandre Kalache faz um alerta direto: o Brasil não está preparado para envelhecer no ritmo em que sua população avança em idade.

Fonte: #Acesse Política

30 de jan. de 2026

“Há beleza na velhice”, diz Alexandre Kalache, especialista em longevidade

Um dos mais respeitados nomes do mundo na área diz que o Brasil precisa correr para dar conta do envelhecimento da população. O gerontólogo carioca Alexandre Kalache, de 80 anos, começou a se interessar pelos impactos do envelhecimento na sociedade há cinco décadas, quando ele e o Brasil ainda eram jovens.

Fonte: Veja

29 de dez. de 2025

Alexandre Kalache: “A revolução da longevidade exige uma revolução na educação”

Em novo episódio do Futuro Talks, Alexandre Kalache fala dos desafios do envelhecimento no Brasil e na formação médica. O país tem uma série de determinantes sociais que limitam o potencial de se envelhecer com saúde e ativo, como desigualdade, violência, estresse e idadismo. Para aprofundar essa discussão, o novo episódio de Futuro Talks recebeu Alexandre Kalache, gerontólogo e presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil – e que acaba de lançar o livro “A revolução da longevidade”.

Fonte: Futuro da Saúde

30 de nov. de 2025

Alexandre Kalache reflete sobre a revolução trazida pela longevidade

Gerontólogo lançou novo livro com debate de Beth Goulart, no Rio. Alexandre Kalache, 80 anos, lançou A revolução da longevidade na Livraria Travessa, no Shopping Leblon, na Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira, 26. O livro reflete sobre a expectativa de envelhecimento no Brasil, em relação a outros países, e como a população vê os idosos. Beth Goulart, amiga pessoal do médico, foi convidada para dar uma breve palestra e expôr como é, para ela, envelhecer.

Fonte: Veja

03 de nov. de 2025

'Viver mais e melhor': Alexandre Kalache lança livro em BH

A obra 'A revolução da longevidade' será lançada na próxima quinta (6/11), a partir das 18h30, na Livraria Jenipapo, na Savassi. Em 1960, a expectativa de vida no Brasil era de aproximadamente 50 anos. Hoje, já ultrapassa os 76, e em poucas décadas, quase 40% da população terá mais de 60 anos. Esse dado, apresentado por Alexandre Kalache, é base para o seu novo livro “A revolução da longevidade”, que acaba de ser lançado pela Editora Vestígio.

Fonte: Estado de Minas

21 de out. de 2025

Comece a se preparar para a velhice logo, recomenda Dr. Kalache - viva.com.br

De acordo com o Dr. Alexandre Kalache, especialista em longevidade, em 2065 serão 78 milhões de brasileiros acima de 60 anos. De acordo com ele, em 2015 havia 28 milhões de pessoas com mais de 60 anos e, em 2065 serão 78 milhões. Por outro lado, a fecundidade passou de 5,67 filhos por mulher em 1975, para 1,9 em 2000. “No meu tempo de vida eu vi e experimentei essa redução, isso é movimento. Na minha infância e na adolescência eu estava sempre cercado por primos, hoje meus netos terão um ou nenhum primo.

Fonte: Viva

16 de out. de 2025

'Sempre digo aos mais jovens que lutamos contra o idadismo não apenas por nós, mas por eles', diz Alexandre Kalache

Maior referência em envelhecimento no país, o médico e gerontólogo completa 80 anos e lança A revolução da longevidade. Amanhã, um homem que se dedica à questão da longevidade há cinco décadas completa 80 anos. A trajetória do médico e gerontólogo Alexandre Kalache é excepcional. Apesar de ter alcançado o posto de diretor do Departamento de Envelhecimento e Curso de Vida da Organização Mundial de Saúde (OMS), o mais impressionante é quantidade de projetos que idealizou e a legião de profissionais que formou.

Fonte: G1

28 de ago. de 2025

'Envelhecer não é para gente fresca', destaca Alexandre Kalache

Especialista alerta para o idadismo, defende mudanças na formação médica e aponta os desafios da longevidade em um país marcado por desigualdades. Prestes a completar 80 anos, o médico gerontólogo Alexandre Kalache é um dos maiores especialistas do mundo em envelhecimento populacional e políticas de longevidade.

Fonte: Estado de Minas

25 de ago. de 2025

Kalache aponta por que uma velhice precária é danosa para o futuro do País

Médico especializado no estudo do envelhecimento, Alexandre Kalache é uma das autoridades mais respeitadas da área da gerontologia mundial. Um contato com ele basta para ver que se trata de uma pessoa ativa e saudável. Mas admite: “Eu tenho uma carga genética maravilhosa”. São 60 anos de trabalho, sendo 50 dedicados à gerontologia: é presidente do ILC-BR (sigla em inglês para Centro Internacional de Longevidade) e co-diretor do Age-Friendly Institute.

Fonte: Viva

21 de jul. de 2025

Alexandre Kalache e a coragem de se deixar envelhecer

O médico médico geriatra Alexandre Kalache é uma referência em longevidade e diz muito sobre como é o processo de envelhecer para todos nós. Observe esse texto do geriatra Alexandre Kalache, que é uma referência em longevidade. Ele diz: “Envelhecer é um susto, não pelas rugas ou pela dor nas articulações. O susto maior é saber que a vida passa e que a maioria de nós será esquecida em duas gerações. Meus filhos e sobrinhos sabem pouco sobre ele.

Fonte: Rádio CDL FM - 102,9

12 de jul. de 2025

Alexandre Kalache: “Saúde é cotidiano: como amamos, o que comemos”

Conversar com o médico Alexandre Kalache, pioneiro no estudo do envelhecimento no Brasil, é abrir portas geralmente trancadas — porque incomodam, doem, expõem feridas que não cicatrizam. Formado em Medicina em 1970, Kalache dedica sua trajetória à longevidade. Foi um dos primeiros a enxergar o envelhecimento populacional como fenômeno mundial, apontando tanto riscos quanto potencialidades. […].

Fonte: Jornal da Orla

12 de mar. de 2025

“É preciso dar mais vida aos anos”, diz o gerontólogo Alexandre Kalache

Uma das maiores autoridades em envelhecimento do mundo, Alexandre Kalache explica como associar mais expectativa à qualidade de vida. Alexandre Kalache: para o médico, de nada adianta estender a vida se não houver qualidade (May Tse/South China Morning Post/Getty Images) Não basta acrescentar mais anos à vida. É necessário acrescentar mais vida aos anos.

Fonte: Exame

27 de out. de 2023

No Brasil, o velho é sempre o outro”, provoca o gerontólogo Alexandre Kalache -

– Uma autoridade em longevidade do mundo, o médico gerontólogo Alexandre Kalache destaca como o culto à juventude e à beleza dificulta a formulação de políticas para os idosos mesmo em um cenário de envelhecimento populacional – O IBGE chegou com o Censo 2023 repleto de novidades e tendo a velhice como ponto de reflexão para os brasleiros. O Brasil segue ganhando posição como um país dos grisalhos. E uma das maiores autoridades em longevidade do mundo, o médico gerontólogo Alexandre Kalache faz questão de provocar: “Para chocar e trabalhar nessa desconstrução, eu, com frequência, falo: ‘eu sou um velho’. Falo isso porque, no Brasil, parece que as pessoas veem isso como ofensivo. O maior elogio que você pode fazer para alguém é falar que ela não aparenta a idade que tem, como se isso fosse proibido”, diz ele, que tem 78 anos, e é presidente do Centro Internacional da Longevidade e ex-dire

Fonte: Blog Dellas

17 de nov. de 2021

Pedtalks recebe o médico Alexandre Kalache, um dos maiores especialistas em gerontologia do mundo

Um dos pioneiros no estudo das questões do envelhecimento, o médico gerontólogo, co-diretor do Age Friendly Institute e pesquisador em saúde pública, Alexandre Kalache, é o próximo convidado do Pedtalks, que irá ao ar no dia 23 de novembro, às 19 horas. No programa exclusivo da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), ele esclarece as principais […].

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

18 de out. de 2021

“O mundo está envelhecendo e não há nada mais moderno do que ficar velho”, diz gerontólogo Alexandre Kalache

O médico, professor de cinco universidades no exterior e sumidade em longevidade no mundo, conta a influência de seus avós em sua carreira, os pilares para ser um idoso saudável e por que envelhecer é uma oportunidade. Com uma longeva carreira dedicada à gerontologia, o médico epidemiologista e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache passou os últimos 46 anos buscando maneiras de tornar o envelhecimento mais digno e saudável nos quatro continentes.

Fonte: Future Health

24 de mai. de 2021

Preconceito contra os mais velhos é "peste"

Alexandre Kalache frisou que o "idadismo" é pior nos países ocidentais e diz ser necessário promover uma ressignificação da velhice. "Não há nada de errado em relação ao envelhecimento". Descubra a mobilidade elétrica e inteligente aqui.

Fonte: Observador

11 de set. de 2020

Médico gerontólogo Alexandre Kalache lista 4 pilares para envelhecer bem

No Conexão VivaBem desta sexta-feira, o médico gerontólogo Alexandre Kalache contou que, para envelhecer com qualidade de vida, é preciso se preparar desde muito cedo, na faixa dos 20 ou 30 anos. Entretanto, nunca é tarde demais para se obter os ganhos. Kalache, que já foi diretor do Programa de Envelhecimento da OMS (Organização Mundial da Saúde), disse que existem quatro pilares que são fundamentais para esse envelhecimento saudável e que devem ser acumulados ao longo da vida.

Fonte: Uol

02 de jun. de 2020

Alexandre Kalache: Uma política para o bem-envelhecer

Aos 62 anos, o médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache tem como projeto de vida envelhecer melhorando a vida dos idosos. Antes que tal idéia pareça puro oportunismo – dada a sua idade –, é preciso dizer que Kalache trata do assunto há mais de 30 anos. Foi ele um dos primeiros especialistas a enxergar o enorme desafio que os países em desenvolvimento terão pela frente se não começarem a pensar e agir sobre o envelhecimento da população imediatamente. “Trata-se de encarar o que poderá se transformar em um problema como uma oportunidade de torná-lo um importante tema.

Fonte: Revista Pesquisa FAPESP

Causas

Causas e valores defendidos

Combate ao idadismo

Direitos das pessoas idosas.

Envelhecimento ativo

Políticas públicas de longevidade.

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Perguntas frequentes

FAQ

Quem é Alexandre Kalache?

É médico gerontólogo e epidemiologista, ex-diretor do programa de envelhecimento da OMS e presidente do ILC-BR.

Qual a idade de Alexandre Kalache?

Nasceu em 17 de outubro de 1945 e tem 81 anos.

Onde Alexandre Kalache nasceu?

No Rio de Janeiro; foi criado em Copacabana.

Onde Alexandre Kalache estudou?

Medicina na atual UFRJ, mestrado em Londres e doutorado em Epidemiologia no Reino Unido.

O que Alexandre Kalache fez na OMS?

Dirigiu o programa global de envelhecimento de 1995 a 2008 e criou o Envelhecimento Ativo e as Cidades Amigas do Idoso.

Qual livro Alexandre Kalache escreveu?

"A revolução da longevidade" (2025), finalista do Prêmio Jabuti 2026.

O que é o ILC-BR?

O Centro Internacional de Longevidade Brasil, que Kalache preside desde 2012.

O que é idadismo, segundo Kalache?

O preconceito contra os mais velhos, que ele combate como ativista do envelhecimento.

Quais são os pilares do envelhecimento para Kalache?

Saúde, conhecimento, vínculos sociais e dinheiro.

Alexandre Kalache esteve no Roda Viva?

Sim, em 14 de janeiro de 2019.

O que são as Cidades Amigas do Idoso?

Iniciativa da OMS liderada por Kalache para adaptar cidades à população idosa.

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