Vicente Abate

Presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer)

Em exercício desde 1900
01Biografia

Resumo biográfico

Engenheiro metalurgista formado pela Escola de Engenharia Mauá, com pós-graduação em Tratamento Termomecânico de Metais pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Possui MBA em Marketing pela FGV-SP e Babson College dos EUA, além de PDE (Programa de Desenvolvimento de Executivos) pela Fundação Dom Cabral. Vicente Abate é presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer) e da Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção (Abendi). Atuou como secretário executivo da Frente Parlamentar para o Fortalecimento da Indústria Ferroviária Brasileira, instituída em junho de 2024. É consultor da Greenbrier Maxion e Amsted Maxion. Atua como diretor do Departamento de Infraestrutura (DEINFRA/FIESP) e do SIMEFRE (Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários). É membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável e conselheiro de diversas entidades setoriais, incluindo a ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), Instituto de Engenharia e SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade). Abate participa ativamente de debates sobre a indústria ferroviária brasileira, infraestrutura de transportes e logística. Em 2026, foi eleito Ferroviário do Ano pelo Prêmio Revista Ferroviária.
02Carreira

Trajetória

  1. 1900atual
    Engenheiro Metalurgista formado pela Escola de Engenharia Mauá
  2. 1900atual
    Pós-graduado em Tratamento Termomecânico de Metais pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
  3. 1900atual
    MBA em Marketing pela FGV-SP e Babson College
04Na imprensa

Notícias de outros portais

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15 de jan. de 2026

Indústria ferroviária projeta alta de produção em 2026 no Brasil

Projeção de crescimento na fabricação de locomotivas, vagões e carros de trens de passageiros no Brasil em 2026. Está prevista a produção de 72 locomotivas, 1.900 vagões de carga e 193 carros de passageiros, representando aumentos de 9%, 12% e 59% respectivamente.

Fonte: BNamericas.com

21 de mai. de 2025

ABIFER e SIMEFRE discutem em Brasília os desafios da indústria ferroviária brasileira

Vicente Abate, presidente da ABIFER, esteve em Brasília com Massimo Giavina, primeiro vice-presidente do SIMEFRE, e o Deputado Mauro Pereira para destacar as demandas e desafios da indústria ferroviária brasileira. Foram realizadas reuniões com o Deputado Federal Pedro Uczai, presidente da Frente Parlamentar para o Fortalecimento da Indústria Ferroviária Brasileira, e com especialistas da Embaixada dos Estados Unidos.

Fonte: ABIFER

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30 de jan. de 2023

Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária: expectativas de reação do setor ferroviário a partir de 2024

Entrevista com Vicente Abate sobre perspectivas da indústria ferroviária. Abate relata a queda na produção de vagões de 7,6 mil unidades em 2005 para mil em 2019, com recuperação tímida após renovação dos contratos de concessão. Prevê melhora a partir de 2024, atingindo dois mil vagões produzidos e chegando a três a quatro mil vagões anuais. Destaca preocupação com instabilidade e falta de previsibilidade na produção.

Fonte: Transporte Moderno

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19 de mar. de 2022

Associação de autorizatárias de ferrovias pode dobrar número de filiados, diz presidente

A Associação Nacional das Ferrovias Autorizadas (Anfa) foi lançada para encaminhar desafios para as empresas autorizatárias de ferrovias, como licenciamento, desapropriação e regras de compartilhamento. Vicente Abate, presidente da ABIFER, foi indicado como conselheiro da entidade, assim como Valdecyr Gomes, presidente do Conselho de Ética da ANBIMA.

Fonte: Agência iNFRA

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15 de jun. de 2018

Desequilíbrio congestiona matriz de transporte brasileira

Vicente Abate, presidente da ABIFER, e Carlos Alberto Bandeira Guimarães, docente da FEC-Unicamp, defendem a ampliação da presença dos modais ferroviário, hidroviário e dutoviário. Abate afirma que o país não pode permanecer com uma malha ferroviária de apenas 30 mil quilômetros parcialmente utilizada, sendo necessária a expansão do sistema ferroviário.

Fonte: Unicamp