Thaísa Hoffmann

Médica e empresária

Em exercício desde 2014
01Biografia

Resumo biográfico

Médica formada pela Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (2003) com especialização em Clínica Médica (2004-2006), Endocrinologia e Metabologia (2006-2008) e Pós-graduação em Medicina do Esporte (2011-2012). Mestrado em andamento em Medicina Interna pela Universidade Federal do Paraná com pesquisa em sarcopenia. É empresária e sócia controladora de ao menos três empresas de consultoria, incluindo THJ Consultoria Ltda e Centro Médico Vita Care. Casada com Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS. É investigada pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União (CGU) e CPMI do INSS por suspeita de envolvimento em esquema de desvios de recursos previdenciários. Segundo investigações, empresas registradas em seu nome teriam movimentado aproximadamente R$ 15 milhões e seriam utilizadas como intermediárias para pagamento de propinas ao marido através de transferências de lobistas e empresários como Antonio Carlos Camilo Antunes (conhecido como 'Careca do INSS'). Em maio de 2025, recebeu transferências de R$ 140 mil via Pix pela ACCA Consultoria Empresarial para o Centro Médico Vita Care. Foi convocada para depor na CPMI do INSS em 23 de outubro de 2025, onde exerceu o direito de permanecer em silêncio na maioria das questões, amparada por habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal. Quando indagada se tinha parentesco com algum político do Paraná, exerceu o direito de ficar calada. Foi presa em novembro de 2025 e apresentou pedido de habeas corpus ao STF para regime domiciliar, citando que está amamentando filho de um ano de idade.
02Carreira

Trajetória

  1. 2014atual
    Mestrado em Medicina Interna
  2. 20112012
    Pós-graduação em Medicina do Esporte
  3. 20062008
    Especialização em Endocrinologia e Metabologia
  4. 20042006
    Residência médica em Clínica Médica
  5. 19982003
    Graduação em Medicina
04Na imprensa

Notícias de outros portais

15 de nov. de 2025

Presa pela farra do INSS cita filho de 1 ano e pede domiciliar ao STF

Thaisa Hoffmann, presa na Operação Sem Desconto, pediu ao Supremo Tribunal Federal para deixar o regime fechado e migrar para prisão domiciliar. Seus advogados argumentam que ela está amamentando um filho de 1 ano de idade e precisa ficar próxima da criança. Por meio de empresas de consultoria, ela é suspeita de ser intermediária de pagamento de propinas de lobistas e empresários ao marido, ex-procurador-geral do INSS Virgílio de Oliveira Filho, em contrapartida por beneficiar associações da farra dos descontos indevidos sobre aposentados.

Fonte: Metrópoles

Sem imagem

13 de nov. de 2025

Palmense é presa em operação que apura desvios de aposentadorias

A médica Thaisa Hoffmann Jonasson foi presa em Curitiba na 4ª fase da Operação Sem Desconto, que apura desvios de valores de aposentados e pensionistas do INSS. Seu esposo, o ex-procurador-geral do INSS Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, se entregou à Polícia Federal. Segundo as investigações, Thaisa é sócia de empresas (Curitiba Consultoria em Serviços Médicos S.A., THJ Consultoria Ltda. e Centro Médico Vita Care) que estariam no núcleo de intermediação de pagamentos. Por meio dessas empresas, ela é suspeita de ter sido intermediária do pagamento de propinas de lobistas e empresários ao marido, que teria recebido R$ 11,9 milhões em contrapartida por beneficiar associações investigadas por descontos irregulares em benefícios previdenciários.

Fonte: Grupo RBJ de Comunicação

23 de out. de 2025

Médica que prestou serviços a empresas do Careca do INSS fica em silêncio na CPI: ambiente hostil

Thaisa Hoffmann permaneceu em silêncio durante depoimento à CPMI do INSS, alegando ambiente hostil. A médica é suspeita de ter prestado serviços por meio de empresas ligadas a Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema. Ela exerceu seu direito de não responder perguntas que pudessem levá-la à autoincriminação, amparada por habeas corpus do STF.

Fonte: Terra

23 de out. de 2025

Para senadores, médica é laranja do marido, ex-procurador do INSS

Durante depoimento na CPMI que investiga a farra do INSS, a médica Thaisa Hoffmann exerceu o direito de ficar calada quando questionada sobre relação com a ministra Gleisi Hoffmann. Thaisa controla ao menos três empresas acusadas de receberem propinas do esquema que subtraiu bilhões de reais de aposentados e pensionistas. Seu marido, Virgílio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS, também estava convocado para depor. Ambos são apontados nas investigações da Polícia Federal, CGU e CPMI como principais integrantes do esquema criminoso.

Fonte: Senado Federal

23 de out. de 2025

CPMI do INSS: empresária perdeu chance de mostrar que não mediou propina, diz relator

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, criticou o silêncio de Thaisa Hoffmann durante seu depoimento, afirmando que ela perdeu a oportunidade de demonstrar que não intermediou propinas. Thaisa, amparada por habeas corpus, exerceu seu direito de não responder perguntas que pudessem incriminá-la. O relator ressaltou que documentos comprobatórios são necessários para esclarecer a engenharia financeira do esquema investigado.

Fonte: Senado Federal

23 de out. de 2025

CPMI do INSS: deputado desmente fake news sobre parentesco de depoente com Gleisi Hoffmann

O deputado Paulo Pimenta desmentiu fake news criada após insinuação do relator Alfredo Gaspar durante depoimento de Thaisa Hoffmann na CPMI do INSS. Gaspar questionou se Thaisa tinha relação de parentesco com alguém do mundo da política no Paraná, insinuando possível vínculo com a ministra Gleisi Hoffmann. Pimenta ligou para a ministra, que afirmou não conhecer Thaisa Hoffmann, não ter relação de parentesco com ela e desconhecer qualquer vínculo que possa existir, refutando qualquer insinuação dessa natureza.

Fonte: Revista Fórum

23 de out. de 2025

Thaisa Hoffmann se cala na CPMI do INSS e irrita relator

Durante depoimento à CPMI do INSS em 23 de outubro, a médica Thaisa Hoffmann permaneceu em silêncio na maior parte das perguntas do relator deputado Alfredo Gaspar. Amparada por habeas corpus do STF, ela alegou que sua defesa apresentaria documentos à comissão. O relator expressou irritação com o silêncio: Estou saindo daqui com uma péssima impressão pelo seu silêncio... toda essa teia, que vai de Aracaju, que vai de Sergipe a outras partes do Brasil, chega até a senhora em mais de R$ 15 milhões. Thaisa é suspeita de ter atuado como laranja, com empresas em seu nome supostamente movimentando cerca de R$ 15 milhões no esquema.

Fonte: Política - Correio Braziliense

23 de out. de 2025

Empresária Thaisa Hoffmann Jonasson fica em silêncio na CPMI do INSS

A médica e empresária Thaisa Hoffmann Jonasson compareceu à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS em 23 de outubro de 2025 e permaneceu em silêncio durante a maior parte do depoimento. Amparada por um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal, ela exerceu o direito de não responder perguntas que pudessem levá-la à autoincriminação. Thaisa é suspeita de ter atuado como laranja, controlando pelo menos três empresas acusadas de receberem propinas do esquema que subtraiu bilhões de reais de aposentados e pensionistas. Seus advogados informaram que apresentariam documentos à comissão para constar nos autos.

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados

09 de out. de 2025

Fux dá habeas corpus para ex-procurador do INSS, esposa e irmã na CPMI

O ministro Luiz Fux concedeu habeas corpus para Virgílio de Oliveira Filho (ex-procurador-geral do INSS), sua esposa Thaisa Hoffmann e irmã para deporem na CPMI do INSS com direito ao silêncio. Segundo investigações da Polícia Federal, Virgílio recebeu, por meio de empresas e contas bancárias da esposa, R$ 12 milhões de entidades investigadas pelo esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários. A concessão do habeas corpus desagradou a cúpula da CPMI.

Fonte: VEJA

29 de mai. de 2025

Desde 2022: Propina a procurador do INSS começou há três anos

Segundo investigações, dois Pix totalizando R$ 140 mil foram transferidos nos dias 5 de maio e 17 de novembro de 2022 para a conta do Centro Médico Vita Care, registrada em nome de Thaisa Hoffmann Jonasson, esposa do procurador federal Virgílio de Oliveira Filho. Os pagamentos vieram de ACCA Consultoria Empresarial, empresa de Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Os dados indicam que o esquema de propinas ao ex-procurador começou há pelo menos três anos.

Fonte: revista piauí