Rosângela Lyra

Empresária, ex-CEO da Dior na América Latina, fundadora do movimento Política Viva

Em exercício desde 2013
01Biografia

Resumo biográfico

Rosângela Lyra é uma empresária paulistana que ocupou o cargo de diretora da Dior na América Latina por 28 anos, até 2013. Em 2013, após encerrar sua carreira na empresa de luxo, fundou o movimento Política Viva, uma organização da sociedade civil dedicada ao debate de políticas públicas e defesa das instituições democráticas. Inicialmente, Lyra foi uma das vozes ativas nos movimentos pró-impeachment de Dilma Rousseff e apoiadora da Operação Lava Jato. No entanto, a partir de 2016, reviu suas posições políticas. Em 2022, surpreendeu aliados ao anunciar que apoiaria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno das eleições, argumentando que o processo judicial contra Lula havia sido viciado e que Bolsonaro representava uma ameaça maior à democracia. Em 2023, foi integrada ao Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (Conselhão) do governo Lula. Lyra defendeu que Bolsonaro fosse investigado por possíveis crimes de responsabilidade caso fossem comprovados, e apoiou mecanismos constitucionais para punição. Afirmou que sua mudança de posicionamento ocorreu após perceber esforços sistemáticos para neutralizar politicamente Lula e questionar a legitimidade das instituições.
02Carreira

Trajetória

  1. 2013atual
    Fundadora e liderança do Política Viva
  2. 19852013
    Diretora da Dior na América Latina
04Na imprensa

Notícias de outros portais

04 de mai. de 2023

Veja quem são os 246 integrantes do 'Conselhão' de Lula

Matéria da CartaCapital sobre a recreação do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS) por decreto assinado pelo presidente Lula. O conselho reúne 246 integrantes de diversos segmentos da sociedade para debater agendas e temas de interesse público. Rosângela Lyra consta entre os integrantes do conselho.

Fonte: CartaCapital

17 de fev. de 2022

Ex-CEO da Dior no Brasil luta por eleição de Lula no primeiro turno

Matéria da revista Veja sobre a empresária Rosângela Lyra, ex-CEO da Dior no Brasil, que abandonou o PSDB e passou a fazer campanha para a eleição de Lula. Lyra é descrita como ex-militante de grupos que pediram o impeachment de Dilma Rousseff e ex-apoiadora da Operação Lava Jato. Ela argumenta que Lula é a única alternativa para vencer Bolsonaro no primeiro turno.

Fonte: VEJA

31 de jan. de 2022

Rosângela Lyra, empresária que apoiou a Lava Jato, diz que vai votar em Lula

A empresária Rosângela Lyra, ex-CEO da Dior no Brasil e fundadora do movimento Política Viva, surpreendeu ao revelar em conversas privadas que pretende votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno das eleições de 2022. Lyra é conhecida por ter sido militante de movimentos pró-impeachment de Dilma Rousseff e apoiadora da Operação Lava Jato. Segundo ela, o objetivo é tirar Bolsonaro do segundo turno e evitar mais um mandato desse governo.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

31 de jan. de 2022

Movimentos pró-impeachment de Dilma agora se dividem entre Bolsonaro e Moro

Matéria do Estadão aborda a divisão de movimentos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff em 2016. A empresária Rosângela Lyra, fundadora do Política Viva e ex-diretora da Dior na América Latina por 28 anos, é mencionada como uma dessas lideranças que mudou seu posicionamento político. Ela revela intenção de votar em Lula no primeiro turno, diferente da maioria dos líderes que atuaram no impeachment de Dilma.

Fonte: Estadão

03 de jun. de 2020

Movimento criado por empresária paulistana cobra apuração de crime de responsabilidade por Bolsonaro

Matéria da revista Época relata que o Política Viva, movimento fundado pela empresária paulistana Rosângela Lyra, ex-presidente da Dior no Brasil, assumiu posicionamento público durante a crise política de 2020. O movimento defende que as instituições legislativas e judiciárias investiguem e punam possíveis crimes de responsabilidade cometidos por Bolsonaro, incluindo participação em manifestações antidemocráticas e interferência na administração pública para proteger sua família.

Fonte: Época

06Causas

Causas e valores defendidos

Defesa das instituições democráticas

Apoio à preservação das instituições, legislativo e judiciário como mecanismos constitucionais para investigação e punição de possíveis crimes de responsabilidade

Combate à desigualdade

Participação em discussões sobre políticas públicas para reduzir desigualdades sociais e econômicas

Políticas inclusivas e de desenvolvimento

Engagement em debates sobre desenvolvimento econômico sustentável e inclusão social